quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Comendo mais uma do clube que adorava coroas


Este clube só me deu alegrias!

(escrito por Kaplan)  

Alguns anos atrás eu fiquei conhecendo uma garota de uns 22 anos e acabamos na cama. E ela me confidenciou que fazia parte de um grupo, um verdadeiro clube da luluzinha, onde só entravam garotas que gostassem de transar com homens mais velhos. E ela me disse que como havia gostado de transar comigo, poderia me apresentar a outras garotas do clube... se eu quisesse...

Bem, eu quis, conheci algumas, transei com todas essas. Depois elas deram uma sumida.
E não é que ontem fui procurado por uma novata? 21 anos, linda como ela  só e que se apresentou como integrante do clube. Não havia o que conversar. Ela tinha me procurado pela propaganda que outras haviam feito.

Então já fomos direto pra cama, ficamos apenas uns 15 minutos batendo papo para nos conhecermos melhor e dalí partimos para os finalmentes.  

Ela gostava muito de cavalgar...
Ela era bastante expedita. Mal chegamos no quarto, ela se despiu, me mostrando um belíssimo corpo (quem, com 21 anos, não o tem, não é mesmo?) e pulou na cama, esperando eu terminar de tirar minha roupa.

Mal deitei, ela já foi endurecendo meu pau pelo processo antigo mas muito eficiente do boquete. Chupou com gosto e sentou em cima, pulando com uma rapidez e energia espantosas.

Eu a segurava pelo bumbum, macio e firme, ela esfregava os seios em meu rosto, nem me dando chance de dar uma mamadinha neles, me beijava, gemia... e sem parar de pular um só momento.

- Já me falaram que você aguenta muito tempo, eu preciso disso, demoro pra gozar e só consigo com coroas como você... os meninos da minha idade são um fracasso. Por favor, acabe comigo!

Beijei-a, fiz ela parar de pular e a coloquei de quatro. Ajoelhei atrás dela e pincelei meu pau na xotinha, de cima a baixo, e até encostando no cuzinho. Ela não reclamou, não disse nada, só respirava com sofreguidão. 

Então enfiei e bombei por muitos minutos, só escutando os gemidos que ela soltava. Não é fácil transar com garotas de 21 anos... elas são muito fogosas.
Dali a pouco ela saiu da posição, me chupou o pau novamente.

- Gostei de te chupar...
- Estou vendo... fique à vontade!

Sentou de novo e me cavalgou de novo. Eu via, pelos olhos vidrados dela, que ela estava quase conseguindo. Sua respiração ficava mais forte, ela mordia os lábios e, de repente, quase gritando, caiu sobre meu corpo. Ria com dificuldade...

- Isso é bom demais... consegui... cara, eu consegui...

Ficamos deitados lado a lado, eu passando a mão no corpo dela, sentindo cada centímetro dele. Ela sentia cócegas, ria, mas não me fazia parar.

- Você quer tentar outra coisa? Me perguntou.
- O que você pretende?
- Nunca dei o rabinho, quer tentar?  Tá acostumado?
- Sim, estou, vamos tentar, se não gostar você me fala e eu paro.

Coloquei-a de novo de quatro, peguei um tupo de Ky que sempre tenho no quarto, preparei tudo e fui enfiando lentamente.

- Ui... vai com calma, por favor... 

Doeu... ela não curtiu muito não!
- Relaxa, procure relaxar o máximo que puder. O começo é mais dolorido, depois melhora.

Continuei forçando até fazer a cabeça passar. Ela gemeu. Parei, esperei ela ficar calma e aí voltei a enfiar, até entrar tudo.
Bombei algumas vezes, mas vi que ela não estava curtindo muito, então me liberei e gozei.
Senti o alívio dela quando fui retirando meu pau.

Aparei o esperma que saía com uma toalha. Levei-a ao banheiro e tomamos um banho gostoso.

Enxuguei-a, me enxuguei, voltamos ao quarto e ficamos uma meia hora conversando, depois ela se foi. 

Ficou de voltar...


A massagista pirou vendo a toalha subir...


A cena foi demais pra ela...

(escrito por Kaplan)

Mário estava numa cidade praiana e quando passeava pelas ruas, ao anoitecer, viu uma placa informando que ali trabalhava uma massagista. Parou e pensou que era uma boa... cansado do trabalho na cidade grande, nada melhor do que descansar numa praia – o que ele já estava fazendo – e ser massageado. Já fizera muitas massagens relaxantes, sabia como era bom.
Então resolveu entrar.
A massagista, chamada Elaine, estava fechando a sala.

