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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Como ele estava indeciso, ela pediu para que a ajudasse a escolher a roupa


Foi tiro e queda...

(escrito por Kaplan)

E quando a prima está doida pra transar com o primo e vê que ele não se decide? Sofrimento total, imagino eu.

Era o que Talita sentia quando seu primo Viriato ia em sua casa. Bem, é verdade que quase sempre havia mais pessoas por lá, o que impedia qualquer coisa. Mas várias vezes estavam só os dois, e por mais que ela se insinuasse, ele não tomava a iniciativa.
Então ela resolveu assumir o controle.

Estavam os dois na sala. Mais ninguém na casa. Havia uma festa para eles irem no fim de semana e ela teve uma bela ideia.

- Viriato, me ajuda a escolher uma roupa pra festa!
- E o que eu entendo disso?
- Claro que entende. Me ajuda, vem cá no meu quarto.

Ele foi e ela abriu o guarda-roupa e começou a mostrar os vestidos de festa que tinha. E acabou convencendo o primo de que precisava vestir todos eles para que ele desse o palpite de qual ficava melhor. Ele disse que sim e ia sair do quarto, mas ela o impediu.
- Espera, fica aqui, preciso que você me ajude. Tira minha camiseta! 

Ele ajudou, viu, gamou...

Ele olhou-a, admirado. Ela não dava conta de tirar uma simples camiseta?
Mas viu-a levantando os braços, à espera que ele agisse. Então ele levantou a camiseta e tirou-a e ficou boquiaberto vendo os seios da prima.

- Nossa!
- O quê?
- Você tem seios lindos!
- Oh... esqueci que estava sem sutiã... desculpe!
- Não precisa se desculpar, foi um prazer!

Ela aproveitou a deixa. Passou as mãos em volta do pescoço dele e falou:

- Prazer seria se você os beijasse e fizesse outras coisas...

Ele engoliu em seco e concordou. Sim, seria um grande prazer.

- Então beije!

Ele encheu-a de beijos nos seios, deixando-a excitada, arrepiada. E sabendo que não deixaria o Viriato escapulir, tirou a saia, a calcinha, deixou que ele a visse totalmente nua.

- Você é muito linda...
- Quero ver se você também é...

Ajudou-o a tirar a roupa e ele demonstrou que não era inexperiente. Colocou-a deitada numa mesinha que tinha no quarto e lambeu-a toda, destacando a xotinha, o grelinho. 

Ela viu, gostou, chupou... depois deu!

Esbaforida, ela desceu da mesinha e fez um boquete no primo.

- Deita no tapete, Viriato.

Ele deitou e ela sentou nele, cavalgando.
Foi uma bela trepada, mas não tinham terminado. Ele colocou-a deitada, novamente, na mesinha, ficou na frente dela, levantou-lhe as pernas e meteu. Estava boa a metida, mas as costas dela doíam, então desceu e ficou de quatro, recebendo as bombadas do primo que a satisfizeram bastante, pois conseguiu gozar bem gostoso.

- Por que você nunca me cantou?
- Sei lá, acho que por sermos primos, nunca pensei que você não se importaria com esse detalhe.
- Não me importo mesmo! E fique sabendo que não foi só essa vez não, viu? Sempre que der um jeito nós vamos trepar!


quinta-feira, 12 de setembro de 2019

A sobrinha foi conhecer a academia do amigo personal... conheceu tudo!


Principalmente o personal...

(escrito por Kaplan)

Nas baladas da vida, Paulinha ficou conhecendo um carinha que era personal. Mais do que isso, ele tinha acabado de inaugurar sua própria academia.

- Deixei de ser empregado. Agora sou o patrão. Por enquanto não tenho empregados, vou fazer tudo sozinho, mas em breve espero estar com uma academia de grande porte.

Ela elogiou.

- Cara, muito legal. Você já deve ter um bom número de clientes, né?
- Tenho alguns. Não vou roubar da academia em que trabalhei, não é certo. Mas eu tinha clientes individuais, esses e essas já falaram que vão frequentar. Você não me parece ser pessoa que frequenta academias, estou errado?
- Realmente, de vez em quando eu apareço em uma, mas não sou muito fã.
- Que pena, se gostasse eu ia te convidar para frequentar a minha.
- Bem, posso ir lá, sem compromisso!
- Beleza, olha aqui o folder que mandei fazer. Aparece lá sim, garanto que vai gostar. 

