quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Vi a vizinha transando no bosque

Espetáculo e tanto!

(colaboração de Pedro)

Mais um amigo leitor que nos envia preciosa colaboração! Mande mais, Pedro, essa foi sensacional!

Meu caro Kaplan:
Depois de ler milhares de contos em seu blog, me atrevi a te contar um lance que vi esses dias. E foi muito legal o que eu vi.

Explico: A moça que eu vi, Sandra, era dessas que a gente baba o tempo todo pensando nela. Baba e faz homenagens, você sabe do que estou falando!
Mas ela nunca deu entrada, acho que ela nem sabe que existo. Não me importo. Só de vê-la e imaginar-me numa cama com ela eu me divirto muito.

Mas sabe o que aconteceu? Eu vi a Sandra transando num bosque que tem aqui perto de casa. Não vou te contar onde é, afinal eu preciso preservar o local para novas visões, quem sabe? E o nome da gata não é Sandra, eu inventei este também para preservá-la. 

Espantaram o frio com amassos e mais amassos.
Foi muito interessante. Quando eu a vi, ela já estava encostada numa árvore, totalmente vestida, porque já fazia um pouco de frio naquele dia, e tinha um sujeito, que não sei quem é, dando uns beijos nela, corpos colados, e eu vi que a mão dela estava na zona do agrião, ou seja, no pau dele. Mas ele também estava totalmente vestido.

Fiquei de pau duro na hora. E tratei de não deixar que eles me vissem para poder apreciar bem o espetáculo.

E aí, cara, eles viraram, ele ficou encostado na árvore e ela agachou na frente dele e abaixou a calça dele, pegou no pau e começou a chupar. E eu, logicamente, comecei a bater uma punheta... não ria, até você ficaria com vontade vendo o que eu estava vendo...

Depois de ela chupar bastante, foi a vez de ele abaixar a calça dela, fazer ela apoiar as mãos na árvore, inclinar um pouco o corpo e ele foi metendo nela, de cara... e ela gostou, porque ficou até arranhando a árvore enquanto ele trepava.

E ele meteu muito. E depois eles conversaram alguma coisa, olharam para o chão e ele tirou o capote de frio que usava, estendeu no chão, ela sentou, levantou as pernas, bem abertas, ele deitou e meteu o pau de novo. 

Uau... que bunda! que buceta!
Mas eu percebi que ela não estava gostando da posição não... então eles pararam e ela ficou de quatro para receber o cacete do cara de novo. E ele não parava, metia muito mesmo.

Para minha alegria e para a bela punheta que eu estava batendo, ela tirou a roupa toda. Cara, que beleza de mulher! Perfeita! Seios que caberiam nas minhas mãos, uma buceta lisinha, coisa linda!

Foi a vez de ele deitar e ela começar a sentar no pau dele. E isso foi de frente pra mim... minha punheta chegou ao final...gozei muito, espalhando tudo nas folhagens em volta de mim. 

Olha só que bunda maravilhosa...
Mas continuei vendo ela pular, pular, depois ela virou o corpo pra ele e eu fiquei admirando a bundinha dela subindo e descendo... até ela gozar, eu vi pela cara dela que tinha gozado, levantou, ele também, ela tornou a ajoelhar e chupar o pau dele. Acredito que até ele gozar também.

Eu estava suando... que cena maravilhosa foi aquela. 

E fiquei pensando se ela fazia isso sempre ali no bosque. 

Nem preciso dizer que estou indo lá todos os dias para ver se ela aparece de novo.

Espero que você publique, vou adorar ler, recordar tudo e vou avisar aos meus amigos para lerem também. Mesmo correndo o risco de eles descobrirem quem ela é e onde ela fez a festa pros meus olhos!

Abração!
Pedro.

Nadar no rio é perigoso?


Eles não viram perigo algum!

(escrito por Kaplan)         

Genésio e Adriane eram colegas na faculdade. Mas ele, na verdade, morava no interior, estava na capital apenas para fazer o curso de veterinária e depois voltaria para sua cidade, onde seus pais tinham uma fazenda e uma boa criação de gado. Ele seria o herdeiro e estava se preparando para tal. E numa das férias, ele convidou a Adriane para conhecer sua cidade e a fazenda. Ela gostou demais, afinal, também cursava veterinária e a vida no campo lhe era muito agradável.

