sexta-feira, 14 de maio de 2021

O amigo da irmã era fera em Quimica e foi ajudá-la...

Adivinhem o que aconteceu?

(escrito por Kaplan)  

 

Heloisa andava louca com as aulas de Química. Definitivamente ela não conseguia entender aquilo. Queria um professor particular, mas sua mãe não tinha como pagar. Então sua irmã disse que tinha um amigo que era fera em Química e foi conversar com ele e ele concordou em ajudar a Heloisa.

Foi uma primeira vez à casa dela, ela gostou das explicações dele, ele explicava melhor do que o professor! E o melhor de tudo, onde é que a irmã dela descobriu aquele gato? Que cara maravilhoso! Ela resolveu, inclusive, que precisava caprichar mais nas roupas para recebe-lo. 

Com certeza esse lance iria provocar alguma reação...

E assim, na segunda ida dele, ela estava de minissaia e blusinha bem decotada, daquelas que quando a pessoa se inclina, mostra até o umbigo!

E o Sérgio – este o nome do amigo – começou a perceber a jogada dela. E ficou interessado, por duas razões: primeiro que a Heloisa era um pedaço de bom caminho, segundo, porque tinha 19 anos, ele jamais seria considerado um pedófilo....rssss

E deu corda. Vivia apontando coisas no livro que ela tinha de se inclinar bastante para ver. E ele via tudo que ela podia mostrar!

Quando a “aula” estava acabando, ela agradeceu dando um abraço forte nele e ele aproveitou para abraçá-la também e o beijo foi normal. Saiu aquele beijo. A que se seguiu um festival de mão naquilo, aquilo na mão, ele suspendeu a saia dela e viu que ela estava a fim mesmo, porque nem calcinha estava usando.

- Alguém vai chegar por agora?

- Não, só daqui a 3 horas que minha irmã chega e mãe só a noite. 



No colégio não é assim que se ensina Química...



Ele aproveitou, então, chupou aquela bucetinha que já estava até molhada de tantos amassos que haviam sido dados.

Aí ela tirou a blusinha, ele tirou a camisa, ela tirou a calça dele e fez um boquete, deixou o Sérgio bem entusiasmado com a performance.

Depois ele ficou de quatro no sofá, para receber o belo pau dele em sua xotinha e sacudir-se toda com as estocadas que ele dava. Que bela química estava rolando entre eles, bem melhor do que aquela que estava nos livros!

E ali ficaram até que ela experimentou aquele gozo que a fazia ouvir sinos e fogos de artifício. E ele gozou na bundinha dela.

Na próxima “aula”, ele já chegou sabendo que ia rolar de novo. Mas primeiro ele ajudou-a a resolver exercícios de Química que haviam sido passados pelo professor.

Depois... 


Eu acho que não foi assim que ele parou a aula anterior...

Tiraram as roupas e ele perguntou onde é que tinham parado na aula anterior, ao que ela, rindo, apenas se posicionou de quatro no sofá e ele retomou a matéria... enfiou, meteu, deixou-a gemendo e depois ela fez um boquete e ele sentou para ela cavalgá-lo.

Outro boquete e ela ficou de quatro de novo.

Mais um boquete e ela deixou o pau dele bem molhado... para enfiar no cuzinho.

Foi ótimo aquele dia também.

Quando a irmã chegou, eles ainda estava estudando, de verdade.

- Então, Sérgio, acha que essa moça consegue aprender Química?

- Consegue sim, mas vai precisar de muitas aulas ainda!

Meg jovem e seus amantes

Quer dizer, alguns deles...

(escrito por Kaplan) 

Boas lembranças da Meg logo que nos casamos e ela descobriu as delicias do sexo e que podia trepar com quem ela quisesse, total liberdade!

E ela abusou! No bom sentido, é claro! Como ela registrava todos que passavam pelas mãos dela, olhei alguns nomes e me recordei.

