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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Corno que é corno gosta de ver a esposa dando pros amigos


Verdade verdadeira, essa!

(escrito por Kaplan) 

Sim, mais um comprovação de muitas histórias que já publiquei aqui no blog. Cornos adoram ver namoradas ou esposas dando pros amigos.
E com meus conhecidos Tito e Graziela não foi diferente.

Depois de muita insistência dele, ela concordou em transar com um amigo deles, o Inácio. Era um amigo muito querido de ambos e ela achou que seria a pessoa mais indicada para o evento. Ela desejava que o que acontecesse ficasse em segredo, e poderiam confiar em que ele guardaria esse segredo.

O Tito pediu que a Graziela o convidasse. Ela achou melhor não telefonar, mas conversar pessoalmente. Só marcou o encontro pelo telefone, sem dizer do que se tratava. Ele a receberia em seu apartamento. 

Nem sei como te falar isso...
Lá foi ela. Meio constrangida a princípio, acabou contando tudo. Como o marido queria que ela transasse com alguém e que ela acabara concordando e achava que ele, Inácio, seria o amigo mais indicado.

- A gente se gosta muito, né, Inácio? A não ser que você não queira...

Ele respirou. O que era aquilo que acabara de ouvir?

- Grazi... confesso que nunca imaginei que ouviria isso algum dia, de quem quer que seja, ainda mais de você!
- É, eu sei que é meio estranho mesmo, mas você é o único amigo que temos que eu confio. Por favor, aceite, se não eu terei de acabar transando com outra pessoa de tanto que ele insiste!
- Tudo bem, vou aceitar sim. Mas escuta, ele quer ver? Acho isso tão constrangedor para uma primeira vez nossa!
- Eu também imagino que será. A não ser que...
- O quê?
- Acabei de pensar em algo... e se não fosse nossa primeira vez?
- Como assim?
- Já que ele quer, poderíamos transar antes, só nós dois, acho que aí ficará mais fácil, tanto pra você quanto pra mim.
- Só se for agora! 

Assim a gente se prepara... 
Ela deu um sorriso e o abraçou e se beijaram e logo aconteceu a transa. Que foi ótima, por sinal, ela não tinha nada a reclamar.
Então, combinaram de, no sábado, ele ir ao apartamento do casal.

Ele apareceu, conforme acertara com ela. Não diriam nada ao Tito daquela primeira trepada.
A sala do apartamento era pouco mobiliada, Tito e Graziela eram bem descolados nesse aspecto. Havia um tapete cobrindo praticamente a sala toda, e almofadas espalhadas sobre ele.

Os três sentaram-se no tapete, ela no meio dos dois. Conversa fiada, beberam taças de vinho e finalmente ela aproximou seu corpo do Inácio, que a abraçou. Ouviram um suspiro forte vindo do Tito.

Então, o Inácio levantou a camiseta dela, pegou nos seios e mamou um pouco neles, para, em seguida, tirar a calça e a calcinha dela e encher seu corpo de beijos. Tirou sua calça e sentou-se, para que Graziela, ajoelhada, viesse chupar seu pau. A bunda dela estava quase encostando no marido que, excitadíssimo, não parava de pegar em seu pau. 

Ele ficou muito excitado vendo o amigo comendo a esposa.
E aí ele a comeu. Ela com a cabeça nas pernas do marido e o Inácio metendo por trás. Depois ela o cavalgou e, finalmente, deitou-se de costas, de novo com a cabeça nas pernas do marido e o Inácio meteu pela frente até ela gozar, gemendo muito e deixando o Tito com um tesão como nunca ele tivera igual. E adorou ver que o Inácio tirava o pau da xotinha dela e gozava em sua barriga.

Terminada a transa, Inácio agradeceu aos dois a confiança, jurou que nunca contaria nada a ninguém e foi embora. O Tito, enlouquecido com o que vira, tirou a roupa e transou com ela que também notou o tesão dele. Nunca ele trepara com tanta vontade e prazer como naquela noite!

Bem... a história termina aí? Claro que não.
Ela gostara muito de transar com o Inácio e no dia seguinte telefonou para ele falando disso e combinando horários em que ela poderia estar com ele no apartamento.

