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quinta-feira, 21 de março de 2019

Brincadeira de estudantes sempre acaba em orgia


Eles não levam nada a sério?

(escrito por Kaplan)

Quando trocaram o piso de uma das casas que serviam de república para os estudantes, conseguiram colocar granito, em vez de tábuas corridas, que já estavam bem desgastadas. Aquilo acendeu, na hora, a mente doentia de vários estudantes que logo imaginaram um novo jeito de começarem uma bela orgia de fim de semana.
Fizeram um pequeno teste e viram que a coisa funcionaria. Mas que coisa? 

Mas isso seria um boliche?
Simples: um boliche diferente. Numa das pontas do corredor, empilhavam-se várias latinhas de cerveja (já devidamente esvaziadas, claro!). Molhavam o chão por inteiro. E o teste foi feito com um calouro que, a principio ficou puto, mas depois entrou no ritmo da brincadeira. Ele seria a “bola” do boliche, ou seja, teve de tirar a calça e a camisa e só de cueca ele foi seguro por dois veteranos que o balançaram e o jogaram deslizando pelo chão até atingir as latinhas. 

Quantas seriam derrubadas? Isso valeria na hora em que eles fizessem as garotas serem as “bolas”. E estabeleceram o critério. A vencedora seria comida por fulano, a que ficasse em segundo pelo cicrano e assim por diante. Eram oito rapazes e oito garotas. Portanto, mesmo quem perdesse ganharia algo!

O bom é que aquelas garotas topavam tudo. Chegavam a ser mais afoitas que os rapazes, alguns ficavam constrangidos de ficarem nus na frente de outros porque, querendo ou não, viriam os comentários sobre paus pequenos, médios e grandes. E geralmente ali se encontravam pequenos e médios (coisa de uns 15, 16cm quando duros). 

Paus médios... muito médios...

... mas as meninas adoravam!

Grandes, algo como 20cm ou mais eram raridade, e quando apareciam, havia fila das garotas para experimentar as maravilhas... tempo de faculdade é mesmo o melhor tempo da vida da gente!

Mas como eu dizia, elas topavam tudo. Já sabendo como seria a brincadeira, apareceram lá com o mínimo de roupas. Camisetas ou tops e shortinhos, esses todas tinham.
Porém, a surpresa: as regras do boliche diziam claramente que elas teriam de ficar nuas para se transformarem em bolas de boliche.
Acharam ruim? Nada! Morriam de rir!

E lá veio a primeira. Ainda estava com o short e o top, não quis tirar. Eles a jogaram e ela não atingiu a distância certa, parou antes de se encontrar com as latinhas de cerveja. Entre gargalhadas, eles explicaram a ela que o top e o short tinham exercido um atrito muito grande. Então ela tirou tudo e eles tornaram a jogá-la. Mesmo assim, como ela era a mais alta e forte do grupo, só conseguiu derrubar duas latinhas. Na certa seria a última... 

Quem diria? Virou bola de boliche...
A segunda já estava pronta, isto é, totalmente nua. Gostosa, ela. E foi ela que conseguiu derrubar todas as latinhas. Um autêntico recorde!

E assim, uma a uma, as oito foram lançadas e um dos rapazes ia anotando o escore. Ao final, ele tinha a lista completa. Duas haviam empatado e tiveram de ser lançadas de novo para saber o resultado.

Encerrada a brincadeira, entraram quatro num dos quartos e os outros quatro no outro. Passaram a noite trepando, trocando. Depois que as duas do primeiro quarto já tinham trepado com os dois rapazes, elas trocaram de quarto, assim, todas deram para todos. E todos comeram todas. Uma verdadeira farra, graças a um piso de granito.

Que teve de ser devidamente limpo na manhã seguinte...


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Na piscina cabiam cinco...


Tinha alguém sobrando?

(escrito por Kaplan)

Ter uma piscina coberta, para o máximo de privacidade, era o sonho do pai do Torquato. E finalmente ele conseguiu isso. Por que era sonho? Ele gostava de nadar nu, por isso desejava tanto aquela piscina coberta.

O que ele não imaginava era que o filho também achou muito interessante aquela piscina com tanta privacidade e vivia convidando amigos e amigas para... nadarem nus... e aí virava uma orgia!

