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segunda-feira, 10 de maio de 2021

As amigas faziam caminhadas, uma se machucou a outra foi tratar do ferimento... e ai rolou

 O amor de duas sempre é lindo

(escrito por Kaplan)  

 

Uma história belíssima e interessante envolvendo duas gatas muito amigas, Andrea e Pietra. Interessante porque a amizade das duas era tão grande e tão antiga, desde crianças, colégio juntas, faculdade juntas... que elas acabaram nutrindo uma paixão muito grande uma pela outra e sem coragem de confessar isso, temendo que a outra não aceitasse e a amizade terminasse.

Mas como Cupido vive tramando das suas, aconteceu o que ambas queriam. 

Foi num dia em faziam uma caminhada, entremeada com pequenas corridas, e Andrea, de repente, deu um grito. Havia sofrido uma torção na perna direita, que doía muito e não lhe permitia andar. Preocupada, Pietra abraçou-a e foi ajudando para que ela pudesse chegar até a casa. E para azar, o trecho que faltava era uma subida, leve, mas uma subida, o que dificultava mais ainda.

Elas se amavam, mas não sabiam quanto!

- Ô amiga, se eu tivesse força, eu te carregava. Mas vamos, apóie-se em mim e conseguiremos chegar.

No meio do caminho, Andrea precisou dar uma parada, sentou-se numa pedra grande e ficou respirando. Pietra, condoída, ajoelhou-se na frente dela e começou a massagear a perna, mas viu que o problema era mais o joelho, então parou. E Andrea reclamou:

- Não para, amiga, suas mãos estão fazendo um carinho tão gostoso, continua...

Já tremendo de emoção, Pietra continuou e depois, sentindo que poderia fazer algo que deixasse Andrea perceber o quanto a amava, parou a pretexto de tomar água. Foi aí que perceberam que a garrafinha da Andrea tinha ficado pra trás. Pietra então deixou que ela bebesse primeiro e depois, a título de brincadeira, para animar a amiga, comentou que ia dar um beijo de tabela nela e pôs a boca na garrafa para beber. Quase engasgou quando ouviu Andrea falar:

- Beijo de tabela não tem graça, por que não me dá um beijo de verdade?

Finalmente uma delas criava coragem para dizer o que sentia.

- Jura que eu ouvi isso que você falou?

Com os olhos marejados, Andrea confirmou e quem chorou então foi Pietra.

- Andrea, eu te amo tanto!

- Eu também te amo, Pietra! 



O beijo confirmou o amor das duas...



E um longo beijo selou a confissão das duas. Mas agora que sabiam, só um beijo seria insuficiente.

- Quero fazer com você tudo que já sonhei tantas vezes...

- Eu quero que você beije meus seios antes de qualquer outra coisa!

E Andrea levantou a blusa, tirou-a e ofereceu os seios à amiga, que beijou, cheia de carinho, fazendo a amiga ficar toda arrepiada.

Pietra falou que também queria sentir os lábios da amiga em seus seios, tirou a blusa e aproximou-os da boca da Andrea, que retribuiu os beijos carinhosos que recebera.

E foram longos minutos de beijos nos seios, nas bocas.

- Você não imagina como eu ficava louca quando a gente tomava banho juntas, depois das aulas de educação física. Vontade de cair de boca na sua perereca... 

- Pois faça isso agora! Disse Pietra se levantando e tirando o short e a calcinha. Chegou bem perto da amiga que continuava sentada e gemeu baixinho quando sentiu a língua dela adentrar-se dentro de sua xotinha.

- Que merda que não consigo ficar de pé...

- Precisa não, deixa eu tirar seu shortinho.

Foi feito e então Andrea deitou-se na pedra e sua xotinha também foi devidamente chupada pela amiga.

E depois do beijo...

- Vamos nos amar muito daqui pra frente! Mas temos de ir pra casa, passar um remédio ai e nos deitar para continuar o que começamos.

- Vamos peladas?

- Melhor não..

