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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Eles nem ficaram sabendo quem é que os chupou! Mas comeram!

 Precisavam saber? Acho que não

(escrito por Kaplan)  

 

Prá variar, aquelas mini orgias que aconteciam nas repúblicas. Quando Jair e Silas chegaram à república das meninas, encontraram quatro delas, já prontas para o que desse e viesse. Elas tinham combinado tudo. Pegaram os dois, colocaram eles sentados em duas cadeiras, amarraram pedaços de roupas nos olhos deles.

Totalmente vendados, eles passaram a ser abusados por elas. Sem saber quem é que estava fazendo as coisas com eles.

Que tipo de coisas, perguntariam os leitores e leitoras mais curiosos(as).

Pra início de conversa, a Laila e a Isis só de blusa e calcinha sentaram-se no colo deles e ficaram pulando, roçando... endurecendo os paus dos pobres coitados. 

De quem seriam esses gostosos seios?


Chegavam os seios às bocas dos dois, tudo sem falar nada, para que eles não ficassem sabendo quem é que estava ali. Suspendiam as blusas, deixavam eles mamar à vontade, depois elas levantaram, trocaram de lugar. As outras duas ainda estavam aguardando sua vez de entrar em ação.

Para eles pensarem que eram outras garotas, elas vestiram shorts e tiraram as blusas. Então, quando sentaram, os  dois tiveram a certeza de que eram outras mesmo, porque as duas anteriores estavam de calcinha.

Elas se esbaldaram, deixando eles mamar à vontade. Esfregavam os seios nas bocas dos dois e eles aproveitavam a deixa, mamavam gostoso!

Então as duas saíram e deram lugar à Salma e à Zaira, que chegaram já nuas, ajoelharam entre as pernas deles, abriram as calças deles e chuparam os paus. Eles vibraram. Os paus estavam super duros e com os boquetes, endureceram mais ainda. 


será que as bocas eram das mesmas que eles mamaram?

Por mais que eles fizessem insinuações, perguntassem algo, elas se mantinham em absoluto silêncio. Era terrível aquilo. Ser chupado por uma boca gostosa e sem saber de quem era a boca.

A parte final da festa foi cada uma das quatro sentar no pau deles.

A Laila e a Iris voltaram a atuar. Laila sentou no Jair, Isis no Silas. Pularam bastante, mas com cuidado de não exagerar para que eles não gozassem. Aí inverteram e repetiram a dose das puladas.

Então cederam o lugar para a Salma e Zaíra. Salma no pau do Silas, Zaíra no pau do Jair.  E depois inverteram. Ou seja, as quatro cavalgaram os dois e eles tiveram as quatro xotinhas em seus paus.

Só depois disso é que elas tiraram as vendas dos dois. E não adiantou eles perguntarem, elas não falaram com quem eles tinham transado.

- Vão ficar na dúvida se foram as quatro, ou só duas, ou só uma.

Ficou a dica para eles fazerem algo parecido...

 

segunda-feira, 2 de março de 2020

As férias loucas – 15


Décimo quinto dia – segunda, dia 27 –

A manhã da segunda feira da última semana que passaríamos lá começou animadíssima. Como falei anteriormente, Paulinha dormiu em minha cama. E antes que nos levantássemos e fossemos ao café, o Orlando entrou e sem qualquer cerimônia foi deitando e mamando nela. Eu senti o que estava para acontecer e tratei de participar. Íamos começar a semana com um ménage. Assim pensava eu, mas logo tivemos mais surpresas.
Bem, a Paulinha não se fez de rogada. Tudo que ela mais gostava eram dois paus já duros à sua disposição. Preferiu descer da cama, ficamos em pé, um de cada lado e ela mandou ver no boquete. Começou pelo Orlando e a mão dela me masturbava, depois ela inverteu e fui eu o chupado e ele o masturbado.
- Quero colocar os dois na minha boca!  




Bem que ela tentou, mas não conseguiu. A boca era pequena demais para dois paus. Então o jeito foi ela continuar chupando ora um, ora outro.
Impaciente, louco para transar, o Orlando falou comigo para deitar na cama, fez ela ajoelhar entre minhas pernas, o que significa que ela ficou de quatro... e ele meteu bonito.
- Sua bunda é uma coisa maravilhosa, Paulinha...
- Poxa... já está pensando em comer meu cu?
- Agora não... primeiro vou sapecar essa xotinha...
Enquanto ele metia, ela me chupava. Fiz um sinal pra ele que também queria meter, então ele trocou de lugar comigo.
Depois ela falou que queria uma DP, então me deitei, ela sentou em meu pau e o Orlando pôde satisfazer sua vontade de comer um cu enfiando seu pau no dela.
Foi uma bela DP, com todos os três gozando. Que início de manhã!
Mas ai é que veio a surpresa.
Cecilia entra no quarto com o Gustavo. E vendo o que rolava, pularam na cama e nos encheram de beijos. Mas vendo que estávamos os três naquela fase pós-coito, nos chamaram para irmos ao lago. O Orlando não quis ir, mesmo o tempo estando maravilhoso. Então fomos os quatro e já na caminhada os casais se definiram, com Cecilia me abraçando e o Gustavo pondo a mão na bundinha da Paulinha.
Chegando lá não deu outra. Paulinha começou o boquete no Gustavo e Cecilia em mim. Logo estávamos os dois metendo nelas, antes que se completasse tudo, pulamos na água, lá as duas revezam chupadas em nós dois e nós dois mamávamos nelas.
Saímos da água e foi o momento das cavalgadas.
Paramos depois de alguns minutos e Cecilia quis saber o que tinha rolado em nosso quarto e quando Paulinha contou da DP, ela não titubeou.
- Também quero!
E lá fomos o Gustavo e eu satisfazermos a gulosa. Com ela, eu meti no cuzinho e Gustavo na xotinha. E Paulinha ficava beijando nós três. Outro belo gozo. 



