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terça-feira, 20 de agosto de 2019

O vizinho gostava muito de anal


Nem sempre conseguia, mas tentava!

(escrito por Kaplan)

Icaro era meio frustrado com o lance de sexo. Não que lhe faltassem garotas. Pelo contrário, era muito popular na faculdade e volta e meia estava saindo com alguma. Mas o que o entristecia era que ele gostava muito de sexo anal e a maior parte das garotas com quem ele saía não curtia.

E quis a sorte – pra ele – que uma vizinha começou a lhe dar bola. Meio desanimado, ele curtiu pouco, mas vendo-a insistente, resolveu encarar. Quem sabe iria rolar, justo ao lado dele, uma mina que curtisse anal? 

Ela tanto insistiu que ele resolveu encarar... e gostou muito!

Ela se chamava Zilda. Magrinha, seios pequenos, bundinha arrebitada. Do alto de seus 22 anos fazia uma bela figura. E gostou muito do Icaro, daí sua insistência.
Então começaram a se encontrar com mais frequência, ela ia no apartamento dele, ele ia no dela, e não demorou muito para que surgisse um beijo, mais outro, as mãos procurando aquilo, e um belo dia ficaram sozinhos no apartamento dele. Aí rolou bonito.

Ela demonstrou ser bem mais afoita do que ele. Logo tirou o vestido, ficando só de calcinha e deitando em cima dele, no sofá. Ganhou beijos e mamadas demoradas, mas queria mais do que isso, e foi arrancando a camisa dele, logo arrancou a calça e admirou-se:

- Icaro... você é muito malvadinho... esteve este tempo todo me negando isso? Que pau magnífico, o seu! Ah... você vai ter de me recompensar, me fazendo gozar muito com ele! Mas deixa eu cumprimentá-lo primeiro. 

A vizinha também gostou muito do "dito cujo"

Sim, amigas e amigos, o cumprimento era uma bela chupada no pau bem dotado do Icaro. Ela chupou, maravilhada. Não falou com ele, mas sabia que era o maior pau que já havia traçado. E queria continuar, precisava impressioná-lo para que aquilo se repetisse muito!
Passou a língua na pontinha da cabeça, engoliu, lambeu o pau inteiro, pegou nas bolas, tornou a engolir. Fez uma festa, que deixou o Icaro bem satisfeito. Aquilo prometia. Será que ela gostava de anal? Era a dúvida dele. Ficou martelando que deveria ter perguntado antes de começar. Se ela não gostasse ia ser uma tristeza!

Mostrou que também sabia chupar uma garota. Deitou-a no sofá e demorou-se lambendo tudo a que tinha direito. Viu que ela gostou, os gemidos eram bem sintomáticos. Em seguida, comeu-a de quatro no sofá. Admirou a bundinha, o cuzinho. Que vontade de meter nele de cara! Mas tinha de ser com calma, não podia assustar a moça.

Depois ela o cavalgou. E foi aí que ele começou a tentar ver se daria. A pretexto de segurar a bundinha dela, colocou um dedo no cuzinho. Ela não reclamou, continuou pulando como se nada tivesse acontecido. Ele pressionou mais e seu dedo entrou.
Viu que ela sorria. Será?

- Estou notando que alguém gosta de enrabar as companheiras... gosta mesmo?
- Adoro. E você?
- Curto também, mas primeiro quero gozar, depois deixo você entrar pela porta dos fundos. Tudo bem?

Icaro quase gozou de satisfação quando ouviu Zilda falar isso. E caprichou então, para dar prazer a ela. Rolaram no sofá, comeu-a de ladinho, de quatro novamente, e ela gozou, efetivamente. 

E foi com a vizinha que ele realizou seu sonho dourado!

Então, ela mesmo se encarregou de sentar no pau dele que foi entrando lentamente no cuzinho. Apertadinho, mas ele sentiu que não era o primeiro a conhecer aquele buraquinho... e ela cavalgou de novo, de costas pra ele, que a beijava, emocionado. Era tudo o que ele desejava!
Quando sentiu que ia gozar, ele tirou o pau e masturbou-se, derramando seu precioso líquido no rosto e seios dela.

