Mostrando postagens com marcador enteada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador enteada. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Ela era adotada, mas tinha um irmão gato... então...

 Miau, miau!

(escrito por Kaplan)

 

Sexo entre irmãos é considerado tabu, apesar de as leis não se incomodarem, desde que ambos sejam maiores de idade. É incesto. O que não pode é um dos irmãos ser menor. Aí é outra história.

Mas... e quando um dos irmãos é adotado?

Na minha modesta opinião, aí não tem nada a ver.

E exemplifico com o caso do Vagner e da Cristiane.

Ela era adotada. Desde pequena. Cresceram juntos e nunca houve nada. Mas o Vagner ausentou-se do país para estudar, ficou dois anos fora. E quando voltou, Cristiane ficou entusiasmada. Ele havia crescido, encorpado, e estava muito bonito.

Então, o desejo tomou conta dela. Já eram maiores, os dois. Ela teve namorado, transavam numa boa, ele também arrumou amigas no exterior e aprendeu tudo.

Ela ficou a fim de transar com ele, porém, ele a tratava como irmã, e nunca pensou nada diferente.

Ela estava quase desistindo quando aconteceu um fato, melhor, dois fatos que a ajudaram a realizar o desejo: primeiro, os pais haviam viajado para uma segunda lua de mel, iam ficar fora uma semana. E segundo, que na terceira noite caiu um temporal enorme.

Ela, então, criou coragem para tentar. 

Saiu de seu quarto e foi ao quarto do Vagner. Ele já dormia. Ela o cutucou.

- Vagner, Vagner...

- Humm... o que foi?

- Deixa eu dormir com você? Essa tempestade está me deixando com medo.

- Bobagem, Cris...

- Não, estou com muito medo mesmo.

- Mas eu estou pelado.

- Qual o problema?

- Sou seu irmão!

- Ah, se o problema é esse, eu resolvo. Tiro a roupa também.


A coragem dela o assustou, mas deu certo!

E assim o fez, ficou pelada, subiu na cama e foi deitar-se ao lado dele. Que virou o rosto, e ela reclamou.

- Por que isso?

- Somos irmãos...

- Tá bem.

Dali a pouco ela pediu que ele dormisse abraçado com ela. De novo ele tentou dissuadi-la, mas ela insistiu e então ele concordou. Ficaram de conchinha, como se diz. E dormiram.

De manhã cedo, ele acordou e só então se deu conta de que estava com seu corpo colado ao dela. Levantou a coberta e admirou o belo bumbum. E seu pau cresceu, sem controle.

Pensando: Eu poderia, mas ela é minha irmã. O que eu faço? Me deu vontade!

Pegou no pau e ficou alisando e vendo como ele estava duro. A outra mão, ousadamente, pousou sobre a bunda da Cristiane. Quentinha, gostosa.

Pensando: acho que vou bater uma punheta, preciso resolver isso.

Tirou a coberta, ficou ajoelhado olhando pra ela e começou a punhetar. Irresistível: pôs a mão na bunda dela e ficou passando pelo reguinho. Beijou e lambeu a bunda.

- Pensando: Será que posso encostar meu pau na bunda dela?

Fez isso. E ao esfregar o pau, ela acordou. Olhou, viu o que estava acontecendo, deu um sorriso. Ia conseguir.

Olhou pra ele, vermelho de vergonha de ter sido apanhado no flagra.

Olhou pro pau dele. Grande, bonito. 


Como ela poderia resistir a isso?

- Já está pronto, hein?

- Desculpa, Cris, mas não resisti quando te vi agora cedo.

- Desculpo nada, cara, estou a fim, ainda não entendeu?

- Mas somos irmãos...

- Só de papel, de sangue não. Vem, eu te quero!

Pegou no pau dele e ficou masturbando. Ele perdeu o constrangimento, pegou e beijou os seios dela e adorou ver a iniciativa dela de dirigir seu pau para a xotinha. E foi de ladinho que eles começaram a trepada. Que depois virou uma vibrante cavalgada, com ela gemendo loucamente. 


