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quarta-feira, 17 de março de 2021

O marido mandou um papai noel de presente para ela

 Ela pediu brincando, ele atendeu de verdade!

(colaboração de Carmen)

 

Mais uma divertida transa natalina, que minha amiga Carmen me mandou. Tive de telefonar pra ela para confirmar se era verdade mesmo, e ela confirmou. Que presentão!!!

 

Meu querido, custei a acreditar que meu marido tinha feito aquilo! Mas ali, na minha frente, estava um amigo nosso, fantasiado de Papai Noel, dizendo que ele era o presente que meu marido enviara! Fiquei sem entender, até que me lembrei que em setembro, nós vimos um vídeo pornô que falava disso, um papai noel que traçava a mocinha. Claro que, em seguida, demos aquela trepada!

Aí rindo da situação,eu comentei que seria um bom presente de Natal dele pra mim.

E olha o que ele disse:

- Mas quem seria o papai noel? Eu?

Levei na brincadeira e falei que ele não, para ser presente tinha de ser alguém diferente. Ele insistiu, queria saber em quem eu pensava para ser o papai Noel. Fiquei numa enrascada, porque se falasse alguns nomes, como o seu, por exemplo, já viu, né? Ele ia saber de meus casos, se bem que eu sempre acho que ele sabe... então, arrisquei um nome que eu sabia que iria aceitar ser meu presente natalino. Foi o Pietro, você o conhece, e se quiser pode até confirmar com ele.Eu tinha certeza que tinha sido só uma brincadeira, não se falou mais no assunto.

E não é que no dia 24, à tarde, eu acabando de preparar a ceia, ouço a campainha, vou abrir e quem está lá? O Pietro, fantasiado de papai Noel. 

Que presente seria aquele!!! Papai Noel em pessoa!

Minha ficha caiu. Ele não estava brincando e me mandara o presente que eu gostaria de receber!

Eu não parava de rir, mas fiz ele entrar e ele disse para eu sentar e tampar os olhos para poder receber o presente. Fiz como ele mandara e quando ele disse que eu poderia abrir os olhos, só vi um pintão na minha frente!

Era verdade mesmo, meu marido queria ser corno (claro que ele não sabia que já era...kakaka) e justo recebendo o chifre do papai Noel!

Aproveitei! Ajoelhei, e apesar de ser natal, não foi pra rezar não! Cai de boca naquele pintão que eu já conhecia de outros carnavais e fiz um boquete gostoso, melado... ele também adorou! 



Nunca tinha pensado que poderia chupar o pau de um papai noel...



E depois, falei que eu já tinha dado um presente pra ele e queria receber todos os presentes que ele tinha para me dar.

E ganhei aquela chupada! Foi um pouco engraçado, porque a barba postiça ficava encostando e me fazendo cócegas, e não deixei ele tirar, falei que papai Noel tinha de ser autêntico! A gente ria demais!

E continuei ganhando presentes, com o pintão dele entrando dentro de mim, em tudo que foi jeito. Rolamos no tapete, ali ele me comeu de conchinha, depois cavalguei, e por último fiquei de quatro para gozar gostoso.

E o ultimo presente foi uma espécie de vinho branco, mais espesso, entende? 


E o Papai Noel ainda fornecia leite...


Agradeci a ele, por ter colaborado com o pedido de meu marido e ficou claro que a partir de agora não preciso mais esconder minhas trepadas, já que ele me deu aquele presente, isso deve valer para o ano todo, com ou sem papai Noel!

Menino... e quando ele chegou à noite, fez questão de que a ceia fosse servida no meu corpo, fiquei deitada na mesa, ele me encheu de comida e foi devorando tudo!

Que Natal! Vou ver se te convido pro próximo!

Beijão!

Carmen

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Dois casais numa cama só...


Vai rolar o que?

(escrito por Kaplan)

Eu não sei se ainda hoje essas coisas que narro aqui acontecem. Explico. A maioria dos casos que narro, são, digamos assim, do século passado! Coisas que aconteciam muito nos anos 70, 80, e um pouco menos nos anos 90.
Ménages, troca de casais, casamento aberto... eu não invento essas coisas. Elas aconteciam, muitas vezes eu estava participando, outras vezes amigos me contavam.
Vejo hoje tanto conservadorismo que me pergunto se ainda acontecem essas coisas... enfim, se não acontecem, as pessoas não sabem o que estão perdendo!