Como no dia em que ele convidou dois amigos, Viriato e Juan e três amigas, mas apenas duas compareceram, Sônia e Magna. Já sabiam, todos eles, que era para nadar pelados. Só isso, pensavam, mas quem é que aguenta?

Quando todos já estavam na casa, Torquato tirou a roupa e falou com eles e elas para tirarem também para irem nadar. Os dois amigos rapidamente se despiram e foram com ele, mergulharam na piscina e ficaram rindo e brincando, esperando as duas amigas. 

Elas custaram a deixar que eles as vissem nuas...
E eis que as duas chegaram. Pudicamente enroladas em toalhas, chegaram e sentaram em duas cadeiras, ficaram fazendo charminho para os três. Eles tentavam pegar nos pés delas e puxá-las, e elas, rindo muito, evitavam que eles tivessem sucesso.

Depois de alguns minutos, elas tiraram as toalhas e se mostraram nuas, para os três ficarem babando. E elas entraram na piscina. Os três ficaram tentando pegá-las, elas fugiam, quando eles chegavam perto elas os afundavam e saiam... até que Sônia ficou aprisionada num canto pelo Juan e pelo Torquato, não teve como fugir. Eles a agarraram e Juan ficou com ela no colo. E o Viriato aproveitou que a Magna tinha ficado descuidada, agarrou-a também.

E o Torquato sobrou... porque o Viriato e o Juan começaram a beijar as duas e se juntaram num dos cantos da piscina.
Vendo a tristeza do dono da casa, a Magna o chamou e ficou beijando-o enquanto era sarrada pelo Viriato. 

Brincadeiras deliciosas... xotinhas nos ombros!
Voltaram a nadar, a brincar, e isso era aproveitado para eles passaram as mãos nelas, elas pegarem nos paus deles, o Juan mergulhou e deu uma lambida na xota da Magna que gritou de susto.
Então ela mergulhou e abocanhou o pau do Torquato, e quando ela levantou ele pegou nos seios dela e deu uma boa mamada.

Dali a pouco era o Juan que estava sobrando. E as duas resolveram sair da piscina, enrolaram-se nas toalhas e sentaram-se nas cadeiras novamente.
Os três não acharam muita graça e ficaram jogando água nelas. Era tudo brincadeira, momentos de tesão. Elas sabiam que seriam comidas pelos três, estavam deixando que eles escolhessem quem seriam os primeiros a se deliciar com elas.

E o Viriato foi o primeiro a sair da piscina e agarrar a Magna. O Juan ficou olhando os dois e ela acabou indo sentar na borda da piscina, com as pernas dentro da água. O Juan aproveitou para chupar sua xotinha. O Viriato foi pegar a Sonia, que também sentara na borda e enquanto ele a beijava, o Torquato começou a chupar a xotinha dela. Viriato deu o pau dele para Sonia chupar. Ela adorou chupar um enquanto era chupada pelo outro. E já ouviam os gemidos da Magna, que arfava sentindo a língua do Juan. 

 Saíram todos da piscina. As duas sentaram nas cadeiras. O Juan levou o pau à boca da Magna,  e na outra cadeira a Sônia chupava o pau do Torquato e era chupada pelo Viriato. E como as duas cadeiras estavam próximas, o Torquato ainda pegava nos seios da Magna. Que passou a ser chupada pelo Viriato, que largara a Sonia. Mas a xotinha da Sonia não ficou parada, estática, porque a mão do Torquato estava lá.

O Juan também quis ser chupado pela Magna, que ficou com dois paus à disposição. E depois o Juan tirou-a da cadeira, ele sentou e a colocou sentada em seu pau. Vendo isso, o Torquato também tirou a Sônia da cadeira, sentou e ela sentou nele. As duas cavalgando e a Sonia ainda se divertindo chupando o pau do Viriato, coisa que a Magna também quis.

- Meninas, algum dia vocês sonharam ter três picas à sua disposição?

Sonia respondeu pelas duas, não, nunca tinham sonhado isso. E estavam gostando muito da experiência!

Depois de elas pularem bastante, foram colocadas ajoelhadas nas cadeiras e o Juan e o Viriato é que meteram nelas, ficando o Torquato sendo chupado pelas duas. E não é que os dois comedores trocaram? Pois trocaram!