- Oi, eu vi a placa lá fora... queria fazer uma massagem relaxante, é aqui mesmo?
- Sim, é aqui, eu sou a massagista, mas hoje não dá. Tenho de atender a dois clientes em hotéis e depois preciso descansar... trabalhei muito hoje. Pode ser amanhã?
- Claro, eu ainda fico alguns dias aqui, na hora que você puder eu venho.
- Espera um pouco.

Ela abriu a porta e foi conferir a agenda.

- Amanhã é possível sim, é meio fora do horário, mas como não tenho nada para fazer depois, posso te atender às 19 horas. Dá pra você vir?
- Beleza! Estarei aqui! Esqueci de perguntar, quanto é que você cobra?
- 80,00.
- Ótimo. Pode anotar meu nome aí. É Mário.
- OK, Mário, agora preciso correr.

Despediu-se dele com um sorriso, saiu do prédio junto com ele, pegou uma bicicleta e disparou pela rua. Ele pensou: É, ela tem esse corpo todo perfeito porque, além de praia, ainda tem bicicleta. Acho que preciso mudar para uma cidade como essa... 

Sem sucesso aqui na praia... tá danado...
Bem, no dia seguinte, ele foi à praia, nadou, tomou cerveja, paquerou algumas gatas, sem sucesso, almoçou, saiu de lá às 16 horas, quando a praia começava a esvaziar. Foi para a pousada em que estava hospedado, tomou um belo banho e às 18:30 saiu, em direção ao local onde Elaine trabalhava.

Ao chegar, viu que ela ainda estava atendendo alguém. Esperou mais um pouco e quando faltavam 5 minutos para as 19 horas, a porta se abriu e uma senhora gorducha saiu, sorridente. Elaine estava com ela e convidou Mário a entrar.

Arrumou a maca, trocou o papel que a cobria, já todo amassado. Colocou outro, novinho e disse a ele que iria preparar tudo, que ele ficasse à vontade, tirasse a bermuda e a camiseta e se deitasse.
Foi para uma salinha ao lado. Quando voltou, ele estava já deitado, com uma toalha sobre as partes pudendas. Olhos fechados, ele já curtia a música ambiente e o perfume de incenso. Ela reduziu as luzes e começou a fazer a massagem.
Começou pelos pés, depois a panturrilha e as coxas. 

Ó xente... mas que diabo é isso?
E aí... ela começou a perceber movimentos suspeitos debaixo da toalha. A toalha subia! Na hora pensou o que poderia ser, então deixou as coxas de lado e foi massagear o peito dele. Mas quem disse que ela conseguia parar de olhar? Sentiu uma atração tremenda, e acabou voltando às coxas e levando a mão até quase lá...

Pensou: será que ele está nu? Todos os homens aparecem aqui de sunga... mas como pode ser esse levantamento de toalha? Preciso descobrir... mas não devo, ele  pode ficar irritado, vai ver que está acostumado a fazer assim onde ele mora... mas que vontade de ver...

E a vontade prevaleceu. Ela continuava pensando: Vou ver, se ele não gostar, devolvo o dinheiro, é só um cliente perdido, que provavelmente nunca mais vai voltar aqui... vou ver!

E levou as mãos por baixo da toalha. Elas encostaram nas bolas do saco e logo no tronco, duro, duro como pedra.
Ouvindo a respiração ofegante dela, Mário abriu os olhos e sorriu.

- Se quiser massageá-lo, pode...
- Posso fazer até mais do que isso, mas tem um preço...
- Quanto?
- O dobro.
- OK, pegue a minha bermuda, por favor.

Ela pegou, ele tirou uma nota de 100,00 e entregou a ela.

- Nem vou precisar de troco.
- Obrigada!

Então ela tirou a blusinha e o shortinho que usava. Tirou a calcinha. Se mostrou inteira pra ele, que olhou admirado. Elaine era bonita e muito gostosa. Que corpo! Tudo no lugar, seios médios, bumbum arrebitado, xotinha com poucos pelos... agora era esperar a massagem que ela iria fazer, fora dos padrões normais que ela fazia. 

