terça-feira, 27 de novembro de 2018

Esposas que traem...


Elas existem, sim...

(escrito por Kaplan)

Aposto que vocês não sabiam que esposas traem seus maridos. Nem todas, é claro, mas existem... Eu custei a acreditar nisso, mas fiquei sabendo de um caso acontecido com um casal amigo meu... e adivinhem com quem Laura traiu o André? Aposto que não adivinharão nunca.
Pois eu digo, foi comigo. Involuntariamente, mas felizmente, eu fui o cara responsável pelo chifre que cresceu na testa do André.
Vamos começar do começo!

Eu tinha conhecido Laura no condomínio onde minha cunhada tinha um sítio. Foi atração à primeira vista. Batemos longos papos e ao final, ela me disse para ir na casa dela no dia seguinte, as 9 horas da manhã.

- Quando chegar, vai encontrar a porta só encostada. Pode entrar e ir ao meu quarto, estarei te esperando.

Fiquei super feliz. Mas não sabia que ela era casada. Ela não me dissera nada, nem perguntara se eu era casado. 

Uau! que recepção ela preparou!
Então, fui e fiz como ela dissera. Realmente, a casa estava deserta. Quando cheguei ao quarto, ela estava deitada de bruços, vestida com uma saia tão curta que dava para ver a calcinha, e a blusa do pijama.

- Adoro massagem nos pés... você faz?

Eu faria tudo que ela pedisse... então comecei a massagear os pés dela, de forma bem carinhosa. E em certos momentos, eu descia com as mãos pelas pernas dela e chegava à bundinha. Ela ria, tremia e reclamava:

- Eu pedi nos pés...
- Quer que eu fique só nos pés?
- Nem pensar...

Ela me deu o sinal verde para continuar e foi o que eu fiz.Massageei suas coxas e me demorei na bundinha.

Ela virou de costas e abriu a blusa. Fingi que estava na dúvida e ela não perdoou. Mandou que eu tirasse a blusa dela. Tirei e vi os lindos seios.
Ela pulava na cama, divertindo-se. Então peguei nos seios dela e massageei bastante. 

Olha o capô de fusca! sensacional!
Ela levantou as pernas. Fiz que ia tirar a calcinha dela, mas ela exigiu que eu tirasse minha calça e cueca primeiro. Tirei e então ela permitiu que eu tirasse  a calcinha. Que buceta linda e ela ainda levantou as duas pernas, fiquei com a xotinha dela bem perto da minha cabeça, dei uma lambida nela. Ela gostou e manteve as pernas abertas. Elogiei a bucetinha, passei a mão e depois dei uma chupada caprichada.

Ela colocou os pés no meu pau e ficou friccionando. Depois que a fiz gemer bastante, tremelicar o corpo todo, ela pediu que eu tirasse a saia dela e a comesse.

Tirei e deitei por cima dela. Meu pau foi-se enfiando devagar dentro dela e fiquei metendo no velho estilo papai e mamãe. A cama foi sacudida com meus golpes nela.

Ela me jogou pro lado e virou o corpo, ficando de bruços. Deitei por cima e tornei a enfiar meu pau na bucetinha. Mais uma série de estocadas e ela gozou. Ficou uns dez minutos se recompondo. Fiquei de lado, só observando. Interessante como cada mulher tem uma forma de gozar e de voltar ao estágio normal.
Ela parecia morta, deitada de costas, sem nada falar. Mas respirava bastante. E foi diminuindo até voltar ao normal.

- Pega ali na gaveta do criado...

Abri e lá estava o que ela queria. Um tubo de KY. Quando me virei para perguntar se era aquilo que ela queira, ela já tinha ficado de quatro. Não precisei de uma resposta. Passei o KY no cuzinho dela e fui enfiando meu pau, lentamente. Doeu. Parei, ela pediu que eu continuasse. Então dei um golpe só e entrou tudo. 

Ela pediu, tive que atender...

- Uhhh.... espera um pouco... assim... espera... isso, pode meter!

Mandei brasa, porque eu sabia que não iria demorar a gozar. E de fato logo gozei, enchendo o cuzinho dela de porra.

- Hmmmm.... que delicia, cara! Sabe que foi a primeira vez que traí meu marido?

Ora, eu não sabia disso...

- Casada? Você não me disse que era casada...
- Você não perguntou... mas isso tem importância?
-  Nenhuma... também sou!


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Ele a surpreendeu e no dia seguinte ela o surpreendeu

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Carteiro bonito merece um boquete... e algo mais!


Merece tudo...