Vestiram-se e foram do jeito que haviam chegado até ali. Uma apoiada na outra, mas agora o abraço tinha outra conotação...

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Seduzida por um bartender

Este mês de outubro estarei de férias, passeando com minha sobrinha Cecilia, então, provavelmente irei postar menos contos do que habitualmente. Mas vocês podem ter a certeza de que haverá contos interessantíssimos quando voltarmos!
Não fiquem tristes, leitoras e leitores... tem mais de 3000 contos pra serem lidos ou relidos. Aproveitem! E podem comentar também... a gente gosta de saber se os contos estão agradando...


Não foi preciso beber nada especial

(escrito por Kaplan)

Às vezes, quando a pessoa está muito carente, acaba por fazer loucuras. Pode ser que depois se arrependa, pode ser que não. Mas a loucura já foi feita.

Sibila tinha terminado um noivado que parecia promissor. Mas descobriu que o noivo fazia festas com outras garotas...
Como ela descobriu? Porque o cara era um tolo. Convidou uma conhecida dela para uma das festas, e lá ela viu que ele saía beijando todas. Fez questão de ver até onde ia aquilo, fotografou sem ele perceber. 

Ela viu as duas com o noivo de sua amiga
Depois que a festa acabou, ela ficou por lá e viu que havia mais duas, que não desgrudavam do noivo da Sibila. Essa amiga saiu e ficou no estacionamento, dentro de seu carro, aguardando a saída.
Logo o noivo da Sibila saiu, com as duas, entrou no carro. Ela foi atrás e viu que ele entrara num motel. Fotografou de tal forma que a placa do carro ficou visível.
E no dia seguinte procurou a Sibila, contou tudo e mostrou as fotos.

Sibila agradeceu, pediu que a amiga lhe enviasse as fotos pelo celular. E mandou para o noivo, com uma foto dela tirando a aliança e jogando no meio da rua. Foi assim que ela terminou. E o bandido sequer telefonou para pedir desculpas.

Então ela fez as malas e viajou. Foi para um hotel numa cidade cheia de montanhas. Fazia um pouco de frio, o que a levou a procurar o bar do hotel para pegar umas caipivodkas. Era preciso esquentar duplamente o corpo. Pelo frio que fazia e pelo frio que ela sentia dentro dela.
O que não passou despercebido ao Antenor, o bartender.

Como o hotel estava com poucos hóspedes, ele quase não tinha trabalho e assim, quando a Sibila apareceu pedindo a caipivodka, ele a preparou e iniciou uma conversa, banal, mas ele percebeu que a moça não estava muito bem. Não iria perguntar, assim, de cara. Mas era um cara sensível e notou que ela estava precisando desabafar alguma coisa.

O bartender notou que ela estava abafada...
No primeiro dia, ela tomou duas caipivodkas. Bateram papos banais, tipo como está frio, essas coisas sem a menor importância.
No segundo dia, ela voltou a pedir as caipivodkas. E ficava na varanda olhando as montanhas e bebericando.

Quando ela foi pedir a terceira, ele tomou a liberdade de perguntar se ela estava habituada a beber. Envergonhada, ela disse que não, mas estava bebendo porque tinha um motivo para isso.
Vendo que ele a olhava com um olhar interrogativo, ela contou sua história.
Recebeu o apoio dele.

- Puxa Sibila, seu noivo..
- Ex-noivo.
- Desculpe, seu ex-noivo é... como vou dizer... um crápula e um babaca. Isso que ele fez não se faz, o que o torna um crápula. E deixar você? Babaca, mil vezes babaca!

Ela deu um sorriso triste.

- Obrigada, Antenor. Mas você tem razão. Não vou me afogar na bebida. Como está a previsão de tempo para amanhã cedo?
- Pouquinho de frio, mas o sol vai aparecer.
- Ótimo, vou dar uma caminhada. Vai me ajudar.
- Posso te acompanhar?
- E seu trabalho?
- Amanhã é meu dia de folga.
- Legal, mas me diga você tem namorada, é casado?
- Não, não tenho namorada, noiva, esposa.
- Então pode vir comigo. Levante cedo, rapaz! Só vou tomar o café da manhã e sair.
- Vou te esperar lá fora, tá? Se me virem saindo com você podem me interpretar mal.
- Claro, sem problema. Ali, tá vendo aquela curvinha na estrada? Me espere ali, digamos, às 8:30.
- Estarei lá.

