domingo, 19 de abril de 2020

Na sauna com 4 malucas


Ele nunca suou tanto!

(escrito por Kaplan)   

Quando o pai da Fernanda inaugurou uma sauna na casa dele, as amigas vibraram e ela vivia as chamando. Era um grupo de amizade de longa data. Juliana, Priscila, Fabiana e a Fernanda estavam sempre juntas nas baladas.
E agora tinham mais um motivo para se frequentarem: a sauna.

E as amigas iam sempre durante a semana, aproveitando que a Fernanda ficava sozinha em casa, já que o pai dela saía cedo e só regressava à noite. 

Elas gostavam muito delas mesmo...

E elas entravam com toalhas amarradas aos seios, para a empregada ver, mas lá dentro tiravam tudo e ficavam brincando entre si. Eram heterossexuais, mas não dispensavam carinhos umas nas outras.
Brincavam bastante, sabendo que a empregada não iria lá. Aliás, ela detestava aquela sala quente, como ela dizia.

E aconteceu de um dia a empregada ter faltado porque estava doente. Na mesma hora a Fernanda ligou para as quatro e para um amigo dela, o Sandro, que já tinha falado que gostaria muito de frequentar a sauna da casa dela. Não falou com as amigas que ele iria.
Assim, todas estranharam quando chegaram e ela disse para se enrolarem nas toalhas.

- Pra quê? A sua empregada não vai lá mesmo...
- Eu pedi para ela ir e levar umas bebidas pra gente. Depois que ela levar, a gente fica como sempre ficamos.

Acreditaram e ficaram curtindo, conversando, rindo. Ouviram alguém bater à porta e a Fernanda foi abrir. E colocou o Sandro pra dentro. Gritos, risos... elas não estavam entendendo nada!
Fernanda teve de explicar.

- Gente, a empregada não está aí, não veio hoje, então aproveitei para chamar o Sandro que tinha curiosidade de conhecer a sauna daqui de casa.

O Sandro também se assustara vendo as quatro ali.

- Mas você devia ter me falado que a turma toda estaria aqui, Fernanda. 

A surpresa dele encontrar quatro donzelas nuas

- Ó, quer saber? Não falei nem com você nem com elas, mas você está aqui e elas também. E vamos te mostrar como é que nós curtimos a sauna.

Ela tirou a toalha, as outras também fizeram assim e de repente o Sandro era o único que não estava pelado, só tinha a toalha amarrada na cintura.

- Ei, depois de ver nós quatro te mostrando tudo de bom que temos, você vai ficar escondendo o que nós estamos doidas pra ver?

Ainda meio constrangido, ele tirou a toalha e também a sunga, e elas puderam ver o amigo peladão, sem poder colocar as mãos nos bolsos. Sentou ao lado da Fernanda, que não tirava os olhos do pau dele, doida para fazer alguma coisa interessante.
As outras ficaram rodeando, algumas dançando, se exibindo por inteiro para ele que foi se acalmando e passou a admirar os belos corpos das amigas.
E a Fabiana, mais esperta, sentou-se ao lado dele e pegou no pau.

- Gente... que gordinho, o pau dele! Adorei!

Chupar todas chuparam!

E chupou. Na frente de todas as amigas, ela fez um boquete nele. Elas aplaudiram mas deixaram claro que também iriam querer fazer a mesma coisa.
Então o Sandro teve o prazer de ver seu pau chupado por quatro amigas. Elas se revezaram nas chupadas e ele ficou pensando se seria só aquilo mesmo.

Não, não era só aquilo. Mas aí não foi com as quatro, apenas a Priscila é que estava em condições de trepar. As outras estavam em períodos férteis e não quiseram arriscar porque ali não tinha camisinhas.  

Só ela experimentou as delícias dele!

A Priscila então deitou e rolou, melhor dizendo sentou e cavalgou. As outras ficaram só lambendo os dedos, morrendo de vontade de poder fazer a mesma coisa, mas ainda havia racionalidade naquelas malucas!