Só aí nos lembramos que não tínhamos tomado café da manhã. Voltamos correndo, tomamos uma ducha na piscina e nos sentamos numa mesinha no quintal. Não iríamos entrar molhados dentro da casa. A Lourdinha, como sempre, generosa, nos levou tudo.
Sentados lá, vimos a Margareth e o Giovani caminhando despretensiosamente na direção do lago. Resolvemos ir atrás deles e ver o que faziam. Sem que eles percebessem, nós fomos na mesma direção que eles tinham tomado, mas dando um tempo para o caso de eles andarem devagar. Nos enganamos. 



Quando chegamos a uma distância segura para vê-los sem que eles nos vissem, a Margareth já estava feliz da vida chupando o Giovani. Logo ela sentou no pau dele. Não resta dúvida que ver alguém trepando é algo bem excitante. E ela caprichava. Estava cavalgando de frente para ele e curvava o corpo para beijá-lo. Depois voltava a ficar com o corpo mais empinado e pulando sem parar. Sua cara dizia da felicidade que sentia pulando no grande amigo.
Depois ela ficou de quatro. Assistimos o Giovani lambendo a bunda, a xotinha e o cuzinho dela antes de enfiar e meter. Dava para ouvir os gemidos. E Cecilia já excitada pegava em meu pau e o endurecia com seus toques. Parou de olhar e me fez outro boquete. Paulinha e Gustavo se esfregavam, em pé, e era um tal de ele enfiar o dedo na xotinha, ela pegar no pau dele... que sensações maravilhosas aquela casa nos proporcionava...
E foi metendo na Margareth de quatro que ambos gozaram. E foram nadar, do que aproveitamos para retornar à casa. O jeito era entrar na piscina para refrescar!
Enquanto tudo isso acontecia, Denise e Murilo se divertiam no quarto dele. Ela é que foi procurá-lo e ele gostou muito de receber a visita. 



Tanto que colocou-a sentada na cama, ajoelhou entre as pernas dela e deu-lhe uma daquelas chupadas monumentais, antes de dar uma subidinha e mamar gostoso nos seios dela.
Ela fez questão de chupar o pau dele e depois deitou, deixando suas pernas abertas e à disposição da pica dele que entrou rapidinho, de tão molhada ela estava.
Cavalgada? Sim, claro, por que não?
Ficar de quatro? Sim, claro, por que não?
Dar o cuzinho? Sim, claro, por que não?
Era semana de despedida, e todos mereciam tudo!

Depois que todos almoçaram e comentaram as proezas do dia, parecia que, realmente, sabendo que o fim da temporada se aproximava, o tesão misturado com um pouco de tristeza, era total. E todo mundo queria fazer de tudo com todos.
Então, o Gustavo já veio se engraçando comigo, mas eu disse a ele que haveria coisa melhor para fazermos.
- Poxa, eu estava a fim de te dar uma enrabada...
- Outra hora, quem sabe? Agora te proponho pegarmos a Denise.
- Oba! Menage com ela? Tem razão é melhor que dar ou comer você.
Fomos ao quarto dela. Ela estava sentada na cama, pensativa e quando nos viu chegando, abriu um largo sorriso. Nem precisávamos de falar o que estávamos pretendendo, ela sabia! 



E foi nos pegando e nos chupando. Como sempre acontece em ménage com dois caras, na hora do boquete ela fica no meio e vai chupando um, depois o outro, e vai revezando até cansar. E então...
Gustavo pediu para ser o primeirão, não me opus. Deitei na cama, como fizera de manhã, Denise ajoelhou para ficar me chupando e o Gustavo ajoelhou atrás dela para meter com toda aquela energia da juventude. Quando voltamos, já em nossa casa e fazendo um balanço de tudo, ela me confessou que a trepada dele era a mais vigorosa de todas. Fazia ela estremecer!
E lá ficou ele metendo, ela chupando e eu apreciando... era uma bela cena!
Depois ele deitou na cama, foi a vez de ela ficar entre as pernas dele chupando-o e eu metendo por trás.
Eu não tinha motivo nenhum para pensar nisso, mas me veio à cabeça que ela iria querer uma DP. E o Gustavo poderia comer um cu melhor do que o meu. Acho que ele iria gostar.
Estava certo em meu pensamento. Ela sentou em meu pau e fez sinal para o Gustavo também penetrá-la. No cuzinho, lógico. E assim a DP se concretizou.

Algum tempo depois que tínhamos terminado, Paulinha e Cecilia vieram ter comigo para contar que também tinham feito ménage, com o Murilo. 



- Combinamos isso e fomos ao quarto dele. Que era o meu também... Estava deitado na cama, com aquela beleza de pau nos chamando para aproveitarmos.
Mas resolvemos tesá-lo bastante primeiro. Deitamos na cama e a Paula começou a me chupar a perereca. Adoro! Ela chupa muito bem! Me deixou molhadinha.
E o Murilo não resistiu, só ver? Nem pensar!
Foi pra trás da Paula e enfiou a vara nela. E é muito interessante a Paula recebendo as estocadas e isso refletindo na minha perereca... que delícia!
Depois ele virou a Paula, meteu de frente nela. E eu fiz questão de participar, então fui chupar o pau dele e a Paula voltou a me chupar a perereca. E eu falei que ia cavalgar o rapaz, a Paula saiu de lado e eu pude pular. 