Nas baladas acontecem coisas que nem imagino!
Ela pegou o folder, meio desanimada, mas tinha gostado do Reno, o tal carinha que ela conhecera. Ficaram naquela balada, alguns beijos foram dados, essas coisas que se fazem atualmente.
E um belo dia lá foi ela.

- Que bela surpresa! Você veio!

Ela olhou. O espaço não era muito grande, mas havia vários aparelhos e equipamentos que usualmente se usam nas academias. E não viu ninguém.

- Está sozinho, Reno?
- Estou. Hoje eu só tinha duas meninas, que já vieram, fizeram tudo e já foram embora. Agora, vou ficar aqui esperando que alguém passe na rua e veja, entre... o começo é sempre difícil, né? Por sorte meu pai bancou tudo. A sala é dele, ele comprou os equipamentos todos, então minhas despesas, por enquanto, são pequenas. Minha propaganda, por enquanto, é de boca. Quem já me conhece, fala com amigos e amigas, vamos ver se dá certo!
- Vai dar sim. Você merece.
- E você? Veio com roupa apropriada... vai querer experimentar? Sem compromisso, como você mesma disse!
- Quero. Quero fazer mais uma tentativa de frequentar academias.
- Ótimo, então vamos começar. 

Ela foi, mas sem muita vontade...
Levou-a, inicialmente, a uma esteira, que ela utilizou por 15 minutos, alternando sempre a velocidade até quase correr.
Depois foram para uma Leg horizontal, segundo ele boa para fortalecer os glúteos. E ao explicar, ele pegou nos glúteos dela, que arrepiou todinha. Que mão era aquela!
Não conseguiu fazer quase nada. Era a primeira vez que usava um aparelho daquele e não gostou muito. Então foi para o supino.

- É bom para o peitoral.

Ela aproveitou para uma piada:

- Meu peitoral é pequeno, será que vai aumentar com este aparelho?

Ele riu.

- Claro que não... mas não me parece tão pequeno assim não.
- É sim, veja! 

Pequenos sim, mas lindos!
  E abaixou o top e mostrou os seios a ele. Ficou descontrolado. Eram pequenos sim, mas que gracinha!
Não teve como não ficar excitado. Que era o que ela queria. Juntou os panos dele na hora, quando viu que surgia um volume suspeito na calça dele. Pegou nele e comentou:

- É... isso aqui não é pequeno não... posso ver?

Como negar? Ela mostrara os seios, ele não viu problema em mostrar o pau. Mas já sabia o que ela estava querendo e antes de mostrar, pegou nos peitinhos e deu uma gostosa mamada.
Aí abaixou a calça e ela viu. Realmente, não era pequeno. Não era enorme também. Ficava a meio caminho, mas ela gostou e para comprovar que era realmente bom, nada como um boquete.
Ajoelhou e não foi pra rezar, foi para pegar no dito cujo, colocar na boca e dar uma boa chupada.

- Estamos satisfeitos com isso, ou vamos em frente, Paula?
- Eu fico na frente e você atrás, pode ser?

Tiraram as roupas rapidamente e ela apoiou-se no Leg para deixar sua bunda bem saliente. E ele enfiou o pau. Como meteu! E como ela gemeu! 

Ela adora cavalgar um pau interessante como o dele
Deitou-se no tatame e ela sentou no pau dele. Cavalgar sempre foi uma das boas coisas da vida, segundo ela. E pulou bastante, aproveitando o gostoso pau do Reno.
Ainda treparam com ela sentada no Leg e ele, de frente, metendo sem parar. Ou melhor, parou quando ela gozou.

- Nossa... preciso me fortalecer Reno. Preciso de leite!

E chupou de novo o pau dele até ele gozar e ela beber um pouco, porque outra parte escorreu pelo queixo e chegou até os peitinhos.

- Acho que comecei a gostar de academias. Que dia que posso voltar, assim, com ninguém mais por aqui?

