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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Minha sogra me pegou pelado


Quando isso acontece, só tem duas opções...

(escrito por Kaplan)

Outro amigo que encontrei também tinha uma história interessante, mas não se tratava de vizinha, e sim da sogra dele! É cada coisa que fico sabendo...

Sérgio me disse que estava de férias naquela semana. A sogra sempre aparecia por lá. Genoveva era o nome dela. E não era dessas sogras que chegam e vasculham a casa, pelo contrário, ficava sempre na cozinha (adorava cozinhar pra eles) e na sala. Nunca adentrava os quartos, só se fosse chamada. Por isso, quando ele estava no quarto, não se preocupava em ficar nu, e muitas vezes, nos dias de maior calor, como era o caso daquela semana, ele tomou um banho, deitou-se nu na cama e ficou mexendo no laptop, olhando coisas que lhe interessavam. Para azar ou sorte dele, estava vendo um site pornô... quando a sogra entrou no quarto, sem bater na porta nem nada. 

Cara... ela me pegou pelado vendo pornô...
- E aí, cara, que situação... minha sogra me pegou pelado e, ainda por cima de pau duro, por conta dos videozinhos que eu estava assistindo. O que eu podia fazer? Tentei tampar o pau, claro. Mas ela não se incomodou, tinha ido me perguntar se havia um tempero, algo assim.
Eu não sabia o que responder, então ela sentou na cama, ao meu lado e ficou comentando sobre o vídeo que eu estava olhando. E ao falar, gesticulava e esbarrava a mão na minha perna... o que só fazia meu pau endurecer mais ainda...
E como eu vi que ela ria do vídeo, comentava, percebi que ela devia ter esse hábito também, então relaxei, descruzei as pernas, mas fiquei segurando meu pau.
E aí... a surpresa maior. Ela ficou olhando e falou que gostava muito de bater punheta pro falecido.

- Ele adorava... e era até uma situação parecida com essa, eu chegava, via ele pelado com a mão no pau, como você está agora. Ele me olhava com aquele olhar pidão e eu sabia o que ele queria. Então tirava a roupa, ficava nua como ele estava, deitava na cama com ele e batia a punheta. 

Ela fazia isso com o marido... e agora comigo!
- Aí, cara, endoidei de vez. Ela ia falando o que fazia com o marido e foi fazendo, ali na minha frente... tirou a blusa, a saia, o sutiã, a calcinha, ficou peladona e deitou ao meu lado na cama. Pegou no meu pau e começou a bater punheta pra mim... e bateu até eu gozar e quando eu estava gozando ela abaixou o corpo e deixou minha porra cair nos seios dela. Belos seios, aliás, fartos... muito fartos...

Fiquei pensando se seria só aquilo. E foi. Ela levantou, falou que ia tomar um banho, catou as roupas e se mandou. Quando terminou o banho, voltou ao quarto e falou que não era pra eu contar pra minha esposa, pois podia dar galho.

- Ela pode até me proibir de vir aqui, e você ficará para sempre sem chance de eu bater outra pra você!

Prometi que não ia falar nada. Como não falei. Logo minha esposa chegou para o almoço e voltou pro trabalho dela. A sogrinha providenciou a arrumação da cozinha, lavou tudo. Eu voltei ao quarto, queria tirar uma soneca. Mas ela me interrompeu de novo. 

Punheta e boquete... endoidei!

Foi até a cama, tirou minha calça e bateu outra... dessa vez com o requinte de um boquete. Me deu uma bela chupada e depois me punhetou de novo até eu gozar.

Aí eu fiquei grilado e perguntei se seria só isso.

- Claro! Tá pensando em me comer, seu safado? Nem pense nisso. É só punheta e oral. De mim em você, nem pense no contrário!


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Tranque a porta, você é o nosso cliente premiado de hoje!

Que belíssimo prêmio!

(escrito por Kaplan)

Luciane trabalhava numa videolocadora. Para quem não sabe o que é isso, eu explico: era uma loja onde as pessoas podiam alugar fitas de vídeo. De todos os tipos possíveis e imagináveis: de desenhos animados para crianças a hots, pornôs para adultos. 