Chave de ouro, graças à tempestade!


E ainda ficou de quatro e ele meteu com vontade quase a levando ao orgasmo. Mas ela cavalgou de novo e foi assim que conseguiu seu gozo. E se ofereceu pra receber o gozo dele dentro dela.

- Pode gozar dentro, eu tomo meus cuidados.

Ele então, enfiou de novo e bombou até gozar.

Felizes com o que acontecera, levantaram, tomaram um banho cheio de carícias e tiveram mais três dias para treparem pela casa inteira! Sem medo de ser feliz!

segunda-feira, 22 de junho de 2020

A madrasta adorava jovens inexperientes


Ela ajudou, como ela ajudou!!!

(escrito por Kaplan) 

Susete e Tobias viviam com o pai desde a adolescência. Quando chegaram à idade adulta, tinham dificuldade para falar sobre sexo. Ele, porque o pai não parava em casa, ocupado com seus negócios e viagens, ela porque ficava meio receosa de falar com uma pessoa que não era mãe, era madrasta. Legal ela era, mas Susete ficava meio receosa.

Acabou que o acaso fez com que o Tobias fosse o primeiro a poder ter uma conversa com a madrasta. E que conversa! Coisa de louco! 


Isso porque ele estava terminando de tomar banho, já se enxugara e se preparava para colocar a roupa, quando a Violeta, a madrasta, entrou no banheiro e o pegou de frente. Nu frontal. Que ele tentou esconder, mas não conseguiu antes que ela visse o pauzão dele. Maior do que o do marido! Ficou muito interessada e começou a bater um papo com o enteado.

- Eu sei que não deveria ser eu a ter essa conversa com você, mas seu pai é tão ocupado, né? Me fale, já tem vida sexual? Já namorou? Já transou?

Ele ficou vermelho de vergonha, mas viu que não daria para enrolar. Falou tudo que ela queria saber, não tinha namorada, não transara com ninguém. E emendou: minha irmã também não, mas ela tem vergonha de conversar isso com você!

- Que bobagem... vou ter uma conversa séria com vocês dois, então. Começando com você, aqui e agora. Preciso ver seu pênis.
- Hein?
- Seu pinto, preciso ver para saber se vc tem algum problema.

Ele quase desmaiou, mas tirou as mãos da frente e ela ficou admirada. Que coisa! 



Ajoelhou na frente dele e examinou detidamente, olhou as bolas, puxou a pele, descobriu a cabeça e o pobre Tobias que nunca experimentara algo do tipo, viu seu pau endurecer, endurecer, até ficar completamente ereto.

- Você tem um pinto muito bom de tamanho, e bonito. Está perfeito. Sabe o que as garotas gostam de fazer com um pinto assim?
- Acho que sim, já vi num filme.
- Certo, vou te mostrar como é.

E fez um boquete nele. Ele quase gozou só com a chupada que ela deu.
Vamos pro seu quarto, quero te ensinar mais coisas.
Levou-o, puxando pelo pau, deitou-se na cama com ele e abriu a blusa, mostrando os seios a ele, que ficou admirado. Ela ensinou a ele o que era uma espanhola, e quase recebeu o gozo dele nos seios. Mas, experiente, logo ela pensou em outra coisa. Mas foi aí que a irmã chegou e ficou assustada.

- O que está acontecendo aqui?
- Susete, a Violeta está me ensinando o que eu preciso saber, e quer ensinar a você também. Vem cá.

Perguntou se precisava tirar a roupa e a madrasta disse que sim e ficou admirando a beleza do corpo dela, afinal... 18 anos e tudo em cima! Não resistiu, puxou a Susete e deu-lhe um beijo, que ela também ficou admirada de ver. E beijou-lhe os seios e Susete se arrepiou toda.
E ela ensinou a ele como chupar uma xotinha, colocando a Susete quase sentada na boca dele, enquanto ela continuava a chupar-lhe o pau.


