terça-feira, 6 de novembro de 2018

Passeando no bosque com o seu lobo de pau grande


 Não era chapeuzinho, era shortinho vermelho...

(escrito por Kaplan)

Margareth estudava na mesma faculdade em que eu. E como a maioria das garotas que moravam nas repúblicas estudantis, gostava muito de transar na natureza. Nós tínhamos um bosque, que era da universidade, mas aberto a todo mundo. E as cachoeiras, muitas, cada qual mais bonita do que a outra. Se elas falassem...

E Margareth ficou conhecendo o Euclides, que era morador da cidade, não era universitário. Encantou-se com ele desde o dia em que ela a convidou a passear no bosque, ele o conhecia de cor e salteado e ficou de mostrar a ela os lugares mais interessantes.
E lá foi ela, feliz da vida. Camiseta, shortinho vermelho. 

Passear no bosque, enquanto seu lobo está aqui!

Ele não perdeu a chance de comparar com a Chapeuzinho vermelho, ela riu e falou que não, ela era a shortinho vermelho. E como já estava interessada nele, perguntou se ele era o lobo.

- Não, mas posso ser...
- Bem, o lobo da história comia avós, meninas... devia ter um pau bem grande. Você tem?
- Isso você terá de descobrir...

Ela gostou da resposta.
E saiu com ele em direção ao bosque e ele conhecia bem, mesmo. Levou-a a vários “esconderijos”, locais ótimos para transar bem escondido. Num deles havia até um banco, na verdade era o tronco de uma árvore que caíra e alguém serrou o tronco, transformando-o num banco.

Foi ali que ele sentou e ela, já doidinha com o espetáculo da natureza em volta, sentou no colo dele e começou a beijá-lo. Ele correspondeu e logo os dois estavam num amasso bem gostoso..

Abaixou as alcinhas da camiseta e mamou. Belos seios tinha a Margareth. Ele se deliciou saboreando os biquinhos, pegando neles, amassando-os suavemente.
Ela virou o corpo, sentando de costas, o que permitiu ao Euclides enfiar a mão dentro do shortinho dela. Aflita já com tudo, ela tirou o shortinho e a calcinha, ele babou vendo-a nua. Era um espetáculo e tanto!

- Então, seu lobo... qual o tamanho de seu instrumento?
- Veja você... 

Lobo de pau grande... tá explicado!

Ela abriu a bermuda dele e viu. Soberbo. Não perguntou se podia, caiu de boca nele, engolia, chupava, lambia, tirava a boca e batia punheta, voltava a chupar... segurava nas bolas, lambia mais, chupava mais... Que boquete demorado foi aquele, para alegria do Euclides.

Passaram aos finalmentes. Ela subiu no tronco, abaixou a bundinha que ficou na altura exata para o Euclides enfiar e começar a dar estocadas e mais estocadas. E segurava-a pelos seios.
E não parava de meter. Ela gemia, descontrolada...
Ficou de quatro em cima do tronco e lá veio ele metendo de novo.

Os joelhos dela já começavam a doer, depois de muitos minutos dele metendo, sacudindo seu corpo todo.

Até que, finalmente, ele entendeu que os gemidos dela não eram só de prazer, então tirou-a daquela posição. Sentou e ela sentou nele. Aí ficou mais gostoso para os dois. Ela gozou e ele também.

- Seu Lobo... agora entendo porque a Chapeuzinho te achou tão interessante...
- Mas seu lobo gosta de comer muitas vezes... você vai querer voltar ao bosque com ele?

Um sorriso foi a resposta. Imagina se ela não iria voltar!


segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Irmãos aprontam às quatro da tarde


Por que nesse horário?

(escrito por Kaplan)

Romero e Romilda... quem aguenta esses pais que colocam os nomes de todos os filhos iniciados com a mesma sílaba? Ou é falta de imaginação ou é sacanagem mesmo... os filhos vão receber gozações pelo resto da vida. 

Nossa... ele nunca tinha visto ela assim...
E foi justamente num momento de choro da Romilda por conta desse nome que não era de seu agrado, que o irmão foi consolá-la. Só que ela estava de short e uma camisa toda aberta. Sem sutiã, totalmente visível.

E o irmão a abraçava, abraçava... e sentia um arrepio ao encostar nos seios dela. Excitou-se e ela notou e sabia o que era aquilo que encostava nela. Afinal, ela já tivera vários namorados, transara com todos e conhecia os detalhes anatômicos dos homens.

