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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Ela chegou com o colega e me encontraram deitadono sofa, nu

 Não tinha como não rolar...

(escrito por Kaplan)  

 

Tempos de estudante. Estava eu, numa tarde de muito calor, deitado em meu quarto na república. Tinha acabado de tomar um banho, me enxuguei, e deitei pelado mesmo. Pensava em tirar uma soneca, quando vi dois colegas chegando, a Moema e o Mauro. Viviam juntos, apesar de jurarem que não eram namorados, nem pensavam em tal coisa. 

Era assim que eu dormia... não podia adivinhar que eles iriam aparecer!

Entraram e me viram daquele jeito. Ela só deu uma olhada pro meu pau mole, deu um risinho, e falou que eles tinham ido ali para transar.

- Querem que eu saia?

- Não – disse ela – pode ficar.

E o Mauro já foi tirando o top dela e me pediu para tirar a minissaia. O que fiz, já estava entusiasmado com os peitinhos dela, imagina, ver o resto!

E quando ela estava só de calcinha, ele tirou a roupa toda. Ela olhou pros dois e perguntou se ia rolar um trio, e como ele dissera que poderia, dependeria de mim, topei na hora.

Mas ele foi o primeiro a ganhar o boquete. Do que me aproveitei para tirar a calcinha dela e dar-lhe uma chupada. Ela gemeu gostoso... chupada de um lado e chupando de outro... delícia total!

Ele foi o primeiro a comê-la, também. Pôs ela de quatro, ficou metendo e ela caiu de boca no meu pau, chupou gostoso! Endureceu-me totalmente.



Este é um belo jeito de ser acordado...



Aí ela sentou em meu pau, ficou cavalgando, o Mauro subiu na cama e deu o pau pra ela chupar de novo. Em seguida, ela cavalgou nele e gozou. E ai veio me chupar até eu gozar também.

Tinha sido bem legal, não fora programado, fora espontâneo.

Acho que ela gostou, porque, alguns dias depois, ela voltou, dessa vez sozinha. Fiquei surpreso, mas ela não disse nada, apenas chegou, sentou em meu colo, me deu uns beijos e aí... rolou, claro.

Tirei a roupa dela, ela tirou a minha, dessa vez não estávamos na cama, mas num sofá, e ela recebeu uma chupada caprichada, e me devolveu o prazer com um boquete tão gostoso quanto o do outro dia. 


Mas só eu e ela acho que era bem melhor!


Aí ficou de quatro, no sofá mesmo, e eu fiz  o que era esperado: penetrei a xotinha dela por trás, bombando bastante e fazendo com que ela gemesse um bocado. Aí me fez sentar e veio me cavalgar, de costas pra mim e olhando para o espelho que eu tinha na parede.

Depois virou o corpo, ficando de frente pra mim, pude mamar naqueles peitinhos lindos que ela tinha. E tornou a me cavalgar, e gozou.

E como da outra vez, me chupou até eu gozar também.

Aí se vestiu, me deu um beijo e se mandou.

Era tudo tão mais simples naquela época!

 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Ele estava nu, na cama, quando a mãe do amigo entrou


Ele tinha ficado bêbado e dormiu lá

(escrito por Kaplan)   

É... coisas bizarras acontecem mesmo. Pois não é que o Homero esteve à noite na casa de um colega, que dera uma festinha para poucos. Mas bebidas havia muitas e ele não resistiu. Todo mundo foi embora e ele ficou escornado, desacordado, no sofá.

O colega tentou acordá-lo, mas não conseguiu. E Anelise, a mãe, sugeriu que o levassem para um quarto de hóspedes que havia na casa. Foi o que fizeram e para evitar que ele vomitasse na roupa, despiram-no. 

Ela nunca imaginara ver algo tão espetacular!

Anelise ficou impressionada com o que viu. Que pau era aquele do Homero! Tratou de bolar um esquema para aproveitar melhor o que tinha visto.
No dia seguinte, Homero continuava apagado.

- Meu filho, vai pra faculdade, não vá perder aulas por conta desse rapaz que não teve responsabilidade suficiente para beber menos. Pode ir, eu tomo conta dele e pode deixar que vou dar uma senhora lição a ele.
- Tudo bem, mãe. Qualquer coisa, me avise.
- Vai tranquilo.

