quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ver a tia dormindo sem calcinha foi o começo de tudo



Morar com tias é interessante...

(escrito por Kaplan)

Esta é a história de um jovem que morava no interior e que teve de se mudar para a capital para fazer um curso superior. Natanael era o nome dele, 19 anos, alto, forte e com uma bela pica de 20cm.

Por sorte dele (e bota sorte nisso!) seu pai tinha uma irmã que morava na capital. 

Solteira, Catarina tinha 46 anos, um belo corpo, seios fartos, que eram muito apreciados pelos seus amantes. Que ela os tinha, pois a solteirice era por convicção. Não pretendia se casar. Mas divertir-se? Claro que sim! E ela não teve jeito de recusar o pedido do irmão, para acolher o Natanael. Pelo menos, pediu o pai, até ele tomar um jeito na vida, arrumar um emprego e mudar-se para um apartamento só dele.

Ela não gostou muito, porque sempre recebia os “amigos” em casa, e com o Natanael ali essas visitas seriam problemáticas.

Então, nos dois primeiros meses ela o orientou da melhor maneira possível, mostrou a ele os locais mais interessantes da cidade, e gostou de ver que o curso dele seria à noite, pois então iria dispor de algumas três horas diariamente...

E foi assim que uma noite, quando o Natanael chegou da faculdade e foi até o quarto dela para avisar que tinha chegado e dar o boa-noite tradicional, ele a encontrou deitada, dormindo profundamente. Não sabia ele que o sono reparador era porque ela tinha trepado muito naquela noite... e com alguns bons goles de vinho... dormia como um anjo! 

Tia... mas que bundão é esse???
 E aí ele viu. A camisola dela era curta e com ela deitada encurtou mais ainda. E a belíssima bunda da tia Catarina chamou a atenção dele. Não conseguiu resistir... andando na ponta dos pés foi até a cama dela, levantou um pouco mais a camisola e ficou admirando aquele monumento. E acabou por encostar, sem querer, a mão numa das nádegas dela que acordou.

- Epa! O que foi?

Apavorado, ele tentou se desculpar, falou que viu a tia dormindo daquele jeito e foi até lá para cobri-la.

Ela deu uma olhada rápida e viu que ali não tinha nenhuma coberta. Sacou que era mentira dele. E que ele estava, de fato, olhando suas partes íntimas. Divertiu-se com isso. Nunca pensara no sobrinho interessado nela.

- Mentira sua... confessa Natan, você veio olhar minha bunda e minha buceta, não foi?

Vermelho, quase chorando de tão nervoso, ele confessou que sim.

- Tá, fica calmo, não precisa ficar apavorado e nem contar isso pra ninguém.
- Pode deixar, tia, não contarei. E não vai se repetir!
- Mas...
- Mas o quê?
- Quero ver seu pinto!
- Tia!
- Escuta, você vem no meu quarto, olha tudo que olhou e eu não posso ver nada? Não senhor, abaixa a calça que eu quero ver o que você tem.

Sobrinho... mas que pintão é esse???
Cada vez mais desconcertado, ele obedeceu e ela ficou pasma!

- Natan... que piroca enorme e linda! Ah, não, meu querido, vem cá, deixa eu pegar nessa coisa maravilhosa!

E pegou e chupou, quase fazendo o Natanael desmaiar de susto.
Ela, sem dar tempo a ele, tirou a camisola, mostrando os fartos seios a ele e tirou a roupa dele.

- Deita aqui comigo, querido... quero ver do que você é capaz com essa piroca!

E se ofereceu por inteiro a ele. Ele não era neófito, já tinha transado várias vezes em sua cidade e sabia o que tinha de ser feito. E o fez com competência. Ela, feliz da vida, com os dois gozos da noite, do amante e do sobrinho, resolveu:

- Natan... acabei de decidir. Você não vai procurar apartamento pra morar não. Vai morar comigo, quero você todo dia! Mas agora, vamos dormir aqui, quero dormir com você, agarradinha!

E foi assim que tudo começou.
E já no dia seguinte ele teve uma boa demonstração do que o aguardava nos próximos 4 anos.
Era sábado e ele estava em seu quarto, estudando, quando ela chegou com uma caixa com uma pizza.

- Vamos ter pizza hoje no almoço, acabei de comprar aqui do lado, ainda está quentinha. Vamos lá?

Ele se levantou e foi com ela para a mesa de jantar. O apartamento dela tinha uma sala com dois ambientes, num ficavam o sofá e duas poltronas e no outro a mesa de refeições. 

 Ele viu que ela colocou a caixa com a pizza na mesa e o puxou pela mão até o sofá. Tirou a roupa dele e a dela, deitou-se com as pernas abertas.

- Me chupe...