A farra continuou, com os cinco deitados, trepando sem parar, trocando as parceiras, de modo que as duas foram comidas pelos três. E não iria faltar os cuzinhos não serem arrombados. E a Magna quis uma DP, que o Torquato e o Juan fizeram nela. Mas a Sônia não se interessou, ficou dando o cuzinho para o Viriato enquanto os três se engalfinhavam ao lado.

Todos tinham gostado muito da farra. E Torquato avisou que assim que tivesse condições, chamaria todos de novo. Afinal, a piscina coberta não era apenas para o pai nadar pelado... não era mesmo!

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Um troca-troca inesperado na piscina


Foi sem querer, querendo...

(escrito por Kaplan)  

Dois casais muito amigos. Amigos mesmo, sem nada de sexo entre eles. Pelo menos, até aquele sábado de sol, quando Denilson e Isis foram à casa de Leandro e Caroline. Convidados para usufruir da piscina que eles tinham lá.

Havia algo, no entanto, no ar. Os dois marmanjos já tinham conversado a respeito. Estavam loucos para fazer o famoso troca-troca de esposas, o swing. Caroline estava a par e gostava da ideia. O problema era a Isis, muito reticente. Toda vez que o Denilson levantava o assunto, ela já ia cortando. Então resolveram tentar algo diferente, para ver se ela concordaria. 

Hoje ela tem de resolver!
Assim, quando Denilson e Isis chegaram, os quatro já foram para a piscina, onde, em meio a risos, piadas e fofocas, o ambiente foi ficando bem descontraído.
Então Denilson sugeriu:

- Ei, pessoas, lembram-se de quando eram crianças e brincavam de cabra cega?

Todos se lembravam, aquela era uma brincadeira tradicional do tempo em que a tecnologia ainda não existia para atrapalhar o desenvolvimento social das crianças.

- Então, que tal brincarmos aqui na piscina?
- Mas como?
- Ora, vendamos um de nós e os outros três ficam nadando e a pessoa vendada fica tentando pegar. E a gente pode dar umas cutucadas para, em seguida, nadar pra longe. Vai ser divertido!

Eles todos toparam e, na base do par ou ímpar, o Leandro se tornou o primeiro a ser vendado. Muito vivo, ele já localizou onde a Isis estava, porque eles queriam que ela fosse a vendada. E assim que a brincadeira começou, ele rapidamente nadou na direção dela e a pegou. Então, era a vez de ela ser vendada.

E todos se posicionaram bem longe. A Caroline até saiu da piscina e ficou sentada na borda vendo o marido e o amigo tentando escapulir das mãos da Isis. Ela nadava, tentava ouvir os movimentos dos dois para alcançá-los, mas ambos era bem rápidos e fugiam. E aí o Denilson começou a aprontar, chegando sorrateiramente atrás dela e desamarrando o sutiã. 

O amigo achou lindos os seios dela... (foto: Kaplan)

- Quem foi o safado que fez isso? – ela gritou e todos rindo. 

Leandro, ao ver os seios dela, já ficou excitado.
Ela pensou que a brincadeira ia acabar, mas eles continuaram testando-a para encontrá-los. E ela não se incomodou de estar de topless, involuntário, pensava ela, mas deixou rolar. Se a Caroline não tinha protestado, tudo bem.
E o Leandro deixou que ela o pegasse e fez questão de que a mão dela encontrasse seu pau duro. Ela ficou roxa.

- Meu bem, espero que tenha sido você que eu peguei...
- Foi não, você pegou o Leandro..
- Ai! Socorro... Leandro, desculpe... acho que peguei no lugar errado.

Ouvindo todos gargalhando, inclusive a Caroline, ela começou a achar que havia sido atraída para uma loucura. E como gostava muito de todos, entendeu que não deveria criar caso, fazer escândalo, devia aceitar. Afinal,o Denilson insistia sempre naquilo, quem sabe valeria a pena testar?
Então largou o Leandro, esquecida de que, como ela o pegara, ele seria novamente vendado. Ela continuou, nadando e tentando pegar alguém.
E aí sentiu que sua calcinha era tirada também.
Tava na cara que eles tinham tramado tudo aquilo... 