- Seu marido virá também?
- Não, só eu. É mais gostoso quando estamos só nós dois, né?
- De fato...
- Mas se ele insistir em que eu transe com outra pessoa, vou falar abertamente que só confio em você e ele então irá te chamar para assistir.


sexta-feira, 26 de abril de 2019

O amigo comia e o marido só ganhava beijinhos


Mas ele ficava tão feliz...

(escrito por Kaplan) 

Corno que é corno gosta de saber que é, e gosta mais ainda de ver. Todos os que eu conheço, e são muitos, sempre me confessaram essa vontade insana de ver suas namoradas ou esposas transando com outros caras.

Serafim não era diferente. Casado com Áurea, uma bela loura de 28 anos, ficava louco de tesão quando ela contava algum caso. Trepava com ela como se fosse a última trepada, e ela adorava aquilo.

Interessante é que, tendo recebido carta branca dele para transar com outros, ela não se incomodaria de saber que Serafim transava com outras mulheres. Mas ele era fidelíssimo! Toda vez que ela tocava no assunto, ele descartava.

E ele costumava levar alguns amigos em sua casa. Nada de surpresas. Ele avisava que levaria, pois gostava que ela os recebesse toda produzida.
Um desses amigos que ia muito lá era o Gonçalo. 34 anos, boa pinta e melhor pinto, segundo a definição dela.

E eis que ele chega junto com o marido. Ela abriu um largo sorriso quando viu os dois, sabia que o Gonçalo tinha ido para mais uma gostosa transa. 

Ah... vocês chegaram...vamos ter farra hoje!
Estava no sofá, aguardando os dois. O marido sentou-se ao lado dela e deu-lhe um beijo. O Gonçalo sentou ao lado do Serafim e ela colocou as pernas nas coxas do marido, então os pés ficaram à disposição do Gonçalo, que os pegou e massageou.

Mas logo o Serafim trocou de lugar com ele, e Áurea já foi sentando no colo do amigo, abraçando-o e beijando-o. Serafim começou a olhar os dois, coçava o pau que logo endureceu e ele ficou pegando nele o tempo todo.

E Gonçalo ficou passando a mão nas pernas da Áurea, entrou com ela por baixo do vestido e chegou à região mais interessante. Que, por exigência do marido, estava descoberta, assim como os seios. Ela respirou fundo ao sentir a mão dele percorrendo sua xotinha, um dedo, sorrateiramente enfiando-se dentro dela.

- Meu bem, tira o vestido pro Gonçalo te ver!
- Querido, mas ele já me viu tantas vezes... tá bem, eu vou tirar. 

A pedido do marido, ela se desnudou
Tirou e ficou nuinha, em pé, na frente do Gonçalo que, realmente, já a tinha visto várias vezes, mas nunca se cansava de admirar o belo corpo dela.
Depois de passar a mão nela todinha, recebeu a ordem dela para tirar a roupa também. Enquanto ele se levantava e tirava, ela sentou no colo do marido e deu-lhe um beijinho. Então, vendo que Gonçalo já estava nu, pegou no pau dele e começou um boquete.

Era o momento que Serafim quase gemia, como se o boquete fosse nele...
E ela chupou muito aquele que ela considerava “melhor pinto”. Sempre chupava agradecendo a sorte de ter casado com o Serafim que lhe proporcionava essa chance de trepar com outros caras. 

Então ele a colocou ajoelhada no sofá, ao lado do marido e meteu nela por trás. Ela gemia, fazia questão, porque desde a primeira vez que transara com outro, ela viu como o Serafim se excitava ouvindo-a gemer. Caprichava, já pensando na trepada que daria com ele depois que o Gonçalo fosse embora.

E o Gonçalo, naquele dia, caprichou. Depois de meter bastante, ele a colocou sentada no sofá, com as pernas pra cima e meteu pela frente. O Serafim podia ver o pau do amigo entrando e saindo furiosamente da xotinha da esposa. Era uma cena indescritível! 

Marido bom é esse meu...
E quando ele a colocou para cavalgá-lo e ela pôde dar um beijo no marido enquanto pulava... foi épico. Ele gozou antes dos dois... a calça ficou toda breada. Ela sorriu, quando viu. 

E continuou pulando até gozar e depois receber o gozo do Gonçalo.
Que noite, aquela...

Gonçalo foi-se, e iria aguardar novo convite, claro.

