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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

A mãe, a filha e o genro - que familia feliz!

 A família que trepa unida permanece unida

(escrito por Kaplan)  

 

Está virando moda genros comerem a sogra com a filha concordando e até participando? Acho que sim, porque venho hoje contar uma outra história desse tipo.

Os envolvidos: Katya, a mãe; Carina, a filha, casada com Salvador, o genro.

Naquela manhã, Carina saiu para fazer uma caminhada, como fazia todos os dias. Salvador, aquele típico trabalhador virtual, que só fica em casa, foi ao quarto da sogra para dar um bom dia e eis que a vê apenas nua, aquela bunda maravilhosa exposta, ela fazendo movimentos lascivos. O que ele tinha de fazer? 

Uma sogra que dorme assim... quer ...


O que sempre fazia: subiu na cama e foi beijar o bumbum da sogrinha querida que ficou muito feliz em vê-lo ali. E depois de beijar, chupar aquela buceta gordinha, que tinha chamado a atenção dele desde quando a conhecera, na piscina da casa dela. 


Que genro não ficaria louco vendo isso?


Era o autêntico “capô de fusca” e ele comentou com a Carina, que riu muito e contou pra mãe, que ficou vermelha, mas tinha gostado do interesse do namorado pela sua perereca.

Não demorou muito tempo para que ele visse o capô sem a calcinha,ao vivo e a cores, sim, eles começaram a transar desde o tempo de namoro e foi por isso que ela convidara o casal para morar com ela. Como a Carina já sabia das transas do Salvador com a mãe, não colocou obstáculos.

E  Salvador, como bom marido que era, não deixava a esposa na mão não... comparecia pelo menos quatro vezes por semana, deixando os outros dias para se deliciar com a sogra. A filha tinha a quem puxar... que mulher gostosa era a sogra!

Ela ensinou a filha a fazer boquete e ele recebia cada boquete que quase o faziam gozar! Eram ótimos. Chegaram a fazer ménages algumas vezes.

Mas voltemos àquela manhã, nós o deixamos lambendo a xota da sogra e ela, depois, fez o boquete admirável nele. Chupou deitada de bruços, deitada de costas, deitada de lado... e aí se ofereceu para receber o pau dele. E ele meteu gostoso, vendo a sogra levantar as pernas e colocá-las sobre seus ombros, era o frango assado que ela adorava. E estavam no bem bom, quando a Carina chegou, falando que ia tomar um banho e foi tirando a roupa e notou o que acontecia no outro quarto, foi até lá, viu e ficou com vontade.

Então subiu na cama, deu um beijo na mãe e outro no marido. 


Quando a filha viu o que rolava... quis rolar junto!


- Vocês já devem ter trepado muito, agora é minha vez. Já nua, ficou de quatro e o marido metendo nela, ela olhando pra mãe que sorriu e apontou pra sua xota. Carina entendeu o que ela queria e começou a chupá-la enquanto recebia as estocadas do maridão.

Depois de satisfeita, as duas foram chupar o pau dele e,em seguida, a sogra quis cavalgá-lo, tudo assistido pela filha que achava  lindo a mãe pular no pau do marido.

E para fechar com chave de ouro... nada melhor do que beber um leite quentinho... as duas adoravam!

 

domingo, 12 de abril de 2020

A sogra viu o genro depilando uma amiga... e não gostou!


Aceitou, mas quis um bom pagamento em troca

(escrito por Kaplan)                                                     

Voltemos ao tema das bizarrices. É cada uma que acontece, que a gente só acredita porque quem estava envolvido confessou, até um pouco envergonhado, mas confessou.
Apresentemos, inicialmente as personagens da bizarrice.
Geruza – a sogra
Viriato – o genro
Carol – a amiga

E o que aconteceu, vocês já souberam pelo título deste relato. O Viriato estava em casa, recebeu a visita de uma amiga que tinha ido procurar a esposa dele, mas ela não estava e iria demorar.