O rapaz se foi e ela deixou passar ainda uma hora antes de entrar no quarto e ver o Homero dormindo peladão. Voltou a admirar o pau dele.
Acordou-o.
Ele ficou assustado quando a viu.

- Onde estou? O que aconteceu?
- Você bebeu demais e apagou. Tivemos de trazer você pra cama. 

A senhora me viu pelado???
Aí é que ele se deu conta de que estava pelado e ela vendo tudo. Cruzou as pernas, na tentativa de esconder o que não se devia esconder, na opinião da Anelise.

- Me diga que foi seu filho que tirou minha roupa...
- Ele e eu.
- Nossa. Que vergonha!
- Vergonha nada, rapaz. Quem tem uma coisa tão bonita entre as pernas tem é de se orgulhar e não de ter vergonha!

O Homero não estava entendendo. Aquilo parecia uma cantada, mas... da mãe do seu amigo? Teve a resposta na hora, porque ela pegou no pau dele e ficou acariciando... e ele foi endurecendo... 

É... parece que ela gostou mesmo... vou aproveitar!
E ela, na maior tranquilidade, tirou a roupa, ficou tão nua quanto ele, deitou-se ao seu lado e foi fazer um belo boquete. Aí não teve jeito, o pau ficou totalmente ereto e ela se deliciou.

- Espero que o que está acontecendo aqui fique entre nós, tá?
- Pode deixar, jamais contarei a alguém!

Então ela sentou no pau dele e pulou.

- Sabe, meu  ex-marido não gostava muito que eu cavalgasse, mas eu adoro! Tudo bem?
- Gosto muito, pode pular à vontade!

E ela pulou, gemeu, enlouqueceu. Tinha muito tempo que ela não dava uma boa trepada e aquela estava sendo muito legal.
Ficou de quatro. Ele ajoelhou atrás dela e mandou ver. Pegava na bunda dela, grande, macia. Deliciosa!

- Sabe de outra coisa que meu ex não gostava?
- O quê?
- Anal.
- Eu curto muito.
- Então aproveita, porque eu também curto! 

Ela gostava, ele gostava... gostaram!!!

E lá se foi o cuzinho da Anelise. Homero pensava que, realmente, se contasse, ninguém acreditaria e seu amigo provavelmente nunca mais falaria com ele. O lance era guardar segredo, quem sabe ela o chamaria outro dia para treparem novamente?

E foi exatamente isso que aconteceu. Depois de combinar com ele a bronca que teria dado, para ele contar pro filho, ela perguntou se ele trabalhava.

- Não, só estudo.
- Bem, meu filho trabalha no banco, na parte da tarde. Então... eu fico muito sozinha aqui, se quiser me fazer companhia, será muito bem vindo!


terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Esperou a patroa sair para ir arrumar o quarto do patrão


E ele estava lá, dormindo ainda...

(escrito por Kaplan)  

Tem patroas que são cegas? Ou se fingem de cegas? Pergunto porque me chegou ao conhecimento um lance que daria para duvidar da sanidade da patroa.
Tinham uma empregada, a Valentina, que era um pedaço de bom caminho. Muito gostosa. Mas fazia questão de agir profissionalmente, sempre chamando o casal de senhor e senhora, usando roupas bem discretas, cumprindo rigorosamente os horários. 

Empregada muito boa, nos dois sentidos!
Enfim o tipo da empregada de quem a patroa não tinha o que temer, mesmo sabendo que o seu marido, o Hugo, não era flor que se cheire.
Tudo ia muito bem, já fazia mais de ano que a Valentina trabalhava lá e nunca houve qualquer deslize.

Mas... o que ela não sabia é que o Hugo dava em cima da Valentina, e já tinha conseguido transar com ela várias vezes. Profissionais, tanto o Hugo quanto a Valentina não deixaram rastro do que faziam e a patroa não desconfiava de nada.

Me veio a dúvida. Será que ela desconfiava mas não criava caso porque a Valentina era, sem dúvida, a melhor empregada que ela já tivera? Cozinheira de mão cheia, preparava pratos deliciosos. Não, ela não podia perder a Valentina.

Enfim, sabendo ou não, o fato é que o Hugo e a Valentina sempre que podiam davam uma boa trepada.
Quando ele entrou de férias... ah, mas a coisa virou festa.

