Mostrando postagens com marcador sexo por dinheiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sexo por dinheiro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Virei corno por dinheiro

Isso pra mim é novidade... ou não?

(colaboração de Adilson)  

 

Acho que este foi um dos emails mais estranhos e, ao mesmo tempo, mais interessantes que já recebi. Este Adilson não é amigo antigo, é um leitor deste blog, que resolveu compartilhar comigo e com os demais leitores a sua “transformação” em corno. Isso mesmo, mas vamos deixar que ele explique:

 

É, meu caro, a vida reserva muitas surpresas pra gente. Nem sei se você vai acreditar, mas o que vou narrar e já autorizando você a publicar, se achar que vale a pena, o que me aconteceu, e é a pura verdade!

Virei corno por dinheiro!

Não é tão complicado como parece, vou te explicar direitinho.

Eu peguei, há seis meses, uma grana com um agiota. Bobagem, não recomendo a ninguém que faça isso. Mas peguei e tinha de pagar, e o cara começou a me ameaçar. Nem era tanta grana assim, mas eu não tinha, porque fiquei desempregado. 

Não conseguia nem dormir direito, minha esposa, Maria Amélia já não sabia como me ajudar. Até que numa noite, ela me viu sonhando e falando, então me acordou e disse que talvez tivesse uma solução.

- Olha,querido, eu tinha certeza de que jamais te contaria sobre isso, mas acho que pode ser a nossa salvação. Lembra do Fabiano, que foi meu colega na universidade?


papo sério: ela deu a solução!

- Sim, lembro, mas se ele nos emprestar a grana, como iremos pagar depois?

- É isso que eu não queria te contar nunca, mas vou contar. Ele vive me cantando, é louco pra ir pra cama comigo, já me falou que faz qualquer coisa, até me pagar para eu aceitar. Então, posso ligar pra ele, falar da quantia que você tem de pagar ao agiota e se ele topar, estamos salvos! Mas... isso significa que você vai levar um chifre. Só vou telefonar pra ele se tiver a sua total concordância, porque sempre neguei.

- Deixa eu pensar um pouco.

Saí da cama, fui pra sala, acendi um cigarro e fiquei pensando no que ela me dissera. E mesmo não gostando muito da ideia, acabei concordando. Dos males o menor, pensei. Entre ver a esposa dando pra outro e correr o risco do agiota me matar... não havia muito o que pensar.

Então disse a ela e ela telefonou para o Fabiano, ele concordou em pagar o que ela tinha pedido. E, à noite, veio à nossa casa. 



com essa roupa sensual, ela recebeu o amigo

Ela achou que tinha de se produzir toda, afinal, ele seria a nossa salvação; então vestiu uma minissaia e uma blusa super transparente, que quase colocava os seios pra fora. Até eu fiquei excitado vendo ela daquele jeito!

E o Fabiano foi bem legal, foi carinhoso com ela. Ainda bem! Primeiro ele tirou a camiseta dela, pegou nos seios e deu beijos neles. Até aí, eu aceitei bem, mas quando ele levantou a minissaia dela, que estava sem calcinha, e começou a dar uma chupada... meu amigo, eu fiquei meio transtornado e quase acabei com a festa, mas... e o agiota? Eu tinha de aguentar!

E depois ele tirou a calça, a cueca e mostrou o pau a ela, mas não pediu para ele fazer boquete não, simplesmente sentou no sofá e puxou-a para entrar em seu pau, de costas pra ele. E pediu para ela dar boas puladas,  o que ela fez com gosto (me contou depois), porque adora cavalgar. Fez ela virar o corpo pra ele, sem tirar o pau de dentro e ela continuou pulando e ele pegando nos seios dela...

Amigo, eu não acreditei, mas fiquei de pau duro quando vi aquilo. Disfarcei o mais que pude, mas fiquei mesmo!