Aquele papo deu uma boa animada em Sibila. Pela primeira vez desde o acontecido, ela dormiu tranquila e rapidamente. 

Ela foi caminhar, e ele foi junto..
Levantou-se na manhã seguinte. Eram 7 horas. Vestiu-se, penteou-se. Foi tomar o café. Voltou ao quarto, escovou os dentes, fez um xixi. Olhou no relógio. 8 horas.
Achou melhor sair e esperar pelo Antenor no local combinado. Para sua surpresa, ele já estava lá, sentado numa pedra, longe da vista do hotel, esperando por ela.

- Achei que ia ficar zanzando até você chegar e você já está aí. Dormiu aí não, né?
- Que bom que está bem humorada hoje! Não, não dormi aqui. Acabei de chegar.
- Ótimo, então vamos!

Saíram caminhando e ele aproveitou para mostrar a ela alguns locais bacanas que havia lá. Passearam por cerca de 3 horas e só voltaram para o hotel porque ela demonstrou estar com fome. Ao retornarem, ela tropeçou numa pedra e só não caiu porque o Antenor segurou em sua mão. E sem entender bem o que estava fazendo, ela não tirou sua mão da mão dele. Caminharam de mãos dadas até aquele ponto além do qual ele não deveria ser visto com ela.
Tomada de súbito desejo, ela perguntou como era a rotina dele.

- Olha, nesses períodos de baixa temporada, a gerência faz um revezamento. Então, amanhã eu vou entrar às 7 para ajudar no café, e fico até as 10. Aí tenho folga até as 18 e fico até as 23, quando o bar fecha.
- De 10 às 18 você fica a toa. Vai pra casa ou fica por aqui?
- Costumo ir, porque, ficando, sempre aparece algo extra...
- Eu queria te pedir uma coisa, mas não quero que pense mal de mim.
- Jamais pensaria.
- Pode me visitar, em meu quarto, nesse horário em que fica a toa?

Ele engoliu em seco.

- É para o que estou pensando?
- Se você está pensando que eu quero transar com você, sim. Mas por favor, não pense que estou querendo me vingar do babaca. Não penso nisso. Mas você se mostrou uma pessoa tão legal que me deu tesão. Confesso que é isso e gostaria de transar com você. Se você quiser...
- Eu não sou babaca... claro que quero, gostei demais de você. Não vai ser fácil despistar o pessoal, mas vou arriscar. Me espere, se eu não conseguir darei um jeito de telefonar para seu quarto e te aviso.
- Me dá um beijo?

Como resistir a um pedido tão encantador de uma pessoa mais encantadora ainda?
Ele a beijou, ela correspondeu e foi um beijo demorado, molhado, em que as línguas se debateram. Com o rosto afogueado, ela se soltou e correu para o hotel. Ele foi para sua casa, encantado com a perspectiva que se abria.
No dia seguinte, ela ficou esperando por ele a partir das 10 horas. Nada... 10:30 o telefone toca. Temendo o pior, ela atendeu, trêmula.

- Rapidinho. Deixe a porta aberta que vou conseguir. 

Ele conseguiu despistar e ir ao quarto.
O temor foi substituído pela alegria. Abriu a porta, olhou o corredor. Vazio. Mas logo ele apareceu, correndo, entrou no quarto e foi recebido com um beijaço. E como eles sabiam o que ia acontecer, ele já foi tirando a camisa enquanto beijava a Sibila. E ela foi arrancando o vestido, ficando só com a lingerie, que também não demorou a desaparecer. Ele tirou o sutiã, pegou nos seios dela, carinhosamente, beijou e mamou.