- Ah, que pena... eu precisava que ela me depilasse... (esqueci de dizer que a esposa dele trabalhava num salão e fazia depilações)
- Não pode ser mais tarde?
- Não, não pode, eu tenho um compromisso hoje e preciso estar depiladinha...
- Entendi. Bem, eu posso fazer isso, se você não se incomodar.
- Não sei, será que ela não vai ficar irritada?
- Não, já fiz em várias amigas dela (preciso dizer que o genro era um mentiroso premiado).
- Então eu topo. 

Olha o que a sogra viu...

- Vamos ali no quarto, pode se despir e eu vou preparar.

A Carol tirou a roupa toda, sentou-se e ele veio fazer a depilação à moda antiga, ou seja, com um barbeador. Passou a espuma na xotinha dela e começou, delicadamente, a tirar os pelos todos de lá. Já estava praticamente no final, já limpando e conferindo quando a Geruza, a sogra, chega e pega aquela cena bizarra: o genro pegando na xotinha de uma mulher que não era a esposa...
Criou caso, expulsou a moça de lá, que saiu correndo, sem entender nada, aliás, ela nem conhecia a Geruza.
E ela continuou a esbravejar com o genro. E falou que ia contar tudo pra filha, assim que ela chegasse.

- Por favor, sogrinha, não conte! Eu estava apenas fazendo o que a moça precisava e ela não podia esperar...
- Vou contar sim senhor, seu safado!
- Por favor, eu faço qualquer coisa, mas não conte.
- Faz qualquer coisa, é? Qualquer coisa mesmo?
- Faço, menos pagar, não tenho dinheiro.
- Não é dinheiro que eu quero. Quero ser comida. Se me comer bem, eu não conto.

Ele parou e pensou, a sogra não era nenhuma princesa, mas... se ela contasse, o casamento dele iria acabar. Então concordou. 

Isso foi o começo do pagamento...

Deitou na cama e esperou ela tirar a roupa. Ela só tirou a saia e a calcinha, continuou com a blusa, o que fez ele suspeitar que os seios deviam ser bem caídos e ela não queria mostrar. Já a xotinha... precisava de uma depilação também, mas não teve a cara de pau de sugerir.
E ela demonstrou logo o que queria. Deitou na cama e abriu as pernas. Ele entendeu e foi dar uma chupada nela. Não precisou demorar, porque ela viu que o pau dele já estava quase todo rijo e tratou de pegar nele e fazer um boquete.

E a comida não demorou a acontecer. De ladinho, ali mesmo na cama, ele penetrou-a. Foi difícil, ela devia estar há tempos sem transar. Lambeu de novo e tornou a enfiar, finalmente entrou tudo. Depois de algumas bombadas, ela quis cavalgar e ele não se incomodou. Faria qualquer coisa para ela guardar segredo. 

E ele fez a sogra gozar... estava garantido o segredo!

E ela cavalgou bastante, ainda tinha energia!
E pra sorte dele, ela gozou, o que quer dizer que o segredo seria mantido, pois ela falou que se gostasse, não iria contar. Como chegou ao orgasmo, pareceu a ele que o que ela dissera seria efetivado.
Foi mesmo, mas ele não ficou livre da sogra não, ela exigiu repeteco! Não naquele dia, mas volta e meia aparecia por lá, conferia se a filha estava ausente, e levava o Viriato pra cama. Gostou!


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Minha sogra chamou a vizinha e as duas acabaram comigo!


As sogras de hoje não são como as de antigamente...

(escrito por Kaplan)

Eu não sei se meu amigo Tomé é sortudo, mas parece que ele nasceu com a bunda virada pra lua. Tem muito tempo que não o vejo, mas na virada do século ele esteve em nossa casa e dava gargalhadas contando o que tinha rolado entre ele e a sogra.

- Olha, vocês tem de me prometer que nunca contarão pra minha mulher o que vou contar a vocês. Mas a Fábia, minha sogra, enlouqueceu um dia, quando estava em nossa casa, com minha mulher trabalhando, e ela entrou no banheiro. 

Ela me viu pelado... e adorou!
Eu estava tomando banho e ela me viu peladão, lógico. E não conseguia tirar os olhos do meu pau. Bem, vocês e eu já fizemos ménages e vocês sabem que meu pau não é dos menores...