Amoleceu? Faço ficar duro num minuto...
E ela demonstrou que sabia fazer – e muito bem – a massagem “diferente”, “super especial”.

Pegou no pau dele, que tinha amolecido durante a conversa, e fez com que ele ficasse duro rapidamente, colocando-o na boca e fazendo uma massagem com a língua.

E, espertinha, enquanto fazia essa massagem “complicada”, falou com o Mário que ele poderia também massagear a bundinha dela... o que ele fez com muito prazer!

E ela massageava o pau dele, agora com as mãos, Mário sentia que seu pau ia explodir de tão duro.

Será que é só isso que ela vai fazer? Mas não precisava ficar nua... espero que tenha mais coisas...

Ela voltou a chupar. Depois voltou a massagear com as mãos.

- Muitos homens aparecem aqui, alguns com corpos tão bonitos quanto o seu, mas só querem massagem mesmo. Não se atrevem, como você foi atrevido hoje.
- Eu fui atrevido?

Ela riu...

- Nãoooooo.... claro que nãooooo! Ficar nu e fazer esse pau lindo subir não teve nada de atrevimento....

Riram ambos.
E então ela subiu na maca e sentou no pau dele.

- Passar a mão em corpos lindos, queimados de sol... isso me deixa com muito tesão e são pouquíssimas vezes que posso usufruir de meus clientes. E começou a pular e pulou muito.
Depois eles desceram, ela se inclinou sobre a maca e ele meteu de novo nela, em pé, bombando sem parar até ouvi-la gemer e pedir para ele parar. Tinha gozado. 

Nada de beijos... só sexo mesmo!

Ficaram abraçados por um tempo, corpos de frente um para o outro. Corações palpitando. Ele quis beijá-la, mas ela recusou.

- Beijo é intimidade demais. Não cabe numa transa sexual, só sexo. Teria de haver uma afinidade muito grande entre nós, para que o beijo na boca tivesse sentido.
- Nunca pensei nisso, mas acho que você tem razão.

Então ele se vestiu e preparou-se para ir embora.

- Mário... aquele dobro que você pagou é o valor da massagem de amanhã. Quer?

Ele sorriu.

- Vou querer sim. Mesmo horário, na certa!
- Isso. Vou te esperar!


terça-feira, 4 de setembro de 2018

Nossa hidro estragou. Meg adorou!


Como assim? Ela adorou?

(escrito por Kaplan)

Pode parecer que o título ficou estranho, mas é verdadeiro. Ela adorou porque o técnico que havia instalado a hidro no nosso apartamento ia voltar para consertar.
Entenderam, não é? Era um rapaz tão bonito que ela o traçou já quando ele instalou. Por isso, quando a hidro deu um defeito, ela adorou, ia ver o Rodrigo de novo. 

Tá com defeita, vem consertar...
Já o recebeu vestida a caráter: bermuda e sutiã. E como ele desconfiava que não havia defeito algum, nem se preocupou em olhar a banheira. Quando Meg se ajoelhou para falar com ele, já foi passando a mão nela.

- Rodrigo, é sério, estragou de verdade... veja o que é, depois a gente faz aquelas coisas gostosas...
- Mas como eu vou trabalhar vendo você vestida assim?

E foi baixando a bermuda dela, que ria, antevendo o prazer que iria ter. Agora estava só de lingerie,  ele pegava em sua bunda, passava a mão entre as pernas dela, acariciando o cuzinho e a xotinha.

- Rodrigo... não me tesa assim...
- Meg... você já me tesou...
- Quer fazer o mais agradável primeiro?
- Quero...

E tirou a calcinha dela. Ela ajoelhada, curvada sobre a hidro e ele passando a mão na xotinha dela, querendo enfiar um dedo lá dentro... e ela ficou com as pernas fechadas, brincando de impedir que ele conseguisse seu intento... mas ele não desistiu e acabou conseguindo. E aí ela se entregou totalmente a ele. 

Ainda de sutiã? Eu tiro...
Levantou-se. Só de sutiã, ele a abraçou, beijou e já foi arrancando o sutiã e mamando gostoso nos seios dela. Não precisava de mais nada. Mexeu nos seios, ela vidrava.
Tornou a colocá-la ajoelhada e meteu a pica na xotinha, por trás.
Bombou até dizer chega.
E ela gemia de prazer.

