segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Seis universitárias e só um pau


Ele era calouro... era o trote!

(escrito por Kaplan)

Creio que o calouro Valter nunca vai esquecer o trote que recebeu quando ingressou em nossa faculdade. Tenho de contar que ele veio precedido de uma notícia que deixou as meninas alvoroçadas. Um amigo dele, que já era nosso colega, andou contando maravilhas do pinto do Valter e elas ficaram entusiasmadas. Então resolveram preparar um trote individual para ele.

Seis delas o carregaram para uma das repúblicas. Eram elas Camila, Beatriz, Mariana, Susana, Consuelo e Silvana. 

Calouro ficou doido quando viu as seis peladinhas

E sem mais delongas, porque o interesse delas era unicamente o pinto do rapaz, fizeram ele tirar a roupa toda. O entusiasmo decresceu... era um pinto normal. O amigo tinha feito uma propaganda enganosa. Mas não iriam descartar o rapaz. Afinal, programaram tanto...
Silvana foi a primeira a pegar no pinto dele e colocá-lo na boca. Deu umas boas chupadas e passou para a colega à sua direita, a Beatriz, comentando que o gosto não era dos melhores.

Todas fizeram um muxoxo, mas era tudo ensaiado, no final elas diriam que era brincadeira.
Pois a Beatriz, ao pegar no pinto do Valter, elogiou o tamanho.

- O gosto talvez não seja bom, mas o tamanho me agrada.

Ficou pegando, alisando... e o bicho só endurecendo...

- Tá vendo... ele obedece direitinho aos comandos da minha mão...

Gargalhadas, risos incontidos e o Valter, coitado, todo murcho, sem saber o que o aguardava.
Ela também deu uma boa chupada no pinto dele e discordou da Silvana.

- Sil, o gosto não é tão ruim assim não... tem gosto de pinto mal lavado, mas a gente dá um jeito nisso. 

Se tá mal lavado, a gente dá um jeito...

E “lavou” o pinto com a língua. Lambeu tudo, antes de passá-lo para a Consuelo, que também colocou na boca e concordou com a Beatriz.

- Pinto mal lavado, é isso. Você tomou banho hoje, Valter?
- Ainda não.
- Tá se vendo... acho que bem lavadinho a gente vai encarar melhor!

Mais risadas.
Ficou brincando de colocar a pontinha da língua bem na cabecinha do pinto... e todas vendo e rindo.

Passou para a Camila. Ela não era muito fã de sexo oral, então preferiu ficar pegando no pau, na bunda, abriu as nádegas para ver o rego peludo. E mostrou os seios a ele, perguntando como ele agiria. Ele, já gostando da brincadeira, pegou neles e deu uma boa mamada, sob aplausos da galera.

Mariana foi a próxima. Também examinou cuidadosamente o corpo dele, antes de pegar nas bolas e passar um dedo entre as bolas e o cu.

- Esse é dos meus... arrepia quando a gente encosta no fiofó...

Depois ela chupou ele também. 

Depois de lavado tem outro sabor!!!

- Bem, vocês reclamaram do gosto, mas eu já estou pegando ele bem lavado, então não tenho nada a reclamar. Você tem futuro aqui, viu calouro?

A última foi a Susana. Chupou silenciosamente, não fez qualquer comentário.

- Calouro, agora nós vamos votar. Se sua média for baixa, dê adeus a nós seis. Mas se for alta, nós iremos fazer muitas festinhas com você, viu?

Elas tinham até feito cartazes com notas e cada uma foi mostrando. Silvana deu 8,Beatriz deu10, Consuelo deu 9, Camila e mariana deram 10 e Susana deu 9.

- Atenção! Total 56 pontos, o que dá a média de 9,3! Aprovado com louvor!

E como elas já tinham combinado, as seis ficaram dançando nuas em volta do Valter, que, agora, sorria, feliz da vida.

- Valter, agora pode ir embora. Guarde bem o endereço de nossa república e apareça sempre que quiser. Pode ter certeza de que vai trepar com todas nós! Mas venha de banho tomado!


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Recomendaram a ela um guia bom em Londres


E ele a guiou por locais inusitados...

(escrito por Kaplan)

Minha amiga Tahiany veio me contar sua viagem a Londres, feita mês passado. Ela é uma bela morena, com 27 anos, solteira e sabe viver. Não tem compromisso com ninguém, viaja quando quer e pra onde quer, porque tem muita grana (os pais, claro...) e o mais importante, trepa com quem quiser!
Já me quis, várias vezes, para felicidade minha... 