E o casal foi tomar um banho, felizes os dois com o que tinha rolado e da maneira como rolara.

terça-feira, 10 de abril de 2018

A esposa não se incomodava de ver o marido e a sogra juntos


Mais uma família feliz...

(escrito por Kaplan)

Cláudia era mãe de Bárbara, casada com Enio. Mais um típico casal que por circunstâncias fortuitas acabaram tendo a mãe como parceira de cama. 

Quem é que tem uma sogra gostosa assim?

Enio ficara muito feliz desde a primeira vez que foi chamado a dar conta das duas, porque a sogra era ainda bem nova e tinha um corpo de fazer inveja à filha.

A sogra não morava com eles, mas vivia indo lá.
E numa noite, ao regressar da balada, ela encontrou o Enio tomando café na cozinha.

- Ê, sogrinha...tava na farra, hein?
- Nada de especial, apenas fui dançar com algumas amigas. Só dança mesmo...
- Quer um café?
- Sim, aceito.

Pegou uma xícara e quando Enio foi servir, um desencontro de mãos fez com que um pouco de café caísse ao chão. 

Ela estava na balada com essa roupa...
Ele se apressou em pegar um pano para enxugar, mas ela disse que iria fazer isso. E ajoelhou para enxugar o chão onde o café tinha caído. E Enio ficou observando as belas pernas dela, praticamente visíveis em sua totalidade porque o vestido dela subiu e até a calcinha apareceu.

- Todas as sogras deviam ser como você, Cláudia... os genros seriam as pessoas mais felizes do mundo!

Ainda ajoelhada, ela deu um sorriso.

- E todos os genros deviam ser sedutores e gostosos como você...

Limpo o chão, ela, ainda de joelhos arrastou-se até perto dele e puxou a calça, o que fez o pau dele aparecer para ela pegar e colocar na boca.
Estava fazendo um belo boquete quando a Bárbara apareceu. Tinha sido acordada pelo barulho e foi ver o que estava acontecendo.

- Eita, mas vocês dois não se cansam... isso é lugar de transar? Vamos pra cama!

Caminharam todos para a cama do casal e lá chegando Barbara substituiu a mãe na bela arte do boquete. 

O trio perfeito: sogra, esposa e genro...
E depois do boquete, ela foi a primeira a sentar no pau do marido e a pular bastante. Mas logo saiu, dando o lugar pra Cláudia e ela mesma foi levar a xotinha à boca do marido que passou a chupá-la. E Cláudia pulava bastante...

Ele voltou a comer a esposa, agora de ladinho, devidamente assistidos pela sogra. Que, em seguida, ficou de quatro e foi comida pelo genro.
Também de quatro a esposa foi comida. E gozou.

Ele deu mais uma assistência à sogra, que também chegou ao gozo.
E terminaram a bela transa com ele se masturbando e derramando seu gozo no rosto das duas.

Nem preciso dizer que dormiram os três na mesma cama, corpos colados, ele no meio das duas, o que levou, algumas horas mais tarde, a uma nova transa dele com a esposa. A sogra dormiu o tempo todo e não reagiu nem quando ele, brincando, colocou o pau nos lábios dela.

Rindo, os dois voltaram a dormir. Como a Cláudia ainda ia ficar o dia inteiro por lá, sabiam que haveria mais transas assim que todos acordassem.


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Prefiro lanchar você, é mais gostosa que pão!

Eu sempre achei isso...

(escrito por kaplan)

Ah, dona Meg... sempre às voltas com primos e vizinhos...
Marcelo era um vizinho novo. Que, para variar, encantou-se com ela e ela com ele. O resultado não se fez esperar.
De olho no olho mágico, ele viu a hora que saí para trabalhar e bateu a campainha lá no nosso apartamento. Estava tão mal intencionado que foi de roupão. E, claro, embaixo não tinha nada. E encontrou Meg na cozinha apenas com uma camisa social minha. 

Ele não me deu sossego!!!
Ela estava preparando o lanche que iria comer quando ele chegou. Fez ele entrar, e lá na cozinha ela continuou arrumando o pão que iria comer. Fazia um sanduiche que foi interrompido porque ele começou a beijar-lhe o pescoço, arrepiando-a da cabeça aos pés.
Ela insistia em continuar a preparar o sanduiche e ele insistia em beijá-la. Ela virou o rosto pra ele, recebeu beijos na boca  e mãos nos seios, por cima da camisa.
- Espera um pouco Marcelo, estou fazendo um sanduiche e vou fazer um pra você também.
- Prefiro lanchar você, é mais gostosa que pão!