Recebendo beijos dele na testa, nas faces, ela acabou fazendo o que fazia com os namorados. Pôs a mão naquela coisa dura e ele fez o que fazia com as namoradas, pegou nos seios dela.

Deram uma parada, olhando-se fixamente. Arfando, respiração muito forte. Estavam descobrindo algo que nunca tinham pensado. Continuariam?
Pois ela resolveu. Tirou a camisa e deixou que ele pegasse nos seios ao vivo e a cores. Enlouquecido, ele tirou o shortinho dela, e enquanto a beijava agora com volúpia, sua mão entrou dentro da calcina e foi passear pela xotinha dela.

- Romero... que loucura... mas eu quero!
- Eu também... 

Chupá-lo era tão bom como chupar os namorados...
Concordou e já foi tirando a calça. E ela viu o pau dele, duro que nem pedra, apontando para si. Ajoelhou na frente dele e começou a chupar.

- Por que nunca fizemos isso antes? Não acredito que deixei passar esses anos todos sem chupar seu pau...
- Eu quero te chupar também...

Levou-a para a cama, colocou-a ajoelhada, ajoelhou no chão atrás dela e começou a chupar a xotinha dela. Ela adorou a língua dele percorrendo toda a extensão da xotinha. Mas queria ter o pau dentro dela.

- Me come...

Ele ficou na dúvida. Não tinha camisinha ali.

- É só não gozar dentro... mas quero que você me coma...

Então ele enfiou, meteu. Muito, ela conseguiu gozar e ele segurou o máximo que pôde.

- Goza no meu cu... 

E ele não sabia que ela dava o cuzinho...
- Jura?
- Sim, pode gozar...

Ele achou fantástico. Suas namoradas sempre criaram caso quando ele sugeria anal. Só conseguiu com uma. E agora Romilda oferecia o dela...

Tratou de meter e socar, até gozar.

Estavam felizes, os dois. E essas transas se repetiram sempre. E sempre às quatro horas.

Ainda não sabem o motivo de ser esse horário? Simples... era a hora em que a empregada ia embora... Pai e mãe trabalhavam, a empregada ficava até as 4... e aí deixava a casa para os dois se divertirem...

Na academia, só os dois


Nem precisava de mais gente...
(escrito por Kaplan)

Não resta dúvida: as academias são um ótimo local para quem quer se exibir. Seja os gays enrustidos que ficam se olhando no espelho, desfilando para os demais machos os apreciarem, seja as gatinhas que querem ser vistas pelos machos de verdade.

É o caso da Késia, que nutria uma paixonite aguda pelo Alcenir, que fazia musculação nos mesmos horário em que ela estava presente.
Ela, sabendo que ele estaria lá, caprichava nos shortinhos reveladores de suas formas. E via, com alegria, que ele tinha sua atenção desviada para ela.
Mas... sempre tinha mais alguém por perto...

Até que um dia... a academia estava bem vazia, era véspera de feriado prolongado e assim a maior parte dos “atletas” desapareceu. 

Olha pra mim, moço... to a fim de você!

E ela conseguiu ficar sozinha com ele na sala de musculação. Tratou de ficar em posição estratégica para que ele visse sua bundinha... e conseguiu!
Como ele já estava desconfiado das intenções dela, resolveu chutar o pau da barraca. Vendo que estavam sozinhos, ele foi até onde ela estava e colocou as mãos na bundinha dela. Que não reclamou, afinal era o que ela mais queria...
Atrevido, Alcenir puxou o short dela e enfiou a mão dentro, e logo um dedo dele foi-se enfiando dentro da xotinha da Késia.

Que deixou de saber se alguém iria ver e expulsá-la da academia. Tinha de trepar com ele e isso ser ali mesmo.

Tirou tudo, ficou peladona e abaixou a bermuda dele, começando um boquete.
E terminado o boquete, ele tirou a roupa também, sentou num aparelho e ela deitou por cima dele, que enfiou o pau nela e ela ficou cavalgando-o e olhando no espelho e adorando ver-se dando pra ele. Quanto tempo ela esperou! 

Eu sabia que esta bola servia pra muita coisa...

Dali ficaram em pé, ela se curvou, deitou-se na bola de pilates e ele meteu por trás. E ficou bombando, pegando nos seios dela... ela suspirava para não gemer! Porque estava melhor do que ela imaginara!
Ficou de  quatro no chão. E lá veio ele meter de novo por trás... mais bombadas que a deixaram bem perto do gozo.