E ele ainda a colocou de quatro, continuou metendo, ela estava com o rosto virado pra mim e não conseguiu disfarçar que estava gostando. Tanto é que conseguiu gozar. Então, ele tirou o pau de dentro dela e gozou nas costas, na bundinha... 

Feliz da vida, ele pagou o que tinha sido combinado e foi embora.

Ele gostou, pagou, ela gostou, eu gostei...

Ficamos nós dois ali, sem entender. Afinal, a gente achava que seria algo bem mecânico, e, de repente tanto ela quanto eu gozamos, sim, eu gozei dentro das calças na hora que a vi gozando.

Depois dessa, continuei sendo corno, agora sem precisar de cobrar para ver minha esposa dando pra outros. E ela me prometeu que posso arrumar uma garota que ela vai encarar ver eu comendo outra mulher.

Felizes estamos!

Adilson.

 

 


terça-feira, 16 de julho de 2019

Ela quis experimentar por dinheiro e o namorado concordou


Se concordou, não pode achar ruim...

(escrito por Kaplan)

- Edgard, você não tem ideia do que seu amigo Cláudio veio me propor hoje!
- Realmente, não tenho ideia. O que foi que ele propôs?

Este inicio de diálogo era travado entre Cleusa e seu namorado Edgard. Ela parecia bem furiosa ou então fingia muito bem, porque o Edgard ficou assustado com a pergunta.

- Você não vai acreditar!
- Me conta, como possa saber se você não fala o que foi?
- Senta aí, meu bem, acho melhor você sentar.
- Nossa... está me deixando preocupado. 

Vê se pode uma coisa dessas!
- Ele teve a cara de pau de perguntar se eu transaria com ele por Mil reais!
- Ele devia estar brincando, não?
- Não, falou sério.
- Aff...
- É só isso que você tem a me dizer? Aff...?
- E o que você falou?
- Eu disse que ia te contar, pra você saber o amigo que tem.
- Não ficou com vontade de aceitar? Você já tinha me dito que acha ele um gato.

Ela suspirou.

- É verdade, falei isso sim. Mas fique tranquilo, eu jamais aceitaria sem você saber e aprovar.
- E se eu concordar?
- Tá querendo virar corno? Eu, hein!
- Dizem que é bom... e além do mais, mil reais pagam dois meses de sua faculdade...
- Eu não estou ouvindo isso.
- Ouviu sim e se quiser aceitar, eu não me incomodo.

Depois desse papo, houve um silêncio muito grande. Estavam na casa dele e ela foi embora.
Pensou dois dias. E aí resolveu que toparia. Ligou pro Cláudio, contou toda a conversa com o namorado e já que ele não se incomodava, ela iria topar. Mas queria que fosse no apartamento do Edgard, e com ele presente. Cláudio disse que não teria problema.
Então o casal de namorados recebeu o pretendente a criar mais um corno no mundo. 

Ela resolveu experimentar. Quem sabe?
Ele chegou, entregou um envelope com a grana que ela passou para o namorado. E ele até incentivou o quebrar o gelo, pois era uma situação bem atípica. Levantou a camiseta dela, mostrando os seios para o Cláudio, que não pensou duas vezes, chegou junto e começou a beijar e a chupar os biquinhos, deixando a Cleusa arrepiada. 

Colocaram-na de pé e tiraram a saia dela. Uma calcinha preta, minúscula, fio dental, não cobria nada da bunda da Cleusa, linda, por sinal.

- Eu tinha certeza de que seu bumbum era maravilhoso, não me enganei – disse o Cláudio, passando a mão na bundinha dela. 

Edgard concordou, passando a mão nela também.
Aí o Cláudio tirou a calcinha dela que, sentada no sofá, recebeu uma deliciosa chupada dele. Já estava feliz por ter aceitado.

- Pelo que você pagou, deve estar querendo serviço completo, né?
- Adoraria.

Ela tirou a calça dele, gostou de ver a pica já dura e fez um belo boquete. 

