terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Bons frutos de uma exposição

Ele só queria mostrar onde o quadro ficaria!

(escrito por Meg)

Em 2015 eu publiquei uma série de fatos que aconteceram após ter feito uma exposição de fotografias e como a Meg tinha posado bem à vontade, apesar de não mostrar tudo, atraiu a atenção de homens e mulheres com os quais acabou indo pra cama.
Mas... houve outros, que só fiquei sabendo pelo caderno dela... olha só:

Os homens são muito engraçados mesmo. Alguns falam abertamente o que desejam e outros conseguem inventar histórias mirabolantes para, no final, deixar claro que só querem comer a gente.
Semana passada conheci um assim. Estive na galeria para ver se tinha alguma novidade da exposição e tinha lá um recado para eu ligar para um tal de Felipe, que tinha comprado um dos retratos que eu aparecia.

Curiosa como sou, imaginei que vinha uma cantada, mas ele me disse que gostaria muito de minha opinião sobre o local em que ele deveria pendurar o quadro.
Falei com ele que seria difícil eu saber isso, não tinha ideia de onde ele morava e que aposentos poderiam receber o quadro... então ele perguntou se eu poderia ir ao apartamento dele para verificar. 

Que bom que você veio pra me ajudar...
Continuei achando esquisito, mas como sou curiosa, e queria saber quem é que tinha comprado meu quadro, anotei o endereço e apareci lá. Foi temerário, não sabia quem era o cara, ele poderia ser um elemento perigoso... devia ter falado com o Kaplan, mas não falei. Fui com a cara e a coragem.
Ele me recebeu bem, examinei a figura detalhadamente. Não me pareceu gente ruim. Pelo contrário, e ele antes de discutir o assunto “local do quadro” me ofereceu um café, conversamos, fiquei sabendo que morava ali, sozinho, era solteiro. Não pretendia casar tão cedo. Devia ter uns 26 anos, eu acho.

Depois do café, aí ele me mostrou o apartamento, pequeno, sala e dois quartos, além da cozinha e banheiro e uma área de serviço diminuta.
Segundo ele, a dúvida era se deveria colocar o quadro na sala, no quarto dele, no corredor, ou no outro quarto que servia de escritório pra ele.

Olhei atentamente os vários locais. A sala já tinha três pinturas penduradas, falei com ele que não ficaria legal colocar um retrato no meio de pinturas. Ele concordou.
Fomos então para o corredor, que achei meio escuro. O quarto dele já tinha uma tela e o único que estava com as paredes vazias era o quarto/escritório.
Tive a certeza de que aquele papo era furado. Era só ali que ele teria condições de pendurar o meu retrato.

E o papo seguinte confirmou minha impressão. O mais interessante foi que me deu um tesão enorme verificar como ele articulou a coisa toda. Foi divertido, mas me excitou! 

Ele não tirava o olho...
Observei que ele não tirava os olhos do colant que eu estava usando. Como eu estava sem sutiã, dava para perceber o volume dos meus seios e até mesmo um ligeiro aumento dos biquinhos, demonstrando minha excitação. Mas ele não foi direto ao assunto. Depois de me examinar bastante, perguntou se tinha sido eu mesma quem posara para aquele retrato.
Intrigada, eu disse que sim. Por quê ele estaria duvidando?
A resposta dele foi que parecia que meus seios não eram iguais aos do retrato.

“Como assim?” perguntei. E ele falou que parecia que eram maiores do que o que ele via na fotografia.
Como eu já tinha certeza de que era a cantada, e tinha ficado a fim, abaixei o colant e mostrei meus seios a ele. Falei para ele comparar direitinho. E me diverti vendo o volume que a calça dele fazia... ele se excitara bastante me vendo daquele jeito.
Ai a brincadeira acabou, porque eu falei que estava achando que ele me chamara ali não tinha sido para ver onde o quadro ficaria... e ele confirmou, meio envergonhado.

Estou te ajudando, não estou?
Tomei a iniciativa de pegar no pau dele por cima da calça e falar que tinha tido a certeza ao ver como ele ficara excitado. E aí eu disse que queríamos a mesma coisa. Então abri a calça dele, abaixei-a e fiz um boquete, que o deixou entusiasmado.