Ele olhou a agenda, viu qual dia estaria livre e falou com ela. Ela disse que voltaria. E voltou mesmo!
Dessa vez ela foi vestindo um colant e ele resolveu fazer com ela alguns exercícios de alongamento. Gostou da elasticidade dela e quando ela fez uma abertura total das pernas, ele, que estava atrás dela, admirou um pedaço da xotinha que o colant não conseguiu cobrir. Foi ele passar a mão lá e a aula acabou!

Ela olhou para a calça dele e viu aquele volume que vira da outra vez.

- Adoro ver isso assim... essa sua calça estufada... mas gosto mais quando você abaixa a calça e me mostra seu pau duro. 

Chupar um pau, beber leitinho...ela adora!

Ela não pediu, insinuou e ele fez. Abaixou a calça e ganhou um boquete tão bom quanto o anterior. E comeu-a, de cachorrinho e depois cavalgando.
Como sempre, fornecendo um pouco de leite para ela se fortalecer...

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A tia aceitou posar pra ele...


E entusiasmada, ficou pelada

(escrito por Kaplan)  

- Eu quero fotografar gente, tia. Paisagens não me interessam. Pessoas, é isso que quero.

Quem falava assim era o Wesley, sobrinho da Greyce, uma tia loura, gostosona que ele tinha.

- Sim, acho legal o que você pretende. O que te impede? Por que anda tão aborrecido?
- Preciso treinar muito e não acho pessoas dispostas a posar pra mim.
- Você tem dezenas de colegas na faculdade... ninguém quis? 

Foi com essa conversa que tudo começou...
- Acredita que as únicas pessoas que manifestaram vontade me perguntaram quanto eu vou pagar?
- Não dá para acreditar nisso.
- Pois é... canalhas mercenários.
- E você precisa de que tipo de gente?
- Qualquer tipo. Jovens, velhos, homens, mulheres, crianças...
- Que tal começar com uma tia?
- Você?
- Sim, eu gostaria muito de posar, apesar de não saber, mas é bom porque você poderá treinar sua capacidade de dirigir uma modelo. Se quiser, meu querido, é só falar. A qualquer hora do dia ou da noite eu estarei posando pra você.

Bem, o Wesley não tinha pensado na tia, mas já que ela se oferecia, não seria problema não. Concordou com ela e marcaram um dia para ele realizar as fotos. Estabeleceram os detalhes de roupas, sapatos, maquiagem. Ela estava adorando tudo, e ele também ficou entusiasmado vendo a alegria dela.

E quando as fotos começaram a ser tiradas, ambos foram se entusiasmando bastante. Ele dirigia e ela aceitava, mas também dava ideias, que ele considerava boas, e foi tirando dezenas de fotos. A vantagem das máquinas digitais é essa, antigamente a gente batia um filme de 36 poses no máximo, e tinha de ficar trocando o filme toda hora. Agora... mais de cem fotos são tiradas. Bom, por um lado, ruim por outro, porque depois da sessão terminada, escolher as melhores é uma luta!
Mas voltemos aos dois. 

Essa tia estava pensando em algo mais do que fotos...
Ela começou usando um vestido. Curto, e quando cruzava as pernas, deixava sua coxa praticamente toda exposta. As primeiras fotos foram feitas no sofá. Ela sentada, pernas cruzadas, depois ela sugeriu que ficasse deitada, ele topou, ela ficou deitada de frente pra ele, depois de costas e ele não deixou de reparar no bumbum poderoso da tia.
Ele pediu que ela trocasse de roupa. Ela foi ao quarto, tirou o vestido e ele não viu que ela estava sem sutiã e sem calcinha...

Então resolveu colocar uma lingerie e em vez de usar outro vestido, voltou à sala só de lingerie. Ele olhava as fotos que tinha tirado e não percebeu, apenas quando ela sentou ao lado dele.

- Uau, tia...
- Gostou?
- Nossa...
- Você, com certeza irá fazer fotos de nu artístico. Vamos treinar, sua tia está disposta.

Tremendo, porque não imaginava que a tia era tão gostosa e nem que ela iria tirar fotos sensuais, ele preparou a máquina.

