segunda-feira, 6 de maio de 2019

Encontro casual na chuva


Bem molhados eles ficaram!

(escrito por Kaplan)

Tem muita gente que gosta de chuva. Eu não. Prefiro os belos dias de sol. Mas... gosto não se discute, não é mesmo?
Eu conhecia uma garota que também não gostava de chuva, mas aconteceu com ela um dia e pela primeira vez ela gostou. Não da chuva, mas do que a chuva provocou de bom para ela.

É que ela estava no centro da cidade e a chuva caiu de repente. Como não havia previsão de chuva para aquele dia, ela não tinha levado sombrinha e se viu, de uma hora pra outra, bem molhada.
Ela se chamava Dalila, loura, bonita, dona de belas pernas que ela valorizava usando saias curtinhas ou shortinhos reveladores. Que atraíam os olhares de todos, principalmente da turma masculina.

Dalila? Prazer, sou o Sansão!
Quando ela sentava, então... era uma loucura o que recebia de olhares, loucos para  saber se ela usava calcinha ou não. Quase sempre ela usava, mas tinha dias que saía sem ela, para deixar os caras bem malucos, especialmente os colegas dela da faculdade.

E foi justamente um colega dela, o Nuno, que ela viu naquele dia, usando um belo guarda-chuva. Era a salvação dela.
Correu até ele, que a abrigou em seu guarda-chuva, feliz da vida, porque ia ter o corpo dela bem junto do seu, o que iria causar inveja quando ele contasse.
Porém, ele viu que ela já estava bem molhada.

- Dalila, eu moro ali na esquina, vamos até lá, você não pode ficar com a roupa molhada assim não, vai pegar uma bela gripe.

Ela aceitou a oferta dele, pensando que deveria ter mais gente no apartamento, mas qual foi sua surpresa ao entrar lá e ver que era uma quitinete (sala, quarto, banheiro e uma pequena cozinha).
Ele ajudou-a a tirar o casaco e viu que a blusa dela também estava encharcada, assim como a saia.

- Olha... não me leve a mal, Dalila, mas tire a roupa toda, te empresto uma camisa para você usar enquanto a secadora de roupa secar a sua. 

Dalila só de lingerie no sofá dele...que maravilha!
Dalila, que já estava começando a gostar daquilo tudo, afinal o Nuno era muito gente boa, tirou a saia. Naquele dia ela estava de calcinha. Tirou a blusa. Estava de sutiã também. O Nuno foi pegar uma camisa, mas ela disse que não precisava. Ele achou ótimo.

Pegou a blusa e a saia e levou para uma secadora que ele tinha no banheiro, ligou-a. Demoraria cerca de uma hora e meia para que tudo ficasse em condição de ser usado. Voltou à sala, onde ela estava, sentada, só de lingerie.
Quando ele sentou-se ao lado dela, ela percebeu que ele também estava com a calça e a camisa molhadas.

- Não vai tirar? Você está com tudo molhado também.
- Não quero te constranger.
- Oh, gracinha... me constrange não, tira, antes que você pegue a gripe que desejou pra mim.

Rindo, ele tirou e ficou ao lado dela, só de cueca.

- Por acaso você tem uma cachacinha ou uma vodka? Dá pra esquentar bem a gente.

Ele tinha cachaça. Então serviu duas doses e eles tomaram. Ela pediu mais uma dose, ele deu.

- Esquentou?
- Uff... claro. Mas sabe de outra coisa que também esquenta bastante?
- Uisque?
- Não... errou feio!
- O que, então?
- Sexo.

Ele olhou bem nos olhos dela e viu que ela o desejava.

- Quer mesmo?
- Gostaria... 

Sansão tinha a força... e que força ele tinha!
Ele então chegou bem perto dela, no sofá, e encostou seu corpo no dela. Beijaram-se, as mãos começaram a percorrer os corpos e logo estavam os dois muito excitados, ele tirando o sutiã e a calcinha dela, ela arrancando a cueca dele.