Dois casais, amigos meus, por exemplo, adoravam se encontrar para fazerem swing. E se os quatro não podiam estar juntos, ménages também eram feitos. Tudo numa boa!
Esses casais eram o Túlio e a Yoná, o Zélio e a Vivienne.
Dos quatro, só a Vivienne tinha cabelos louros. Todos os outros eram morenos. Os casos deles que vou narrar aqui hoje, aconteceram por volta de 1981, se a memória não me falha.
Eles tinham pouco mais de 10 anos de casados, não tinham filhos e sabiam aproveitar a vida como ninguém.

Primeiro caso. 

Túlio e Yoná visitam Zélio e Vivienne. Como não tinham avisado, encontraram o Zélio bem à vontade, só de cueca. Vivienne estava de short e camiseta.

- Por que não avisaram? Eu teria preparado algo gostoso pra gente! – reclamou Vivienne.
- E tem coisa mais gostosa do que você?
- Deixa de ser chato, Túlio. Não é disso que estou falando! 

Era só chegarem e a festa começava!
Riram muito e ela os levou ao quarto, onde o Zélio, de cueca, assistia TV, deitado na cama. Desligou assim que viu eles entrando. E Yoná sentiu-se no direito de ficar tão à vontade quanto ele. Tirou a roupa e só de lingerie deitou-se ao lado do amigo.
Túlio tirou a camisa e deitou-se também, e Vivienne espremeu-se entre a parede e o corpo dele.

Nem precisavam falar nada. Era só deixar bocas e mãos fazerem o que sabiam fazer de melhor. Beijos estalados eram dados e as mãos começavam a roçar os corpos. A mão da Yoná já segurava o pau do Zélio, ainda de cueca. Bem estufada!
E o Túlio começou a tirar a camiseta da Vivienne. Ela ajudou-o. Tirou e começou a tirar o short, no que foi seguida por ele que tirou a calça e a cueca. Do outro lado, Yoná já estava sem sutiã e tirou a cueca do Zélio.

Logo se podia ver as mãos das duas batendo punhetas para seus parceiros. E claro, depois de endurecê-los, Vivienne já começou o boquete no Túlio. E logo recebeu o pau dele, na famosa comida de ladinho. Enquanto isso, o boquete da Yoná se fazia ouvir, ela era sempre barulhenta nas chupadas que dava. 

Era um tal de chupar, de cavalgar... de comer e de dar!

E a Vivienne parecia estar com pressa. Já sentava no pau do parceiro e cavalgava, enquanto o boquete da Yoná ainda rolava. Foi comida de ladinho em seguida, enquanto a cavalgada continuava firme e forte do lado deles.
Já quase gozando, Vivienne ficou de quatro para ser penetrada e o Zélio, por incrível que pareça, começou com um papai e mamãe na Yoná. Ela gostava e ele sabia disso.

Foi uma boa trepada, dos quatro. Só então se lembraram de que havia vinho e cerveja, e foram beber. Se Túlio e Yoná tivessem pernoitado, haveria mais, mas eles foram embora.

Segundo caso – 

Foi um ménage, pois quando Tulio chegou, estava sem a Yoná.

- Ela demora, Túlio?
- Acho que sim. Tava enrolada no trabalho...
- Bem...
- Tem problema não, vamos pra cama, quero dois machos só pra mim hoje!
- Olha como ela fala, Zélio...
- Tá impossível mesmo, já literalmente me comeu na hora do banho!
- Então vamos dar um trato nela?
- Agora! 

Ela gostou muito de ter os dois só pra ela!
Correram para o quarto e os dois a colocaram no meio deles e começaram a dar o trato. O marido beijava e o Túlio mamava e foram arrancando as roupas dela ao mesmo tempo em que tiravam as deles. Em questão de minutos lá estavam os três pelados, ela beijando o Túlio e o Zélio enfiando os dedos na xotinha.

