quarta-feira, 4 de abril de 2018

Ela viu o vizinho arrumando o quintal...


Gostou dele... então deu!

(escrito por Kaplan)

Em nossa primeira casa, que já descrevi várias vezes, houve momentos deliciosos, tanto para Meg quanto pra mim. No final das contas, ela levou a melhor... havia muito mais vizinhos disponíveis do que vizinhas... então ela aproveitou bastante.

Teve um dia em que ela teve sua atenção para um vizinho despertada por duas amigas que a visitaram. Moravam perto e conheciam o Carlos, que morava numa das casas vizinhas à nossa. Todas casas simples, mas como ainda não havia uma especulação imobiliária muito forte, todas com amplos quintais.

A nossa tinha um jardim que era ao mesmo tempo horta e pomar, pois a casinha ficava no fundo do lote. Mas outros vizinhos tinham a casa bem na frente, portas para a rua e os quintais eram utilizados para muitas coisas, inclusive piscinas. 

Era uma bela piscina... dava vontade de nadar nela!

Era o caso da residência do Carlos. Solteirão convicto, morava numa casa de tamanho bom, e nos fundos tinha a piscina e um amplo gramado. Ele tinha uma vida tão silenciosa, tão pacata, que nunca nos chamou a atenção.

Mas as duas amigas que visitaram Meg falaram que ele era um gato... daí Meg começou a ter curiosidade.

Na manhã seguinte, ela prestou atenção e ouviu um barulho que parecia de um ancinho recolhendo folhas. Pegou um tamborete, subiu e pelo alto do muro, viu o tal do Carlos, sem camisa, realmente puxando as folhas caídas sobre o gramado.

Realmente... um vizinho muito interessante!
Cara de pau... tirou a camiseta mas não se mostrou diretamente. Primeiro, só com a cabeça aparecendo, ela cumprimentou o Carlos e começou aquele papo furado... falar os nomes, dizer que nunca o tinha visto, que belo quintal você tem... e que piscina!

- Nunca ouvi barulho de gente nadando...
- Só eu que utilizo... e não faço barulho para não incomodar ninguém...
- Que desperdício!

Ele riu. Não era bobo e começou a desconfiar das intenções daquela vizinha bonita que o espionava.

- Se seu marido não se importar, pode vir nadar aqui quando quiser...

Aí ela levantou o corpo e ele viu os seios dela.

- Posso mesmo? Adoro nadar! Posso ir agora?
- Claro... ela está limpinha!

O que ela fez? Vestiu-se, saiu à rua e foi até a casa do vizinho? Não... simplesmente pulou o muro e caiu do lado de lá vestindo apenas um shortinho.

- Nunca nadei nua... você deixa eu fazer isso?

Embasbacado com os seios e com as atitudes dela, o Carlos não colocou qualquer objeção. E viu ela tirando o short e a calcinha e mergulhando totalmente nua na piscina dele. 

Ficar nua... primeiro passo para seduzir o vizinho!
Ele entendeu que estava com a bola toda e quando ela foi saindo da piscina, ele tirou a calça e sentou-se, pelado e de pau duro.

- Humm.. você sabe das coisas... adivinhou que eu queria isso aí que você tem entre as pernas...
- Todo seu, desde que não me complique a vida com seu marido...
- Você pretende contar pra ele?
- Tá doida? Nunca!
- Nem eu! Então ele nunca saberá! [ nota: claro que ela iria me contar, como me contou. Mas já tinha aprendido que com homens preocupados nada como uma mentirazinha para despreocupá-los].

E sem esperar mais, ela se ajoelhou entre as pernas dele e começou um boquete que ele gostou muito. Chupou com vontade, porque, como me contou, o pau dele era bonito e gostoso.
Ele pediu que ela virasse o corpo, ela entendeu, virou e ai fizeram um 69 também muito bom.

Ele a comeu primeiro com ela ajoelhada na espreguiçadeira. Bombou muito, arrancando os primeiros gemidos dela. 

Seu pau é divino, caro vizinho... vou chupar muito!
Depois ele se levantou e deu o pau pra ela chupar de novo. Parecia que ele já sabia do prazer que ela tinha em chupar um pau...

Aí ela fez questão de cavalgar um pouco. Sentou nele, de frente, ele pegando nos peitos dela e ela pulando sem parar, olhos fechados, quase gozando...

Ele levantou de novo, colocou-a deitada na beirada da espreguiçadeira, levantou uma das pernas dela e meteu de novo. Ajoelhado, metendo pela frente, ele a fez gozar. E então gozou na barriguinha dela.