 

O Ivo, por exemplo, morava na casa em frente à nossa e como ela gostou  muito dele desde a hora em que o conheceu, não se incomodou quando ele perguntou se poderia ir em nossa casa, depois que eu saísse para trabalhar. Ela garantiu que não haveria problema algum, então ele disse que iria tal dia, e ela ficou ansiosa.  Só de short e camiseta, roupa de ficar em casa, ficou sentada no sofá, esperando ele aparecer. E ele foi, mesmo!

Chegou, já foram sentando e se pegando. Ele tinha levado um embrulho, com alguns presentes pra ela, coisas de sex-shop. E depois que os dois já estavam nus, ela fizera boquete, ele a chupara, ele abriu o pacote e mostrou um punhados de coisas. Algemou-a, vendou-a, ela me disse que ficou super excitada e ele a deitou no sofá, deu-lhe outra bela chupada, viu-a ficar toda arrepiada e então deitou-se por cima dela, mas sentou-se nos seios e colocou seu pau na boca da Meg. 


Chupar um pau, vendada... é uma sensação estranha e deliciosa!

Ela me falou que chupar um pau que naquela altura ela nem sabia mesmo se era dele, vendada e algemada, tinha sido algo fantástico, sensações nunca experimentadas por ela. Sentiu um friozinho quando ele derramou alguma coisa nos seios dela. E como ele começou a fazer massagem nela, ela deduziu que era um daqueles óleos que as massagistas utilizam normalmente. Com os seios besuntados, ele colocou seu pau entre eles e ficou fazendo movimento de vai e vem, como se estivesse metendo.

Depois ele saiu, ela viu que ele abria suas pernas e lhe dava outra chupada.  E ela sentiu que um pau entrava em sua xotinha, mas não era um pau de verdade, era um dos consolos que ele levara. O fato é que ele cutucou-a por tanto tempo, que ela gozou duas vezes.


E que pau diferente era aquele... nunca gozava!


O pau dele ela pôde sentir quando ele a colocou sentada nele e ela pôde cavalgar à vontade. Não acreditava que ainda teria um terceiro gozo... mas teve!

E teve uma DP... sim, ele metia na frente e colocou o pau de silicone no cuzinho dela.

Foi uma manhã de alegria total. Os brinquedos que ele levara foram usados, e lamentavelmente não eram presentes, ele levou todos de volta. Mas ela se divertiu com tudo, estava acabada quando cheguei para o almoço e não tinha almoço. Tivemos de sair e comer uma pizza numa pizzaria que tinha na rua, onde ela pôde me contar, falando baixinho, o que acontecera.

 Em outro dia, cheguei para almoçar, ela havia deixado um espaguete pronto e um recado. O Joel (outro vizinho nosso, mas de outra rua) a convidara para tomar sol na piscina da casa dele. Comi o espaguete rindo... tomar sol! Que desculpa mais esfarrapada. Mas só a noite é que fiquei sabendo da verdade.

Ela me contou que, apesar de já estar de olho nele, não imaginava que a reciproca era verdadeira, e levou a sério o convite para tomar sol. 


Tomar sol na casa do vizinho dá nisso... ela deu!


Só que quando chegou lá, colocou o biquíni e ficou deitada ao sol, ele chegou ao lado dela, disse que era fã dela e que gostaria muito de ter um caso com ela.. Ela ficou super feliz e logo estava sem o sutiã, chupando o pau dele, cuja bermuda já tinha sido tirada no devido tempo. E depois ela ganhou sua chupada, ele tirou a calcinha do biquíni e deu uma banho de língua nela, daqueles inesquecíveis, segundo ela me disse. Chupadas  e dedadas, o cara era bom nisso!

E era bom metedor também, ela comprovou. Primeiro ele a deixou deitada, levantou a perna direita dela e ele, ajoelhado, enfiou o pau e bombou até dizer chega. Ela já estava suando, e não era por causa do sol não...

Depois foi de ladinho. E com ela quase gozando, ele a colocou sentada em seu pau... ai não tinha jeito, ela ia gozar mesmo! O que de fato aconteceu. E o que ela fez foi obvio: chupou o pau dele até ele gozar e ela experimentar o leite do vizinho.

Claro que depois dessa primeira vez, ele a chamou de novo e aí ela não levou biquíni mais... pra que?

