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sábado, 25 de abril de 2020

Até quando tirava roupas do varal ela era assediada pelo primo


Ele gostou de ver as calcinhas penduradas

(escrito por Kaplan)  

Acreditam nisso? Bem, explicando primeiro que o caso se passou numa cidade pequena, do interior, onde ainda existem grandes quintais e a modernidade tecnológica não chegou completamente.
As roupas eram lavadas no tanque e secadas em grandes varais no quintal.

Na casa de Inês era assim. E na casa do Julio, primo e vizinho dela, também.
Mas ele gostava mesmo era de ver as calcinhas da prima penduradas. Adorava ver Inês pendurando e depois retirando as calcinhas quando secas.
E ela ainda dava uma cheiradinha para ver se estavam perfumadas...
Que vontade que ele tinha de dar a cheiradinha!

Primo taradinho, vocês dirão. Talvez, nem tanto. Mas ver aquela cena, quase diária, fazia com que ele batesse belas punhetas, pensando na prima vestida e despida com aquelas calcinhas.
Um dia ela viu. Ele olhava despistado, mas ela percebeu e viu o movimento do braço direito dele. Entendeu logo, não era tola.
E ficou com tesão.
E tratou de procurar um jeito de resolver aquilo.
Foi num domingo, a família foi para a igreja e ela ficou. Telefonou para o Julio.

- Oi, você está sozinho em casa?
- Estou, quiseram me levar na igreja, mas não ando curtindo muito.
- Nem eu.
- Também está sozinha?
- Sim, e vou estender umas roupas no varal agora.
- Por que está me falando isso?  

Ela queria se exibir pra ele! conseguiu!

- Porque sei que você gosta de ver. Aparece lá na cerca, vai gostar de ver hoje mais do que nunca!

Pressuroso ele foi. E quase desmaiou. Ela foi estender as roupas... sem roupa. Peladinha, linda como ele nunca vira coisa igual!
E ela riu pra ele e o chamou. Ele pulou a cerca e correu até onde ela estava. E ficou babando, admirando a prima.

- Outro dia eu te vi olhando pra cá e batendo uma punheta.
- Você viu?
- Não tudo. Mas os movimentos do seu braço te denunciaram.
- E?
- Fiquei com tesão.
- Mesmo?
- Sim, muito, e gostaria de resolver isso, aproveitando que estamos sozinhos. Mas tira sua roupa, por favor, não gosto de ficar nua na frente de gente vestida!
Ele tirou, rapidamente.  

Perante esta situação... o que poderia acontecer?

- Gostei... bem melhor assim, mas vamos entrar porque daqui a pouco o pessoal chega e não irão gostar de nos ver trepando.
- Você quer trepar comigo?
- Mas é claro, pateta!

Correu para dentro da casa, ele foi atrás e lá brincaram de coisas que nunca tinham brincado antes. Ela o chupou, foi chupada, cavalgou, ele a comeu em pé, encostada na parede, tomaram um banho rápido e ele pegou as roupas e voltou pra sua casa. Ela se vestiu, foi ao quintal, terminou de pendurar as roupas e viu que ele estava na cerca, fazendo movimentos com o braço.

- Não acredito! Vai bater uma?
- Kakaka... não, foi só para você lembrar do que eu faço sempre que te vejo aí!


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Amigas compartilhando o namorado de uma delas


Ele gostou demais de ser compartilhado!

(escrito por Kaplan)

- Uma das boas coisas da vida, me disse Nilze, é ter amigas que não são ciumentas nem possessivas. Melhor ainda quando são bissexuais.  

Nilze e Meg se aproveitando de mim... gostei!
Nilze era uma grande amiga nossa e acho que foi com Meg que ela e sua amiga Flora aprenderam que monogamia é uma proibição cultural e que gera ciúmes e o sentimento de posse. Nilze, por diversas vezes, esteve em nossos apartamentos, curtindo bons momentos seja só comigo ou só com Meg ou com os dois. E Flora também. Todos nós tínhamos um carinho muito grande e gostávamos muito de estar numa cama.