Este trabalho pode render...
Pois bem, ela trabalhava lá e morria de rir quando algum homem ia pegar um pornô e ficava todo sem graça ao entregar a fita para ela cadastrar e determinar o dia de entrega. Sacaninha, ela dava um sorriso e ainda dizia:

- Bom proveito!

Os caras saíam de lá vermelhos... ela morria de rir.
Mas acabou conhecendo um que não ficava sem graça. Alessandro era o nome dele.
Ele pegava os filmes, perguntava se ela já tinha assistido, se eram bons mesmo. Como ela via quase tudo, para poder dar informações aos clientes... o papo rolava solto entre eles. E na hora de devolver, ele comentava o que tinha achado de mais interessante no filme.

Essas conversas foram ficando cada dia mais apimentadas, e ela logo começou a fantasiar uma transa com ele, nos moldes dos filmes que ele via.

E num sábado, quase na hora de fechar, movimento fraquíssimo, eis que o Alessandro aparece por lá. E ela teve um lampejo súbito.

- Alessandro, você é um cara de sorte. É nosso cliente número 1000!
- Oba... vou levar uma fita de graça!
- Não, o prêmio é muito melhor.
- É? E o que seria?
- Tranque a porta, você é o nosso cliente premiado de hoje! 

Mas que coisa divina é essa???
Sem entender o que se passava, ele trancou a porta e aí viu a Luciane, que estava de minissaia, dar uma abaixada para guardar umas fitas na prateleira de baixo... e a saia subiu e ele viu a bunda dela por inteiro. Sacou na hora que o prêmio seria ela!

- Você é o prêmio!
- Acertou... vamos fazer um filme igual aos que você tanto gosta de levar...
- Não acredito...
- Acredite... e já reparou como quase todos começam? Com um boquete, não é? Então...põe o bicho pra fora, que minha boca está ansiosa...

Bem, ela estava falando sério. Ele abriu a braguilha e colocou o “bicho” pra fora. Ela olhou, admirada.

- Cara, você podia trabalhar nesses filmes...

Mais não disse, só pegou e chupou até o pau dele ficar totalmente duro. 

Mas isso é bem melhor que um filme...
E aí eles tiraram as roupas todas. Porta trancada, não haveria perigo de serem interrompidos. Ele deitou no carpete e ela já foi sentando em cima dele e pulando. Tentou se lembrar de tudo que já havia visto nos filmes e fez da melhor maneira que podia. E ele vibrava vendo os filmes se tornarem realidade. E logo com ele como ator principal.

Passaram para o “de ladinho” e logo ela levantou, apoiou nas prateleiras e ele a comeu, em pé.

O final? Igual nos filmes... ela chupando e ele gozando no rosto dela.

Feliz da vida, Luciane combinou com ele que deveriam assistir aos filmes juntos, para poderem repetir as cenas que seriam vistas.

Ele achou ótima a ideia e assim, só pegava os pornôs no fim de semana e eles assistiam no apartamento dele. E depois repetiam tudo, tintim por tintim!


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O irmão chegou na hora em que as duas estavam em ação



A irmã e a amiga numa boa... ele chega... qual o resultado???
(escrito por Kaplan)

Aline estava sozinha em casa quando ouviu o interfone. Correu para saber quem era e abriu um largo sorriso: era sua amiga Mary. Na verdade, mais que uma simples amiga, as duas mantinham uma relação de sexo fazia meses. 

Como geralmente acontece, foi meio sem querer que as duas descobriram. Eram daquelas amigas que parecem siamesas, pois viviam juntas, iam ao shopping juntas, estudavam juntas... não se desgrudavam!

E como já eram maiores de idade, podiam pegar vídeos na locadora, daqueles vídeos que ficavam mais escondidos... e um dia pegaram um e quando foram assistir veio aquele comichão... as duas atrizes faziam uma cena quentíssima, hot, muito hot. O frenesi das duas foi tão grande ao ver a cena, que, sem perceber, se deram as mãos, que foram apertadas e dali surgiram olhares fixos, sorrisos encabulados e um beijo. Não um beijinho... um beijo como o que elas tinham visto no filme.
Ficaram vermelhas as duas. Nunca tinham imaginado tal coisa.