A brincadeira deu certo... ela topou!
E ela foi agarrada pelos dois. O Leandro pegou-a pelas costas, segurou nos seios dela e ficou movimentando-os, enquanto o Denilson cutucava a xotinha com seus dedos. E a Caroline avisou a Isis que ela também estava pelada, e os dois já iam ficar. De fato, ela mergulhou e tirou as sungas dos dois.

Então Isis se rendeu, resolveu participar. Sentiu que um dos dois colocava o pau em sua boca e não perdoou, abocanhou. Nesse momento, Caroline tirou-lhe a venda e ela viu que estava com o pau do Leandro em sua boca.

- Aproveita ele, amiga, porque eu vou pegar o seu marido...

Já que era assim... que beleza de pau o Leandro tinha... ela ficou fazendo um belo boquete nele, enquanto a Caroline começava a fazer o mesmo com o pau do Denilson.

Como eles estavam mais distantes, Denilson segredou:              
- Puxa... não pensei que ela fosse aceitar isso tão fácil...
- Esquece ela, agora você é meu...

Esperei tanto por esse dia... mete gostoso!
Denilson sentou na borda da piscina, ela ficou entre as pernas dele chupando com vontade. E o Leandro, vendo aquilo, levou a Isis até perto dos dois, sentou-se na borda também, e a Isis voltou a chupar-lhe o pau. Estavam agora, lado a lado, se divertindo bastante com a troca.

Leandro falou com a Isis para ir ajudar a Caroline na chupação. Ela não entendeu a razão, mas logo ele a fez entender. Enquanto ela e a Caroline chupavam o pau do Denílson, Leandro entrou na piscina e foi meter na xotinha da Isis, em pé, por trás...

- Meu bem, seu amigo está me comendo...
- Tem problema não, daqui a pouco vou comer a mulher dele...

Dos risos passaram às vias de fato. As duas foram comidas dentro da piscina, pelos maridos trocados.

Depois dessa estréia, Isis não colocou mais dificuldades, e os swings entre eles aconteceram com bastante frequência.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Me vendaram para eu escolher com quem transaria


Brincadeira deliciosa...

(escrito por Kaplan)

Mais uma aventura fantástica dos meus tempos de faculdade. Três colegas me chamaram na república em que elas moravam e quando cheguei lá, trataram de me convidar para uma brincadeira. Como eu sabia que essas brincadeiras logo se transformavam em transas, aceitei!

Encontrei as três – Nali, Graziele e Ana Cláudia – de camiseta e Nali de calça jeans e as outras duas de short.
Eu já tinha transado com todas elas, e vê-las juntas me fez pensar que estariam preparando alguma novidade... 

E não deu outra. Amarraram um pano preto nos meus olhos, me puseram sentado, mas antes tiraram minha calça e cueca.

Vendado... como vou saber quem é?

- Você terá de escolher uma de nós para transar. Sabe como será a escolha?
- Não faço ideia.
- Nós vamos te chupar, cada uma por 3 minutos. Você terá de adivinhar quem te chupou. Vai transar com quem você acertar. Cuidado para não acertar as 3, senão você morre de tanto meter!

Rindo, senti que uma delas pegava em meu pau e começava a me chupar.
Pensei... quem poderá ser? Elas ficaram em absoluto silêncio para que não tivesse qualquer pista de quem estaria no boquete.

Terminado o tempo, a segunda começou a fazer a mesma coisa. Eu não tinha imaginado quem poderia ter sido a primeira e estava difícil descobrir quem era essa segunda...

Depois dos 3 minutos, lá vem a terceira. Essa eu tive certeza. 

Ah... sua boquinha eu conheço!!!

Quando ela terminou, me perguntaram e eu respondi, já sem a venda nos olhos.

- A terceira foi a Graziele.

Ela deu pulos de alegria, tinha sido ela realmente.
Agora, adivinhar quem tinha sido a primeira... eu tinha exatos 50% de possibilidade de acerto. Mas errei. Tinha sido a Ana Cláudia e eu falei que seria a Nali.

- Que pena que você errou nós duas... mas vamos te dar um prêmio de consolação.

Vieram as três me chupar ao mesmo tempo e foi delicioso ver a briga das bocas para engolir meu pau, lamber... uma festa cheio de risos.
E depois as duas se afastaram e ficaram me vendo transar com a Graziele.
Ela ficou de quatro na cama e eu meti por trás. As duas vinham, olhavam de perto meu pau entrando e saindo, passavam a mão em minha bunda... 