- Fique calmo, Wesley... tranquilidade é uma coisa que um bom fotógrafo deve ter.

Ela estava se divertindo vendo o aperto dele. 

Aí ela começou a deixar o rapaz doidão!
Deitou no sofá para ele começar a tirar as fotos. Sorria e ele nem desconfiava que ela tinha um motivo extra para sorrir: o volume dentro da calça dele. Sim, ele estava muito excitado com as poses que a tia fazia. Ela deitou de bruços, empinando o bumbum... que coisa mais linda!
E para surpresa dele, ela tirou o sutiã. Ele quase caiu duro. Que seios!

- Faça um close nos meus seios! Essa quero pra mim, mais ninguém poderá ver!

Que sofrimento para o Wesley ficar com a máquina pertinho dos seios dela e fotografá-los... teve de tirar várias, pois tinha certeza que algumas ficariam tremidas... 

Belos seios.... (foto: Kaplan)
E a doida da tia ficou de joelhos no sofá, de costas pra ele e foi abaixando a calcinha, desnudando o bumbum. Ele começou a suar frio. Mas conseguiu dar uns closes ali também.
E ela abriu as pernas e ele viu a xotinha.

- Já viu fotos eróticas? Eu vi em algumas revistas e queria que você fizesse. Tire, mostrando minha xota!

Ele tirou. Estava já desconfiado que a tia estava querendo mais coisas, além das fotos...
Teve a certeza quando ela disse pra ele que o que a deixava mais excitada quando via fotos eróticas, era ver a mulher pegando no pinto do homem e chupando.
E ao falar isso, ela foi se agachando na frente dele, abrindo-lhe a calça e pondo o pau pra fora.

- Fotografa eu te chupando?

Ele ia tentar... 

Ele não sabia se tremia ou se gozava...

Tirando de cima pra baixo, quase enlouquecido de ver a tia pagando aquele boquete pra ele!

- Tia, eu não estou aguentando...
 - Larga essa máquina um pouco, vamos nos divertir!

Ele largou a máquina na mesa, ela arrastou-o para o quarto, sentou-se na cama, ele ajoelhou na frente dela, tirou a camisa, a calça, ficou nu como ela e ela nem precisou pedir, ele sabia o que devia fazer. Sua língua poderosa lambeu a xotinha, entrou e passeou dentro dela, lambeu o grelo, a tia gemia loucamente.

E é claro que, em seguida, ele ficou de pé e enfiou o pau até o talo dentro dela e começou a bombar. Ver a tia gemendo graças a ele... pensou que devia estar fotografando aquilo também... 

Ele nunca pensou que a sessão de fotos terminaria assim...
Depois ele a colocou de quatro em cima da cama e, ainda em pé, mandou ver em mais uma série de bombadas que quase a levaram a desfalecer.

- Wesley, meu querido, você devia ter inventado essa história de fotos há mais tempo... mas vou te obrigar a me fotografar muito de agora em diante, viu? Vai metendo... estou quase gozando!

Ele metia, desorientado. Que tia mais gostosa era aquela!

- Deixa eu te cavalgar um pouco, querido!

Ele deitou na cama e ela sentou e pulou, de costas pra ele. Já estava suando, cabelos desgrenhados. Virou-se e ficou de frente, oferecendo os seios a ele enquanto pulava. E ele mamava.
Chegou ao gozo. Pediu que ele fizesse uma espanhola com ela, queria que ele gozasse em seus seios.
Ele a atendeu, com todo prazer.

E depois daquela “sessão de fotos”, muitas outras aconteceram. Em moteis, em cachoeiras, em praias desertas... a tia virou a musa daquele fotógrafo!


quinta-feira, 18 de abril de 2019

O fazendeiro vizinho era bem potente...


Entenda-se: trepava muito bem

(escrito por Kaplan)  

É muito bom ter vizinhos. Seja na cidade, seja no campo. Sinara logo descobriu isso. Seu marido comprara uma fazenda, pequena é verdade, e que fazia limite com uma outra, de um fazendeiro chamado Eusébio. 

Que vizinho interessante...
E ela, passeando pelo novo terreno de sua propriedade, chegou à cerca que delimitava as duas fazendas e ali ela viu o Eusébio trabalhando. Estava acabando de pintar a cerca.
Se apresentou e ficaram conversando enquanto ele terminava. Ela gostou muito dele.

