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terça-feira, 16 de abril de 2019

Meg e os amigos de Sampa na cama e na boate gay


Eles, sempre eles...

(escrito por Kaplan)

Depois que ficou conhecendo os dois paulistas bissexuais, Meg vivia pegando o avião para Sampa. Porque os dois trabalhavam e moravam lá, então as chances de eles virem era menor.

E como ela aproveitava os dois!
E como eles a comiam!
Tudo às mil maravilhas!

Ela sempre se hospedava no apartamento deles. O que era bom e ruim, porque a mãe do Renato moravam com ele. Então não podiam ficar o tempo todo juntos. Mas, ela ia sempre aos fins de semana, para poder aproveitar os dois. E aí era bom, porque sábado de manhã, a mamis fazia trabalho voluntário e de tarde, como toda mulher vaidosa, ficava no salão. Então eles tinham quase o dia todo para fazerem as safadezas.

Naquele sábado, quando ela saiu, o Renato deixou a porta sem trancar, pois sabia que o Fernando iria pra lá. Voltou para a cama e quando Meg acordou, conferiu que a barra estava limpa, e foi, só de lingerie, para a cama do amigo. Que já estava peladão na cama, esperando por ela.

Pulou na cama e foi chupar o pau dele. Ele, passando as mãos nela, tirou o sutiã e ficou pegando nos seios, pois sabia que isso a excitava bastante. 

Ela amava aqueles dois! Chupava sempre!
Aí ouviram a voz do Fernando que chegara. E quando ele entrou no quarto e viu o que estava acontecendo, tirou a roupa toda. Meg sorriu, sentou-se na cama e colocou os dois um de cada lado dela, para chupar os dois paus, alternando de um para o outro. Deixou os dois totalmente duros.

Renato fez questão de ser o primeiro a comê-la. Colocou-a de quatro na cama, meteu e ficou vendo ela chupar o Fernando. Foram longos minutos de meteção e chupação.
Aí ela ficou deitada de costas, dando pro Fernando e chupando o Renato. E eles já começavam a fazer o que ela adorava ver: beijavam-se e ficavam pegando nela e um no outro.

Foi cavalgar o Renato, o Fernando ficou de pé ela ficou fazendo boquete nele enquanto pulava.
Inverteu: foi cavalgar o Fernando, chupando o Renato. E gozou.

- Meninos, como sempre é ótimo trepar com vocês dois. Agora quero só assistir. 

Assistir os dois transando era tudo de bom pra ela!
Sim, ela adorava ver os dois trepando. E eles não se importavam com isso. Mas sempre tiravam par ou impar para saber quem comeria primeiro. E naquele dia, o Fernando ganhou e jogou o Renato na cama, pulou em cima dele, beijou-o por inteiro, chupou o pau dele e depois o colocou de quatro, metendo bastante. Meg até se masturbava vendo a cena. Depois que Fernando gozou, foi a vez de ele dar para o amigo/namorado. Renato sentou e Fernando sentou nele. Meg ficou com a cara bem pertinho, vendo o pau de um sair e entrar no cu do outro.
Aquela foi a trepada da manhã.

De tarde, depois que almoçaram e a mãe foi para o salão, mais uma rodada de trepadas ótimas.

À noite, eles saíram com ela. Boate gay. Uma novidade para ela, que nunca tinha ido naquela. Havia mesas com telefones e quando ela sentou, eles disseram que ela tinha de discar um número e alguém atenderia. Podia ser gay, homem ou mulher. 

A boa surpresa: encontrou uma pessoa ótima!
Sem saber quem estava com o número 15, ela o discou. Ouviu uma voz feminina. Entabularam uma conversa e ela fez sinal aos dois que estava tudo legal. Ia encarar, mesmo sem saber quem era. Liberou os dois para fazerem a mesma coisa.

A mulher de número 15 se apresentou. Era mais velha, um belo corpo. Levou Meg para uma sala reservada e lá elas se deliciaram. Ficaram quase uma hora lá dentro, se devorando uma à outra. Meg gostou muito, como me disse ao voltar.

E os dois? Ela ainda teve de esperar mais 30 minutos para que eles saíssem das salas onde transaram com dois gays que atenderam aos telefonemas deles.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Revelações indiscretas de esposas que traem


Tem muito marido cego por aí...

(escrito por Meg, no diário)

Outra descoberta interessante que fiz quando li o diário de Meg foi saber dessa novidade: esposas amigas dela que lhe contaram segredos...gostavam de trair seus maridos.
Por uma questão de ética, troquei os nomes delas. Vai que algum marido lê e descobre...