Com uma dessas, Meg esqueceu do sanduiche. E entregou-se aos beijos e amassos com ele. Desconfiada de que embaixo do roupão não tinha nada, tirou-o e comprovou. Lá estava ele, nu, de pau duro, que ela pegou.
Teve uma ideia. Em cima da mesa havia um pote de mel, já aberto.

- Vou fazer de seu pau o pau mais doce que já chupei!

Enfiou os dedos dentro do pote de mel e lambuzou o pau dele completamente. Ai, ajoelhou-se e fez aquele boquete. Delicioso, docinho! 

Pau de mel ou pau com mel???
Marcelo estava encantado. Que vizinha mais adorável era aquela. Já no primeiro encontro fazia essas coisas todas. E como chupava bem! Já estava pensando em lambuzar a xotinha dela com mel também...
E ela não parava de chupar. Ele teve de interrompê-la antes que ela colocasse tudo a perder.

- Me come, Marcelo... agora!

A ideia do mel na xotinha ficou pra depois. Ele a colocou sentada na mesa, abriu a camisa e tirou-a. Enfiou o pau na xotinha e ficou no vai e vem, entremeado com mamadas e beijos.
Olhou na mesa. Havia também geléia de goiaba. Pegou o vidro, abriu, e derramou um pouco nos seios dela e beijou, lambeu, mamou.

- Seus biquinhos também são os mais doces que já provei!

E dos biquinhos ele foi descendo até chegar na xotinha, que também lambuzou com a geléia e mandou a língua, deixando Meg fora de si.
Chupou-a demoradamente. Ela estava adorando, mas sentia falta do pau dentro dela e tornou a insistir com ele para que a comesse.
Ele atendeu.
Enfiou novamente o pau e, dessa vez, com mais intensidade bombou até ouvir ela gemer.

- Está gostando deste vizinho?
- Adorando...
- Vamos trepar muito?
- Se depender de mim, sim...
- Vamos colocar muitos chifres no seu marido?
- Não, de jeito algum!
- Como assim?
- Não tenho segredos, vou contar tudo a ele.
- Ficou doida? Se contar ele mata você e a mim também!

E o pau dele começou a amolecer, de tanta preocupação.
Ela riu.

- Vou precisar de endurecer ele de novo?
- Você quase me fez brochar totalmente.
- Deixa de ser bobo... ele vai saber e não vai matar ninguém não. Faça o favor de não me deixar na mão, continua a meter como estava metendo. 

Não é chifre... pode me comer à vontade!
Mesmo sem acreditar, ele deu uma punhetada, endureceu o pau e tornou a enfiar. Meteu bastante. Mas ela queria mostrar a ele como gostava, então desceu da mesa, fez ele deitar no chão e sentou em cima, pulando até conseguir o gozo.

Aí teve que explicar tudo pra ele, para tranquiliza-lo.
Fez isso mantendo o pau dele dentro dela.
E quando, finalmente, ele entendeu e se acalmou... o pau ainda estava duro e treparam de novo.

Quando cheguei para o almoço, ela me contou o que tinha acontecido. E concluiu:

- Mesmo com o susto dele, foi uma trepada e tanto. Mas algo me diz que as próximas serão melhores!


Posso tomar banho com você? Estou atrasada!

Era louca, ela?

(escrito por Kaplan)

Tem caras que se hospedam na residência de amigos casados e que devem ter nascido com a bunda virada pra lua. Como são sortudos!
Esposas lindas e que adoram colocar chifres nos maridos... é tudo de bom!

E Carlos foi um desses sortudos. Veio visitar uns amigos, e hospedou-se na casa de um deles, cuja esposa,  Cristina, logo que o viu arquitetou um plano para traçar o rapaz.
Ele chegou numa tarde, quase noite, e aí ficaram apenas batendo papo, lancharam, mostraram a casa para ele. Ele amou o banheiro da suíte, que tinha uma hidro.

- Poxa... vocês tem o que sempre imaginei que teria em casa. Adoro tomar banho em hidro, receber aquela massagem gostosa...

Foi o que bastou para Cristina pensar como conseguiria seduzi-lo.

