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sábado, 25 de abril de 2020

Ela não conseguiu resistir aos encantos do amigo do filho


Mas ela queria não resistir...

(escrito por Kaplan)  

Mais uma edificante história de uma mãe que conhece um amigo do filho e se encanta com ele, a ponto de perder o juízo...
E Margarida ainda teve muita sorte. No dia em que o Heitor, o amigo do filho, esteve lá à noite, caiu uma tempestade daquelas de alagar tudo em volta. 

Com uma chuva dessas, melhor ficar em casa..

Preocupada com o rapaz saindo debaixo daquele temporal, ela sugeriu que esperasse mais um pouco, a ver se a chuva parava.
Enquanto isso, os três ficaram conversando e tomando vinho, e três garrafas foram esvaziadas, ficando todos um tanto ou quanto alegres e meio altos.
Como a chuva não passava, ela determinou que o Heitor dormisse ali, com o que o filho concordou. Mesmo bêbado, ele conseguia raciocinar e viu que não daria para sair mesmo. Era arriscado.

Então ajeitaram o sofá para ele e mãe e filho foram para seus respectivos quartos. Como ele não levara pijama, dormiu só de cueca.
E a Margarida procurou, mesmo tropeçando nas próprias pernas, a camisola mais sensual que tinha, uma que deixava os belos seios quase à vista dos curiosos. Mas caiu na cama e dormiu.
Quando acordou, foi até a cozinha. Passou pela sala e viu o Heitor dormindo ainda. Passou a língua nos lábios. Que vontade de dar uns beijinhos nele... e fazer outras coisas também! Mas com o filho dentro da casa, impossível!
E eis que ela chega à cozinha e vê um bilhete do filho. 

O filho saiu... e ela assim.... não podia dar outra coisa!

“Mãe, bom dia! Não te acordei, porque vi você ressonando quando me levantei. Tenho um trabalho de grupo para fazer na casa de uma colega. O Heitor continua dormindo. Dê um café pra ele, tá? O tanto que ele bebeu ontem... deve estar precisando de um café bem forte!”

Ela leu e riu. Não era possível! Ela e o Heitor a sós dentro da casa? Ele de cueca e ela de camisola sensual? Devia estar sonhando.
Mas não estava, pois o Heitor acordara, se vestira e fora à cozinha, pois ouvira barulho de panela.
E ele a viu, com aquela camisola maravilhosa. Ops... com os seios maravilhosos quase saindo da camisola e se oferecendo a ele!
Leu o bilhete. Gostou do que leu.

- Quer dizer que estamos só nós dois em casa?
- É, e pelo visto ele vai demorar...
- Podemos então conversar livremente sobre aqueles olhares que você me endereçou ontem à noite?
- Eu? Você sonhou isso, não foi?
- Sonhei não, Margarida. Eu bebi muito, como você também bebeu. E os olhares que me deu eram muito claros. Você me queria. E eu te digo que eu também te quero. Vamos aproveitar que estamos sozinhos?

Falou e foi abaixando a camisola dela e pegando nos seios. Ela tentou se desvencilhar, mas era aquele charminho feminino. Estava louca de vontade e estava gostando da iniciativa dele.

- Garoto, para com isso... tenho idade de ser sua mãe!
- Pois se fosse, eu seria o filho mais incestuoso do mundo! 

Quando ele colocou a mão lá... não havia como resistir!

Não era apenas os seios de fora, ele era ousado e levantou a camisola, enfiou a mão dentro da calcinha dela e afagou seus mais recônditos segredos. Ela pirou!
E ele a colocou sentada na mesa e deu-lhe aquela chupada que a fez arrepiar da cabeça aos pés. Não que estivesse sem sexo desde que o marido a abandonou, tinha sim, mas aquele ali... estava divino!

- Se você queria tanto, por que se vestiu? Tira logo essa roupa!

Ele tirou e ela viu o belo pau que foi engolido pela boca ávida dela. Chupou como há muito não chupava um cacete daqueles.

- Você é a mãe mais gostosa entre todas as mães de meus colegas. Quero muito te dar prazer!

Inclinou-a sobre a mesa e enfiou a pica na xotinha e começou a bombar com tanta energia que a mesa até saiu do lugar. Ela estava vibrando e abençoando a chuva da noite anterior. Que chuva mais providencial tinha sido aquela!
E ele socava, não parava um minuto sequer, e curvado sobre ela, beijava-lhe a nuca, arrepiando-a cada vez mais.

- Esta mesa nos aguenta?
- Aguenta sim...
- Safada... já usou-a, hein?
- Fica calado e deita. 

Foi o melhor amigo que o filho arranjou!

Ele deitou, ela subiu na mesa e sentou no pau dele. Cavalgar era com ela mesma!
Depois de cavalgar e estar quase gozando, ela levantou, sentou na mesa com a xotinha bem na beirada e ele meteu nela. Em pé, de frente. Sacudindo-a todinha.

- Isso, garoto, mostra do que você é capaz... mete com vontade, estou pronta pra gozar!
Pois ele a tirou da mesa, sem tirar o pau de dentro, e foi carregando-a para a sala. Colocou-a de quatro no sofá e aí não teve mais jeito, ela gozou lindamente.