Portanto, interessada em algo mais que conversas, ela passou a dar voltas pela fazenda e aproximando-se da cerca sempre que via o Eusébio por lá.

Na primeira oportunidade ela o atacou com firmeza tal que ele, assustado a principio, acabou por gostar do ataque. Naquele dia ele estava pegando o feno para levar para o depósito. Ela chegou perto dele e o empurrou, ele caiu deitado de costas no monte de feno. Achou que era uma simples brincadeira e, ao levantar-se, empurrou-a também, ela caiu, sorrindo, gargalhando.
Ela tornou a empurrá-lo e pulou em cima dele.

- Não é brincadeira, Eusébio, eu te quero. 

Gostei de você e te quero. Agora!
Tirou a camiseta e mostrou os seios a ele. Deitada sobre ele, beijou-o. Ele se lembrou de que já tinha feito algo semelhante com sua esposa, que não vivia mais. Pegou nos seios dela, eram macios, mas firmes. Ficou passando uma palha neles, ela ria, pois fazia cócegas.

Ela abriu a camisa dele e ficou beijando o peito cabeludo. Mordidas nos mamilos. Ele achou bem interessante.

Abaixou a calça dele, pois sentiu que já tinha algo interessante ali. De fato tinha. Tamanho normal, mas ainda muito rijo. E fez um boquete que agradou bastante.

Levantou-se e tirou a calça e a calcinha. E voltou ao boquete, deixando o Eusébio maluco de tesão e doido para enfiar o pau na xotinha dela.
Mas ela não parava de chupar. Lambia, enfiava as bolas na boca, engolia tudo. Era um senhor boquete, coisa que a esposa dele nunca fizera... 

Como chupava aquela criatura!!!
Vendo que, se ela continuasse ele ia acabar gozando, ele fez ela parar, levou-a até a cerca, ela se inclinou e ele meteu. E bombou muito. E ela gemia feito louca. Ele chegou a ficar preocupado, olhava a toda hora para ver se aparecia o maridão daquela moça gostosa. Ela notou a preocupação dele e garantiu que o marido não estava lá. Ele ficou mais calmo e continuou metendo.

Depois ele a colocou deitada no monte de feno e deitou-se sobre ela, metendo de novo. Ele era bem mais velho que ela, mas confirmou o que ela pensara dele: era bem potente.

Gozaram. Ela primeiro e ele em seguida.

- Moça, isso foi muito bom. Sempre que seu marido sair, apareça, quero dizer, se você gostou tanto quanto eu.
- Gostei sim, e vou aparecer sempre. Obrigada por tudo! Foi ótimo!

terça-feira, 16 de abril de 2019

Dois irmãos na praia, no quarto e na cama


Safadinhos, esses dois!

(escrito por Kaplan) 

Quer coisa melhor do que você poder ir passar uns dias numa praia, hospedando-se numa pousada super confortável, com a pessoa que você ama? Tem não, tem não...

Foi o que aconteceu com Ernesto e Lourdes, que, na época das férias na universidade onde estudavam, resolveram gastar energias debaixo de um belo sol, em areias quentes e em céu muito azul.
Só que... os dois eram irmãos...

Os pais não se incomodaram em pagar aquele passeio. Afinal, eram estudiosos, sempre notas altas, mereciam um prêmio. Como eles não poderiam ir, nada a opor à ida dos irmãos.
Foram de ônibus, viagem noturna, e mesmo com o veículo bem cheio, as safadezas dos dois começaram dentro dele mesmo. Ela levou uma colcha, pois sentia muito frio de noite... ainda mais com o ar condicionado! E ele aproveitou para se cobrir também, a colcha dava perfeitamente para dois... entenderam a jogada, não é?

Como nem todos os passageiros dormiam, o jeito foi ficar só usando as mãos, ela batendo punheta pra ele, ele pegando nos seios e na xotinha dela. Isso só aumentou o tesão e a vontade de aproveitar cada minuto na praia, assim que chegassem.
Chegaram, foram para a pousada. Era de manhã, o sol brilhava e se prepararam para ir à praia.
Só que... tiraram as roupas para vestirem o biquíni e a sunga... 