Perdi a conta de quantas vezes ela voltou lá para “nadar pelada” na piscina dele...

terça-feira, 3 de abril de 2018

O dia em que brinquei de papai Noel


Com as sobrinhas papai Noel se transforma!

(escrito por Kaplan)

Como no Natal é difícil fazer coisas que pensamos ser muito interessantes, eu sempre convido minhas sobrinhas para comemorarmos alguns dias antes.

Ano passado, infelizmente uma delas não pôde aceitar o meu convite, porque estava de caso com o patrão dela e ele intimou-a para “comemorarem” o Natal exatamente no dia em que eu havia marcado.

Assim, apenas Paulinha e Cecília compareceram. Uma pena, pois o nosso Natal foi muito gostoso!

Quando elas chegaram, me encontraram vestido de Papai Noel. Mas a vestimenta era apenas um gorro na cabeça... eu estava pelado!

Elas acharam graça e entraram logo no espírito da festa, tirando as roupas e ficando nuas junto comigo. 

Papai Noel dá presentes...
Paulinha se ofereceu primeiro para receber o presente. Inclinou-se sobre uma poltrona e sua bela bunda ficou ali, toda oferecida. Tratei de enfiar o pau e começar a estocar. Cecília não ficou parada, pelo contrário, sentou-se no chão, ficando com a cabeça entre minhas pernas e as da Paulinha. O que permitia a ela lamber minhas bolas enquanto eu metia na prima.
Dali a pouco ela levantou e fez um malabarismo... toda doida ela.
Apoiou as mãos no corpo da prima, e colocou as pernas em meus ombros, então eu a chupava enquanto metia na Paulinha.
Confesso que era uma posição interessante, mas Paulinha começou a gemer não era de tesão, era de dor por aguentar o peso da prima...

Por isso, acabei fazendo ela ficar deitada sobre a prima. As duas xotinhas ficaram uma em cima da outra e eu pude revezar as bombadas. Como já tinha metido muito na Paulinha, enfiei o pau na xotinha da Cecília e comecei a dar-lhe boas estocadas. E Paulinha teve de aguentar os seios da Cecília roçando em suas costas. 

Isso é que é menage...
Passei a revezar. Meti na Paulinha de novo e enfiava o dedo na xotinha da Cecília. Depois metia na Cecília e o dedo enfiava-se na Paulinha.
E as duas começaram a se beijar, me deixando enlouquecido.
Quando demonstrei que ia gozar, mais que depressa as duas correram e pegaram um prato cheio de biscoitos e ficaram aparando minha porra que caiu em cima deles.

Foi a primeira vez que comi biscoito com cobertura de porra. E minha, ainda por cima!
Elas comeram tudo... não sobrou nem um!

- Papai Noel manda um recado: presentes só amanhã cedo... então vocês precisam dormir aqui...
- Tem de colocar o sapatinho na árvore?
- Mas é claro... imagina se não colocam! Não ganham presentes! 

Que espetáculo!!! Elas são meu presente de Natal!
Obedientes, rindo sem parar, as duas colocaram os sapatos perto da árvore e fomos os três para a cama. Quando vi as duas dormindo, levantei cuidadosamente e fui colocar os presentes que havia comprado pra elas nos respectivos sapatos. Voltei para a cama. Era lindo ver as duas dormindo peladinhas... me enfiei entre as duas e dormi.

Elas acordaram antes de mim e correram para ver os presentes. E voltaram para a cama para me agradecer, o que significa que o dia começou com mais uma bela trepada do papai Noel com elas.
Já de banho tomado e vestidas para irem embora, Paulinha me perguntou se haveria presente para a Helena também.

- Diga a ela que Papai Noel vai ter uma conversa muito séria com ela, para ver se ela merece ganhar alguma coisa!
- Oba! Podemos vir junto com ela?
- Não, a conversa com ela será particular! E pode dizer que será muito séria!
- Eu acho que será uma conversa muito dura... tão dura quanto as de ontem e as de hoje...


Ela foi ao quarto do irmão já com vontade!


E ele não resistiu...

(escrito por Kaplan)                               

Mais uma edificante história de irmãos apaixonados. Anastácio e Malu descobriram as delícias do sexo ainda na adolescência. E, de certa forma, os pais foram os responsáveis, pois numa época de férias, foram todos conhecer a praia de Tambaba, na Paraíba. Os filhos quase morreram de vergonha de ficarem nus, e ainda mais na frente dos pais, também nus. E aquele bando de gente, todo mundo pelado... 