Valentina chegava cedo. A patroa ainda estava lá, dava as recomendações e ia trabalhar. Mas o Hugo, de férias, ficava em casa...
A Valentina mal podia esperar a patroa sair de casa. Ela não estava de férias! Mas, finalmente, saiu. Valentina acompanhou-a até a porta, viu ela entrar no carro e sair. Esperou uns 5 minutinhos e então foi começar a arrumação da casa. E começou exatamente pelo quarto do casal...

Chegou lá e o Hugo ainda dormia. Precisava acordá-lo! Então tirou a roupa e ficou só de lingerie, foi até perto do rosto dele e encostou a bunda, esfregando-a suavemente. Nada. Ele continuava dormindo.

- Patrão, mas o senhor não acorda? Terei de usar um outro método para acordá-lo.

E que método seria esse? Tirar a coberta para verificar se o que suspeitava era realidade. Era. O patrão estava nu e seu belo pau jazia dormindo também. 

Patrão acordou... eita patrãozinho bom!
O método era... um boquete! Ela pegou no pau dele e fez um boquete dos bons, que fez o pau dele ficar duríssimo. Ela sorria, aquela “dormida” do patrão era fingimento, ele já estava bem acordado.
Estava mesmo, porque depois do boquete ele pegou a Valentina, colocou-a deitada na cama e premiou-a com uma chupada fenomenal.

- Ah... patrão... que gostoso... chupa mais!

Ele chupou. Gostava muito de lamber a xotinha dela, depiladinha, cheirosinha.
Colocou-a de quatro e meteu. Valentina gemeu, aquele pau entrar dentro dela sempre fazia ela gemer, era algo divino.
Sabia da potência e da competência do patrão. Ele nunca gozara antes dela e ela tinha certeza de que naquela manhã seria a mesma coisa.

Cavalgou-o. Ele dizia que a esposa gostava disso e ela fazia questão de fazer melhor do que a esposa, ou, pelo menos, tentar!

Boquete de novo e ela deitou de lado e ele tornou a meter. Pra ela já estava no ponto e ela gozou. E sabia que o patrão gostava de deixá-la forte e disposta, e pra isso ela precisava tomar leite.
Então punha o pau dele na boca e esperava que ele derramasse o precioso líquido, que ela fazia questão de tomar tudo, sem deixar uma gota sequer cair nos lençóis.
Ele continuou deitado, vendo a Valentina, sempre nua, limpar o quarto, arrumar tudo.

- O banheiro social está um pouco sujo, Valentina. Precisa limpar lá.
- Me mostre onde, patrão? Eu não vi nada sujo lá... 

Vem, vou te mostrar que o banheiro está sujo...

Ele a levou e mostrou num banho bem demorado, que terminou com ela sentada no pau dele... mas enfiado no cuzinho.

Esse patrão! Essa Valentina!
Teriam um mês para brincar todo dia!



quarta-feira, 11 de setembro de 2019

O marido não se opôs: o amigo podia dormir na cama com o casal


Não era só corno, ele queria um ménage

(escrito por Kaplan)

Marido bom era o Luiz Fernando. Não satisfeito em saber que sua esposinha querida, Rosana, transava com outros caras, ainda fez um convite inusitado.

- Ro, convida o Nathan para dormir aqui em casa.
- Como assim? Dormir onde, só temos um quarto!
- Sim, ele pode dormir com a gente, na cama.
- Tem certeza de que você quer isso? Tem algum plano desconhecido nessa história?
- Não, plano nenhum. Eu sei que você transa com ele, qual o problema de ser em nossa cama? 

Este meu corninho tá pensando em alguma coisa...

Ela achou estranho, mas disse que ia pensar no caso. E calhou que o tal do Nathan, com quem ela saíra algumas vezes, foi visitá-los, e o papo foi rolando, as bebidas sendo entornadas, o clima esquentando. Quando passou de meia noite, ele manifestou desejo de ir embora, mas Rosana entendeu que poderia acontecer aquilo que o marido propusera dias antes e convidou o Nathan para dormir lá.