Tirei a roupa toda, e ele, me vendo fazer isso, fez a mesma coisa. Me colocou sentada na mesa e me deu uma bela chupada. Senti um raio percorrendo meu corpo todo com a chupada dele.
Me deitou no carpete, ajoelhou entre minhas pernas e meteu. Pau melado e buceta molhada combinam direitinho, o pau entrou fácil e senti as primeiras estocadas, que me fizeram gemer.

E tratei de cavalgá-lo e pulei bastante, estava ótima aquela trepada.
Fiquei de quatro, ele meteu de novo, gozei e ele logo em seguida tirou o pau de dentro e gozou na minha bunda e costas.
Nos recompusemos, me limpei e me vesti. Ele também.

Falou comigo que tinha sido melhor do que o que ele sonhara, eu disse que gostara muito também. E falei com ele que, depois de ele pendurar o quadro, me chamasse para ver como ficou...


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Com o marido viajando, Bárbara saiu à caça

Caçou ou foi caçada?

(escrito por Kaplan) 

Bárbara era o tipo de mulher que dava tudo por uma boa trepada. Felizmente o marido dela a satisfazia plenamente. Mas... sempre tem um mas...
Ele teve de fazer uma viagem, pela empresa, e ficou fora quase um mês.
Ela aguentou bem os cinco primeiros dias, mas depois começou a subir pelas paredes. Nunca ficara tanto tempo assim sem transar...
Então resolveu que, o marido a desculpasse, mas ia sair à procura de uma pica.

Vestiu-se para a caçada. Um vestido curto, tomara que caia? Um vestido superdecotado? O que seria melhor? Custou a se decidir pela primeira hipótese. 

Vestida para matar... ou para caçar?
E foi à caça. Procurou uma boate, ali devia ser um bom local para achar alguém interessante.
Sentou-se no bar, entre dois caras. O da direita parecia ser um bom partido. Mas foi o da esquerda que avançou o sinal e começou a paquerá-la.

Foi uma cantada tão tola que ela apenas deu um sorriso amarelo para ele e virou as costas. E o cara que estava à direita percebeu que ela não era uma vadia qualquer. Ele ouviu a cantada do outro e percebeu que o fato de ela não ter dado bola significava que era alguém que valia a pena conversar.
Ofereceu um drinque a ela que aceitou. E começaram a conversar. Ela não disse que era casada, pensava que isso poderia assustar o pretendente.
O nome dele era Victor. E o papo rolou solto, agradável.

- Me dê licença, Victor? Preciso ir ao toalete...
- Quer que te acompanhe?

Ela riu...

- Até à porta ou lá dentro também?
- Onde você quiser!
- Olha... se você entrar eu não me responsabilizo pelo que possa acontecer...
- Eu assumo toda a responsabilidade.

O coração de Bárbara disparou. Será que ele teria coragem de entrar dentro do toalete? E o que poderia acontecer lá dentro?
Ao chegarem à porta, ele falou com ela para ver se tinha gente. Ela olhou e viu que não.
Então ele entrou rapidamente, os dois entraram num dos aposentos, fecharam a porta.

- Louco! Você é louco! Escuta, eu preciso fazer xixi... 

Você é doido... nunca fiz xixi na frente de alguém...
- Pois faça... o vaso está aí.
- E você vai ver?
- Se quiser eu fico de costas... mas eu adoro ver uma mulher fazendo xixi...
- Socorro... estou num banheiro com um maluco...
- Precisa de ajuda para tirar a calcinha?
- Claro que não, seu doido...

Ela se rendeu... Suspendeu o vestido, abaixou a calcinha, sentou e fez o xixi. Ele olhava e sorria pra ela. Terminou o xixi, pegou o papel higiênico e enxugou.
Ele não deixou ela se levantar. Abaixou o vestido e viu os fartos seios dela, que ele pegou carinhosamente e beijou, depois ele abriu a calça e colocou o pau pra fora. Ela entendeu o que ele queria e fez um boquete.

E teve a surpresa de, depois, ver ele agachando e lhe dando uma bela chupada na xotinha.
Sussurrando, ela comentou:

- Quero gemer e não posso...

Ele nem respondeu, ocupado que estava com a língua na xotinha dela. 

Dando no banheiro da boate... help!
E aí ele a colocou em pé, de costas pra ele, fez ela empinar o bumbum e enfiou a vara na xotinha, por trás. Ele meteu muito, ela estava quase gozando, mas ele mudou. Sentou-se no vaso e a colocou sentada nele e ela cavalgou. Ouviram pessoas entrando, mas não se incomodaram, continuaram trepando, só não faziam barulho...
Foi difícil, porque ela chegou ao gozo. Maravilhoso. Ela tinha vontade de gritar, mas sabia que não podia, mordia o braço...
Foram muitos beijos entre eles depois da trepada.

