quinta-feira, 25 de abril de 2019

Meg estava desenhando quando o amante chegou...


Balançou o pinto... ela foi!

(escrito por Meg, em seu diário)

É difícil dizer isso com certeza plena, mas acredito que os 4 anos de faculdade da Meg foram momentos gloriosamente sexuais. E ainda preciso incluir o ano em que ela fez cursinho, porque já tinha muito tempo que terminara o ensino médio (segundo grau, na época). Ao todo, portanto, cinco anos de muita trepação. Como essa que li no diário dela e que repasso para vocês.

De vez em quando eu faço umas loucuras que depois fico até pensando como fui capaz. Mas na hora em que acontece, é difícil, pra não dizer impossível, resistir ao chamado do sexo.

Quando eu estava no terceiro ano da faculdade, já tinha feito mil amizades e tinha vários amantes certos e gostosos. A maioria de minha turma, mas andei conhecendo uns de outras turmas. Eles dizem que não, mas tenho a certeza de que todos que treparam comigo andaram espalhando e assim a fila foi só crescendo! 

Eu não estava pensando em nada... aconteceu!
Pois teve um dia em que eu fiquei na sala, quando as aulas terminaram, para adiantar uns desenhos que eu estava fazendo. Projetos de pintura, para ser mais exata.

Não havia mais ninguém. As moças que faziam a limpeza já tinham terminado seu trabalho enquanto eu almoçava no bandejão. Eu tinha dito a elas que voltaria para a sala e elas a deixaram aberta, só me pediram para avisá-las quando eu estivesse indo embora, para elas trancarem, como faziam com todas as salas.

Estava eu lá, entretida, pensando, fazendo... quando ouço a porta da sala se abrindo. Pensei que era uma das moças, mas fui surpreendida por uma voz masculina que eu já conhecia. Era o Gabriel, meu colega de sala.

- Está de castigo? A professora não gostou do seu dever de casa?

Ele falou, rindo, e eu ri mais ainda. Imagina, uma universitária ficando de castigo por não ter feito os deveres de casa! Só mesmo ele para inventar uma dessa.

- Claro que não, bocó. Estou adiantando algumas coisas, porque terei compromisso com meu marido hoje à noite. Achei melhor ficar aqui e comer no restaurante, porque se fosse pra casa, fazer almoço... ia ser uma grande perda de tempo. E você, faz o quê?
- Estava na biblioteca e ia pra casa, quando vi você entrando e vim ver o que  você está fazendo.
- Pensou em coisa errada, aposto!
- Pensei, com você a gente sempre pensa em coisas erradas que acabam virando certas. 

Tá vendo? como eu podia resistir a isso?
Aí ele me levantou da cadeira e me tascou um daqueles beijos que amolecem até pedras... puxa vida, eu não podia deixar acontecer, mas como impedir as mãos dele entrando dentro da minha camiseta e pegando nos meus seios? Logo nos meus seios, tão sensíveis!

E ele suspendeu minha camiseta, mamou nos meus seios, daquele jeito! E aí suspendeu minha saia, tirou minha calcinha e me pôs sentada na mesa. E me deu uma chupada daquelas de fazer qualquer uma ficar arrepiada dos pés à cabeça! Sabia ser safado, o Gabriel.

Aí deixei rolar, nem me lembrei de onde a gente estava e que ali poderia aparecer alguém e isso daria um problemão! Nem me lembrei disso!

Já estava molhadinha, ele me pôs deitada no chão, tirou a roupa, me despiu toda também, e me comeu de ladinho. Depois, só virou meu corpo, sem tirar a pica de dentro de mim, me fez ficar de quatro e continuou metendo. 

Com ele, qualquer posição era muito boa!
Só aí me dei conta de onde a gente estava. A adrenalina correu solta e acabei gozando rápido. Felizmente, mas tive de chupar o pau dele até ele gozar em minha boca.

Nos vestimos rapidinho, e foi a sorte, porque uns cinco minutos depois a moça da limpeza veio me “expulsar” de lá.

- Meg, não dá pra ficar mais, meu horário acabou e tenho de fechar a sala.
- Tudo bem, já adiantei bastante, você me quebrou um galho enorme! Obrigada!