Tá me fazendo lembrar de uns lances assim em Londres...
Então, ela voltou da viagem, veio me mostrar as fotos, mas primeiro matamos a saudade de uma boa trepada.

Depois ela foi me mostrando. E eu percebi que ela tirava algumas selfies, mas a maioria das fotos foi tirada por outra pessoa. Como ela não foi de excursão... logo me assaltou uma dúvida e perguntei.

- Ei, quem é que tirou essas fotos? Você viajou com alguém?
- Viajei sozinha, mas quem tirou as fotos foi um guia que me recomendaram e que me mostrou tudo de Londres. Nossa... o trabalho dele é fantástico! Meio caro, mas vale a pena! E para de me olhar assim, que coisa... lógico que ele me mostrou o apartamento dele...
- Não vi nenhuma foto de lá...
- Kakaka... você acha que sou doida de fotografar apartamento de um sujeito que é mais velho e que mora sozinho? Meus pais logo iriam desconfiar, como você está desconfiando agora...

Dito isso, pegou em meu pau, deu uma chupadinha.

- Fica bravo não... poxa, 20 dias andando com o cara... simpático, boa praça... sedutor... eu tinha que experimentar um pau inglês, não?
- Tá certo... conta tudo, não me esconda nada...

Ela continuava com a mão em meu pau enquanto me mostrava as fotos e ia falando, contando tudo.

- Assim que cheguei lá, entrei em contato com ele. A agência aqui já tinha avisado da minha chegada, dos prazos, do que eu queria conhecer, enfim... ele já tinha tudo que precisava saber para fazer um roteiro e assim que se encontrou comigo, no saguão do hotel, me pôs a par do que havia pensado. Eu aceitei tudo que ele falou, ora essa, não conhecia nada...
Então começamos a sair. Eu tinha reservado um carro, daqui mesmo, e a agência lá levou o carro ao hotel. Eu não consegui dirigir naquela coisa estranha de volante do lado errado... deixei por conta dele. Ainda bem que ele sabia dirigir! 


Locais cheios de turistas... mas eu queria ver outras coisas! (foto Kaplan)
Londres é bonita mesmo (foto: Kaplan)



















- Começamos pelo óbvio: o palácio real, o Parlamento, o Big Ben. Visitamos o Albert Hall, uma casa de espetáculos musicais e teatrais fantástica, linda de morrer. E ele ia me explicando tudo direitinho. E tinha horas que ele me pegava pelo braço para me levar a algum lugar ou me desviar de alguma coisa... menino, comecei a gostar da mão dele, viu?

Bem, encerramos aquele dia em um pub, eu queria conhecer e tomar uma cerveja, ele me acompanhou e depois me levou ao hotel. Marcamos para as 9 horas do dia seguinte.

Fui de minissaia e como estava de óculos escuros, deu pra ver que ele olhou com muita curiosidade as pernas da brasileira... coincidência ou não, naquele dia ele ficou bem mais próximo de mim quando me explicava quem eram as pessoas cujas estátuas a gente via na rua... e ele só chegando perto, encostando o corpo dele no meu... eu comecei a achar interessante aquele senhor. E ele contou piadas, casos engraçados, estava tudo ótimo.

Sei que assim se passou o dia, e mais outro, e mais outro... e aí eu resolvi que queria transar com ele.  O importante agora era como conseguir. Já tínhamos falado de coisas mais íntimas, eu já sabia que ele era solteiro, morava sozinho... essas coisas a gente conversava nos horários de almoço, tomando cerveja, o clima ficava mais ameno... e ele ia soltando o verbo, contando a vida dele quase toda, e eu contava algumas coisas minhas também.

Ele quis saber porque eu viajava sozinha, expliquei meu modo de ser pra ele, quis saber se todas as brasileiras eram como eu, eu falei que não...

- Já foi dando as dicas pra ele...
- Pra bom entendedor um pingo é letra...
- Sim, eu sei... e quando é que ele pingou em você?
- Kaplan, você é um sem vergonha, sabia? 
- Eu sei, mas não sou o único...
- Tá bom, deixa eu te contar. 