Na praia naturista eles descobriram a beleza de seus corpos.
Esta sensação é muito comum a quem vai pela primeira vez a uma praia naturista. Mas não dura muito tempo, em menos de meia hora todos se acostumam com a nudez. Mas 17 e 18 anos são uma época em que os hormônios estão supitando... e quando os dois estavam nadando, ficaram comentando sobre os corpos que viam.

- Você tem o corpo muito parecido com o da mãe... vocês duas são muito bonitas, aliás, eu diria que são as duas mulheres mais lindas aqui da praia.
- Ora... obrigada, mano... só tenho a dizer que seu pau é lindo...
- Acha mesmo? É tão comum...
- Não. Eu já vi alguns e te garanto que o seu é mais bonito.
- Você já viu alguns? Que história é essa?
- Conta pros pais não... mas na escola tem umas festas do cabide, todo mundo nu...
- E aí?
- Aí o quê?
- O que rola nessas festas?
- Uai... a gente pega, trepa... você nunca foi a festas assim?
- Eu não!
- Você é virgem, Anastácio?

Ele ficou vermelho e confessou, baixinho, que sim.

- Poxa... que desperdício... com um pau tão bonito...quer deixar de ser?
- Uai... um dia vai acontecer, né?
- Pode ser hoje à noite, no hotel. Te ensino tudo!
- Mas você é minha irmã!
- Sério? Eu não sabia disso! Claro que sou... e daí? Você tem um pau, eu tenho uma buceta... bom, resolve, se quiser a gente faz hoje à noite. Se não... não fazemos!
- Vou pensar. Agora vai pra lá, eu vou ter de esperar um pouco.
- Ficou de pau duro?
- Fiquei.
- Hmmm... deixa eu dar uma pegadinha?
- Tá doida? E se alguém ver?
- Não tem ninguém aqui perto, mamãe está lendo e papai conversando com uns caras. Fica parado aí.

Ela mergulhou e pegou no pau dele. Depois largou e emergiu um pouco afastada.

- Nossa... que dureza! Anastácio... deixa eu te ensinar as coisas hoje!
- Tá bom, deixo... agora some daqui! 

Ah... vou tirar a virgindade dele hoje!!!
Rindo, ela nadou de volta à praia e ele ficou lá até o pau amolecer.
E naquela noite, no quarto do hotel, ele deixou de ser virgem e aprendeu muita coisa com a irmã.
Depois disso... trepadas sempre que podiam.
Como no dia em que vou narrar.

Manhã cedo, os pais já tinham saído. Ela acordou com vontade e só de camiseta e calcinha, foi ao quarto do irmão, que dormia só de cueca.

- Bom dia, gostosão!

Falou já passando a mão no pau dele. Então tirou a camiseta e começou a beijar o pau do Anastácio por cima da cueca... ele ria... e ela, aos pouco, foi descendo a cueca, o pau apareceu e ela chupou gostosamente. 

Adoro ver ele aparecendo aos poucos...
Com ele bem duro, ela tirou a calcinha e mostrou a xotinha já molhada para ele.

- Me chupa, também?

Ele tinha aprendido com ela e mostrou que aprendera bem a lição. Deu um belo banho de língua na xotinha, fazendo a irmã gemer.
E depois, com ela deitada, pernas levantadas, ele chegou o corpo até o ponto em que o pau entrava na xotinha e ele começava a bombar.

Ela sorria, vendo como ele aprendera bem a dar prazer a uma mulher. Estava delirando, aquela posição já era meio que invenção dele. Os seios dela pulavam ao compasso das bombadas que recebia. E ela era toda sorrisos para o irmão.
Voltou a chupar o pau dele e depois ele ficou deitado na cama e ela sentou em cima, cavalgando-o.
E conseguiu seu gozo.

- Hoje eu quero beber seu leite!

E chupou-o de novo até ele gozar e ela engolir tudo.

- Suas namoradas vão ter de me agradecer muito, viu? Você virou um amante exemplar!


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Ai, tio, o vestibular foi tão difícil!!!


O tio sabia como acalmá-la

(escrito por Kaplan)

Época de vestibular sempre foi um período de tormento para estudantes. Para minhas sobrinhas também foram, mas as duas irmãs, Paulinha e Helena, eram muito estudiosas e não tiveram problema algum em serem aprovadas.

Já a Cecília... perdeu um, perdeu dois... e as cobranças dos pais só aumentando, e das próprias colegas, que já estavam na universidade e ela só nos cursinhos. Claro que ela aproveitava muito bem os cursinhos, especialmente os colegas... e a fauna era sempre renovada... como ela aproveitava!