- Uau... que beleza... mas preciso tomar leite para me fortalecer... pode me arrumar um pouco?

Ele deu uma risada, e enfiou o pau na boca da Margarida que o chupou até ele encher sua boca com o leite vitaminado que podia oferecer!

- Você já sabe que eu não fico sem homem. Mas você me surpreendeu, você é muito bom. Como vai ser difícil aqui em casa, eu vou te levar para motéis, pode ser? Sem meu filho saber, tá bom? Se não ele vai brigar com você e comigo. E aí não poderemos mais nos encontrar.

Quem não concordaria com uma proposta tão boa?


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

As férias loucas - 7


Sétimo dia – domingo, dia 19 –

Margareth não teve sossego, mal acordou e sentou à mesa para tomar o café, o violeiro apareceu, chamando-a para se divertirem. Ela suspirou, levantou-se e foi com ele.  Ela não gozou, me confessou em outra hora que dificilmente gozava com ele, mas ele sim, despejou tudo na barriga dela que teve de ir tomar outro banho, enquanto ele saía à procura de outra vítima. E foi a Lourdinha.

Ela disse a ele para esperá-la na cama e em seguida foi pra lá. Já encontrou o cara com a barraca toda armada. Que potência!
E ela também gostava de chupar o pau dele, aliás, era a que conseguia engolir o maior pedaço, porque inteiro ninguém jamais tinha conseguido.

Ela sabia que o jeito que ele mais gostava era o dog style. Então, sem mais conversa, ficou de quatro na cama, bem na beirada e ele, em pé, mandou ver.
Enfiou tudo e bombou bastante. Depois, ela ficou de costas e ele meteu mais.
Finalmente, ela o cavalgou e depois chupou para beber o leite dele.

Cecilia sabia que o violeiro não era de fazer muitas preliminares. Então, como já tinha conhecido a pica do rapaz, ela procurou a Denise para darem uns amassos e deixá-la bem molhadinha, de modo a facilitar a penetração da picona.


Deixou-a molhadinha... precisava!
E Denise colaborou eficientemente. O que ela mais fez foi chupar a xotinha da Cecília, deixá-la bem molhada, enfiar três dedos, sim, três dedos para abrir bem e ela não sentir muita dor quando o violeiro começasse a meter.
Evidente que Cecilia não ficou passivamente recebendo a ajuda da Denise, também participou ativamente, pois gostava demais de transar com ela.
Enquanto Cecilia e Denise se divertiam, eu fui agarrado pelo Orlando e pelo Giovani. Um  homem fazendo ménage com dois homens. Sai de baixo!

Ele nos levou para o meio do mato, no caminho que levava ao lago. Parece que não queria que ninguém nos visse, o que não deixava de ser estranho, pois ali todo mundo via de tudo!
Comemos uns aos outros e voltamos e eu pensando, se a Meg tivesse presenciado isso...
E aí vimos o violeiro caindo matando a Cecília.  

E ela gostou disso... louca!
Quando passamos pela sala, vimos ela ajoelhada segurando a trolha do violeiro, que a cada dia parecia estar maior do que no dia anterior... Corajosa, ela começou o boquete nele. Daquele jeito possível!
E ele foi logo jogando-a no sofá e enfiando. Deu pra ver a careta que ela fez, mas por incrível que pareça, já estava tudo dentro dela. E ele socando e ela gemendo.


Procurei Paulinha. Não estava na casa, e foi a Lourdinha que falou ter visto ela indo com o Murilo na direção do lago.

- Tomamos um pouco de chuva sim, mas foi breve. Quando chegamos lá ainda estava o tempo seco e fomos deitando na beirada do lago e o Murilo começou a me fazer uns agrados bem gostosos, me beijando e passando a mão no meu corpitcho todo, dos pés ao pescoço. Muito legal o que ele faz.
E ai transamos bonito. Depois de uma bela lambida nos seios, na barriga e aquela chupada na xotinha... uau... que chupada... ele deitou em cima de mim e transamos de papai e mamãe, acredita? 

Fui tomar um banho e ai duas chegaram...
- Sofreu muito com os dois? – perguntou a Lourdinha, rindo e sendo acompanhada pela Margareth no sorriso.
- Já assumi plenamente meu papel nesta casa, to encarando qualquer pica que apareça, menos a do violeiro!

Gargalhando, elas me tiraram do banho, me enxugaram e me levaram para o quarto.
- Vamos te dar dois cuzinhos mais gostosos, quer?  

Gostei da compensação...
Nem precisavam perguntar. Fiz as duas ficarem de joelhos uma ao lado da outra, na cama, peguei um tubo de KY (em todos os quartos havia um, assim como camisinhas... gente prevenida!), passei no cuzinho delas e fui metendo. Comecei pela Lourdinha, passei para a Margareth, voltei para a Lourdinha, retornei ao cuzinho da Margareth... e aí gozei, enchendo a camisinha que elas tiraram e levaram embora. Que mulheres fantásticas aquelas duas!