 Um terceiro foi o Leandro, o primeiro vizinho de apartamento. Logo que mudamos da casinha e fomos morar num apartamento, o tal do Leandro se encantou com ela e começou a paquera. Ela ficou interessada, mas eu disse que ela devia curtir um pouco, nao ir aceitando assim de cara porque poderia criar uma imagem ruim dela. Então ela aceitou minha sugestão, e ficava dando corda.

Ate o dia em que não aguentou mais. Foi quando ele chegou da rua e sabendo que eu não estava em casa, bateu a campainha. Arregalou os olhos quando a viu quase nua, porque ela achou que seria eu que estava voltando por algum motivo. 


E isso é jeito de atender à porta?


Ele ofereceu morangos a ela. Fruta que ela adora. Ai não teve jeito, ela aceitou e ao colocar os morangos na boca, bem sensual, ele entendeu que poderia ir à frente. Estavam na cozinha, ele pegou nos seios dela e deu uma boa mamada. Ela tem os seios muito sensíveis a beijos e toques e já amoleceu todinha.

Ele colocou-a sentada na bancada da pia, tirou o robe que ela usava, chupou-a ali mesmo. E depois deu o seu pau para ela chupar também, o que ela fez com muito gosto!

Daí foram para a mesa, ela deitada, com a xotinha bem perto do final da mesa, ele em pé, metendo furiosamente. Que vizinha gostosa era aquela! E, bem atrevido, deitou na mesa pra ela o cavalgar. Muito atrevimento! Ele a comeu na mesa em que a gente comia!

E além de comer, ele deu uma bebida especial para ela, gozou em sua boca.

Ela gostou muito, o que significava novas visitas dele ... e ele visitou muito!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2021

As amigas faziam caminhadas, uma se machucou a outra foi tratar do ferimento... e ai rolou

 O amor de duas sempre é lindo

(escrito por Kaplan)  

 

Uma história belíssima e interessante envolvendo duas gatas muito amigas, Andrea e Pietra. Interessante porque a amizade das duas era tão grande e tão antiga, desde crianças, colégio juntas, faculdade juntas... que elas acabaram nutrindo uma paixão muito grande uma pela outra e sem coragem de confessar isso, temendo que a outra não aceitasse e a amizade terminasse.

Mas como Cupido vive tramando das suas, aconteceu o que ambas queriam. 

Foi num dia em faziam uma caminhada, entremeada com pequenas corridas, e Andrea, de repente, deu um grito. Havia sofrido uma torção na perna direita, que doía muito e não lhe permitia andar. Preocupada, Pietra abraçou-a e foi ajudando para que ela pudesse chegar até a casa. E para azar, o trecho que faltava era uma subida, leve, mas uma subida, o que dificultava mais ainda.

Elas se amavam, mas não sabiam quanto!

- Ô amiga, se eu tivesse força, eu te carregava. Mas vamos, apóie-se em mim e conseguiremos chegar.

No meio do caminho, Andrea precisou dar uma parada, sentou-se numa pedra grande e ficou respirando. Pietra, condoída, ajoelhou-se na frente dela e começou a massagear a perna, mas viu que o problema era mais o joelho, então parou. E Andrea reclamou:

- Não para, amiga, suas mãos estão fazendo um carinho tão gostoso, continua...

Já tremendo de emoção, Pietra continuou e depois, sentindo que poderia fazer algo que deixasse Andrea perceber o quanto a amava, parou a pretexto de tomar água. Foi aí que perceberam que a garrafinha da Andrea tinha ficado pra trás. Pietra então deixou que ela bebesse primeiro e depois, a título de brincadeira, para animar a amiga, comentou que ia dar um beijo de tabela nela e pôs a boca na garrafa para beber. Quase engasgou quando ouviu Andrea falar:

- Beijo de tabela não tem graça, por que não me dá um beijo de verdade?

Finalmente uma delas criava coragem para dizer o que sentia.

- Jura que eu ouvi isso que você falou?

Com os olhos marejados, Andrea confirmou e quem chorou então foi Pietra.

- Andrea, eu te amo tanto!

- Eu também te amo, Pietra! 