Resolveram sair. E claro, na hora em que abriam a porta, uma garota entrava e vendo os dois deu um sorriso cúmplice.
Ele a levou em casa, e ela confessou a ele ser casada, mas explicou tudo: o marido viajara, ainda ficaria uns 20 dias fora, e ela não conseguiu ficar sem sexo. Por isso tinha ido à boate.

- Você, Victor, tem ainda esses 20 dias para sair comigo. Se quiser, é claro, mas se não quiser, me avise, porque sem sexo eu não vou ficar, terei de procurar outra pessoa.
- É claro que quero, mas vamos procurar lugares mais interessantes, tipo um motel, que acha?

Ela sorriu, beijou-o e deu um aperto no pau dele. Não podia ter resposta mais objetiva!


O jardineiro viu a moça fazendo selfie da xotinha

Aí ele endoidou!

(escrito por Kaplan)

Essa mania de agora, de tirar selfies, devia se limitar aos rostos, mas não é o que acontece. Pelo contrário, graças às modernas maquininhas tira-se retrato de tudo: da bunda, dos seios, da xotinha. Depois o celular é roubado e vem o desespero por conta das fotos íntimas que ficaram nele... Enfim!

Diana não fugia à regra.
Adorava se fotografar e mandar pro namorado. E recebia dele também fotos do pau.
E teve um dia em que ela estava sozinha em casa. Sozinha é modo de dizer, pois o jardineiro estava lá cuidando das flores que a mãe dela plantava e curtia.
Ela estava sozinha dentro da casa.
E aí a gente nunca vai saber se foi de propósito ou se foi sem querer. 

Gostou desta selfie?
Mas ela ficou sentada numa poltrona, de costas para o amplo vidro que mostrava o jardim às visitas. E o namorado pediu para ela mandar uma foto da xotinha.
Ela, então, tirou o shortinho e ficou só de camiseta, sentada no sofá e tirando fotos da xotinha para enviar pra ele.
Só que tinha um jardineiro lá... e ele viu o que ela estava fazendo e ficou louco. Mas o que aquela moça estava fazendo???

Chegou mais perto e viu. E logo depois ela desligou o celular e ficou no sofá do jeito que estava, ou seja, sem o shortinho. E um ruído fez ela olhar pra trás e ver o Pompeu – este o nome do jardineiro – olhando pra ela, vendo a xotinha e segurando o pau. Ou seja, demonstrando claramente a excitação dele com a cena que acabara de presenciar.

Ela ficou tão assustada que fez sinal para ele entrar e colocou uma almofada sobre as “partes baixas”.
Pompeu chegou, sentou no sofá.

- Pompeu... me fala sinceramente, tudo o que você viu?
- Eu vi o que você fez, tirou fotos da bucetinha e mandou pra alguém, imagino que pro seu namorado.
- Foi isso mesmo... mas você não vai contar isso pra ninguém, né? 
- Claro que não... só tenho a agradecer o belo espetáculo que você me proporcionou. Que bucetinha mais linda! 

Acha que ela é linda mesmo?

Ela passou do susto ao humor. Que gracinha... ele achara linda a xotinha dela.
E num gesto impulsivo, tirou a almofada e mostrou a ele.

- De perto assim é mais bonita, né?
- Nóooo... que maravilha!
- O que você gostaria de fazer?
- Não devo falar...
- Pode falar sim, eu quero ouvir...
- Te dar uma chupada daquelas!!!
- Pois dê... mas te aviso que detesto propaganda enganosa...
- Não será enganosa...

E ele ajoelhou na frente dela, separou e levantou as pernas da Adriana e caiu de boca na xotinha. Foi realmente uma chupada e tanto... e ela não teve dúvida em comparar e ver que era melhor do que a do namorado... então deixou ele se esbaldar.

E ele ainda a colocou de quatro e continuou chupando e sua língua ia até o cuzinho dela. Ela não conseguiu evitar os gemidos... estava toda molhada e sabia que se deixasse ele continuar ia acabar dando pra ele. Mas não podia, estava nos dias férteis e não estava tomando pílula.
Mas precisava agradecer o elogio e a chupada. 