Com todo mundo satisfeito, fomos almoçar. 

Quando eram mais ou menos umas 15 horas, acordei com o sol brilhando. Denise não estava na cama, fui procurá-la e vi que ela estava tomando sol e o Orlando chegou perto dela e falou alguma coisa. Ela então levantou e foi com ele para o quarto, me dando uma piscada de olhos.
O que ela me contou depois:

Esse Orlando não é fácil. Mas é uma boa pedida ir pra cama com ele, sem dúvida. Eu queria tomar um pouco de sol para me bronzear, mas ele chegou lá e foi se insinuando... e acabei indo com ele.
Aí fomos pra cama, ele começou a pegar nos meus biquinhos, a puxá-los, depois os beijou e eu fui pegando no pau dele, e ele colocou a mão na minha xotinha e ficamos nos masturbando, mas eu já estava doida pra ele enfiar em mim, falei com ele, que então me deitou e me deu aquela chupada, que você já tinha elogiado e eu já tinha conferido que era especial!
Depois de bem chupada, retribui, fazendo um belo boquete nele. E aí partimos para aquela cavalgada gostosa, de quase 15 minutos eu pulando e ele me pegando de tudo quanto é jeito.
Tornei a chupar, fiquei de quatro e tomei vara e depois foi de frango assado e ele gozando em minha barriga. Mostrei a ele que eu gostava do “leitinho”, passei os dedos nele e levei à boca. Ainda tem o gosto... quer experimentar?

Declinei da oferta.
Fiquei rodeando, vendo o que rolava e vi o Gustavo se dirigindo ao chuveiro. Como eu já ouvia o barulho da água caindo, suspeitei de que já devia ter alguém lá à espera. Curioso como sou, fui verificar. Era a Margareth que se banhava e o Gustavo foi chegando e participando.
Deu pra ouvir ela reclamar da demora dele. Ele se desculpou, pegou a bucha e foi dar banho nela, massageando as partes mais interessantes. 

Trepar no banho é bom demais!
- Vamos pro quarto? Perguntou ela, ele concordou, foi correndo na frente e deitou-se na cama, com o pau apontando para o teto.
Ela chegou em seguida e foi mergulhando o corpo entre as pernas dele, chupando aquela maravilha de pau, o mais jovem pau daquele grupo.

E deu no dog style, chupou de novo, ele meteu de frente, ela tornou a chupar e finalmente o cavalgou, quando gozou. E ele gozou despejando nos seios e na barriguinha dela. Parecia que todos tinham combinado de gozar nos corpos...

Voltei para a sala e vi a Paulinha e o Gustavo correndo  em direção aos quartos. Achei que ele iria dar um pega nela, mas isso era apenas uma parte da verdade. Os dois correram em direção ao quarto em que a Cecilia estava dormindo. Queriam pegar a dorminhoca!

Não foi muito fácil acordá-la, mas finalmente conseguiram e ao ver os dois, ela sorriu, adivinhando o que iria rolar.
Depois de chupado, ele deitou-se e foi chupar a xotinha da Cecília. Que acordou completamente!
Mas Paulinha também queria, deitou-se ao lado da prima e ele teve de revezar as chupadas. Cada hora uma e a outra olhando e se masturbando. Assim como na hora de trepar, ele teve de contentar as duas.

Jeito gostoso de comer duas!
Primeiro, metendo nelas deitadas de costas, depois elas ficaram de quatro e ele colocou a Paulinha em cima da Cecília. As duas bundas, uma em cima da outra e ele metendo numa, depois na outra, voltava para a primeira, tornava a ir para a segunda... estava fazendo uma bela farra.
Satisfeitas, as duas o expulsaram do quarto e ficaram conversando sobre a maravilha de estarem ali.

Foram interrompidas pela Denise que vinha chamar as duas para irem à sauna.

- Sessão de sauna do clube da luluzinha, homem não entra.
- Estão tramando alguma coisa?
- Só quem estiver lá é que vai saber, vamos?
As duas levantaram correndo e foram para a sauna.  

Como é que pode!!! Clube da luluzinha na sauna!

Na verdade, alguns dias depois a Denise acabou me contando que não tramaram nada não, só queriam ficar as cinco curtindo uma sauna e pensando no que iria acontecer à noite, quando a Cecília ia explicar a nova brincadeira sexual.

E depois do lanche tradicional, lá pelas 20 horas nos reunimos na sala e Cecilia nos mostrou quatro caixas de tamanhos diferentes. As duas maiores estavam marcadas com um H e um M, donde se concluía que se referiam a Homens e Mulheres. E ao explicar, ela confirmou.

- É o seguinte, pessoal: Os nomes dos homens foram colocados na caixa H, os nomes das mulheres na caixa M e nas caixas onde já estão os papeis dobrados, estão as atividades que deverão ser executadas pelas pessoas que forem sorteadas.
- E para começar a brincadeira, devemos vestir alguma coisa. Não podemos ficar nus, vamos ficar na medida em que a brincadeira for evoluindo.