E quando ela fez boquete no Túlio, o Zélio meteu na xotinha, bombando e sacudindo o corpo dela por inteiro.
Depois ela foi cavalgar o Túlio e chupar o marido em pé ao lado dos dois.
Depois ela ficou de quatro para o marido tornar a meter, e ela chupando o Túlio. Ficou revezando os boquetes com as trepadas até gozar e cair deitada, satisfeita, feliz da vida.
Yoná ligou. Estava acabada, ia pra casa e pediu pro Túlio encontrar com ela lá.

- Aposto que vocês dois comeram a Vi, mas me aguardem, em breve darei pros dois...

Terceiro caso – 

Exatamente o que Yoná tinha previsto? Não, não foi bem o que ela queria. Dessa vez ela e a Vivienne ficaram com o Túlio, pois o Zélio tinha viajado.
Nem por isso o divertimento foi menor.
Depois de alguns poucos minutos conversando – sempre na cama do casal – elas começaram a se despir. Blusas tiradas, a Vivienne foi dar uma chupadinha nos mamilos do marido e a Yoná começou a tirar a calça dele, logo ele estava nu e as duas, então tiraram seus shorts, calcinhas. 

Ele também gostou muito de ter as duas só pra ele!
Vivienne mostrava mais uma vez sua fúria. Enroscou-se no marido, enchendo-o de beijos e passando as unhas no peito dele. Yoná pegou no pau dele e ficou masturbando-o até endurecê-lo para, então dar uma boa chupada.

Ele comeu a esposa primeiro, mas não se descuidou da Yoná, mamando nela bastante. Depois ele a colocou sentada em seu pau e a Vivienne colocou sua xotinha na boca do marido. Ele a chupava enquanto Yoná o cavalgava. Quando ela cansou de pular, ele comeu a esposa de novo, de cachorrinho e, em seguida, fez a gracinha de fazer um papai e mamãe na Yoná.

- Eu ainda não esqueci, viu, Túlio? Você e o Zélio estão me devendo um ménage. Vou cobrar!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Na república tinha até papai Noel!


O que a gente não inventava!

(escrito por Kaplan)

Mais um Natal que alguns estudantes passaram nas suas repúblicas respectivas, ou visitando colegas em outras. E valia tudo para fazer os amigos e amigas esquecerem que não poderiam ir para suas casas e estavam obrigados a permanecer ali, por vários motivos, o principal sendo o financeiro. Havia estudantes que moravam até em outros estados e era muito caro deslocar-se até lá.

Foi assim que Valdemar e Plínio pensaram num jeito de animar as colegas e amigas Gilma e Antonieta.
Na noite do dia 24, o Valdemar foi até a república onde elas moravam, levando uma garrafa de vinho.

As duas estavam conversando, ambas tristes por aquele Natal sem graça que estavam vivenciando. A chegada dele com o vinho melhorou o astral, logo abriram e começaram a tomar, enquanto conversavam, riam. 

Olha quem chegou de repente...
Eis que chega... o Papai Noel em pessoa! Plínio improvisara uma roupa do velhinho e chegava com outra garrafa de vinho.
Foi uma festa total.
E Antonieta reclamou:

- Mas Papai Noel, você só trouxe o vinho? Não trouxe pelo menos uma linguiça pra gente comer?
- Trazer eu trouxe, mas... não é para comer, só pode chupar!
- Quebra o galho... mostra ela pra nós!

E o safado do Papai Noel abriu a calça e mostrou a linguiça, ou seja, seu pau. Que ambas já conheciam e sabiam ser uma excelente linguiça, assim como a do Valdemar.
Então a festa começou. As duas foram fazer boquete no Papai Noel e no Valdemar. 

Um Natal pra ficar na história...com linguiça e vinho...
Quem pegou a linguiça do Noel foi a Antonieta, mas logo as duas trocaram. Não valia a pena desperdiçar nenhuma... e Natal é época de compartilhar as coisas...
Boquete pra cá, boquete pra lá...
Não demorou para que os presentes ficassem melhores.

Papai Noel comendo a Antonieta, Valdemar comendo a Gilma, ambas de quatro no sofá. Depois, cavalgando e novamente de quatro.
E o Papai Noel era mesmo um pidão. 