Foram os dois, então. A família dele a recebeu com alegria. No fundo, a mãe dele estava achando que eles eram namorados e gostara muito da Adriane.

Eles não namoravam. Eram grandes amigos, estudavam juntos, iam ao cinema juntos, grandes amigos, mas que nunca haviam tido qualquer envolvimento.

O clima da fazenda acabou fazendo com que surgisse um envolvimento.
Ele foi mostrando tudo por ali e chegaram ao final das terras do pai. E este final era justamente o rio que corria naquela região e ele era o limite entre fazendas. 

Que lugar maravilhoso!  (foto: Kaplan)

- Que rio lindo... que águas mais azuis...
- Aprendi a nadar aqui, desde pequeno que meu pai me trazia para eu nadar.
- Eu nunca nadei em rio. Só no mar e em piscinas. É perigoso?
- Você só tem de tomar cuidado. Verificar se há uma correnteza muito forte, evitá-la. Mas isso é quando o rio é muito caudaloso e extenso. Este aqui é mais tranquilo. Eu nunca tive problema em nadar aqui.
- Devia ter me falado do rio, eu teria trazido um biquíni para nadar.
- Precisa não... pode nadar de calcinha e sutiã mesmo.
- É, poderia se eu estivesse de sutiã...
- Nada de camiseta e calcinha... Adriane, deixa de ser careta, não tem ninguém aqui para ver, e eu prometo que não conto a ninguém.

Ela ainda ficou em dúvida, mas quando viu que ele tirava a blusa e a bermuda e pulava no rio só de cueca, pensou que não teria problema algum mesmo. Então só tirou a bermuda e entrou. Achou muito bom nadar em rio. 

Que camiseta mais reveladora! Lindos seios!
Eles ficaram ali, rindo, conversando, brincando. E aí o Genésio viu que a camiseta molhada mostrava dois seios belíssimos. Pela primeira vez ele não a olhou como uma colega de curso, uma amiga. Olhou-a como mulher e era uma bela mulher.

Continuaram brincando e a coisa rolou quando ele a pegou para jogá-la na água e os seios dela ficaram em suas mãos. E ele se excitou e ela sentiu o pau dele crescido e encostado em suas pernas.

Por um momento, os dois não ouviram o canto dos pássaros nem o rumor das águas correndo. Como num filme, o silêncio era total e ambos se descobriram.

- Gê... te excitei?
- Sim... me desculpe, mas não tive como evitar.
- Pede desculpas não... eu também estou excitada. Vamos sair da água?

Nadaram até a margem e ela deu a mão a ele para levantar e sair. Ele observava os seios dela subindo e descendo, mostrando a excitação. E ele não tinha como esconder o que a cueca protegia.

- Vou tirar a camiseta para ela secar... por que não tira a cueca também?

Ambos já sabiam o que desejavam naquele momento. E como sempre, a mulher tomava a iniciativa. Ela queria, ela o estava desejando.
Olharam-se em sua nudez. Dois belos corpos, seios médios, bunda arrebitada, 24 anos. Ele com 25, corpo em forma, pau de bom tamanho. Abraçaram-se, beijos aconteceram.

Ele sentou na terra, ela ajoelhou entre suas pernas e fez-lhe um boquete. 
Sorriram um para o outro.

Bem molhado esse boquete...
- Alguma vez sonhou com isso, Gê?
- Acho que sou um idiota, nunca pensei nisso.
- Somos dois idiotas, também nunca pensei... e você quer continuar?
- Nem precisava perguntar isso, Dri...

Ela sorriu, de fato, pergunta idiota a dela... então continuou com o boquete.

Depois foi a vez de ele dar-lhe uma bela chupada, colocá-la de quatro e enfiar o pau, bombando sem parar e ouvindo os gemidos dela.

Muita excitação e ambos gozaram com pouco tempo. Qual o problema? Sabiam que daquele momento em diante trepariam muito, fosse ali no rio, fosse na casa da fazenda ou no apartamento dele na capital.


terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Entrem comigo, um mundo de delícias nos espera!


 Quatro mulheres em delírio…

(escrito por Meg)

Pra variar, mais uma aventura dela que ficou escondida de meus ouvidos e olhos...