Uai, gente... e não é que isso é bom mesmo?
Tiveram uns vinte minutos de boas trepadas. Primeiro, de ladinho. Depois, ela de quatro no sofá e o namorado, enlouquecido, abriu a calça, pôs o pau pra fora e começou a bater uma punheta.
Foi cavalgando que ela gozou e aí teve a surpresa de ver dois paus chegando perto de sua boca. Entendeu o recado, chupou os dois até que eles gozassem em seu rosto, seios...

Depois que Cláudio foi embora, agradecido, os dois conversaram.

- Foi bom, querida?
- Sabe que eu pensei que ia ser horrível? Mas não foi não, ele trepa tão bem quanto você. Meu gozo não foi fingimento não, gozei de verdade. E você, como foi sua primeira noite de corno?
- Ótima. Fiquei excitado o tempo todo, você viu e sentiu.
- Verdade, aquele final foi magnífico. Não imaginava que você ia participar. Bem, mas esse negócio de dar em troca de dinheiro, nunca mais, viu? Parece que ele desconfiou que eu estava com mensalidade atrasada. Agora vou ficar em dia de novo.

Ela também foi pra sua casa, mas já com outra ideia na cabeça.
Cláudio era seu colega de faculdade. Não de sala, nem de curso. Mas eles trombavam a toda hora pelos corredores. E foi numa hora dessas que ela o pegou pela mão, o levou a um local mais vazio e falou, entre beijos e amassos: 

Ela gostou e queria mais!!!

- Olha, tenho que te agradecer por ter feito a oferta de grana. Mas não foi por grana que eu aceitei, sempre te achei um gato. E a nossa trepada foi ótima, sensacional, você também achou?
- Achei sim... nossa, foi bom demais.
- Quer de novo?
- Assim você quebra meu orçamento...

Ela riu.

- Sem grana e sem namorado, só nós dois.
- Uau... aí a conversa é outra. Quero sim. Se quiser ir lá em casa, fico toda tarde sozinho.
- Vou sim. Mas hoje não... ainda estou curtindo a boa trepada de ontem. Amanhã, pode ser?
- Claro, a gente sai daqui e vamos direto pra lá.
- Combinado.

E no dia seguinte, sem falar nada com o Edgard, ela foi com o Cláudio ao apartamento dele. Foram diretamente ao quarto dele, se despiram e começaram o rala e rola.

- Adorei a chupada que você me deu, então, como hoje temos muito tempo, gostaria de outra, mais demorada, viu?
- Só se você prometer um boquete bem demorado também.
- Prometido.

Deitou-se, com as pernas abertas e ele deitou de frente a ela e gastou muitos minutos lambendo a xotinha, enfiando a língua o mais que podia, enfiando dedos, coisa que não tinha feito da primeira vez.

- Sabe, eu adoro uma chupada... a sua é fora de série... me dê cá seu pau, deixa eu fazer o boquete que você quer.

E chupou o pau dele com muita vontade e sem tempo para acabar.
Depois ele a comeu de papai e mamãe e depois de cachorrinho. Foram muitas metidas, muitos gemidos, até que ela gozasse e ele tirasse o pau e gozasse na bundinha dela.
Receber o gozo dele na bundinha foi otimo!

- E agora, Cleusa?
- Vou contar pro Edgard. Afinal, ele gostou de ser corneado. Talvez ele queira ver a próxima vez, eu não me incomodo, mas fiquei tão mais à vontade hoje...
- Podemos fazer assim: a gente pode se encontrar mais vezes aqui e de vez em quando no apartamento dele.

Foi o que fizeram. E foram todos muito felizes!


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O amigo falou que queria, ele concordou em troca de grana


É a crise, né?

(escrito por Kaplan)  


Uma história interessante chegou aos meus ouvidos. Alzira era casada com Cristovão, mas vivia pondo chifres nele. Inclusive me colocou como seu parceiro de cama algumas vezes e foi numa dessas que ela me contou que tinha conhecido o Alfredo. 