Depois da trepada, ele ainda continuou com elas até todos sentirem que o calor já estava excessivo, então saíram e foram tomar uma ducha, todos juntos.
Dar elas não deram, mas como pegaram e chuparam o pau dele!!!


sexta-feira, 17 de abril de 2020

Arrumar o novo apartamento junto com a empregada... hummm


E bota hummmm..... nisso!

 (escrito por Kaplan)  

Mudar para um novo apartamento é complicado para algumas pessoas e muito agradável para outras. De fato, quando se vai mudar, é um tal de descobrir que a antiga casa tinha tanta coisa supérflua e que precisa ser jogada no lixo... dá trabalho, mas garante que a casa nova vai receber uma mudança mais enxuta.
Foi o caso do Valmir, que depois de jogar uma tralha imensa fora, levou as poucas coisas que sobraram e mais os móveis que a transportadora se encarregou de levar e colocar nos ambientes próprios.

Agora vinha a hora de tirar tudo que fora colocado em caixas e guardar. Por sorte, ele estava de férias no trabalho e ainda mais, tinham a Rosana, uma empregada que já trabalhava para eles há mais de dois anos.
A esposa ainda trabalhando, e o Valmir e a Rosana por conta de arrumar...  e como arrumaram!
Assim que a esposa saiu, a Rosana foi preparar um café, para animar a ela e o Valmir.


Café pronto, ela começa a tomar e eis que o Valmir chega e adora vê-la usando uma camisa dele. Aberta, e nada por baixo. Juntou os panos dela na hora!
E aí ficamos descobrindo que ela não era apenas a empregada... era também a amante dele!
E antes de abrir qualquer caixa, eles se pegaram na cozinha mesmo. Longos beijos e as mãos dele percorrendo todas as partes do corpo dela, detendo-se com mais cuidado nos seios, na bunda e na xotinha. E ela já sentia algo duro por ali, tratou de arrancar a calça dele para ver, pegar e fazer coisas legais com o pau dele.

Mas ele gostava de tesá-la primeiro, assim, ajoelhou, lambeu a xotinha, virou-a de costas, beijou e lambeu a bunda, colocou uma das pernas dela sobre a bancada e ficou embaixo dela, chupando a xotinha e deixando-a toda molhada. 


Depois levantou e enfiou a pica. Ela gemeu. Que delícia que era aquilo!
 Depois de dar boas bombadas, ela ficou de frente e foi fazer o que gostava: boquete nele!
Parou e perguntou:

- Patrão, até que dia você fica de férias?
- Tenho uns vinte dias ainda.
- Mal posso acreditar que vamos transar por vinte dias seguidos...
- Pois vamos... e continua chupando, estava ótimo. Como sempre, aliás!
- Adoro sua pica. Tenho vontade de cortá-la e levá-la comigo para chupar todo dia!
- Faz isso não...

Rindo, ela voltou ao boquete.
E depois ele a colocou sentada na bancada da pia e meteu de frente. Mais bombadas e depois mais chupadas na xotinha. Ela gemia, toda mole... 


- Promete que hoje vamos trepar em todos os lugares desse apartamento novo?
- Prometo, mas se não der para todos hoje, amanhã a gente continua...
- Isso é o que eu gosto de ouvir...

Ele enfiou de novo a pica e ficou metendo até que ambos gozassem.

- Muito bom... muito bom!
- Pra mim também, mas agora vamos virar pessoas sérias de novo. Prepare o almoço e eu vou abrir um punhado de caixas, para fazer de conta que você e eu trabalhamos muito! Depois do almoço a gente volta a fazer essas coisas maravilhosas...

Feliz da vida, ela foi preparar o almoço. A patroa viria almoçar e não podia atrasar em nada. E ele começou a abrir as caixas e tirar rapidamente tudo de dentro, deixando em cima da mesa da sala. Afinal, a esposa tinha de decidir onde cada coisa ia ficar...