A linguiça merecia um cuzinho...
Falou que merecia um cuzinho. A Gilma topou e foi ao encontro dele. A Antonieta não curtia anal, então continuou cavalgando o Valdemar.

E o cuzinho experimentou a linguiça natalina, levada para seu interior exatamente pelo Papai Noel.

Aquele Natal começou triste, mas acabou bem alegre, com os quatro trepando. E trepando mais, porque já que ninguém tinha nada para fazer mesmo, os dois ficaram na república delas, dormiram lá, o que significa que treparam mais ainda.

Uma ceia diferente... mas todos gostaram!


terça-feira, 21 de agosto de 2018

Um belo presente de natal


 Estudantes também comemoram...

(escrito por Kaplan)

Geralmente, nos fins de ano, a gente ia pra casa. Férias, Natal, Ano Novo... quase tudo era comemorado com os parentes. Mas havia alguns e algumas estudantes que moravam em outros Estados e nem sempre tinham a grana para poder fazer essa viagem. Então, quem ficava, combinava de passarem o Natal e Ano Novo juntos(as), para não morrerem de tristeza ou tédio.
E teve um ano que eu fiquei e me encontrei com três amigas, a Aline, a Camila e a Juci.

- Você ficou este ano, Kaplan? O que aconteceu?
- Resolvi variar... sabe, esse negócio de Natal... sou muito chegado não. E vocês?
- Ah... pra variar, falta de grana... sempre ficamos aqui, direto.
- Podemos passar o Natal juntos, então. Podemos?
- Claro! Nós três íamos ficar na república, aparece lá. Vamos ter vinho, castanhas, uvas, passas... leva alguma coisa mais sólida pra gente comer. Vai ser legal!

Fiquei pensando em como incrementar a reunião. Das três, eu só não tinha transado ainda com a Juci. Comprei algumas coisas como elas pediram, mas resolvi levar um presente especial para a Juci. Eu tinha certeza de que ia encontrar as três bem à vontade, para não dizer que estariam nuas.
Arrumei um pano vermelho, improvisei um gorro à la Papai Noel e fui ao encontro delas. 

Ia ser o Natal das peladas?

Como eu previa, elas estavam nuas, com exceção de gorros vermelhos. Então tratei de ficar pelado também. E aí falei que precisava ir ao banheiro, levei uma caixa que eu já tinha preparado, com um buraco onde enfiei meu pau depois de uma punhetada para deixá-lo duro. Aí voltei para a sala e me aproximei da Juci.

- Tenho um presente especial para você.
- Mesmo? Que legal! O que é?
- Abre a caixa para ver!

Ela abriu e lá estava meu pau.

- Vocês não pediram para eu trazer algo sólido? Pode pegar e conferir a solidez dele!

Ainda bem que ela não era tímida...
Abriu, viu, deu uma risada, as outras viram e riram também. 

Vai chupar o Papai Noel?

E a Juci tirou a caixa, jogou-a longe e começou a me fazer um belo boquete. Que as duas assistiram, na certa esperando a hora de receberem o mesmo presente...

- Deixa um pouquinho pra nós, Juci!

Ela atendeu às amigas, me soltou e elas me jogaram no sofá e as duas vieram me chupar ao mesmo tempo. Eu tinha preparado um presente, mas, pelo visto, quem ganhou o presente fui eu...

- Esta festa tem hora pra acabar?
- De jeito nenhum... você não sai daqui enquanto não comer nós três! Pode demorar a noite toda, não tem problema.
- Posso comer a Juci primeiro? Nunca transei com ela!
- Vamos quebrar seu galho! Juci, vem cá. Como é que você gosta?
- De qualquer jeito... mas prefiro cavalgar. Esse moço aguenta?
- Kakaka... ela não te conhece mesmo, Kaplan. Vem cá, querida, senta ai e pula, que a gente vai ver você cansar de pular!

E ela veio, e sentou e pulou. Apesar de magrinha, tinha resistência e foram bons minutos que ela ficou pulando em cima de mim, até gozarmos, os dois, ao mesmo tempo.