Meg interrompeu, brincando:

- É mesmo? Eu não tinha reparado nisso... posso ver?
- Agora não, se eu mostrar, como te conheço sei que você vai querer fazer um boquete e aí eu não conto o caso. Deixa eu terminar, mal comecei!
- Está bem... continue!

- Então, ela me viu pelado e fez a coisa mais doida do mundo. Tirou a roupa e entrou no boxe comigo. Perguntei o que era aquilo e ela me falou: 

- Olha, estou há muito tempo sem ver essas coisas, desde que meu marido foi embora. Minha filha vai me desculpar mas nunca vi algo tão grandioso assim... e aí ela começou a me chupar, a esfregar os peitos em mim... e aconteceu... comi!
Depois foi um horror. Ela ficou apavorada, me pediu desculpas, essas coisas. Bem, o tempo passou, achei que já estava esquecido, quando, um belo dia, ela me aparece com uma vizinha dela, chamada Bruna. Uma louraça, gostosa paca. Ela sabia que minha mulher não estaria em casa, então já foi direta ao assunto.

- Tomé, eu não resisti, tive de contar pra Bruna, e ela ficou doida pra ver essa coisa que você tem entre as pernas. E nós viemos aqui hoje, para ela ver, pegar e fazer o que quiser... em outras palavras, vamos pra cama. Nós três. 

A sogra e a vizinha me chupando... coisa de doido!
E falando isso, ela já tirava meu cinto, abria minha calça, mostrava meu pau pra Bruna e foi me puxando pro quarto, e a Bruna veio junto. Me puseram na cama, e a Bruna já foi pegando meu pau e chupando. Mas a Fábia não ia ficar só assistindo... Foi ajudar a amiga a chupar e lá estava eu, deitado na minha cama sendo chupado pelas duas.
E a sogra tirou a roupa, ajoelhou perto da minha cabeça e me deu os seios para mamar, enquanto a Bruna continuava no boquete.

- Que felicidade a sua, hein, Tomé... mamando e sendo mamado...
- Pois é... tava bom demais. Aí a sogra deixa a xotinha na minha boca. E a Bruna tirou a roupa, ficou ajoelhada na cama... e aí a sogra e ela se deram beijos e mais beijos, e a sogra mamou nos peitos da Bruna... loucura total.
Daí a sogra desceu o corpo e sentou no meu pau. E a Bruna ficou onde estava a sogra antes, ou seja, com a xotinha na minha boca. 

Sogra no pau, vizinha na boca... uau!
No meio de gemidos e mais gemidos, a sogra gozou e deu o lugar pra Bruna. E ela também pulou bastante, até também gozar.
Aí ficaram as duas me chupando de novo até eu encher o rosto das duas com meu gozo.

-  E daí, Tomé? O lance continua?
- Não. Foi só aquela vez. Ainda bem, do jeito que elas me esgotavam, minha mulher ia acabar descobrindo que eu punha chifre nela.
- Sabe o que acho? Que você inventou tudo isso só pra nos deixar excitados e a gente fazer um ménage, aqui e agora...
- Inventei não, gente. É verdade, aconteceu isso mesmo. Agora, se vocês ficaram excitados...

Nem preciso contar o resto. O ménage rolou bonito!

terça-feira, 12 de junho de 2018

Fui pescar e fisguei minha sogra


Este tipo de pesca foi bem diferente...

(escrito por Kaplan)

Um amigo nosso do clube que frequentávamos, o Ney, logo que se casou enfrentou um problema sério de desemprego e aceitou a opinião da esposa, que sugeriu a ele ir passar uns tempos num sitiozinho que a mãe dela tinha. Ela argumentou que ele poderia tentar encontrar algo para fazer lá e, mesmo se não encontrasse, pelo menos refrescaria a cabeça, pois estava bastante estressado.