- Não esqueci de que você gosta de cavalgar... vamos lá, minha amazona!
- Mas antes... sabe do que gosto também, não sabe?
- Todo seu!

Ela ajoelhou na frente dele e fez um demorado boquete, depois é que foi cavalgá-lo. E pulou, feliz da vida, até gozar. Ele não gozou.

- Vamos ver o defeito agora.

Vestiu-se? Nada...  continuou pelado e ela também, olhando o que ele fazia.
Logo ele descobriu o que era. Encheu a banheira, ligou o motor, tudo funcionando perfeitamente.

- Aí está, Meg... mas...
- Mas o quê?
- Para saber se está tudo 100 por cento, precisamos tomar um banho... 

Viu? Está consertada...
Ela deu um sorriso... ele era muito safado...
Entraram os dois, tomaram um banho cheio de beijos, carícias, amassos.
E outra trepada, claro...
E dessa vez foi ele quem gozou. E a porra caiu na água.

- Isso era o que faltava para o perfeito conserto... vitamina P.
- Vitamina P?
- É, Vitamina P de Porra...

Ela gargalhou. Abraçou e beijou-o.

- Você é muito lindo, Rodrigo... Sabe que vou torcer para essa hidro dar outro defeito em breve, não sabe?
- E eu virei consertá-la com o máximo prazer!


Três sobrinhas e um pau


O pau era do namorado de uma delas

(escrito por Paulinha)  

Gosto muito de publicar textos, histórias e relatos de outras pessoas. E fiquei pensando: por que não pedir às minhas sobrinhas que contem suas aventuras? E à Denise, por que não falar do que lhe acontece quando não está comigo? Reuni as quatro e coloquei a questão. E elas todas toparam, então vocês, leitoras e leitores, terão a partir de hoje, contribuições dessas lindas garotas que vivem me rodeando. Começando pela Paulinha, que vai lhes contar o dia em que as três compartilharam o pau do Juarez, namorado da Cecília. Vamos lá?

Quando alguém elogia demais o que o namorado tem entre as pernas... é batata! Quem escuta fica na dúvida: será que é verdade mesmo? E para ter certeza, nada melhor do que ver pessoalmente. Assim, quando Cecília, prima minha e da Helena, começou a contar as maravilhas do Juarez, nós a intimamos a nos deixar ver e quem sabe? Até participar.
O bom da nossa amizade é que sempre compartilhamos tudo. Inclusive alguns namorados. E a Cecília ficou de conversar com o Juarez para ver se ele topava. Adivinhem!!! Claro que ele topou!

E para não deixar dúvidas quanto ao nosso objetivo, quando ele chegou já nos encontrou nuas, sentadas no sofá da sala do tio (ele sempre empresta o apê dele para a gente transar... e às vezes até assiste!) 

Ela estava certa... que beleza de pau!
Pois bem, lá estávamos nós três, peladinhas, rindo pra ele que ficou meio desconcertado, mas logo se acalmou com os beijos que a Cecília deu nele e com as pegadas no pau que ela deu. O bichinho cresceu e era o que a gente queria ver...

E ela nos mostrou. Tirou a calça dele. Só de ver a cueca estufada nós já ficamos admiradas... e ela abaixou a cueca. Lá estava o gigante, que, de bichinho não tinha nada! Belo espécime!

Claro que ficamos entusiasmadas e tratamos de dar um tratamento especial a ele. Helena foi a primeira a fazer um boquete, logo seguida pela Cecília e eu me aproximei e ficamos: Cecilia engolindo, eu lambendo o tronco e Helena as bolas. E começamos a nos revezar em tão nobre missão!

Brincamos demais com o pau dele. Batemos punheta pra ele, chupamos, lambemos... cada hora uma, depois as três juntas... ele estava até de olhinhos fechados... Fazer o quê? O pau dele dava pra três usarem ao mesmo tempo... grandinho, não era? Beleza! 

Não dá para engolir... não sou garganta profunda!
Ele perguntou se alguma de nós tinha garganta profunda, se conseguiria engolir o pau dele todo. Bem que tentamos, mas a Helena, que foi a primeira, quase fez vômitos quando a cabeça do bicho chegou perto das amígdalas dela. Já sabendo que eu também não daria conta, tentei e de fato não era possível... cheguei só na metade! Cecília riu e disse que nem precisava, já tinha tentado e não conseguira também.