- Pois amanhã você poderá usar...
- Mesmo? Vocês são o máximo, realmente...

Foram dormir e, na manhã seguinte, ao tomarem o café, o marido da Cristina despediu-se, ia para o trabalho.

- Mas amanhã é sábado, e a gente vai passear bastante, vou te mostrar a cidade toda!

Deu um beijo na esposa e foi embora. 

Nossa... mas ela mostra mesmo!
Carlos pôde, então, admirar com mais cuidado a Cristina, que estava usando um shortinho e uma camiseta e durante o café, quando ela foi servi-lo, inclinou-se e ele teve uma bela visão dos seios dela. Começou a suspeitar que os trajes dela eram inapropriados para uma esposa... mas ótimos para um voyeur!
Foi ela que lembrou a ele do banho na banheira.

- Ah, é mesmo... Posso ir agora?
- Pode sim, fique à vontade.

O banheiro da suíte não tinha porta, ele notou. Mas ignorou o fato, tirou a roupa, colocou a água e quando a banheira estava bem cheia, entrou, viu que havia aqueles frascos com produtos que faziam muita espuma, derramou um deles e ligou a hidro. Logo estava mergulhado no meio de uma quantidade enorme de espuma.
E aí veio a surpresa. 

Hmmm... isso é muito bom!
A Cristina entrou lá, falando candidamente com ele:

- Escuta, posso tomar banho com você? Estou atrasada!

Ele não sabia o que dizer, mas nem foi preciso, porque ela começou a tirar a roupa. Tirou a camiseta e ele viu melhor o que já tinha vislumbrado na copa. Tirou o short, lentamente. O pau dele reagiu, endureceu e ficou à vista, provocando um sorriso nela.
Tirou a calcinha e aí demonstrou o que queria: passou a calcinha no pau dele e depois entrou, ficando sentada de frente pra ele. E o pau dele, ali, duríssimo, à vista dela.
Que pegou nele, comentou sobre a beleza e ficou masturbando-o.

Carlos quase enlouqueceu. Já tinha imaginado que ela o estava provocando, mas ali, naquele momento, ela fazia algo que tinha certeza de que não ficaria só naquilo. E era a esposa de um amigo, ele deveria encarar?
Não havia como não encarar... as mãos dela caprichavam na punheta, passou um óleo no pau, continuou punhetando e depois, olhando fixamente pra ele, ela pôs o pau na boca e fez um boquete.

Alucinado, Carlos pensou em não prosseguir. Levantou-se para sair, mas ela não deixou, continuou segurando o pau dele e chupando sem parar.

- Seu marido sabe disso?
- Só vai saber se você contar!
- Coloca muito chifre nele? 

Mais um chifre no corninho...
- Muito... já perdi a conta. E quero pôr de novo agora. Não me recuse, será uma indelicadeza sua!

Resignado, ele sentou na borda da banheira e ela sentou nele. Que satisfação! Que pau grosso ele tinha que a completava totalmente.
E pulou muito nele. Até cansar.

Mas queria mais. Ficou de quatro, apoiando as mãos nas bordas da banheira e lá veio o Carlos enfiando de novo o pau na xotinha dela. Viu quando ela gozou e então, de frente pra ela, pegou o pau e bateu com ele na língua dela que o chupou novamente até ele derramar seu gozo dentro de sua boca.

Sábado e domingo não aconteceu nada de especial naquela casa, a não ser olhares cúpidos trocados entre eles.

Na segunda-feira, a banheira de hidro viu um repeteco do que acontecera na sexta. E a cama do casal também viu o novo chifre que ela colocou no marido, com a competente ajuda do Carlos.


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

No meio da transa da esposa com o amigo, o marido revelou-se um chupador de pica


Mais um da série: as surpresas da vida!

(escrito por kaplan)

A gente ouve falar que existe... mas custa a acreditar. No entanto, se pensarmos que muitas mulheres são bissexuais, porque os homens não podem ser também? Já narrei aqui várias aventuras da Meg com dois amigos paulistas, que eram assumidamente bi.
E hoje fiquei sabendo por uma amiga minha, Clarice, que ainda estava meio assustada porque, em meio a uma bela ménage, descobriu que seu marido Davidson também apreciava uma rola...