Juntei tudo, fui pro carro. Gabriel queria ir comigo para mais uma em casa. Dispensei. Não dava, não naquela tarde. Outra tarde, com certeza, eu o levaria pra minha casa!



quarta-feira, 24 de abril de 2019

Menage com duas na casa delas


Bela farra!

(escrito por Kaplan) 

Coisas muito interessantes andam acontecendo no mundo. A cada dia vemos velhos tabus serem derrubados. Eu mesmo sou exemplo disso, com minha relação com a Meg e com as sobrinhas dela. E atualmente, com a Denise, a namorada dela e as sobrinhas que continuam sobrinhas e deliciosas...

Mas o caso que vou narrar envolve outras pessoas. Duas irmãs, Nanda e Verlaine, e o namorado da Nanda, Jacinto.

Verlaine era a mais velha, com 28 anos. Nanda tinha 21 e o Jacinto também. Vendo o namoro dos dois, Verlaine ficava injuriada. Parecia namoro do século passado. Só ficavam no sofá, vendo televisão, conversando baixinho. E na casa só moravam as duas! Ficava intrigada ao ver que a irmã não carregava o namorado pro quarto para transarem loucamente, como é próprio dos namorados hoje em dia. 

Ela não aguentou ver os dois só de chamegos...
Então, um dia, ela estava sentada no sofá com os dois, vendo o chameguinho deles e explodiu.

- Gente, eu não entendo vocês.
- Como assim, Vê?
- Vocês só ficam nisso... não transam? E ficou vermelha por quê?
- Nossa, Vê... a gente podia falar disso outra hora...
- Não, tenho de falar é aqui, agora, com os dois. Vocês são virgens, fizeram promessa de só transar depois de casar?

Cada vez mais sem graça, Nanda respondeu que não eram virgens não, nem tinham feito qualquer promessa.

- Pelo menos isso. Quantas vezes vocês já transaram?
- Só uma.
- E o que vocês fizeram?
- Ora... transamos...
- Quero ver isso.
- Hã??? Ficou doida?
- Não, eu acho que doidos são vocês dois. Vamos lá, tire a roupa, Nanda.

Nanda olhou para o Jacinto que deu de ombros. Não estava entendendo nada. Então ela se despiu, mas seus olhos fuzilavam a irmã. Que coisa mais louca era aquela!

Depois que ela estava totalmente nua, ela virou-se para o Jacinto e perguntou se a Nanda o chupava. Assustado, ele respondeu que não.

- Não? Então baixa a bermuda que ela vai fazer isso agora!
- Mas eu não sei, mana!
- Vou te ensinar. 

Ensinando a irmã a chupar uma pica... que coisa!
Quando ele tirou a bermuda, ela se admirou. Que pauzão tinha o Jacinto! E a irmã não aproveitava!

- Coloca ele na boca e chupa como se fosse um picolé ou sorvete. Quero ver você fazer ele ficar muito duro!

Enquanto a irmã chupava, ela via a cara do Jacinto, feliz da vida. Então se aproximou dele e deu-lhe um beijo, e ele colocou a mão nos seios dela. Na mesma hora ela resolveu que não ia só fazer os dois pombinhos transarem direito, ia aproveitar também, afinal, aquele pauzão deveria dar conta do recado!

Já com os peitos pra fora, ela ajoelhou ao lado da irmã e ficou elogiando, depois tirou a roupa toda e foi ensinar melhor o que ela poderia fazer ao chupar.
E deu uma senhora lição, mostrando como lamber, como engolir as bolas, como passar a mão entre as pernas. A irmã repetia tudo e o Jacinto estava amando aquelas lições. Nunca pensara em transar com duas e parecia que a coisa se encaminhava para isso...

As duas ficaram revezando as chupadas. E o pau dele não tinha como ficar mais duro.
 Terminada a lição do boquete, ela quis saber como eles treparam e ficou sabendo que foi no estilo papai e mamãe.

- Tá bom, vale também, mas vamos ver outras coisas.

Sentou-se no sofá, pediu que a Nanda ficasse de quatro, com a cabeça em suas pernas e mandou o Jacinto ajoelhar atrás da irmã.

- Antes de você enfiar, faça uns carinhos, beije a xotinha dela, enfie um dedo, para ela ficar bem relaxada e umedecida. Depois é que você enfia e fica bombando.