- Você é tão linda! – disse ele enquanto tirava a calcinha dela. E então sua língua visitou a xotinha, lambeu-a, tocou o grelinho, fez ela suspirar e gemer.

Como ela estava sentada numa cadeira, ele apenas levantou, seu pau já duro, e enfiou na xotinha, dando firmes estocadas que a fizeram estremecer de prazer.
Levantou-se, ajoelhou na frente dele e deu a chupada no pau, que estava faltando para completar o início da bela transa.

Encostou-se na parede, em pé. Ele chegou por trás e tornou a penetrá-la. E bombou mais um tanto de vezes até notar que ela desfalecia, ou seja, gozara.

Fora algo bem interessante que ela vivenciara. Pensou que poderia acontecer de novo, mas ele não conseguiu despistar mais. Ficou, portanto, só naquela bela transa. Ela não se arrependeu.


segunda-feira, 18 de março de 2019

Ela adorava dar de cachorrinho


É uma posição muito legal. Também gosto!

(escrito por Kaplan)

Mais uma história acontecida em cidade do interior. Envolvia dois amigos Monick e Silviano. Mas eram amigos que transavam. Aprenderam a se gostar quando das brincadeiras de criança. Adolescentes, ficaram estudando as transformações dos corpos. E depois de maiores de idade, experimentaram tudo de sexo e gostaram bastante. Se bem que ela tinha uma particularidade: adorava o dog style, o dar de quatro.

Ele não tinha essa preferência, o que não quer dizer que não gostava. Mas fazia de tudo e gostava de tudo. E combinaram que quando fossem transar, fariam como ela queria, mas também haveria espaço para o que ele quisesse.

Foi assim no dia em que vou narrar o que aprontaram.
Impossível transar em casa, seja dele ou dela. Muita gente... impossível. 

Uma gata que não tinha medo de cachorrinho...

Tinham locais já determinados, procurados e escolhidos a dedo. Ninguém suspeitava quando via os dois caminhando como se fossem grandes atletas e indo em direção a um parque abandonado que havia nas redondezas. Todo mundo imaginava que estavam se exercitando. Mente sã em corpo são, diziam os antigos...

Mas a caminhada deles parava no local mais adequado. Para treparem.
Ainda restavam pedaços de brinquedos que existiram outrora naquele parque. Não se sabe a razão, ele foi sendo abandonado, ninguém frequentava e assim os brinquedos foram se deteriorando. Ali era o local em que eles trepavam.
Silviano sempre levava, debaixo da camiseta, uma toalha, para estender no chão e ali eles fazerem as coisas boas que sempre faziam.

Naquele dia, mal sentaram na toalha, ele foi avançando sobre ela, suspendendo sua camiseta e mamando nos seios da Monick. 

Ele mamava como um gatinho...

- Hummm... que gostoso... gosto muito de ver você mamando em mim...

Ele gostava muito também e mamou por um bom tempo. Depois tirou a calcinha dela e chupou a xotinha. Outra coisa que ambos gostavam bastante.
Aí foi a vez de ela tirar a bermuda dele e dar uma boa chupada no pau.

Sentindo-se bem seguros, despiram-se completamente. Beijaram-se com tal intensidade que, se alguém visse, poderia apostar que eram namorados. Mas não. Só amizade colorida mesmo. Amigos podem trepar, não existe lei alguma que impeça.

Aí foram fazer o que ela gostava. Ela ficou de quatro e ele foi pra trás dela, enfiar o pau e começar a dar as estocadas que ela tanto apreciava. 

Perceberam? Essa gata adorava um cachorrinho...

Por ela, ficariam só nisso, mas ele não desejava só aquilo não. Gostava de vê-la cavalgando e foi isso que fizeram em seguida. E, pasmem, terminaram num belo papai e mamãe!
Não, não tinham terminado ainda. Ele não gozara e quando isso acontecia, ela sabia o que fazer.