Exposição de roupas teatrais (foto: Kaplan)
Foi o seguinte. Num dos teatros que nós fomos conhecer, havia exposição de várias roupas usadas pelas grandes atrizes. Aí me bateu uma bela ideia, e perguntei a ele se havia alguma loja que vendia roupas assim. Ele disse que havia, me levou numa e eu comprei a roupa mais safadinha que tinha lá.

E quando saímos da loja, eu, com toda a minha ingenuidade, perguntei se ele morava ali perto, ele falou que sim, então perguntei se a gente poderia ir lá para eu experimentar a roupa.

Ele disse que sim, então fomos. Ele ficou na sala e falou que eu poderia usar o quarto dele para vestir a roupa. Era uma roupa bem brega, eu sabia que ia jogar fora depois, horrível! Mas atendia ao meu propósito, porque era um vestido curtinho... pois eu entrei no quarto, tirei minha roupa, vesti a tal que tinha comprado, e tirei a calcinha. Mas você já ficou de pau duro só de eu falar isso? Tenha dó...

- Já estou imaginando o final... conta!

- Aí saí do quarto, fui pra sala e fiz um desfile para ele. E numa hora que eu estava de costas pra ele, deixei cair um anel e me curvei para pegá-lo... já sabe o que ele viu, não sabe?
- Essa bunda maravilhosa que eu tenho vontade de morder...
- Exato, meu amigo de pau duro... aí, quando eu virei, e sorri para ele, ele entendeu... chegou perto de mim e falou que o que ele vira era a melhor visão de todos os tempos naquela cidade.

Lasquei um beijo nele e ele já mandou a mão na minha bunda. E enfiou os dedos no meu rego e chegou na minha xota... ah... fiquei doidinha! 

Os paus ingleses são muito bons!
Aí sentei numa cadeira, abri as pernas e mostrei minha xota pra ele. Que não perdoou... ajoelhou na minha frente e me deu aquela chupada... cara, já tinha uma semana que eu não transava com ninguém... aquela língua foi um bálsamo pra mim... que prazer que eu tive...

Aí ele me levou pro sofá e já foi abrindo a braguilha. Pude por a mão no pau inglês pela primeira vez na vida...punhetei bastante, chupei, e ele me dedando o tempo todo...

Não estava aguentando mais, tirei aquela roupa ridícula, tirei a roupa dele e sentei no bicharoco. Hu... entrou bonito. E tome puladas e mais puladas... até eu gozar.

Aí chupei de novo e além do pau, também experimentei o leitinho inglês.
Bem, depois disso, ele continuou a me levar aos lugares, aos museus, aos parques... mas a gente ainda voltou mais três vezes ao apartamento dele. E aí não precisou de roupa estranha nenhuma!
Gostei muito de Londres, sabia?

- Sim... de Londres, claro...


Acampamento de swingers


Três casais juntos... que beleza!

(escrito por Kaplan)

Três casais, adeptos de swing, que se reuniam periodicamente. Iuri e Valéria, Oscar e Aline, Hélio e Rejane. Depois de umas tantas sessões suingueiras, começaram a achar que estava ficando monótono só se reunirem nos apartamentos deles. Precisavam incrementar! E deram tratos à bola, até que surgiu uma oportunidade de acamparem. Todos aprovaram a ideia e Aline ainda pensou numa outra coisa.

- O que, Aline?
- Olha, precisamos de alguma coisa que nos leve à transa, algo divertido e sério ao mesmo tempo, sem escolhas pré-determinadas... estou pensando aqui, vi um filme outro dia e, se vocês toparem, organizarei tudo.
- Mas que jogo é esse? 
- Não vou contar, será uma surpresa para todo mundo, inclusive para mim.

Ninguém entendeu. Como seria uma surpresa pra ela, se ela é que iria organizar o jogo? Mas não ficaram preocupados. O importante é que estariam todos eles ao ar livre, em local muito legal, tendo apenas os pássaros como testemunhas do que iriam aprontar.

Chegando ao local, que, para sorte deles, estava deserto, armaram a barraca, arrumaram tudo e aí teve início o jogo/brincadeira que Aline havia imaginado.
Primeiro ela estabeleceu o local onde cada um ficaria.

Esta é a posição de cada um. Não podem mudar nada!

- É muito importante que todos guardem seu lugar. Ninguém poderá ficar em local diferente, na medida em que as tarefas sejam cumpridas.