Ele fez como ela ensinou e Nanda segurava para não emitir nenhum som, mas a irmã disse que era para ela soltar os gemidos, que até iriam dar mais tesão pro namorado. Então ela liberou a garganta.
Depois de muitas bombadas, Verlaine falou que ia ensinar outra coisa. 

Ela cavalgou para ensinar a irmã...
- Fique olhando, Nanda. O que vai ver é algo que toda mulher gosta. Senta aqui, Jacinto – disse ela apontando para o sofá.

Obediente, ele sentou e Verlaine então sentou nele e ficou cavalgando, para espanto da irmã.
E ela gozou pulando... então cedeu o lugar para a irmã. Afinal, o namorado era da irmã, não dela.
Nanda sentou, pulou, gozou.

- Entenderam tudo, crianças?
- Acho que sim, né, amor?
- Creio que tudo foi muito bem ensinado.
- Então, por favor, vê se namoram direito a partir de agora. Nada de ficar nesse remelexo que vocês ficam! Não precisam se incomodar com minha presença, mas se quiserem ficar mais à vontade, tranquem-se no quarto. E trepem, faz bem pra saúde!

O Jacinto mostrou-se um safadinho.

- Mas é só isso que nós aprendemos hoje? Não tem mais nada?

As duas riram. Entenderam o que ele estava querendo...

- Claro que tem muitas coisas... ensinarei com prazer, mas hoje não...

Virou farra! Ela tinha muito que ensinar, e eles quiseram aprender tudo!


Chama o cara! Eu dou pra ele!


Ela era bem decidida!

(escrito por Kaplan)

Lembram do Gil? O primo que comia a prima Rosana, recordem: (Chamou o primo no quarto...ai rolou!)

Pois bem, alguns anos depois ele se casou com Mila, uma bela morena.
Depois de alguns meses de casados, ambos sentiram vontade de incrementar sua relação. Andaram conversando com amigos e amigas, ficaram sabendo de muitas coisas, cada qual mais interessante do que a outra, tipo ménages e swings.
E sempre comentavam um com o outro o que descobriam.
Dali para passarem à ação, custou pouco.

E resolveram que começariam chamando um amigo para transar com ela. E o Gil iria assistir, para sentir como era a coisa. Dali poderiam passar para outras situações.
Pensaram bem sobre quem escolher. E de comum acordo, resolveram chamar o Jerônimo, conhecido de ambos, gente boa e que poderia satisfazê-la.

- Chama o cara! Eu dou pra ele! – disse uma entusiasmada Mila. Tão entusiasmada que até deixou o Gil meio grilado...

Bem, o Gil foi conversar com o Jerônimo primeiro, queria sondar o que ele pensava do assunto. E o Jerônimo gostou muito de ser escolhido, disse que iria com o maior prazer. 

Primeira vez do casal. Será que daria certo?

No dia marcado, lá estava ele. Sentados os três no sofá, ela no meio dos dois, conversaram, tomaram cervejas e aí o Jerônimo começou a bolinar a Mila, que chegou seu corpo perto dele e sentiu as mãos dele percorrendo sua barriguinha, os seios.
Então ela tirou a camiseta e o Jerônimo, além de pegar, pode também beijar-lhe os seios. Ela virou o rosto para ver como o Gil estava e o viu bem excitado, fazendo o sinal de positivo para ela continuar.

Já que era assim, ela tirou a calça e despiu o Jerônimo, que já estava de pau duro.
Ela, prontamente, ajoelhou-se entre as pernas dele e começou um boquete. E o mais legal era que ela ouvia a respiração dos dois e dava para perceber como ambos estavam excitados com o que acontecia no sofá.

Passo seguinte, ela deitou no sofá, com a cabeça nas pernas do Gil, que assistiu à entrada da pica do amigo na xotinha da esposa. E viu ele bombando e ouviu ela gemendo, porque a trepada estava muito boa!

Depois ela ficou de quatro, ainda com a cabeça nas pernas do marido, que sentiu toda a força que o Jerônimo punha nas bombadas que dava. 

Pela esposa, estava aprovado... e pelo marido? Será?

E, finalmente, ela cavalgou o Jerônimo, que conseguiu fazê-la gozar. Depois, ele agradeceu e foi embora. O casal tinha o que conversar.

Ela perguntou primeiro se o Gil tinha ficado confortável vendo-a transando com outro cara. Ele disse que tinha pensado que não ficaria, mas não teve problema. Gostou de ver, se excitara. Era algo diferente, interessante.