Aí fomos comer e beber. E rimos, dançamos, conversamos, ficamos conhecendo melhor a Juci, que tinha entrado naquele ano na faculdade.
A Camila foi a segunda a ser comida. 

Este Papai Noel chupa direitinho...

Primeiro me chupou e fez questão de ser chupada. Eu sabia que ela ia querer, sempre queria. Por ela, só existiria o sexo oral!
A comi de ladinho, primeiro, depois de cachorrinho. E como, quando ela gozou, eu não gozei junto, a Aline aproveitou para me cavalgar também.

Não me deixaram ir pra minha república. Tive de passar a noite com elas, o que significa que durante a noite eu fui atacado pelas três. De manhã cedo, eu não tinha forças nem para tomar o café que elas me ofereceram. 

Foi um bom Natal... nem queria pensar o que ia rolar no Ano Novo!


terça-feira, 3 de abril de 2018

O dia em que brinquei de papai Noel


Com as sobrinhas papai Noel se transforma!

(escrito por Kaplan)

Como no Natal é difícil fazer coisas que pensamos ser muito interessantes, eu sempre convido minhas sobrinhas para comemorarmos alguns dias antes.

Ano passado, infelizmente uma delas não pôde aceitar o meu convite, porque estava de caso com o patrão dela e ele intimou-a para “comemorarem” o Natal exatamente no dia em que eu havia marcado.

Assim, apenas Paulinha e Cecília compareceram. Uma pena, pois o nosso Natal foi muito gostoso!

Quando elas chegaram, me encontraram vestido de Papai Noel. Mas a vestimenta era apenas um gorro na cabeça... eu estava pelado!

Elas acharam graça e entraram logo no espírito da festa, tirando as roupas e ficando nuas junto comigo. 

Papai Noel dá presentes...
Paulinha se ofereceu primeiro para receber o presente. Inclinou-se sobre uma poltrona e sua bela bunda ficou ali, toda oferecida. Tratei de enfiar o pau e começar a estocar. Cecília não ficou parada, pelo contrário, sentou-se no chão, ficando com a cabeça entre minhas pernas e as da Paulinha. O que permitia a ela lamber minhas bolas enquanto eu metia na prima.
Dali a pouco ela levantou e fez um malabarismo... toda doida ela.
Apoiou as mãos no corpo da prima, e colocou as pernas em meus ombros, então eu a chupava enquanto metia na Paulinha.
Confesso que era uma posição interessante, mas Paulinha começou a gemer não era de tesão, era de dor por aguentar o peso da prima...

Por isso, acabei fazendo ela ficar deitada sobre a prima. As duas xotinhas ficaram uma em cima da outra e eu pude revezar as bombadas. Como já tinha metido muito na Paulinha, enfiei o pau na xotinha da Cecília e comecei a dar-lhe boas estocadas. E Paulinha teve de aguentar os seios da Cecília roçando em suas costas. 

Isso é que é menage...
Passei a revezar. Meti na Paulinha de novo e enfiava o dedo na xotinha da Cecília. Depois metia na Cecília e o dedo enfiava-se na Paulinha.
E as duas começaram a se beijar, me deixando enlouquecido.
Quando demonstrei que ia gozar, mais que depressa as duas correram e pegaram um prato cheio de biscoitos e ficaram aparando minha porra que caiu em cima deles.

Foi a primeira vez que comi biscoito com cobertura de porra. E minha, ainda por cima!
Elas comeram tudo... não sobrou nem um!

- Papai Noel manda um recado: presentes só amanhã cedo... então vocês precisam dormir aqui...
- Tem de colocar o sapatinho na árvore?
- Mas é claro... imagina se não colocam! Não ganham presentes! 

Que espetáculo!!! Elas são meu presente de Natal!
Obedientes, rindo sem parar, as duas colocaram os sapatos perto da árvore e fomos os três para a cama. Quando vi as duas dormindo, levantei cuidadosamente e fui colocar os presentes que havia comprado pra elas nos respectivos sapatos. Voltei para a cama. Era lindo ver as duas dormindo peladinhas... me enfiei entre as duas e dormi.

