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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Ele queria pintar as duas, mas elas pegaram o pinto dele

 O que foi melhor?

(escrito por Kaplan)  

 

Mais uma interessante e produtiva aula particular de pintura. O Virgilio, que todos vocês já conhecem, pediu à Meg e à Lúcia para posarem pra ele. Quando Meg desligou o telefone, já começou a rir e comentou comigo que os colegas dela precisavam ser mais criativos. Que cantada mais furada era aquela! 

Era uma cantada... só podia ser!


- E olhe, ele me disse que chamou a Lúcia também, o quadro que ele quer pintar é com nós duas juntas. Sou capaz de prever que ele não a chamou não, só quer trepar comigo mesmo. Te conto!

E lá foi ela. Primeira surpresa, a Lúcia estava lá, ele a tinha convidado mesmo. E olhava ele arrumando a tela e as tintas.

- Mas você quer nos pintar mesmo, Virgílio?

- Claro! Não foi isso que te falei ao telefone?

- Foi, mas eu achei que era só uma cantada...

- Não senhora. Quero pintar as duas, uma versão adulta daquele quadro As meninas, do Renoir. Uma um pouco mais alta, as duas de mãos dadas. Só que as meninas estavam vestidas, e eu quero as adultas nuas.

- Ah... então as modelos aqui vão ficar peladas.

- Sim, eu sei que isso não é problema pra vocês!

- Tá certo, mas o pintor vai ficar vestido? Só tiro a roupa se você estiver pelado também. Concorda, Lúcia?

- Totalmente de acordo!

Não teve jeito, ele teve de tirar a roupa.

Aí começou a nos colocar na posição, uma ao lado da outra, mãos dadas e olhando fixo para a tela. Como todo pintor que se preze, ele ficou encostando as mãos na gente para ficarmos exatamente como ele desejava. E aí, vendo aquele pintão dele balançando na nossa frente... não resisti, peguei e fiz um boquete. A Lúcia começou a rir, saiu da posição em que ele a tinha colocado e tratou de dar uma pegada nele pelas costas, esfregando sua xotinha na bunda do pintor.

Depois ela veio me “ajudar” no boquete. E ele endoidou, vendo as duas chupando seu pinto e aproveitando para dar uns beijos, e depois chupávamos de novo... a tentativa dele nos pintar já tinha ido pro brejo! 



Alguma coisa saiu errado naquela história... mas elas adoraram!


Chupamos tanto que ele gozou em nossas bocas. Foi divertido demais!

- Vocês são uma praga, já vi que terei de achar outras modelos.

- Mas vamos tirar uma foto para guardar este momento tão especial de nossas vidas?

- Meg, você não presta!

- Jura? Porra, cara, acabei de beber seu leite e você diz que não presto? Olha que nunca mais faço isso! Anda, deixa de ser chato, coloca a máquina no tripé e vamos ficar os três juntinhos aqui.


Que bela foto do trio...

Tiramos a foto. Foi a única lembrança da tentativa dele nos pintar. Quem mandou mostrar o pinto pra gente? Aliás... que pintão! Eu pintaria o pinto dele!

 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Foi ver a exposição e acabou comida pelo pintor e pelo amigo


Deu bandeira... rolou!

(escrito por Kaplan) 

Eu estava com uma preguiça enorme quando Denise me convidou para ver uma exposição de pinturas de um artista conhecido dela, o Vitor.

- Incomoda-se se eu não for?
- Eu gostaria que fosse, mas de boa vontade. Então fique, eu vou, não devo demorar. Vou telefonar para o Ciro, que me avisou da exposição e vou com ele, está bem?
- Ok. Se você achar boa, amanhã ou depois eu dou um pulo lá.

Ela telefonou para o amigo, ele ficou de pegá-la em dez minutos. Me deu um beijo e desceu, esperou pelo Ciro na portaria do prédio.
Só voltou no dia seguinte... eu logo desconfiei de alguma coisa. E ela não me escondeu.