Ele jamais iria contrariar a tia... ajoelhou-se e mandou a língua na xotinha dela.

- Natan... vai lá na pizza, tem molho a bolonhesa por cima, passe a mão, traga um pouco e passe na minha buceta e depois torna a chupar.
Ele fez isso e ela quase gozou com as chupadas que ele deu até deixar sua xotinha limpinha do molho. Então foi a vez dela ir, pegar com a mão um pouco de molho, encharcar a piroca dele e fazer um boquete, engolindo todo o molho e deixando-o limpinho.

E então ele a comeu. Ali mesmo no sofá. De quatro, de ladinho... fez ela gozar e depois gozou na barriga da tia.

Só então se lembraram da pizza e a comeram fria mesmo...

Muitos anos depois, me contando essa história, ele só fez um comentário, saudoso:

- Como era gostosa a minha tia!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Ela não aguentou ver o pintor só de bermuda



Sempre preferiu os sem bermuda...

(escrito por Kaplan)

Mais uma mudança, mais uma pintura em regra no novo apartamento, que não era totalmente novo e que os antigos donos deixaram em situação precária com relação às paredes.
Contratamos o Artur, um pintor ainda jovem,  nosso conhecido do clube. Ele olhou, fez uma cara feia.

- Gente, vai demorar isso aqui, viu? Vou ter de raspar, emassar quase tudo de novo para poder pintar. Vou ficar pelo menos uma semana aqui.
- É, já imaginávamos isso... enfim, tem de ser feito, não tem? Manda brasa! Que dia pode começar?
Passe pra ela o que você precisa... (foto: Kaplan)
- Depois de amanhã. Tenho de dar um acabamento num outro apartamento e isso eu encerro amanhã mesmo. Então, depois de amanhã eu começo.
- Ok, Meg vai estar aqui te esperando, você passa pra ela o que for necessário para comprar, aqui perto tem uma loja de material de construção, ela providencia tudo. 

E assim acertados, como ele disse, dali a dois dias lá estava ele. E Meg  já o esperava. Rapidamente ele fez a lista do que seria necessário naquele dia. Ela foi à loja e não demorou para trazer o que ele pedira.

Ao chegar, já o encontrou só de bermuda, arrumando jornais no chão para evitar que manchasse alguma coisa. E ele começou o trabalho, ela ficou lá a manhã toda, depois foi almoçar comigo. E me disse como estavam as coisas e comentou que o Artur tinha um belo corpo.

- Mas você já o viu de sunga no clube...
- É, mas sabe que ele me passou despercebido? Hoje, ficando lá até agora com ele, ele só de bermuda, é que reparei como ele tem o corpo bonito.
- A senhora faça o favor de não atrapalhar o trabalho dele... estamos pagando por hora, esqueceu?

Ela riu.

- Claro que não esqueci. Na hora de pintar, inclusive, eu vou dar uma mão a ele, para andar mais rápido. E não vou te cobrar!
- Já entendi tudo...vai pegar o rapaz, não vai?
- Confesso que a ideia me passou pela cabeça. Mas... vamos aguardar.

Voltei ao trabalho com a certeza de que ela iria pegar o Artur. Mais cedo ou mais tarde.
De noite ela me disse que não aconteceu nada, a não ser uma nuvem de poeira, resultante do lixamento das paredes.

- Amanhã ele vai emassar. Lixou tudo hoje. E depois de amanhã ele começa a pintura.

No dia seguinte, eu até dei um pulo lá no final do expediente e vi que ele trabalhava bem e bem rápido. O apartamento já estava todo emassado.

No terceiro dia, aconteceu!
E ela não perdia tempo. Era muito ousada. 
Você vai pintar assim???

Quando ele chegou, ela disse que iria ajudá-lo na pintura. Ele não se opôs. Preparou a tinta e ela foi se preparar para pintar. E voltou para perto dele.... nua!
Ele arregalou os olhos.

- O que é isso Meg?
- Uai, vou pintar o meu quarto.
- Mas não esqueceu de nada?
- Não... ah, você diz, da roupa? Não, eu só vim com aquela e não vou correr o risco de cair tinta. Prefiro ficar assim. Aliás, você já pintou nu?
- Eu não!
- Pois devia... é bem legal!

Pegou a lata de tinta, pincel e rolo e foi levando pro quarto, dando aquela rebolada que quase matou o Artur do coração. Ele sacou tudo... 

Foi ela quem sugeriu... agora aguenta!

E resolveu fazer o que ela sugerira. Tirou a roupa e começou a trabalhar pelado. Sem falar nada com ela.
Só que quando ela voltou à sala que ele pintava e o viu nu, adorou.