E ele inventou uma boa: colocou a Paula de quatro, eu por cima dela, e ficou com nossas bundas uma em cima da outra à disposição!
E metia numa, depois na outra... e acabou comendo os dois fiofós...
Gostamos muito da ideia. Boa para ser aplicada em outras situações!

E os dois casais moradores da casa? O que teriam feito?
Fiquei sabendo, porque me contaram. Fizeram um swing! Olha só...

- Nós sabemos que nos momentos finais sempre devemos ficar meio de lado, deixando vocês visitantes à vontade para treparem à vontade.
Então fomos para nosso quarto e resolvemos trocar de maridos. Eu fiquei com o Orlando e a Margareth com o Giovani. E trepamos uns ao lado dos outros. Tudo numa cama só.
Não houve nada de muito especial, não, quando a casa está vazia, geralmente swing é uma boa coisa que fazemos. 



O que rolou? O de sempre, chupadas nos paus, chupadas nas xotas, cavalgadas, de ladinho, frango assado, demos de cachorrinho... tudo muito igual.
O diferencial é quando trocamos os parceiros. Eu pego a Margareth e o Giovani pega o Orlando. Isso sim, é o diferencial quando se trata de casais bissexuais. Eu já me acostumei, mas a Margareth adora ver o marido comendo o meu, ou vice-versa. E hoje aconteceu os dois. Tanto o Orlando comeu como foi comido. E nós nos divertimos vendo as caretas que eles fazem quando o pau entra nos cus.

De noite, mais uma brincadeira que envolveu algumas pessoas, dando chance às outras de fazerem o que bem entendiam. A brincadeira era a seguinte.
Um homem e uma mulher seriam vendados. Sorteados foram Margareth e Gustavo.
Muito bem, vendados eles seriam comidos e deveriam adivinhar quem os comeu, se errassem, teriam de pagar uma prenda.

Margareth foi a primeira. Como estava sem ver nada, as outras a fizeram sentar no pau do Murilo e ela o cavalgou por um tempo. Mas deu vexame, não descobriu quem era. Ficamos impressionados de ver o tempo que ela gastou para errar... claro, estava aproveitando! E aproveitou bem, mas achou que era eu. Quando tiramos a venda dela, ficou surpresa... afinal já tinha cavalgado tanto o Murilo e não era capaz de reconhecer...
Prenda que ela teria de pagar: passar a noite com alguém a ser sorteado. E o nome que saiu foi o da Cecilia.
- Mas isso é castigo? Que coisa mais adorável ter essa loura na minha cama!

E aí foi a vez do Gustavo, vendado, ser comido. Colocamos ele de quatro e o Giovani é que o comeu. E ele também errou. Não demorou muito a falar que era o Orlando, e errando, teria de pagar uma prenda também.
Qual a prenda? Transar no chuveiro com alguém que seria sorteado. Adivinha quem foi? Sim, eu, Kaplan...

Sem sombra de dúvida, a prenda que Margareth teve de pagar foi bem mais demorada e bem mais gostosa. As duas foram para o quarto já de mãos dadas e se beijando. E os beijos aumentaram quando subiram na cama, porque aí, já ajoelhadas, as mãos começaram a percorrer as partes mais belas e interessantes dos corpos. E as bocas não se contentaram apenas em se encontrar, mas procuraram os seios, as xotinhas...
Elas estavam muito felizes com o sorteio.
Margareth caprichou na mamada nos seios da Cecilia, que revirava os olhos.
- Não acabe comigo, porque quero acabar com você primeiro!
- Linda, deliciosa... eu te obedeço, mas deixa eu trabalhar um pouco mais... 



O trabalho era dar uma bela chupada na xotinha da Cecilia, que não resistiu, gemeu à vontade.
Chupada demorada, intensa... e os dedos que foram enfiados em seguida... Cecília se esbaldava com a amiga. E tratou de virar o corpo para fazerem um 69 caprichado. Com direito a dedos nos cuzinhos.
E o gozo foi tranquilo.
Bem, a prenda era passar a noite juntas... então se abraçaram, se cobriram e procuraram dormir, o que foi muito difícil, porque a tentação de ficarem se pegando era muito grande...

Já este amigo de vocês teve que ir ao banheiro com o Gustavo.
- Parece coisa combinada, hein? Você queria trepar comigo hoje, acabou que fomos pegar a Denise e agora somos sorteados para trepar no chuveiro.
- Pode acreditar, não tive nada a ver com isso. Mas o destino nos colocou juntos, Kaplan!
Chegando lá, eu fiz ele ficar sentado na bancada e chupei o pau dele. Depois entramos no boxe, ligamos o chuveiro e ele me deu uns beijos, antes de ajoelhar e me chupar também. 



E aí... claro que não deixaria de ter... comi o rapaz e ele me comeu. Como sempre acontecia por ali...

Enquanto as duas se divertiam e os dois faziam o que eram obrigados a fazer, o restante se dividiu em dois grupos.
Paulinha, Denise e Orlando foram cuidar deles próprios, e Murilo e Giovani pegaram a Lourdinha de jeito!

Paulinha e Denise tomaram conta do Orlando, não o deixaram ter iniciativa de nada. Como ele vivia sempre de pau duro, Denise já foi sentando e a Paulinha a agarrou e ficaram se beijando enquanto ela pulava. Ela começou cavalgando de costas pra ele, mas por sugestão da Paulinha, virou o corpo. Paulinha então foi sentar com a xotinha na boca do rapaz e as duas continuaram a se tocar e beijar.
Mas ele gostava de ter o comando, acabou tirando as duas para come-las, e o fez do jeito que o Murilo tinha comentado que fizera.   