(escrito por Kaplan)

Morar nos condomínios fora das grandes cidades pode ser monótono para quem fica o tempo todo apenas na casa. Distrações são nadar, quando há uma piscina no quintal e faz sol; fazer caminhadas; visitar outras pessoas que estão na mesma situação.
Rosana, definitivamente não nascera para ficar enfurnada numa casa assim. Marido saía por volta de 8 horas e só regressava lá pelas 19, cansado, estressado. Assim, as trepadas diárias da lua de mel foram rareando e já estavam agora no mínimo: uma vez por semana e olhe lá!

Ela sabia de casos de amigas que transavam com os personal trainers que as visitavam e, além de cumprirem seu papel, também compartilhavam suas técnicas sexuais com algumas visitas.

Mas Rosana não tinha personal. Era muito dedicada às leituras e vivia comprando livros e mais livros, que lhe eram entregues pelo carteiro, o Constâncio.

Achava o Constâncio lindo. Buscava agradar o carteiro sempre que ele ia levar algum pacote pra ela. No Natal, sempre dava um bom vinho de presente.

E ficou afim de dar uma boa pegada nele. Sabia que naquele dia deveria chegar uma encomenda de livros que comprara pela internet. Como o condomínio era muito seguro, ela deixou a porta da sala entreaberta.

E ficou no andar de cima, sentada na cama, esperando. Ele sempre passava no mesmo horário, não tinha erro.
Ouviu a campainha. E gritou:

- Quem é?
- É o carteiro, dona Rosana! Tem encomenda pra senhora!
- Entra, Constâncio, estou aqui no quarto! 

Nossa... que casa enorme, e linda!
Ele já conhecia a parte de baixo da casa, já entrara lá antes. Mas a parte de cima, onde ficavam os quartos... ele nunca pusera os pés lá. 
Então, foi subindo devagar, apreciando o espetáculo que era ver a sala de cima. Muito legal. Um dia ainda teria uma casa como aquela!

Chegou ao quarto. Porta totalmente aberta e a Rosa sentada na cama, de shortinho e top. Ele ainda não tivera o prazer de ver as pernas dela, e não resistiu à tentação de olhar bastante. Queimadas de sol, firmes... belas pernas!

- Eu sei que você não é um coelhinho da páscoa, Constâncio, mas toda vez que te vejo lembro da musiquinha: Carteiro lindinho, que trazes pra mim? Um livro, dois livros, três livros, assim...

Ele riu.

- Acho que tem mais de três livros aqui, dona Rosana... e obrigado pelo “carteiro lindinho”...
- Ah. Mas você é mesmo lindo, Constâncio. Aposto que a mulherada vive dando em cima de você! Confessa!
- Não... não é tanto assim não!
- Ah... não é tanto, mas quer dizer que andam dando em cima de você!
- Só de vez em quando...
- Deixa de ser modesto, Constâncio... Senta aqui do meu lado e me conta... quem já te paquerou por aqui?
- Não, não posso falar... não é certo...
- Gostei disso, você é uma pessoa honesta, tem caráter. Não se deve mesmo sair por aí entregando com quem transou ou deixou de transar...
- É verdade, não acho certo.
- Quer dizer que se eu te paquerasse eu poderia ficar tranquila que ninguém ia saber...

E falou isso pondo a mão na perna dele, sentiu que ele ficou arrepiado com o toque dela.

- A senhora me paquerar? Que é isso? A senhora é linda, mas é casada, não iria fazer isso. E logo comigo?
- Exatamente com você! 

Mostrando...
E mostrando mais...

Levantou e começou a tirar o short, deixando ele ver sua bunda mal coberta por uma calcinha fio dental.

Ele ficou de olhos arregalados. Já tinha sido cantado ali no condomínio, já transara com algumas... mas bunda igual aquela... nunca vira igual! Ela era mesmo linda!
Ela tirou o top e ele viu os seios dela. Lindos também!

Ela chegou na frente dele, curvou seu corpo. Sua bunda ficou bem na cara do Constâncio, que entendeu que ia rolar... pegou na bundinha dela e sentiu a maciez da pele.
Ela sentou no colo dele.

- Me pega, Constâncio...

Ele não seria bobo de não pegar. Pegou sim, pegou nos seios dela, apertou-os, puxou os biquinhos, e ela sentiu algo duro encostando em sua bunda.

- Quero ver o que você tem de bom...

Ficou de joelhos no sofá e foi abrir a calça dele. Pegou no pau e fez um boquete que ele recebeu de olhos fechados... como chupava bem a dona Rosana. 

Constâncio, quero que você seja constante aqui...