Elas acordaram antes de mim e correram para ver os presentes. E voltaram para a cama para me agradecer, o que significa que o dia começou com mais uma bela trepada do papai Noel com elas.
Já de banho tomado e vestidas para irem embora, Paulinha me perguntou se haveria presente para a Helena também.

- Diga a ela que Papai Noel vai ter uma conversa muito séria com ela, para ver se ela merece ganhar alguma coisa!
- Oba! Podemos vir junto com ela?
- Não, a conversa com ela será particular! E pode dizer que será muito séria!
- Eu acho que será uma conversa muito dura... tão dura quanto as de ontem e as de hoje...


terça-feira, 28 de março de 2017

Natal: época de transar com papai Noel



Mas alguém ainda acredita nele?

(escrito por Kaplan)

Pois vocês acreditam que a Taciana, com 26 anos de idade, ainda acredita em papai Noel? Acredita! Nos garantiu que todo dia 24 ele aparece na casa dela, leva um presentinho e ainda transa com ela. Diz que é para recuperar as energias, pois cansa muito viajar pelo mundo afora!

É evidente que quando ela nos contou isso, todos rolamos de rir.Mesmo porque ela falou séria, não falou em tom de brincadeira. 

- Tá bom, Taciana, a gente acredita piamente em você. Só nos explica quem é este Papai Noel!

Aí nem ela conseguiu segurar o riso.

Está bem... tenho de rir... (foto: Kaplan)
- Vocês estão estragando minha fantasia natalina... que coisa! Povo mais sem graça!
- Vai... desembucha... quem é que se fantasia de Papai Noel pra te comer?
- É o Brás, meu namorado. Quem mais poderia ser?
- E ele vai vestido de Papai Noel?
- Vai sim...é muito divertido. Ele chega com um saco às costas, parece que está cheio de presentes, mas não, tem só uns 2, o resto é jornal picado que ele usa para encher. Aí eu finjo que sou uma garotinha, mostro pra ele que meu sapatinho está perto da árvore.
- Tem árvore também?
- Tem, claro, sempre faço e é lá que ponho o sapatinho. Aí ele me pergunta se fui uma boa menina, se obedeci papai e mamãe... e.... kakakaka... se chupei bem meu namorado, se transei direitinho com ele durante o ano todo, se dei o rabinho pra ele. É um longo interrogatório, que eu respondo já nua, sentada no colo dele. E só sentindo o pau do velhinho ficando grossinho...
Daí, satisfeito com minhas respostas, ele tira a calça e fica só com o casaco... vocês precisam ver que gracinha o saco do Papai Noel!
- Ah... sai pra lá!!!

Todo mundo ria desbragadamente. Ela contando, falando como se fosse uma menina realmente à espera de presentes do bom velhinho – era muito engraçado.

- Aí ele fala que trouxe presentes pra mim. Se tinha algum de verdade, ele me dá, espera eu abrir, depois fala que tem outro. E aí me come.
- Eu tenho muita curiosidade em saber como é que Papai Noel transa, pode explicar pra gente?
- Claro que posso. Primeiro tenho que colocar o cd com as músicas próprias, né? elas fazem parte da mise en scene. Então ele me abraça, me beija, e a gente fica ali mesmo, no tapete. Eu já deixo um lençol e travesseiros, a gente estende e deita.E ele me pede para demonstrar como é que eu faço com o meu namorado. Então eu faço um boquete, depois jogo ele no sofá e sento em cima, e pulo que nem as renas devem pular quando o puxam... kakaka...

Papai Noel só não põe o saco dentro... mas o resto... vai tudo!

Depois ele me come de cachorrinho – adoro! E, como eu disse que dava o rabinho pro namorado, o Papai Noel faz questão que eu dê pra ele também.
E assim termina a minha noite natalina. Só não dá pra comer o peru dele!

Gente... aquele papo estava divertido demais! Nunca rimos tanto!
E a Meg não iria deixar passar batido:

- Muito bem, seu Natal com Papai Noel parece ser ótimo. Agora, vai me dizer que na Páscoa ele aparece em sua casa vestido de coelho!
- Não, de jeito nenhum!!! Eu é que me visto de coelhinha e vou ao apartamento dele!!! Mas isso eu contarei na Páscoa. Hoje não pode!