Colocou a Denise de quatro, a Paulinha por cima dela, de modo que ficavam com as bundas uma em cima da outra e lá veio o pirocão metendo, primeiro na Denise, depois na Paulinha.
E elas tinham certeza de como aquilo acabaria... não deu outra.
Naquela posição mesmo, ele enfiou no cuzinho da Paulinha primeiro e depois no da Denise. Ele não perdia uma!
Como não tinham demorado muito e imaginando que os demais iriam demorar mais, ficaram conversando sobre a temporada.
Denise comentou que nunca imaginara viver dias tão intensos, no que foi secundada pela Paulinha. E perguntaram como é que Orlando, Margareth, Giovani e Lourdinha conseguiam passar o ano todo trepando. Ele riu.
- Calma, também não é assim. Nós não recebemos hóspedes todos os dias do ano não. No inverno quase não aparece gente por aqui. E vocês indo agora, por exemplo, apesar de estarmos no verão, como a temporada foi grande, só iremos aceitar novos hóspedes no final de fevereiro, na semana do carnaval. Vamos ficar quase um mês só por conta de arrumar coisas novas, limpar tudo... e aí só de vez em quando é que damos umas trepadinhas...
Acabaram dormindo os três juntos.

O mesmo aconteceu com os outros três. O casal dono recebeu o Murilo no quarto deles e lá ele dormiu também, claro que depois de um belo ménage.
Mas não transaram lá. Aproveitaram que o quintal estava com uma temperatura gostosa, pouco iluminado e foram para lá, estenderam uma toalha, o Giovani deitou e a Lourdinha sentou ao lado dele e já foi pegando no pau e chupando. O Murilo só olhava, mas logo começou a participar... chupando o Giovani também. Imagina a cena: ele e a Lourdinha disputando o pau do coroa.
Depois ela sentou no peito do marido e ele a ficou chupando. O Murilo, em pé, ao lado, era chupado por ela. 



E em seguida os dois a colocaram deitada e começaram a boliná-la. Mamaram, enfiaram os dedos na xotinha, até que o Murilo a colocou de quatro e começou a meter. Consequência: ela continuou chupando o pau do marido enquanto recebia as bombadas.
Como ela gozou e caiu deitada, resfolegando, os dois bateram punheta e gozaram em cima dela. Que exigiu que dessem um banho nela. Banho esse que foi na ducha da piscina e depois os três mergulharam e se pegaram de novo, mas dessa vez sem penetração. Saíram, se enxugaram e foram para o quarto onde dormiram, com ela no meio dos dois.



sábado, 22 de fevereiro de 2020

As férias loucas – 11

Décimo primeiro dia – quinta, dia 23

Mais uma vez as garotas programaram algo para o dia, e foi até bom, porque amanheceu chovendo.  Quando deu 7:30, todas elas saíram correndo dos quartos e foram para outros. Eu gostei porque a garota que veio pra minha cama foi justamente a Paulinha. Já a Denise foi fazer as delicias para o Orlando, a Cecilia pegou o Gustavo, a Margareth foi ao quarto do Giovani e a Lourdinha pegou o Murilo.

- Mas a que horas vocês combinaram isso, Paulinha?
- Não posso contar, é nosso segredo! Mas se não gostou, posso ir embora...
- Vem cá, safadinha... acha que vai escapar de mim assim fácil?
- Jamais imaginei escapar de você, meu coroa favorito!

Pulou em cima de mim, e já veio com a boca no meu pau, me chupando com aquele vigor próprio de uma gata de 29 anos. Deixei que ela chupasse à vontade e depois tratei de dar uma bela chupada na xotinha que ela me apresentava, já úmida de tesão. 

Como ela chupa bem... endurece qualquer pau!
E depois meti nela, de frente, bem gostoso,só ouvindo os gemidos e vendo os olhos cerrados, a língua passando pelos lábios... nossa, Paulinha é mesmo a gostosura em pessoa.
Depois,ela de quatro e para completar, a cavalgada. Não podia faltar. Nunca.

- Tio, estou me sentindo meio fraca, ainda não tomei café...
- Entendi, quer um leitinho, né?
- Como você entende minhas vontades... quero sim!

E tomando meu leite, ela sorriu, satisfeita e saiu do quarto. Gracinha ela!
Logo depois Denise chegou, com a cara de felicidade que ela sempre faz quando trepa bem.

- Querido, esse Orlando não é fácil não...
- O que ele aprontou dessa vez?
- Mal cheguei, e ele foi falando que estava torcendo para ser eu a que entraria pela porta do quarto dele. Sentei na cama e ele já veio me pegando, mamando gostoso... acho que estou ficando como a Meg, com os seios super sensíveis ao toque masculino...
E aí ele me pega de costas, beija minha nuca, as mãos dele pegando em minha xota, me põe de quatro e enfia dois dedos em mim, me beija o fiofó... ai falei com ele para esperar um pouco,pois eu também queria participar e peguei no pau dele e chupei. É tão gostoso quanto os outros quatro que estão aqui... este é o comentário unânime das garotas... estamos nos sentindo no paraíso com tanto pau à disposição...Aí, quando parei de chupar, ele me fez ficar deitada com as pernas totalmente arreganhadas, me chupou a xota e enfiou um dedo lá, no lugar que ele mais gosta...
Me pôs de quatro e enfiou pra valer. Você deve ter ouvido meus gemidos, pois o quarto é aqui do lado.