Mas o teve quando, em seguida, ele deitou e a chamou para cavalgá-lo. Mal começou a pular e ela sentiu um dos melhores orgasmos que já tinha sentido. E nem sabe de onde tirou forças para continuar cavalgando o Alcenir.
Ele a levou para aquele aparelho onde tinham iniciado a farra, sentou e falou com ela para cavalgar mais.

- Você quer me matar...
- De jeito algum, mas como sei que talvez nunca mais estaremos aqui em condições de fazer isso, quero te dar o maior prazer possível.
- Que lindo você é...

Então sentou e pulou o quanto pôde.

- Por favor, já gozei de novo... deixa eu te fazer gozar também.

Ele concordou e ela foi chupar o pau dele até que ele gozasse.
Levantou-se e ficaram abraçados, se beijando. Aí ouviram aplausos. Assustados, olharam e viram o dono da academia parado, olhando pra eles e batendo palmas.
Sem saber o que fazer, os dois pelados, pelo visto o cara tinha visto tudo...

- Gostei muito do que vi. E não os interrompi porque a academia está vazia. Mas advirto que se tentarem fazer isso de novo, vou expulsar os dois. Agora vistam-se, quero fechar a academia.,

Saíram correndo, envergonhados... mas como tinha sido bom!


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Brincando com a prima e a irmã


  Família feliz, hein?

(escrito por Kaplan)

Um dia de grande alegria para um casal de irmãos e uma prima. Férias da faculdade. Tempo em que Osmar e Carla mais se divertiam, porque ficavam o dia inteiro em casa. Sozinhos. Claro que nos tempos de aula sempre acontecia de ter um dia ou outro em que eles ficavam à tarde sozinhos, mas não podiam se divertir muito, porque havia coisas a ler, trabalhos a fazer. De vez em quando eles esqueciam de tudo e brincavam na cama dela.

Mas nas férias... que beleza! E naquele dia a alegria foi maior porque a Marina, prima e amiga, apareceu por lá. 

Férias, prima! Vamos nos divertir muito!
Recebida com alegria e abraços pela Carla, logo as duas estavam sentadas na sala, conversando, fofocando, rindo. E o Osmar, ouvindo o barulho que elas faziam, resolveu aparecer na sala.

Aí tudo ficou melhor, porque os três adoravam brincar daquelas coisas que eram proibidas...

Não era de ontem que isso rolava entre eles. Dentro do maior segredo, eles transavam sempre que surgia uma oportunidade.

Ele chegou e tirou a Marina do lugar, abraçou-a e deu-lhe um beijo, depois sentou ao lado da irmã. Marina sentou-se no braço do sofá e, para provocar o primo, suspendeu a camiseta, mostrando-lhe os seios. Que ele, incontinenti, pegou, acariciou,  e beijou.

Carla não fez por menos. Também levantou a camiseta, praticamente exigindo que ele lhe desse o mesmo “tratamento” que dera à Marina.
E as duas piscaram o olho uma pra outra. Entendiam-se! Puxaram a calça dele, deixando o pau, já duro, à mostra.

Olha como somos gostosas...
E para tesá-lo bastante, as duas tiraram as roupas todas e ficaram dançando na frente dele. Ele adorava aquilo. Duas gatas, de corpos belíssimos, nuas, dançando em sua frente. Ficou se masturbando enquanto elas dançavam.

Só que elas pararam, porque vendo o pau dele já naquele estado... nada melhor a fazer do que um boquete!

Marina foi a primeira a se deliciar, enquanto Carla ficava passando a mão nas pernas do irmão, arrepiando-o. Depois foi a vez de ela fazer o boquete, enquanto Marina ficava em pé ao lado do sofá, com a xotinha bem perto do rosto dele, que entendeu o recado, e ficou chupando-a enquanto era chupado. 

Assim ele comia as duas por igual...

A irmã, gulosa, foi a primeira a ficar de quatro no sofá, esperando a pica do Osmar, que não demorou a enfiar. 

Mas parou, a pedido da Marina, que tivera uma ideia interessante: ela ficou em cima da prima, de modo que Osmar ficou com as duas bundas à sua frente e pôde meter nas duas xotinhas sem que elas mudassem de posição. 

Metia na Carla, embaixo e depois na Marina, em cima. E voltava e repetia tudo...

Foi uma bela trepada a daquele dia...


Era uma reunião, mas virou um trio...