Elas pegaram o primo no meio de uma punheta... e aproveitaram!


Ele nunca esperou por aquilo!

(colaboração de Julia)   

Eis que a nossa amiga Julia, que andava meio sumida, continuou sumida fisicamente, mas apareceu com um e-mail delicioso, contando o que aconteceu com ela, a irmã e um primo, chamado Flávio.
Vejam o que ela nos conta:

Meu querido, salve, salve! Quem é viva sempre aparece, né? Aqui estou eu, prometendo uma visita em breve a você e à sua pica gostosa.
Mas não podia deixar de te contar uma bela aventura minha e da minha irmã.
A gente tinha ido à fazenda que aquele tio gostosão toma conta. E é claro que nossa primeira visita foi a ele, e a nossa primeira trepada foi com ele também. 

Primeira coisa do dia: pegar o tio... daquele jeito!

Depois de tudo feito, ficamos sabendo que um primo nosso, o Flávio, estava lá. Tinha tempos que não o víamos, então fomos procurá-lo. Na sede ele não estava, a empregada falou que ele tinha saído para passear pela propriedade. Fomos procurar.
E adivinha! De longe o vimos deitado sobre uma toalha, peladão e batendo uma punheta!
Ah... mas que cena deliciosa de se ver.

E fomos chegando perto, ele estava tão compenetrado que nem notou nossa chegada. Só quando sentamos na toalha é que ele nos viu e ficou todo vermelho por termos visto o que ele fazia. Tratamos de acalmá-lo, com beijos na boca e no corpo. 

Mas olha o que ele estava fazendo!!!

E não é que ele ficou calmo? Ficou e aí, nem precisamos conversar, a gente ia pegá-lo. Não iríamos deixar passar aquela oportunidade.
Como sempre, a Lilian, mais safadinha, foi chupar o pau dele. E eu comecei a tirar a roupa. Tirei a camiseta, aí a Lilian resolveu tirar o short, eu peguei o pau dele e fiz boquete também. Ela quis voltar a chupar, eu deixei e fui tirar meu short e ele ficou pegando em minha bunda enquanto ela chupava.
Lá foi ela tirar a camiseta e eu peguei o pau dele de novo para chupar.

Tiramos as calcinhas. Os três pelados. Beleza. Tratei de sentar no pau dele e cavalgar, antes que a Lilian o fizesse. Então ela ficou passando as mãos nas pernas dele, no peito, beijando-o. 

Elas deram um trato especial nele...

Saí de cima dele e fiquei de lado, sarrando e sendo sarrada. E a Lilian, então, foi cavalgar. E ele pegava nos meus peitinhos. Resolvi mostrar a ele uma coisa que ele não sabia. Comecei a beijar a Lilian, a mamar nela, e com o tesão todo, acabei me masturbando, para alegria dele.
Acho que ele nunca imaginou que veria uma cena como aquela!
A Lilian deu uma parada na pulação e ele aproveitou para meter em mim de novo, de ladinho, eu nem precisei sair da posição em que estava!
E a Lílian deixou ele mais louco ainda, deitando sobre nós, me mamando, beijando o primo... que ménage mais gostoso era aquele!

E ela tirava o pau dele de dentro de mim, chupava um pouco e devolvia, ajudava ele a meter em mim.
Nem preciso te falar que gozei.Gozo louco! Delicioso!
E a Lilian aproveitou para dar pra ele, de quatro. Ele meteu com uma vontade incrível! E me pediu para ficar de quatro também, do lado dela. Que gracinha. Aí metia em mim, tirava, metia nela, tirava, voltava a meter em mim e nela... até gozar e jogar tudo nas nossas lindas bundinhas. 

Foi um belo fim de semana!