Depois que ela terminou, pediu que ele a chupasse também. Ele tirou a calcinha, abriu as pernas dela, ajoelhou entre elas e mandou ver numa chupada deliciosa na bucetinha da dona Rosana.

- Tira a roupa, Constâncio...

Com ele nu, ela o sentou no sofá e sentou em cima. Cavalgou. Muito, gostava demais de cavalgar.
Depois, cachorrinho, tudo em cima do sofá. E terminaram com ele metendo de frente nela até ambos gozarem.

- Nossa, Constâncio... adorei! Pode ficar sabendo que ainda comprarei muitos livros, viu? Venha sempre me trazer os pacotes!


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Amor,não se preocupe, eu adoro sua mãe!


O título pode ser enganoso... confiram!

(escrito por Kaplan)

À primeira vista, o título nos diria que o genro estaria falando com a esposa que adorava a sogra.
Só que não...

O casal era formado por Ambrósio e Débora. A terceira personagem, a sogra, chamava-se Jane.
Jane era mãe do Ambrósio. Que, de tanto ouvir falar das brigas entre sogras e noras, ficava cheio de dedos quando ela os visitava.

Ao sair para o trabalho, ele dava mil recomendações para a esposa. Não queria que as duas discutissem ou brigassem.
E ouviu da esposa a frase chave deste conto:

- Amor, não se preocupe, eu adoro sua mãe! 

Se meu filho soubesse o que a gente faz...
Ficou mais calmo. Saiu. Débora foi ao quarto onde Jane estava. Já com uma taça de vinho na mão e outra, que ofereceu para a nora.

- Pronto, ele já foi trabalhar.
- Senta aqui comigo, vamos conversar.

Ela sentou e Jane perguntou como iam as coisas, se estava tudo bem com o casamento, as curiosidades típicas de uma sogra.

- E você, anjo? Está tudo bem?
- Tudo ótimo, sogrinha.
- Já me traiu com alguma sirigaita daqui?
- Claro que não... você é única.
- Que bom... vamos brincar um pouco?
- Mas é claro...

Débora ficou de quatro na cama e ganhou alguns tapinhas na bunda.

- Sua bunda continua firme e maravilhosa, pelo visto.
- É porque você vive me dando palmadas...enrijece...
- Humm.. você gosta mesmo...

E deu mais algumas palmadas no bumbum da nora. Que tirou a blusa e os seios ficaram à vista. A sogra também tirou a blusa, mas estava de sutiã. E ela começou a passar a mão na xotinha da nora e logo não resistiu, tirou a calça e a calcinha dela. E continuou dando tapinhas com a mão direita enquanto a esquerda entrava com os dedos na xotinha.

- Meu filho já desconfiou de alguma coisa?
- Nada... morre de medo de pensar que poderíamos discutir, brigar...
- Que bom... é melhor deixá-lo na ignorância mesmo. 

Quem diria... sogra e nora se divertindo...
E a sogra praticamente sentou na cara da nora, que começou a chupar-lhe a xotinha.

Depois a sogra voltou a enfiar os dedos na xotinha da Débora e foi chupá-la também. Débora delirava com as chupadas dela. Nem se lembrava do primeiro dia em que transaram. Ela nunca tinha pensado em sexo com outra mulher e foi justamente com a sogra que isso aconteceu. Ela pegou-a de surpresa, com beijos e passadas de mão na xotinha que a deixaram fascinada. E se entregou totalmente a ela.

Mas mentiu quando disse que não a traíra com outras. Traíra sim, e muitas vezes, com algumas amigas. O sexo com o marido era gostoso, mas com as amigas... era simplesmente divino!

E com a sogra também, mas ela não morava na mesma cidade, então tinham poucos momentos para transarem. Quando ela vinha... era uma festa só. Como naquele dia em que ela estava na cama sendo chupada por Jane.

E fez questão de chupar mais a sogrinha, que sempre se encantava, sorria, agradecia.Ela rebolava o corpo todo, esfregava a xotinha no colchão enquanto chupava. E sabia que quando parasse, ia receber o mesmo tratamento. Mas só depois dos muitos beijos que elas trocariam. Das chupadas nos seios.

E naquele dia, a sogra trouxera uma surpresa: um strapon. Um pau de silicone de 25cm que deixou Débora preocupada quando viu. Afinal, o pau do marido era normal, com 18 cm... mas a sogra ia enfiar aquilo tudo nela.

Foi chupada de novo, para ficar bem molhadinha  e receber aquele pau tão diferente. Ficou na posição de frango assado, pois estaria com as pernas bem abertas e a xotinha escancarada. Deu certo, a sogra enfiou e ficou metendo nela e aquilo causou um frenesi nas duas. Ambas gemiam, alucinadas! 