- Já é tarde, você bebeu muito, não pode dirigir assim. Dorme aqui!
- Não gosto de dormir em sofá...
- Por isso não, pode dormir na nossa cama.
- Luiz Fernando, sua esposa está bêbada. Ouviu o que ela propôs?
- Ouvi sim, e não tem problema algum, meu amigo. Pode dormir com a gente.
- Escuta, eu nem trouxe pijama.
- Não precisa. Com esse calor a gente dorme é pelado mesmo.

Cada vez mais confuso, o Nathan olhava para a Rosana que só sorria, concordando com tudo. Então resolveu aceitar o convite.
Dali a algum tempo os três foram para a cama. O marido deitou-se de bruços e pareceu dormir logo. Rosana, que estava entre os dois, piscou o olho para o Nathan.

- Coma-me!
- Mas... e ele?
- Tem problema não, ele sabe que a gente transa! 

O amigo estava confuso... mas ela o incentivou!

Ele tinha de acreditar que era verdade. E começou, então, a bolinar a Rosana.
Beijava-lhe os seios, enquanto sua mão percorria a xotinha dela. Logo foi a boca dele que desceu e foi chupar sua xotinha.
Apesar de saber que o marido não se incomodaria, ela mordia o dedo para evitar gemer muito alto. A adrenalina estava solta. Ela nunca imaginara transar com o marido deitado ao lado. Ele parecia dormir, mas será que estava dormindo mesmo?
Impossível não gemer, agora que, além da língua, dois dedos dele estavam dentro de sua xotinha, fazendo um vai e vem como se fosse sua pica.

O marido mexeu, virou o corpo, ainda parecendo estar dormindo, mas Nathan sacou que ele queria era ver a esposa transando. Estava certo. Logo ele “acordou”, abriu os olhos e começou a passar a mão no corpo da esposa, começou a mamar nela. Ela entendeu que ele quisera aquilo para fazerem um ménage. Então liberou os gemidos. Era demais ter dois bons trepadores comendo-a simultâneamente!

O marido beijou-a. Ela sorriu para ele. E achou por bem dar pra ele primeiro, então puxou o Nathan pra cima, foi fazer um boquete nele, de costas para o marido que enfiou a pica nela. 

Ela chupando o amante e o marido a comendo... nada melhor do que isso!

Que delícia! Chupando um e sendo comida pelo outro. Fantástico! Era a primeira vez que ela encarava um ménage!

Depois de receber muitas estocadas do marido, que, aliás, nunca transara com tanto furor como naquela noite, ela resolveu inverter. Como o Nathan estava praticamente sentado na cabeceira da cama, ela agachou com a bundinha na frente dele. Um convite a ser penetrada e foi o que ele fez. Ato contínuo, ela puxou o marido para ficar ajoelhado na frente dela, e fez o boquete nele. Olhava para o marido e seus olhos diziam: obrigada, querido, por isso!

Nova inversão. Ela de cachorrinho para o marido comer, e chupando de novo o pau do Nathan. E as bombadas a fizeram gozar depois de alguns bons minutos. E o Nathan liberou seu leitinho para ela beber ao mesmo tempo.
Ninguém falou nada. Deitaram-se, ela no meio deles, e dormiram. Ela, segurando os dois paus.

Dormiu feliz, pensando que aquilo poderia se repetir e quem sabe até outras coisas poderiam rolar?

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

A sobrinha adorava me acordar...


E eu adorava ser acordado...

(escrito por Kaplan)

Morar sozinho tem suas vantagens e desvantagens. Entre as vantagens está a de andar nu, dormir nu, assistir TV pelado. Ninguém para incomodar. É só fechar as cortinas ou persianas e você está dentro de seu reino. Faz o que quer e ninguém tem nada com isso. 

O futebol não interessa muito, a liberdade de ficar nu sim!

Eu gosto muito de, nos dias de muito calor – e eles são muitos! – dormir pelado. Apenas um lençol por cima do corpo, até para evitar que algum pernilongo maluco apareça!
E no meu caso específico, ainda tem uma grande vantagem: é que posso dormir até a hora que eu quiser, já que não tenho de bater ponto em qualquer repartição.

Particularmente nos sábados e domingos, eu só saio da cama na hora do almoço.
Ou então... quando sou acordado – deliciosamente – por alguma das sobrinhas lindas que tenho.
Uma delas, em particular, adora me acordar aos sábados.

Lá pelas 9 horas ela vem ao meu apartamento. Tem chave, entra e vai direto ao quarto, porque sabe que estarei na cama. 