- Eu estava muito ocupado e não ouvi.
- Imagino... Estava ocupado com a Paulinha, e eu também não ouviria se estivesse com ela.
- Bem, você já estava na posição preferida dele. 

Orlando não perdoava uma... 
- Verdade... depois de meter bastante, tirou o pau da minha xota e enfiou no fiofó. Nesse ponto, sem que você fique triste, afianço, ele é o melhor.
- Eu sei, foi ele que me desvirginou...
- Você está gostando de ser bi? Já assumiu totalmente?
- Não é que eu esteja gostando,mas aqui tudo aconteceu numa boa... acho que me sinto um bi,sim. Isso te deixa triste?
- De jeito algum... afinal, eu também sou!

Nada como compartilharmos nossas aventuras...
Cecília e Gustavo devem ter feito a festa... Os dois novos e loucos para dar e comer...
Claro que ela fez questão de me contar. Aliás, não só contou como todas combinaram de me contar tudo, pois sabiam que eu iria colocar no blog.

- Tio... trem bão é coisa boa, viu... Tô pensando seriamente em vir morar aqui. Picas mil à disposição. Quem quer coisa melhor?
- Você é divertida, Cecilia. Muito divertida. Me conte o que vocês fizeram.
- Então... o que duas pessoas fazem quando se encontram totalmente nuas numa cama? Nos abraçamos e beijamos e só disso já senti o Gustavinho me encostando bem no meio das minhas pernas... chupei tudo, claro.
Ele estava deitado, abri as pernas dele, ajoelhei entre elas e mandei a boca. Fiz como a tia Meg me ensinou e faço quase sempre. Engoli o bicho, depois lambi tudo e fui passando a língua da raiz do pau até chegar no cu do rapaz... é incrível como essa região é sensível, sentir que ele arrepiou, e aí repeti  e depois sentei e cavalguei. De frente pra ele,virei, fiquei de costas e ele vendo minha bunda e meu cu também...  

Foi tia Meg que me ensinou e aprendi rapidinho!
Mas ele quis me chupar também, e lá veio aquela língua mortífera me deixando doidinha. Me pôs de quatro e me comeu com a competência de sempre. Pensei que ele iria querer o lá de trás, mas não, contentou-se em me fazer gozar e gozou também. Camisinha cheia, que ele foi ao banheiro para jogar na lixeira. Beleza pura! Agora, a Paula e a Denise estão na piscina, vamos lá também! A chuva deu uma trégua, mas o céu continua escuro e deve chover mais ainda hoje.

Fui com ela e ficamos nadando e conversando. Eu aguardei mais um tempo antes de a Margareth chegar para me contar o que tinha rolado entre ela e o Giovani.

- Eu gosto muito de transar com o Giovani, ele é sempre muito carinhoso comigo.
- Me tira uma dúvida: quando a casa está sem hóspedes, vocês quatro passam os dias transando?
- Não, a gente tira uma folga, aproveitamos para ver o que precisa ser feito, alguma reforma, alguma mudança, alguma ampliação... pode ser que, de vez em quando pinte um clima e aí fazemos, mas geralmente nos damos férias sexuais.
- Que legal! Mas me conta como foi hoje.
Eu adoro cavalgar e ele adora ficar por cima...
- Gostoso como sempre. Entrei no quarto, ele já estava segurando o pau, pois sabia que alguém iria entrar. Quando me viu, sorriu e apontou pro pau. Entendi o recado. Ajoelhei na cama e fiz um bom boquete nele. E depois sentei e cavalguei. 

Na verdade, ele gosta de movimentar minha bunda, em vez de eu ficar pulando, ele é que me faz subir e descer, acho gostoso isso dele. 

Depois me comeu de ladinho e de papai e mamãe, ele adora ficar deitado por cima de mim. E da Lourdinha também, pelo que ela já me contou. Sempre gozo com ele. E gozei hoje também!
Com vocês foi tudo bem, espero.
- Sim, eu com a Paulinha, Denise com seu marido e Cecilia com o Gustavo. Todos fizemos a festa! Agora falta a Lourdinha vir me contar o que ela e o Murilo aprontaram.
- Acho que vai demorar, ela já está na cozinha e eu estou indo ajudar.
- Se precisarem, podem me chamar, ajudo com prazer.
- Eu sei, você é um anjo!

Me deu um beijo e foi para a cozinha. Acabou que o Murilo me contou como foi a transa dele com a Lourdinha.

- Rapaz, isso aqui é uma experiência fantástica. Duas novinhas, duas lobas e uma mais coroa, mas todas maravilhosas. Gostei muito de ter sido escolhido hoje pela Lourdinha. Ela é uma fera na cama e ate mesmo fora da cama. Porque assim que a vi entrando, me levantei e fui abraçá-la e começamos a brincar ali mesmo,em pé. E ela me deu aquela chupada no pau, daquelas que faz até pau de defunto levantar. Como chupa gostoso, com vontade!
- É verdade, já percebi isso nela. Gosta mesmo!
- Pois é, me fez o boquete e eu tive que chupá-la, também gosto muito de lamber uma xotinha.
Daí ela foi pra cama, ficou de quatro e eu meti, pondo e tirando lentamente, depois acelerando, e senti o quanto ela estava gostando disso.
Fez questão de me cavalgar. Aliás, todas aqui adoram cavalgar, acho que não transei com nenhuma que não fizesse questão de pular no meu pau!
Consegui fazer com que ela gozasse e ela fez questão de me chupar até eu gozar em sua boca. Aí me pediu pra vir te contar, parece que você tem um blog e está publicando o que acontece por aqui. Ela viria te contar, mas teve de ir pra cozinha, senão nós ficamos sem almoço!
Agradeci ao Murilo. Eu tinha agora os cinco casos daquela manhã anotados na cabeça e depois passados para o computador.