Hoje agradeço assim. Na próxima...

Falou com ele para mostrar o pau, ele o fez e então ela fez um boquete. Chupou até ele gozar! O que levou muito tempo...

- Olha, Pompeu... da próxima vez que você vier, traga camisinhas...

Ele ficou encantado com o que ela disse, só lamentou que ia demorar um tempinho... só dali a um mês que ele voltaria...


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Ela provou a ele que tamanho não é documento

Vamos aos números? 1.607.078 acessos e 2.850 contos publicados. Uau!!!

(escrito por Kaplan)

Não é o que vocês, leitores de mente poluída, pensaram ao ler o título.
Vamos falar de Adriana, moreninha de 1,54cm. Baixinha, mas safadinha!
E ela encantou-se com um jogador de vôlei de exatos 2,02cm, o Roberto. 

Ele ria do tamanho dela...

Assistia aos treinos, ia a todos os jogos, pegava autógrafo... todo mundo começou a desconfiar que ela estava apaixonada pelo Roberto.
E os colegas dele, tão altos quanto, riam, gozavam da cara dele, dizendo que ele não poderia dar bola pra Adriana. Se fosse  pra cama com ela iria virá-la do avesso.

Ele ria, mas não pensava em transar com ela. Achava que seria complicado, exatamente pela diferença de altura.
Mas Adriana era teimosa, insistia, convidava para sair... até que ele resolveu dar uma colher de chá para ela. Pensou: acho que não vai dar certo, e aí ela desiste.
Então, depois de um jogo, ele aceitou o convite dela para tomarem um café, no apartamento dela, claro.

- Meu café é excelente, você vai gostar!

E lá foram o alto e a baixinha. Era até engraçado ver os dois juntos.
Entraram no apartamento, ela fez o café e ele tomou. Realmente, era um bom café.
E então ele puxou a conversa para o lado que motivara aquele encontro.
E Adriana não se deu por vencida.

- Te provo que não tem problema algum você ser muito mais alto do que eu.
- Está bem, Adriana, eu vou aceitar, porque gosto de você, gosto muito. Mas te confesso que talvez eu não consiga te contentar...
- Vamos ver... gostosão! 

E minha bunda dá de 10 a zero nas altas...

Sou baixinha, mas tenho peitos...
Pulou no colo dele que levantou-se carregando-a e a safadinha já foi levantando a blusa e mostrando os peitinhos a ele. Ele os achou lindos, pequenos,mas lindos e deu umas boas mamadas nela.

Aí sentou, ela de pé na frente dele e ele começou a tirar a calça dela, e a calcinha foi junto. Ele achou-a linda de corpo, tudo pequeno, mas tudo proporcional.
A bundinha, então, que coisa mais deliciosa. Pegou nela, apertou, beijou e ela já foi ficando devidamente excitada pelas grandes mãos a pegando.
Quis ver o pau dele. Amigas diziam que homens muito grandes costumam ter paus pequenos. Valia uma conferida... e ela viu que as amigas estavam erradas. O pau dele era grande, bonitaço. 

E seu pau... tão grande quanto você!
Fez um boquete de acordo com as possibilidades, ou seja, não conseguiu colocar tudo dentro da boca. Compensou com grandes e demoradas lambidas no tronco, no saco.
E deitou-se no sofá, abrindo as pernas e o convidando a penetrá-la.

Ele umedeceu a cabeça do pau com saliva e foi enfiando, sem forçar a penetração. Lentamente ele enfiava e via que ela retesava o corpo. Mas vaginas são elásticas e logo ela se acostumou com o pirocão do Roberto e ele conseguiu enfiar tudo.

Deu umas bombadas e depois virou-a, para meter por trás. O famoso cachorrinho.  E ela também o cavalgou, dando boas puladas até atingir o orgasmo que tinha certeza que sentiria.

Ele saiu do apartamento dela impressionado...


As três se reuniram pra contar suas aventuras e transaram também

Muito excitantes as aventuras!