- Você não tem ideia de como fiquei feliz, Zilda. Vou te confessar que tenho a maior decepção quando transo com alguém que não curte anal. Saber que você curte me faz feliz. Vamos transar mais daqui pra frente, não vamos?

Ela respondeu que sim, iriam transar muito. E que ele ficasse tranquilo, ela sempre gostou de anal, desde a primeira vez que transou. Antes de deixar alguém entrar pela porta da frente, ela sempre abriu a porta de trás.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Ele confessou que a orientadora o desorientava...daí...


Ela adorou saber...

(escrito por Kaplan)

Professora Mylena. Doutora, conhecida por seus artigos e livros publicados. Linda, mas exigente ao extremo com seus orientandos. Um deles era o João Miguel. Escolhido por ela que jaó conhecia desde a graduação. Fora atraída inicialmente pela beleza do rapaz, depois percebeu a sua qualidade de pesquisador, as ideias que ele defendia.

E assim, ele começou o mestrado orientado por ela. Ele começou a reparar que ela se vestia sobriamente nas aulas para o grupo de mestrandos, mas nos dias em que ela atendia individualmente, ele notava que os trajes se modificavam, mostravam mais a mulher do que a orientadora. E era só com ele que acontecia isso.

Ficou perturbado, porque a professora Mylena o tratava tão bem, que ele acabava sonhando com ela. E não era o sonho que geralmente mestrandos sonham, de pavor, não, eram sonhos bem eróticos. 

Preciso conversar com ele... isso tá fraquíssimo!
Isso fez com que ele ficasse disperso, atrasando as leituras que ela indicava, fazendo relatórios sofríveis. Claro que ela ficou decepcionada e aí o chamou para uma conversa diferente. Tão diferente que não foi na faculdade, mas na casa dela. Ele estranhou, mas compareceu no horário marcado por ela.

E tiveram uma conversa bem franca. Da parte dele, não tão franca, porque ela sentara numa poltrona em frente a ele e usando uma saia curta, em certos momentos as pernas se abriam um pouco, e ele via a calcinha branca que ela usava. Sem falar do decote generoso da blusa dela.
E tanto ela insistiu em saber o que estava acontecendo que ele confessou.

- Professora, meu rendimento está ruim mesmo, eu sei, mas sou obrigado a confessar à senhora que estou desorientado. E é a senhora que me deixa assim.
- Eu? Não entendi.
- A senhora é linda. E eu não paro de sonhar com a senhora.
- Isso não é novidade. Todos os orientandos sonham que sou uma inquisidora, torturadora, já estou acostumada com isso.
- Não é esse tipo de sonho que tenho.
- Hmmm... que interessante... quer falar sobre isso?
- Eu não queria, mas como a senhora está interessada em meu rendimento, eu falo, são sonhos eróticos. 

Sonhos eróticos comigo? Achei isso interessante!
Ela engoliu em seco. Mas gostou de saber. Ela também ficava meio desorientada quando o via.... então arriscou. Chamou o João Miguel para sentar ao seu lado, e com a mão no joelho dele, também confessou como ele a desorientava.

Olharam-se. Olhos nos olhos. E ela o agarrou, beijando-o, sendo correspondida. Ele ajoelhou na frente dela, subiu sua saia, afastou a calcinha pro lado e lambeu a bela xota da orientadora. Ela não estava numa posição muito “doutoral” não, mas se lixava pra isso. Abria as pernas como uma vadia e deixou-se lamber por um bom tempo.

Até que também quis fazer algo. E foi ela que ajoelhou entre as pernas dele e o fez tirar a calça. Espantou-se com o belo e grande pau que surgiu à sua frente. Tirou a blusa e a saia. Ele adorou ver os seios dela.

- João, seu pau é digno de um mestre.

E chupou-o com tanta vontade quanto ele a chupara. Lambia o tronco todo, engolia tudo que pudesse ser engolido, pegava nas bolas. E chupava sem parar.