Mas na hora H... batia o desespero. E quem já passou por essa fase, sabe que ir para as provas já com a carga de derrotas nos ombros... é meio caminho para perder de novo.
O terceiro vestibular dela, por incrível que pareça, ela considerou o mais difícil de todos... e ela conseguiu ser aprovada!
Mas assim que as provas terminaram, ela baixou lá em casa. Dava pena ver a carinha dela, que era a própria cara de derrotada. Tinha certeza de que perdera, de novo.

- Ai, tio, o vestibular foi tão difícil!!!

Lágrimas vinham aos belos olhos dela. E eu tinha de consolá-la...
Estávamos sentados no sofá. Eu assistia televisão quando ela chegou e me confessou a dificuldade que enfrentara.
Irritada, ela tirou o tênis e jogou longe, como se fosse ele o culpado...
Abracei-a, beijei-a na testa. Ela recostou seu corpo no meu, eu fiquei passando a mão em suas costas e ela levou a mão até minha coxa.

- Estou precisando de uma coisa, tio... 

Você precisa me acalmar, tio...
Levantou,tirou a blusa e ficou apenas com a calça e o sutiã.
Ajoelhou no sofá e abriu minha calça. Ajudei-a, minha calça e cueca foram abaixadas e ela começou a me chupar. Eu já sabia que iria rolar uma transa, então fui tirando o sutiã dela enquanto ela me fazia o boquete. E fiquei passando a mão nos seios dela. E também na bundinha, mesmo estando ela de calça.

- Só isso mesmo pra me acalmar...

E voltou a me chupar.
Quando parou, já esboçando sorrisos, comentei que ela não devia ficar tão chateada assim. Quem sabe deveria tentar outro curso...
Mas ela só queria saber da transa. Tirou calça e calcinha e sentou-se no meu pau. Ficou pulando, olhos fechados, seios na minha boca... parava de pular e esfregava o corpo no meu e depois voltava a pular. Gemia baixinho. Dei-lhe um tapa na bundinha.

- Ai! Por que você fez isso?
- Castigo! Por você ter trepado muito e estudado pouco...
- Então aceito... mas bate mais devagar da próxima vez...

Tirei-a do meu pau e a coloquei de quatro. Dei-lhe um beijo na bundinha e meti e fiquei bombando, bombando e ela gemia mais alto. Eu sabia que isso era o sinal de que o gozo dela estava começando e logo ela caiu deitada no sofá, arfando.

- Come tudo o que você quiser, tio... é o castigo que mereço... 

Eu adoro esse castigo!
Safadinha...entendi o que ela queria insinuar e enfiei o pau no cuzinho e foi lá que gozei.
Mais calma, ela se despediu de mim e foi embora.
Eis que uns dez dias depois ela chega toda eufórica.

- Tio, passei!!! Incrível, mas fui aprovada!!!
- Mesmo? Que legal! Parabéns!
- Vim comemorar...
- Você não toma jeito...
- Prefere que eu vá embora?
- Claro que não... vamos tomar uma champanhe e trepar! Não tem jeito melhor de comemorar do que esse!

Fui à cozinha, abri o champanhe e trouxe duas taças, que bebemos brindando à aprovação dela.
Mal terminou de esvaziar a taça, ela já foi tirando minha roupa. Pegou minha taça, que ainda tinha um pouco de champanhe e derramou no meu pau e foi beber... outro boquete gostoso que ela me fez... 

Se ela estudasse tão bem quanto faz sexo...
Parava de vez em quando, sorria pra mim e comentava que não esperava a aprovação.

- Viu que trepar com os colegas ajuda a gente a passar?
- Estou vendo...

Ela tirou o vestido, tirou tudo, ficou nua e veio me cavalgar. Como gostava! E eu pegava nos peitinhos dela, acariciava-os, puxava os biquinhos que endureciam... e ela pulando...
O rosto dela já começava a ficar num tom avermelhado... eu conhecia bem aquilo...

- Já to quase.. tio...
- Goze. Goze, você merece!

Já não pulava mais, só ficava roçando o corpo no meu, os olhos fechavam, ela mordia os lábios... gozou lindamente!
Mas ela queria mais e virou o corpo e começou a pular, agora de costas pra mim. É sempre um espetáculo maravilhoso ver a bundinha dela subindo e descendo com meu pau dentro...
Eu sei que o que ela mais gosta é transar de cachorrinho, então a coloquei de quatro e enfiei na xotinha por trás. E tome bombadas, até ela ter o segundo gozo daquele dia.