Ontem tivemos uma reunião diferente aqui em casa. Como sou muito amiga das pessoas que vieram, fiquei sabendo de segredos. Elas me contaram, mas me pediram para não comentar com  o Kaplan, porque mesmo o conhecendo, tinham receio de que ele, sem querer, acabasse soltando o verbo e os maridos poderiam então ter a certeza. Elas achavam que eles desconfiavam, apesar de todos os cuidados que tomavam.

Stefany foi a primeira a nos contar seu segredo:
- Olha, gente, só vou contar a primeira vez que fiz isso. Porque depois teve muitas vezes e não quero falar delas. Eu conheci um cara, casado, que era um tesão de homem e que se encantou comigo e vivia me tesando. Perguntei a ele por que ele traia a esposa. Ele me respondeu que igual a uma propaganda de biscoito que passava na televisão, era impossível comer uma só. E arrematou dizendo que no meu caso, eu devia pensar nisso, que era impossível dar para um cara só. Nossa, eu fiquei molhadinha quando ele me falou assim e resolvi que ia dar pra ele. Mas como? Quando? Onde?
Pois ele estava tão doido para me comer que alugou um quarto num hotel de um amigo dele que deixou recado na portaria, se alguém o procurasse, poderiam deixar entrar. Geralmente é proibido o acesso de visitantes, mas no meu caso eu estaria autorizada. 

Olhar no espelho e decidir. Era isso!
E eu fui lá. Tremendo dos pés à cabeça. Ele me recebeu carinhosamente. Sentei na cama, confesso que estava quase levantando e saindo correndo de lá. Ele notou que eu não estava à vontade e teve a paciência de ficar longos minutos conversando comigo, me ofereceu vinho. Quando eu resolvi que iria dar de verdade, fui ao banheiro, me olhei no espelho. Falei baixinho: Stefany, você é doida. Mas vá em frente! Tirei a roupa, fiquei só de lingerie e voltei ao quarto. Ele arregalou os olhos quando me viu daquele jeito.
Sentei ao lado dele. Ele me abraçou e beijou na nuca. Quase desmontei quando ele começou a desabotoar meu sutiã. Tão boba que quando ele o tirou, protegi meus seios com a mão.
Beijou minha boca, meus seios, me fez ficar em cima dele. Tirei a camisa dele. Eu ainda estava sem graça, ria feito boba. Senti o pau dele bem duro me encostando e criei coragem para abrir a calça dele, pegar no pau. Comecei a beijar o peito dele e parei sem coragem de chupar. Ele tirou minha calcinha,me elogiou demais e aí vi que não tinha mais jeito de sair. Ajoelhei entre as pernas dele, coloquei o pau na boca e chupei. Primeiro pau que eu chupava depois de casada. Eu tremia, mas estava achando maravilhoso. 

Impossível trair só uma vez...
E aí ele me pôs sentada no pau dele e quando eu senti tudo aquilo dentro de mim, pulei loucamente.
Depois de pular, ele me colocou deitada de frente e enfiou de novo. Me virou, fiquei de bruços, ele beijou minha bunda e tornou a enfiar, puxou meu corpo, fiquei de quatro e ele metendo sem parar. Eu gozei rápido, e sei que foi por ser a primeira traição, já que depois, em outras ocasiões, eu demorei mais tempo.

E ele me comeu de frango assado, me fez cavalgá-lo de novo. Depois me jogou deitada de costas, masturbou e gozou em minha barriga.
Gente, que experiência fantástica! E ainda ganhei um banho, com uma chupada monumental em minha xota.
Realmente, ele tinha razão. Era impossível dar pra ele só uma vez. Já dei muito!

Odete foi a segunda.
- História muito interessante a sua, Stefany. E a minha primeira vez, que também não foi a única, também foi em um hotel, mas longe daqui. Tínhamos um amigo que já me dera umas indiretas e quando ele soube que eu iria a São Paulo para um congresso, fez várias perguntas, inclusive em que hotel eu ficaria, se meu marido iria junto ou se haveria alguma pessoa no quarto comigo. Na hora não atinei com nada e falei que meu marido não ia e eu ficaria sozinha.
Pois acreditam que ele foi a São Paulo, hospedou-se no mesmo hotel? Fiquei sabendo no café da manhã quando o vi sentado. O que você está fazendo aqui? Perguntei. E ele respondeu que tinha ido para ficar comigo. Levei um susto! Sempre levei as indiretas dele na brincadeira, afinal ele conhecia meu marido. Minhas pernas tremeram, tive de me sentar. Você é louco! Falei. E ele, com a maior simplicidade confirmou. Sou louco sim, louco por você!
Nem preciso dizer que fiquei perturbada o resto do dia. Não me concentrei no congresso e comecei a suar frio quando voltei ao hotel. Torcia para ele ter ido embora, mas não. Estava no barzinho ao lado da recepção, me chamou e me convidou para jantar com ele. Me ofereceu um vinho ali mesmo. Falei que teria de trocar de roupa, ele subiu comigo e entrou no meu quarto. Resultado, tive de ir me trocar no banheiro.  