Carolina, a sogra dele, deu a maior força e ele então resolveu passar uns dias lá para ver o que poderia rolar em termos de emprego numa cidade menor.
Ficamos sem notícias dele por uns dois meses. Ai ele reapareceu. Havia sido chamado de volta para seu antigo emprego.
E nos contou, reservadamente, que tinha rolado coisas muito interessantes lá no sitiozinho da sogra.

- Olha, ela me recebeu muito bem, foi muito carinhosa comigo, e eu pensei que era pelo fato de eu estar meio deprimido por conta da falta de trabalho. Mas depois de uma semana mudei de ideia... vocês nem imaginam o que aconteceu. E por favor, nunca comentem com ninguém, principalmente com minha esposa.

- Está nos deixando curiosos...desembucha logo!

- Pois então. Depois de uma semana procurando e não encontrando nada, ela sugeriu que eu fosse até um riacho que tem ali perto e pescasse. Falou que o marido dela sempre que tinha um problema, ia pescar e a solução chegava. 

Será que pescar vai resolver minha vida? Sei não...
Não acreditei muito não, mas fui. E fiquei um bom tempo, até ver que ela vinha ao meu encontro, com uma cesta cheia de frutas e água, sucos... E foi aí que reparei nas pernocas dela. Cara... para uma mulher de 53 anos, ela tinha pernas lindas... e ainda estava com uma saia curtinha... e ela viu que eu olhei. Pois sentou ao meu lado, ficamos conversando, comendo as frutas, bebendo, e como eu não tinha pescado nada, logo depois nos levantamos e voltamos pra casa dela. Foi aí que aconteceu. Ela ficou bem perto de mim, e me perguntou se eu estava sentindo falta da esposa. Falei que sim e aí ela disse que poderia substituir a filha em algumas coisas. Olhei pra ela, não acreditando no que ela falou e ela – adivinhem! – passou a mão em meu pau.

E falou: - acho que sentimos o mesmo tipo de falta... podemos resolver isso. 

Nós dois estamos em falta... vamos resolver isso!
Eu estava sem saber o que falar. Nunca tinha imaginado algo parecido. E ela não me deu tempo de pensar muito não, me colocou sentado no sofá e sentou praticamente em cima de meu colo, a saia curtinha subiu, eu vi a calcinha dela. E ela colocou minha mão lá... e aí eu esqueci que ela era minha sogra... abaixei a blusa dela e mamei nos peitões, e ela pediu que eu tirasse a saia dela, tirei, ela tirou minha bermuda, me chupou, sentou em cima de mim e pulou até gozar.

- Que loucura, Ney!
- Pois é... e daí em diante, gente, era todo dia, toda hora.
No dia seguinte, eu já tinha tomado banho e me vestido para sair à procura de algum trabalho, quando ela apareceu, me jogou no sofá, sentou ao lado e já mandou a mão no meu pau. Falou que estava cedo para eu sair e poderíamos fazer algo enquanto isso. Estava com um vestido bem decotado e eu só tive o trabalho de enfiar a mão dentro dele e pegar nos seios... e aí ela revirou os olhos, baixou minha calça e me fez um boquete legal. Depois ficou de quatro no sofá, e eu lá metendo... metendo...
Só depois é que ela me deixou sair.
E de noite... estava deitado, só de cueca porque fazia muito calor... e ela entra no quarto, toda vestida, parecia que ia a uma festa. Mas não, ela queria é fazer festa ali na cama comigo...

Maravilha de sogra!!!
Pôs meu pau pra fora e lá veio boquete. Depois ela disse que queria “serviço completo”, demorado, ia passar a noite comigo. Então fui tirando a roupa dela, mamando, e fiz de tudo: papai e mamãe, frango assado, cavalgou e por último meti nela de quatro. Ela gemia bem alto, pelo visto estava gostando muito. E ainda fez questão de tomar um leite antes de deitar e dormir ao meu lado.

De manhã eu não resisti e perguntei: 

- Sogrinha, como você fazia antes de eu vir morar aqui? Ficava no seco? Ou tinha alguém?

Ela riu e não teve qualquer pudor de me contar que andou transando com um pintor que foi pintar a casa. Falou que ele ficou cinco dias e foram 10 trepadas... quando ele chegava e quando ele saía.