O beijo confirmou o amor das duas...



E um longo beijo selou a confissão das duas. Mas agora que sabiam, só um beijo seria insuficiente.

- Quero fazer com você tudo que já sonhei tantas vezes...

- Eu quero que você beije meus seios antes de qualquer outra coisa!

E Andrea levantou a blusa, tirou-a e ofereceu os seios à amiga, que beijou, cheia de carinho, fazendo a amiga ficar toda arrepiada.

Pietra falou que também queria sentir os lábios da amiga em seus seios, tirou a blusa e aproximou-os da boca da Andrea, que retribuiu os beijos carinhosos que recebera.

E foram longos minutos de beijos nos seios, nas bocas.

- Você não imagina como eu ficava louca quando a gente tomava banho juntas, depois das aulas de educação física. Vontade de cair de boca na sua perereca... 

- Pois faça isso agora! Disse Pietra se levantando e tirando o short e a calcinha. Chegou bem perto da amiga que continuava sentada e gemeu baixinho quando sentiu a língua dela adentrar-se dentro de sua xotinha.

- Que merda que não consigo ficar de pé...

- Precisa não, deixa eu tirar seu shortinho.

Foi feito e então Andrea deitou-se na pedra e sua xotinha também foi devidamente chupada pela amiga.

E depois do beijo...

- Vamos nos amar muito daqui pra frente! Mas temos de ir pra casa, passar um remédio ai e nos deitar para continuar o que começamos.

- Vamos peladas?

- Melhor não..

Vestiram-se e foram do jeito que haviam chegado até ali. Uma apoiada na outra, mas agora o abraço tinha outra conotação...

Tive uma secretária japonesa no meu Studio

Muito eficiente a moça

(escrito por Kaplan)  

 

Os negócios iam bem e isso me obrigou a ter uma secretária, na verdade uma telefonista e que faria serviços de rua, como ir ao banco ou comprar materiais necessários à atividade fotográfica. Entrevistei algumas pessoas e acabei me decidindo por contratar a Keiko, uma simpática japonesinha que estava há seis meses no Brasil e já falava a língua portuguesa com bastante desenvoltura. Era inteligente e muito eficiente. No primeiro dia expliquei o que ela teria de fazer, fui com ela ao banco para que ela aprendesse o caminho; levei-a à loja onde eu comprova os materiais, ela anotou tudo certinho.

Tinha uma agenda com os compromissos, mas essa eu é que fazia, ela apenas controlava. Tanto os trabalhos que eu faria quanto os que a Meg teria de fazer. Meg também gostou muito da eficiência dela.

Vez ou outra eu pedia ajuda dela na hora de fotografar em Studio. Principalmente para a iluminação, ela adorava ver aquilo acontecer. Assim como, um dia ela me pediu para ver como fazia a revelação dos filmes e eu mostrei. Ela ficou encantada.

E quando eu comecei a dar cursos de fotografia, para grupos de 5 ou 6 pessoas, aos sábados pela manhã, ela perguntou se poderia assistir, eu concordei. De fato, ter uma secretária que entende do serviço que o patrão faz é muito bom. 


Quando Meg posava, enlouquecia homens e mulheres!

Ela ficou alucinada quando dei a aula de nu artístico, pois a Meg é que posava nessas aulas. Ela fazia questão disso, adorava ver os rapazes tremendo nas bases quando a viam nua. Divertia-se bastante e até arrumava alguns cachos com os mais interessantes. E a Keiko ficou espantada de ver como a Meg não tinha qualquer problema em ficar nua na frente do grupo.

Lá pelo terceiro curso que dei, ela assistindo a tudo e vendo, novamente a Meg se despindo para ser fotografada pelos alunos e alunas, aconteceu algo interessante.

Eu cheguei de um trabalho, perguntei a ela se tinha mais alguma coisa a fazer no dia, ela falou que tinha apenas dois filmes de um serviço que eu havia feito no dia anterior, que não tinham sido revelados ainda. Falei que faria isso mais tarde e subi para o Studio.

Dali a pouco escutei a porta sendo trancada e ouvi os passos dela subindo as escadas. Fiquei intrigado.