Ele foi o primeiro a dar-lhe uma chupada na xotinha, fazendo-a arrepiar e gemer. E ela também chupou o pau dele. E depois ele a comeu deitada no sofá, meteu bastante, ela gemeu mais ainda. Colocou-a de quatro e a comeu assim também.
E ela quis cavalgá-lo, gozou e depois fez algo que o deixou encantado e impressionado.

Colocou um pouco de cachaça num copo, chupou o pau dele de novo até ele gozar... dentro do copo. E aí bebeu. E lambeu os lábios...

- Que delícia! Nunca tinha feito isso, mas gostei...

Ficaram deitados, ela em cima dele, acariciando-o, conversando, até que se passasse a hora e meia necessária para que a secadora fizesse o que tinha de fazer.
Então ela se vestiu. E ia saindo, depois de dar um gostoso beijo nele, que perguntou:

- Dalila, você é a garota que toda a faculdade deseja. E fui eu o contemplado com essa bela transa. Por que eu?

Ela riu.

- Simples, meu anjo. Você tinha um guarda-chuva!


sexta-feira, 3 de maio de 2019

Semana temática SWING - 10

Terminamos aqui mais uma semana temática. Espero que todos(as) tenham curtido bastante, apesar de ninguém ter se manifestado... Eita que nossos leitores não gostam de escrever!!! Que coisa!


Orgia dos 4 casais na piscina do hotel

(escrito por Kaplan)

Tem gente que faz cada loucura!
Imaginem o que é quatro casais num hotel, desses pequenos, melhor dizendo, uma pousada. Só eles, mais ninguém.

Logo ficaram amigos, iam à praia juntos, depois da praia ficavam na piscina. Não demorou dois dias para ficarem íntimos, compartilharem aventuras e bolaram o plano de, naquela noite, nadarem nus na piscina. 

Para não dar problema, conversaram antes com a dona do hotel que riu e falou que eles não seriam os primeiros a fazer isso. Volta e meia tinha gente nadando pelado à noite.

Liberados, aguardaram a noite chegar  e foram todos eles para a piscina. Antes de ficarem nus, tomaram boas doses de uísque, para animar.

E aí foram tirando as roupas e sendo admirados, até que as quatro mulheres e os quatro homens estivessem totalmente nus. 

Só as estrelas por testemunha...

Então entraram na piscina, começaram a brincar e alguém perguntou se todos já tinham feito ménages ou swings. Só dois casais é que tinham praticado. E eles perguntaram aos outros dois se topariam e eles toparam. Então deixaram que as mulheres escolhessem os parceiros, e logo estavam as quatro com quatro picas novas em suas mãos.

E com os uísques tomados, perderam logo a vergonha e começaram. Uma estava chupando o pau, outra já dava de cachorrinho, a terceira cavalgava e a quarta chupava também. 


Muito gostoso trepar no escuro...
Pica nova, xotinha idem...


Na piscina pouco iluminada (até isso a dona providenciou...e sem que eles soubessem ela ficou assistindo) revezavam-se as posições. E tudo que se puder imaginar rolou naquela noite.

Em dado momento, resolveram fazer outra troca e os maridos é que escolheram com quem iriam ficar. 

Ela, feliz por ter dado para 4!!!
Ele feliz porque comeu 4!!!

E tome cavalgada, tome boquete, tome cachorrinho... os gozos foram acontecendo, com o devido cuidado para não gozarem dentro da piscina.



E combinaram, ao final, voltarem à farra no dia seguinte, para que novas trocas fossem realizadas, e, assim, todas as mulheres teriam dado para todos os homens. Proposta aprovada, com louvor!

Semana temática SWING - 9


Dois casais na beira do rio
Escrito por Kaplan

Meg e eu também curtíamos swing. Fizemos muitos, com vários casais amigos. Um deles, Eliseu e Marília, nos proporcionaram um swing muito bacana, porque ao ar livre. Eles tinham, melhor, o pai dele tinha uma fazenda e nela corria um riacho. Em suas margens se podia ficar nu sem problema, porque não havia como alguém ver.