- Kaplan, ainda não digeri muito bem a coisa. Confesso que se eu soubesse, eu não iria me assustar, pois sei de muita gente que é bi, a própria Meg é, não é verdade? Mas acontecer numa ocasião em que eu estava na cama com um amante e ele... foi um susto e tanto!
- Me conta isso... eu nem desconfiava que o Davidson atacava em duas frentes! 

Muito sexy, a camisolinha.... (foto: Kaplan)

- Pois então... tínhamos combinado um ménage com um amigo nosso, que não vou falar o nome porque é casado e sempre nos pede discrição. Eu já estava na cama, de camisolinha, aquelas bem sexy, meu marido só de cueca, a gente preocupada porque o amigo atrasou. E já ficamos pensando que talvez, por ser casado, ele não iria aparecer... quando, finalmente ele aparece. Meu marido foi lá abrir a porta e o trouxe pra nosso quarto.
Ele entrou, se desculpou e começou a brincar com o Davidson:

- Então, essa coisa fofa aí na cama está à minha disposição? Louca pra dar uma chupada na minha pica? E vou poder come-la todinha?

Nós rimos. É claro que ele estava ali pra isso mesmo!
Ele começou a tirar a roupa e logo estava nu, e Kaplan... ele tem uma pica poderosa mesmo. Tem o maior orgulho! É grande, linda! E aí meu marido tirou a cueca e veio pra cama, ficou vendo eu fazer um  boquete legal no nosso amigo. E o pau dele ficou grandão... 

Maravilhosa a piroca dele... maravilhosa!

- Aí é que veio o susto. Depois do boquete, eu falei com o Davidson:

- Querido, essa pica dele é linda não é? E você nem tem ideia de como é gostosa! Sabe o que ele falou? “Mas posso ficar sabendo!” E caiu de boca na pica do nosso amigo, chupou com gosto! Ficamos boquiabertos, mas parece que ele chupa bem, porque o nosso amigo fez um sinal de que estava gostando.

Depois que ele terminou de chupar, tirei a camisola, fiquei só de calcinha, mas logo os dois a arrancaram, enquanto eu dava mais uma chupada no pau dele ele começou a passar as mãos em mim, a apertar minha bunda... e meu marido só olhando e comentando como era sensual me ver com a pica de outro na boca... ele sempre fala isso!

Aí o amigo deitou, eu sentei no pau dele e enquanto eu cavalgava, Davidson ficava beijando minha bunda, passando a mão no meu cuzinho... beijava meus pés, porque sabe que eu fico louca quando me chupam os pés... e quando a pica do amigo escapuliu da minha xota, ele abocanhou-a de novo e fez outro boquete... e eu cada vez mais admirada. 

Nunca pensei ver meu marido fazendo isso...

Mas expulsei-o, rsss.... e voltei a sentar porque queria gozar muito. Depois eu fiz o Davidson deitar, coloquei um travesseiro nas costas dele e ajoelhei, ficando apoiada no travesseiro. O nosso amigo ajoelhou também e meteu em minha xota, aquela posição de cachorrinho, sabe?

É nessa hora que eu sempre começo a gemer e o Davidson fica louco quando me ouve gemer. Mas tinha de aguentar, porque eu estava em cima dele... e o nosso amigo é incansável, não para de meter quando estou nessa posição!
- Tô vendo que estou te excitando...
- Claro que está, daqui você não irá sair impune!
- Oba... vou querer sim, mas deixa eu terminar. Aí ele parou, eu sai de cima do maridão, mas ele continuou deitado, agora de costas. Eu entendi o que ele queria: deitei em cima dele, de costas também, minha xota ficou perto da boca dele e o nosso amigo veio meter, pela frente. Por que isso? Porque aí o Davidson podia ficar com a pica do nosso amigo em seu rosto e aproveitava para lamber tudo que tinha direito. A pica e minha xota. E tome bombada... cruzes! Trepar com este amigo é fantástico!
E aí, meu caro, ele goza, tira o pau, a porra começa a descer e meu marido começa a lamber.
Tenho ou não tenho razão de ficar assustada?

- Precisa não, Clarice... ele se revelou, apenas isso. É algo que não o desmerece, nem o diminui. Aceite isso numa boa e trate de participar. Aposto que depois desse dia, suas transas com seu marido melhoraram.
- Incrível... melhoraram sim.
- Mas a nossa, agora, vai ser muito boa, não vai?
Ela só deu um sorriso e tirou a roupa.