Minha amiga Lucy me chamou para ir à casa dela naquele dia. Logo imaginei que seria mais uma tarde deliciosa de muito amor, afinal eu e ela compartilhávamos nossas camas com frequência. Mas tive uma surpresa, porque quando cheguei, já estavam lá mais duas amigas nossas, Gisele e Laudiene. Eu nunca tivera nada com essas duas, apesar de sermos muito amigas. Fiquei intrigada com o que poderia ser aquele encontro. Ficamos as três na sala, batendo papo, esperando a Lucy que, finalmente chegou e parecia nervosa. Começou a falar e já foi entregando que todas nós já tínhamos estado numa cama com ela. 

Duas é bom, três é ótimo... quatro é divino!
- E, gente... eu até hoje não contei pra nenhuma de vocês, creio que deixei vocês pensando que cada uma era única, mas isso está me deixando muito chateada. E fiquei pensando em reunir todas nós aqui hoje, para todas vivermos uma tarde muito amorosa. Sei que todas somos amigas e a situação aqui é essa: três lésbicas assumidas e uma bissexual assumidíssima, que é a Meg. Então, os quartos da casa estão livres, entrem comigo, um mundo de delícias nos espera... e como temos muito tempo, espero que todas possamos transar com todas. Entendem? Ou estou sendo inconveniente?

Ela estava tão nervosa que tivemos de acalmá-la. Por mim, a tarde seria muito boa mesmo, porque as duas amigas com quem eu nunca transara antes... não eram de se jogar fora, e sabendo agora que elas eram lésbicas, fiquei bem interessada!

Mas resolvi deixar para ver quem me escolheria. Fui lá pra fora, sentei na escada de frente da casa e fiquei aguardando. 

Foi a Gisele que veio me procurar... gostei muito!
E logo a Gisele apareceu.

- Meg... que surpresa para nós todas, hein?
- Senta aqui comigo, Gi... olha, realmente, eu achei que ela tinha me convidado para transarmos, mas nunca pensei que você e a Laudiene também transavam com ela.
- Ficou chateada?
- Claro que não! Não sou namorada dela, nem casada com ela. Tenho meu marido, gosto de mulheres, mas jamais ficaria chateada sabendo que ela transa com vocês duas.
- E o que você achou da proposta dela, de todas transarmos?
- Você quer transar comigo?

Meio envergonhada, ela confessou que sim.

- Então, o que estamos fazendo aqui fora?

Ela deu um sorriso, nos levantamos e entramos abraçadas na casa. Fomos procurar um quarto e ela não perdeu tempo, me jogou na cama e deitou-se por cima de mim, me enchendo de beijos. Que gostoso que foi!

Não demorou nada para ela arrancar minha blusa e começar a beijar meus seios. Tive de avisar a ela que eu ficou louca de tesão quando me tocam os seios. Aí é que ela não parou mesmo! E comprovou a minha loucura! 

Gosto tanto de mulheres como de homens...
Ajoelhei na cama, ela também, tirei o vestido dela,os seios eram muito parecidos com os meus e também beijei, mamei, chupei os biquinhos... deliciosos... e nos beijamos muito e ela tirou minha calça e calcinha, tornou a deitar em cima de mim, beijou meus seios, minha barriga foi lambida, me beijou a boca e depois foi me fazer deliciosas carícias na xotinha. Nossa... que língua! Maravilhosa! Eu teria de agradecer muito à Lucy ter me proporcionado aqueles momentos!

Não vou negar... ela me fez gozar, eu quase arranquei meus seios de tanto tesão.
Mas se ela pensava que eu não sabia fazer igual, enganou-se... chupei-a como chupara poucas amigas, e vi que ela gostou, porque estava passando a mão em meus cabelos e de repente começou a puxá-los, quase arrancando alguns fios...

Continuei dando um trato com a língua e usei os dedos também. Ela gemia, descontrolada. Gemia tão alto, que atraiu a atenção da Laudiene e da Lucy que vieram nos ver e nos encontraram fazendo um belo 69. Na mesma hora, as duas subiram na cama e foram fazer um 69 também.

Quando terminamos, já suadas, trocamos de parceiras. Eu queria conhecer a Laudiene também. E a conheci de quatro, me deixando lamber e chupar sua xotinha por trás. Caprichei também, porque estava sentindo que as duas também poderiam ser minhas parceiras, como a Lucy era.