- Que bom que foi assim. Agora vem a outra parte. Quero ver como eu vou me comportar vendo você transando com outra mulher. Pode escolher quem você quer.

Gil sorriu. Já tinha pensado nisso e com certeza a sua prima Rosana seria a escolhida!


terça-feira, 23 de abril de 2019

Ela passava roupa e levou um belo ferro!


Esse trocadilho ficou legal...

(escrito por Kaplan)

Morar em república estudantil tem dessas coisas. Não há empregadas, então cada um(a) que trate de passar suas roupas, da melhor maneira que puder.

Era o que acontecia com Nilceia, jovem morena de 23 anos. Já estava no último ano da faculdade e não via a hora de se formar e voltar para casa. Entre outras coisas, para se livrar da estafante tarefa de passar suas roupas. Na casa dos pais havia quem fizesse isso!

Mas, naquele dia, ela teve uma boa surpresa.
Estava sozinha, as colegas estavam na faculdade fazendo trabalhos. E ela passando as roupas, vestida de forma displicente. 

Um jeito lindo de passar roupas...

Sim, uma camisetinha e a calcinha, nada mais do que isso. E então, chega o Gaspar.
Quem era ele? Um colega, com quem ela ficava de rolo de vez em quando. Ao vê-lo entrando, sorridente, ela foi logo pensando que seria melhor desligar o ferro. Tinha certeza de que ele estaria “bem intencionado” ao fazer aquela visita, sem avisar.
E, com certeza, se ele não pensara em nada, vendo-a de camiseta e calcinha ele iria pensar na hora!

Nunca perguntou, apenas se entregou quando ele chegou junto e começou a beijá-la. Gostava muito do Gaspar, trepar com ele era uma das boas coisas da vida. E já que estavam sozinhos... por que não?

- Eu estava com um ferro quente na mão, acho que vou trocar por outro...
- Ótimo, porque o meu está uma brasa!
- Vem, meu querido, vamos fazer aquelas coisas gostosas que a gente sempre faz!

Mas ele não queria sair dali. Agarrou-a, impedindo que ela o levasse para o quarto.

- Aqui pode chegar gente...
- Tô nem aí, que cheguem! 

Ah, Gaspar... quero sentir seu ferro dentro de mim...

Mesmo preocupada, ela riu e deixou que ele tirasse sua camiseta e sua calcinha e a premiasse com uma chupada e tanto.

- Uau... hoje começamos bem... sua língua fica cada dia melhor...

Quando ele parou de chupá-la, ela se ajoelhou, abriu a calça dele, pegou no pau e o trouxe para sua boca. E chupou. Adorava chupar aquela pica grande e grossa dele.

- Não adianta, Gaspar, eu sempre tenho de dizer isso... a sua pica é a mais gostosa de chupar dessa faculdade. Todas que experimentei nesses 3 anos não chegam aos pés da sua. Se eu pudesse eu cortava ela fora e guardava para chupar o dia inteiro.
- Nem pense nisso...

Ela ria, mas gostava mesmo de chupar. E continuou ainda um tempo, até que ele pediu para ela cavalgá-lo. Coisa melhor ele não poderia ter pedido!

- Senta aí no tapete.

Ele sentou e lá veio ela sentar na pica gostosa, que a fazia gozar rapidamente. Não deu outra, com uns 5 minutos de pulação ela já demonstrava seu gozo.

- É, meu amigo, trocar o ferro quente pelo ferro em brasa foi uma troca muito boa!


Acordou, pôs o biquíni e foi para a piscina. O amante a esperava.


E o que ele fez? Tirou o biquíni dela...

(escrito por Kaplan)

Joyce dormia tranquilamente, toda nua, naquela noite de muito calor. Sequer notou que o marido já se levantara, tomara seu café da manhã e saíra.
A luz do sol, entrando sorrateira pela janela do quarto, como se quisesse espiar tranquilamente o belo espetáculo que ela oferecia graciosamente, acabou por levá-la ao fim do sono. Virou-se na cama, estava deitada de lado, de frente para a janela. Seu bumbum se destacava.  

Que espetáculo!
Ao se virar, ficou de costas e se houvesse alguém na porta do quarto teria uma visão deslumbrante de sua xotinha, sobre a qual um triângulo de fios negros se destacava.