- Viu como é melhor?
- De fato, você tinha razão... mas Meg, vamos falar sério?
- O quê?
- Por que isso?
- Não faz a menor ideia?
- Pensei em algo, não sei se seria o que você pensou também...
- Claro que é...
- Você está brincando, né? A mulher mais desejada do clube vai querer justamente um pintor de paredes?
- Vai querer sim... e ele, vai querer?

Ele nem respondeu, chegou perto dela, se abraçaram, se beijaram... e treparam!
Foi almoçar comigo e contou. Eu ri, tinha certeza de que iria rolar... 

Essa visão é irresistível!!!
E de noite, ela me contou que rolou de novo...

- Cheguei lá, ele já estava trabalhando, e é complicado ver um homem nu, de pau bonito... né?
- Pra você... a mim não desperta o menor interesse.

Ela riu.

- Claro que não, mas a mim... mexe com tudo... mas me segurei, fui pro quarto e continuei pintando,até que senti um pinto me encostando. Aí parei e trepamos no chão mesmo...
- Pelo visto, ele ainda tem mais dois dias lá...
- É, querido, acho que vamos ter mais alguma coisa...

E teve.
Ela me contou que no dia seguinte chegou lá e foi terminar de pintar o quarto, nua também. E ele apareceu lá, peladão, para ver se ela precisava de alguma coisa. 

Estou precisando de um pincel bem duro... você tem?

- Preciso de algo, mas não pode ser brocha!

Desceu e foi dar pra ele, de novo.
Foram duas naquele dia e mais duas no último dia.

Ainda bem que as horas de trepadas não atrapalharam o cronograma que ele havia apresentado!

Olivia sabia deixar o pai maluco



Essa moça... que coisa!

(escrito por Kaplan)

Já falei com vocês a respeito do apartamento que o Beto, pai da Olívia, deu de presente à filha e como ela fazia questão de agradecer toda vez que ele ia lá.
E ele gostava muito de ir, nunca deixava passar uma semana sem ir lá.
Mas teve um dia que ele chegou meio preocupado. Sentou-se à mesa com ela e mostrou uns papeis, cheios de contas.

- É filha, acho que vou vender aquele sítio nosso...
- Ah, pai... jura? Ele guarda tantas histórias nossas...
- Eu sei, mas tá ficando caro demais manter... se tivesse lá alguma produção, alguma criação, talvez ele desse algum lucro, mas acho que não vale a pena estragar o local com essas coisas. O bonito dele é justamente a paisagem. Mas tá ficando problemático... vim aqui hoje, inclusive, para ver se você me dá alguma ideia a respeito.
- Espera só um minutinho, pai, vou tomar um banho e depois a gente sai para ir lá e ver o que se pode fazer.

Vender o sítio? ah... não... o que fazer?

Levantou-se, foi ao banheiro e tomou uma ducha rápida. Mas o suficiente para ter uma ideia e assim que terminou de se enxugar, ainda nua, foi à sala para falar com o pai.

- E se a gente alugasse o sítio em alguns fins de semana, pai?

Quando Beto se virou para falar, viu Olivia nua.
E aquela visão era demais!
Ele não conseguia deixar de pegar nela, beijar os seios, a xotinha, a bundinha...
E então o assunto sitio ficou momentaneamente esquecido.
Com suas mãos fortes, ele levantou a filha e colocou-a sentada na mesa. E deu-lhe outro banho, de língua. Lambeu tudo a que tinha direito.
E Olívia se desmanchou toda.
E deixou que o pai a chupasse por inteiro, mas caprichando mais na xotinha.

- Seu Beto, seu Beto... cada dia sua língua tá melhor...

E custava a ficar quieta com a chupação dele.

- Me dá seu pau... 

Este pau já me comeu tanto no sítio... não vamos vender!

Ele abriu a braguilha e mostrou a ela o pau já duro. Que ela, na mesma hora, colocou na boca e chupou, deixando Beto com muito mais tesão do que já estava.
Voltou com ela para a mesa, sentada bem na beiradinha e enfiou o pau. E meteu firme e ela gemeu muito.
E depois ele a colocou virada e tornou a meter na xotinha. E ela segurava na mesa, gemendo, suando. Era sempre assim quando eles transavam. Ela não trocava ele por nenhum namorado que já tivera. Era o melhor!

Já comi tanto este cuzinho no sitio... não posso vender!

E pra terminar, ele deitou na mesa e ela sentou no pau dele, mas enfiando no cuzinho. E foi lá que ele gozou.
Ficaram parados por alguns instantes, respirando forte, até que os corações diminuíssem o ritmo das batidas.
Ela foi saindo do pau dele, com cuidado para não deixar cair o esperma na mesa. Ele correu ao banheiro e trouxe papel para ela se proteger.
Tiveram de tomar um banho, pois a suadeira tinha sido intensa.
Só depois é que lembraram do problema do sítio. E foram lá para pensar o que fazer.