(escrito por Meg)

Num caderno que custou a ser descoberto, fiquei sabendo de várias aventuras da Meg. Esta que vou transcrever aqui hoje, é extensa, pois se trata de um encontro entre ela e suas duas amigas Lúcia e Rejane. Pode-se imaginar o grau de excitação delas com o que contaram, porque depois elas foram para a banheira e transaram loucamente!
Vamos ao texto:

Tínhamos combinado, Rejane, Lúcia e eu nos encontrarmos na casa dela, que é maior e cujo marido fica o dia inteiro fora. A nossa combinação era para contarmos chifres que colocamos em nossos maridos – no caso da Rejane e eu – e namorado – no caso da Lúcia.
Quando anunciamos o que nos tinha acontecido, foi um tal de ficarmos de boca aberta. Isso porque todas nós tínhamos feito isso envolvendo outros casais... coincidência espantosa! E eu fui a primeira a contar e não era fácil falar porque estávamos as três nuas e as duas não paravam de me bolinar... o que eu fiz depois nas duas quando elas foram contar... vingança maligna...

- Bem, meninas, meu caso foi o seguinte. Eu conheci um casal, Luciana e Daniel. Ficamos amigos e como eles não moram na mesma cidade que eu, me convidaram para passar uns dias com eles. Optei por ir dia de semana, aproveitando que o Kaplan trabalha e só tem os fins de semana pra mim. Fui e como eu já estava achando que podia rolar alguma coisa, as roupas estavam bem de acordo. Inclusive biquíni daqueles que vocês já viram... 

Com esse biquini eu vou deixar ele interessado...
Surpresa agradável: a Luciana tinha uma loja de roupas e saiu para trabalhar logo cedo. E o Daniel trabalha em casa. Então ficamos conversando e pelo rumo da conversa eu notei que ele estava a fim de me comer. E resolvi que ia dar pra ele... mas com calma!

Falei que ia tomar um solzinho na piscina. E pus um biquíni apropriado para fazer o cara se interessar mesmo!
Mas imaginem a minha surpresa quando estou lá, deitada, tomando o sol e vejo ele chegar... nu, de pau duro... não teve jeito. Nem precisamos falar nada. Ele chegou perto de mim, me levantei e ele já foi tirando meu sutiã e minha calcinha. Me beijou toda, daqueles beijos que fazem a gente ficar toda arrepiada. E já foi me fazendo ficar inclinada e enfiando o pau... que delícia de trepada!

Mas não ficou só nisso...imagina se eu ia deixar passar a chance de mostrar minhas qualidades de amazona...estendi a toalha no chão, fiz ele deitar e sentei para pular bastante...

E ele ainda me pôs de ladinho e tornou a meter por trás, quando eu comecei a levantar e ele não deixou, me pôs sentada na borda da piscina e meteu de novo... gente, que potência! 

Que trepada... sensacional!

Só faltava uma coisa. Eu não tinha feito um boquete nele... imagina! Então comecei e foi assim que tudo terminou, porque ele gozou na minha boca.

Aí paramos, porque estava na hora da Luciana chegar para a gente almoçar.

Claro que, depois do almoço ela voltou para a loja e nós trepamos mais, na cama deles. Foram dois dias ótimos!

A Rejane foi a segunda a contar pra gente como conseguiu burlar a vigilância do seu marido.

Ela nos disse que realmente não tinha sido fácil, mas conseguira graças a um golpe de sorte.

- Olha, eu nem sei como isso foi possível. Sei que tivemos de ir numa cidade próxima e nos hospedamos na casa de um primo do meu marido. Sérgio é o nome dele e mora com a esposa. Marisa. Só que ela não estava, tinha ido a São Paulo. E acho que por ser primo do Sérgio, meu marido não se incomodou de nos deixar a sós. Foi a chance que eu esperava!
Casa boa, com piscina, tratei de colocar um biquíni e ir nadar. E fiquei deitada e fiz o que a gente sempre faz... desamarrei o sutiã para não ficar marquinhas, entendem? Mas o que eu queria era dar uns lances de peito pro Sérgio.

Será que ele resiste a este belo lance de seios? Duvido...

Que não demorou nem um pouco para aparecer e aí eu pedi que ele passasse protetor nas minhas costas... e ele passou, e eu virei e ele passou também nos meus seios.

E aí me perguntou o que significava aquilo. E eu falei que se ele não se incomodasse em trair a esposa dele, eu não iria me incomodar de colocar chifre no primo dele. Só pediria o mais absoluto silêncio.

Aí ele me falou para entrarmos na casa e fomos direto pra cama.
E ele me deu uma chupada legal, eu fiz um boquete, daí partimos para um 69, me comeu de frente, de ladinho, cavalguei também e gozei. E ele continuou bombando até gozar. Depois é que ele, preocupado, perguntou se não teria problema ele ter gozado dentro de mim. Acalmei-o e trepamos mais duas vezes naquele dia.
De vez em quando ele aparece aqui em casa e como o maridão nunca está... rola gostoso!!!