E ainda comentou, detalhadamente, os locais da casa em que transaram, o tamanho do pau dele, as chupadas que deu, as cavalgadas, os banhos que tomaram juntos... disse que tinha feito uma bela festa, mas depois ele não apareceu mais. Por isso ela tinha ficado tão feliz com a minha chegada!

E nem preciso dizer que todo dia teve trepada lá... dois meses! Uma beleza de sogra!


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Minha sogra me pegou pelado


Quando isso acontece, só tem duas opções...

(escrito por Kaplan)

Outro amigo que encontrei também tinha uma história interessante, mas não se tratava de vizinha, e sim da sogra dele! É cada coisa que fico sabendo...

Sérgio me disse que estava de férias naquela semana. A sogra sempre aparecia por lá. Genoveva era o nome dela. E não era dessas sogras que chegam e vasculham a casa, pelo contrário, ficava sempre na cozinha (adorava cozinhar pra eles) e na sala. Nunca adentrava os quartos, só se fosse chamada. Por isso, quando ele estava no quarto, não se preocupava em ficar nu, e muitas vezes, nos dias de maior calor, como era o caso daquela semana, ele tomou um banho, deitou-se nu na cama e ficou mexendo no laptop, olhando coisas que lhe interessavam. Para azar ou sorte dele, estava vendo um site pornô... quando a sogra entrou no quarto, sem bater na porta nem nada. 

Cara... ela me pegou pelado vendo pornô...
- E aí, cara, que situação... minha sogra me pegou pelado e, ainda por cima de pau duro, por conta dos videozinhos que eu estava assistindo. O que eu podia fazer? Tentei tampar o pau, claro. Mas ela não se incomodou, tinha ido me perguntar se havia um tempero, algo assim.
Eu não sabia o que responder, então ela sentou na cama, ao meu lado e ficou comentando sobre o vídeo que eu estava olhando. E ao falar, gesticulava e esbarrava a mão na minha perna... o que só fazia meu pau endurecer mais ainda...
E como eu vi que ela ria do vídeo, comentava, percebi que ela devia ter esse hábito também, então relaxei, descruzei as pernas, mas fiquei segurando meu pau.
E aí... a surpresa maior. Ela ficou olhando e falou que gostava muito de bater punheta pro falecido.

- Ele adorava... e era até uma situação parecida com essa, eu chegava, via ele pelado com a mão no pau, como você está agora. Ele me olhava com aquele olhar pidão e eu sabia o que ele queria. Então tirava a roupa, ficava nua como ele estava, deitava na cama com ele e batia a punheta. 

Ela fazia isso com o marido... e agora comigo!
- Aí, cara, endoidei de vez. Ela ia falando o que fazia com o marido e foi fazendo, ali na minha frente... tirou a blusa, a saia, o sutiã, a calcinha, ficou peladona e deitou ao meu lado na cama. Pegou no meu pau e começou a bater punheta pra mim... e bateu até eu gozar e quando eu estava gozando ela abaixou o corpo e deixou minha porra cair nos seios dela. Belos seios, aliás, fartos... muito fartos...

Fiquei pensando se seria só aquilo. E foi. Ela levantou, falou que ia tomar um banho, catou as roupas e se mandou. Quando terminou o banho, voltou ao quarto e falou que não era pra eu contar pra minha esposa, pois podia dar galho.

- Ela pode até me proibir de vir aqui, e você ficará para sempre sem chance de eu bater outra pra você!

Prometi que não ia falar nada. Como não falei. Logo minha esposa chegou para o almoço e voltou pro trabalho dela. A sogrinha providenciou a arrumação da cozinha, lavou tudo. Eu voltei ao quarto, queria tirar uma soneca. Mas ela me interrompeu de novo. 

Punheta e boquete... endoidei!

Foi até a cama, tirou minha calça e bateu outra... dessa vez com o requinte de um boquete. Me deu uma bela chupada e depois me punhetou de novo até eu gozar.

Aí eu fiquei grilado e perguntei se seria só isso.