A visão dela, nua, o deixou tesudo!
E quando ele a viu, nuinha, de costas, abrindo o armário para pegar o biquíni, não resistiu. Mexeu no pau até endurecê-lo e a chamou para ver. Ela olhou, sorriu, entendeu o que ele queria.

- Que pecado, mano... sabe que eu não resisto quando vejo isso...
- Então...

Então ela caiu de boca no pau dele, fez um boquete gostoso, depois sentou e cavalgou até que ambos gozaram.

- Estou achando que vou voltar pra casa com a buceta arregaçada...
- E meu pau vai voltar todo arranhado...
- Era tudo que a gente queria, né? Mas agora vamos pra praia.

Ela fez questão de vestir a sunga nele, ao que ele retrucou colocando o biquíni nela. E quase arrancaram tudo para trepar de novo, mas ela abriu a porta do quarto e ficou esperando por ele.

- Sem exagerar, Ernesto... isso não é lua de mel.

Ele riu.

- Bem que podia ser!

Foram para a praia, ele tirou belas fotos dela. 

Mesmo de biquini ela era deliciosa!
O que só aumentou o tesão. Mas ela foi firme, não iria voltar pra pousada nem iria trepar na praia.

- Sossega o facho, Ernesto.
- Como? Você acende o tempo todo... e não sou só eu não. Tem uns três caras ali que não tiram o olho de você. Quem manda ser gostosa assim?
- Se eu estivesse sozinha eu ia dar pros três, mas como vim com você, é só você que vai me comer. Mas vamos colocar um limite. Três por dia. Tá certo? Se tentar mais eu faço greve de sexo!
- Nossa. Está bem, três por dia. Então hoje ainda temos mais duas.
- Sim, na hora do banho e quando fomos dormir.

Ele teve de se conformar. Greve de sexo? Nem pensar nisso!

E foi assim que aconteceu. Ficaram na praia como todo e qualquer turista, nadando, tomando sol, se bronzeando, bebendo água de coco, cerveja, comendo isca de peixe, tudo muito bom.  Às 16 horas, voltaram para a pousada. Foi a hora do banho e de uma outra bela trepada.

Cochilaram um pouco, depois saíram para jantar e conhecer melhor a cidade. Muita gente jovem, como eles. Sentaram num banco e ficaram brincando de adivinhar quem era recém-casado, quem estava com namorado(a).

- Parece que somos os únicos irmãos por aqui...
- Se soubessem o que a gente apronta, né?
- Sabe que sempre me lembro da nossa primeira vez? 

Você tremia tanto quando mostrei meus seios!
- Eu também, foi quando passei no vestibular e você resolveu me dar um trote lá em casa, me pintou o corpo e eu pedi pra você pintar meus seios. Você tremia tanto, quando eu tirei o sutiã...
- Verdade, fiquei com um tesão enorme. E você também, porque me agarrou bonito. Foi uma bela trepada aquela!
- Legal, mas vamos voltar pra pousada. Estou com sono.
- Ainda tenho direito a mais uma...
- Safado! Mas eu quero sim...

E rolou mais uma, a terceira do dia. Ao final, ela realmente fechou os olhos e dormiu até de manhã cedo.
Acordaram, foram tomar o café da manhã e voltaram para o quarto para se trocarem e voltarem à praia.

Os três rapazes estavam lá e continuaram “secando” a Lourdes que, sem o irmão ver, dava umas olhadas e sorrisos pra eles. Seria um convite? Não, ela só queria brincar. 

Como resistir aos encantos dela?

E continuou trepando só com o Ernesto. Sempre três por dia, sempre na pousada.

Ele estava sempre querendo mais, mesmo porque ela ficava pelada ou só de calcinha no quarto, e ele ficava cheio de tesão vendo-a.

Mas ela se recusava.  Até dava umas chupadas no pau dele, mas trepar de verdade, só 3 por dia!

Bem, uma semana tem 7 dias, assim eles treparam 21 vezes. E conferiram o pau e a xotinha... não estavam como eles haviam imaginado... ainda bem!