Bateu punheta pra ele até ele gozar em cima dela.
Limpou-se, vestiram-se e retornaram para a cidade. Caminhavam com rapidez, pra todo mundo achar que eles tinham ido muito longe e voltavam suados, suados...


quinta-feira, 7 de março de 2019

Depois da caminhada, deu para o vizinho, no sofá


Mas o sofá era na casa dela ou dele?

(escrito por Kaplan)

Não era a primeira vez, mas era sempre gostoso.
Manuela e Vladimir, jovens ambos, na faixa dos 20, universitários. Em férias, aproveitavam as ruas do belo condomínio onde moravam para desenferrujar os ossos. Caminhavam, corriam. Moravam em casas vizinhas.

No verão, aproveitavam para tomar um gostoso banho de piscina na casa dela. E no inverno, evitavam a piscina, trocando-a por um sofá quentinho... na casa dele.
Algo não faltava, nem no verão nem no inverno. A boa e velha trepadinha...

Não eram namorados. Eram vizinhos, amigos, um dia rolou tesão, transaram e gostaram. Daí em diante, todas as oportunidades eram bem vindas.
Como naquela manhã um pouco fria de inverno em que eles, vestindo moletons, caminharam e deram uma pequena corrida. E foram para o sofá da casa dele.

Mal entraram, casa vazia pois os pais trabalhavam na cidade, tomaram um suco e sentaram no sofá e começaram a se beijar. 

Ela já punha a perna sobre a perna dele. Falava que era para esquentar melhor. Ele ria, aceitava e ficavam bons minutos se beijando.


Camisetinha sensual... deixava ele doidinho!
Até que ele começou a tirar a blusa de moleton dela. Ela usava uma camisetinha por baixo, transparente e não tinha colocado sutiã. Ele admirou a beleza dos seios dela, vislumbrados sob a camiseta. Tratou de tirá-la também.
Só com a calça, ela deitou no sofá. Estava louca para ele pular em cima dela, os seios arfavam, ela era toda tesão.

Mas primeiro ele tirou a calça dela, deixando-a só de calcinha. Que foi tirada em seguida, num ritual bem demorado, cheio de beijos.
Nua, ela começou a tirar a roupa do Vladimir.

E quando viu a calça dele descer e o volume que tinha na cueca, abaixou-a rapidamente e começou a chupar o pau dele. Ela nunca tinha feito sexo oral com namorados, mas isso se devia ao fato de ser, na época, adolescente que mal começava a descobrir o sexo. Foi Vladimir quem lhe ensinou tudo e ela era profundamente agradecida a ele. E fazia questão de mostrar, todos os dias em que se encontravam, que havia aprendido bem as lições que ele lhe dera. 

Ele ensinou, ela aprendeu rapidinho...

Chupou, portanto, antes de mais nada.
Ele adorava ver como ela aprendera. E até arriscava a fazer coisas que ele não ensinara. Talvez tivesse aprendido com algum outro cara, ele não ligava. Gostava, aliás. E muito!
E depois de chupar, ela se deitou no sofá. Queria receber também. E ele gostava muito de chupar a xotinha dela. Dizia que era a mais gostosa que já tinha chupado. Ela adorava ouvir aquilo.

E gemia gostoso quando ele a lambia, quando enfiava a língua bem no grelinho dela. E quando enfiava um dedo também. Tudo era bom com o Vladimir.
Uma vez ela falou com ele que gostaria de reencontrar os namoradinhos da adolescência para mostrar a eles tudo que aprendera com o Vladimir. Ele achou graça.
E aí meteu. 

Tudo era bom, mas cavalgar era ótimo!

Primeiro de frente. Depois ela o cavalgou. Como gostara dessa posição!
E depois de muito cavalgar e ter  o gozo que sempre tinha, ela levantou, ajoelhou entre as pernas dele e chupou seu pau de novo. E chupou até ele gozar, lambuzando o rosto dela por inteiro.

Eles riam muito quando isso acontecia.
E aproveitavam pra tomar um banho juntos. Afinal, ela não poderia chegar em casa com o rosto cheio de esperma!