Lucy e Gisele estavam se pegando ao nosso lado, beijos e lambidas, chupadas sem fim... Será que poderíamos chamar aquilo de orgia? Acho que sim... Porque, depois de satisfeitas, ainda trocamos novamente, a Laudiene a Gisele correram para o outro quarto, me deixando com a Lucy.

- Lu... que tarde maravilhosa... que ideia fantástica você teve! Já gozei duas vezes, meu bem... duas vezes...
- Quer gozar mais uma? Eu estou a fim de acabar com você hoje!

E não é que ela conseguiu acabar comigo?  

Quatro amigas peladonas, brindando à tarde de sexo!

Tínhamos de brindar ao que acontecera. E o fizemos.

E depois do brinde, mais beijos, nós três nos revezando para beijar a Lucy, que tivera ideia tão boa!

Foi com tristeza que deixamos a casa dela naquela tarde, mesmo sabendo que mais dia menos dia, nós estaríamos de volta...

E daquele dia em diante, eu tinha mais dois amores para chamar de minhas!!!

Virei corno e estou indeciso!


Vamos ajudar?

(colaboração de Antônio)

A propósito de um conto que publiquei recentemente, um leitor me enviou um comentário que depois, com mais detalhes, se transformou num conto, que agora passos aos meus leitores e às minhas leitoras. Ele se chama Antônio, e sua esposa é a Marta.

A bundinha dela é tudo de bom!
Marta é linda. Tem, atualmente, 25 anos, mas quando se casou comigo, em 2010, ela tinha 17. Branquinha, cabelos castanho claro, seios médios, cintura fina e um bumbum redondinho. Fico alucinado quando a vejo nua, subindo na cama para transar comigo.

Nós nos casamos, por opção nossa, completamente virgens. Nem eu nem ela havíamos tido outros namorados desde que nos conhecemos. Gostamos tanto um do outro que no ano seguinte nos casamos e aprendemos juntos o que de melhor o sexo pode oferecer.

Ela é muito discreta. Não usa  roupas sensuais. Só usa vestido sem decote e tanto o vestido quanto as saias nunca sobem muito do joelho. Não sei a razão de ela nunca usar calça comprida. Mas não me incomoda em nada esse detalhe.

Passada a euforia da lua de mel, quando descobrimos nossos corpos e transamos muito, na atualidade transamos duas vezes por semana. Poderia ser mais, se dependesse só de mim, mas ela não reclama, parece que fica bem satisfeita só com as duas.

De repente, como se fosse uma trovoada, um raio quase me partiu ao meio. Isso porque, em 2012 eu contratei um eletricista para trocar toda a fiação elétrica da nossa casa, que já era bem antiga. Ele veio, olhou tudo, fez o orçamento e garantiu que em dez dias faria todo o serviço. Autorizei e ele começou dois dias depois. Eu ficava fora o dia inteiro, em meu trabalho, e a Marta ficava em casa, cuidando de tudo e comprando o que ele dizia ser necessário. Ao final do dia, quando eu retornava, ele já tinha saído e ela me contava tudo o que tinha sido feito.

Eu olhava tudo e gostava do jeito de ele trabalhar.
Assim, no décimo dia, ele terminaria o serviço, eu voltei um pouco mais cedo para casa, para efetuar o pagamento. Entrei em casa pela porta dos fundos, e caminhei pelo corredor, à procura dele. Nisso, ouvi gemidos na sala e quando cheguei lá, a cena que vi me deixou chocado. 

Foi isso que eu vi... fiquei louco!
O lazarento do eletricista estava metendo a rola em minha esposa. Fiquei transtornado, respirei fundo, contei até 10 antes de aparecer e encher o cara de porrada. Mas não fiz isso, decidi sair dali para esfriar a cabeça. Eles não perceberam a minha presença.

Dali a pouco eu voltei, e vi os dois já vestidos, ela fazendo um café e ele conversando com ela. Sem dar muita conversa, eu elogiei o trabalho dele, paguei e ele foi embora. Não comentei nada com Marta, nem ela me disse nada.

Mas fiquei pensando a razão de ela ter-se mostrado tão diferente ao transar com o eletricista. O pau dele devia ter uns 15cm e era bem grosso, o meu tem 19cm e é mais fino. Não devia ser esse o motivo. A idade, talvez? Ele tem 45 anos, será que por ser mais experiente ele dá mais prazer a ela?