O começo foi só brincadeira... depois ficou muito sério!

Cheio de tesão, eu continuava bombando, escutando os gemidos da Graziele, passando as mãos nos seios das duas, que tinham ficado nuas também.
Quando gozamos, achei que a brincadeira tinha acabado, mas não...

Elas trouxeram cervejas, ficamos tomando, conversando, depois a Nali me fez novo boquete, endureceu meu pau, sentou em cima e pulou até gozar.
Mais conversas, mais cervejas, e lá vem a Ana Cláudia me chupar, endurecer meu pau e me cavalgar também.

Ou seja, o que as três queriam era transar. E inventaram a brincadeira só para ser algo diferente. Muito criativas elas... meu pau agradeceu!


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Fazer pizza pode ser bem erótico!


Existem comidas e comidas, não é?

(escrito por Kaplan)  

Katerine tinha bons dotes culinários. Não era uma “chef”, como ela mesma dizia, mas quando convidava alguém para almoçar ou jantar em seu apartamento, o(a) convidado(a) podia ir sabendo que sairia de lá lambendo os beiços.
E foi assim quando ela começou a namorar com o Haroldo, um amigo nosso. Com umas três semanas de namoro ela sentiu que já estava no ponto de ser comida, ops... de fazer uma comida para ele.
Perguntou se ele gostava de pizza, ele disse que sim, ela então marcou com ele de chegar às 20 horas para saborearem as pizzas que ela iria fazer.
Só que namorados de pouco tempo tem pressa de tudo, e o Haroldo chegou às 19:10... 

Vou comer... a pizza e ela!!!

Ela foi abrir a porta pra ele. Estava usando um avental, claro, mas o Haroldo quase caiu duro quando ela virou-se para ir à cozinha, chamando-o para ir junto... porque debaixo do avental não tinha nada... nem sutiã, nem calcinha... e pela primeira vez ele viu a gostosa bundinha dela requebrando enquanto ela caminhava.
Foi atrás, e já nem pensava mais em pizza...
Mas ela estava terminando de fazer a massa. Não era uma pizza grande o que ela fazia, eram mini pizzas. Já estavam no tabuleiro dez mini pizzas, e ela ainda ia colocar mais duas.

E tratou de transformar o ato de fazer a pizza em algo bem erótico.
Ao cortar a massa para ficar do tamanho das outras, ela pegou um pouco com o dedo e colocou na boca, olhando para o Haroldo. Ele nunca viu um dedo e uma boca tão eróticos como os dela naquele momento.
Tentou pegar um pouco de massa, mas levou um tapa na mão.

- Não senhor, aqui só eu que pego na massa. Sai pra lá! 

O que admirar mais? ela ou as pizzas?

Tudo dito em meio a risadas, que só esquentavam ainda mais o ambiente.
Quando terminou de fazer as duas restantes e colocar no forno, ela tornou a brincadeira mais séria ainda, ou mais divertida? – pegando um pouco de farinha de trigo e jogando nele, que, parecendo irritado, fez a mesma coisa e logo ambos estavam cheios de farinha, assim como o chão...
Ela foi lavar a mão na pia e ele aproveitou para chegar perto dela e por as mãos no bumbum, e para continuar a brincadeira, pegou farinha e emplastou a bundinha dela... que ria e esbravejava ao mesmo tempo.

Então ele tirou o avental dela e examinou atentamente o belo corpo da namorada. Era a primeira vez que o via por completo.
Já dera umas mamadinhas nos peitinhos dela, mas estava escuro e ele não pôde ver direito. Agora estavam ali, bem à sua frente, cheios de farinha. 

Nem precisava da farinha... eu comeria de qualquer jeito!

Deixou de saber, mamou neles, sujando a boca com a farinha, mas estava tudo muito gostoso. Pegou um pouco da massa que havia sobrado e passou nos biquinhos, jogou orégano por cima e devorou tudo. Aquele prato era o melhor prato do mundo.
Ela via a calça dele bem estufada e tratou de ver o que tinha lá dentro. Abriu a calça, puxou o pau pra fora e começou a chupar. E chupou muito, e lambeu ele por inteiro. Ele vibrava, era a primeira vez que ela fazia boquete nele. E como fazia direitinho!