O curioso é que Meg já tinha tido bons encontros com Flora e a apresentara a mim, que, claro, também a levei pra minha cama.
Nilze e Flora não se conheciam. Curioso, faziam parte de nossas vidas, mas as duas nunca haviam se encontrado. E quando as duas se conheceram e souberam de nossos encontros, aquilo foi uma festa.

Nilze me contou que quando conheceu Flora, esta tinha um namorado, o Oscar. Elogiou tanto o desempenho dele na cama que despertou a curiosidade da Nilze que, um dia, resolveu brincar:

- Você fala tanto dessa gostosura de namorado que fico até com vontade de verificar se não é propaganda enganosa...
- Quer mesmo? Se quiser, te convido pra ir lá na casa dele e aproveitar.
- Jura?
- Claro, amigas minhas já foram e podem testemunhar, mas como você só acredita vendo, ou melhor, só acredita sentindo a pica na xota, pode ir. Teremos muito prazer em te receber.

- Imagina, Kaplan, se eu iria perder a chance... marcamos um dia e lá fui eu, toda serelepe, para conhecer a pistola do Oscar.
- E eu sei que você gostou, porque a Meg já tinha me contado que o cara era bom mesmo.
- Se gostei? Adorei! Ainda mais que a Flora também participou do encontro. Foi uma beleza de ménage.
- Melhor do que os que você faz com a gente?
- Sacana... tinha de perguntar isso? Mas eu te digo que é tão bom quanto. Verdade, não consigo avaliar se tem algum melhor do que o outro. Ambos são fantásticos.
- Vou fazer de conta que acredito nisso, mas me conta como foi que rolou por lá. 

Realmente, o namorado dela era algo de muito bom!
- Então, quando cheguei, os dois estavam sozinhos no quintal da casa. Quintal cheio de árvores, o que dava uma privacidade muito grande. A Flora me apresentou o Oscar, conversamos um pouco, mas todos estávamos loucos pra transar. E ela começou, me mostrando a pistola dele que foi devidamente chupada por ela antes que ela me passasse o direito de fazer um boquete. Chupar uma pistola que já tinha sido chupada, um pouco melada é bom demais. Demorei no boquete. A pistola dele parecia um pedaço de ferro.

Enquanto eu chupava, a Flora tirou a roupa e tirou minha camiseta também. E enquanto eu tirava minha saia e calcinha, ela voltou a chupar a pistola. Pensei que seria a segunda a ser comida, mas não, fui a primeira.

Tinha uma mesa comprida e baixa lá no quintal, cheia de almofadas. Fiquei de quatro, com os joelhos numa almofada e ele não demorou a enfiar a pistola em mim. Cara, eu tremia toda, parecia aquela primeira vez nossa, lembra? Eu nem sei descrever direito o prazer que a gente sente quando uma pistola diferente penetra na gente. Dá vontade de nunca mais tirar!

E a Flora passando as mãos nas minhas costas, na minha bunda, pegando nos meus seios... foi lindo demais. Mas o melhor foi quando ele tirou a pistola de dentro de mim para enfiar nela... e ela veio com a língua na minha xota! Quase caí da mesa! Ele bombava e ela enfiava a língua em mim, aos solavancos... delícia! 

E olha como ele é criativo!!!

Depois eu cavalguei nele, a Flora também e para terminar ele nos colocou uma em cima da outra e foi metendo nos cuzinhos. 

Metia nela, tirava, metia em mim, voltava pra ela, voltava pra mim, até gozar. Nem preciso dizer que eu e ela já tínhamos gozado também.

- Beleza pura, pelo visto. E agora?
- Olhando pra sua pistola, eu acho que sei o que vai acontecer...


quinta-feira, 16 de maio de 2019

Começou a chover, ele foi ajudá-la a recolher a roupa


Isso só acontecia no interior...

(escrito por Kaplan)

Realmente, certas coisas só aconteciam há décadas atrás, nas cidades do interior, onde a lavação de roupas se dava num tanque que ficava fora da casa e a secagem devia-se ao sol e ao vento, pois as roupas eram penduradas num cordame amarrado entre as árvores. Quase sempre era assim, mas podiam existir variações. 