- Foi a coisa mais estranha e incrível que já me aconteceu.
Chegamos cedo, ainda não tinha quase ninguém. O Vítor estava lá, ficou feliz de nos ver. E fomos olhando os quadros. Muitos, alguns grandes, outros pequenos. Abstratos. O que não é meu gosto principal, mas o jogo de cores estava bem interessante. 

Definitivamente não eram os meus seios... (foto: Kaplan)
Até que chegamos num quadro. Era uma pintura de uma mulher e eu fiquei grilada porque o rosto dela se parecia com o meu. Muito parecido. Olhei para o Ciro que pensou a mesma coisa. Agora, se o rosto se parecia, o corpo não tinha nada a ver. Era uma mulher de seios imensos. Quando o Vitor chegou perto, perguntei se era meu rosto e ele confirmou.

- E de onde você tirou esse corpo? Não é o meu, com certeza!
- Realmente, não é, mas como eu nunca te vi, tive de improvisar.
- Se tivesse me falado, eu posaria pra você!
- Mesmo? Nunca imaginei que você concordaria.
- Conhece um aparelhinho chamado telefone? Ele ajuda as pessoas a resolverem problemas como esse.
- Desculpe. Desculpe. Vou tirar o quadro da exposição.

E tirou mesmo. Aí, quem ficou sem graça fui eu.
Bem, ficamos lá o tempo todo, teve coquetel, apareceu um bando de gente. E o Vitor pediu que nós dois esperássemos, porque queria tomar um vinho com a gente.

- Eu acho que ele tinha combinado com o Ciro, porque quando entramos no carro, em vez de irmos a um bar ou boate, o Ciro nos levou na casa do Vitor.
E quando entramos, ele abriu um vinho, a gente bebeu, ficamos falando abobrinhas e aí veio o golpe.
- Denise, você posaria mesmo pra mim?
- Claro, não vejo nenhum problema nisso. Já posei para tantos fotógrafos! Posar para um pintor seria ótimo.
- Deixa eu ver como você é?
- Como assim?
- Tira a roupa. 

Ele viu que meus seios eram diferentes e eu vi os paus deles duros!
Acredita que eu tirei? Tirei. E aí eu vi os dois de pau duro. As calças estufadas, quase furadas pelos paus. Me deu um tesão!
E o Ciro veio pegar em minha bunda, ficou beijando, enfiando o dedo na minha xotinha e até no cuzinho. E o Vitor pôs o pau pra fora e me ofereceu. Inclinei o corpo e fiquei chupando, enquanto o Ciro literalmente me comia com dois dedos enfiados na xotinha.

Dali a pouco eu estava agachada com os dois paus na mão, e chupava um e chupava o outro. E eles falando que sempre me desejaram e sempre sonharam em me ter na cama.
E pegavam nos meus seios, e eu chupava os dois sem parar.

Resolvi brincar com os dois, saí correndo pela casa, até eles me pegarem na sala. O Ciro sentou no sofá e ficou batendo punheta e o Vitor logo fez a mesma coisa. Eu adoro ver homens se masturbando, ainda mais quando é pra mim que o fazem. Então sentei entre eles e fiquei me masturbando até eles resolverem me comer.

O Vitor me colocou de quatro, meteu em mim e eu fiquei com a cabeça perto do pau do Ciro. Então eu era comida por um e chupava o outro. Que coisa boa que é um ménage!
Depois eles me viraram e fui comida pelo Ciro e fiquei chupando o Vitor.
Outra inversão e fiquei de ladinho pro Vitor meter, e voltei a chupar o pau do Ciro. 

Até uma DP rolou... eles acabaram comigo!
Cavalguei o Ciro e o Vitor ficou olhando e se masturbando. Depois ele chegou perto, fez eu virar o corpo e ficar cavalgando o Ciro de frente. Entendi o que ele queria. Enfiou o pau no meu cuzinho. Fizeram uma DP em mim. Doeu um pouco, mas eu já estava tão excitada que aguentei bem. Lógico que o Ciro também ia querer me enrabar e o fez. O Vitor foi ao banheiro,lavou bem o pau dele e voltou para enfiar em minha xotinha. Outra DP. Acabaram comigo! Eu já estava com tudo anestesiado. Já tinha gozado antes das DPs.
Fiquei deitada, extenuada.