Eles nos convidaram para ir lá uma vez, aceitamos e fomos. Eles não tinham nos contado sobre esse lance de nadar nus. Nós imaginávamos que iria ter troca de casais, mas não sabíamos como, visto que os pais dele estavam lá na fazenda.

Então, no segundo dia em que estávamos lá, ele nos falou do riacho e nos convidou para irmos, o que aceitamos de imediato, porque vislumbramos que lá poderíamos fazer o que fazíamos sempre, ou seja, swing. 

Gostaram da surpresa? Swing na natureza!
Meg foi meio aborrecida, porque não levara biquíni, já que nem sabíamos da existência do tal riacho. Mas seu semblante desanuviou quando chegamos, olhamos pra todos os lados e vimos que ninguém estava por perto. E quando ela ia comentar algo, viu Eliseu e Marília tirando as roupas, rindo e se mostrando pra nós. Entendemos na hora, tiramos tudo e ficamos os quatro peladões lá.

Meg correu ao encontro do Eliseu e Marília ficou rindo pra mim, me esperando. Fui até ela, nos beijamos e ficamos na margem, observando Meg e Eliseu dentro da água. Ela não cabia em si de alegria, contagiando a todos nós.

Senti a mão da Marília pegando em meu pau e mexendo nele até ver que ele ficava totalmente ereto. Nem preciso dizer que Meg já estava chupando o pau do Eliseu desde os primeiros momentos.

Optei por estender duas toalhas no chão, me deitei e Marília ajoelhou-se entre minhas pernas pra me fazer um boquete também. Logo sentimos a presença dos dois, ela deitou e ele ficou chupando sua xotinha. 

Ele chupando ela, ela me chupando...
Como era boa aquela situação! Barulho da água correndo, pássaros cantando, galhos das árvores balançando devido a uma brisa e nós quatro nos amando. Nada de melhor podia acontecer!

Não tínhamos pressa de nada. Chupadas dadas, paramos, conversamos, bebemos. E recomeçamos os carinhos preliminares, até que a Meg, não se aguentando mais, começou a cavalgar o Eliseu. E como a Marília gostava muito de um papai e mamãe, foi assim que a comi.

Agora, além dos sons que a natureza proporcionava, ouvíamos também os gemidos das duas. E o tesão só aumentava.

Também fui cavalgado pela Marília. Enquanto isso, Meg e Eliseu voltavam para a água e nadavam, se pegando de todos os jeitos possíveis. Ela ria, sua gargalhada ecoava.

- Meg está muito feliz hoje, hein? Já fizemos várias trocas e nunca a vi tão feliz assim!
- Ela nasceu no interior, cresceu na natureza, sente-se em casa.
- Lindo isso.
- Também acho.

Ela saiu de cima de mim e ficamos tomando cerveja e vendo os dois trepando dentro do riacho. 

Ela adorou tudo naquele dia!
Em pé, beijando, ela segurava no pau dele e o colocava em sua xotinha. Aí pulou, enganchou suas pernas na cintura dele e se movimentava toda, ele quase caindo, mas se divertiram muito daquele jeito.
Voltaram para perto de nós, ela me deu um beijo.

- Que delícia de lugar! Quero morar aqui!
- Com certeza, vamos largar tudo na cidade e vamos morar aqui.

Todos riam. Ficamos por um tempo com nossas esposas, bebendo cerveja e comendo sanduiches.
Tinhamos chegado cedo e ficamos até as 17 horas lá, trepando bastante. Sempre com os parceiros trocados.

E voltamos mais dois dias lá, fizemos swing o tempo todo. Muito bom!



quinta-feira, 2 de maio de 2019

Semana temática SWING - 8


Swing na república

(escrito por Kaplan)  

- Sabe que eu gostaria de experimentar uma pica diferente?
- Uau... já que você falou, eu também penso que seria interessante.
- Mas a questão é quem. O Salomão provavelmente iria ficar muito puto se soubesse disso. Acha que o Vicente aceitaria?
- Duvido. Mas vamos pensar no assunto! 