Eles pensaram e acharam melhor colocar alguma coisa de cada um no lugar que ocupariam.
Então ela abriu uma caixa e falou:

- Escrevi um punhado de coisas legais aqui. Cada um vai tirar um papel desses e terá de fazer exatamente o que está escrito. E cavalheiros, nada de espírito machão, tá? Se sair algo do tipo chupe quem estiver ao seu lado, tratem de chupar mesmo sendo homem. Sem essa de ficar pensando o que os amigos vão pensar. Ninguém mais saberá do que rolar aqui hoje. Vamos fazer um juramento de silêncio absoluto. Juram?

Mesmo preocupados com o que poderia acontecer, todos juraram. E a brincadeira teve início. 
Iuri foi o primeiro a pegar o papel.

 - Puxa vida... mas que coisa mais sem graça... Bem, é o Hélio que está à minha esquerda... é por cima da bermuda?
- Claro que não. O papel diz “pegue no pau”. Pode abaixar a bermuda, Helio...

Rindo, ele abaixou e o Iuri teve de pegar no pau dele e ficar brincando... ficou meio contrariado!
Mas todos acharam interessante a brincadeira e resolveram que iriam continuar.

Foi a vez da Rejane pegar o seu papel. Pegou e riu.


 - Iuri, olha só a sua sorte. Pegou num pau e agora vai ter o seu dentro da minha boca...
- É a famosa lei da compensação...

E ela se deliciou em três minutos de chupação do pau dele. Deixou-o bem duro...

- Oscar, sua vez!

E lá veio ele, meio temeroso... puxou o papel e deu um suspiro de alívio.


Tirou a camiseta e como à sua direita estava a Rejane, de biquíni, ele tirou a calcinha dela.

- Safado! Por que não tirou meu sutiã primeiro?
- Porque eu adoro sua perereca peluda... dá vontade de comer!
- Vai ter sua chance, taradinho... me aguarde!

As risadas tomavam conta do ambiente. E a próxima a tirar o papel era a Valéria.
Ela era a mais engraçada de todas e já foi pegar o papel rindo sem parar, imaginando o que poderia aparecer pra ela.



- Tem dois perto de mim... como é que eu faço?
- Já que nenhum deles é seu marido... manda eles tirarem par ou impar!

Os dois tiraram e o Hélio ganhou o direito de comer o cuzinho dela. Todo mundo assistiu, embevecido, o desempenho deles.

- Gente, quem é que inventou essas atividades? Foi você, Aline?
- Eu mesma...
- Estamos todos perdidos. Já imaginou, Hélio, se você tivesse tirado esse papel?
- Nem pense nisso que dá azar!

E era justamente o Hélio quem iria tirar o próximo papel. Tirou e leu pra todos ouvirem:

- Rejane, vem cá...
- Au, au, au...

Em meio às risadas, ela ficou de quatro pro marido meter nela.

- Até parece que você sabia que é a posição que mais gosto, viu, Aline? Obrigada!

E Aline foi a última a tirar o papel.

 - Valéria, querida, vem cá... vamos dar um show pra deixar esses homens malucos de tesão!

Isso não era novidade para elas. E Valéria foi, sorrindo, ao encontro da Aline e deram aquele show, de beijos, amassos, chupadas. Nem preciso dizer que todos os paus estavam eretos!

- Bem, gente... ainda tem alguns papeis. Mais alguém se habilita? Não dá pra todos...

A assanhada Valéria falou que queria.
E tirou mais um papel.

 - Vocês ouviram o papel. Todo mundo nu!!! E Oscar, que homem de sorte que é você, contemplado duas vezes com essa garota fenomenal que sou eu! Vem cá, dá o bilau aqui... vou brincar com ele.

Rindo, todo mundo foi tirando as roupas e vendo ela se divertir chupando o pau do Oscar.
E a Rejane também quis tirar mais um, aliás, o último!

- Ah... mas será possível, Iuri? Boquete em você de novo!!! Vem cá!
E mandou brasa no boquete, agora não mais respeitando os 3 minutos, porque já que a brincadeira acabara, ela queria não só fazer um boquete, mas trepar com ele. E assim, Oscar e Valéria foram para um canto para trepar também e Hélio e Aline fizeram a mesma coisa.

De noite, todo mundo dentro de uma barraca só, todo mundo apertado, todos comendo todas, todas dando pra todos... Eita mundo veio, sem porteira!!!


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

A mãe desconfiou que a filha demorava demais na academia


Coração de mãe não engana...