Deu uma aula prática de como cavalgar e a Susete mostrou que aprendeu direitinho, pulando freneticamente no pau do irmão.

- Muito bem, essa foi nossa primeira lição. Amanhã teremos uma segunda. Só que acho que vocês não devem comentar isso com seu pai, talvez ele não  entenda que estou apenas fazendo o papel de pai e mãe de vocês, porque vocês precisam conhecer essas coisas. Combinado?

Eles concordaram. O que a madrasta não ficou sabendo é que os dois repetiram as lições na calada da noite... e assim fizeram em todos os dias que tiveram aulas, aprendendo todas as posições que ela conhecia.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

A moça dividiu o pau do namorado com a madrasta


Estou dizendo... o mundo tá de cabeça pra baixo!

(escrito por Kaplan)  

Coisas estranhas realmente andam acontecendo. Dizem até que um meteoro está pra cair nas nossas cabeças, to quase acreditando que é verdade.

Pois não é que o Ulisses, namorado da Sandra, foi surpreendido pela Adriane, a madrasta?
Ora, direis, e daí? Não era mãe dela. O risco seria ela contar para o pai, mas dificilmente ele iria ficar furioso, porque sabia que a filha e o namorado transavam.
Acontece que a madrasta enlouqueceu quando viu o Ulisses pelado. De pau duro. E que pau! 

Já que ele viu tudo dela... nada mais natural que ela visse tudo dele!
Tudo tinha começado com os dois no quarto, lendo e de repente ele precisou ir ao banheiro. Foi e ao colocar a mão na maçaneta, viu que a porta se abria. Assustado, recuou, mas não teve como evitar. A madrasta estava ali, saindo do banheiro com o roupão todo aberto e ele viu tudo que tinha direito de ver!

E ela ficou tão interessada, que o puxou para seu quarto. Queria ver os dotes do Ulisses e encantou-se. Só de pegar nele, o bicho virou um pedaço de pedra. E ela então começou a chupar.

Eis que a Sandra, preocupada com  a demora do namorado, foi até o banheiro ver  o que estava acontecendo. E ao passar pela porta do quarto do pai viu a porta aberta e aquela beleza de cena. Já entrou armando barraco, mas a madrasta levantou-se e conversou calmamente com ela.

- Não crie caso com o Ulisses, a culpa foi minha.
- Mas eu não entendo...
- Minha querida, eu fiquei muito animada quando vi essa coisa maravilhosa que ele tem... por favor, me deixe usar? Seu pai não está muito animado ultimamente, entende? Prometo que tudo ficará mo mais absoluto segredo. Só entre nós três! Vai lá, continua a fazer o que eu estava fazendo, é direito seu! 

Madrasta legal, deixou a namorada chupar o namorado...
E Sandra, sem entender muito o que estava rolando, foi chupar o pau do namorado, e a madrasta ficou observando, doida para participar também.

Nesse meio tempo o pau dele já tinha amolecido por completo, mas com o boquete, ele voltou à situação anterior, duro como pedra.

Foram para a cama, os três estavam nus, e Sandra deixou que Adriane fosse comida primeiro. Ela sentou no pau dele, cavalgando-o e, para surpresa da Sandra, Adriane ficou pegando em seus seios, alisando-os, puxando os biquinhos. E a madrasta puxou-a e deu-lhe um beijo, arrepiando-a por completo.

Ela saiu e fez sinal para Sandra sentar no pau do namorado, e ficou alisando o corpo da enteada, passando a mão na bundinha dela e Sandra só ficava arrepiada, porque nunca tinha pensado em receber carícias femininas. E estava gostando muito. 

E as duas aproveitaram tudo que podiam...
Quando o Ulisses viu que Sandra gozara, começou a se punhetar para despejar seu gozo na boca da namorada. E Adriane, enlouquecida pediu um pouco também. As duas ficaram com um pouco do gozo dele e aí, sorrindo, se deram um beijo, trocando o leitinho dele.