- Claro! Tá pensando em me comer, seu safado? Nem pense nisso. É só punheta e oral. De mim em você, nem pense no contrário!


terça-feira, 10 de abril de 2018

A esposa não se incomodava de ver o marido e a sogra juntos


Mais uma família feliz...

(escrito por Kaplan)

Cláudia era mãe de Bárbara, casada com Enio. Mais um típico casal que por circunstâncias fortuitas acabaram tendo a mãe como parceira de cama. 

Quem é que tem uma sogra gostosa assim?

Enio ficara muito feliz desde a primeira vez que foi chamado a dar conta das duas, porque a sogra era ainda bem nova e tinha um corpo de fazer inveja à filha.

A sogra não morava com eles, mas vivia indo lá.
E numa noite, ao regressar da balada, ela encontrou o Enio tomando café na cozinha.

- Ê, sogrinha...tava na farra, hein?
- Nada de especial, apenas fui dançar com algumas amigas. Só dança mesmo...
- Quer um café?
- Sim, aceito.

Pegou uma xícara e quando Enio foi servir, um desencontro de mãos fez com que um pouco de café caísse ao chão. 

Ela estava na balada com essa roupa...
Ele se apressou em pegar um pano para enxugar, mas ela disse que iria fazer isso. E ajoelhou para enxugar o chão onde o café tinha caído. E Enio ficou observando as belas pernas dela, praticamente visíveis em sua totalidade porque o vestido dela subiu e até a calcinha apareceu.

- Todas as sogras deviam ser como você, Cláudia... os genros seriam as pessoas mais felizes do mundo!

Ainda ajoelhada, ela deu um sorriso.

- E todos os genros deviam ser sedutores e gostosos como você...

Limpo o chão, ela, ainda de joelhos arrastou-se até perto dele e puxou a calça, o que fez o pau dele aparecer para ela pegar e colocar na boca.
Estava fazendo um belo boquete quando a Bárbara apareceu. Tinha sido acordada pelo barulho e foi ver o que estava acontecendo.

- Eita, mas vocês dois não se cansam... isso é lugar de transar? Vamos pra cama!

Caminharam todos para a cama do casal e lá chegando Barbara substituiu a mãe na bela arte do boquete. 

O trio perfeito: sogra, esposa e genro...
E depois do boquete, ela foi a primeira a sentar no pau do marido e a pular bastante. Mas logo saiu, dando o lugar pra Cláudia e ela mesma foi levar a xotinha à boca do marido que passou a chupá-la. E Cláudia pulava bastante...

Ele voltou a comer a esposa, agora de ladinho, devidamente assistidos pela sogra. Que, em seguida, ficou de quatro e foi comida pelo genro.
Também de quatro a esposa foi comida. E gozou.

Ele deu mais uma assistência à sogra, que também chegou ao gozo.
E terminaram a bela transa com ele se masturbando e derramando seu gozo no rosto das duas.

Nem preciso dizer que dormiram os três na mesma cama, corpos colados, ele no meio das duas, o que levou, algumas horas mais tarde, a uma nova transa dele com a esposa. A sogra dormiu o tempo todo e não reagiu nem quando ele, brincando, colocou o pau nos lábios dela.

Rindo, os dois voltaram a dormir. Como a Cláudia ainda ia ficar o dia inteiro por lá, sabiam que haveria mais transas assim que todos acordassem.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Semana temática 3 - Aventuras na piscina 4



Ver o genro nadar nu despertou o tesão adormecido da sogra

(escrito por Kaplan)

Célia andava percebendo que sua mãe, Auxiliadora, viúva recente, ficava meio indócil quando estava perto do genro, o Fernando. Também pudera, ele chamava a atenção pelo físico atlético, além de ser bonito, educado.
E Célia teve uma idéia maluca, mas pensou bastante e resolveu que ia fazer o possível para realizar o que tinha pensado.

Deu sorte, porque alguns dias depois, Auxiliadora tinha saído para ir no salão arrumar cabelo, fazer unhas... as coisas normais que uma mulher faz num salão. E voltara logo, revoltada, porque a moça que agendava tudo havia esquecido de marcar o que ela pedira. 