Pra tudo se dá um jeito...
Débora quis cavalgar naquilo, então a sogra deitou-se na cama e segurou o pau para Débora ir descendo o corpo até entrar tudo dentro dela. Ela nunca tivera um pau daquele tamanho e pulava, elétrica, suando, esbaforida... e gozou, não tinha como não gozar.

- Jane, que loucura... que gozo! Quer que eu te coma com ele, também?
- Não, meu anjo. Eu o trouxe só para te dar esse prazer que você teve. E prometo que trarei sempre que vier te ver.
- Por que não o deixa aqui?
- Nem pensar. E se meu filho descobre, como você irá explicar a ele?
- É... não pensei nisso.

Na verdade, ela tinha pensado em usá-lo nas amigas... mas havia sim o risco do marido achar. Conformou-se em só ter aquele prazer quando a sogrinha voltasse...


Eu a convidei, mas não tinha certeza se ela iria


Vizinha gostosa... merecia um convite

(escrito por Kaplan)

Sabe aquela vizinha super gostosa que você percebe que está te dando bola? Pois é, Luzia era assim e eu acabei me entusiasmando e pensando seriamente em transar com ela. Às favas o marido! O cara não aparecia em casa, só pensava em trabalho e o senso de humor da Luzia só piorava.
Então, na cara dura, fiz o convite.

- Luzia, aparece lá em casa hoje à tarde. Não gosto de te ver tão chateada assim. Vamos conversar.
- Vou ver se dá. Obrigada!

Bem, o convite estava feito. Era aguardar. Será que ela iria? Era óbvio, pra mim, que ela sabia que minhas intenções batiam com as dela. Mas nunca se sabe...

Lá pelas 2 horas, tirei a roupa, deitei na cama. Já tinha deixado a porta da sala aberta. Fiquei passando a mão em meu pau, endurecendo-o.

O tempo passava e nada de ela aparecer. Achei que teria de gozar só com a mão mesmo... Mas aí ouvi a porta da sala sendo fechada. Ela chegara! Me gritou.

- Estou no quarto, Luzia, vem cá!

E quando ela aparece, aquele susto. Me encontrou de pau duro, na cama, à espera dela.

Foi assim que ela me encontrou...

Me deu uma bronca. 
- Você é tarado? O que está pensando? Eu venho pra conversar e te encontro desse jeito!

Mas não tampou os olhos nem saiu do quarto. Ficou só olhando. Acho que tinha tempo que ela não via um homem pelado e de pau duro na frente dela...
Me acalmei quando a vi ajoelhar-se na cama e levar o corpo para perto do meu.

- Kaplan, eu não sei se deveria aceitar essa “conversa” com você. Nunca pus chifre nele...
- Mas ele está merecendo, não está?
- Está. Isso está!
- Então, aproveite. Feche os olhos, faça de conta que é ele e aja como age com ele.
- Posso mesmo?
- Claro que pode!

Ela não fechou os olhos. Com eles bem abertos, pegou em meu pau e começou um boquete.

- Eu adoro chupar um pau... o dele é ótimo, mas ele usa mal, muito mal... aliás, quase não usa.

E chupou bastante. Quando parou, ainda vestida, sentou-se à minha frente e veio chegando o corpo bem perto de mim. Levantou o vestido e aí eu vi que ela estava sem calcinha. 

E ela veio assim...

Não pude deixar de sorrir e ela riu também. Claro que ela sabia que aquilo ia rolar, já veio preparada!

- Não precisa falar nada... eu queria sim, e quero. Mas um teatrinho antes é bom, não é?
- Foi ótimo...

Ela sentou em mim. Cavalgou. Era cada “ahhh” que ela soltava que fiquei com a certeza de que não gemia fazia tempos!

Ainda estava de blusa e de saia. Só tinha levantado a saia para poder cavalgar. Eu queria ver os seios dela e pedi para ela tirar a blusa. Me atendeu e apreciei. Seios de médio para grande, firmes, muito bonitos.

Mas ela tampou minha visão deles. Girou o corpo, ficando de quatro.  E lá fui eu meter sem ver os seios, só dava para pegar neles e sentir a textura... muito lindos!

E meti nela até ela gozar. E ela me chupou de novo, me masturbou, para que eu gozasse, mas não no corpo dela, muito menos na boca.

Luzia tornou-se uma frequentadora habitual de minha cama enquanto eles moraram naquele edifício. Mudaram-se e não a vi mais. Torci para ela conhecer outro vizinho que amenizasse a tristeza dela com o marido.