Nada melhor do que dormir pelado... e ser acordado!

E, se estou ainda dormindo, ela adora me acordar de um jeito especial: pega, carinhosamente, em meu pau, coloca na boca e começa a me fazer um boquete. Daqueles que levanta até defunto. E eu, que estou apenas dormindo, logo desperto. E vejo a lourinha linda me sorrindo com os olhos e engolindo meu pau com a boquinha. É algo divino!

Quando ela me vê acordando, larga meu pau e vem me beijar. Deitada por cima de mim e sentindo meu pau – já duro – cutucar sua barriguinha.
Então eu sento e a abraço, beijo e como sei o motivo de ela estar ali, já vou tirando a camiseta e o shortinho. Sim, ela já vai vestida para ser despida. Fácil, fácil colocá-la “au naturel” como eu já estava.

Tirar-lhe a camiseta significa ter os seios bem perto de minha boca e eu trato de abocanhá-los, beijá-los, sugá-los, para que ela comece a gemer, ao mesmo tempo em que minha mão começa a apalpar a bundinha dela, enfiar-se dentro do shortinho... e ela se remexe toda...

E tiro o shortinho, a calcinha, e beijo sua xota, sua bunda, passo a mão no reguinho e ela deita por cima de mim, me beija e meus dedos entram em sua xotinha...
E ela senta em meu pau. E me cavalga por um bom tempo, olhos fechados, ansiando pelo gozo que ela sabe que virá.

E fica de quatro e eu meto na xotinha dela, vendo o cuzinho abrindo e fechando, um doce convite... será que ela vai querer hoje? 

Se não reclamou é porque está querendo... sempre quer!

Sim, ela quis. Permitiu que um dedo entrasse lá, dois dedos... preparando o terreno para que a pica entre sem maior dificuldade, sem muita dor.

E a pica entra e ela geme, eu faço que vou tirar ela diz que não, quer que entre tudo, e enfio e começo a bombar, ela está de ladinho, mas quer mais e senta nele para cavalgar.
E eu gozo, porque sei que ela já tinha gozado. E escorre tudo para o lençol e ninguém liga pra isso. Ficamos nos esfregando, beijando, rolando na cama, antes de irmos nos banhar e ela vai me chupar de novo debaixo do chuveiro e eu vou chupar a xotinha dela de novo.

Voltamos pra cama.
Ela diz que veio passar o dia comigo.

Sorrio. Ela também. Sabemos que haverá mais algumas trepadas... porque eu vou continuar nu, e ela também... então, na hora do almoço eu vou pedir uma pizza e ela vai receber o entregador peladinha, deixando-o maluco.

E isso nos tesa, e vamos comer a pizza fria, porque trepamos assim que o entregador se vai. E ela sabe que vou passar um pedaço de pizza no seu corpo, sujá-lo de molho e vou lamber tudo depois.
A resposta dela é enfiar meu pau dentro da taça de vinho, deixá-lo bem molhado e depois chupar, beber tudo.

Mas à tardinha ela vai embora. Tinha de encontrar com o namorado...


quarta-feira, 17 de julho de 2019

Sem dinheiro, eles passaram o natal trepando


As transas foram na árvore, no sofá e na cozinha

(escrito por Kaplan)

E quando a situação financeira aperta e chega o Natal e os namorados estão sem dinheiro para comprar presentes? Terrível, isso, não é?

Daniel e Maria Cecília passaram por isso em um determinado ano. Ela não pôde viajar para a casa dos pais, tristes todos ficaram, mas ninguém tinha como pagar a passagem pra ela. E ele, que morava na mesma cidade em que ela estava, também não tinha como ajudá-la, a não ser pensando em algo para fazerem juntos.

E foi assim que ele a chamou para passar a noite do dia 24 e o dia 25 todo no apartamento dele. Pelo menos já tinha vinho lá, ele conseguiu comprar algumas coisas típicas da época. Tinha uma árvore de natal de anos passados com enfeites já por demais conhecidos, mas... era Natal, então ele armou a árvore, colocou os enfeites e esperou pela namorada.
Que chegou bem desanimada e era fácil entender a razão disso.

Mas quando ela viu que ele tinha colocado um colchão perto da árvore, animou-se. Pelo menos uma noite de bom sexo eles teriam para comemorar. 