Para deixar mais interessante, ele pegou o pote de manteiga e mostrou a ela que entendeu o recado, enfiou a mão, pegou um pouco e colocou no pau dele e voltou a chupar, até deixá-lo limpinho.

- Agora tira a sua roupa, cara...vamos ficar só nisso não...

Ele tirou e a primeira trepada do jovem casal de namorados foi ali, em meio à farinha que havia caído no chão.
O que fez com que eles, depois de comerem as mini pizzas, sentissem a necessidade de um bom banho para se limpar.

Primeiro banho da vida deles. E foi muito gostoso. Cheio de amassos e beijos, chupadas e dedadas, que os levaram a trepar de novo, lá dentro do boxe mesmo...

Dali em diante, quase toda semana ela fazia pizzas pra ele...


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Para de me tesar...me come logo!



Brincadeiras sexuais não podem demorar muito tempo...

(escrito por Kaplan)

Estamos aqui falando de um casal de namorados, universitários, mas que estudavam em faculdades diferentes e, portanto, tinham poucos momentos para se encontrarem com liberdade para transar. Thomas fazia o curso de Engenharia e Maria Vitória o de Jornalismo. Pelo menos havia uma vantagem: as aulas eram quase todas de manhã, exceto duas tardes em que Thomas também precisava frequentar a faculdade.

Sobravam, na semana, portanto, três tardes para os pombinhos se encontrarem. Vamos encontrá-los numa tarde dessas, em que Thomas, brincalhão, ficava tesando a namorada até o limite da paciência dela. Daí o título do conto... 

Já estou pronta...

A brincadeira daquele dia foi no quarto dela. Ela estava só de calcinha, sentada na cama. Ele, só de calça, ficou atrás da cortina do quarto, mas não daquela que escurece totalmente, e sim de uma que parecia um filó, de tão transparente.

E ali ele começou a brincar com ela. Chamou-a para perto dele e ficou alisando os seios dela, mas com a mão protegida pela cortina. Só que aquilo deixou Maria Vitória bastante excitada, e mais ainda ficou quando ele a beijou, com os lábios protegidos pela cortina... que coisa estranha e ao mesmo tempo... que tesão! 

Nossa... que coisa mais sexy...

Ela, então, virou o corpo e ficou esfregando a bundinha no pau dele e ele abaixou a calça e a cueca. Seu pau já estava duro e ele ficou mostrando-o atrás da cortina. Ela não aguentou, foi chupá-lo assim mesmo. Ainda bem que a cortina estava lavada, porque ela enfiou o pau dele com cortina e tudo dentro da boca e ficou chupando...

Mas aquilo chegou ao ponto máximo. Ela não aguentava mais e implorou:

- Para de me tesar... me come logo!

O aviso fora dado e ele percebeu que a hora da brincadeira terminara. Então saiu de trás da cortina, acabou de se desnudar, ela arrancou a calcinha e os dois pularam na cama, beijando-se, amassando-se, rolando de um lado para o outro, até que ele a colocou de quatro e foi beijar-lhe a bunda, a xotinha, o cuzinho. 

Maria Vitória gemia, alucinada. Aquela brincadeira mexera realmente com seu tesão e ela já estava quase gozando. As primeiras estocadas dele, naquela posição mesmo em que ela se encontrava, já a encontraram úmida, pronta para o gozo que não demorou a acontecer.
Mas não parou por aí. Ele continuava teso e continuou a chupar-lhe a xotinha, a mamar nos peitinhos e ela logo entrou no clima novamente e correspondeu aos amassos, beijos e abraços e se abriu toda para ser penetrada novamente por ele. 

Foi brincar comigo... agora aguenta, meu amor!!!

E cavalgou-o, e deu de ladinho, e chupou o pau dele de novo, até que ele também gozasse.
Caíram os dois deitados, se olhando, rindo, e beijos foram dados. Ele comentou sobre o fogo em que ela estava aquele dia.

- Estava mesmo... cara, que loucura foi essa de ficar atrás da cortina... me deixou louca! Meu tesão foi a mil! Eu só queria te agarrar, dar pra você sem parar...

Ele riu. Era bom ouvi-la falar daquele jeito. Sinal de que brincadeiras podem levar a transas inesquecíveis!