Preguiçosamente, ela se levantou. Foi até o armário, cujas portas eram um espelho que a refletiam em tamanho natural. Admirou-se. Até ela se achava um belo monumento, opinião que era compartilhada por todos que a conheciam. Deu um sorriso, recordando-se de alguns elogios que havia recebido na noite anterior, de três amigos. Falou baixinho, para si mesma:

- Vocês me elogiaram muito, mas se me vissem agora, nua, perderiam o dom da fala...

1,72cm. Seios médios, 94cm de bumbum, longos cabelos castanhos... tudo de bom! 

Que seios!!!  (foto: Kaplan)
Sim, ela era muito gostosa, sabia disso e se valorizava. Tanto é que a primeira coisa que fazia quando se levantava era ir à piscina da casa e nadar por meia hora. Não havia exercício físico melhor do que aquele.
Então, calmamente, colocou o biquíni. 

Conferiu se estava sozinha, claro, já eram 9:20hs, o marido tinha saído às 8... Abriu a porta que dava para o quintal, onde estava a piscina. Ao caminhar até ela, a surpresa de encontrar o Damião, seu vizinho e amante preferido.

- Mas você está aqui... tem muito tempo?
- Uns 15 minutos.
- Sabia que eu viria?
- Sim.
- E está bem intencionado, como sempre?
- Como sempre! 

Entrando na piscina, tira tudo... (foto: Kaplan)
Ela sorriu, e como ele sempre fazia, aguardou que ela entrasse na água para dar-lhe um abraço, um beijo e começar com as mãos percorrendo o corpo da amada.

Ela mesma se encarregou de desamarrar e tirar o sutiã, para que ele pudesse pegar em seus seios, beijá-los, dar aquelas mordidinhas nos biquinhos que sempre a arrepiavam. E ele fez isso enquanto tirava a calcinha dela. Ele já estava nu, de pau duro para ela pegar e acariciar, punhetar... e a mão dele já se dirigia para a xota, seus dedos hábeis se enfiando lá dentro...

- Senta aí na beirada – pediu ele, e ela, mais que depressa sentou, porque sabia o que a aguardava: uma língua ferina que iria entrar dentro dela e quase levá-la ao gozo.

Depois, foi a vez de ela pedir que ele sentasse na beirada. Entrou dentro da água, ficou entre as pernas dele e chupou com muito gosto a piroca do Damião.
E em seguida, sentou nela e pulou bastante. Era um exercício da melhor qualidade para manter o bumbum firme, as pernas bem torneadas.

Em pé, dentro da água, apoiando-se com a mão na beirada, ela deu pra ele, que levantava uma das pernas dela e metia furiosamente.
Comeu-a também de frente, já fora da piscina. Proporcionou-lhe o gozo que ela sempre conseguia quando transavam. Colocou, então, o pau na boca da amada que chupou-o até sentir as golfadas encharcando sua boca.

Aquele sim, era o amigo que podia elogiar tudo dela. Os outros, só ficavam na vontade...


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Chamou o primo no quarto...ai rolou!


Esse é um local que não deve ser visitado por primos

(escrito por Kaplan)

Tem pais que acham normal hospedar um primo na casa onde moram com a filha, saírem para trabalhar e deixar os dois sozinhos... Isso é um perigo!
Ainda mais que ela, a Rosana, quando o primo Gil chegou, ficou muito entusiasmada com ele. E a recíproca foi verdadeira, ele também viu uma gata na sua frente e ficou pensando, pensando...
Pra sorte dele, ela tomou a iniciativa.

- Gil, eu ando muito preguiçosa. Amanhã cedo, depois que pai e mãe saírem, você vai no meu quarto para me acordar? A porta não vai estar trancada...

Com o coração aos pulos, ele concordou. Iria sim.
Nem conseguiu dormir direito aquela noite, só de pensar no que poderia acontecer.
Na manhã seguinte, ele acordou, vestiu-se e foi tomar o café com os tios.

- Gil, se você quiser sair, só deixe um recado para a Rosana. Dificilmente ela acorda antes das 10! Você sai, tranca a porta e joga a chave por debaixo. Nós viremos para almoçar com vocês, por volta de meio dia, tá bem?
- Ok, tia. Pode deixar, estarei aqui pro almoço.