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Semana temática ALTA INFIDELIDADE conto 03


Mamãe machucou o pé, o amigo veio cuidar dela...

(escrito por Kaplan) 

Estava eu conversando com meu amigo Telmo, tomando boas cervejas, quando passa um rapaz que o cumprimenta alegremente. Ele o chamou para sentar conosco, ele veio mas disse que não podia ficar. E me falou algo que me deixou encucado.

- Mamãe machucou o pé e este grande amigo foi quem cuidou dela. Ela está ótima! Apareça mais, Telmo, será sempre um prazer!

Levantou-se e foi embora. Olhei pro Telmo, que estava com uma cara que o denunciava.

- Cuidou dela, hein? E ela está ótima, hein?
- Kaplan, você tem a mente muito poluída. De fato, a Elke machucou o pé e fui eu quem cuidou dela,  só tem este filho, que não tinha experiência de nada. Fui lá ajudar! O marido estava viajando, alguém tinha de fazer alguma coisa.
- Sei... e qual foi o remédio que você utilizou? Chá de picadura?

A gargalhada dele denunciou tudo.

- Foi mais ou menos isso... mas olhe aqui, vou te contar, mas... segredo absoluto, viu? Se o filho ou o marido descobrem, vai ser um pandemônio!
- Você sabe que minha boca é um túmulo. Silêncio total. Desembucha! 

Ela machucou o pezinho.. tadinha!
- Pois foi assim. Eu e ela sempre fazíamos caminhada juntos. Todo santo dia. Sou muito amigo da família toda, você viu como o rapaz me chamou: grande amigo. E pra ser franco, eu nunca tinha pensado em ter nada com ela, apesar de ser uma coroa gostosíssima. Mas a amizade falava mais alto e éramos, então, apenas colegas de caminhada.

Só que a Elke deu uma torcida no pé alguns dias atrás e eu tive que praticamente carregá-la até sua casa. Ela não conseguia pisar direito com o pé. Foi apoiada em mim, pulando que nem um saci. Quando chegamos na casa, o filho estava saindo pra faculdade. Ficou preocupado, queria ficar em casa com ela, ela disse que não precisava, eu confirmei. Falei que ele podia ir, que eu cuidaria dela, era coisa simples, bastava passar um creme próprio que ela ficaria boa. Então ele foi e eu ajudei a Elke a ir até a cama. 

Deitei-a, tirei o tênis e a meia, vi que de fato estava um pouco inchado o pé esquerdo. Perguntei se ela tinha algum remédio, ela disse que não. Então falei que ia colocar gelo. Ela me indicou onde havia uma toalha pequena, fui até a geladeira, coloquei várias pedras de gelo na toalha e levei até o quarto. Coloquei no pé dela, ela ficou um tempo com o gelo. Ficamos conversando e aí aconteceu.

- Sabe o que ela me falou?
- Nem imagino!
- Disse que precisava tomar um banho e tentou levantar, mas o pé machucado não deixou. Então ela me pediu para tirar a roupa dela. Fiquei meio cabreiro, mas acabei tirando a camiseta e cara... ela estava sem sutiã. Que  peitos lindos! 

Tive de ajudá-la a tirar a roupa, coitada!
Pediu pra eu tirar a calça dela também, essas calças que as mulheres usam para caminhar, fazer ginástica, sabe? Comecei a suar frio, mas tirei. Bom, de calcinha ela estava.

Deixei-a na cama e a pedido dela fui encher a banheira que ela tem na suíte. Fiz isso e quando estava cheia, fui até a cama para ajudá-a a ir até a banheira.