Finalmente ela deu uma parada, o que foi suficiente para ele pegar nos seios dela e dar-lhe umas boas mamadas. Arrepiada, ela voltou ao boquete. Findo o qual, tirou a calcinha e sentou-se no pau dele. E mostrou que era doutora também em cavalgar. De frente pra ele, depois de costas, e ele admirando a beleza de bunda que ela mostrava. 

Pode ser proibido, mas não abriram mão do tesão!
Falava coisas em outra língua, que ele não entendeu, mas pensou, acertadamente, que era sinal de satisfação. Porque ela gozou, apertando seu pau entre as coxas. Respirando com dificuldade. Mexendo devagar e depois saiu de cima dele.

- Nossa, João... que coisa maravilhosa.

Fez um outro boquete nele. E ele a colocou deitada de costas no sofá e meteu de novo. Ela ficou espantada com a resistência dele. O marido dela não ficava tanto tempo assim de pau duro não...

Ele meteu ainda por bons minutos. E depois fez um 69 com ela. E depois colocou-a de quatro no sofá, e tome vara... ela enlouquecia.

Meu marido também trepa com orientandas!
Finalmente ele gozou. Ela caiu deitada no sofá, suava, viu que ele também estava suando, haviam ficado quanto tempo? Nem ela saberia precisar.

Levou-o ao banheiro e tomaram um banho. Lá conversaram. 

- Professora, fizemos algo errado? A senhora é casada... aliás, até pensei que iria conhecer seu marido hoje.

- João, eu te chamei porque ele não está em casa. Mas ele não é o nosso problema. Nosso problema são seus colegas, é o pessoal da Universidade. Eles não podem saber disso. De jeito nenhum!

- De mim nunca saberão, pode ficar tranquila a esse respeito. Mas por que seu marido não é problema?

- Se você adivinhar qual a orientanda dele está no motel com ele agora...


terça-feira, 17 de abril de 2018

Duas amigas bi e um cara de muita sorte!


Os três moravam na mesma pensão

(escrito por Kaplan)

Nas cidades do interior, em que havia faculdades, os estudantes geralmente moravam em repúblicas. Eu mesmo vivi essa experiência – ótima, por sinal -.

Mas na capital as repúblicas eram praticamente inexistentes. Uma ou outra... e só!
Então, muitos estudantes que vinham do interior acabavam morando em pensões, algumas administradas por freiras. Outros moravam em quartos que famílias alugavam.
É deste último caso que falaremos.

A mãe de Elina e Maria Valentina tinha uma casa de quatro quartos. Ela ocupava um, as filhas outro, e os dois restantes ela alugava, pois davam um bom reforço de caixa. Ela fornecia também comida para quem estivesse interessado. E Jonathan era um desses estudantes que alugara um dos quartos e incluíra as refeições: café da manhã e jantar, pois passava o dia quase todo na faculdade, então o almoço era no bandejão. 

Elas se exibiam, a mãe ficava brava,
mas ele adorava ver tudo...

Se, no início havia aquela reserva de uma pessoa estranha dentro da casa, e a mãe preocupada com possíveis desdobramentos, porque conhecia muito bem as filhas... com o tempo, acabavam se tornando amigos. Mas elas provocavam e a mãe ficava uma fera. Tinha dias que uma vinha só com a toalha amarrada nos seios, após o banho, tomar o café. Em outro dia lá estava a outra com um vestido tão curto que quando sentava a calcinha aparecia. Ela dava broncas fenomenais depois que ele saía da casa.
E as duas estavam muito a fim do Jonathan. Ele era educado, estudioso, sério. Parecia um bom partido.
O problema era a vigilância da mãe.

Mas... tudo tem um jeito!
Um belo dia a mãe teve de ficar ausente por muitas horas, por conta de trabalho. E elas aproveitaram a situação.

Estavam tomando café quando ele chegou. Estranhou a ausência da mãe, e elas o informaram que ela ficaria muito tempo fora de casa. Ele notou os olhares interesseiros delas em sua direção. Dali a pouco Maria Valentina levantou-se e foi ao quarto dela. Do que Elina se aproveitou.