Obedientes, fomos aos quartos e colocamos poucas coisas. Camiseta e calções ou bermudas para os homens, shortinhos e biquínis e camisetas para as mulheres.

Denise ganhou então caberia a ela começar. 

- Já que o tempo está legal, vamos para perto da piscina, ok?  Ah, lembrando, os nomes das pessoas que forem sendo sorteadas voltam para a caixa respectiva.
 Denise tirou o primeiro nome de mulher.  Foi Margareth, esposa do Orlando. Temerosa, sem saber o que a aguardava, ela enfiou a mão na caixa e tirou o papel. Leu, alto, para todos ouvirem: 

Se ainda estiver com roupas, tire duas peças, mas se já estiver nua, dispa completamente a garota que estiver à sua esquerda.

Como ela tinha sido a primeira, estava toda vestida, então tirou a camiseta e o sutiã. E o Orlando seria o próximo a tirar o papel. Abriu um sorriso enorme, já ficamos imaginando que ele iria dar ou comer o cu de alguém, mas não. O papel dizia outra coisa.  

Sorteie uma mulher. Se ela estiver vestida, dispa-a totalmente e mame nos seios dela por 5 minutos.

Ele enfiou a mão e tirou o nome da Cecilia. Que foi totalmente despida e mamada. Gostou! E aí foi tirar o papel. Quase dobrou o corpo de tanto rir.
- Deixa eu sortear o sortudo... e pensar que fui eu quem escreveu isso!

Faça um 69 com o homem que sortear.

O melhor de tudo foi que ela tirou meu nome! E lá fomos nós fazer o 69, sob aplausos da galera.
Então era minha vez de tirar o papel.
Li para todos ouvirem:

Tirar uma peça de roupa sua e tire toda a roupa da mulher que sortear.

Bem, optei por tirar a camiseta. Enfiei a mão e tirei o nome da Paulinha. O que tinha a fazer era apenas deixá-la totalmente nua. Foi o que eu fiz.
E ela, então, tirou o papel com a atividade que ela teria de realizar.
- Senhor... Gustavo, você vai me amar pro resto da sua vida!

Se seu marido/namorado ainda estiver com alguma peça de roupa, dispa-o por completo para que todas as outras dêem uma chupada nele.

Quem vai ser a próxima?

E o Gustavo, todo sorridente, deixou que ela o despisse e viu a fila das cinco que iriam chupar seu pau!
Cabia a ele tirar o papel.
- Vou ter de sortear um homem.
Enfiou a mão e quem saiu foi o Giovani.

Sorteie um homem e tire a roupa dele para que tua mulher/namorada o chupe, por 5 minutos.

Leu o papel, o Giovani adorou e lá foi a Paulinha chupá-lo pelos 5 minutos previstos. Como ela já tinha sido contemplada e o nome dela ainda não tinha sido recolocado, a Margareth é que foi tirar o papel.

Sorteie um homem e chupe seu pau por 5 minutos. Se ele quiser te chupar, pode, também por 5 minutos.

Todos estavam esperançosos, mas o sorteado foi justamente o Orlando, o marido dela. E os dois nos proporcionaram um belo espetáculo de boquete e cunilingus.
O Orlando tirou o papel.
- Muito bem, estou sendo premiado hoje. Vejamos quem será a sortuda!

Faça um 69 com a mulher que sortear, por 5 minutos

Foi de propósito???

Tirado o papel... o nome era o da Cecilia. E lá foi ela fazer o 69 com ele.
Ela tirou novo papel.
- Nossa... quando eu escrevi eu torci para isso sair pra mim... adorei! Vou sortear dois de vocês, viu, meninos?

  Sorteie dois homens para te chuparem e mamarem por 5 minutos.

Contemplados: Gustavo e Giovani. Felizardos! Combinaram: um chupava e o outro mamava por 5 minutos e depois invertiam. Ela adorou a decisão deles! Foi chupada por 10 minutos e mamada por 10 minutos. Não podia ser melhor!
E Giovani deixou para o Gustavo ser o próximo.
- Cecília eu te amo tanto quanto amo a Paulinha! Você só tem grandes idéias!
Sem ninguém ainda saber do que se tratava, ele sorteou uma mulher e um homem. Lourdinha e Kaplan. Aí, ele leu:

Sorteie uma mulher e um homem para fazerem DP nela.  

E teve DP também!
Ela começou a rir. Como poderia tal ideia sair da cabeça da Cecilia? Ia se vingar, com certeza!
Mas teve de aceitar a DP. Ainda bem que apenas por 5 minutos, como todas as atividades.
E coube a ela tirar o papel da nova atividade.
- Hoje não é meu dia... Vou sortear dois marmanjos
Enfiou a mão e tirou os nomes do Orlando e do Murilo.

Ajoelhada, chupar um homem sorteado enquanto outro sorteado te come por trás, dando 50 bombadas na xotinha.

Eles realizaram a atividade com muito prazer.
Em seguida, o Murilo sorteou a atividade e gostou muito também!
- Vou sortear duas de vocês, garotas. Preparem as boquinhas!
Paulinha e Denise foram as contempladas e só então ele leu o que elas tinham que fazer:

Sorteie duas mulheres que vão te chupar por cinco minutos.