Cara, aquele fim de semana foi delicioso. De noite, dormimos os três na mesma cama fazendo tudo que a gente tinha direito.
De manhã fomos dar assistência ao tio e de tarde de novo brincamos a valer com o primo.
Pena que tivemos de voltar. Mas combinamos de nos encontrar de novo por lá, em breve!
Beijão em você, querido!
Promessa é dívida, em breve vou te visitar!
Julia


Presente especial

Mais uma colaboração de nossa amiga Silvana.




O aniversário dele se aproximava, com mil idéias na cabeça gostaria de surpreendê-lo de forma a marcar sua idade nova. Havia um fetiche que há muito tempo eu guardava, talvez por conta de meu ciúme ou falta de oportunidade; para marcar este momento valeria o esforço para presenteá-lo com um menáge feminino.

Fui em busca de uma parceira ideal para esta missão, lembrei-me das conversas do tempo de universidade e de algumas amigas que me confidenciaram ter vivido experiencias semelhantes com seus namorados. Apesar dos anos, ainda mantenho contato com várias amigas da época. Imaginei um perfil desejável; jovem, alegre, bonita, corpo bem feito, seios médios, coxas fortes e bunda (ahh isso meu homem adora, é doido por uma bunda gostosa) bingo!!! 

(foto bunda)

A Laura é a pessoa certa, e, adora uma safadeza, convidei-a para um chá da tarde, com jeito contei minha idéia, ela adorou fazer parte deste presente surpresa, combinamos limites e outros detalhes.
Chegou o grande dia, gostaria que ele se sentisse muito amado e desejado. O acordei com beijos, muitos carinhos e um boquete delicioso, eu adoro engolir aquele pauzão até que descontrolado ele me encha a boca com seu suco delicioso. Cuidei do banho reconfortante com muitas mãos e bocas e já havia preparado um café para aquela data especial. Ele teria uma reunião as 10:00hr, combinamos almoço em um Motel que gostamos e eu teria tempo para finalizar detalhes da surpresa do dia.

Tomei banho demorado, hidratei o corpo, coloquei vestido branco, para realçar meu bronzeado; era preso apenas por um laço no pescoço deixando as costas totalmente nuas e generoso decote, que aos movimentos do corpo, permitia entrever os seios, e, uma sandália alta destacava minha "bundinha". Durante a manhã enviei algumas mensagens provocantes e entre elas uma foto de minha buceta molhadinha com os dizeres "com fome de vc";  ele deveria estar muito tarado imaginando qual seria o presente surpresa, será que ele havia desconfiado de algo ???

Peguei Laura para irmos antes ao motel preparar tudo, ela trajava um vestido vermelho curto, decotado e transparente que marcava suas curvas, da mesma forma sua sandália salto agulha projetava sua bunda de forma espetacular, estava falante e toda animada. Quando meu homem chegou ela correu para o mezanino da enorme suite e ficou aguardando meu sinal. Quando me viu seus olhos brilharam, dei uma volta para mostrar toda a provocação que havia preparado, ele me abraçou forte, me devorou em um beijo apaixonado e no meu ouvido disse: "você é o meu melhor presente". 


Desamarrou o laço de meu vestido deixando-me nuazinha, fugi e pedi que abrisse uma Moët Chandon para nós, enquanto fui ao mezanino. Nua retornei trazendo Laura pela mão e disse: "coloque três taças para comemorarmos seu presente".  Ele olhou assustado disse: AMOR !!  e abriu seu mais safado sorriso, entregou-nos as taças e não tirava os olhos de nós, apresentei a Laura, ele deu um abraço e um cheiro nela, eu disse que nós iríamos presenteá-lo com todos os carinhos, brindamos ao seu aniversário!  Carlos me beijou e sob meu olhar foi até Laura, pediu uma volta para admirá-la, soltou seu vestido que foi ao chão, dando a visão do lindo corpo protegido apenas pela minúscula calcinha, também vermelha.

"Agora é nossa vez" !!!,  eu disse, aproximei-me e juntas despimos aquele homem delicioso para um banho a quatro mãos, que maravilha, ele estava MUITO tarado e nós abusamos dos carinhos, colamos nossos corpos, engolimos o mastro rijo em um revezamento delicioso.