Por via das dúvidas, Ulisses achou melhor ir embora. Foi pena, ele não assistiu ao que aconteceu naquela cama. Sandra quis saber de tudo e recebeu uma aula prática de mulher amando mulher.

Nem preciso dizer que elas repetiam aquela lição quase todo dia. Com o namorado ou sem...


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Eu vi você e a mamãe transando...


Viu, gostou, e quis também            

(escrito por Kaplan)       

Kátia e seu marido haviam adotado uma menina, Larissa. Ela tinha 5 anos na ocasião. E quando já estava com 20, o padrasto faleceu.

Dois anos depois, Kátia arrumou um namorado que vivia dormindo lá. Era um cara legal e Larissa se deu bem com ele, que se chamava Otávio. 

Mas o que eu estou vendo? My God...
E uma noite, quando ela voltou da faculdade, ao entrar em casa ouviu os gemidos da madrasta, que ela sempre chamava de mãe. Curiosa, foi até a porta do quarto, que estava entreaberta e viu o Otávio comendo-a de cachorrinho. Ficou fascinada vendo aquilo. E quando ele tirou o pau de dentro dela, Larissa ficou mais fascinada ainda.

Foi dormir excitadíssima. Masturbou-se bastante.
E na manhã seguinte, quando acordou e viu que a mãe já tinha saído para o trabalho, ela foi ver se o Otávio ainda estava por lá. A porta do quarto estava aberta e ela ouviu ele assoviando dentro do banheiro da suíte. Era a chance que ela queria.

Estava com uma camisolinha, bem curtinha, e sem nada por baixo.
E teve a grata surpresa de ver o Otávio completamente nu fazendo a barba.
Entrou, ele levou um susto, tentou proteger o pau.

- Larissa, por favor... saia!
- De jeito nenhum... depois que eu vi você e a mamãe transando ontem à noite, eu fiquei com vontade.

E foi mandando a mão no pau dele que endureceu na hora.

- Se sua mãe descobre isso...
- Vai contar pra ela?
- Eu? Tá doida? Nunca!
- Nem eu... 

Eu gostei demais do que vi... e quero!
Encostou o Otávio na parede, ajoelhou e começou um boquete. Ele enlouqueceu, nunca imaginara algo parecido.
Ficou sem ação, só vendo Larissa segurando seu pau e fazendo o boquete.

E depois de chupar, ela tirou a camisolinha, se mostrou inteira pra ele. Uau... que gostosa que ela era! Agora ele já estava chutando o balde... já que ela queria, ele iria até o fim.

E naquele banheiro meio apertado ela se inclinou, ele viu a bundinha dela, linda, redondinha... beijou-a e enfiou o pau na xotinha. Sabia que ela tinha namorado e que com certeza já tinha transado, então esqueceu de tudo e meteu com vontade.

Depois ele sentou no vaso e a trouxe para sentar no pau. E ela cavalgou. Mas estava achando meio desconfortável, então o chamou para a cama.
Ele concordou e os dois correram para a cama... onde ela vira a mãe e ele trepando. E continuaram com ela sentada e cavalgando. 

Igualzinho à madrasta!

- Me come do jeito que você comeu a mamãe ontem...

Ficou de quatro e ele fez o que ela pedira.
A excitação dos dois levou-os ao gozo.

- Nossa... isso foi muito bom... você está intimado a dormir aqui todas as segundas e quartas, viu?
- Por que?
- Porque terça e quinta a mãe sai cedinho... e aí nós iremos nos divertir!


terça-feira, 13 de novembro de 2018

A madrasta chantagista faturou o namorado da enteada

Não se fazem madrastas como antigamente...

(escrito por Kaplan)             

São realmente meio complicadas as relações entre madrasta e enteadas. Geralmente é mais comum e menos traumática a relação entre padrasto e enteada e entre madrasta e enteado.
Mas quando duas disputam o amor do homem da casa... aí é duro!

Como na casa da Verônica, que não suportava a Maria Inês, sua madrasta. As discussões sempre eram rotina. Verônica já tinha 25 anos e fazia questão de deixar claro para o pai que a Maria Inês era uma bruxa. 