Eles tem muitas xotas, nós poucas picas... injusto isso!

O diálogo acima foi travado entre Graziela, namorada do Salomão, e Anna, namorada do Vicente. Todos estudavam na universidade em que eu também estudava, por isso fiquei sabendo dos desejos delas e do resultado dessa conversa.

Elas começaram perguntando aos dois, sem um saber do outro, é claro, se eles já tinham experimentado muitas xotinhas na faculdade. Eles foram bem sinceros, disseram que antes de começarem a namorar com elas haviam transado muito. Daí elas começaram a reclamar da injustiça da vida. Eles com tantas, elas com pouquíssimos.

Um dia os quatro estavam reunidos num boteco, conversando animadamente e depois de um tanto de copos devidamente bebidos, o assunto veio à tona.
E elas conseguiram convencer os dois que poderiam fazer um swing.

- Pensem bem: todos somos amigos. Não estamos querendo liberdade para transar com qualquer um, queremos compartilhar nossa amizade também na cama.

E tanto falaram que eles concordaram.
Então...
Aproveitaram um feriado em que todo mundo tinha saído para as cachoeiras e as duas e o Vicente foram para a república em que o Salomão morava. Ele os recebeu só com uma toalha amarrada na cintura, o que significava algo!

E ele, que tinha sido o mais afoito em aceitar a troca, já foi pegando a Anna e colocando-a no colo. Ela ria, meio sem graça com tanta espontaneidade, mas viu que o Vicente tinha feito a mesma coisa com a Graziela, que parecia estar bem à vontade. Então Anna relaxou e deixou rolar.

Vendo que a toalha do Salomão dava sinais de crescer em certo local, ela ficou interessada e mandou a mão lá, entrando e pegando no pau dele. Com o rabo do olho, ela viu que os outros dois começavam a se despir.

Não havia o que pensar mais. A sorte estava lançada. O desejo das duas ia se concretizar. Iriam conhecer picas novas. E com os namorados ao lado, o que garantia que não haveria brigas. 

Primeiro chupamos um, depois o outro...

E as duas resolveram brincar bastante. Pra começar, em vez de ficar cada uma com um, as duas foram chupar o pau do Salomão, deixando o Vicente reclamando.
Ele só parou de reclamar quando as duas largaram o Salomão e foram chupar-lhe o pau também.

E depois dos boquetes, as duas ficaram de pernas abertas, uma ao lado da outra, aguardando que suas xotinhas fossem contempladas com belas chupadas. O que aconteceu, eles estavam loucos para experimentar as namoradas trocadas de todas as formas possíveis.

E aí a Anna sentou no Salomão e começou a cavalgar, já o Vicente preferiu comer a Graziela de ladinho, porque ambos poderiam ver o que os outros dois faziam.

Quando a Graziela optou por cavalgar também, a Anna ficou de quatro para ser comida pelo Salomão. 

Uma experiência nova, que agradou bastante. Podiam repetir!

Ao final da troca, todos satisfeitos, conversaram e chegaram à conclusão de que o sexo poderia rolar com outras pessoas também, o importante era que eles se amavam e continuariam namorados.

Foi por isso que vim a saber da novidade. A Graziela, liberada, veio ao meu quarto e transamos bem gostoso, e aí ela me contou o que tinha rolado entre os quatro.


Semana temática SWING - 7


Encontraram no café e dali foram pra casa

(escrito por Kaplan)

E sempre tem aqueles casais que já fizeram e quando se encontram resolvem fazer de novo. Trem bão, né?

Foi o que aconteceu com Jasiel e Maria Helena.
Estavam calmamente tomando um café, num daqueles fantásticos cafés de Paris, quando viram chegando um casal com quem já tinham feito grandes aventuras: Hans e Gilmara.