Banho ajuda a decidir...
Na verdade, tomei um banho, depois pus minha lingerie e um vestido. Saí do banheiro, ele estava recostado na cama, vendo televisão.
Sabem o que ele fez? Sem dizer uma palavra, tirou meu vestido!  Me encheu de beijos no corpo todo, e passava a mão em mim e eu fiquei com vontade, não vou negar. Me entreguei por completo, ajudei-o a tirar a roupa e logo estávamos os dois nus. Peguei no pau dele e fiz um boquete. Ele adorou, me pôs de pé e beijou minha bunda e aí eu o chupei de novo.

Foi a vez de ele me chupar também. Abriu minhas pernas e mandou a língua. Deliciosa a chupada dele, melhor do que a do meu marido, tenho de confessar isso. Com pesar. 

Se aquele hotel falasse...
Cavalguei também, com ele mamando nos meus seios. Me comeu em pé, eu apoiada num console que tinha no quarto, me comeu de quatro. Gozei e ele continuou metendo. Me perguntou se podia comer meu cu. Como eu não tinha ideia se iria encontrá-lo de novo, deixei, tinha de aproveitar tudo naquela noite. 

Pior de tudo: ele metendo no meu cu e o telefone toca. Era meu marido querendo saber se estava tudo bem. Mal consegui trocar algumas palavras com ele, tratei de despachá-lo falando que já estava no corredor para ir jantar quando ouvi o telefone. Bom apetite, ele me disse. E intimamente eu estava tendo, só que sendo comida... Ficamos lá duas noites. Foi bom demais. E quando voltamos, conseguimos achar alguns momentos para repetirmos.

Foram dois relatos maravilhosos, excitantes mesmo. Este último, da Odete me fez lembrar de algumas vezes em que “hospedei” pessoas no quarto de hotel em que eu estava.
A terceira amiga a nos contar algo foi  Nadja.

- Adorei as duas histórias, mas garanto a vocês que fui mais corajosa. Sabe por que? Porque fui na casa dele, que também era casado. Mas ele me enfeitiçava. Na casa dele tinha piscina e nossos maridos eram muito amigos, então vivíamos sendo convidados para churrascos lá.
Eu punha biquínis comportados, mas minha vontade era ficar nua na frente dele. A sunga dele era muito reveladora, eu ficava excitadíssima quando ele chegava perto de mim. Acho que ele notou, porque começou a me provocar, tipo mexendo no pau quando saía da piscina, isso sem a mulher dele nem meu marido verem.

Num domingo em que a gente estava lá, fiquei sabendo que a esposa dele ia viajar na segunda feira, não me recordo pra onde. Ao longo do dia confirmei que ela viajaria mesmo e iria sozinha. Era a minha chance e eu não desperdicei. Dei um jeito de passar perto dele e avisar: Amanhã eu venho aqui, me espere! 

Eu vim, você quer?
E fui, assim que meu marido saiu pro trabalho, baixei na casa deles. Já fui com uma minissaia e uma blusa com poucos botões fechados, dando a entender o que eu queria.

E o safado sabia que eu iria. Mas fez questão de um papo no sofá antes de fazermos qualquer coisa. Ele tinha receio de meu marido ficar sabendo e isso iria estragar uma amizade de infância. Garanti que, se dependesse de mim, ele nunca saberia. Então ele se animou a colocar a mão nas minhas coxas e depois nos meus seios. E a gente se beijou e ele abriu minha blusa toda, e abaixou meu sutiã e me deu a melhor mamada que eu já recebera na vida. Hoje eu penso que talvez tenha sido normal, mas naquele clima de primeira traição, ela foi a melhor.

Levantou minha saia, viu minha calcinha fio dental, ajoelhou e me beijou e lambeu a bunda toda, aí tirou a calcinha e me deu uma chupada fenomenal. Também senti que era a melhor que eu já havia recebido. 