- Você sabe que estamos a fim de você, já notou isso?
- Já...
- Não acha que devemos aproveitar?
- Podemos sim, posso matar as aulas de hoje.
- Então venha cá! (

Finalmente elas conseguiram!
Ele se aproximou e ela abaixou a calça dele e começou a chupar. Momento em que Maria Valentina chegou e admirou-se do que viu.

- Epa... também estou nessa!

E já foi tirando o vestido, ficando só de calcinha e chegando com a boca junto do pau dele e chupando também.

Vendo como a irmã era despachada, Elina também se despiu e deixaram o Jonathan só de camisa. Em cima nada as interessava, o interesse estava abaixo do Equador... e chuparam muito o pau dele. Depois Maria Valentina se ofereceu, ficando ajoelhada no sofá e chamando o Jonathan para meter nela, o que ele fez com muito prazer, pois ela era uma gostosura a toda prova.

Enquanto isso, Elina ficava acariciando os dois, esperando, pacientemente, a sua vez.
E quando, finalmente Maria Valentina cedeu-lhe o pau do Jonathan, ela também ficou de quatro e teve a surpresa de ver a irmã deitar-se embaixo dela e ficar com a boca nas bolas do rapaz.
Era algo que nem um dos três já havia vivenciado... e gostaram muito! 

Rolou de tudo naquele dia...
Ele comeu as duas durante toda a manhã. Foi uma grande variação, mas não saíram daquele sofá, que assistiu a comidas à la dog style, cavalgadas, chupadas mil.

Almoço? Ele nunca almoçara lá, mas naquele dia, os três fizeram um macarrão. Pelados, é claro, e o molho serviu para outras coisas também... elas tiveram os seios e as xotinhas lambuzadas e em seguida lambidas por ele. E o pau dele também recebeu molho e chupadas fenomenais das duas.

Que pena que a única ausência da mãe naquele dia foi única no ano todo... mas ele tinha recursos para pagar um motel. Só que aí, ele tinha de levar uma de cada vez... elas não se incomodaram muito com esse pequeno detalhe!


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Universitário de sorte: a professora gostosa deu pra ele

Que pena que não fui eu...

(escrito por Kaplan)


Acho que todos os alunos e alunas se apaixonam por algum(a) professor(a), de tantas histórias que já ouvi contar. Eu tive uma professora assim na faculdade, a Sara. Morena linda, uma delícia. Não era apenas eu que era louco com ela e que sonhava com ela. Vários colegas também. 

Ela está dando mole... será que ele não viu?

E de tanto ficar reparando nela nas aulas, acabei desconfiando de que ela tinha uma certa preferência por um colega nosso, o William.
Prestei mais atenção e tive a certeza.
Então, na primeira oportunidade que tive, chamei o William para colocar a coisa em pratos limpos.

- Escuta, você anda de treta com a professora Sara?
- Tá maluco? De onde tirou essa ideia, Kaplan?
- Eu ando observando ela atentamente e notei que tem alguma coisa no ar.
- Jura? Posse te garantir que não tem não. Claro que eu acho que ela é uma gostosura, mas sou só um aluno, que interesse ela poderia ter em mim? E esse lance de professora com aluno, nunca ouvi falar. O contrário sim... não nego.
- Pois fique de olhos abertos, cara...

E o William ficou mesmo, e acabou descobrindo que era verdade. A Sara tinha uma predileção especial por ele. Mas nunca falaram nada.

Até o dia em que o semestre terminou, as notas foram dadas. Saímos da sala, e o William ficou pra trás. E começou a bater papo com ela e ela acabou confessando que estava atolada de serviço, tinha que passar as notas para os diários, essa parte burocrática era terrível. “Se eu ao menos tivesse um auxiliar para me ajudar...” disse ela, e ele, já avisado por mim, falou que se ele pudesse ajudar, teria muito prazer nisso.