Não era possível pensar algo do tipo. Encontrar em Paris? Depois de tanto tempo sem se verem no Brasil?  

Encontro em Paris? Ia dar caldo...

Claro que os dois que chegaram, sentaram-se à mesa com eles e ficaram tomando café e conversando animadamente. E Hans e sua esposa descobriram a razão de não terem visto mais o Jasiel e a Maria Helena: eles estavam morando em Paris. Não em definitivo, ambos estavam fazendo doutorado na Sorbonne e iriam ficar por um ano lá. Na verdade, menos, pois já estavam na França havia três meses.

Dali a pouco a Gilmara pediu licença pra ir ao toalete. E antes que ela regressasse, o Jasiel também se levantou para ir.
Maria Helena e Hans ficaram se olhando, dir-se-ia que quase apaixonadamente. Ela pegou nas mãos dele e comentou da saudade que sentiam do Brasil e dos amigos, especialmente dele e da Gilmara.

E ele não perdeu tempo em sugerir que poderiam reviver um daqueles encontros. Ao que ela entusiasmou e disse que com certeza o Jasiel toparia.
E quando os dois chegaram do toalete, nem foi preciso falar nada, porque já vieram de mãos dadas, o que significava que entre eles também já se falara do assunto.

Dali, portanto, foram para o apartamento alugado por eles. 

Dando pro amigo num banheiro de Paris! Delícia!

Jasiel carregou a Gilmara para o banheiro e lá eles se despiram e ela fez um boquete nele, depois ele a comeu em pé, ela debruçada sobre a pia e ele metendo por trás.

Enquanto isso, na sala, o Hans já estava sentado com a Maria Helena, beijando-a furiosamente, e foi logo enfiando a mão por baixo da minissaia que ela usava, chegou na calcinha, seus dedos acariciaram e se enfiaram na xotinha, ele mamava e ela já gemia, deslumbrada.
Ela também quis fazer um boquete nele e depois de concluído, sentou-se no pau dele e ficou cavalgando.

Foi aí que os dois saíram do banheiro e foram para a sala. Quando viram a Maia Helena cavalgando o Hans, resolveram fazer a mesma coisa, ele sentou-se e Gilmara sentou nele e ficou cavalgando, como a amiga fazia.

Depois o Hans começou a comer a Maria Helena na base do dog style e a Gilmara recostou-se, de costas, para o Jasiel comê-la pela frente. 

Elas gostavam de DP e não podia deixar de rolar...

E Maria Helena ainda fez questão de algo que apreciava muito quando eles se encontravam: uma DP. Eles jamais negariam esse prazer a ela e a eles também, claro.
O marido deitou-se, ela sentou no pau dele e o Hans enfiou no cuzinho. E bombaram bastante, ela gemeu e gozou. Eles gozaram dentro dela.

Gilmara só tinha ficado assistindo, mas eles sabiam que ela iria querer também. Era só dar um tempo, tomarem um banho, voltarem para a sala e ela também levou vara na xotinha e no cuzinho.

Pena que Hans e Gilmara estavam só de passagem...


quarta-feira, 1 de maio de 2019

Semana temática SWING 6


Ficaram sabendo dos vizinhos...
 (escrito por Kaplan) 

Ezequiel e Gizela haviam se mudado do Rio para Goiânia, devido ao trabalho dele. Acostumados a muitas aventuras, logo sentiram falta dos amigos e amigas cariocas. Foi difícil para o casal encontrar pessoas interessantes que pudessem partilhar momentos agradáveis, entenda-se, irem para a cama juntos. Ou para o sofá. Ou para moteis. O local não era o mais importante...

No prédio onde moravam, havia quatro apartamentos por andar. Os moradores dos três vizinhos sequer davam bom dia. Conhecer os demais moradores levou um certo tempo. Até que deram a sorte de ficar conhecendo um casal que morava seis andares abaixo deles.