E assim terminou a brincadeira daquela noite!

Quando elas acabaram, ninguém queria mais saber de sorteio. Cada um pegou uma e foram caminhando para o quarto, sob protestos da Cecilia, que argumentava que ainda tinha coisas muito boas a serem feitas. Mas ninguém quis não!


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

As férias loucas - 4


Quarto dia – quinta, dia 16 –

O dia amanheceu chuvoso. Assim, logo depois do café da manhã, optamos por escolher mais algumas pessoas para nos contar seus casos mais interessantes. Gustavo e Cecilia foram os sorteados.
Gustavo falou de uma experiência de ménage que ele nunca imaginara.

Foi assim, eu e um amigo fazíamos corrida toda manhã pelas ruas do bairro onde a gente morava, que era tranquila, poucos carros, então a corrida podia se desenvolver bem.
E um dia, quando estávamos para terminar, vimos que num dos bancos que havia na calçada, estava uma vizinha nova, bonita e que estava com um vestido superdecotado, a gente podia ver os seios dela quase por inteiros. E quando ela nos viu, já andando, comentou que não sabia que tinha vizinhos tão gatos e tão atletas!
Aquilo despertou nossa curiosidade, paramos perto dela e ficamos conversando. E sem mais nem menos ela perguntou se não queríamos um copo de água no apartamento dela, afinal estávamos cansados e suados...
Eu achei estranho, pois já a tinha visto com o marido andando pelas ruas. Parece que ela adivinhou o que eu estava pensando e avisou que o marido só voltaria na hora do almoço, ou seja, dali a quatro horas.
Então nós dois fomos. E aconteceu o que a gente estava imaginando. Ela nem pensou em nos dar água, ficamos na sala, em pé e ela confessou que sonhava muito com o dia em que poderia transar com dois gatos como nós. 

Vizinha oferecida... eles traçaram!
Bem, ela ofereceu, eu e meu amigo não iríamos recusar a oferta. Agarramos a dona, meu amigo já foi abrindo mais o decote e expondo os seios dela, que ele mamou, e ela pegou em meu pau e depois no dele, pediu para ver, nós mostramos e ela nos fez um belo boquete.
Aí ela sentou no sofá, meu amigo ajoelhou entre as pernas dela e foi chupá-la e enfiar os dedos na perereca, e eu fiquei beijando-a e mamando nos seios dela.
Ela falou que era para eu sentar num dos lados do sofá e aí ficou de quatro para me chupar, o que significa que meu amigo tinha a bunda dela para se divertir. E foi o que ele fez, meteu e bombou e ela se sacudia toda. Daí ela me perguntou se eu também queria transar, falei que sim, claro, o que eu estava fazendo ali, né?
Então ela levantou e sentou em meu pau. Foi a vez de eu meter e meu amigo ser chupado.
E ai veio o lance mais curioso, ela falou que era pra gente parar e assistir. E começou a se masturbar, revirava os olhos, enfiava os dedos, até gozar.
Falou que tinha sido ótimo, nos agradeceu e nos dispensou. Coisa mais louca do que essa nunca me aconteceu!

Terminou e passou a palavra para a Cecília. Eu já fiquei imaginando o que ela iria falar, porque eu conhecia muita coisa interessante dela. Mas para minha surpresa, ela contou algo que eu não sabia e depois confirmei com Paulinha que também nunca soubera aquilo.

Bem, eu teria muitos casos para contar a vocês, mas vou falar de um que foi muito gostoso, tanto pra mim quanto para a pessoa com quem eu estive.
Foi quando eu terminei o ensino médio e ia me preparar para o vestibular. Mas na hora H, quando chegava ao fim o quarto bimestre, minha nota em Química era meio desastrosa. E eu senti que poderia tomar bomba.
Então tomei coragem e fui procurar o professor. Ele era muito legal, gostosinho mesmo, mas sério demais e eu já tinha sido avisada que arrancar um pontinho com ele era missão impossível. Mas mesmo assim eu tentei. 