Não tive culpa, foi ela que me agarrou. Falou que queria que eu desse banho nela, eu falei que não seria uma boa coisa, aí ela me beijou e disse que queria. E foi tirando minha camiseta e foi me beijando todo, meu peito, minha barriga, chegou na bermuda, beijou meu pau por cima da bermuda e quando voltou a me beijar, aí meu amigo, eu mandei tudo às favas. Esqueci que era amigo dela, do marido, do filho, a gente se atracou na cama e eu comecei a beijar os pés dela, as pernas, e lambi a xotinha por cima da calcinha e subi, mamei nos peitos dela e voltei, já tirando a calcinha e dando uma belíssima chupada na xotinha. Legal que ela não depila tudo, deixa aquele bigodinho de Hitler, sabe como? 

Chupei até o bigodinho do Hitler....
Cara, chupei demais. E ela gemia sem parar.
Nos viramos na cama, ela ficou por cima de mim, me beijava e meu pau só endurecia. Então ela fez como eu tinha feito, foi beijando meu corpo até chegar na altura que queria, tirou minha bermuda e me fez um boquete como há muito eu não recebia. Me fez lembrar dos boquetes da Meg [ nota do autor: Telmo tinha sido um dos muitos “amigões” que a Meg teve...]

E depois da chupada, ela sentou em mim. Me cavalgou até gozar, rindo até não poder mais. Depois me falou que tinha muito tempo que não sentia um gozo... deu pra entender o porquê de ela estar me seduzindo... e aí, meu caro, tive de come-la mais um pouco, ela quis de tudo!

E foi de cachorrinho, de ladinho, lá se foi o rabinho também... uma beleza tudo!
E o melhor: ela já me passou todos os horários em que fica sozinha; filho na faculdade e marido no trabalho... eu só falei com ela que preferia evitar a casa dela, não ficaria bem se um dos dois me pegasse na cama com ela. Ela concordou, então, depois da caminhada que continuamos fazendo, vamos pro meu apartamento e é lá que trepamos adoidado!

- É, você nasceu com o cu virado pra lua mesmo!



quinta-feira, 3 de maio de 2018

Espiando Meg e vizinhos


Já que não dava para participar...

(escrito por Kaplan)     

Eu sempre gostei de ver Meg com outros caras. Dá um tesão danado! É muito bom. Mas nem sempre ela curtia estar sendo vista. Ou então os caras não gostavam de saber que eu estaria vendo. Nesses casos, o jeito era ficar escondido para poder apreciar.
Isso acontecia principalmente com vizinhos. Parece que os caras ficavam com medo de que eu soubesse, acho que não acreditavam quando Meg garantia a eles que eu sabia. Mas nem pensar em eu vê-los!

Vou contar a vocês de três vizinhos que foram vistos por mim, sem o saberem. Claro que tudo foi em nosso apartamento...

Xavier era o nome dele. De uma idade bem parecida com a da Meg, na ocasião, 34 anos. Solteiro, morava no apartamento de frente ao nosso, mas no andar ainda havia mais dois apartamentos. Ele tinha de fazer uma ginástica muito grande com horários, para poder entrar no nosso sem que os vizinhos vissem.
Ele tinha de ficar olhando pelo visor da porta para controlar o horário de saída. E depois de ver que todos tinham saído, é que ele entrava no nosso apartamento.

Como é que eu consegui despistar? Simples. Deixei a porta da área destrancada. Saí pela porta da sala, entrei no elevador, mas voltei pelas escadas e fiquei aguardando. Quando vi que ele saiu do apartamento dele e foi ao nosso, passei pela porta da área, sem fazer barulho, para poder ver o que se passava na sala. Evidentemente, eu já tinha combinado com a Meg que ficasse na sala, não entrasse para o quarto nem para a cozinha, que era o local onde eu estava escondido. 

Ela gostava muito de ser chupada...
Naquele dia, ela estava com uma camiseta e uma calcinha, ambos brancos, quando ele chegou.  Pude ver que, assim que ela fechou a porta, eles se engalfinharam em beijos e amassos e logo ele a colocou na poltrona, ela sentou nele e ele levantou a camiseta, mamando nos peitinhos deliciosos dela. E mais beijos e amassos...