As duas jamais esqueceriam o primeiro beijo...
 - Mary... eu gostei, você gostou?
- Adorei...
- Vamos de novo?

E foram, se deram mais beijos e aí, talvez inconscientemente, as mãos fizeram o que as atrizes do filme haviam feito: procuraram os seios, ambas soltaram um pequeno gemido quando isso aconteceu. Tiraram as roupas. Não era a primeira vez que ficavam nuas frente a frente. No clube tomavam banho juntas, quantas vezes elas trocaram de roupa juntas... nunca haviam olhado para os corpos uma da outra como olharam aquele dia.

Tocaram nos seios, percorreram todos os centímetros, acariciaram as bundinhas, as xotinhas, sentiram aquele tesão todo percorrendo suas veias e artérias.

- Será que somos lésbicas e não sabíamos, Aline?
- Não, eu sei que não sou e você sabe porque falo isso...
- Sei, sei que você e seu irmão transam... e eu transo com meu namorado... mas, então, o que é isso? É possível gostar de homem e de mulher ao mesmo tempo?
- Eu acho que sim, pois estou amando você e o que estamos fazendo, e amo meu irmão e o que eu faço com ele...

O fato é que, depois daquele dia, todos os encontros das duas terminavam em carícias e mais carícias, beijos e mais beijos. 


E naquele dia em que essa história começou, depois que Mary entrou, foi recebida com beijos pela Aline e as duas foram para o quarto. Sabendo que ninguém deveria aparecer naquele horário, as duas começaram a se despir e se beijavam muito enquanto faziam isso. Aline já estava só de calcinha, Mary ainda mantinha a minissaia, mas as carícias não paravam.

Aline ajudou a amiga a tirar a saia e a calcinha, ela tirou a calcinha também e passaram a uma sessão de lambidas e chupadas nas xotinhas, gemendo muito, pois adoravam aquilo.

Foi aí que Erasmo, o irmão de Aline apareceu. Surpresas, Mary mais do que Aline, elas se cobriram com o lençol.
Que coisa mais linda! Adorei ver vocês duas!

- Olha... peguei vocês em ação... que lindo!
- Aline, ele sabe?
- Sabe, contei pra ele, sem grilo, Mary!
- Posso entrar ai no meio de vocês?

Aline olhou para Mary, queria um sinal de aceitação dela e teve, Mary descobriu-se e foi beijar a barriga de Erasmo que tinha sua camiseta erguida pela irmã.

Pau pra fora da calça, as duas foram chupá-lo e aproveitavam para trocar beijos em cima da cabeçorra dele. 

Então Aline sentou no pau do irmão e Mary ficou ajoelhada com a xotinha na boca do Erasmo. Assim, as duas podiam se beijar enquanto ele chupava uma e era cavalgado pela outra.

- Quer também, Mary? Perguntou Aline, querendo saber se a amiga queria cavalgar o irmão. Ela disse que queria, então trocaram, Aline foi colocar a xotinha na boca do Erasmo e Mary sentou-se no pau dele.

Seu irmão é bárbaro, amiga... adorei!

Depois Erasmo colocou Mary de quatro e ficou bombando nela. Aline deitou-se na frente da amiga e ficou sendo chupada por ela. Os gemidos das duas deixavam Erasmo cada vez mais excitado e ele virou Mary, continuou comendo-a e fez sinal para Aline ajoelhar com a xotinha na boca da Mary, o que possibilitava a ele beijar a irmã enquanto metia na amiga.

Mudaram. Aline virou o corpo, oferecendo sua xotinha ao irmão e os seios à amiga. Viu estrelas e sinos badalando quando gozou e Erasmo não conseguiu controlar mais, gozou também na bunda da irmã (ele nunca gozava dentro dela), que, desfalecida, era beijada ardentemente por Mary.

Nem é preciso dizer que, depois daquele dia, os ménages deles se tornaram constantes.