Ela precisa ser aprovada... teve que falar abertamente!
E abri o jogo. Falei que não conseguia entender nada da matéria dele, mas que ele visse com carinho, porque eu nunca na minha vida iria precisar daquelas informações, eu pensava, na época, em fazer o curso de Direito (que aliás nunca fiz). Disse que jamais eu o envergonharia, porque Química era algo totalmente fora de meus interesses.
Ele me ouviu pacientemente e só falou uma coisa: Estude bastante para a prova final, viu?
Putz, eu saí arrasada da sala dele. O que ele falou confirmou o que eu já tinha ouvido.
Fazer o quê? Me debrucei sobre os livros, fiz a prova e tive certeza de que não conseguiria os pontos necessários à aprovação.
No dia em que saíram os resultados, eu fui lá já com um lenço na mão para chorar. E qual não foi minha surpresa quando vi que eu tinha passado. Com o mínimo, mas tinha passado. Aí eu chorei, mas foi de alegria e entendi que ele tinha me dado os pontos, eu tinha consciência de que não tinha conseguido.
Então fui agradecer a ele. Mas não o encontrei, ele já tinha entregado tudo na secretaria e não voltaria mais à escola, só no novo ano letivo.
Não me conformei, acabei conseguindo o endereço dele e fui lá. Fiquei espantada, era uma senhora casa, com um jardim e um quintal imenso. Logo pensei, ele deve ser casado e ter uma penca de filhos. Fiquei pensando se deveria bater a campainha e acabei fazendo isso.
Ele abriu a porta e ficou surpreso em me ver.
- Oi, professor, desculpe ter vindo aqui, mas eu precisava te agradecer, quando vi o resultado, notei que você tinha me passado, não fui eu que passei.
- Precisava agradecer não, Cecília. Acha mesmo que eu daria bomba à aluna mais linda que já tive? Entre, vamos tomar um café.
Entrei com o coração aos pulos. A aluna mais linda? O que era aquilo que eu tinha escutado?
Como eu sou meio doida, eu perguntei. E ele respondeu que sim, nunca tinha tido uma aluna tão bonita quanto eu.
- E vou te dizer que fiquei com vontade de te dar bomba, só para ter você mais um ano comigo. Mas não seria justo com você, iria atrapalhar sua vida só porque eu queria te olhar mais vezes.
Como eu já era bem escolada na época, não tive dúvida. Ele me provocou um baita tesão e o abracei e dei um beijo na nuca dele, senti que ele arrepiou. E esqueci de perguntar se era casado, se a esposa estava por lá, se tinha filhos... nada, naquele momento, a sala era meu mundo e nele só cabiam duas pessoas, eu e ele.
Aí eu brinquei com ele, já sabendo que ele me queria e que eu o queria também:
- Professor, para nossa química ficar melhor, a gente devia tirar a roupa, né?
- Além de linda, minha aluninha é safadinha. Mas sua observação merece nota 10!
E tiramos tudo, eu fiz um boquete gostoso nele, que ficava passando a mão na minha bunda, estava tudo lindo demais! 

Fui aprovada e o aprovei também!
Sentei nele, cavalguei, depois ele me deu uma bela chupada e tornei a cavalgar, ele me pôs de quatro, meteu bastante, tornei a chupar o pau dele e terminamos gozando com ele me comendo de frente, no sofá. Gozei e ele logo gozou também e me despejou tudo na barriga e nos seios.
E ainda foi bem cavalheiro: me levou ao chuveiro e me deu um banho gostoso. Não resisti e chupei ele de novo, ficou duro como pedra... e me comeu de novo, dentro do boxe.
E quando finalmente eu resolvi ir embora, ele me disse que eu poderia voltar lá para agradecer de novo! Não me perguntem se eu voltei! Kakakaka

As duas histórias deixaram quase todos excitados. E logo se viram coisas acontecendo naquela casa.
Paulinha e Denise foram para a cozinha, excitadíssimas. Comentaram sobre o que tinham ouvido e não resistiram, se abraçaram, se beijaram e transaram ali mesmo. 

Olha só: minha namorada e minha sobrinha... lindas!
Sentaram no chão, se pegando, mamando, chupando e logo a Denise estava deitada e a Paulinha entre as pernas dela, chupando a xotinha, enlouquecidas as duas. Nem pensaram que alguém poderia ir à cozinha e as veria. Continuaram numa boa!
Depois Denise retribuiu a chupada, chupando a Paulinha também. E os dedos nas xotinhas foram enfiados, primeiro Denise, depois Paulinha, e os vai e vem as levaram ao gozo. Voltaram abraçadas, cabelos revoltos, para a sala. Notaram que faltavam duas pessoas, Orlando e Gustavo.

- Ah, o Orlando ficou tão entusiasmado com o que o Gustavo contou que o carregou pra cama. Devem estar se divertindo lá.
De fato, estavam.
Orlando jogou o Gustavo na cama e foi chupar o pau dele, que endureceu. Era difícil o Orlando chupar um pau e ele permanecer mole. O cara chupava muito bem!
E depois gentilmente ofereceu seu pau para o Gustavo chupar. 

E o Orlando não perdoou... deu e comeu o Gustavo!
Deitados na cama, sem muita conversa, Orlando pediu para ser penetrado e Gustavo fez isso, meteu e bombou bastante, mas tinha a certeza de que Orlando não iria ficar satisfeito só em seu comido.
Acertou, porque depois o Orlando colocou o Gustavo de quatro e penetrou no cu do rapaz. Caretas à parte, ele já estava ficando acostumado e aceitou bem as estocadas que o Orlando lhe dava.

Os demais ficamos na sala, conversando e ouvindo musica, dançando ate as 10 horas quando fomos preparar o almoço. As duas histórias ainda foram comentadas e Cecilia teve de confessar que voltou muitas vezes na casa do professor de Química...
Acabado o almoço, verificamos com alegria que a chuva já tinha parado e o sol, timidamente, aparecia e não demorou muito para ele brilhar com intensidade.
Fui dar uma volta no quintal, apreciando o cuidado que os dois casais tinham de deixar tudo organizado, o local da horta, o pomar, a área gramada livre para quem quisesse utilizar, a área da churrasqueira... tudo muito bonito e bem cuidado. 