Aí tirou a calcinha dela, levantaram-se, ela sentou e ele ajoelhou e chupou a xotinha dela. Era uma cena bonita de se ver, e meu pau quase explodia...
Pôs ela de joelhos na poltrona e mandou ver, enfiou o pau na xotinha e bombou bastante. Depois deitaram no tapete, ele por cima dela, e foi no papai e mamãe mesmo... e logo ele gozou na barriguinha dela. 

Derramou tudo na barriguinha dela...

Despediu-se com um beijo, se vestiu e foi embora.

Meg ficou deitada com a porra na barriga, eu é que a limpei. Comentei da rapidez, ela disse que naquele dia ele estava atrasado e não poderia demorar.

- Você gozou?
- Não...
- Então vai gozar agora...

E a comi, do jeito que ela gostava, me cavalgando... Me agradeceu muito por esse segundo tempo...

Outro vizinho era o Tenório, e nesse apartamento, só havia dois por andar, então ele só precisava vigiar a minha saída... e a minha combinação com a Meg era a mesma. Ficar na sala para que eu pudesse ver a performance deles. Ela adorava se exibir assim pra mim, ele é que não queria saber disso!

Ela o recebeu de lingerie. Me disse que era o que ele mais curtia... fetiches!!!
E foi no tapete que eles começaram. Beijos, amassos, como sempre. Ela tirou a roupa dele, deixou-o de cueca e ele tirou o sutiã dela, deixando-a de calcinha. Ajoelhado atrás dela, segurava nos seios e beijava-lhe a nuca, a orelha... ela adorava isso!
Depois colocou-a de quatro,mas não comeu. Ficou beijando o corpo todo dela, pelas costas, bunda, pernas, enfiava a cabeça por baixo da barriga dela e mamava... 

Brasileiro gosta de espanhola...

Aí ela tirou a cueca dele, virou-se e colocou o pau entre os seios, ficou friccionando e depois... boquete, que ela sempre adorou fazer!

Depois do boquete, ele fez ela deitar, levantou as pernas dela e meteu. O conhecido frango assado, que depois foi substituído por uma chupada daquelas na xotinha.
E finalmente ela o cavalgou, e de bunda virada pra mim... que delícia que era ver aquilo... e ela pulou até gozar.
Naquele dia não precisei fazer o segundo tempo com ela. Estava feliz com a gozada que dera!

Valter era o nome do terceiro vizinho que não queria saber de ser visto por mim. E trepava com ela duas vezes por semana, porque eles faziam caminhada e ao regressarem, iam pro quarto e trepavam.
Esse eu só consegui ver um dia, quando pude atrasar minha entrada no trabalho e esperar que eles voltassem da caminhada, o que acontecia por volta das 8 horas. Caminhavam de 7 às 8. E como ele só gostava de trepar na cama, eu tive de bolar uma estratégia diferente para poder ver.

Fiquei no quarto de hóspedes, que dava de frente para o nosso quarto. Como ela me disse que nunca fechavam a porta, porque eu já estaria longe, eu combinei com ela que ela desse uma encostada na porta, não a fechasse, para que eu pudesse ver pela fresta.
E foi assim que vi os dois chegando, ambos de short e camiseta, e sentando na cama, conversando alegremente, até que ele a abraçou e beijou, e os beijos aumentaram, e logo ela já estava praticamente deitada e ele por cima, mas ambos ainda vestidos e só se beijando e colocando as mãos nas regiões mais estratégicas. 

Faziam ginástica na rua e na cama...
Então ele a despiu e ela o despiu, jogou deitado na cama e começou o boquete nele.
E depois do boquete, o tradicional. Ele a comeu de ladinho, de cachorrinho e ela o cavalgou, quando gozou. Eu já sabia que seria assim, ela me disse que ele era muito metódico e sempre fazia as coisas nessa ordem. Ela não achava ruim, porque gozava bonito.

Sabendo que ele iria sair logo, caminhei rapidamente, e sem fazer barulho, para a área de serviço, abri a porta e desci um lance de escada para pegar o elevador sem ele me notar.

De qualquer forma, era muito gostoso assistir às trepadas dela!