Após terminarmos, nos reunimos na sala, a chuva continuava e fui colocado na berlinda. A turma toda queria saber de mais coisas da Meg, tão falada e que apenas a Cecilia e a Paulinha conheciam, além de mim, claro.
Então fiz um breve resumo de como nós nos conhecemos.

Conheci Meg completamente por acaso. Eu tinha terminado a faculdade, mas resolvi que ia ser fotógrafo, então fiz um curso com um professor que depois virou grande amigo,  o Arnaldo. E depois do curso terminado eu fui para uma cidade do interior, porque pensei que ela teria muitas coisas antigas e novas e eu queria fazer um projeto que ainda não estava muito bem definido. E andando pelas ruas, olhando atentamente as casas velhas, me deparei com uma moça belíssima. Ela me acompanhou, me deu dicas de coisas a fotografar e foi ficando ao meu lado. Quando acabei, para agradecer fiz umas fotos dela e falei que voltaria para fotografar mais e daria a ela as cópias. Acho que ela pensou que era conversa mole, mas eu tinha ficado mesmo interessado nela e algumas semanas depois eu voltei, a procurei, dei as fotos, ela ficou deslumbrada. Perguntei se tinha mais alguma coisa que valesse a pena ser fotografada e ela me levou mais para fora da cidade um pouco, e fomos conversando, acabei tirando mais fotos dela do que dos locais. E perguntei se ela posaria nua ou semi-nua. Ela ficou vermelha mas aceitou me mostrar os seios. Fascinantes! 

Ela ficou com vergonha, mas mostrou...

Falei que voltaria e traria as fotos para ela, ela me pediu que não deixasse ninguém ver,nem as irmãs nem os pais..
Quando voltei, já sabia que queria namorar com ela, fui na casa dela, chamei os pais e pedi licença para namorar. Era assim que se fazia naquela época. Eles concordaram e assim, quase todo fim de semana eu estava lá.

Ficamos noivos e casamos. Coisa simples, nada de casamento de luxo. E a levei para morar comigo. Eu tinha alugado uma casinha que tinha um belo jardim na frente e lá moramos até eu melhorar de vida e conseguir comprar um apartamento. E foi nessa casinha que ela, até então muito presa em termos de sexo por conta da educação rigorosa que recebera, começou a se soltar, sempre incentivada por  mim. Começou a se exibir para uns vizinhos e aí recebeu cantadas, me contou, eu incentivei, ela deu. E aí não parou mais de dar...   

O Arnaldo, meu professor de fotografia, quando viu algumas fotos que tirei dela, ficou alucinado e me disse que queria fotografá-la também. Falei com ela, que topou. Mas eu sabia que ele não queria só fotografá-la... só que não comentei isso com ela. 

Vendo isso tudo, quem não...?
Fomos ao Studio dele e ele começou a tirar as fotos e foi desnudando-a aos poucos. Eu via que ela estava meio assustada, mas como eu estava assistindo, acabou ficando toda nua e ele  não resistiu, começou a elogiar, a falar bem do corpo dela. Ficou nisso, mas uns dias depois ele a convidou para tirar mais fotos e aí eu não fui, sabia que ia rolar como rolou. Ela gostou e eles se tonaram amantes durante anos, eu participava de vez em quando e assim ela experimentou ménages, DPs e se soltou totalmente. Passou a ter uma vida sexual intensa, conheceu e transou com mulheres, assumiu plenamente a bissexualidade e garanto a vocês que duvido que alguma outra mulher tenha tido tantos amantes como ela. 

Anotava os nomes de todos e a lista enchia páginas e mais páginas de um caderno.
O legal é que tudo era compartilhado. Eu sabia de todos os casos dela e ela sabia dos meus.
Bem, isso é o que eu pensava, porque recentemente descobri um diário secreto dela e fiquei sabendo que ela me escondeu muitos casos. Não sei a razão disso, pode ser que ela explique nas páginas finais do diário, pois eu tenho lido com bastante calma e tenho publicado esses casos no meu blog. Me doeu um pouco saber desses casos não compartilhados, assim como algumas fotos que não sei quem tirou, a Paulinha é que descobriu isso, coitada, quando ela viu que eu não sabia daquelas fotos, ficou tão sem graça que até chorou. Mas acabei relevando também.

Todos ficaram bem emocionados com meu relato. E assim, nada mais aconteceu até o sino tocar avisando do almoço...

Esse bando de gente pelada dentro da casa... ia rolar e muito!
Depois do almoço, com a chuva continuando, o jeito foi cada qual aproveitar da melhor maneira possível. Paulinha me falou que queria levar boas lembranças do Giovani e foi atrás dele. Encontrou-o trepado numa escada e arrumando uma telha. Falou com ele para descer e foram para o quarto.

Mal chegaram na cama, sem preparo algum, ela o deitou, sentou em cima, de costas para ele e começou a cavalgar. Aquela bunda e aquele cuzinho abrindo e fechando inspiraram muito o Giovani que segurou nas nádegas dela e ficou apertando e abrindo, para ver melhor o cuzinho. Ela percebeu e sorriu, gostou da ideia e preferia dar pra ele do que para o Orlando.