O Ciro foi embora e o Vitor me levou pra cama dele. Dormi pelada e ele me cutucando sem parar. Fui acordada duas vezes para transar com ele. Por isso que nem apareci aqui. Ficou chateado?

- Imaginei algo parecido. Sabe que não fico chateado. E afinal, você vai posar pra ele?
- Acho que vou...

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Ela não aguentou ver o pintor só de bermuda



Sempre preferiu os sem bermuda...

(escrito por Kaplan)

Mais uma mudança, mais uma pintura em regra no novo apartamento, que não era totalmente novo e que os antigos donos deixaram em situação precária com relação às paredes.
Contratamos o Artur, um pintor ainda jovem,  nosso conhecido do clube. Ele olhou, fez uma cara feia.

- Gente, vai demorar isso aqui, viu? Vou ter de raspar, emassar quase tudo de novo para poder pintar. Vou ficar pelo menos uma semana aqui.
- É, já imaginávamos isso... enfim, tem de ser feito, não tem? Manda brasa! Que dia pode começar?
Passe pra ela o que você precisa... (foto: Kaplan)
- Depois de amanhã. Tenho de dar um acabamento num outro apartamento e isso eu encerro amanhã mesmo. Então, depois de amanhã eu começo.
- Ok, Meg vai estar aqui te esperando, você passa pra ela o que for necessário para comprar, aqui perto tem uma loja de material de construção, ela providencia tudo. 

E assim acertados, como ele disse, dali a dois dias lá estava ele. E Meg  já o esperava. Rapidamente ele fez a lista do que seria necessário naquele dia. Ela foi à loja e não demorou para trazer o que ele pedira.

Ao chegar, já o encontrou só de bermuda, arrumando jornais no chão para evitar que manchasse alguma coisa. E ele começou o trabalho, ela ficou lá a manhã toda, depois foi almoçar comigo. E me disse como estavam as coisas e comentou que o Artur tinha um belo corpo.

- Mas você já o viu de sunga no clube...
- É, mas sabe que ele me passou despercebido? Hoje, ficando lá até agora com ele, ele só de bermuda, é que reparei como ele tem o corpo bonito.
- A senhora faça o favor de não atrapalhar o trabalho dele... estamos pagando por hora, esqueceu?

Ela riu.

- Claro que não esqueci. Na hora de pintar, inclusive, eu vou dar uma mão a ele, para andar mais rápido. E não vou te cobrar!
- Já entendi tudo...vai pegar o rapaz, não vai?
- Confesso que a ideia me passou pela cabeça. Mas... vamos aguardar.

Voltei ao trabalho com a certeza de que ela iria pegar o Artur. Mais cedo ou mais tarde.
De noite ela me disse que não aconteceu nada, a não ser uma nuvem de poeira, resultante do lixamento das paredes.

- Amanhã ele vai emassar. Lixou tudo hoje. E depois de amanhã ele começa a pintura.

No dia seguinte, eu até dei um pulo lá no final do expediente e vi que ele trabalhava bem e bem rápido. O apartamento já estava todo emassado.

No terceiro dia, aconteceu!
E ela não perdia tempo. Era muito ousada. 
Você vai pintar assim???

Quando ele chegou, ela disse que iria ajudá-lo na pintura. Ele não se opôs. Preparou a tinta e ela foi se preparar para pintar. E voltou para perto dele.... nua!
Ele arregalou os olhos.

- O que é isso Meg?
- Uai, vou pintar o meu quarto.
- Mas não esqueceu de nada?
- Não... ah, você diz, da roupa? Não, eu só vim com aquela e não vou correr o risco de cair tinta. Prefiro ficar assim. Aliás, você já pintou nu?
- Eu não!
- Pois devia... é bem legal!

Pegou a lata de tinta, pincel e rolo e foi levando pro quarto, dando aquela rebolada que quase matou o Artur do coração. Ele sacou tudo... 