Já na cama, disse a ele que não se preocupasse com nada, nós duas cuidaríamos de tudo e ele deitado não conseguia esconder a excitação, acariciamos seu corpo, que se arrepiava a todo momento. Eu engolia aquele pau delicioso e Laura deslizava seu corpo roçando os mamilos rijos e oferecendo-os à boca gulosa de meu homem, ele tremia! Laura queria brincar naquele parque de diversões, veio me ajudar a chupar e morder aquilo TUDO, estávamos com fome daquele homem delicioso, ofereci minha buceta gulosa aos carinhos de meu macho e quase enlouqueci com sua língua, enquanto assistia Laura degustar aquele pau que me pertencia, senti uma pontinha de ciúmes.


Hoje eu ainda não havia sentindo o mastro todo dentro de mim, Laura assistiu de perto quando sentei bem devagar, minha xana gulosa engoliu cada centímetro da rola grossa até que preenchesse minhas entranhas, martelei aquele pau com vontade gozei loucamente assistindo meu homem chupar os seios de outra mulher uauuuu ! Quando cai quase desmaiada na cama, minha amiga mostrou-me uma camisinha e perguntou: "posso experimentar?" Eu devorava a boca de meu macho enquanto ela o cavalgava selvagem, gritando: "ME FODE, SOCA ESTA VARA em minha buceta GOZA COMIGO tesão de homem......" os dois tremeram e gritaram em um gozo avassalador. Adormecemos os três juntinhos e quando acordamos Laura já estava pronta para nos deixar, nos deu delicioso beijo na boca dizendo até breve.......
Silvana            silpereira968@hotmail.com

Velejando por mares nunca dantes navegados...

Esta quarentena tá sendo boa... animando as pessoas a escrever! E você? Escreva também e me mande para publicar aqui! Este relato é de uma nova colaboradora, a Ju, de Curitiba! Olha que diferente e as fotos são dela mesmo, tiradas pela amiga Ka...



(colaboração de Ju)

Fiquei conhecendo um velejador francês
Passei o dia com ele
Safadinho me levou pro veleiro dele e ficamos a sós
O cara tava na seca há meses velejando
Ele me cantou dizendo que não conhecia a mulher brasileira
Aí eu deixei ele conhecer! Deixei ele conhecer com as próprias mãos!  

A gostoso brasileira e o velejador francês!

E nos masturbamos muito
O pau dele era gigante
Dei punheta e buceta
Ele me segurava forte pelos cabelos
Ele tava sedento
Confesso que sofri aquele dia
Até fiquei com medo uma hora que pedi pra ele ir com calma porque o pau
dele era gigante. Ele falou que ele que manda e achei que ele ia me estuprar
Mas ele soube me excitar
Na primeira trepada não meteu o pau todo
E já gritei horrores
O cara ejaculou demais, teve que trocar a camisinha
E o pau dele não amolecia
E coloquei outra camisinha nele e de tão tesuda que eu tava cavalguei nele
Ele viu que eu tava a fim e me fazia sentar forte
Penetrava me abrindo toda   

Ela até ficou assustada com o tamanho! Mas gostou!

Eu gritava muito sentindo o pau lá no fundo
Gozei demais
Tive orgasmos múltiplos
E no meio dos meus gozos senti a porra quente dele me enchendo! A camisinha tinha estourado
Olhei assustada pro esperma escorrendo pelas minhas coxas já, e ele me olhava safado, chupou meus
peitos e fez eu cavalgar mais ainda
E esporrou mais! A hora que senti mais porra quente na buceta tive mais orgasmos
E desmaiei...
Acordei muito tempo depois
E ele tava me olhando nu e com o pau duro enquanto bebia cerveja
Eu tinha sido a garota de programa dele
E a hora que eu tava me vestindo ele me pegou por trás me dando tapas na bunda
E esfregando meu clitóris
Eu tava com o clitóris hiper sensível e gemi muito
Demos mais uma trepada antes de eu ir embora
Me comeu de pé por trás e de frente, e depois dei uma bela cavalgada
Aí já foi sem camisinha e com porra por tudo!
E a minha sorte é que eu uso DIU, senão o cara teria me engravidado porque 
eu tava no período fértil.
E minha buceta ficou sensível por uns 2 dias.
E meu marido falou que fiquei muito assanhada nos dias seguintes, querendo 
sexo toda hora.