Ela chegou, assim meio sem jeito e perguntou:

- Senhor Kaplan, posso fazer pergunta pro senhor?

- Sim, Keiko, pode, sem problemas. 


A japinha ficou intrigada com as fotos que fiz da Meg...

- Senhor Kaplan acha sem problemas dona Meg posar assim, sem roupa para outros homens?

- Não tem problema algum, Keiko, estamos fazendo arte, não é mesmo? Grandes pintores, grandes fotógrafos já mostraram suas esposas em quadros e em fotos. Arte é arte!

- Sim, Keiko sabe disso.

Fez que ia descer, mas voltou-se e perguntou:

- Keiko pode posar um dia para seus alunos?

- Você gostaria?

- Eu pensar que sim.

- Eu deixaria, Keiko, mas é preciso ter uma certa experiência. Caso contrário as fotos podem não sair boas. Você nunca posou antes, eu acho.

- Não, Keiko nunca posou. Mas fiquei com vontade, vendo dona Meg posar.

- Se quiser, podemos fazer um teste, te fotografo para você ficar mais à vontade e aí, no próximo curso você poderá posar. Talvez até junto com a Meg! Seria uma novidade! O dia que você quiser me fale, a gente agenda uma sessão.

- Pode ser hoje? Senhor Kaplan não tem mais nada para fazer...

- Tudo bem, vou preparar o cenário e o equipamento, ai te chamo.

Ela desceu e dali a uns 20 minutos eu a chamei. Ela subiu correndo as escadas. Gostou do que eu havia feito, um banco com uma toalha vermelha, para ela sentar e eu iria falando com ela as poses que deveria fazer.

- Keiko já pode tirar roupas?

- Não... eu vou começar a te fotografar vestida e você irá tirando aos poucos. Já que é a primeira vez que você posa, é melhor fazer assim.

Então fiz algumas fotos, vendo que ela estava nervosa até peguei outra máquina, que estava sem filme e fiquei fingindo que tirava fotos, só para ela se sentir mais à vontade. 


A japinha tinha belos seios que o sutiã não escondia...

Aí pedi para ela tirar a camisa, ela tirou, estava com um sutiã preto, bem bonito, transparente; fiz algumas fotos, agora com filme.

Depois pedi que ela tirasse a saia e ela ficou só com a lingerie preta, bela, por sinal. Mais fotos.

Tirar o sutiã. Ela custou pra tirar, mas tirou, rindo, aquele riso envergonhado...

E quando falei pra tirar a calcinha, ela começou, parou e me falou algo que me fez suspeitar que havia alguma coisa no ar além dos aviões de carreira.

- Senhor Kaplan, fica mais fácil para Keiko se senhor também tirar roupas, todas.

Bem, como eu já estava olhando pra ela com outros olhos, resolvi tirar, fiquei pelado, ela me olhou, e aí tirou a calcinha. Para ver até que ponto eu estava correto em minha visão, cheguei bem perto dela, a pretexto de arrumá-la para a pose, e aconteceu. Ela pegou meu pau e colocou na boca.

A máquina foi colocada de lado e rolou um sexo bem gostoso com a japonesinha. Teve de tudo, e gozamos bonito. 


Japinha queria... brasileiro comia...


- Keiko, você sabe que terei de falar sobre isso com a Meg...

- Keiko sabe, mas não tem problema, dona Meg disse que podia fazer nós dois o que fizemos.

- Vocês combinaram isso?

Rindo, ela confessou que sim. Falou que estava gostando muito de mim e que conversou com a Meg, queria pedir demissão. E Meg não aceitou e falou que ela poderia me pegar.

- Não estou acreditando...

- Pois vamos à casa de senhor Kaplan e ela vai falar isso.

- Você quer ir lá?

- Dona Meg disse que se acontecesse o que aconteceu, era para Keiko ir e passar a noite lá com os dois, num... como se chama... ah! Ménage. Senhor Kaplan gostaria?

- Gostaria e vou dar umas palmadas nas bundas de vocês duas!

- Pode dar, Keiko gosta de tapas no bunda...