Foi ela quem sugeriu... agora aguenta!

E resolveu fazer o que ela sugerira. Tirou a roupa e começou a trabalhar pelado. Sem falar nada com ela.
Só que quando ela voltou à sala que ele pintava e o viu nu, adorou.

- Viu como é melhor?
- De fato, você tinha razão... mas Meg, vamos falar sério?
- O quê?
- Por que isso?
- Não faz a menor ideia?
- Pensei em algo, não sei se seria o que você pensou também...
- Claro que é...
- Você está brincando, né? A mulher mais desejada do clube vai querer justamente um pintor de paredes?
- Vai querer sim... e ele, vai querer?

Ele nem respondeu, chegou perto dela, se abraçaram, se beijaram... e treparam!
Foi almoçar comigo e contou. Eu ri, tinha certeza de que iria rolar... 

Essa visão é irresistível!!!
E de noite, ela me contou que rolou de novo...

- Cheguei lá, ele já estava trabalhando, e é complicado ver um homem nu, de pau bonito... né?
- Pra você... a mim não desperta o menor interesse.

Ela riu.

- Claro que não, mas a mim... mexe com tudo... mas me segurei, fui pro quarto e continuei pintando,até que senti um pinto me encostando. Aí parei e trepamos no chão mesmo...
- Pelo visto, ele ainda tem mais dois dias lá...
- É, querido, acho que vamos ter mais alguma coisa...

E teve.
Ela me contou que no dia seguinte chegou lá e foi terminar de pintar o quarto, nua também. E ele apareceu lá, peladão, para ver se ela precisava de alguma coisa. 

Estou precisando de um pincel bem duro... você tem?

- Preciso de algo, mas não pode ser brocha!

Desceu e foi dar pra ele, de novo.
Foram duas naquele dia e mais duas no último dia.

Ainda bem que as horas de trepadas não atrapalharam o cronograma que ele havia apresentado!

quarta-feira, 22 de março de 2017

O dia em que Meg, a amiga e dois amigos foram para uma praia deserta... para pintar!



E eles “pintaram” tanto...

(escrito por Kaplan)

Essa turma da faculdade da Meg não tinha mesmo jeito. Ela, principalmente!

Olha só... ela no colo do amigo...
Imaginem vocês que chego em casa e encontro ela, com Rejane, Virgilio e Julio, discutindo onde iriam para praticar o que aprendiam nas aulas de pintura. Meg, como sempre, sentada na perna do Virgilio. E chegaram à conclusão de que uma praia deserta, com paisagem exuberante, seria o local mais indicado.
Quase dei uma gargalhada quando ouvi isso. 

- Contem outra, pessoas... vocês quatro, numa praia deserta? Duvido que voltem com alguma tela pintada... duvido! 

Os quatro ficaram ofendidos. Ou parecia que ficaram, protestaram energicamente. Iam, sim, para pintar, todos já tinham comprado cinco telas, tintas e pinceis. Estavam dispostos mesmo a praticar o que haviam aprendido.
Continuei não acreditando, mas não interferi mais.

Depois que eles combinaram tudo e os três saíram, virei pra Meg e tornei a fazer o comentário. Ela tornou a me garantir que – podia até acontecer uma trepadinha ou outra – mas queriam mesmo pintar e voltariam com todas as telas pintadas e me esfregariam na cara para eu parar de duvidar deles. Continuei rindo... até parece que eu não os conhecia!

Saíram num sábado de madrugada, deviam ser 4 horas quando o telefone tocou. Era o Julio, avisando que já estavam lá na portaria, com todos no carro, só faltava ela. Me deu um beijo e desceu rapidamente. Iam voltar no mesmo dia, combinaram que sairiam de lá às 17, então chegariam por volta de meia noite.

Fiquei pensando... era muita vontade de trepar...
E quando ela chegou, às 23:40, trazia as três telas que havia comprado... em branco!