- Imagina, filha, vou lá toda semana e a infeliz não agendou. Com sorte, consegui que ela marcasse a manicure pra amanhã cedo, mas o cabelo... só na sexta que vem!

Célia mal conseguiu esperar o sábado chegar e a mãe sair pro salão. O Fernando levantou, tomou café e vendo o sol maravilhoso que estava naquele dia, chamou a esposa para nadarem. E ainda brincou:

- Já que sua mãe não está, podemos nadar pelados, como antes... que tal? 

O que ele tem no meio das pernas????
 Ela ficou admirada, porque era justamente isso que tinha pensado. Deixar a mãe ver o Fernando nu. E quem sabe os dois acertavam os ponteiros? Ela não teria problema algum em saber que seu marido transava com a sogra...

Então disse a ele que poderia ir, que ela só iria dar uma adiantada no almoço e já iria também.
Na verdade ela demorou, para dar tempo de sua mãe chegar. E quando a mãe chegou, ela mostrou o Fernando na piscina. E Auxiliadora enlouqueceu.

- Minha filha... o que é aquilo entre as pernas dele? Você usa sempre?

Ela riu...

- Mãe, claro que uso. E se você quiser usar também, tira a roupa e vai lá!
- Filha, você tem certeza de que falou o que eu ouvi?
- Tenho, mãe, não tem problema, vai lá, pode ir!
- Ele tá sabendo disso?
- Não, ainda não tinha comentado com ele. Mas ele vai gostar, tenho certeza!

Auxiliadora olhou bem pra filha. Ela não estava bêbada. Estava falando com consciência. Então, já que era assim, tirou a roupa toda e foi caminhando em direção à piscina. 

Que sogra maravilhosa...
Quando o Fernando ouviu os passos, pensou que era a Célia e olhou. E aí viu a sogra pelada, sorrindo, indo entrar na piscina.

- Dona Auxiliadora, desculpe, a gente pensava que você ia demorar no salão.
- Não quero nem saber, Fernando. Foi sua esposa que me mandou vir aqui, nesses trajes. E falou que eu posso te agarrar ou você pode me agarrar, mas ela quer nos ver agarrados!

Fernando não estava acreditando. Olhou na direção da cozinha e viu a Célia rindo e fazendo, com os dedos, o sinal de positivo. 

Bem, pensou ele, a sogrinha não é de se desprezar... tem um belo corpo, e já que a filha não se incomoda, vamos lá!
Nadou em direção a ela, abraçou-a por trás, pegando nos fartos seios. Ela estremeceu... há quanto tempo não sentia uma mão masculina nos seios... e ainda mais aquele pau  endurecendo nas suas coxas...

- Vamos sair, Fernando...

Saíram, ela começou a se enxugar, ele também. E aí ele falou:

- Que tal se nós dois formos agarrar a Célia?
- Boa ideia, podemos sim, mas... não pense que eu vou sair beijando ou chupando minha filha... meu negócio é só com você! 

O sonho de todo genro...
Entraram e pegaram a Célia ainda na cozinha. E a carregaram para a cama, a despiram. Com as duas nuas na cama, o Fernando começou a chupar as xotinhas delas. Enquanto chupava uma, enfiava o dedo na outra e ia revezando, até o momento em que elas pediram pau. E ele deu, primeiro para as duas o chuparem e depois foi meter a pica na sogra, que esperava ansiosa por aquilo.

E comeu-a bonitinho, de papai e mamãe, com Célia assistindo e passando a mão nele, beijando-o. Depois da sogra bem comida, Célia ficou de quatro e ele meteu até ela gozar.
E como era a primeira vez, ele se masturbou e gozou em cima das duas.

- Olha aqui,vocês dois. Eu achei a ideia da Célia bem maluca, mas não vou negar que gostei. E a pergunta agora é: foi só hoje ou vai ter mais?

Célia riu e falou que poderia ter mais sim. Afinal, quem dispensaria uma boa transa?