Não quero me fazer de vítima, nem censurar minha esposa, mas gostaria que ela me contasse tudo. Talvez o eletricista, por ter mais experiência, tenha se aproveitado da inocência dela, da ingenuidade, da falta de experiência, mesmo. Mas fiquei injuriado pelo fato de ele ter se aproveitado da minha confiança. 

Cena que já vi várias vezes...
E o pior: ele continua indo lá. Sempre vai depois que eu saio para o trabalho. Várias vezes eu retornei para investigar e vi o carro dele estacionado em frente de minha casa. Eu via os dois nus e ia embora, sentindo que os chifres ficavam cada vez mais pesados. Mas eu sei que amo a Marta e que ela também me ama muito, continua sendo a mesma garota carinhosa que conheci e com quem me casei.

Pode parecer estranho, mas hoje eu aceito o que rola em minha casa, mesmo ela não me contando. Tenho muita vontade de dizer a ela que sei de tudo e não me importo desde que ela não conte a ele que eu sei,mas é óbvio que ela vai contar e perco a coragem.

Tem dia que no trabalho imagino que ele esta em casa metendo nela igual aquele dia e acabo me masturbando no banheiro. E fico vendo, em minha mente uma coisa bem interessante. Eu sempre transei com ela na posição de papai e mamãe, e sempre com a luz apagada. Naquele dia ela estava de quatro, no sofá, com a saia levantada e os seios de fora. O eletricista estava em pé, sem calça e sem cueca, socando o pau grosso por trás.

Foi isso que aconteceu e acontece. Já assumi que sou um corno manso, quero que ela saiba, mas me falta coragem para contar.
Você poderia me aconselhar?

E então, leitores e leitoras? O que vocês acham que devo dizer ao Antônio? Conta ou não conta para a esposa? Aguardo respostas!


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Ela viu o primo no banho


Foi uma visão tão interessante...

(escrito por Kaplan)

Flávia ficou toda saliente quando seu primo Rafael foi passar uns dias na casa dela. Ele morava em Aracaju e tinha vindo para assuntar as faculdades, ver se valia a pena tentar uma vaga. Ela ficou de levá-lo ao campus da universidade federal para ele conhecer.

Só que, na manhã seguinte, ela realmente esqueceu que tinha um visitante no apartamento. E agiu como agia normalmente. Seus pais já tinham saído quando ela acordou, ela levantou, colocou uma lingerie e dirigiu-se ao banheiro.  

Mulheres de Aracaju! Vocês têm isso lá!!!!
Quando ela começou a abrir a porta... deparou-se com o primo tomando banho. E de perfil para ela, que viu um belo pau. Belo, muito belo.
Assustou, fechou a porta devagar, com o coração disparado.

Senhor... mas o que é aquilo? Sua mente trabalhava rápido. Será que seus olhos a tinham enganado? Era melhor conferir...

Abriu de novo, só uma fresta e conferiu... não era engano. Mas aí ele fechou o chuveiro e pegou a toalha. E ela não fechou a porta com o mesmo cuidado. Fez um barulho que ele ouviu e ficou intrigado. Ela correu para a sala, sentou-se no sofá com os pés juntos e encostou a cabeça nos joelhos. Seu coração continuava disparado e mais ainda quando viu o Rafael chegar na sala, com a toalha amarrada na cintura. E ele sentou-se ao lado dela.

- Flávia, foi você que abriu a porta do banheiro?
- Eu? Nnnnaãooo... imagina...
- Prima... alguém abriu a porta, e só estamos nós dois na casa...
- Tá... tá bem, fui eu. Esqueci que você estava aqui e ia entrar e saí correndo quando te vi, desculpa.
- Sem problema. Mas me diga, mesmo com visita na casa, você anda de lingerie por aí? 

Você anda desse jeito, mesmo com visitas em casa?
Caiu a ficha... ela estava de lingerie  ao lado do primo que só tinha uma toalha na cintura. Olhou pra ele, envergonhada, mas ambos dispararam a rir.

- Que situação mais inusitada... surreal!
- É, mas eu estou em desvantagem...
- Como assim?
- Você me viu de um jeito que eu ainda não te vi...
- Deixa de ser safado, Rafa... eu te vi mas estava tudo embaçado...
- Não seja por isso...