Quero tudo e mais alguma coisa!

Eu não poderia deixar de fazer um boquete nele, ainda mais que queria ver o pau dele direito, depois de ele ter insinuado como ele era. Realmente era um portento. Chupei e depois tirei a saia, ficamos os dois pelados. Ai, imaginem a cena. Ele sentado, eu chupando o pau dele, ele levanta meu corpo e coloca minha xota em sua boca. Um 69 em que eu ficava de cabeça pra baixo, loucura!
Daí passamos para o cachorrinho, com o pau dele dentro de mim me completando totalmente.
E mais boquete, e mais chupada, e até papai e mamãe rolou. Foi o melhor gozo da minha vida.
E provei do leitinho dele.

Só não fizemos mais porque ele tinha de ir trabalhar também. Mas de noite ele ligou lá pra casa e por sorte fui eu que atendi. Ele falou que era para eu chamar meu marido, mas queria me dizer antes que a esposa telefonara falando que ia ficar mais um dia viajando.
Preciso dizer que voltei lá?

Não, Nadja não precisava dizer, até eu fiquei com vontade de ir!
Bem, a próxima era a Lucélia.

- Meu lance aconteceu no lugar mais adequado. Um motel. Claro que numa noite em que meu marido não estava, tinha viajado a trabalho. E eu já esperava por aquele momento, já tinha conversado com meu amigo que estava a fim dele. Ele é solteiro, o que facilitou tudo.
Fomos para um motel, e continuamos o papo que começara no carro, sobre eu colocar chifre no meu marido. 

Aqui estamos... minha primeira traição!
Mas eu pedi pra ir no banheiro primeiro, porque saí de casa em trajes mais usados, porque nossa empregada iria ver. Aliás, até pedi a ela para me ajudar a vestir. Ela queria saber se eu ia a uma festa, eu falei que não, que ia ao cinema. Mas na bolsa eu coloquei uma lingerie mais nova e foi pra isso que me dirigi ao banheiro, para trocar. E voltei ao quarto vestindo apenas ela.
Meu amigo adorou me ver daquele jeito. Ele adora seios grandes e vocês sabem que os meus são, então ele os pegou, amassou, puxou, beijou, ficou louco com eles.

Ele foi muito carinhoso. Acho que nunca fui tão beijada como naquela noite. E beijada no corpo todo, principalmente na bunda. Até meu cu ele beijou e lambeu.
Começamos a nos despir totalmente. Fui a primeira a ficar nua, ele me deixou deitada e de repente senti algo frio nas minhas costas. Ele levara um óleo próprio para massagens, acreditam? E massageou minha bunda, minhas costas, pernas, depois me virou e massageou os seios e depois começou a passar a mão na minha perereca e aumentou o ritmo, enfiando os dedos, nem sei quantos! 

O que mais gostei: dog style!
E depois eu tirei a roupa dele e é claro que fui chupar o pau dele. Pau normal, daqueles meio tortos, chupei muito. Me comeu de frente primeiro, depois foi no dog style. Conseguiu me fazer gemer muito, foi muito gostoso. 

Frango assado depois. Eu já estava chegando naquele ponto gostoso de um gozo, quando ele me colocou para cavalgá-lo. Nossa! Que trepada. Que gozo! E aí vi que ele passava o óleo no pau e me preparei para dar o rabinho. Era exatamente o que ele queria. Foi bom demais!

Vania estava sorridente ouvindo tudo. Chegou a hora de ela nos contar como trepava escondido do marido.  (3291i)

- Aconteceu comigo sem eu ter pensado a respeito. Imaginem que uma bela manhã eu recebo um telefonema. Era um antigo colega de colégio, sabe aqueles que nas festinhas de fim de ano a gente ficava, dava uns beijos? Pois é. E ele me falou que me procurara desde aquela época e queria me ver e já foi falando que não era só para dar beijinhos não. Falei que era casada mas ele insistiu tanto que me deu vontade. Topei. Falei que ia. Pus uma saia e uma blusa super decotada. Queria causar boa impressão!

Provoquei... eu sabia que ele ia gostar!
O endereço que ele me deu era de uma bela casa. A primeira coisa que pensei foi se ele morava sozinho ali. E quando perguntei, ele disse que não, que era casado também mas a esposa era professora, naquele dia da semana ela dava aulas de manhã e à tarde e só voltava para casa lá pelas 18 horas. Fiquei com um pouco de receio, mas ele me garantiu que não teríamos problema algum. E não tirava os olhos do meu decote, entenda-se dos meus seios que apareciam a qualquer movimento que eu fazia. 

