Todos adoraram a visita!
(escrito por Kaplan)
Nosso
amigo Arnaldo – para quem não o conhece, foi meu professor de fotografia e no
dia em que descobriu que Meg era uma modelo excelente nunca mais parou de
convidá-la. E é lógico que transavam todas as vezes. Mas de vez em quando ele
dava um sumiço, ficava meses sem dar notícia. Quando reaparecia... festa na
certa! – então, eu dizia que ele estava na cidade, ficamos sabendo e fomos
visitá-lo. Sim, eu fui também, porque sempre que ele aparecia era ménage um
atrás do outro, além de os dois também transarem sem minha presença.
Fico nervosa só de pensar na trepação que teremos... |
Só de
chegarmos perto do local onde ele estava, Meg já estava ansiosa. Ela gostava
muito de trepar com ele e sabia que naquela tarde ia rolar de tudo, inclusive
anal, DP... tudo que ela adorava “sofrer” quando nós três nos reuníamos.
Chegamos.
Ele atendeu à porta e mostrou-se surpreso, pois não tínhamos avisado de nossa
ida. Entramos, ele disse que estava terminando de fazer um doce de laranja e
Meg quis saber como era. Como eu sabia que ela não estaria nem um pouco
interessada no doce, fiquei na sala enquanto eles estavam na cozinha, mas como
eram muito barulhentos, fiquei sabendo que estavam se beijando alucinadamente.
Mas ele
fazia o doce, de fato, e logo eles chegaram na sala com uma terrina cheia e
três vasilhas que foram enchidas e começamos a comer. Delicioso! Não poupamos
elogios ao nosso amigo.
Doce
devorado, eu via os olhos de Meg brilhando, estava louca para que a gente
começasse a agarrá-la. E fui eu quem começou e o Arnaldo logo entrou na dança.
Beijos, blusa dela arrancada, seios à mostra, nós dois mamando nela ao mesmo
tempo, e as mãos dela, ávidas, procurando nossos paus. O do Arnaldo apareceu
primeiro e ela foi logo chupá-lo. Por meu lado, eu beijava a bundinha dela e já
ia tirando o short, passando a mão, deixando-a arrepiada. E ela chupando...
gostava demais de um boquete!
Boquete não podia faltar... |
Nesse meio
tempo, eu já tinha tirado minha calça e ela veio me chupar também, mas mantendo
o pau do Arnaldo bem seguro em sua mão. Voltou a chupar o Arnaldo, agora
ajoelhada no chão entre as pernas dele. E eu aproveitava para beijar sua bundinha,
seu cuzinho, sua xotinha. Enfiei dois dedos na xotinha e fiquei fazendo vai e
vem, até que o Arnaldo a virou para fazer o que eu fazia e, então, meu pau
voltou a ser chupado por ela. Ela me olhava com aqueles olhos felizes,
agradecida por eu a ter iniciado nas delícias do sexo.
Fez
questão de colocar nossos paus na boca, lambendo ora um ora outro.
- Meu bem,
vai deixar o Arnaldo ser o primeiro a comer essa buceta que já está batendo
palmas de aflição?
- Claro...
Ele come, ela me chupa... |
Ele
sentou-se e ela o cavalgou. Eu fiquei em pé no sofá e ela me chupava enquanto
cavalgava.. Cansou de pular, foi minha vez de come-la, de ladinho e ela,
deitada, ainda tinha forças para chupar o pau do Arnaldo de novo.
A segunda
metida dele foi no cuzinho dela. E ficaram já na posição legal para eu meter
também, na xotinha, fazendo a DP que ela sempre curtia quando nos
encontrávamos.
Estávamos
empapados de suor com tanta trepação. O box do banheiro não comportava os três,
então cada um tomou banho sozinho. Ela por último. Quando ela chegou na sala,
ainda estávamos pelados, ela também, a calda do doce de laranja foi despejada
na xotinha e nos seios.
Aquele
encontro merecia uma sobremesa, não acham?
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