(escrito por Kaplan)

Exatamente isso, amigas e amigos... Iara frequentava uma academia a umas 5 quadras do apartamento em que morava com a mãe, Helia.
A princípio, os horários dela eram rotineiros. Saía de casa às 20, andava até a academia, fazia aulas de 50 minutos, voltava. Ou seja, entre sair de casa e voltar, cerca de 1 hora e meia.
Mas... depois de um certo tempo, a mãe estranhou que a filha estava demorando mais do que o normal. Um dia ela questionou e a filha falou que estava demorando mais em alguns exercícios, para fortalecer o bumbum, as pernas. Por isso a demora.
Ela não se convenceu da resposta da Iara.

E como mãe é mãe... resolveu dar uma incerta lá para verificar que exercícios extras a filha andava fazendo, já desconfiada de que ela mentira.
E fez uma loucura. Quando viu a secretária da academia dar um pulo lá dentro, ela entrou e se escondeu. Viu que havia uma placa dizendo que as aulas encerravam às 21:30. Bem escondida, ela viu a secretária voltar, fechar tudo, sair e fechar a porta da academia. Ela assustou: se a filha não estivesse ali, ela ia ficar presa até o dia seguinte. Mas viu que havia luzes acesas e ouviu a voz da filha. Ela estava lá. Então procurou chegar a um ponto em que não seria vista mas poderia ver.
E viu. 

Mas ela está dançando?
A filha dançava, olhando para alguém, sorrindo, fazia uma dança bem sensual.
E depois ela sentou num aparelho e ficou fazendo exercícios com as pernas. “Ora, ela não mentiu”, pensou Helia. Só que seu pensamento mudou quando viu um rapaz chegando perto e mal ele se aproximou, ela parou os exercícios, abaixou a calça dele e começou a chupar seu pau.

Helia arregalou os olhos. Aquele não era o namorado da Iara. Quem seria? E por que ela estaria fazendo aquilo?
Olhando bem, ela notou que o rapaz tinha um pinto apreciável... Maior do que o do ex-marido... sentiu um comichão na xotinha. Mas ela estava ali para outra coisa. Resolveu aparecer.
Apareceu de repente, deixando Iara e o rapaz apavorados.

- O que é isso, Iara? Quem é esse rapaz?
- Mãe, ele é o Guilherme, meu instrutor... – ela respondeu já pensando que ia ter de sair daquela academia pra sempre...
- Muito prazer, senhor Guilherme... Então é você que orienta os exercícios dela para fortalecer o bumbum e as pernas. E esse exercício que você estava orientando agora, qual o objetivo dele? Fortalecer os maxilares da minha filha?

O tal do Guilherme não tinha a menor ideia do que falar. Nunca tinha sido pego em flagrante como naquela noite. E já estava pensando como a secretária teria deixado a mulher entrar...
O silêncio foi quebrado pela Helia. Ela estava vidrada no pinto do rapaz.

- E uma coisa filha... você fazia esse exercício totalmente errado.
- Como assim, mãe? Do que você está falando?
- Vou te mostrar como se deve fazer. 

É assim que se faz!
E pegou o pau do Guilherme e começou a fazer um boquete. Ele e a Iara olharam um para o outro, de olhos arregalados, sem entender nada.

- Mãe... para com isso... você está chupando o pau dele?
- Estou te ensinando como se faz... presta atenção!

E continuou na chupação. Que delícia! Há quanto tempo ela não tinha um pinto tão interessante em suas mãos e em sua boca!
Iara parou de se preocupar. E ele também.

As duas ficaram dividindo o pau dele. E como a Helia tinha certeza de que os dois não ficavam só no boquete, começou a tirar a roupa, ia querer fazer os mesmos “exercícios” que a Iara fazia.

Guilherme olhou admirado. Que corpo bonito ela tinha!
A Iara deixou a mãe chupando o Guilherme e foi tirar a roupa também. E logo ele se despiu por completo. Os três nus.

- Me mostra os tais exercícios para fortalecer o bumbum... 

É assim que fortalece o bumbum
Ela mostrou. Sentou no pau dele e cavalgou bastante. E Helia acompanhando atentamente, passando a mão nela e nele. Só esperando a hora de sentar no cacetão do rapaz.
A hora dela chegou. E como ela pulou! Estava seca há muito tempo! Em sua cabeça já passava um belo filme, ela indo buscar a filha toda noite na academia...