Elas brigavam até na hora do café...
Numa certa manhã, estavam à mesa do café. Ele tomando café e lendo jornal, Verônica tomando café sem desgrudar os dedos do smartphone. Maria Inês se revoltou.

- Gente, larguem isso... o café da manhã é um momento para conversarmos e não para ficarmos distraídos com jornais e celulares!

Isso começou uma discussão verbal entre as duas, que ele tentou apaziguar, sem sucesso. Quase que elas saíram nos tapas.

Para tentar resolver a situação, o pai tirou a carteira e deu 500 reais à filha, disse para ela ir ao shopping e fazer compras. Ela agradeceu, deu um beijo no pai e saiu da copa. O pai despediu-se da Maria Inês e foi trabalhar. E ela ficou abismada com a solução que ele dera... ele mimava demais a filha! Aquilo não era jeito de educar...

Bem, imaginando que estava sozinha em casa, ela tirou os pratos e talheres, lavou tudo e foi ver se a casa precisava de alguma limpeza, apesar de a diarista ter ido no dia anterior.
Foi aí que, passando pelo corredor dos quartos, ela ouviu sons que ela conhecia muito bem. E vinham do quarto da Verônica...

Chegou até a porta, colou o ouvido e confirmou: havia alguém lá, e só podia ser o Gleison, o namorado da Verônica. E os gemidos dela indicavam que eles estavam transando. Como podia ser aquilo? Por onde ele entrara que ela não percebera? Ah... aquela pestinha da Verônica devia ter tramado tudo com o namorado e enquanto Maria Inês estava na cozinha, ele entrou sorrateiramente. 

A madrasta viu e filmou os dois... punk isso!
Tinha sido exatamente isso. E os dois estavam na cama, na maior ferveção. Ela o chupara muito, ele a chupara também e já estava metendo, ela gemendo e falando:

- Ahhh.... ahhhh... isso, amor... enfia... mete muito... me fode toda!

Ela ouviu tudo isso e esboçou um sorriso. Teve um pensamento digno de uma bruxa. Não era assim que Verônica a considerava?
Só precisava conferir se ela trancara a porta do quarto ou apenas fechara. Sorte grande! Não estava trancada. Então pegou o celular, colocou no modo filmar, abriu a porta sem fazer barulho e começou a filmar a transa dos dois. Filmou uns 5 minutos, antes de entrar no quarto e ir até perto da cama.

Os dois quase morreram de susto. E Verônica gritou para ela sair do quarto.

- Sai daqui, sua bruxa! Some, me deixa em paz!
- Nada disso, meu anjo... achei tão lindo o que vocês faziam que filmei boa parte e vou mandar sabe para quem? Pro seu pai...

Verônica arregalou os olhos. O pai não podia saber daquilo. A bruxa estava com a faca e o queijo na mão para arruinar sua vida. Implorou, parou de gritar e implorou para ela não mandar o filme pro pai.

- Olha, mas como você tem uma voz doce... achei que só gritava! Mas não me convenceu muito não, não, viu? Vou mandar pra ele sim. A menos que...
- O que? Fale!
- Bem, você sabe que seu pai já passou dos 70 e não tem a energia que o Gleison tem... você pode me emprestar ele de vez em quando.
- Ficou louca? Nunca! Você é mesmo uma bruxa!
- Sou não, Verônica. Você não prestou atenção... pensa bem: eu tenho um segredo seu, filmado e sonorizado. Seu pai não pode saber disso. Mas, estou te falando que não sou má, como você pensa. Se eu transar com o Gleison, você terá um segredo meu, que seu pai não pode saber também.
Viu? Poderemos acabar com nossos desentendimentos e virarmos boas amigas, até confidentes!

E já foi tirando Verônica da cama, colocando-a sentada numa poltrona, ela subiu na cama e foi pegar o pau do Gleison, que tentava inutilmente escondê-lo. 

Ela tinha mesmo razão de gemer tanto!
- Cara... muito bom isso... entendi a razão dos gemidos da Verônica...