Ela aceitou com um largo sorriso.  E marcou com ele na parte da tarde, no gabinete dela, ali mesmo no prédio.
Mais que depressa ele me avisou. E prometeu que me contaria se alguma coisa rolasse entre eles.
E me contou mesmo! 

Pode entrar... e entre com tudo!
Disse que assim que chegou, já estava ela sentada na mesa, com provas e trabalhos, passando pros Diários. Ele bateu na porta, ela foi abrir, sorriu ao vê-lo, ele entrou e observou que ela trancara a porta. Bom sinal, pensou ele.

E, de fato, ajudou-a com a burocracia. Ficou lá umas três horas, e a metade do tempo foi dedicada ao trabalho que ela fazia.
Terminado tudo, ela agradeceu da maneira que ele gostou profundamente. Ele estava sentado na cadeira, ela se levantou, foi até ele, colocou a mão em seu ombro e agradeceu. E aí disse que gostava muito dele, e deu-lhe um beijo na boca.

- Por favor, não conte a ninguém que agradeci desse jeito... não iriam entender!
- Claro... mas é só o beijo que você gostaria de me dar?
- Não... você é esperto, por isso que gosto de você... levante-se, vamos fazer coisas mais interessantes!

Ele levantou, abraçou-a por trás e beijou-lhe a nuca. Sentiu um arrepio no corpo dela.

- Tira minha saia, por favor!

Ele tirou e, para surpresa dele, ela estava sem calcinha. Ela se inclinou sobre a mesa e ele abriu a braguilha, abaixou a calça. Seu pau já estava duro e ele enfiou-o entre as pernas dela, achou a xotinha e entrou, vitorioso. Deu várias estocadas, antes que ela se erguesse e virasse pra ele e começasse a chupar seu pau.

Ele aproveitou para tirar-lhe a blusa e o sutiã. Pode ver o espetáculo que era a professora Sara nua. Um mulherão. 

Nunca imaginei comer a "fessora" gostosa...
E aí, já com os dois nus, ela repetiu a posição e ele meteu de novo. Mas logo ela o colocou sentado na cadeira e sentou-se sobre ele, enfiando o pau na xotinha e os seios na boca do William, que mamou gostoso enquanto ela pulava.

- E você não vai adivinhar, Kaplan... depois que ela gozou, ela ficou me chupando até sentir que eu iria gozar também... e pegou a calcinha e me fez gozar nela. Falou que iria guardar de lembrança daquele dia. Fantástico... ainda bem que você me avisou aquele dia. Eu nunca teria imaginado...


- Eu só estou imaginando se ela tem alguma coleção de calcinhas cheias de porra na casa dela...

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ver a tia dormindo sem calcinha foi o começo de tudo



Morar com tias é interessante...

(escrito por Kaplan)

Esta é a história de um jovem que morava no interior e que teve de se mudar para a capital para fazer um curso superior. Natanael era o nome dele, 19 anos, alto, forte e com uma bela pica de 20cm.

Por sorte dele (e bota sorte nisso!) seu pai tinha uma irmã que morava na capital. 

Solteira, Catarina tinha 46 anos, um belo corpo, seios fartos, que eram muito apreciados pelos seus amantes. Que ela os tinha, pois a solteirice era por convicção. Não pretendia se casar. Mas divertir-se? Claro que sim! E ela não teve jeito de recusar o pedido do irmão, para acolher o Natanael. Pelo menos, pediu o pai, até ele tomar um jeito na vida, arrumar um emprego e mudar-se para um apartamento só dele.

Ela não gostou muito, porque sempre recebia os “amigos” em casa, e com o Natanael ali essas visitas seriam problemáticas.

Então, nos dois primeiros meses ela o orientou da melhor maneira possível, mostrou a ele os locais mais interessantes da cidade, e gostou de ver que o curso dele seria à noite, pois então iria dispor de algumas três horas diariamente...

E foi assim que uma noite, quando o Natanael chegou da faculdade e foi até o quarto dela para avisar que tinha chegado e dar o boa-noite tradicional, ele a encontrou deitada, dormindo profundamente. Não sabia ele que o sono reparador era porque ela tinha trepado muito naquela noite... e com alguns bons goles de vinho... dormia como um anjo! 