Já estávamos excitadíssimas com o que tinha sido falado. Mas faltava a Lúcia. E ela nos contou a mais divertida de todas as chifradas.

- Olha... acreditam que eu fui parar num quarto de hotel com um casal amigo? Pois fui. Meu namorado não gostou nada de saber que eu ia viajar com eles. E eu falei que não tinha nada a ver, eram apenas amigos. E de fato tinha sido assim até chegarmos na pousada e descobrirmos que só tinha um quarto triplo, a agência tinha feito uma reserva errada e nós não percebemos.

Então, morrendo de rir, nós fomos para o quarto. Na primeira noite, enquanto o Wilson tomava banho, eu e a Melissa trocamos de roupa rapidamente. Eu só tinha levado duas camisolas, curtinhas, transparentes, porque achei que ia ficar sozinha num quarto.

Na segunda noite, depois de praia, biquínis, excitação, cervejas e tudo o mais, após o jantar fomos para o quarto e nos deitamos. Logo eu comecei a ouvir aqueles rumores característicos de casais quando vão trepar... beijos, risinhos abafados...e aí a luz acendeu. Fiquei olhando, curiosa e a Melissa virou pra fim e falou que não dava para transar sabendo que tinha uma outra pessoa ao lado. Então me falou que era para eu escolher: ou saía do quarto e ficava esperando eles treparem, ou pulava pra cama deles e participava. 

Imagina se eu ia recusar um convite desses...
Preciso dizer qual foi minha escolha? Kakakaka.... na mesma hora pulei pra cama deles, puxei o lençol e já vi o Wilson de pau duro. Perguntei pra Melissa se ela se incomodava, ela falou para eu ir em frente, e mandei brasa num boquete. E vendo ela se masturbando ao nos ver. Depois do boquete, devolvi o Wilson pra ela e ele a comeu. De quatro, bombando furiosamente de tanto tesão por ter as duas na cama com ele. Depois me comeu, de ladinho e cavalgando nele.
E aí, amigas... mais cinco dias de ménages... cada qual melhor do que o outro...

A gente não aguentava mais, então corremos para a grande banheira que Rejane tem na casa dela. Entramos as três, apertadinhas e começamos a nos amar, nos beijar, nos chupar, a enfiar nossos dedos nas xotinhas uma das outras, fizemos 69, o escambau... aquele encontro tinha sido maravilhoso! Combinamos de fazer mais desse tipo, mas não aconteceu.


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A filha e a amiga dormiam na mesma cama e ele queria a amiga...

Será que daria certo?

(escrito por Kaplan)

Ulisses estava meio desorientado aquela noite. Divorciado, a filha Ângela passava os fins de semana com ele. Nem sempre, pois como já era universitária, às vezes os trabalhos e provas a impediam de ficar na casa dele.
E, às vezes, ela levava alguma amiga junto. E uma das muitas amigas, Vera, foi lá tantas vezes que acabaram, ela e ele, transando. 

Puxa vida... ela dorme do lado da minha filha...
Mas naquela noite, ele estava desorientado porque as duas estavam deitadas em sua cama e a filha logo pegou no sono. E a vontade de transar com  a Vera era grande.
Então ele resolveu arriscar. Mostrou para Vera que estava excitado e ela ficou receosa, mas acabou cedendo. Vendo que Ângela dormia profundamente, ela não se incomodou quando Ulisses entrou no quarto, peladão, pau duro e foi até ela. Baixou a calcinha dela e começou a dar  uma bela chupada. Vera olhava o tempo todo para o lado, a ver se Ângela acordava. Mas ela continuava ressonando.

A ousadia tomava conta de Ulisses e Vera e ele subiu na cama, ajoelhou entre as pernas dela e meteu.

Bombava, a cama sacudia, Vera ficava preocupada, sussurrava pedindo que ele metesse mais devagar, mas ele não estava querendo. 

Assim a cama não sacode...

Então ficou de pé e ela se enganchou com as pernas na cintura dele e assim, continuaram com o sexo. Mas era o tipo da posição que incomodava, ele arriscou mais ainda, deitando na cama e com ela o cavalgando.

De novo a cama balançando e a Ângela, deitada de lado, de costas para os dois, não dava sinal de acordar.