Óbvio que foi Gizela que conheceu Poliana primeiro. As coisas do dia a dia de donas de casa.
Ela descia no elevador, que parou num andar antes de chegar ao térreo. E nele estava a Poliana, bonita e educada. 

Até que enfim uma me cumprimenta...
- Bom dia! Você deve ser a nova moradora do prédio, meu nome é Poliana, moro aqui no terceiro andar com meu marido, Basílio.
- Puxa! Que sorte a minha ter encontrado você!
- Sorte? Por que?
- Menina, já tem alguns meses que mudamos pra cá e até agora só conhecemos vizinhos que nem bom dia dão! Estamos pensando até em mudar daqui, nunca vimos nada igual. Mas, pelo visto, existem pessoas educadas e interessantes. Fiquei feliz em te conhecer. Vamos até convidar você e seu marido para tomarem um vinho conosco qualquer dia desses.
- Olha, que bom! Já te falo que aceitaremos o convite, é só marcar!

- E deixa eu abusar um pouco, estou frequentando aquele salão ali da esquina, mas não estou gostando. Onde você faz unhas e cabelo?
- Ah... sei do que você está falando. Lá não é legal não. Meu salão é um pouco longe daqui, mas podemos combinar de irmos juntas, eu sempre vou às quintas-feiras, à tarde. Dá pra você?
- Claro, dá sim. Te agradeço muito!
- Beleza, vou ligar pra lá e agendar pra você no mesmo horário em que vou.
- Poliana... acho que seremos grandes amigas!

Ela riu e despediram-se. De noite, Gizela contou ao marido o que tinha rolado e como ele também estava doido para conhecer pessoas legais, já falou com ela para convidá-los para o sábado seguinte.

Foi assim que eles se conheceram. E passaram a se frequentar.
E, como sempre, coube às mulheres desvendar os lances da vida sexual, o que acontecia nas tardes de quinta-feira, quando iam ao salão e quando retornavam. Aí sempre paravam num dos apartamentos e continuavam papos cada vez mais “interessantes”. 

Nós também adoramos swing!
Foi dessa maneira que o casal Ezequiel e Gizela, que faziam ménages e swings no Rio, descobriram que Poliana e Basílio eram praticantes.

Aí os papos entre eles ficaram mais explícitos e daí para começarem não demorou muito. E foi no apartamento do Ezequiel e Gisela que rolou pela primeira vez.
Já sabendo o que queriam, e não sendo neófitos, mal chegaram viram que os cariocas já estavam prontos: os dois nus, sorridentes, aguardando os vizinhos. Que, rapidamente, se desvencilharam de suas roupas e Ezequiel já foi abraçando e beijando a Poliana, o mesmo fazendo Basílio com a Gizela.

Nem se preocuparam em sair da sala. Foi no sofá mesmo que tudo aconteceu, em grande parte pela surpresa de se encontrarem os dois casais praticantes do swing.

Aconteceu de tudo, como é normal acontecer em encontros assim. Boquetes, chupadas nas xotinhas, cavalgadas, cachorrinho, terminando com as duas dando os rabinhos para os novos parceiros.

Isso já foi um sinal do que poderia acontecer no encontro seguinte, que foi no apartamento da Poliana e do Basílio. Sim, amigos e amigas, nesse segundo encontro, aconteceram duas DPs. 


E foi nas duas!!!
Adorável! até DP teve!

Poliana foi a primeira a ter sua xotinha usada pelo marido e seu cuzinho penetrado pelo Ezequiel. Lógico que na vez de Gizela, foi o Basílio quem comeu seu cu, enquanto o Ezequiel cuidava da penetração na xotinha da esposa.

Depois dessas duas, como Basílio e Poliana conheciam outros casais que eram dados ao swing, Gizela e Ezequiel foram apresentados e passaram a fazer parte do seleto grupo de swingueiros de Goiânia. Mataram a saudade dos bons tempos no Rio...