Caraca... o amante estava na mesma festa!
- Cara bom de cama... muito bom... já trepei com ele umas cinco vezes. E teve um dia em que o Cristovão e eu fomos a uma festa e o Alfredo estava lá. Fiquei apavorada. Já imaginou se ele ou eu déssemos alguma bandeira?

Felizmente nada aconteceu. Só vi que o Alfredo tinha tomado um porre e tanto, estava escornado num sofá quando fomos embora.

E alguns dias depois, o Cristovão e eu estávamos pensando nas férias e vimos que a grana estava curta...
E aí veio a grande surpresa.
Ele virou pra mim e perguntou se eu tinha visto um cara na festa, que se chamava Alfredo. Eu gelei da cabeça aos pés. Achei melhor falar que não.

- Alfredo, querido? Não... acho que ninguém me apresentou um Alfredo na festa. Você o conhece?
- Não, quer dizer, fiquei conhecendo aquele dia.
- E?
- E aí que numa hora em que você tinha ido a banheiro, ele veio pra perto de mim, vi que estava bebum de todo e começou a te elogiar.  E falou que se eu quisesse, ele pagaria um bom preço para transar com você!

Na hora me fiz de ofendida. 

Mas você está pensando que eu sou puta???
- Como assim, está achando que sou puta? Não deu uma porrada nele não?
- Não, calma... é que na hora eu achei graça porque vi que ele estava muito bêbado, não levei a sério. Ele me deu um cartão e disse que eu podia ligar pra ele se eu topasse.
- Ah... você é que tem de topar? Eu sou o que nessa história?
- Não fica nervosa assim não, Alzira... ele me perguntou isso porque viu que nós somos casados.
- Sei...
- Na hora eu não falei nada, peguei o cartão dele e fui te procurar.

Eu já tinha entendido o que o Alfredo fizera. Ele estava a fim de continuar trepando comigo, mas não gostava dessa história de trepar escondido, se o marido descobre, dá confusão.
Continuei me fazendo de muito brava e aí o Cristovão sapecou o que eu mais gostei:

- Quem sabe isso não é o que vai permitir que a gente possa viajar nas férias?
- Tem coragem, Cristovão? Me deixar trepar com um cara que nunca vi, só pra pegar uma grana?
- Sei que pode ser duro pra você, mas é nossa única alternativa.
- E se ele já esqueceu? Você disse que ele estava bêbado... vai ver que nem se lembra mais...
- Lembra... eu telefonei pra ele e perguntei se ele ainda mantinha o que dissera e ele concordou. E vai nos dar uma grana boa, parece que ele é muito rico.

Eu estava adorando, mas fiz de conta que ia partir para um sacrifício muito grande.

- Poxa... está bem, já que você não se importa... pode chamar o cara. Como é mesmo o nome dele?
- Alfredo.
- Ok... eu vou topar, mas só porque foi você que me fez a proposta. Se fosse ele ou outro qualquer ia ter porrada!

A gente riu muito... foi legal!
Não me contive e dei uma gargalhada. 

- Puxa, Alzira, você merece o Oscar pela sua atuação!
- Gostou? Nem sei como consegui, mas... estava feito. Claro que assim que o Cristovão saiu, depois de confirmar com o Alfredo, eu liguei pra ele e morremos de rir.
E o Cristovão marcou com ele para a sexta-feira seguinte.

E eu, parecendo muito constrangida com a situação, esperei o Alfredo na cama, debaixo das cobertas, mas só de calcinha.
E o Alfredo não perdeu tempo, mal chegou, entrou lá no quarto com o Cristovão, já foi tirando a roupa, afastou a coberta e ficamos os dois de joelhos, ele me beijando e pondo a mão na minha xotinha e eu pegando no pau dele e punhetando...