Verônica estava inconsolável. Mas a razão prevaleceu. Calou-se e não se perturbou quando a madrasta começou a chupar o pau de seu namorado.

- Delicioso mesmo, seu pau, Gleison... Verônica está bem servida!

E fez um belo boquete nele, que Verônica assistia quase chorando... e ainda teve o desprazer de ver que o pau dele adquiria a mesma dureza com ela... ficou pensando se ela se contentaria só com o boquete...
Mas não... definitivamente Maria Inês não iria ficar só no boquete.

Queria aproveitar aquela beleza de pau, tinha certeza que conseguiria um belo gozo, coisa que dificilmente acontecia com o maridão.
Então, para tristeza da Verônica, Maria Inês começou a se despir.

- Verônica, fica triste assim não, querida... sei que você ficou chateada, mas para e pensa. Não vou roubar seu namorado, ele continua sendo seu... o amor é de vocês... comigo será só sexo.

Ajoelhou na cama, de frente pra Verônica e chamou o Gleison para ficar na retaguarda.

- Eu sei que você sabe o que deve fazer, Gleison... 

Sim, ele sabia o que tinha de fazer...
Ele sabia e já estava gostando... a madrasta era gostosa também... e como pensava que Verônica poderia terminar com ele, tratou de mandar brasa, comer a Maria Inês com competência.

- Verônica, já ouviu falar de ménage?
- Já.
- Então, venha, participe... vem lamber o pau dele enquanto ele mete em mim...

Verônica assustou, mas o Gleison fez sinal para ela obedecer. Então ela juntou-se aos dois e ficou lambendo mesmo o pau dele, tinha momentos em que ele tirava o pau, ela chupava e ele tornava a meter na Maria Inês. Que logo gozou... que maravilha!

Levantou-se, pegou as roupas e se preparou para sair do quarto e deixar os dois. Sabia que eles teriam de conversar.

- Verônica... vamos ser amigas? Me dá essa chance de ser sua amiga?
- Está bem... seu segredo ficará guardado comigo. 


Quem diria, até um selinho rolou!
- O seu também ficará muito guardado... vem, me dá um abraço, você nunca me abraçou!

Respirando forte, Verônica abraçou-a. As duas nuas. Seios com seios. E até um selinho ela ganhou da madrasta.
Maria Inês resolveu tomar um banho e dirigiu-se ao banheiro social.
Ficou remoendo cada momento do gozo que tivera. E a perspectiva de ter mais, de vez em quando, a animava bastante. Gostava do marido, mas ele já estava meio perrengue...

Enquanto isso, Verônica e Gleison conversavam.

- Que fria, hein, amor?
- Fica calma... você acabou de ver que sua madrasta não é tão ruim assim...
- Mas eu vi você trepando com ela.
- E eu podia fazer diferente?
- Eu sei que não podia... mas você gostou?
- Não vou negar... foi legal sim.
- Melhor do que comigo?
- Claro que não, sua pateta! É o que ela disse, a gente se ama, com ela foi só sexo. Essa vai ser sempre a grande diferença.
- Vai trepar de novo com ela?
- Vamos. Você vai estar sempre presente.
- Obrigada!
- Posso tomar um banho também?
- Claro, vai lá, eu vou ficar aqui pensando em tudo isso... 

Está delicioso, mas não vou abusar!
Ele caminhou em direção ao banheiro. Só não sabia que Maria Inês estava exatamente nele...Quando entrou no banheiro, viu-a ainda no banho.

- Desculpe... eu não sabia que a senhora estava neste banheiro...

Tampava os olhos. Ela riu.

- Gleison, nós acabamos de trepar... pode me olhar...
- Tudo bem, eu espero a senhora terminar.
- Deixa de ser bobo... entra aqui e vamos dar banho um no outro...

Ele entrou e ela o ensaboou todinho, principalmente o pau que lhe dera o gozo.
E que endureceu ao contato das mãos dela...