Era mestre em cavalgar de costas... fazia rebolado , subia e descia, às vezes subia tanto que o pau saia e o Giovani tinha de recolocar às pressas.
Depois ela saiu, tirou a camisinha e deu uma chupada gostosa, olhando para ele com aquele olhar que dizia do tesão que estava sentindo com ele ali na cama.
O pau todo babado e ele pôs outra camisinha e ela sentou de novo, mas agora de frente pra ele, que podia pegar nos peitinhos, acariciá-los e fazê-la gemer.
E pulou tanto que gozou, caindo seu corpo sobre o dele. E aí veio uma surpresa:

- Deixa eu gozar nos seus pés?
Ela ficou espantada. Nunca tinham pedido isso a ela, mas deixou. Evidente, ela teve de masturbar o pau dele com os pés até ele gozar.
Carinhoso, ele a deixou na cama e foi pegar papel higiênico para limpar os pés dela, que beijou depois e agradeceu. Era um cavalheiro, sem dúvida!

Cecilia catou o Murilo e foram para o quarto que ocupavam.
- Precisamos usar mais este quarto, hein?
- Nós, claro... porque ele não fica um dia sem ser usado. Ou por mim, ou por você, ou pelos outros, mas nós dois precisamos melhorar nosso escore aqui.    

E tome chupada... ela adorava!
Sentaram na cama e ficaram conversando amenidades.Isso não iria durar muitos minutos, a Cecilia quando estava a fim não gostava de muita conversa não.  Então já foi passando a mão na coxa dele, viu o pau endurecendo e não perdoou. Ajoelhou e chupou.
- Seu pau é uma delícia...
E chupava e chupava... ele ficou de pé, ela deitou na cama e continuou chupando. Gosta muito de fazer boquete a minha lourinha.
E quando parou, ganhou a chupada que também gostava muito de receber. Até inclinou o corpo pra trás, gemendo e fechando os olhos ao sentir a língua e os dedos dele entrando dentro dela.
Nem saiu da posição quando ele levantou e enfiou o pau. Recebeu as estocadas com aquele prazer de sempre, gemendo muito.
Depois ele a empurrou, colocou os dois travesseiros debaixo da bunda dela, ajoelhou na cama e tornou a meter, levantando as pernas dela, o famoso frango assado.
Mais boquete e cavalgada. E de quatro, gozando horrores. Que tarde boa!

Denise procurou o Orlando. Mesmo sabendo que corria o risco de ter de dar o cuzinho, ela foi ao quarto dele.

- Eu estava disposta a tudo, estava com muita vontade de transar com ele de novo. Cheguei lá, a Margareth estava com ele, deitados. Falei com ela que você queria ter um papo, ela entendeu, sorriu, beijou o marido e saiu, piscando o olho pra mim... a gente se entende só de piscar os olhos!
Ai cheguei junto dele, ajoelhei no tapete, ele continuava deitado, virei o corpo dele e mandei ver um boquete. Bem demorado, queria deixar o pau dele bem molhado, babado, para que doesse menos quando entrasse...
Levei um susto, porque ele me colocou de quatro e fiquei pensando se ele já iria querer o fiofó... mas não, era para fazer o que deve ser feito,me comer por trás.
E lá veio aquele bombardeio que ele faz sempre, sacudindo a gente toda, quase me fazendo cair da cama. Depois ele me virou e foi de frango assado, adoro! E ele deitava o corpo dele no meu, beijava meus seios, minha boca... é muito inventivo!
- Eu sei, ele já fez isso comigo um dia...
- Uau... não vou perguntar se você gostou... mas eu gostei, tanto que gozei.
E ai ele deitou na cama, me pôs sentada no pau dele... mas lá... comeu meu cuzinho também. Eu acho ainda que o melhor anal é o que se faz com a gente de quatro... mas, enfim, aqui estamos dispostos a tudo...
E a Margareth, foi te procurar como eu recomendara?

Sim, ela viera e morrendo de rir do que Denise tinha dito a ela.
- Sua namorada é fantástica... inventou que você queria me ver, só pra ficar com meu marido... safada, ela!
- Nada... aposto que você faria o mesmo!
- Com certeza eu faria! E tenho a impressão que você vai querer fazer o mesmo que meu marido deve estar fazendo com ela.
- Se você quiser, eu quero!
- Bem... o que você acha que ela iria fazer primeiro?
- Esta é fácil... é o que você também gosta de fazer primeiro e até agora não sei porque ainda não fez...

Ela riu. Ambos sabíamos o que era. Um boquete. E ela veio e me fez um, delicioso como sempre. Mas aí fiz uma surpresa, que a Denise com certeza não teria feito. Uma espanhola. Adoro passar meu pau entre os seios da mulher amada e ela gostou também que eu fizesse. Não até gozar, espanhola no início é para aumentar a excitação, não para terminar.  

Papai e mamãe... ela riu, mas gostou!

- Acho bobagem ficarmos imaginando o que eles estão fazendo. Vamos fazer do nosso jeito mesmo.

Então fizemos. Comecei comendo-a de ladinho, daí passamos para um papai e mamãe que despertou risos dela. Como eu me atrevia a fazer algo tão antiquado...
Dali fomos para o dog style, outro boquete, cavalgada, ela gozou e eu, de ladinho, comi o cuzinho dela. Tinhamos certeza que no outro quarto tudo acabaria assim... e como comprovamos, foi assim mesmo!