Conversamos um pouco, lembramos dos beijos nos tempos idos e achei melhor resolver logo. Tirei a roupa toda no sofá mesmo. 

Eu já estava ansiosa pra dar pra ele...

E fiquei vendo ele babando por me ver nua. E ele me beijou os seios, a barriga, a xota, mandou a mão e eu mandei a minha mão no pau dele e fiquei me masturbando enquanto ele tirava a roupa.

Anda logo, cara! Falei com ele. Eu estava louca pra dar e ele demorando. Fiz boquete, fui chupada e dei bonito. Cavalguei, dei de quatro, de ladinho. Gozei e ele também. E tratei de ir embora.
Agora, todo dia da semana que ela tem aulas o dia inteiro, eu vou lá e a gente trepa. Muito bom!

Faltava apenas a Mara para nos contar.
- É, cada história que dá para a gente pensar. A minha é parecida também. Foi num motel que eu traí pela primeira vez o meu marido e como gostei da experiência, aproveito toda oportunidade para voltar, sempre com o mesmo amigo/amante.
A primeira vez eu fui tremendo, não sei se de medo ou de emoção. Mas fui. Tinha colocado na minha cabeça que iria e fui. Me arrumei toda, sem problema, porque ele também tinha viajado. E como não tenho empregada, não tive de dar satisfação a ninguém. Me embonequei, ele passou lá, me pegou e fomos pro motel. 

Vocês tem razão: traiu uma vez... trai mais vezes!
Primeira coisa que ele fez foi arrancar meu vestido e me deixar só de calcinha e sutiã. E aí me lambeu toda. Começou nos pés, passou pelas pernas, tirou minha calcinha e me deu uma chupada pequena, beijou minha barriga, tirou meu sutiã e mamou gostoso, me beijou a boca, o nariz, os olhos.
Aí eu me ajoelhei entre as pernas dele e mandei ver um belo boquete.
Quando acabei, ele me pôs de quatro na cama e meteu firme. Boa metida a dele.
Tinha uma poltrona, ele me colocou sentada nela e meteu de frente. Parava, me beijava, voltava a meter. Parou, chupei o pau dele de novo.
Me pôs ajoelhada na poltrona e tornou a meter por trás. Depois deitou na cama e eu o cavalguei.
Tornou a me comer de quatro, aí gozei, estava bom demais aquele tira e põe.
Tornei a chupar e ele gozou na minha boca. Foi muito legal e a gente já repetiu várias vezes. Sempre é muito bom.

Parecia que nosso encontro secreto iria terminar. Mas a Mara virou-se para as outras e comentou:
- Todas nós falamos de nossos casos. E nossa amiga Meg, não tem nenhum?
Eu podia ter mentido e falado que contava tudo pro Kaplan, mas seria mentira, então acabei contando um caso meu.

- Me pegaram de jeito. Realmente eu conto quase tudo pro Kaplan. Quase tudo.

Eu adoro essas feiras... conheci tanta gente interessante! (foto: acervo Kaplan)

Vou contar a vocês uma vez que estava em São Paulo, naquelas feiras de fotografia. Eu tinha ido sozinha, porque não podíamos fechar o Studio por três, quatro dias. E lá eu conheci um fotógrafo. Famoso, fiquei encantada de conhecê-lo. Fiz um minicurso com ele sobre iluminação.

Ele me convidou para jantar, aceitei. Nunca imaginara jantar com alguém famoso! As pessoas que estavam na feira haviam se hospedado quase todas no mesmo hotel. Assim, ninguém estranhou quando, depois do jantar, eu entrei no hotel com ele. Tremia de medo de descobrirem que não era naquele hotel que eu estava, e felizmente isso não aconteceu. Ele me levou pro quarto dele, se derramou de elogios a mim e não tivemos muita conversa não. Sabíamos o que estávamos fazendo ali, ele já foi tirando a roupa e sentando numa poltrona, eu tirei a minha também e fui fazer um boquete nele. Pau comum, nada de especial. Mas gostoso de chupar. Dei um bom trato nele.

Dei gostoso... ele "iluminava" muito bem!