E depois ele deitou, e eu fui fazer um boquete e vendo que o Cristovão estava inquieto, sentava, levantava e arregalou os olhos quando o Alfredo pegou a camisinha, enfiou no pau e enfiou o pau em mim... E me comeu lindamente, como ele sempre fazia. De frente, de lado, cachorrinho e quando viu que eu tinha gozado, ele tirou a camisinha e gozou nas minhas costas.

- Aí se vestiu e saiu, com o Cristovão que logo voltou com a mão cheia de notas de 100...  mas o melhor é que eu notei que ele estava excitado e ele confirmou que ficou sim. Aí levei o papo para onde eu queria... e ele está aceitando que eu transe com o Alfredo, mesmo sem envolver dinheiro. E ele já transou com uma moça também... estamos que nem você e a Meg!

- Falou de mim pra ele?
- Não... hoje eu disse que ia me encontrar com o Alfredo...


terça-feira, 10 de julho de 2018

O marido perdeu o emprego, ela se virou para conseguir dinheiro


A mais velha profissão do mundo?

(escrito por Kaplan) 

Ariadne escolhia cuidadosamente o que iria vestir naquela noite. Não, não ia sair com o marido. Fazia tempo que eles não podiam curtir as noitadas, porque ele perdera o emprego. O aperto financeiro dos dois era imenso. As contas começaram a se acumular e não havia perspectiva boa pela frente.

Ela foi clara com o marido. Sabia como conseguir alguma grana boa e ele não podia reclamar, não podia achar ruim. Era o único jeito de colocar dinheiro dentro de casa.
Germano estava arrasado, mas entendeu o sacrifício que a esposa iria fazer. 

É o jeito, querido... não há outro jeito...

E ela ligara para o Santiago, um empresário que vivia dando de cima dela e ela sempre recusara. Agora era diferente. Ela ligou e fez um contrato verbal com ele. Em troca de uma boa importância (que para o empresário não era nada...) ela se encontraria com ele toda semana. Queria uma vez, ele exigiu duas. Ela aceitou.

Então, o que ela estava fazendo naquele principio de noite era justamente se preparar para o primeiro encontro. Tomara um banho, se perfumara, queria causar boa impressão, porque, se ele não gostasse talvez rompesse o contrato verbal.
Não sabia onde ele a levaria. Optou pelo básico. Um vestido não muito comportado, pois tinha um decote farto que valorizava os seios fartos dela. 

Eu sei que ele gosta, então preciso mostrar!

E esperou que ele viesse buscá-la.
Estava um pouco nervosa. Germano nem quis ver ela saindo. Ficou no quarto, xingando a si próprio por ser o causador daquela situação.

Ele a levou para sua casa. Havia preparado um jantar especial, mas ela mal tocou no prato, quanto mais o tempo passava, mais nervosa ela ficava. Mas não pudera evitar um arrepio em seu corpo quando eles entraram na casa e ele deu-lhe um demorado beijo.

Queria resolver logo a situação, mas Santiago parecia não ter pressa alguma. Conversou com ela, ficou inteirado da situação, elogiou a coragem dela em fazer aquele contrato com ele.

- Eu sempre fui interessado em você, Ariadne. E teria gostado muito mais se você tivesse cedido por outras razões que não essa. Enfim... acho que posso fazer um grande favor a vocês.

Então ele a beijou de novo e ela, que pensava em uma transa meramente mecânica, acabou participando. Afinal, Santiago beijava muito bem, eles eram amigos, ele gostava dela... tudo contribuiu para que ela se envolvesse.

E quando ele enfiou a mão dentro do decote e puxou os seios dela pra fora, acariciando-os, beijando-os, ela amoleceu de vez. A dor de consciência que a atormentava por estar pondo chifre no marido desapareceu, porque sentiu que estava nas mãos de um amante excepcional. Com a boca nos seios dela, ele enfiou a mão por baixo do vestido e apertou a bundinha. Ela começou a achar que devia ter ido sem calcinha...

Mas ele foi rápido em tirá-la e em seguida tirou o vestido, deixando-a nua. Ela não ficou envergonhada como havia pensado que ficaria. 