Pelo menos isso... que Natal diferente!
Tiraram os sapatos, subiram no colchão, se ajoelharam, desejaram Feliz Natal um para o outro e os beijos e amassos começaram. Ajoelhados frente a frente, beijos, ele com a mão na bundinha dela e ela com a mão no pau dele. Tudo por cima das roupas.

Mas já era suficiente para o tesão reinar ali naquele ninho de amor. E ele subiu com a blusinha dela, vendo os seios pequenos mas gostosos demais de serem chupados. E tratou de chupá-los, enquanto uma mão dele entrava dentro da calça dela, pegando na bundinha, dando uns amassos que ela adorava.

Deitou-a, continuou beijando-a e a mão dele agora entrava dentro da calça, mas na frente, fazendo carícias na xotinha.

Ela começou a ficar afoita e tirou a camisa dele, a calça, deixou-o só de cueca. Deitou-se por cima dele, beijando sua boca, seu pescoço, seu peito.
Ele tirou a calça dela, ela tirou a cueca dele. Os dois estavam nus, corpo com corpo, se esfregando, silenciosamente. Só se ouvia o barulho dos beijos. E ela, sentindo o pau dele duro em sua barriga, tratou de descer o corpo e fazer um boquete. Como ela chupou, lambeu, beijou aquele pau que tantas alegrias lhe dava! 

Uma chupada monumental... Natal bom, afinal!
E ele agradeceu dando-lhe uma chupada na xotinha que a fez estremecer, gemer, abrir bem as pernas e receber em seguida o pau dentro dela, e os movimentos de vai e vem fizeram aumentar o volume dos gemidos.

Ela sentou nele e o cavalgou. De frente pra ele, cada um vendo a expressão de prazer do outro. Depois ficou de costas e continuou pulando até conseguir seu gozo. E receber o dele, na sequência.

- Obrigada pelo presente...
- Também te agradeço...

Puxaram uma coberta, deitaram-se nus, dormiram abraçadinhos.
Quando acordaram, sorrisos, foram comer alguma coisa, sempre sorrindo um para o outro. Quando foram lavar os talheres, ele a pegou de jeito. E mais beijos e o tesão aumentando, ele a colocou sentada na bancada da pia e enfiou o pau, dando as estocadas que a faziam fechar os olhos e morder os lábios...
Depois ela desceu e eles transaram em pé, ele metendo nela por trás, ela se apoiando na bancada para não cair. 

Boquete de noite, boquete de manhã... sempre!
Aí ela o colocou sentado na bancada para fazer um boquete. E treparam em pé de novo.
Nenhum dos dois gozou. Pra quê? Não havia necessidade disso.

Tomaram banho juntos, sempre com beijos e amassos. E combinaram de dar uma saída.
Então se vestiram.
Ela sempre deixava roupas no apartamento dele, então escolheu uma saia e uma blusa, vestiu-se e foi para a sala esperar por ele. Tiraram o colchão do meio da casa... e aí bateu uma nova vontade.
Ele pediu para ela fazer um strip-tease.
Ela riu.

- Eu vou fazer, e já sei que não iremos sair...
- Prefere sair?
- Mas de jeito nenhum!

E começou o strip, dançando lubricamente enquanto tirava a blusa, a saia. Ficou só de lingerie e abaixava o corpo para destacar a bundinha. Encostado na mesa, ele abaixou a calça e começou a se masturbar. Quando ela viu o pau durinho, ajoelhou na frente dele e chupou sempre com prazer...

- Você sabe que vou ter de te comer de novo, não sabe?
- Oba! Tá esperando o quê?
- Olha só a safadinha....
- Tô olhando o safadão... 

E ela agradeceu liberando o cuzinho...
Rindo, ele tirou a calcinha dela, colocou-a de quatro no sofá... e tome mais vara!

- Acho que você está rodeando... tá querendo o presente especial, não tá?
- Como você adivinhou? Vou ganhar?
- Hoje pode... tá merecendo!

E ele enfiou no cuzinho dela. Que fez caretas, como sempre fazia. E que gostava mais de dar o cuzinho quando cavalgava, e foi isso que fizeram.


Foi assim o Natal dos dois namorados. Não acharam ruim não... pelo contrário!