Ele já me pôs direto sentada no pau e cavalguei. Parecia que ele sabia de meus gostos, fazer boquete e cavalgar... 
Depois foi de ladinho na cama. De quatro. Cavalgada de novo. Gozo.
Mais boquete. Anal. Tudo de bom aconteceu aquela noite. Mas foi só naquela noite, não o vi mais nos outros dias.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Fantasias de uma sobrinha e um amante virtual

Caríssimos amigos e amigas. Este é o conto de número 2.400. Isso mesmo, temos aqui, publicados, 2.400 contos eróticos. Desse total, 60 foram escritos por leitoras e leitores. Podia ser mais... mas nossos leitores parecem tão tímidos... pelo menos para escrever! E teremos hoje duas fantasias virtuais, mas muito hot... leiam e comentem!




(escrito por Helena e Ronaldo)

Já faz tempo que minha sobrinha Helena se corresponde, virtualmente apenas, com um amigo paulista. E outro dia eles brincaram de apostar quem tinha a fantasia melhor sobre o outro. Então ela escreveu e depois ele respondeu. Com autorização de ambos, aqui estão os dois contos.
Helena:

Algum tempo atrás fiquei conhecendo uma pessoa que mora em Campinas, bem longe de onde eu moro. Começamos a trocar emails, ficamos nos conhecendo melhor, descobri nele – por ser mais velho que eu – um conselheiro, um amigo e tanto! Me ajudou muito em algumas decisões importantes que tive de tomar na vida.

E das conversas passamos a trocar fotos, e eu mandava mais do que recebia, vivia reclamando isso dele. Mas como ele é casado, pensei que a dificuldade de ele tirar fotos se relacionava com a presença da esposa. E ele acabou me confessando que sim, conversava comigo escondido dela, ela não podia sequer saber de minha existência virtual... 

Gosta de meus seios, Rô? (foto: Kaplan)

E de meu bumbum? (foto: Kaplan)






Então comecei a provocá-lo. Mandava fotos de meus seios, em outro email mandava de minha bunda, até que passei a mandar – sem pudor algum – fotos de corpo inteiro. Nua. (Todas tiradas pelo titio Kaplan)
Ele me mandava elogios e mais elogios. Dizia que se masturbava me vendo. E aquilo me deixava muito excitada.

Então resolvi que precisávamos nos encontrar. Eu tinha de ir a São Paulo, a trabalho. Meu chefe me pediu para resolver umas coisas lá. Já pensando na possibilidade de encontrá-lo, consegui que meu chefe me deixasse passar uma noite em São Paulo e voltar no dia seguinte. Ele concordou, então mandei um email para meu amigo, falei com ele que queria encontrá-lo. Que ele desse um jeito de escapulir e deixei o endereço do hotel.
Ninguém é capaz de avaliar a ansiedade que fiquei, sem saber se ele iria ou não.
Depois de resolver o que o meu patrão pedira, voltei ao hotel, deviam ser algo em torno de 16 horas. Perguntei ao rapaz da recepção  - lindo, por sinal – se alguém tinha me procurado. Ele disse que não. Desesperada, falei com ele:

- Olha, virá aqui um senhor, chamado Ronaldo. Eu preciso ter uma conversa séria, muito séria com ele, e gostaria que você o deixasse subir ao meu quarto.
- Senhora, a política do hotel não é essa...
- Querido, escuta bem: eu preciso ter uma conversa muito séria com ele. E se você deixar ele subir, te prometo que amanhã a conversa séria será com você!
- Como?
- Você entendeu, não se faça de inocente. Você sabe que tipo de conversa séria é essa que terei e que nós dois teremos amanhã. Fui clara? Não me decepcione!

E subi pro meu quarto, com o coração aos pulos. Tinha mentido pro rapaz, eu não iria ter conversa séria com ele, só com o meu amigo. Mas... os fins justificam os meios, não é?
Então entrei no quarto, tomei um banho bem demorado e gostoso, hidratei meu corpo todo. Não pus roupa. Fiquei nua, pronta para ter tudo ou pra não ter nada. 

Finalmente ele chegou!!!
Às 20 horas, o telefone tocou. O meu celular! Quem poderia ser? Dei um pulo e corri para atender. Era o rapazinho bonito. Falava baixinho.

- Senhora, o senhor Ronaldo chegou. Mas vou ter de esperar um pouco para ele subir, pois o gerente está aqui. Não deve demorar. Aguarde!

Louca de alegria eu fiquei esperando, foram 10 minutos que pareceram 10 séculos. Até que o telefone tocou de novo e ele me avisou que Ronaldo estava subindo.

Deixei a porta só encostada e vi quando ela foi se abrindo, abrindo... abriu! E lá estava ele!