E a Lourdinha e o Gustavo também se esbaldaram. Isso porque ele a procurou na cozinha, onde ela terminava de arrumar tudo, e estava de avental. Como sempre, só o avental, para proteger as partes sensíveis... e ele a agarrou por trás, encostando o pau na bunda dela, enfiando as mãos e pegando nos seios, ela suspirou... que gostoso era aquilo!
Acabou que ela fez o que a maioria das mulheres gosta de fazer: ajoelhou e deu uma gostosa chupada no pau dele, que retribuiu colocando-a deitada na mesa e dando uma chupada na xotinha. Como sempre, ela estremecia quando alguém a chupava... não deu outra!
Depois ela desceu da mesa, ficou inclinada com aquele bumbum lindo convidando o Gustavo a penetrá-la. Ela sabia das coisas!
E ele a comeu ali, primeiramente. Porque depois de muitas bombadas, ele deitou na mesa e ela subiu para sentar no pau dele e cavalgar. Não era por outro motivo que as mesas daquela casa eram de madeira maciça, pesadonas... sempre tinha alguém trepando lá!
Mais chupadas dela, mais boquete feito, e um gozo gostoso de porra desceu pela sua garganta.
Sorriu, feliz.
- Você realizou uma fantasia minha, de transar de avental... Obrigada!

Depois do lanche da noite, a novidade: uma pornô-roleta.

Cecilia trouxe do quarto uma prancha, em que estava desenhado um círculo, dividido em várias casas. No centro, um pau de picolé amarrado a um outro. Cada pessoa deveria fazer o pau rodar e quando ele parasse, o que estava amarrado apontaria para uma das casas. Em todas havia papeis dobrados. A pessoa que girou teria de pegar um dos papeis e fazer o que estivesse escrito.
Com tudo explicado, sorteamos quem iria começar e a sequência seria automática.  

Desnecessário dizer que todos tivemos de vestir roupas para começar a brincadeira.
A contemplada foi a Margareth que girou o pedaço de pau e quando ele parou, ela tirou um papel. Morreu de rir. Leu para todos ouvirem: “se você for homem,tire a calça, escolha uma das garotas e sente-se no colo dela, rebolando. Se você for mulher, tire a calça e, de calcinha, escolha um dos rapazes e sente-se no colo dele, rebolando. 

Só de tirar o short ela já tesava todo mundo!

Ela estava de bermuda, que abaixou, nos mostrando sua bela bunda com uma calcinha bem enfiada no rabinho. Escolheu o Gustavo, sentou nele e rebolou até sentir que o gustavinho endurecera bastante. Sua dança rebolativa foi bastante aplaudida.

E coube ao Gustavo rodar a “roleta” e sorriu, ao ler o que constava lá:
“Se você for homem, exiba seu pau para o grupo e escolha uma das garotas para chupá-lo. Se você for mulher, mostre sua perereca para o grupo e escolha um dos rapazes para chupá-la.”
Ele fez o que mandava e, agradecendo à Cecilia pela bela idéia, escolheu-a para chupá-lo. O que ela fez, feliz da vida!
Então, depois de fazer um bom boquete, coube a ela usar a roleta.

Ela rodou, pegou o papel e não leu. Apenas, sorrindo, escolheu o Murilo e fez com que ele sentasse numa cadeira. E nos falou que saberíamos o que estava escrito ao vê-la fazer. E fez. Tirou a blusa e o sutiã, sentou no colo do Murilo, de frente pra ele e falou que era para ele mamar nela. Ele se esbaldou na mamada!

Murilo foi o próximo a rodar a roleta e no papel dele estava escrito que, sendo homem ou mulher, deveria tirar toda a roupa e alguém colocaria uma venda em seus olhos. Uma pessoa do sexo oposto, que ainda não tivesse participado, iria brincar com ele do jeito que ela quisesse. 

Que coisa!
Nu, em pé, vendado, ele aguardou. Denise fez um gesto dizendo que queria e foi brincar. Pegou uma taça, encheu de cerveja e mergulhou o pau dele, chupando-o em seguida e vendo que ele endurecia, tornava a colocar dentro do copo e aí tirava, lambia, pegava, brincava com as bolas. Ninguém falava nada, mas todos estavam rindo vendo o que ela fazia.
Nem precisamos dizer que depois que ela terminou, a venda foi tirada e ele só ficou sabendo que tinha sido a Denise porque cabia a ela rodar a roleta em seguida.

Rodou, e o papel dizia que ela deveria escolher uma pessoa do sexo oposto para ser chupado(a) por 5 minutos.
Agradeci que ela me escolheu e fiz o que foi mandado, chupei a xotinha dela.
Em seguida, me coube rodar a roleta. Não era meu dia de sorte...

“Pegue a primeira pessoa do mesmo sexo que você, que esteja à sua direita e dê uma trepada com ela por 3 minutos”. Já adivinharam quem era ele... sim, o Orlando. Eu merecia... 

Sobrou pra mim de novo com o canalha do Orlando...

Fiz questão de comer o cu dele pelos três minutos, para não dar tempo de ele querer comer o meu.
E ele, em seguida, rodou a roleta e pegou o papel. Gostou do que leu:
“Se você for homem, pegue a garota que estiver bem à sua frente e mame nela por 5 minutos.”
Era a Paulinha. Ela também gostou e viu seus peitinhos sendo sugados pela boca faminta do Orlando.

Quando ela rodou, pegou um papel e leu algo que a Cecília franziu a testa, porque, como me disse depois, tinha certeza de que não escrevera aquilo que a Paulinha leu:
“Pessoas, tenho certeza de que vocês apreciaram bastante o que foi feito até agora. Mas vamos deixar de frescura, todos estão cheios de tesão, então cada uma agarre seu homem e vamos trepar”.

Todos entenderam a mesma coisa, e assim, as garotas agarraram seus companheiros e fomos todos para nossos quartos. Se alguém brincou... brincou. Do contrário, dormiram...