O temor de ela acordar acabava provocando tal tesão na Vera que ela gozou.
E Ulisses entendeu que era hora de terminar. Saíram da cama, ele em pé, ela ajoelhou na frente dele e fez aquele boquete que o levaria ao gozo também.

Era o que ela pensava, porque ele não gozou, então a colocou inclinada sobre a cama e voltou a meter... Já estava naquela de “dane-se se a filha acordar...”
Depois deitou-a de costas e ficou batendo uma punheta. Não era bom abusar... 

Me sujou toda... será que ela vai ver?

E gozou na barriguinha dela.
Tão entretidos estavam que não viram Ângela virar a cabeça e ver o que eles faziam.
Mas ela logo voltou à posição anterior.
Ouviu o pai dando um beijo na Vera e saindo do quarto.

E Vera ficou na cama, respirando... e assustou quando ouviu:

- Ô safada... vai no banheiro limpar essa porra aí... vai sujar a cama não!

Aí que ela virou e viu Ângela rindo pra ela.

- Não vai me dizer que você viu...
- Tudo não, mas com a cama sacolejando... acabei acordando e vi o finalzinho. Gostou?
- Ótimo... mas não foi a primeira vez, viu?
- Imaginei... não iria rolar nada se fosse a primeira vez, teria de ter conversa, sedução... ele vir direto pra cá me mostrou que vocês já transam há mais tempo.
- Desculpa, amiga... mas eu não resisti...
- Tem de pedir desculpa não, sua doida... vai lá limpar, anda!

Ela foi à suíte, tomou um banho ligeiro e voltou pra cama.

- Que pauzão que meu pai tem, hein?
- Uff... grande, gostoso e ele sabe usar... gozo tanto com ele!
- Tá bem, da próxima vez eu deixo vocês dois à vontade aqui na cama dele!!!


O tio seduziu Julia tocando violão

Um violão seduzido por outro...

(escrito por Kaplan)

Eram os tipos de pessoas que não precisavam de truques de sedução. Só precisaram na primeira vez, até que Julia e depois a irmã dela Lilian, cedessem. Dali em diante, era só se encontrarem que o tesão tinha lugar e as trepadas eram sempre fabulosas.

Mas o que elas mais adoravam neles era o fato de serem perfeitos cavalheiros. Ou como diria o rei Roberto Carlos, “amantes à moda antiga”. Aqueles que sempre tinham um plus, um gesto, um carinho...

Como numa das vezes em que Julia foi à fazenda, encontrou-se com o tio lá, sabendo que ia rolar, pois esse tinha sido o motivo que a levara até ele.

E ele a surpreendeu, levando-a para um recanto mais escondido. E a surpresa foi por conta de um violão que ele levou. Ela não sabia dos dotes musicais do tio. 

Eu toco todo tipo de violão... não sabia?

Ao chegarem, ele estendeu uma colcha grande no chão, os dois sentaram e ele começou a dedilhar o violão, com uma música que ela adorava: “Como é grande o meu amor por você...”

Ficou emocionadíssima. Algo que nenhum namorado havia dito ou cantado pra ela. E ali estava aquele senhor de mais de 60 anos, cantando para ela, uma menina que tinha pouco mais da metade da idade dele...
Não quis nem saber. Assim que ele terminou de cantar, ela fez ele levantar, tirou a calça dele e mandou ver um boquete de agradecimento.

Logo o tio se deitou na colcha e ela, já devidamente nua, continuou a chupar gostosamente aquele pau que sempre lhe dera prazeres imensos.

Aproveitando que ele estava deitado, ela sentou no pau dele e cavalgou. Era o que mais gostava e ele também adorava ver Julia e a irmã pulando em cima dele.  

Não é violão, mas eu toco também...

E depois ela deu de ladinho e ainda ficou de quatro e ele comeu o cuzinho dela. Sempre terminava assim...
Ficaram horas ali, ele cantando, ela acompanhando quando sabia a letra da música. Peladinhos os dois... e o resultado não se fez esperar.
Chupadas na xotinha dela e lá veio o pauzão do tio fazer a felicidade da sobrinha...
Foram três naquela manhã...
E ela ainda passou a tarde toda com ele, na casa dele... com direito a massagem, banho e até uma dormidinha depois do almoço, os dois nus, dormindo na cama dele. Para quando acordarem, treparem de novo...