E foi assim que ela continuou trabalhando, posando para os alunos e transando com os que ela gostava... Meg ensinou direitinho pra ela o caminho das pedras! E de vez em quando ela dormia lá no nosso apartamento. Sabia tudo, a japinha!

Pegando minha amiga francesa no banheiro da casa dela

 Camille sempre era uma surpresa!

(escrito por Kaplan)

 

Havia um congresso em Paris e meu amigo me chamou para fotografar. Muito exibicionista! Levava um fotógrafo do Brasil para cobrir um evento em que haveria, provavelmente, dezenas de outros profissionais. Mas eu sabia a razão: ele pagava as passagens pra mim... e pra Meg... entenderam? E ela ia como se fosse namorada ou esposa dele, toda chic... e depois ele a carregava pro hotel para passar a noite com ela, trepando sem parar. Ela adorava! Ele fazia questão de comprar roupa para ela usar, abafar, deixar todo mundo babando. Exibição? Sim, mas ela gostava muito, provocava, e depois, na cama, ficavam relembrando as reações dos coroas, se divertiam e trepavam pra valer.

Quando o marido viaja, ela precisa de companhia...

E uma amiga que nós tínhamos feito em outras viagens, a Camille, sabendo disso, falou que era para eu ir dormir na casa dela. O marido não estava, ela sozinha... queria companhia.

Depois que terminei de fotografar o evento, me despedi da Meg e do amigo da onça, e fui pra casa dela. Na verdade, um pequeno apartamento, porque manter uma casa em Paris é coisa pra milionários, e ela não era.

Cheguei, ela disse que já tinha preparado uma boa refeição, mas com certeza eu iria querer tomar um banho primeiro. De fato, estava suado, cansado, um banho cairia bem.

Fui ao banheiro, tomei o banho, me enxuguei, amarrei a toalha na cintura e me preparava para sair, quando ela entrou.

- Já terminou? Foi rápido...

- Já, mas foi um bom banho.

- E por que está escondendo de mim aquilo que gosto tanto?

- Gosto que você procure... será que vai encontrar? 



Isso é que se chama de um belo banho francês!

Ela riu e tirou a toalha de meu corpo e começou a pegar no meu pau, que foi endurecendo, claro.

Abracei-a e tirei sua blusinha e saia, calcinha. Ela ajoelhou e me fez um boquete. Com as mãos, segurava minha bunda, apertando. Era muito gostoso o jeito francês de chupar um pau...

- Estava com saudades desse pau brasileiro. É Inigualavel. Andei conhecendo uns alemães e franceses, mas não tem comparação. Eles tem um gosto grande de cebola, os brasileiros não.

- Hummm... você disse os brasileiros... então andou conhecendo outros?

- Você é terrível! É... conheci dois desde a época em que vocês estiveram aqui. Muito saborosos!

- E essa xotinha francesa, continua perfumada?

- Você precisa descobrir por seus próprios meios!

- Adoro sua safadezas, Camille...

Virei-a de costas pra mim, ajoelhei atrás dela e dei-lhe uma bela chupada na xotinha e umas lambidas no cuzinho. E depois penetrei-a, praticamente de quatro, meti bastante, eu sabia que era a posição que ela mais curtia.

E ela sempre gozava com uma rapidez impressionante. E não foi diferente. Suando, ela gozou e falou que precisava de um banho, e me chamou para tomar com ela, prometendo um prêmio. Eu jamais perderia esse prêmio! 


Quem recusaria este prêmio???


Mesmo no apertado boxe (ah... esses banheiros franceses, tão pequenos...) deu para eu sentar e ela sentar em mim, mas enfiando no cuzinho dela. Este era o prêmio.

Terminamos o banho, saímos do banheiro, fomos para a mesa onde queijos e vinhos nos esperavam, ao lado daquelas baguetes maravilhosas que os franceses fazem sempre.

Ficamos nus, depois, tomando mais vinho e conversando. Ela estava meio indignada com a Meg me deixando de lado e indo passar a noite com o cara. Tive de explicar a ela.