E aí ficamos pensando quem seria a primeira. Cecília até que queria, mas como ela já tinha transado com ele... ficou por último. Eu fui a primeira e Helena a segunda.
E cada uma deu pra ele do jeito que mais gosta.

Eu fiquei deitada, queria que ele me comesse de frente, gosto de ver a cara de quem está me comendo. Preciso saber se preciso temperar mais... kakakaka

Não estava preocupada em gozar, só queria curtir um pouco daquela vara dentro de mim. Me completou totalmente, ficou bombando um pouco, depois deixei que a Helena cuidasse dele.

De qualquer jeito era bom...
E ela preferiu cavalgar. Foi sentando na pica do moço, descendo devagar, porque o trem era grande de verdade! Até que conseguiu entrar tudo e ela começou a pular nele.

E quando ela saiu e chegou a vez de a Cecília ser comida, falamos com ela para ficar deitada de costas e ele meter nela como metera em mim. Ela entendeu o que a gente estava pensando, fez como pedimos e nós duas começamos então a beijar e a chupar os seios dela.

Gente, o Juarez endoidou. Deu uma gozada homérica! Urrando de prazer!

Foi bom demais. Nem preciso dizer que tivemos outros encontros. As três com ele, ou às vezes só duas, mas sempre fantásticas as transas!


segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O que os pais das estudantes não sabem


Filhas que estudam em outra cidade aprontam!

(escrito por Kaplan)

Verdade seja dita: quando os pais deixam as filhas fazerem faculdade em outras cidades ou são muito ingênuos ou confiam demais nas garotas. Como eu estudei em faculdade do interior do Estado, eu vi isso claramente. Elas aprontavam todas! Bebiam como nunca beberam, transaram como nunca haviam transado. E quando os pais as visitavam, elas se mostravam como verdadeiras santas. E havia um acordo tácito entre todos e todas: com pais por perto, ninguém fazia besteira, todos pareciam estudantes compenetrados, sérios... E os pais iam de volta pra casa felizes da vida.
Tadinhos...
Só um exemplo: 

Universitária enlouquecida...
Vamos encontrar Vanda e Eugênio na república. Ela dança e começa a tirar o short. Fica de calcinha e camiseta. Eis que sua colega de quarto, Elza, chega e começa a rir pensando que estaria atrapalhando alguma coisa. Todos riram e o que fizeram? Convidaram Elza a participar da brincadeira.

E Eugênio já foi tirando a camiseta da Vanda, que, por sua vez, tirou a blusa e a calça dele.  Claro que Elza, para participar condignamente da sessão, também se despiu e subiu para a cama, chamando Vanda para lhe fazer companhia. Eugênio foi ficando alucinado quando viu que as duas se agarravam, se beijavam, se esfregavam...

Seu pau já estava no máximo de dureza, e ele apenas esperava a ocasião para participar. Só olhar já era muito excitante, mas ele já se imaginava comendo as duas. Por que não?

Então, depois de muito se esfregarem, elas o chamaram, o deitaram na cama e Vanda começou a chupar-lhe o pau. 

Ele ficou muito feliz com tudo isso...
E Elza, afoita, praticamente sentou-se na boca do rapaz que a chupava. Vanda já tinha sentado no pau dele e as duas, frente a frente, continuavam se beijando, se dando amassos nos seios. Ele estava enlouquecido. Já tinha transado com as duas, mas individualmente, e nem desconfiava da bissexualidade delas. Ali, naquele momento, vendo e participando, ele vibrava por inteiro.

As duas trocaram de lugar. Vanda foi ser chupada por ele e Elza foi cavalgá-lo. As carícias das duas continuavam e ele também procurava fazer algo, mas só conseguia pegar nos seios delas. 
Mas ter uma buceta na boca e outra engolindo seu pau... o que mais ele queria?

Viu Elza gozar e ele acabou gozando também. Vanda fingiu estar brava.

- Te dou dez minutos para fazer esse pau subir de novo. Afinal, eu te trouxe aqui e você goza com minha amiga? Não senhor! Está de castigo, daqui você não sai enquanto eu não gozar também!
- Sim senhora! Aceito o castigo e prometo realizar seu desejo!

Eles ficaram conversando por um tempo. Ele quis saber desde quando as duas se amavam, elas contaram que quando tinham entrado para a faculdade, já namoravam. Moravam na mesma cidade, estudaram no colégio juntas, fizeram cursinho juntas e passaram no vestibular no mesmo ano. Mas gostavam de homens também. 