domingo, 12 de abril de 2020

A sogra viu o genro depilando uma amiga... e não gostou!


Aceitou, mas quis um bom pagamento em troca

(escrito por Kaplan)                                                     

Voltemos ao tema das bizarrices. É cada uma que acontece, que a gente só acredita porque quem estava envolvido confessou, até um pouco envergonhado, mas confessou.
Apresentemos, inicialmente as personagens da bizarrice.
Geruza – a sogra
Viriato – o genro
Carol – a amiga

E o que aconteceu, vocês já souberam pelo título deste relato. O Viriato estava em casa, recebeu a visita de uma amiga que tinha ido procurar a esposa dele, mas ela não estava e iria demorar.

- Ah, que pena... eu precisava que ela me depilasse... (esqueci de dizer que a esposa dele trabalhava num salão e fazia depilações)
- Não pode ser mais tarde?
- Não, não pode, eu tenho um compromisso hoje e preciso estar depiladinha...
- Entendi. Bem, eu posso fazer isso, se você não se incomodar.
- Não sei, será que ela não vai ficar irritada?
- Não, já fiz em várias amigas dela (preciso dizer que o genro era um mentiroso premiado).
- Então eu topo. 

Olha o que a sogra viu...

- Vamos ali no quarto, pode se despir e eu vou preparar.

A Carol tirou a roupa toda, sentou-se e ele veio fazer a depilação à moda antiga, ou seja, com um barbeador. Passou a espuma na xotinha dela e começou, delicadamente, a tirar os pelos todos de lá. Já estava praticamente no final, já limpando e conferindo quando a Geruza, a sogra, chega e pega aquela cena bizarra: o genro pegando na xotinha de uma mulher que não era a esposa...
Criou caso, expulsou a moça de lá, que saiu correndo, sem entender nada, aliás, ela nem conhecia a Geruza.
E ela continuou a esbravejar com o genro. E falou que ia contar tudo pra filha, assim que ela chegasse.

- Por favor, sogrinha, não conte! Eu estava apenas fazendo o que a moça precisava e ela não podia esperar...
- Vou contar sim senhor, seu safado!
- Por favor, eu faço qualquer coisa, mas não conte.
- Faz qualquer coisa, é? Qualquer coisa mesmo?
- Faço, menos pagar, não tenho dinheiro.
- Não é dinheiro que eu quero. Quero ser comida. Se me comer bem, eu não conto.

Ele parou e pensou, a sogra não era nenhuma princesa, mas... se ela contasse, o casamento dele iria acabar. Então concordou. 

Isso foi o começo do pagamento...

Deitou na cama e esperou ela tirar a roupa. Ela só tirou a saia e a calcinha, continuou com a blusa, o que fez ele suspeitar que os seios deviam ser bem caídos e ela não queria mostrar. Já a xotinha... precisava de uma depilação também, mas não teve a cara de pau de sugerir.
E ela demonstrou logo o que queria. Deitou na cama e abriu as pernas. Ele entendeu e foi dar uma chupada nela. Não precisou demorar, porque ela viu que o pau dele já estava quase todo rijo e tratou de pegar nele e fazer um boquete.

E a comida não demorou a acontecer. De ladinho, ali mesmo na cama, ele penetrou-a. Foi difícil, ela devia estar há tempos sem transar. Lambeu de novo e tornou a enfiar, finalmente entrou tudo. Depois de algumas bombadas, ela quis cavalgar e ele não se incomodou. Faria qualquer coisa para ela guardar segredo. 