Ela tesava muito o primo...
Naquela casa morava a Janaína que, com seu corpo escultural, vivia deixando seu primo e vizinho Emanuel a bater punhetas e mais punhetas. E até falava com ela, que ria, mas não dava trela. E continuava a ficar no quintal, sabendo que ele iria vê-la, de shortinho, camisetinhas, às vezes punha até um biquíni para tomar sol e fazia questão de se mexer toda para tesar o primo. Mas só fazia isso quando tinha mais gente em casa, para não encorajá-lo a nada.

Ele já estava quase se conformando em ficar só nas punhetas quando aconteceu o lance que mudou a história deles.

Foi numa tarde em que as roupas estavam estendidas e, de repente, caiu uma chuva que obrigou Janaína a sair correndo para tirar as roupas todas. E Emanuel viu e pulou a cerca que dividia os dois quintais e foi ajudá-la. Rapidamente eles tiravam as roupas e ele perguntou porque a irmã dela não tinha ido ajudar.

- Ela não está, foi na casa de uma colega e eu fiquei sozinha. Ainda bem que você está me ajudando!

O coração dele disparou. Ela estava sozinha em casa? Que oportunidade era aquela! 

Pelos deuses... que maravilha é essa?
Assim que todas as roupas foram retiradas, eles entraram na casa. Não estavam totalmente molhados, porque a chuva ainda estava fraca, mas foi o suficiente para que ele visse os seios dela, pois a camiseta tinha molhado e ela não estava usando sutiã.

- São lindos!

Envergonhada, ela falou algo que nunca imaginara falar a ele.

- Você não viu direito...
- Por que não mostra?
- Você vai só ver?
- Claro que não...

O tesão dela aumentou. Ele falava sério, ela podia ver a calça estufada. Resolveu encarar.
Tirou a camiseta e ele babou. Lindos era apelido, eram maravilhosos!
Ele ficou parado, extasiado, olhando, só olhando. E ela reclamou:

- Você disse que não iria só ver...
- Tem razão.

Pegou neles e os beijou, sugou, mordeu os biquinhos, arrancando risos e gemidos dela.

- Acho que seu short também molhou...
- Será?
- Tenho de verificar... 

Isso é que é prima gostosa!
E tirou o shortinho dela, a calcinha e deixou-a totalmente nua, deitada na cama, arfando de desejo. Tirou sua roupa também e deitou-se entre as pernas dela, começando uma chupada que ela adorou.

- Gostei demais, agora me deixa te chupar.

Por que ele não deixaria?
E ela mostrou a ele que tinha muita experiência. Chupou belíssimamente, quase o fez gozar.

- Me come, primo gostoso. Me come!

Ele não esperou mais nada para meter. Enfiou o pau na xotinha dela e meteu com gosto. Depois ela quis cavalgá-lo e pulou freneticamente. Gozou aos berros.

- Primo, que bobagem eu ter negado tanto tempo...
- Também acho!
- Vou te recompensar... sempre que der uma brecha vou te chamar ou então você me chama que irei. Trepar com você é bom demais!

Ele começou a se vestir e ela notou que a chuva tinha passado.

- Olha só, acho que foi apenas uma nuvem, o sol já voltou. Me ajuda a colocar as roupas de novo no varal? 

Gostosa... e doida!!!
- Ajudo, vista-se e vamos.
- Tem alguém na sua casa?
- Não.
- Então vou assim mesmo.

Agradavelmente surpreso, ele viu a prima, nua em pelo pegar as roupas e pendurá-las.

- Gostosa! Você é gostosa demais! – foi a única coisa que ele disse antes de pular a cerca e voltar para sua casa.

E ela cumpriu a promessa, sempre que teve chance, lá estavam os dois trepando pra valer!


terça-feira, 14 de maio de 2019

Aventura perigosa


Ela comia o marido no quintal. Com um strapon

(colaboração de Valter)

Já vi muitas coisas bizarras. Mas isso que meu amigo Valter me conta... é incrível! Nem vou falar mais nada, leiam e entenderão!

Meu querido, primeiro quero te agradecer a chance de ler todo dia esses contos maravilhosos que você publica. Sei que muitos são inventados, mas como te conheço, posso garantir que os que envolvem você, as sobrinhas, a Meg e a Denise são verdadeiros, o que me dá mais tesão ainda quando leio!