Voltaram ao boquete nele.
E ele comeu a Iara de ladinho. E Helia também quis.
E ela quis de cachorrinho, gozando bonito... e Iara também quis... e depois ela deu o cuzinho a ele, mas isso a Helia não quis.

Quando a farra terminou, ela estabeleceu com eles que iria buscar a filha pelo menos uma vez por semana. Iara adorou saber disso e o Guilherme concordou numa boa.

Ao saírem, caminhando de mãos dadas pela rua, Helia não conteve a curiosidade.

- Filha, como é que você aguenta o pintão dele na traseira? Eu não sabia que você curtia sexo anal. E o pobre do seu namorado, como fica nessa história?
- Olha, mãe, já que não há mais motivo nenhum para eu te esconder as coisas, vou te contar. O pobre do meu namorado tem um pinto tão menor do que o do Guilherme, que não faz nem cócegas em mim. Mas ele foi o primeiro a transar anal comigo, então eu já tinha dado quando o Guilherme quis. Mesmo assim... doeu demais... agora já estou acostumada...
Mas o Guilherme é noivo, a gente tem só sexo mesmo, nada de envolvimento amoroso. Falar nisso, como você entrou lá? A secretária não te impediu não?
- Eu aproveitei que ela tinha entrado, para entrar e me esconder.
- Ah, entendi... ela foi lá pra despedir. Ela é que é a noiva dele.
- Uau! Ela sabe?
- Sabe, e não liga não... a academia é dela. Se ele não fizer as coisas direitinho com ela, ela manda ele embora... 

Mãe e filha se entendem... nada como uma boa conversa!

Helia deu uma gargalhada. Chegaram em casa e sentaram no sofá, a conversa ainda rendia.

- Filha, você me diga com sinceridade. Pensou em me contar isso algum dia?
- Claro que não, mãe... você é louca? Essas coisas tem de ficar em segredo!
- E qual foi a sensação de ver sua mãe chupando e transando?
- Também foi algo que nunca pensei ver... mas gostei de ver seu desempenho! Só espero que ele não me troque por você!


A iniciação de duas lourinhas fantásticas


Elas começaram, desenvolveram bem, atraíram!

(escrito por Kaplan)

Luciana e Klene eram duas conhecidas de minhas sobrinhas e, ao frequentarem meu apartamento, contaram o que lhes tinha acontecido. Haviam chegado à conclusão de que namorar garotas era bem mais interessante do que garotos. Esses, na atualidade, em sua maioria, não passavam de bobões que só sabiam ficar curtindo postagens machistas, ou jogando. Como eram imaturos...
E as duas acabaram ficando. E gostando. E largando os namorados de lado...

Tudo começou quando a Klene foi dormir na casa da amiga. Faziam isso muito, mas nunca pensando em sexo. Porém, naquele dia, as duas estavam carentes. Haviam terminado com seus namorados e estavam há bons dias sem beijar na boca. 

Um jeito gostoso de se descobrirem...

Ambas de camisolinha, ficaram brincando. Pegavam nos seios, levantavam as camisolinhas para ver as calcinhas... até que Luciana não se aguentou de vontade e beijou os seios da amiga. Que estremeceu todinha.

- Amiga, o que foi isso?
- Desculpa, Klene... me deu vontade, desculpa...
- Desculpo nada... faz de novo, que gostoso! Nunca me beijaram assim!
- Jura?
- Por favor, beija eles de novo...

Então Luciana tirou a blusinha do pijama da amiga e beijou-lhe os seios, e chupou os biquinhos... e Klene teve de se segurar para não gemer bem alto...

- Onde você aprendeu isso?
- Vi num DVD que peguei... fiquei tão excitada que me acabei numa siririca... e fiquei pensando que podíamos ser nós duas...
- Pensou certo... nunca tive tanto tesão assim... namorado nenhum me proporcionou isso... Me fale tudo que você viu, vamos fazer também!
- Vamos tirar nossas camisolas... 

Que beijinho doce que ela me dá...
Tiraram, e só de calcinhas, as duas se abraçaram e experimentaram o primeiro beijo na boca de suas vidas. E riram. E beijaram de novo...

E foi a vez de Klene beijar os seios da amiga, e tentou fazer exatamente como ela havia feito. Só que agora as mãos das duas não estavam paradas, exploravam os corpos uma da outra, entravam dentro das calcinhas...