E abriu a toalha e ela viu o pau dele, sem nenhum vidro embaçado na frente. Não conseguiu tirar o olho. Vendo o interesse dela, ele disse que ela podia pegar. E ela pegou e ficou sentindo o pau dele crescendo, crescendo...

- Que coisa linda... vossa excelência me permite uma coisa?
- Tudo, menos morder e cortar fora...
- Jamais!

Ajoelhou entre as pernas dele e abocanhou. Mas ele protestou:

- Ei... mas eu ainda não te vi do jeito que você me vê...
- Tá certo...

Levantou, tirou a lingerie, se exibiu, deu uma voltinha, nada mais restava a ser visto. Então retornou ao que havia iniciado. Chupou gostosamente, engoliu, lambeu, punhetou até sentir aquela babinha saindo...

Parou e subiu no sofá, ficando de quatro. Ele foi pra trás dela e começou a dar uns beijos gregos nela e a lamber a xotinha. E beijo grego era algo que ela nunca havia recebido de namorados. Arrepiou da cabeça aos pés. Gemeu gostoso... 

Uma mineira conhecendo um pau sergipano!
Aflita, ela tratou de sentar no pau dele e cavalgar de costas pra ele. E nem precisou pular muito, porque ele conseguia dar boas estocadas nela. 

Mas a coisa ficou realmente muito boa quando ela levantou e ficou de quatro no sofá. Ele, em pé, não teve dificuldade alguma em meter de novo e bombar furiosamente. Foi quando ela gozou e tratou de experimentar o leite sergipano. Chupou até conseguir extrair tudo dele.

- Rafa... você precisa vir estudar aqui... Nós vamos nos divertir muito!


Acendi a lareira; depois ela me amou


Lareira e vinho... receita perfeita.

(escrito por Kaplan)


Outro acontecimento fortuito que me rendeu bons momentos. Bem, eu acreditei que tinha sido fortuito, mas... talvez não tivesse sido...
Era no mês de julho, inverno, muito frio. Eu estava passando uns dias no sítio de minha cunhada. Já deviam ser 19 horas, estava escuro. Eu via televisão, quando bateram à porta.
Fui abrir e era a Andrea, que morava com o marido numa casa ali perto.

- Boa noite, Andrea. A que devo a honra?
- Kaplan, não me leve a mal, mas estou sozinha em casa, meu marido foi a São Paulo e não pôde voltar, e eu morro de medo de ficar sozinha em casa. Você pode me fazer companhia?
- Medo, Andrea? Mas aqui é tão seguro...
- É... tá... desculpa, vou perguntar  a outra pessoa...
- Calma, não me entenda mal... se você tem tanto medo assim, eu vou. Espera um pouco, vou pegar algumas coisas.

Peguei meu pijama, um casaco, pente e escova de dente e acompanhei-a. A casa deles era bem grande e tinham uma sala enorme,com lareira. Estava bem frio. Como eu imaginei que iria dormir no sofá, perguntei se poderia acender a lareira.

- Claro, acenda sim, eu vou ver o que tenho para a gente fazer um lanche. E Kaplan, muito obrigada mesmo, viu? Você não tem ideia do pavor que sinto ficando sozinha aqui! 

O vinho é sempre bom... relaxa a gente!
Enquanto eu arrumava tudo para acender a lareira, fiquei pensando no medo dela. O sitio ficava num condomínio, tinha seguranças... era um lugar super tranquilo... enfim...
Ela voltou com uma garrafa de vinho e duas taças.

- Coloquei alguns salgadinhos no forno, enquanto não esquentam, acho que este vinho pode nos ajudar a ficar mais quentes.

Peguei a garrafa, abri, servi as duas taças e fizemos um brinde silencioso.
Meio envergonhada, ela falou:

- Deve estar me achando uma perfeita idiota, não é?
- Claro que não, Andrea... medos fazem parte da vida da gente.
- Você sabe que venho de uma família numerosa. Nunca me aconteceu de ficar sozinha e depois que casei e vim morar aqui, passei a ter medo sim. Qualquer barulho que ouço no quintal ou no jardim eu começo a tremer de medo...
- Me fez lembrar de minha lua de mel... casa de praia, meio isolada, de noite ouvimos ruídos, pareciam passos, a Meg agarrou meu braço com tanta força que ficou até roxo. E aí ouvimos um Muuuu... era uma vaca, acredita?