Mas te mando este e-mail para te contar algo que nunca pensei em ver na minha vida.
Antes, quero que saiba que não foi aqui, foi num local nas proximidades. Sabe esses sítios que os bacanas fazem para viver? Pois então, foi num desses. Estive lá, não vou falar em qual, a convite de um amigo que reside lá e que vê várias vezes o lance acontecer. E como ele me contou e eu não acreditei, ele falou para eu ir lá que veria. Fui.

Da casa dele, com um binóculo, dava para ver um outro sítio, belíssimo, com um gramado enorme em volta de uma piscina redonda, fantástico. Os bacanas sabem viver! 

Olha só como tudo começou...
Tivemos de esperar hora e meia até que aparecesse alguém lá. E era uma mulher, que esse meu amigo conhece e que se chama Graziela, casada com o Aleixo.

Ela apareceu totalmente nua, carregando uma caixa. Parou perto de um banco que estava coberto com uma toalha ou colcha, algo assim. Abriu a caixa e tirou um strapon. Você sabe o que é isso, a Meg tinha um. Aquele caralho que vem com um cinto e as mulheres colocam e ficam parecendo que elas tem um pau. E o que ela colocou tinha um tamanho apreciável. Comecei a acreditar que meu amigo não tinha mentido.

Então ficamos aguardando. Ela colocou, ficou pegando nele igual a gente pega nos nossos paus. E dali a pouco chega o marido, o tal do Aleixo. Cara, ele chegou só de bermuda, aí os dois se abraçaram, se beijaram, e ela pegando no strapon... Aí ele ficou de quatro em cima do banco, ela tirou a bermuda dele e ficou lambendo a bunda do cara... vi que ela enfiou um dedo no cu dele e continuou beijando e socando o dedo, até que pegou no strapon e foi enfiando. Como eu te falei, era de um tamanho grande, parece que ela não estava conseguindo, então pegou um vidro com algum líquido que estava lá, despejou no cu do cara e também no strapon. Devia ser um daqueles óleos que a gente usa quando vai fazer anal. 

Incrível... ela comia o marido!
Aí o bicho entrou. E ela ficou metendo igual a gente mete e segurava nas bolas dele, e dava para ver que o pau dele endurecia.

Eu perguntei ao meu amigo se todo dia era aquilo, ele falou que não era todo dia não, mas pelo menos no fim de semana acontecia. Perguntei mais: sempre ali fora? Eles não tinham medo de moradores assistirem?

Ele me disse que eles deviam saber que eram vistos, porque eram! Ele não tinha sido o primeiro a ver, pelo contrário, foi outro morador que falara com ele da bizarrice.

E lá estava ela metendo pra valer nele, que parecia gostar muito, não vi reclamação, nem cara feia!

Eu marquei no relógio, ela ficou enfiando o strapon nele por uns 20 minutos.
E ele deve gostar muito, porque não satisfeito de dar de quatro, virou, ficou deitado de costas no banco e ele tornou a enfiar, agora bem de frente. Eu tornei a perguntar ao meu amigo se ele tinha certeza de que o cara não era um gay. Ele falou para eu esperar.

Depois de dar ele comia a esposa. Agradecendo!

Continuei olhando e dali a pouco ela parou de meter nele e tirou o strapon, guardou-o na caixa. 

Então, ela sentou no banco e ele deu a maior chupada na xota da esposa. E depois comeu-a, que nem gente grande! 

Meteu nela de quatro, ela cavalgou, deve ter gozado porque em seguida ele colocou o pau na boca dela e deu pra ver ele gozando e ela engolindo.

Eu sei que você não deve ter acreditado, mas se quiser, poderá ver com seus próprios olhos. 

É só me falar que combino com meu amigo para irmos lá e presenciar a bizarrice de novo!


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Uma amiga seduz a outra


O amor rolou solto...

(escrito por Kaplan)  

Paulinha já tinha feito um curso superior, de Jornalismo, mas nunca exercera a profissão. Até que, quando fez 28 anos, resolveu que iria encarar um outro curso. E matriculou-se num cursinho, porque precisava rever as matérias todas, já que havia 10 anos que ela terminara o ensino médio.
Levou a sério, bem a sério, e no final do ano, foi aprovada no Enem e voltou às salas de aula de uma faculdade.