E de olhos arregalados, me vendo nua, deitada, com as pernas abertas, me oferecendo toda pra ele.
Sorrimos, ambos. Nem precisávamos dizer nada. Ele me fez um sinal para esperar, foi ao banheiro e escutei o barulho da torneira da pia. Muito educado, muito gentil. Ele foi lavar as mãos antes de me tocar.
E já voltou sem camisa. Aquele peito bem cabeludo, do jeito que eu gosto. Subiu na cama, olhou bem minha xaninha e sua língua me fez delirar, tremer, arrepiar. 

Este mel... é dos deuses!
- Quero provar de seu melzinho – ele me disse. E eu pressentia que não demoraria muito para que ele pudesse fazer isso. Estava ficando toda molhada com a língua dele e logo ele levantou a cabeça e me mostrou que algo escorria de sua língua.
Fiquei um pouco envergonhada... confesso que fiquei.

Mas como eu sempre defendi que numa cama, entre duas pessoas que se gostam, pode ter de tudo, logo perdi a vergonha e fui fazer um boquete no pinto dele, que também já deixava escorrer um melzinho... que fiz questão de engolir.

E depois eu resolvi sentar naquela vara dura, e sentei, de frente para ele. Fiquei parada, ele colocou as mãos em meus seios e ficou fazendo carícias, puxando meus biquinhos, me fazendo ficar arrepiada de novo.

Então comecei a cavalgar. Ele olhava embevecido meus seios indo pra cima e pra baixo, meus cabelos esvoaçando... e ele me proporcionou o primeiro gozo daquela noite.
Só depois é que conversamos. Ficamos horas falando de nós, de nossas conversas, nossos corpos enroscados, ele passava as mãos em meu corpo todo, apertava minha bunda, beijava meus seios... e eu não conseguia tirar a mão do pinto dele, que, novamente duro, ansiava me penetrar mais. 

Fiquei de quatro e ele ajoelhou atrás de mim, curvou-se sobre meu corpo, beijou da minha nuca ao meu ânus, antes de enfiar o pinto em minha xaninha e me levar ao segundo gozo.

Perguntei: - Rô, você quer aí atrás também?
- Estou louco para você me oferecer...
- A oferta está feita. Sou que nem a C&A – use e abuse! 

Vou por bem devagar, viu?
- Você é a mulher mais gostosa que já conheci – ele falou já colocando a cabeça do pinto no meu ânus...e foi enfiando devagar, e como sempre acontece, até que a cabeça entrasse toda, doeu um pouco, mas depois a dor passou e eu adorei ser socada por ele até que ele gozasse.

Estávamos suados... fomos tomar um banho e ele disse que poderia dormir comigo.
Adorei a ideia e ai cantei um trecho daquela música do Roberto Carlos:


“Amanhã de manhã, vou pedir o café pra nós dois...”
Deitamos, estava um pouco frio, puxei a coberta e dormimos, abraçadinhos...
E de manhã, pedi mesmo o café da manhã no quarto, e depois de tomarmos, eu disse que não poderia demorar muito, meu voo estava marcado para as 10 horas e eu tinha de estar em Congonhas às 9. Não deu para transarmos de novo, só nos demos muitos beijos e chupadas. E tomei o leitinho dele, afinal estava na hora do café da manhã...

Quando descemos, eu parei no mezanino, para ver se o bonitinho estava lá. Não estava, era uma moça. Sabendo que ele tinha terminado o turno dele, desci, acertei a conta e Ronaldo me levou ao aeroporto.

- Você prometeu mesmo ao rapaz que iria transar com ele?
- Foi o único jeito de ele deixar você subir...
- E se você voltar a esse hotel e o encontrar?
- Mas quem disse que voltarei a este? Aqui tem tantos hotéis!!!

Gostaram da fantasia dela? Então, leiam a dele:

Helena é uma menina encantadora há muito tempo nutrimos um pelo outro uma grande amizade e temos um carinho enorme entre nós.

Na verdade, sempre a desejei por ser uma pessoa magnífica, tanto que ao meu ver seria a melhor Mulher que um homem poderia desejar para compartilhar uma vida toda. Nossa amizade sempre foi muito sincera e compartilhamos muitos segredos, pois sempre que podemos compartilhamos nossas intimidades, mas o que eu nunca poderia imaginar que seria possível aconteceu, ela me ligou, percebi pela sua voz que havia algo acontecendo, disse que precisava falar com alguém e essa pessoa tinha que ser eu, segundo ela a única pessoa que poderia entende-la. Marcamos, tentei marcar um lugar para nós encontramos, mas ela disse que estava em sua casa e não estava querendo sair que estava sozinha que poderia ir lá sem problemas, que seria melhor assim. 