- Devia ter vestibular todo mês... – foi o comentário dela já fechando os olhos para tirar uma soneca...


Noite de chuva, jogo com o amante...


Quem ganha e quem perde?

(escrito por Meg em seu caderno)

Como fazer um amigo virar seu amante? Eu poderia escrever um livro sobre isso... modéstia à parte, nenhum amigo que fiz e que desejei conseguiu fugir de meus encantos... nossa! Estou ficando muito convencida...
Mas é que estou me lembrando de um amigo, o Marcelo. Que apareceu em nosso apartamento, num dia chuvoso, com meu marido viajando... Eu já estava há dois dias sem transar e a chegada dele me animou a tentar. Nunca tinha transado com ele antes... mas sempre tem a primeira vez, não é? E se for bom, aí vai ter a segunda, a terceira... infinitas possibilidades!

O Marcelo era bom de papo. Eu gostava muito dele e sabia que ele gostava de mim também.
E me veio à cabeça, já que a chuva não passava e eu estava já doida para ele não ir embora e passar a noite comigo, me veio à cabeça jogarmos cartas.

Na época da faculdade a gente jogava e quem perdia tirava a roupa...

E querendo ou não, ele acabou me incentivando, quando se lembrou que na época de faculdade dele, ele e os colegas jogavam daquele jeito gostoso: quem perde tira uma peça de roupa.
Quando ele falou isso, não perdi tempo, sugeri que jogássemos assim.

- Meg... você sabe o que acontecia quando os jogadores ficavam nus?
- Imagino que sim...
- E isso pode acontecer com a gente?
- Eu adoraria, você não?
- Você é casada...
- Mentira! Quem te contou isso?

Ele riu. Senti que ele já estava a fim.

- Eu sei que sou casada – eu disse – mas isso não tem a menor importância.
- Então, comecemos o jogo...

E começamos e logo para animá-lo eu perdi a primeira e tirei a blusa. Estava de sutiã, mas vi que os olhos dele brilharam.
A segunda eu fiz questão de ganhar. Ele tirou a camisa. 

Até tremi quando vi... (foto: Meg)
Ganhei a terceira. Ele nem desconfiou que o baralho estava “batizado”... Tirou a calça e eu já pude ver uma cueca bem estufada... me animei.

E ganhei a quarta. Ele tirou a cueca e o pau dele balançou lindamente em minha frente.

Então fiz questão de perder a quinta, tirei a calça. Fiz questão de ficar de costas para ele quando tirava e ele viu minha bunda. 

Acho que ganhei... vou dar pra ele!
Eu percebia que ele não queria mais jogar, mas fiz questão da sexta partida, perdi também e tirei o sutiã. O pau dele exibia uma ereção fantástica. Aí desisti do jogo, tirei a calcinha e fui chupar aquela belezura.

- Meg... eu sempre sonhei com isso... por que nunca me chamou para jogar?

Não respondi. Minha boca estava ocupada demais tentando engolir aquela maravilha de pau. E ele ainda pegou no pau e ficou batendo ele em minhas bochechas, na minha língua...
Voltei a chupar, ele inclinou o corpo e ficou acariciando minha bunda.

Quando eu não tinha problema de tempo, meus boquetes eram demorados. E naquela noite foi assim, demorei bastante...
Mas teve uma hora que ele me colocou de joelhos e mandou a língua na minha xotinha. Depois pegou o pau e ficou resvalando ele na minha xotinha, no meu cuzinho...

- Enfia, Marcelo... não aguento mais de tesão!

Ele enfiou de uma vez só. E aí começou a bombar, a bombar e eu comecei a gemer feito louca. Meus seios balançavam muito a cada bombada que ele dava. Estava gostoso demais e eu comecei a pensar: realmente, por que eu nunca tinha tentado seduzir o Marcelo? 

Você mereceu comer tudo meu...
Quando ele parou de bombar, voltou a me chupar o cu e os dedos enfiavam-se na minha xotinha. Eu estava desconfiada de que ele queria um anal e foi o que aconteceu, depois de me lamber o cu bastante, ele enfiou lá e lá ele gozou.

- Marcelo, parabéns! Que trepada mais gostosa foi essa... Agora eu te peço: passe a noite comigo!

Ele topou na hora. Fomos tomar um lanche, depois um banho bem gostoso e caímos na cama. Trepamos mais duas vezes aquela noite!

E quando, na manhã seguinte, ele foi embora, eu tive a certeza de que havia conseguido mais um bom amante!