Interessante... estou gostando disso... que pau gostoso!

E tratou de tirar a roupa do Santiago. E viu o pau dele bem duro à sua disposição. Não perdeu tempo, tratou de pegar e enfiar na boca. Sabia fazer um bom boquete, sempre fora elogiada pelo marido por esse aspecto.

E depois se entregou totalmente. Foi chupada, comida em várias posições. E o que ela nunca imaginara que iria acontecer, aconteceu. Gozou. Um gozo magnífico. Deixou-a prostrada.
Ao voltar para casa, com o cheque na bolsa, ela não quis contar tudo pro marido. Era melhor. Além de desempregado, ele iria ficar sabendo que trepava com menos qualidade do que o amante da esposa. Realmente, era melhor não falar nada.

Os encontros dos dois continuaram por três meses, até que Germano conseguiu novo emprego. Então ela quis terminar, mas Santiago insistiu. Afinal, sempre quisera transar com ela sem ter dinheiro envolvido... Ela continuou, mas escondido do Germano.


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Virei putinha e fiz DP



Mais uma colaboração de leitora... Cadê as dos leitores???

Colaboração de AnaFlávia81

Essa história começou quando meu amante precisava muito ganhar um cliente argentino e precisava fazer moral com ele. E este cliente não se vendia por dinheiro. E meu amante pediu para me usar para comprá-lo por prazer. Fiquei com medo por ser um homem desconhecido. Meu amante me assegurou que o cliente não precisava saber quem eu era e só o veria aquela vez, eu seria uma garota de programa qualquer, e pediu para eu pensar. E como sou cheia de fantasias, naquela noite pensei bem e logo liguei pro meu amante. Mas disse que aceitaria ser usada com algumas condições: que fosse nós 3, eu, meu amante e o cliente; e que eu seria uma putinha mesmo, teriam que me pagar. Eu queria que ele realizasse duas fantasias de uma vez: a de ser uma putinha de rua e fazer uma DP! Ele topou na hora.  

Uau! muito gostosa! (foto: cortesia da autora)

Dois dias depois meu amante me ligou marcando a nossa aventura para uma sexta à noite. Agora meu medo se transformou em excitação. No dia marcado, tomei um banho, hidratei meu corpo todo e me perfumei. Me produzi como uma puta de verdade: calcinha vermelha fio dental, micro saia justinha branca e uma blusa de frente única e decote generoso vermelha, sem sutiã, e uma sandália de salto super alto; unhas à francesinha, batom vermelho e sombras nos olhos. Na bolsa, muita camisinha! 

Eran umas 10h da noite e peguei um táxi e fui para o ponto disputado pelas putas. No caminho liguei para o meu amante, para que eles fossem à minha caça! Eles demoraram a chegar... meu amante queria mesmo me torturar. Enquanto isso os carros que passavam paravam e me abordavam, igual as outras putas. Teve um velho que me passou a mão conferindo todo o meu corpo, mas não tinha dinheiro para pagar meu programa. Eu estava cobrando 1.500 reais. 

Quando meu amante chegou com o cliente dele, eu já tava molhadinha, aquela situação tinha me dado tesão. Eles me abordaram e pediram um programa. Respondi que o preço era 1.500 reais. Eles acharam caro e queriam conferir se eu valia tudo isso. Meu amante colocou a mão por dentro da minha blusa pegando nos meus seios. O cliente dele mandou eu ir pra janela dele e passou a mão pelas minhas coxas, deslizou a mão pro meio das coxas e mandou eu tirar a calcinha. Fiquei mais excitada naquela hora, tirei a calcinha, joguei no colo dele e falei: por este preço dou pros 2 e faço DP. 

Foi a deixa... mandaram eu entrar no carro e fomos pra um motel. No caminho o cliente mandou eu colocar a calcinha. Fomos pra uma suíte enorme, logo bebemos e coloquei uma música e dancei para eles. Fui tirando a roupa enquanto dançava e fiquei só de calcinha e salto. Nessa hora meu amante falou pro cliente: a calcinha é sua, pega lá! Ele veio e tirou, já me lambendo toda. 