- Acontece que os dois se gostam muito. Mas ele é casado e a esposa é bravíssima, não dá a menor chance de eles se encontrarem. Então, eles tem de aproveitar essas viagens, quando ela estará ausente e eles poderão se divertir.

- Mas todas viagens? Quantas?

- Umas seis ou sete por ano, mas a maioria é dentro do Brasil mesmo. No exterior já viemos aqui e em Londres. Por isso é que vamos ficar 4 dias aqui. O evento foi só hoje, mas eles querem os 3 dias restantes para transarem à vontade.

- Sacanagem.... eu trabalho e só posso te encontrar a noite.

- Tem problema não, cherie! Sabe como gosto de fotografar Paris. Fico fotografando de dia, e de noite estarei aqui.

- Tudo bem. Vamos dormir, então.

- Fomos pra cama, mas antes de dormir ainda fizemos um 69 e não teve jeito de ficar só nisso: ela me cavalgou até gozar de novo.

Era uma grande amiga, a Camille.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Sem mais nem menos as duas trocaram os maridos

 Foi uma grande surpresa pra eles!

(escrito por Kaplan)  

 

Aníbal tinha ficado intrigado com a insistência de sua esposa, Bianca, para visitarem um casal amigo, aliás amicíssimo deles, o Romualdo e a Vanda. Sempre se encontravam, iam a cinemas, teatros, boates, mas nunca rolara sexo entre eles.

O que ele não sabia é que a Bianca e a Vanda andaram conversando a respeito das transas delas com seus respectivos maridos e elas ficaram com vontade de conhecer os paus diferentes. Então tramaram um encontro no apartamento da Vanda para trocarem de parceiros, sem que eles soubessem que isso iria acontecer. 





E lá estavam os quatro, no maior papo, tomando vinho, e haja garrafas sendo abertas e esvaziadas, e a alegria era total. Quando, então, aconteceu o que elas queriam.

Começaram o jogo da verdade. E após algumas perguntas tolas, a Bianca virou-se para o Romualdo e perguntou se ele já tinha pensado em transar com ela.

Ele ficou vermelho, engasgou e todos riram. Aquilo era o sinal de que ele havia pensado nisso sim, então foi a vez de a Vanda perguntar ao Anibal a mesma coisa. E ele confirmou, já que era jogo da verdade...

- Pois então, vocês poderão realizar seus sonhos hoje, aqui, agora!

Foi a Bianca que falou e já foi chegando junto do Romualdo e dando-lhe um gostoso beijo, o que também foi feito pela Vanda com o Anibal. Eles olharam um para o outro, e deram de ombros. Ia rolar! 



Mais afoita, a Bianca levantou a saia e mostrou sua bela bunda quase por inteiro, tinha um delicado fio dental impedindo que Romualdo visse tudo, mas fazendo com que ele tivesse vontade... e a Vanda, que estava de calça comprida, tirou-a, a calcinha também e começou a pegar no pau do Anibal, tirando-o para fora da calça. Estava doida para ver o pau dele, pois a propaganda da amiga tinha sido muito positiva!

E aí as duas chuparam os cacetes dos maridos trocados e depois deram para eles, que estavam gostando muito daquilo. E sem olhar muito pros lados, cada um cuidando da parceira, rolaram pelo tapete, elas cavalgaram, ficaram de quatro, gozaram e eles também.

- Gente... que coisa legal que aconteceu aqui hoje... Maridos, gostaram de comer a mulher do amigo? Porque eu e tenho certeza de que a Vanda também, gostamos muito de chupar os paus dos amigos e queremos fazer isso mais vezes. Topam?

Os sorrisos e beijos que elas ganharam dos maridos trocados deram a resposta positiva...

 

O negão quase virou-a do avesso

 Não se pode brincar com essas coisas...

(escrito por Kaplan)  

 

A interessante e dolorosa história da Flávia, que gostava de bancar a dominatrix e vivia arrastando homens dispostos a serem dominados para seu apartamento. E quando lhe contaram do Leonardo, um negão que, pra variar, tinha um membro descomunal, ela conseguiu atraí-lo.

Quando ele chegou, admirou-se do belo apartamento, cuja decoração demonstrava ser a Flávia uma pessoa de muita grana.