- Como a Verônica está?
- Conformada, mas não alegre.
- Imagino... mas sabe que eu tenho certeza de que a partir de agora eu e ela seremos amigas? Era muito chato a gente ficar discutindo, brigando... nossa... mas esse pau seu é algo divino! Olha só como ele já está... mas pode ficar tranquilo... não vou abusar de vocês não. Hoje não! Agora é sua vez de me ensaboar...

Ele não teve alternativa. Deu um belo banho nela e quando ensaboou os seios, a bunda... ela arrepiou e gemeu.

- Deixa eu sair... antes que eu esqueça o que acabei de falar...

Deu um beijo nele, uma chupada no pau e saiu. Foi para seu quarto, deitou-se nua na cama e ficou pensando em tudo que acontecera...

Realmente, depois daquele dia tudo se modificou naquela casa. As duas acabaram se tornando amigas mesmo, viviam conversando, falando de tudo. E pelo menos uma vez por semana, Verônica compartilhava o Gleison com Maria Inês.


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A enteada era a fim do irmão e aproveitou o futebol


Chegamos aos 1.683.000 acessos... quase lá! ajudem! convidem seus amigos e amigas para acessarem! Haverá belíssimos presentes quando chegarmos aos 1.700.000!

(escrito por Kaplan)    

Olha só a cena: Assistindo o jogo de futebol pela televisão, Inácio e seu pai tinham a companhia da enteada, Bia.

O pai era o mais fanático de todos, esbravejava, xingava o juiz... e ela começou a ficar sem vontade de continuar ali. Disse que ia para o quarto e quando se levantou, Inácio também levantou.
Ela pensou que ele iria com ela, mas não, ele parou atrás do sofá e continuou vendo o jogo.

Ela foi caminhando e ao perceber que o Inácio ia ficar lá, resolveu fazer uma loucura. Sem que ele percebesse, ela foi engatinhando até onde ele estava e começou a passar as mãos nas pernas dele. Ele assustou. Que novidade era aquela? 

Que loucura! com o pai ali do lado!

Ficou mais assustado ainda quando ela abriu a braguilha dele e começou a pegar no pau e a chupar.
Fez aquele sinal com mão rodando na cabeça, como a indicar que ela estava ficando doida, ela riu e continuou chupando.

E o pai, esbravejando com o juiz, não percebia nada.
Mas Inácio estava ficando preocupado. Tudo bem, Bia não era irmã de verdade, pois tinha sido adotada, mas aquela situação era muito complicada. Se o pai virasse o rosto, veria seu pau dentro da boca da Bia... achou melhor os dois saírem dali e sorrateiramente foram em direção à escada que levava aos quartos.
Ela sentou lá e continuou pegando no pau dele.

- Bia, você enlouqueceu? O que você está fazendo?
- Inácio, ante ontem eu vi seu pau e fiquei louca mesmo. Que pau mais lindo e grande é esse que você tem? Não me censure, eu precisava fazer isso.
E não me arrependi, que gostosura!!! Quero mais! 
- Vamos pro seu quarto, então... aqui pai pode ver!
No fundo, ele ficou feliz em receber aqueles elogios. Então entraram no quarto, ele fez questão de trancar a porta e ela ajoelhou e continuou chupando.

Pau maravilhoso... vou querer sempre!

- Seu pau é tudo de bom, Inácio... tira a calça, quero pegar tudo!

Ele tirou e ela pôde se deliciar com as bolas dele também. Lambeu-as, colocou-as dentro da boca e voltou a chupar. O pau dele já começava a soltar aquele líquido que antecede a ejaculação. E ela bebeu tudo!

- Quero dar pra você! Você tem de enfiar esse pauzão em mim!
- Nem pensar... o jogo já está no final e o pai vai desconfiar se não me ver lá. Tem de ser em outra hora, quando ele estiver trabalhando.
- Promete?
- Acho que enlouqueci também, mas prometo.

Ele cumpriu a promessa no dia seguinte. E dali em diante... era um dia sim e o outro também!