- Você é um viado... como adivinhou que não iríamos pintar nada?
- Meg... vocês duas vivem transando com eles. Vão a uma praia deserta e não vai rolar nada? Prestenção, menina! Tava na cara que vocês iam ficar pelados, trepando sem parar. Foi ou não foi?
- Foi, foi exatamente isso.
- Me conta... 

Maravilha de local... convidativo! (foto: Meg)
- Uai, saímos naquele horário que você viu e como não paramos, fomos direto, 9 e meia já estávamos lá. Eu já conhecia o local, você também... eles não, ficaram maravilhados com a beleza, e aí todo mundo, animado, pegou os cavaletes, colocamos as telas... ficamos estudando o que pintar, e aí o Julio sugeriu que poderíamos pintar uns aos outros, pintando...

Gostamos da ideia e mais ainda porque ele ficou pelado e disse que devíamos ficar também. Aí... todo mundo nu, naquela beleza de praia... quem disse que saía alguma coisa dos pincéis?

Saiu foi uma vontade louca de pegar os paus deles e enfiar na nossa boca. E foi isso que a Rejane e eu fizemos. 

Pinto na boca é melhor que pintar...
  

E na xota, então... maravilha de pintada!












E enquanto a Rejane se demorou chupando o pau do Virgilio, o Julio não demorou pra me comer. Me pôs ajoelhada e crau... pau na xota!

Trepamos até dizer chega, trocamos os parceiros... sujamos de areia, gozamos, aí fomos nadar e brincar na água que estava quentinha, uma delicia!
Aí voltamos pra onde deixamos o material, e deu fome, e fomos comer os sanduiches que levamos e beber as cervejas... rolou um soninho...
E quando acordamos, fui dar uma outra nadada rápida e não foi rápida. O Virgilio veio atrás de mim, me agarrou, de dentro da água a gente via a Rejane e o Julio já se pegando... e toma mais vara, Meg...

Me comeu dentro d’água, com as ondas batendo... coisa de doido! E eu vendo a Rejane cavalgando o Julio...
Aí, depois de mais uma bela gozada, reunimos e eu falei:

- Olha gente, é questão de honra a gente pintar alguma coisa... lembra que o Kaplan duvidou da gente? Eu quero chegar lá e enfiar as telas pintadas na cara dele...
-Tá certo, vamos nos concentrar e começar a pintar. 

Não adiantou... Rejane e eu estávamos lado a lado, olhávamos uma para a outra... e no final começamos a rir... nenhuma de nós tinha inspiração pra nada! Olhamos as telas deles... nada! 

A gente não tem pinto... mas é bom também, talvez até melhor!

Rejane me agarrou e começamos a nos beijar. Já tínhamos desistido das pinturas e resolvemos aproveitar. Fizemos o maior amor lésbico que aqueles dois já tinham visto... rolamos na areia, a onda veio e quase nos afogamos, morrendo de rir. E aí trocamos beijos, fizemos velcro, mamamos nos nossos seios... foi ótimo!
E eles só de pau duro, nos olhando.
Falei com ela:

- Rê... já são três horas, tá quase na hora de irmos embora... que você acha que está faltando pra gente fazer? Não me fale de pintar... já desisti, já sei que vou passar vergonha com o Kaplan... o negócio aqui é trepar.
- Falta umas DPs... não acha?
- Boa ideia. Vamos ver quem será a primeira? Par ou ímpar? 
 

Perdi e ela foi a primeira a experimentar o pau do Julio no cu e o do Virgilio na xota. Como os dois gozaram, tive de esperar uns 30 minutos até eles estarem prontos para a outra e ai fui vitimada pelas duas picas...

Depois dessas... arrumamos tudo, enfiamos dentro do carro e voltamos. Como na ida eu tinha ficado na frente, na volta fiz questão de ficar no banco de trás e eu e o Virgilio fizemos a maior farra. Chupei o pau dele, ele me chupou, me comeu... numa viagem de quase seis horas... me comeu duas vezes!

- Eu sabia que ia ser só farra.
- Preciso acreditar mais em você, querido... e nem pense... minha xota não aguenta mais nada hoje!