Semana temática SWING 5


Descobriram os amigos na internet

(escrito por Kaplan)

Sempre que escrevo algum conto relacionado à Internet fico pensando como é maravilhosa essa tecnologia. Nos meus tempos de juventude não existia nada parecido. E desde o final do século passado que a humanidade pode dispor dessa maravilha que permite que pessoas se conheçam, façam amizade. Permite que se possa viajar para locais onde o nosso dinheiro jamais permitiria que estivéssemos... é tudo muito bacana!

Claro que existem os riscos, todos sabemos.
Por isso mesmo, travar relacionamentos a partir da internet exige cuidados redobrados. E se as pessoas estão à procura de sexo, mais cuidados ainda!
Por isso, quando o casal Zenóbio e Graciela resolveram apimentar sua relação, procuraram em sites conhecidos pessoas com o mesmo objetivo deles. 

Vamos achar alguém interessante...
E tudo rolou como devia rolar. Primeiro as conversas, depois a exposição com todos vestidos e em seguida com todos nus, houve o agrado mútuo, combinaram de se encontrar para tomar umas e outras e se conhecerem melhor, assim fizeram, tomaram bons drinques, a conversa fluiu com naturalidade, viram que podiam confiar uns nos outros e então veio o convite para que Vasco e Mireille fossem até o apartamento deles. Convite aceito, marcaram a data e ficaram aguardando, os quatro bem ansiosos.

E no dia, melhor, na noite escolhida, lá estavam Vasco e Mireille chegando ao apartamento, sentaram-se no amplo sofá, mas cada esposa ao lado do respectivo marido. No entanto, Graciela estava muito a fim e logo foi sentar-se ao lado do Vasco, o que levou Mireille a aproximar seu corpo no do Zenóbio. Os primeiros abraços e beijos aconteceram, ainda meio tímidos e mais tímidos ficaram quando a empregada apareceu na sala, levando uma bandeja com salgados. Ela viu os casais trocados, arregalou os olhos.

Coitada da empregada... não entendeu nada!
Graciela esquecera de que tinha pedido para a empregada ficar um pouco mais e preparar as comidas que seriam oferecidas.
Levantou-se, foi até a empregada e levou-a à cozinha.

- Olha, não pense nada errado, apenas o que você viu foram demonstrações de carinho, são amigos muito antigos que temos, viu? Mas você já pode ir, obrigada por ter ficado, depois te darei um extra.

Ela voltou à sala e falou para esperarem que a moça já iria embora.
E quando ouviram a porta da área sendo aberta, o barulho da chave e os passos no hall, tranquilizaram-se e voltaram ao que estavam fazendo.
Os belos e fartos seios da Graciela já tinham encantado o Vasco, que tratou de abaixar a blusa dela e pegar neles, mamando desesperado.
A Mireille, por sua vez, já tinha tirado a saia, aberto a calça do Zenóbio e, ajoelhada, chupava o pau dele, que era um pouco maior do que o do marido. 

Sem a empregada... rolou de tudo!

Não demorou muito para que todos estivessem nus, o Zenóbio chupando a xotinha da Mireille e a Graciela fazendo um belo boquete no Vasco.
Devidamente chupada e molhada, Mireille recebeu o pau do Zenóbio, deitada, com as pernas bem abertas e ele metendo quase num papai e mamãe. E eles podiam ver que Graciela e Vasco também já estavam transando, de ladinho e logo depois ela ficava de quatro e ele bombava alucinado.

Não demorou muito para Graciela começar a cavalgar o Vasco e o Zenóbio meter na Mireille que também ficou de quatro para receber as estocadas dele.

Mireille foi a primeira a demonstrar seu gozo. Alguns minutos depois foi a vez de Graciela. E como nenhum dos dois tinha gozado, elas resolveram chupar o pau dos respectivos maridos até que eles gozassem e elas engolissem tudo.

Tinha sido a primeira vez deles, mas não foi a única. Continuaram por muitos meses a se encontrar, viajaram juntos e sempre faziam a troca de cônjuges. Aquilo era muito bom!