Era uma bela propriedade... muito bem cuidada!

Eis que a Margareth veio ao meu encontro.
- Olha, tenho de tirar o chapéu para como vocês cuidam desse local.
- Temos de cuidar, porque além do prazer da vinda de hóspedes, é a nossa fonte de vida. Só temos isso aqui.
Continuamos caminhando, chegamos a uma parte em que havia cadeiras, sentei numa e ela ficou em pé ao meu lado. Era um espetáculo e tanto a Margareth. Não me cansava de vê-la nua. Esplendorosa. Meu pau deu uma estremecida, ela viu, sorriu e abaixou o corpo, me deu um beijo e depois foi beijar meu pau.
E dos beijos passou à chupada.
Parou um pouco e me encarou, mas com uma cara de riso.

- Sabe que eu gosto mais de chupar do que ser comida? Acho que é um trauma de infância, meu pai nunca me dava dinheiro para comprar picolé. Agora não sinto falta de picolés mais não, mas sinto falta de pau pra chupar.
- Sente falta? Como assim? No mínimo você tem dois aqui o tempo todo à sua disposição.
- Eu sei, mas gosto de chupar paus diferentes, igual picolé, tem vários sabores, né?
Rimos, e ela continuou me chupando. 

Chupar pau ou picolé? Que dúvida!
- Mas eu gosto de ser comida também, estava brincando.
Inclinou-se sobre a cadeira, aquele bumbum lindo ficou à minha disposição. Beijei, chupei a xotinha dela e depois penetrei. E comecei a bombar, e ela a gemer.
Deitamos na grama molhada e fizemos um 69, bem legal. Aí virei o corpo e a comi de ladinho. Finalmente, ela me cavalgou.
- Precisamos de um banho... nossos corpos estão cheios de capim molhado.
Fomos até a piscina, onde tinha um chuveiro e ali nos banhamos até ficarmos limpos. Voltamos para a casa, abraçados, nos beijando. Eu gostava mesmo muito dela. E parece que ela também gostava de mim...
Ao entrarmos na sala, nos deparamos com dois casais, mas... Paulinha e Lourdinha transando de um lado e do outro Orlando e Giovani. 

As duas se encantavam uma com a outra!
As duas se beijavam, se tocavam, riam, beijavam, mamavam... era muito lindo de se ver. E do outro lado o Orlando e o Giovani também estavam se atracando, pegando nos paus, masturbando-os, antes de começarem a meter um no outro.
- Margareth, você fica incomodada de ver o Orlando com outro cara?
- Nada... dá até um tesão...
- Você se parece com a Meg, ela tinha dois amigos que eram bi, e quando se encontravam ela fazia questão de ver os dois trepando.
- Você precisa me contar mais sobre sua esposa. A Cecilia já tinha me falado um pouco, a Paulinha também, mas eu gostaria de saber mais sobre vocês dois. Pode contar? Ah... e essa curiosidade não é só minha não, o Orlando, a Lourdinha, o Giovani também já comentaram sobre isso comigo.
- Tá, eu vou contar, qualquer dia desses.
- Vou cobrar, viu?
- Suas cobranças são tão carinhosas que eu jamais deixaria de atender.
- Tá querendo trepar de novo, comigo, cara?
- Agora não, estou a fim de ver esses quatro aí.
- Eu também...
Rimos e ficamos observando. Lourdinha e Paulinha já estavam rolando pelo chão, se chupando, dedando, gemendo... e do outro lado o Giovani já metia no Orlando, sabendo que depois ele iria comer seu cu também. Mas ambos gostavam disso! 

E elas ganharam um banho diferente....
E o mais legal foi depois que eles acabaram, foram até onde estavam as duas, sentadas, satisfeitas e começaram a se masturbar pra elas. Que na mesma hora se ajoelharam entre os dois para receber as golfadas que eles soltaram em seus corpos.
- Nossa, isso foi muito excitante...
- Por onde andarão Denise e Cecília? Você as viu?
- Não, mas vamos procurar, não podem estar escondidas...

De fato não estavam. Pegamos Denise com Murilo no banheiro. Vimos uma parte do que tinha acontecido, depois ela me deu os detalhes. 

Ele a viu na hidro e não conversou... comeu!
 Eu estava me distraindo na hidro. Depois que saí e comecei a me enxugar, o Murilo apareceu e começou a me agarrar. Falou que tinha me visto e admirara minha bunda, que estava acima do nível da água. E que quase batera uma punheta por conta da visão, mas achou que era desperdiçar. Então começamos a nos agarrar. Ele tem uma pegada muito boa, começou a mamar em mim e depois, é claro que eu fui mamar no pau dele. Pau gostoso...existe para ser chupado, né?
Eu inclinada, chupando e ele passando a mão na minha bunda, enfiando o dedo no rego, no cu... será que ele iria querer?
Talvez quisesse, mas primeiro cuidou da minha xota. Eu apoiando minhas mãos na beirada da hidro, ele em pé metendo sem parar. Estava ótimo!
Depois ele sentou na beirada e me puxou para sentar nele, de costas. Cavalgar é uma coisa dos deuses, né? Cavalguei à vontade, ele me esperou o tempo que eu quisesse.
Levantei, dei outra chupada e ele tornou a meter. Depois parou e me deu uma chupada, com direito a enfiar dois dedos e ficar me cutucando. Quase gozei!
Chupei ele de novo e aí veio o que eu estava imaginando... lá se foi meu cuzinho pelos ares... foi o que você e a Margareth viram, né?