Ela também quis... e teve!

Enquanto conversavam, elas passavam a mão nele, pegavam no pau e viram que ele endureceu. 

Então Elza ficou só assistindo Eugênio trepar com Vanda, na base do papai e mamãe, até que ela ficasse satisfeita, ou seja, conseguisse seu gozo.

Exigiram dele silêncio, para que continuasse transando com as duas. 

Ele não era bobo de sair contando...


Ela chegou de viagem e já foi sendo comida


O primo não aguentava de saudade...

(escrito por Kaplan)

- Welerson, você poderia me fazer um favor?
- Claro, tia, o que é?
- A Nadine está chegando hoje da viagem e eu não tenho condições de ir buscá-la no aeroporto. Poderia fazer isso pra mim?
- Claro... a que horas devo estar lá?
- Deixe eu ver aqui, ela me mandou um sms, deixa eu ver... ah, ela chega às 15 horas.
- Ótimo, estou sem nada pra fazer, vou lá buscá-la!
- Te agradeço muito, querido!

Welerson saiu da casa da tia feliz da vida. A tia não sabia, mas pedir a ele que buscasse a Nadine... se ela sequer viesse a pensar que os dois transavam loucamente... nunca teria pedido. Mas ela não sabia, aliás, ninguém sabia.

Então ele foi ao aeroporto, esperou a Nadine sair. Quando ela o viu e viu que não tinha mais ninguém, ficou feliz, abraçou-o e beijou-o. Ali ninguém conhecia os dois, não tinha problema.,
Entraram no carro, ele foi dirigindo e, subitamente, entrou num caminho fora da estrada. 

Primo... nós dois somos dois loucos...
- Mas o que é isso? Pra onde está me levando?
- Pra sua casa, ora essa... você sabe que seu avião atrasou muito e o trânsito está terrível, por isso chegaremos um pouco tarde em sua casa.
- Você é doido...
- Sabe que sou, doido por você!

Parou o carro e ambos foram para o banco de trás. Começaram a se beijar, logo ele tirou a blusinha dela e ela já estava com a mão no pau dele.
Ele tirou a calça e ela pôde pegar direito... e ele tirou o sutiã dela e deu uns beijos e chupadinhas.
E ela foi chupar o pau dele, claro...

- Fiquei com saudades desse pauzão seu...
- Pois eu fiquei com saudades de você inteira... onde já se viu ficar uma semana fora do meu alcance?
- Meu anjo... férias... você não quis ir...
- Não era questão de querer, você sabe... 

Saudade desta pica gostosa...
- Sei, tá certo... mas vamos providenciar o assassinato dessa saudade mútua! Para de falar que eu quero chupar!

E voltou a chupar o pau do primo. Era realmente um belo e grande pau. Ela não contou e jamais contaria a ele que experimentara uns dois paus diferentes nas férias. O dele era infinitamente melhor.

E sabia pegar nos peitinhos dela, mamar bonito... nem todo homem sabia fazer isso tão bem!

- Tô adorando te chupar, Welerson... mas o horário... mamãe pode desconfiar de alguma coisa.
- Desconfia nada... mas tudo bem, vamos partir para os finalmentes, então.
- Você quer me comer aqui?
- Claro!
- Gente... ele está alucinado mesmo.
- Vamos lá, deixa eu tirar seu short e sua calcinha. 

Nunca pensei trepar dentro do carro...
Meio assustada por conta do local, ela concordou e ficou toda nua dentro do carro. E sentou no pau dele. Parecia o melhor jeito de trepar dentro de um carro. Sentou e pulou. Logo esqueceu do temor pelo local, entregou-se totalmente à dureza que estava enfiada dentro dela. Gemia muito, apesar do desconforto, sentar no pau dele era tudo de bom.

E ele gozou. Ela não, mas isso não tinha a menor importância. O problema agora era levantar do pau dele e a porra escorrer dentro do carro.

- Preocupa não. 

Ele enfiou a mão atrás do banco e pegou uma toalhinha que deixara lá pois já tinha ido buscá-la pensando na trepada.
Ela se levantou, aparando a porra que descia com a toalhinha.

- Nós estamos ficando muito doidos, primo...
- Eu sei, mas de que outro jeito podemos transar? Temos de aproveitar todas as chances que aparecem!