E ele fez a sogra gozar... estava garantido o segredo!

E ela cavalgou bastante, ainda tinha energia!
E pra sorte dele, ela gozou, o que quer dizer que o segredo seria mantido, pois ela falou que se gostasse, não iria contar. Como chegou ao orgasmo, pareceu a ele que o que ela dissera seria efetivado.
Foi mesmo, mas ele não ficou livre da sogra não, ela exigiu repeteco! Não naquele dia, mas volta e meia aparecia por lá, conferia se a filha estava ausente, e levava o Viriato pra cama. Gostou!


O marido deixou a esposa com o amigo... adivinha!


Tem marido que é cego, surdo...

(escrito por Kaplan) 

Dá para pensar se ele era inocente ou se queria virar corno. Porque a facilidade com que ele deixou a esposa com o amigo... inacreditável!
Estou falando do casal Jéssica e Alfredo. Seis anos de casado, tudo legal, se davam muito bem, o sexo era bom. E continuou sendo, depois do que aconteceu e que vou contar a vocês agora.
Foi num dia em que um amigo deles foi visitá-los e ficaram um bom tempo na sala, batendo papo, tomando vinho, ouvindo música. E não teve como o amigo deixar de ver as pernocas da Jéssica, pois ela estava com um shortinho bem curtinho... que pernas! 

Ele viu e gostou demais do que viu!

Pois num dado momento, o Alfredo vira para os dois e fala que tem um negócio urgente a resolver, tinha de sair.
- Fica aí com a Jéssica, eu devo demorar umas duas horas, mas vamos bater mais papos quando eu voltar.
- Não, eu volto depois – disse o amigo já preparando pra se levantar.
- De jeito algum. Fica se não ficarei chateado com você. Segura ele, amor, eu volto logo!
Saiu e deixou o amigo meio constrangido, olhando disfarçadamente as pernas dela. Como se ela não tivesse percebido esses olhares!
E tomam mais vinho, a alegria era geral. E ela não titubeou, já estava aflita com a situação.

- Gostou das minhas pernas, hein? Não para de olhar!
- Desculpa, Jéssica. Mas... como não ver? São lindas, aliás a dona é toda linda!
- Julga que sou linda só porque tenho pernas bonitas?
- Claro que não, mas elas são um bom parâmetro, não acha?
- Eu acho que só posso ser considerada linda se você ver tudo...
- Epa... acho que alguém bebeu mais do que devia...
- Bebi tanto assim não, mas quando você elogia minhas pernas, eu fico com vontade de me mostrar inteira. Quer ver? Só tem essa chance!
- Nossa, Jéssica, você me deixa numa situação...
- Vamos fazer assim: você tira meu short e eu tiro minha camiseta e sutiã.
- Quer isso mesmo?
- Quero!
- Então, tá!  

Ele puxou o shortinho dela, enquanto ela tirava a camiseta e o sutiã. Ele babou, não era só de pernas que Jessica era linda, era toda linda. E ainda abria as pernas, convidando-o a fazer coisas inimagináveis. Esqueceu do Alfredo.
Ajoelhou na frente dela e deu a chupada que ela pedia. Que xota mais gostosa aquela! 

Tudo nela era delicioso!

Ela fez um boquete e depois ficou deitada no sofá, para ele meter de frente, ajoelhado entre as pernas dela.
Dali passaram para a velha cavalgada. Ela sentou, gemeu, pulou, gemeu mais ainda.
Ficou de quatro, gemeu, gozou. E ele também, despejando nas costas dela o seu gozo.
Pegou papel para limpá-la. Não ia ficar bem se a porra descesse para o sofá. Limpa, eles se vestiram e continuaram conversando como se nada tivesse acontecido.
Assim, quando o Alfredo voltou, encontrou os dois nos mesmos lugares...