Mas imaginem ela no cursinho. Linda, longos cabelos negros, gostosa até demais, no meio de um bando de jovens bem mais novos do que ela. Fez um sucesso estrondoso e me disse, ao final do ano, que sem dúvida tinha sido o ano em que ela mais trepara.

- Ensinei tanta coisa pros meninos, tio... muitos tinham belos paus, mas não sabiam usar direito. Encarei o desafio de ensinar e foi muito bom. Mas também teve algumas meninas. Pra que que um dia eu fui descobrir que era bi? Adoro trepar com meninos, mas confesso que rolar na cama com uma menina é saboroso demais. 

Transar com meninas é ótimo...
- Era o que sua tia Meg me falava.
- E que a Denise agora também anda falando. Aliás, tio, se algum dia rolar de eu e a Denise transarmos, você vai ficar chateado?
- Eu não, claro que não. Mas por que me pergunta isso, vocês estão entrando numa de se amarem?
- Não, eu é que sou doida com ela. Não sei se ela já percebeu, comentou com você alguma coisa?
- Nunca me falou nada.
- Quando eu vejo ela de lingerie ou só de calcinha aqui... nossa, fico molhadinha de vontade. Mas por enquanto isso é só sonho meu. Deixa eu te contar da Fátima.

- Quem é Fátima?
- Uma colega do cursinho. Uma gracinha. 19 aninhos, seios pequenos, mas maiores que os meus, uma bundinha maravilhosa. Fiquei de olho nela, mas não sabia nada sobre ela. Só que um dia, um professor estava passando um filme e eu percebi que ela me olhava o tempo todo. Aí resolvi que ia ver no que dava. Comecei a conversar mais com ela e ela me convidou pra ir estudar na casa dela um dia.
- Toda vez que a Meg convidava colegas eu já sabia que o estudo seria anatômico...
- Não é por nada não, mas todos os meus também foram...
- Já te falei que você é a sobrinha que mais se parece com ela, né?
- Já, e acho isso o maior elogio que você poderia me fazer.
- Bem, conta o que aconteceu.

Nós duas no quintal... tinha de rolar...

- Pois é, ela me convidou e eu fui. E é lógico que não tinha mais ninguém em casa. Como estava fazendo um calorão danado, eu fui com um vestidinho bem leve e a encontrei de shortinho e camisetinha. E ela me levou para o quintal, disse que lá era mais fresquinho. De fato, um belo gramado, piscina, muitas árvores, sombra. Muito legal a casa dela.

E não teve estudo algum. Ficamos conversando um pouco, amenidades e eu vi que ela estava nervosa, apreensiva, então a chamei para sentar ao meu lado no banco em que eu estava. Ela sentou e eu fiquei bem perto, abracei-a e perguntei: “Fatinha, tá me querendo”? Nossa, ela deu um sorriso tão bonito que nem precisou falar. Nos demos beijos e mais beijos.
- Excitante, muito excitante.
- Amolece este pau tio, não vou dar procê agora.
- Malvada.
- Quer ouvir o resto?
- Manda ver. 

A mão dela na minha xotinha... uau!

- Ela não era inexperiente não. Ali mesmo, sentada ao meu lado, levantou meu vestido e começou a enfiar a mão dentro da minha calcinha. Quase morri de tesão!
Me contorci toda e ela riu e comentou: “Eu sempre soube que você não iria me decepcionar. Sonhei tanto com você, Paulinha!”. Eu tratei de deixar as coisas bem claras pra ela, falei que gostava de meninas e de meninos. Ela disse que não se importaria com isso. Mas ela era lésbica. “Seu pessoal sabe?”. “Sim. Tem 3 anos que me descobri e falei. Meu pai levou um susto, mas minha mãe entendeu e ajudou-o a me aceitar”. “Nossa, que legal!”