Mata o véio!!! que delícia!
Concordei e em minutos, cheguei em sua casa, ela estava simplesmente encantadora com um minúsculo shortinho e uma mini blusa transparente, após abrir a porta com o rosto molhado pelas lágrimas me abraçou forte e começou a chorar, pedi calma pois queria saber o que a deixara daquele jeito.

Estávamos frente a frente, olhou profundamente em meus olhos e me beijou a boca, primeiro como amigos, mas depois foi ficando tão intenso que não pude me controlar e correspondia a altura aquele maravilhoso beijo, enquanto em meus pensamentos não acreditava que aquela mulher que há tanto tempo causava-me desejos, estava ali na minha frente com os olhos molhados e sua boca inchada estava colada em meus lábios (acho muito sexy mulheres com olhos molhados, revelam um sensualidade imensa), pois bem é claro que meu membro a esta altura estava explodindo dentro da minha calça e roçava em suas pernas.

Após o longo beijo ela se afastou um pouco e as únicas palavras dela foram: - que loucura  - e eu sem saber bem o que dizer, meio desajeitado pedi desculpas, ela sorriu e me disse não quero conversar agora, quero você! Minha nossa, abracei forte seu delicioso corpo, agora como homem apaixonado, peguei ela no colo e conduzi até a sala, a coloquei sobre o sofá, agora eu dominava a situação, subi carinhosamente sobre seu corpo e beijei aquela fêmea sedenta pelos meus lábios e língua.

Mas eu não queria nada selvagem, afinal sempre sonhara com aquele momento, beijei cuidadosamente cada pedacinho dela, que se curvava a cada toque meu, pedindo mais e mais, a pressa do momento deu lugar a carinhos intermináveis, seu corpo suplicava para que tudo se consumasse rapidamente, mas eu queria aproveitar o máximo do momento. Após tirar toda sua roupa, lambi chupei, suguei até chegar na sua grutinha de prazer toda molhada e penetrei-a com minha língua. 

Uau... que cabeção!!!
Helena gozou instantaneamente e suguei cada gotinha do seu gozo me coloquei em pé ao seu lado e exibi o tamanho e a grossura do efeito que ela causou em mim, estava muito grosso e com as veias salientes a cabeça enorme e toda molhadinha.Dirigi-o de encontro a sua boca, confesso que foi um momento mágico ver meu membro sumindo dentro dela, dei umas estocadas como se a estivesse penetrando, mas não chegou ao fundo de sua garganta, ainda tinha muito para fora.

Helena sugava como se fosse um delicioso sorvete, por vezes só lambia toda a extensão fazendo que meu membro liberasse cada vez mais o líquido que ela não permitia que se perdesse e dava chupões na cabeça como se fosse arrancar, não aguentei mais e a coloquei de quatro no sofá e enterrei tudo de uma só vez, nesta hora já estava enlouquecendo de tesão, enquanto mexia segurava seu quadril e puxava de encontro ao meu mastro, percebia seus orgasmos sucessivos e eu mexia ainda mais rápido e vendo seus seios balançando a cada investida minha, não aguentei e enchi sua bucetinha com todo o prazer e tesão do momento que tanto sonhara, gozei tanto que escorria pelas suas coxas.   

Adoro comer um cuzinho gostoso como o seu!
Aproveitei todo aquele líquido e sem tirar meu pau que ainda estava duríssimo, espalhei minha porra pela sua bundinha e comecei uma deliciosa massagem em seu ânus e fui colocando a ponta do dedo e cada vez mais fundo, com meu membro ainda dentro dela duríssimo agora tinha um dedo massageando aquela linda bundinha, depois já eram dois dedos.

Helena, rebolando, jogava seu corpo de encontro às minhas carícias, mas o que eu queria fazer e fiz foi tirar o meu pau da sua bucetinha e enfiar no seu cuzinho muito lubrificado pelo meu esperma e coloquei tudo de uma só vez e senti seu corpo encostar no meu, e foi assim até eu também sentir meu membro inchar e novamente explodimos em um gozo que caímos no tapete da sala exaustos mas satisfeitos e começamos a rir e eu perguntei o que mesmo queria me dizer, afinal deveria ser algo muito grave, ela sorriu com sua boca linda deliciosa me dizendo que nem se lembrava mais...

  E então, leitores e leitoras? Qual desses contos lhes pareceu o mais hot? Ah... e tem mais uma fantasia a seguir... deliciem-se!!!