Ela deu uma gargalhada.

- Você in ventou isso agora...
- Não, é verdade mesmo.

A primeira taça tinha  sido bebida, servi mais uma, ela bebeu e levantou para buscar os salgadinhos. E ficamos os dois, sentados à frente da lareira que crepitava, tomando vinho e comendo os salgados que ela trouxera.

A garrafa ficou vazia.

- Quer mais? Perguntou ela já com a voz  meio alterada.
- Se você quiser...

Ela levantou, cambaleante, e foi buscar outra garrafa.
Trouxe, eu abri e mais duas taças foram enchidas.
Ela já estava com um brilho diferente no olhar.
Súbito, ela me perguntou:

- Você me acha bonita?
- Acho  não, tenho certeza, você é linda!

Já enrolando a língua, ela contestou:

- Mentiroso... como pode me achar linda se nunca me viu?
- Uai... quem é que estou vendo agora?
- Não é isso... vou te mostrar... 

Agora você pode dizer se sou bonita!
E tirou o vestido, ficando só de lingerie. Uau... que corpaço...

- Não te falei? Linda... escultural!
- Obrigada!

Alguns minutos de silêncio.

- Quero ver se você também é bonito. Tira a roupa!

Não achei uma boa ideia. Eu estava excitado vendo aquele mulherão na minha frente. Mas ela insistiu, então me despi.

- Hummm... é, você é bonito sim... e foi chegando perto, ajoelhou e pegou meu pau.
- O peru masculino é lindo, muito lindo, eu adoro pegar e chupar...

Só de ela pegar, meu pau atingiu a dureza máxima. Ela riu e mandou a boca. Chupou tanto que achei que ela ia dormir com meu pau na boca... 

Odin e Thor me ajudem! Que bunda maravilhosa!
Mas aí ela levantou, tirando o sutiã e me pediu para tirar a calcinha dela. Algo dentro de mim dizia para eu não obedecer, mas  o vinho tomado me incentivava, então tirei. Ela de costas pra mim. Que bunda maravilhosa...não resisti e beijei-a demoradamente. Apertei as nádegas, abri-as um pouco e admirei o cuzinho e a xotinha. E lambi tudo, deixando-a arrepiada e não era de frio...

- Me faça feliz... tem tanto tempo que não sei o que é isso...

Na hora eu entendi tudo. Ela não tinha uma boa vida sexual com o marido. Aquela história de pavor de ficar sozinha era apenas isso: uma historia.

Então fiz ela ficar de quatro, virada para a lareira e levei meu pau à xotinha. Os gemidos dela me confirmaram o que eu tinha percebido. Eram gemidos de alguém que não gemia há muito tempo.

- Não para, Kaplan, não para... soca este peru em mim... soca com firmeza!

Eu bombava e bombava. Minhas coxas batiam nas nádegas dela fazendo um barulhão.

- Espera, espera um pouco...

Levantou, me colocou deitado no tapete e sentou em meu pau, cavalgando furiosamente até cair com um gemido mais alto, sobre meu corpo. Tinha conseguido o que queria, gozara. Rindo e soluçando simultaneamente.

- Obrigada, meu amigo... muito obrigada!
- Que  bom que consegui te fazer feliz...

Ela me deu um beijo gostoso, demorado.

- Escuta, sabe se vinho faz mal com leite?
- Que eu saiba não, quer que eu pegue pra você?
- Tolinho...
- Ah... entendi... pode beber tranquila, não faz mal algum! 

Comprovado: vinho não faz mal com leite!
E ela me chupou novamente até conseguir beber o leite que - definitivamente – não fazia mal.

- Espera um pouco.

Levantou e entrou pra dentro da casa, voltando logo com um lençol e um cobertor.

Estendeu o lençol no tapete, pegou algumas almofadas para servirem de travesseiro. Deitou e puxou o cobertor.

- Deita de conchinha aqui comigo. Vamos dormir, mas, se de noite eu te acordar, não fique bravo...

Ela me acordou, sim, às 3:40. Outra trepada das boas.

Daquele dia em diante, sempre que eu ia lá, eu passava algumas horas na casa dela...