Aí nos beijamos mais, ela levantou e começou a tirar a roupa, tirou tudo. Que corpo lindo, tio! Você ia babar!
Aí eu fiz questão de dar beijos no corpo todo dela. Suguei os peitinhos, beijei a bundinha, e caí de língua na xotinha, já toda molhada. Bebi tudo, gostoso!

Ela me pediu pra tirar a roupa também. Eu nem tinha notado que ainda estava com o vestido... tirei tudo e ficamos as duas roçando nossos corpos. Fizemos um 69 super legal. Foi uma tarde maravilhosa, tio. E já voltei lá mais quatro vezes. Cada vez melhor. Uma delas foi dentro da piscina, ela juntou o corpo dela no meu e fizemos um encontro de xotinhas, um velcro, sabe como? Dentro d’água. Delicioso!!!
- Agora já posso ficar excitado?
- Pode, vou acabar com você!!!

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Homem na cozinha sempre dá transa!


O que ele estava fazendo lá?

(escrito por Kaplan)

Esta é mais uma história de um marido que era corno sem saber. Betânia, a esposa chifradora era uma bela loura, capaz de seduzir qualquer marmanjo que a conhecesse. E teve a sorte de conhecer um vizinho, cujo nome não podia ser mais interessante: ele se chamava Amado!
E como ela o amou!

Só vou contar as primeiras chifradas dela com ele. Porque foram muitas, segundo ele mesmo me disse. Depois que começaram não pararam mais!

Moravam num desses sítios ou chácaras como os paulistas denominam. Casas relativamente próximas. O Amado já morava lá fazia um bom tempo. Quando os recém-casados compraram a casa vizinha, logo ele se encantou com a Betânia. E como uma mosca, passou a voar perto da casa dela e do marido. Anotou todos os horários do casal. E deu sorte que ela não trabalhava, então, quem se ausentava na maior parte do dia era ele. Com exceção, claro, dos fins de semana, feriados e férias. 

A roupa dela para dar adeus ao corno!
E ele via a despedida deles. E notava que ela usava poucas roupas, geralmente uma camiseta e calcinha, às vezes uma camisa social do marido. As pernas eram lindíssimas. Ele ficava meio que escondido, vendo o marido sair, aí aparecia na frente da casa, cumprimentava. E ela não se incomodava de que ele a visse com aqueles trajes mínimos.

De conversa em conversa, pacientemente, ele foi ganhando a confiança, a amizade e até mesmo o tesão dela. Da sua casa ele via que aos sábados, ela chegava na frente da casa, com aqueles trajes mínimos e ficava olhando, talvez esperando vê-lo. Mas com o marido em casa ele não se atreveria.

Teve um sábado que ele foi convidado para tomar um vinho com o casal. Ela o convidou na sexta-feira, assim que teve aquele encontro normal. Disse que estavam interessados em fazer amigos ali na vizinhança e que ele seria o primeiro convidado.

- Você e sua esposa, apesar de eu não a conhecer.
- Não tenho esposa, sou solteiro.

Impossível ele não ter percebido que os olhos dela brilharam quando ele falou que era solteiro.
Bem, convite aceito, ele compareceu no sábado, tiveram uma bela conversa os três, regada a muito vinho e deliciosos salgadinhos, feitos por ela e que mereceram bons elogios do Amado. 

É um grande prazer conhecê-los!
Quando ele se despedia, o marido foi levando as garrafas e copos para a cozinha, ele ficou frente a frente com Betânia, que sorriu e piscou o olho pra ele. Chegando em casa, ele bateu uma punheta pensando no que significava o sorriso e a piscadela.

E resolveu ousar. Na segunda feira, assim que o marido saiu, ela, só com a camisa social, olhou para todos os lados e não o viu. Meio desapontada, ela entrou em casa e foi diretamente à cozinha. E lá estava o Amado!

- Nossa. Que susto você me deu! Como entrou aqui?
- Pela porta do fundo, estava aberta.
- Eu já tinha aberto quando acordei, para colocar as roupas na lavadora.
- Gostou da surpresa?
- Bem... não posso negar, gostei sim. E você está fazendo o quê?
- Uma limonada pra nós.
- Anotou direitinho tudo que falei no sábado, hein? Eu disse que era minha preferida.
- Espero que goste. Chega mais... 