Mas não foi ela que o recebeu e sim a empregada que tinha ordens claras. Algemar o Leonardo à escada e vendá-lo. Foi o que ela fez ele não se opôs, estava até achando graça na história.

Dali a pouco ele notou passos. Sentiu que algo encostava nele, mas não era uma pessoa, parecia mais um longo cabo de metal com algo macio na ponta. Mas deveria estar sendo usado pela madame que o chamara. E sentiu o perfume dela, bem perto de si. 


Ela gostava de tudo bem grande... achou!


E sentiu que ela encostava a bunda nele e ficava roçando perto de seu pau, que foi logo dando sinais de vida. E ela percebeu e tratou de abrir a braguilha da calça dele. Admirou-se. Era algo espantoso mesmo. Enorme, nunca tinha visto um tão grande. E nem totalmente duro ele estava... imagina quando estivesse!

Sentiu as delicadas mãos dela pegarem nele, e a boca abrindo-se para abrigar a cabeçorra, não mais do que ela. E a língua dela percorria cada centímetro do tronco duríssimo.

Ela tirou a calça dele, desceu-a até os pés. Que espetáculo de homem era aquele negão nu, ali na sua frente, algemado e disposto a fazer o que ela mandasse. Sim, havia esse contrato. Ela daria todas as ordens e ele apenas obedeceria.

E ai ela fez um boquete nele. Chupou com maestria. Depois tirou a venda e as algemas.

- Pegue-me!

Que delicia aquelas mãos enormes e grossas pegando em sua bunda, quase arrancando pedaços dela.

- Tire a minha roupa!

Ele obedeceu e ela apoiou-se no corrimão da escada.

- Possua-me! 

Enfia isso agora... ela disse! ele obedeceu!

Ele enfiou aquela trolha que tinha entre as pernas. Ela foi sacudida por um tremor.  E recebeu as primeiras bombadas dele. Que fúria, que força! Que delícia!

- Deite-se!

Ele deitou no chão mesmo e ela sentou nele. Curtiu cada segundo de sua xota engolindo aquele pau enorme. Pronto... chegou ao final, tudo dentro dela. Estava suando.

Pulou, mas ele teve de ajudá-la, pegando em sua bunda e levantando-a e deixando que ela caísse depois. Era uma dor lancinante, mas Flávia não reclamava.

Ela se levantou. Ficou curvada, com as mãos apoiadas nos joelhos. Posição mais do que convidativa e ela nem precisou ordenar nada. Ele sabia o que ela queria e enfiou o pau na xota de novo.

- Isso, fracote! Faz força! Me fode toda! Bota força nisso! Ahhhhhhhhhhhhhhhh.... isso, mais, mais!

O Leonardo nunca tinha estado com uma mulher daquele jeito. Encarou e bombou até esfolar o pau e a xota dela.

Ela deitou-se de lado no sofá.

- Já cansou? Fracote... vou te animar... enfia isso ai no meu rabo! 


Ela quis experimentar em todos os buracos...

A dona é doida, pensou ele, mas já que ela mandou... enfiou! Que coisa... que cuzão tinha ela, entrou tudo e até que foi fácil. E lá foi ele bombar mais uma vez.

- Puta merda, fracote... você está me virando do avesso...

- É pra parar?

- Claro que não... continua... meu rabo adora receber cacetes como o seu...

E ela ficou de quatro no sofá, sem tirar o pau do cu... e ele continuou.

- Está bom. Pode parar agora, já estou satisfeita. Só falta uma coisa: bata uma punheta e despeja sua porra no meu corpo.

Ele fez isso e ela gostou de ver que ele tinha muita coisa para derramar no corpo dela.

Falou que ele podia ir embora. Tocou a campainha, a empregada veio, abriu a porta e ele se foi.

- Cruz credo, dona Flávia, como a senhora aguentou aquilo tudo?

- Nem eu sei... mas estou arrebentada, parece que um trator passou em cima de mim. Me faz um favor, enche a banheira com água bem quentinha... preciso entrar lá e ficar um tempo descansando!