Tia... mas que bundão é esse???
 E aí ele viu. A camisola dela era curta e com ela deitada encurtou mais ainda. E a belíssima bunda da tia Catarina chamou a atenção dele. Não conseguiu resistir... andando na ponta dos pés foi até a cama dela, levantou um pouco mais a camisola e ficou admirando aquele monumento. E acabou por encostar, sem querer, a mão numa das nádegas dela que acordou.

- Epa! O que foi?

Apavorado, ele tentou se desculpar, falou que viu a tia dormindo daquele jeito e foi até lá para cobri-la.

Ela deu uma olhada rápida e viu que ali não tinha nenhuma coberta. Sacou que era mentira dele. E que ele estava, de fato, olhando suas partes íntimas. Divertiu-se com isso. Nunca pensara no sobrinho interessado nela.

- Mentira sua... confessa Natan, você veio olhar minha bunda e minha buceta, não foi?

Vermelho, quase chorando de tão nervoso, ele confessou que sim.

- Tá, fica calmo, não precisa ficar apavorado e nem contar isso pra ninguém.
- Pode deixar, tia, não contarei. E não vai se repetir!
- Mas...
- Mas o quê?
- Quero ver seu pinto!
- Tia!
- Escuta, você vem no meu quarto, olha tudo que olhou e eu não posso ver nada? Não senhor, abaixa a calça que eu quero ver o que você tem.

Sobrinho... mas que pintão é esse???
Cada vez mais desconcertado, ele obedeceu e ela ficou pasma!

- Natan... que piroca enorme e linda! Ah, não, meu querido, vem cá, deixa eu pegar nessa coisa maravilhosa!

E pegou e chupou, quase fazendo o Natanael desmaiar de susto.
Ela, sem dar tempo a ele, tirou a camisola, mostrando os fartos seios a ele e tirou a roupa dele.

- Deita aqui comigo, querido... quero ver do que você é capaz com essa piroca!

E se ofereceu por inteiro a ele. Ele não era neófito, já tinha transado várias vezes em sua cidade e sabia o que tinha de ser feito. E o fez com competência. Ela, feliz da vida, com os dois gozos da noite, do amante e do sobrinho, resolveu:

- Natan... acabei de decidir. Você não vai procurar apartamento pra morar não. Vai morar comigo, quero você todo dia! Mas agora, vamos dormir aqui, quero dormir com você, agarradinha!

E foi assim que tudo começou.
E já no dia seguinte ele teve uma boa demonstração do que o aguardava nos próximos 4 anos.
Era sábado e ele estava em seu quarto, estudando, quando ela chegou com uma caixa com uma pizza.

- Vamos ter pizza hoje no almoço, acabei de comprar aqui do lado, ainda está quentinha. Vamos lá?

Ele se levantou e foi com ela para a mesa de jantar. O apartamento dela tinha uma sala com dois ambientes, num ficavam o sofá e duas poltronas e no outro a mesa de refeições. 

 Ele viu que ela colocou a caixa com a pizza na mesa e o puxou pela mão até o sofá. Tirou a roupa dele e a dela, deitou-se com as pernas abertas.

- Me chupe...

Ele jamais iria contrariar a tia... ajoelhou-se e mandou a língua na xotinha dela.

- Natan... vai lá na pizza, tem molho a bolonhesa por cima, passe a mão, traga um pouco e passe na minha buceta e depois torna a chupar.
Ele fez isso e ela quase gozou com as chupadas que ele deu até deixar sua xotinha limpinha do molho. Então foi a vez dela ir, pegar com a mão um pouco de molho, encharcar a piroca dele e fazer um boquete, engolindo todo o molho e deixando-o limpinho.

E então ele a comeu. Ali mesmo no sofá. De quatro, de ladinho... fez ela gozar e depois gozou na barriga da tia.

Só então se lembraram da pizza e a comeram fria mesmo...

Muitos anos depois, me contando essa história, ele só fez um comentário, saudoso:

- Como era gostosa a minha tia!