Que pimenta! Eu como! (foto:cortesia da autora)
Quando ele arrancou minha calcinha, aqueles 2 homens suspiraram: eu tinha feito uma tatuagem temporária de pimentinha na virilha e tinha depilado tudinho, eu tava lisinha. Estava ali, só com as marquinhas de biquini. 

Meu amante falou: nossa, essa puta tem mesmo porte pra levar 2 varas! Tem bumbum empinado e a abertura das pernas é perfeita pra virar recheio!
Mandaram eu masturbá-los... já estavam duros! Masturbei os 2 ao mesmo tempo, um cada mão. Colocaram as camisinhas e mandaram eu lamber eles. Enquanto eu lambia um o outro me pegava por todo o corpo e me masturbava também. Eu fiquei com o clitóris inchadinho rapidinho! 

Aí o cliente sentou num sofá e me puxou no colo dele... rocei os seios no rosto dele... ele me pegou pelas coxas... peguei o pau dele e o conduzi pro meu sexo já gemendo... brinquei um pouquinho no meu clitóris e logo comecei a trepar... e meu amante já estava passando gelzinho no pau dele e logo veio por trás e me pegou firme pela cintura... empinei o bumbum enquanto cavalgava... e ele me penetrou atrás... gritei feito doida... meu sexo estava todinho preenchido... gozei uma, duas vezes... e antes que eles gozassem queriam trocar... meu amante trocou a camisinha e logo trepei nele... ele dizia que eu tava durinha lambendo meus seios... o cliente veio por trás e me arregaçou, não teve dó.... estava sendo usada pelos dois como uma verdadeira puta... aquelas pegadas dos 2 homens me fizeram gozar pra valer... trepei até eles gozarem... 

O cliente tirou a camisinha e virou fazendo o gozo escorrer e me dizia: olha gata, olha quanta porra você tira de mim! 

 Meu amante preparou a banheira e entramos os 3... vieram os 2 me masturbar dentro da banheira... eu só gemia, pois estava super sensível depois dos orgasmos... meu amante saiu e foi tomar uma ducha... fiquei só com o cliente... mandou eu masturbá-lo e deixá-lo duro novamente... fiz o que mandou... ele sentou na borda da banheira e eu o masturbei com a mão, e passava o pau pelo meu rosto... quando ele ficou duro mandou eu sair da banheira e ir pra cama... fui e deitei... ele já veio pra cima de mim e coloquei a camisinha nele... ele dizia:  - abre essa pernas que eu vou te foder de novo... ele dava estocadas fortes... eu gemia... e meu amante veio de pau duro também... peguei-o na mão e masturbei... o cliente parou e falou pro meu amante me comer e me fazer  gozar... ele tava enorme... mandou eu ficar de 4... me comeu na posição que ele sabe que eu adoro... tava quase gozando... mas eles queriam mais... meu amante parou e mandou eu sair da cama... 


Ela adora dar em pé! (foto: cortesia da autora)
O cliente me pegou em pé... e me fez trepar nele, ele me pegou pelas coxas e eu passei minhas pernas pela cintura dele... que delicia que foi aquilo... e meu amante me pegou por trás daquele jeito... me fizeram gritar... me fizeram ter orgasmos seguidos e me deixaram arrombadinha... me soltaram e me jogaram na cama de novo... tiraram as camisinhas e gozaram pelo meu corpo todo... o cliente gozou no meu bumbum... meu amante nos meus seios... eu estava molhada da banheira e toda melada do gozo deles... estava acabada!

Logo se vestiram, jogaram o dinheiro na cama e foram embora... nisso já eram umas 6 da manhã. O cliente levou minha calcinha, ele falou que queria se lembrar de mim quando estivesse sozinho...

Tomei um banho e fui para casa de táxi...