Confirmei, tínhamos visto justamente o anal.

E Cecília, onde teria ido? Na certa com o Gustavo, o único homem que estava faltando.
Achamos os dois na beirada da piscina. Também só vimos o final, mas ela me contou tudo.

Eu estava quieta, tomando um solzinho, quando o Gustavo apareceu, já balançando o pau pra mim. Achei graça, tenho certeza de que ele é o que está curtindo mais essa estadia aqui. Tá vibrando com tudo!
Mas então, ele chegou me oferecendo o pau dele e eu chupei com o máximo prazer.
Delícia de amigo que ela conheceu!
E sem muita conversa, ele me colocou de quatro e mandou vara na minha xotinha. Foi um longo período de muita meteção e eu só gemendo porque quem é que aguenta isso sem gemer? Eu nunca!
De ladinho, depois, e cavalgando, em seguida. 

E eu vi quando você chegou, foi na hora em que eu já tinha gozado e estava ajudando o pobre rapaz a gozar. Chupei até ele por pra fora e engoli tudo...

Pelo visto, nada de novo, nem de especial com a Cecilia...
Bem, a tarde caía, logo teríamos o lanche da noite e depois uma coisa muito especial. 16 de janeiro é o aniversário da Paulinha. Ficamos o dia todo sem tocar no assunto, porque Cecília e Denise, junto com a Margareth, tinham programado uma festa surpresa. 

Aniversário dela... tinha de ter festa!
Então, depois do lanche, quando voltamos para a sala, encontramos balões e serpentinas espalhados pelo ambiente. E então cantamos o Parabéns pra ela, que ficou emocionada.

- Vocês não prestam. Eu achei que tinham esquecido que hoje é meu aniversário, ninguém falou nada comigo a respeito. E agora, uma festa? Vocês não existem!

Ela nem imaginava o que ia acontecer!
Nós a colocamos sentada numa cadeira e enquanto todo mundo ficava passando a mão nos peitinhos dela, o Orlando e o Gustavo começaram a amarrar os braços e as pernas dela.
- Gente, para com isso... o que vocês estão querendo fazer?
Pronto. Lá estava ela amarrada, imobilizada e começamos a fazer cócegas, ela ria descontroladamente. A Margareth tinha um consolo, bem grande e começou a cutucá-la com ele, que gritava e ria sem saber o que iria rolar em seguida.
- Eu vou matar vocês todos, um por um...
E o pessoal continuava pegando nela, beijando-a, alguns e algumas mamavam.
- Tá bom, pessoal, chega, me soltem...
Nada, ninguém a desamarrava não.
Alguém começou a querer enfiar o consolo na xotinha dela, mas como estava sentada, não dava.
Enfim, soltaram, colocaram-na deitada na mesa. 
Ela ganhou 9 chupadas...
- Agora você vai ganhar nove presentes. Cada um vai te dar uma chupada bem gostosa!
Fizemos fila, de modo que ela ganhava uma chupada masculina, depois uma feminina. Nossa, como ela gostou do presente! Eu fui um dos últimos da fila e vi que ela estava muito molhada.
- Obrigada, pessoal – disse ela quando a fila terminou.
- Deixa pra agradecer depois.
- Tem mais presentes?
- Sim. Primeiro você vai ganhar cinco paus em sua xotinha.
Fila masculina. Cada um ia até ela, metia por alguns minutos e depois dava lugar para os outros.
- Agora, como sabemos que você gosta muito de uma xota, vai chupar as quatro.
- Oba!
Foi no sofá que as quatro ficaram sentadas ou deitadas até que ela desse boas chupadas nas xotinhas delas.
- Agora, para terminar, você vai só assistir seus amigos e amigas trepando!
Música, dança, e os pares foram se formando, as trepadas acontecendo. Como havia um homem a mais, e era o Murilo que estava sem ninguém, ela o chamou e trepou com ele.
Todo mundo feliz, mas ainda tinha um bolo que não foi comido, foi passado nos paus e nas xotinhas, para a aniversariante “limpar” tudo.
Ela adorou chupar os cacetes com chocolate e as xotinhas também. 
Aí as cinco foram para o banheiro para acabar de se limpar. Ouvimos risadas e mais risadas e ficamos imaginando o que estariam fazendo por lá, mas não fomos interromper não, mesmo porque o Orlando se encarregou de deixar todos os nossos paus limpinhos. Vai gostar de chupar um pau assim lá longe!
Todo mundo limpo, nos dirigimos para os quartos. Sem troca de ninguém.