Os pais dela saíram, comentando que ele era um bom rapaz. 

Ele ficou na janela, vendo eles pegarem o carro e saírem. Então, excitadíssimo, foi ao quarto da Rosana. Abriu a porta bem devagar e a viu deitada na cama, sem cobertas. Mas parecia que estava usando um robe. Curto, dava para ver até a calcinha dela. E que pernas! Fantásticas!
Olha só como ela dorme... quase nua!

- Rosana... Rosana... – chamou ele. Como ela não desse sinal de vida, ele pôs a mão no ombro dela, deu uma pequena sacudida. Então, ela, que não estava dormindo, só fingindo, virou o rosto, olhou pra ele, sorriu e virou o corpo. Aí é que ele teve palpitações, pois os seios ficaram totalmente visíveis junto com a calcinha. Era demais!
Vendo a cara dele, ela sorriu.

- Gil, sabe que sonhei com você vindo aqui e fazendo coisas legais comigo?
- É? O que foi que eu fiz?
- Acho que você fez, no sonho, o que está pensando em fazer agora... me beijou, pegou em meus seios, me chupou toda, me deu seu pinto pra eu chupar... e transou comigo um tempão!
- E você quer que o sonho se torne realidade?
- Eu quero, você quer?
- Olha aqui.

Mostrou o pau duro quase furando a calça.

- Uau... você quer mesmo... então vamos lá!

Ela tirou o robe, e, só de calcinha, fez sinal para ele deitar com ela. Mesmo de roupa, ele deitou, pegou nos seios, mamou gostoso, beijou o corpo todo dela, e quando chegou na calcinha, não a tirou, só a colocou pro lado e deu-lhe uma chupada que a arrepiou. Depois da chupada, ele tirou a calcinha e tornou a chupar.
Já doida pra dar pra ele, ela falou para ele tirar a roupa e mandou ver num boquete. Mas estava indócil.

- Me come, Gil, me come! 

Ela pediu, ele a comeu com muito prazer!

Foi de ladinho que ele meteu primeiro, depois ela sentou nele e pulou bastante e finalmente ficou de quatro, recebendo a vara até que ambos gozassem.
Beijos e mais beijos, e muita conversa, na cama, no banho e depois na cozinha, porque ela tinha de preparar o almoço.

- Agora eu tenho de me preparar. Vou fazer o almoço e depois tenho de ir pro cursinho. E de noite, pai e mãe em casa... Amanhã você me acorda de novo?
- Sabe que eu ia sugerir exatamente isso?
- Estou adorando sua vinda... só mais uma chupadinha, pode ser?

Por que ele não deixaria? Ela fez um boquete, depois mandou-o vestir as roupas e ela também vestiu.

Na manhã seguinte, ela não precisou fingir que dormia quando ele foi ao seu quarto. Já estava sentada na cama, com seu pijaminha sexy, olhando uma revista quando viu a porta se abrindo e ele entrando. Jogou a revista no chão e abriu os braços, convidando-o.
Surpreendentemente, ele falou que não ia. Ela arregalou os olhos, assustada.

- Por quê?
- Vou te confessar uma coisa: nunca transei num sofá, podemos ir pra sala?

Ela sorriu. Que coisa mais linda!
Levantou e eles foram para o sofá. E ele já foi abaixando as alcinhas da blusinha do pijama e mamando nos seios da prima. E depois deu aquela chupada na xotinha.
Tiraram as roupas, ela deitou no sofá, ele deitou atrás dela e comeu-a de ladinho.

- Está gostando de trepar num sofá?
- Muito... bem interessante...  

No sofá é tão bom quanto na cama!

Ela levantou e o fez ficar sentado. Sentou nele e cavalgou. Que pau era aquele! Melhor do que muitos ficantes dela...
E terminaram no dog style. Como no dia anterior.

- Você sempre segue esse esquema? De ladinho, cavalgada e cachorrinho?
- Gosta não?
- Adoro, cara! Só achei interessante que foi igual ontem...
- Prometo que irei variar  na próxima.

O Gil ainda teve de acordar a prima nos quatro dias em que permaneceu hospedado lá. Como era preguiçosa aquela prima!

E no último dia, ele ficou sabendo que ela tinha um colega que morava ali perto e que, em alguns dias, ia acordá-la também...