Ela chegou mais... também queria!
Ela já sabia o que ia rolar. Aquela visita não era sem um propósito claro. E ela queria, já tinha dito a ele com aquele sorriso e a piscada de olho.
Chegou-se sorrindo e foi beijada com paixão pelo Amado. Estremeceu completamente.

- Eu sei que você sabe que estou querendo, mas vamos devagar... será a primeira vez minha, tá?

Ele continuou beijando-a e abriu a camisa dela. Babou. Que seios maravilhosos! Impossível não beijá-los, tocá-los e ver os biquinhos ficando duros de tesão.
Ficaram sorrindo um para o outro e ele terminou de fazer a limonada.

- Não gosto de beber no copo.
- E onde você gosta?

Ele respondeu derramando um pouco nos seios dela. E lambeu tudo, fazendo-a ficar arrepiada.

- Tem outro lugar melhor ainda...
- Me mostre...

Colocou-a deitada na mesa, tirou a calcinha e derramou a limonada na xotinha. E bebeu tudo o que pôde, ela quase esmagou a cabeça dele com suas coxas de tanto tesão. Entendeu que era hora de fazer algo também.

- Você me inspirou a buscar outro local para beber. Tira a calça, por favor. 

Pau com limonada... primeira vez que ela bebeu ali!
Ele tirou, a cueca saiu junto, e ela pegou no pau dele, já duro, enfiou no copo e bebeu a limonada no pau. Repetiu diversas vezes, até a limonada acabar. Mas ela não parou de chupar o pau dele...

Ficou sentada na mesa. Sua xotinha na altura certa do pau dele que foi entrando devagar e sempre dentro dela. E ele meteu gostoso, ouvindo-a gemer baixinho.

Depois ela ficou de quatro em cima da mesa, abaixando o bumbum para ele meter de novo na xotinha. E meteu até ela gozar.
Ela ria, feliz com o que tinha acontecido.
Ficaram sentados, conversando.

- Sabe que achei que não daria conta de fazer isso? Sábado, depois que você saiu, fiquei com um pouco de remorso e ontem fiquei o dia inteiro meditando a respeito.
- Eu já não aguentava mais de vontade de ter você. Fiz uma homenagem a você quando cheguei em casa.
- Uma homenagem? Como assim?
- Bati uma punheta deliciosa pensando em você.
- Uau... verdade mesmo?
- Sim, verdade.
- Está com tempo? Ou precisa ir trabalhar?
- Posso ir mais tarde. O que você quer?
- Tomar um banho com você. Afinal, estamos com um cheiro de limão no corpo, não é?
- É verdade, vamos lá.

Nem preciso dizer que transaram de novo debaixo do chuveiro.
Ele se vestiu e perguntou se ela queria que ele voltasse no dia seguinte.

- Quero sim. Vou colocar o maridão pra fora de casa e te esperar.

Esperou-o no quintal. De camisetinha e calcinha. Lá tinha um banco, perto de uma mesa e de uma churrasqueira. Ela forrou o banco que era de madeira, muito duro. Colocou algumas almofadas e ficou sentada esperando ele chegar. 

Até no quintal ela deu pra ele!
Ele chegou de bermuda, sem camisa. Ele já foi tirando a camiseta dela, beijando-lhe os seios, tirou a calcinha e deu-lhe uma bela chupada na xotinha.
Ela fez um boquete, também gostoso, depois ele sentou-se no banco e ela sentou em cima, cavalgando-o. Foram longos minutos de pulação, até que ele a tirasse, a colocasse de quatro em cima do banco e a penetrasse, bombando bastante, até que ela gozasse. Ela viu que ele estava acelerando, com certeza para gozar e disse que queria beber o leitinho.

Ele a atendeu. Pôs o pau perto da boca e punhetou-se até gozar e ela bebeu praticamente tudo que ele jogara.

Esses dois dias foram os primeiros de uma série, em que eles fizeram mil malabarismos, inventaram dezenas de posições, algumas mais outras menos legais. E ele ainda teve a satisfação de ser o primeiro a comer o cuzinho dela. Isso na quinta manhã em que estiveram juntos.

Foram muito felizes...