- Lu... a gente é amiga há 20 anos e nunca brincamos disso... por quê?
- Porque isso não é coisa de brincar... é de fazer a sério. E somente agora temos a maturidade para fazer isso.
- Nossa! Minha amiga virou filósofa ou psicóloga? Mas deixa pra lá, me fale mais do que você viu no filme.

Luciana pediu que Klene sentasse no móvel que havia no quarto dela, era uma cômoda, com gavetas, onde ela guardava roupas e coisas...
E aí ela pegou na calcinha da amiga e afastou-a pro lado. Bucetinha à vista e ela deu uma lambida e depois chupou direitinho. A Klene quase caiu da cômoda. Que prazer era aquele que ela estava sentindo? Coisa de doido! Nunca imaginara!

Teve a calcinha retirada e a bucetinha sendo novamente chupada. Inquieta, passava a mão nas costas da Luciana, pegava nos próprios seios, pegava nos cabelos... e sentia seu corpo tremer todinho, dos pés à cabeça. 

Meu primeiro gozo com uma amiga...
E quando Luciana enfiou dois dedos na bucetinha e ao mesmo tempo mamou nos peitinhos... ela gozou! Aquilo era demais! Mas Luciana teimava em continuar beijando e chupando.

- Não, Lu, para... minha vez de fazer em você!

Desceu da cômoda que foi ocupada pela Luciana, que já tirara a calcinha. Meio desajeitada, Klene procurou retribuir o prazer que havia recebido. Talvez por ser a primeira vez das duas, Luciana gostou muito também.
Foram para a cama, onde continuaram abraçadas, beijando-se sem parar.

- Nossa, Lu... acho que nunca passei por uma situação tão fantástica. Amei tudo que fizemos! E se você quiser, serei sua namorada pra sempre. Nada de caras chatos, aborrecidos, torrando minha paciência.
- Klene, eu meio que tinha certeza, depois que vi o filme, que isso ia rolar entre a gente. E concordo com você, essa transa aqui, hoje, não tem comparação com nenhuma com qualquer namorado que eu tenha ficado... mas te confesso que gosto muito de um pinto, e fiquei receosa de ter uma recaída. Por isso, providenciei pintos pra nós duas!
- Socorro!!! Como assim?

Luciana levantou e foi até o sobre-armário. Via-se que havia escondido algo ali. E desceu com um embrulho que, aberto, revelou dois pintos, de silicone, de bom tamanho.

- Mentira! Você comprou isso? E comprou dois? Um pra mim?
- Sim, sim, sim... quer experimentar? 

Ah... melhor que o humano!
E as duas ficaram pegando neles, beijando, fingindo que chupavam, rindo... e depois elas encostaram os consolos nas xotinhas... e veio a vontade de enfiar.

A Klene subiu de novo na cômoda, mas dessa vez ficou ajoelhada, e a Luciana foi enfiando o pinto na bucetinha dela, não sem antes dar uma outra boa chupada... e meteu até Klene gozar de novo, suada, cabelos arreganhados...

- Menina, isso é ótimo... não amolece nunca, não goza... que maravilha!
- Faz em mim, agora?

Ela fez, também em cima da cômoda, mas Luciana não ficou ajoelhada não, ficou deitada e assim a Klene enfiou nela pela frente. E tome bombadas, até a amiga se esvair num gozo fenomenal.
Estava esgotadas, felizes. Foram pra cama e dormiram abraçadinhas.

No dia seguinte, depois que todos saíram e as duas ficaram sozinhas, tiraram as roupas, se acariciaram e foram para o quintal.

- Me faz uma massagem, Lu? 

Massagem assim é outra coisa!
Ela deitou sobre umas almofadas e Lu sentou-se na bundinha da amiga e começou a massagear-lhe os ombros, as costas. E teve um cuidado especial na bundinha... massageou carinhosamente, aproveitando para passar com os dois dedões na xotinha dela. De novo aquele tremor gostoso percorreu o corpo da Klene.

E quando ela virou o corpo, Luciana teve uma ideia e a colocou em prática. Sentou nos seios da amiga, foi massageando até chegar na bucetinha que foi devidamente chupada. E Klene entendeu, a bucetinha da amiga estava ali, pertinho da sua boca, então ela a chupou ao mesmo tempo. E fizeram o primeiro 69 lésbico de suas vidas.

Foi assim o inicio do namoro das duas. Que deixaram os amigos escandalizados, mas depois tiveram de aceitar.