E depois do trio, um duo...

(escrito por Kaplan)  

Denise me avisou que ia se reunir com a turma de faculdade. 15 anos de formados, e conseguiram achar quase todos. Então, imaginava-se uma reunião festiva, com mais de 30 pessoas.

Tudo combinado, lá foi ela, toda produzida. Queria se exibir para a turma, mostrar que ainda era um mulherão depois de 15 anos! 

Amiga, há quanto tempo!!!
Tinham marcado para se encontrar numa pizzaria, o local foi reservado com antecedência. Quando ela chegou lá, só havia uma colega. Abraçaram-se, riram, comentaram que a turma continuava chegando atrasada em tudo.

Dali a pouco chega o Danilo. E os três começam a pedir cerveja, logo pediram uma pizza... e ninguém chegava.

Depois de duas horas, a colega desistiu e foi embora. Danilo e Denise continuaram, comentando, até com um pouco de raiva, do descaso da turma. Poxa, todos tinham sido convidados, confirmaram e na hora H... cadê eles?

E toma cerveja!
E ela começou a ficar alegre, mais do que o normal...
E resolveram ir embora. Como ela tinha ido de táxi, ele ofereceu carona a ela, que aceitou, deu o endereço e ele dirigiu o carro. Ela viria para meu apartamento, sempre passava os fins de semana comigo.

E eu imaginava que ela chegaria por volta de meia noite... mas a meia noite passou, a uma hora chegou e nada de ela aparecer.
Logo tocou o celular.

- Amor, deu tudo errado... amanhã te conto!
- Está vindo pra cá?
- Não... deixa, amanhã te explico tudo!

Fiquei sem entender, mas... fui dormir.
E na manhã seguinte, ela chega, não com a roupa com que saíra. Ou seja, passara em casa e trocara de roupa, estava agora mais esportiva. E vermelha. Por que aquele rosto tão vermelho?

- O que foi que aconteceu de errado?
- Imagina... eu, o Danilo e a Eliane. Só.
- Como assim, não eram mais de 30 pessoas?
- Eram. Mas quando cheguei ela estava lá, depois ele chegou, bebemos, pedimos pizza, ficamos esperando e depois de algumas horas ela foi embora e ele estava me trazendo. Tinha um engarrafamento, o carro ficou parado quase vinte minutos. E aí ele me falou do tesão que tinha comigo na época da faculdade. 

Ele me disse que tinha tesão em mim...
Estranhei, porque ele nunca deixara que eu percebesse alguma coisa. Vários me paqueraram, ele não. E tinha tesão?

- Sim, tinha, mas tinha timidez também. Não conseguia chegar perto de você, ainda mais que estava sempre rodeada pelos colegas.

Bem, com uma declaração dessas e com as cervejas todas que eu tinha tomado... aceitei o beijo dele e daí pro meu apartamento foi um pulo... em vez de vir pra cá, fomos pra lá.

E aí, você já deve estar imaginando que passamos a noite na maior ferveção. Rolou tudo que você puder imaginar.
Mal fechei a porta, ele me agarrou, e tem uma pegada muito boa. Fiquei pensando quem é que conseguira tirar a timidez dele!
E milhões de beijos, e as roupas foram desaparecendo. E na sala mesmo, no tapete, fizemos um 69 daqueles! 

69 foi só o começo!!!
Quando acabamos eu já sabia que ia te por chifres... fomos pra cama, ele me colocou de quatro e trepamos muito assim, até eu gozar!

Aí demos um tempo, mais conversa, ele perguntou se tinha mais cerveja, eu tinha, levei, bebemos e continuamos conversando sobre esses 15 anos que ficamos sem nos ver. Me falou de suas namoradas, eu falei de você, ele não achou graça.

E aí, pegando no pau dele, brincando, ele ficou duro de novo, sentei nele e cavalguei, depois ele me pôs de quatro de novo e mais um gozo...

Dormimos enquanto conversávamos. E lá pelas 4 horas, eu acordei com ele me chupando. Já me pôs de fogo aceso! E tome outra trepada, das boas!

Tornamos a dormir e acordei às 8. Ele dormia, fiz café, levei pra ele na cama, mas ele preferiu me comer primeiro...
Mandei ele embora! 4 trepadas em menos de 10 horas! Socorro!
Aí tomei um banho e vim pra cá. E estou morrendo de medo de você tentar transar comigo...

- Pode esquecer o medo. Eu vou transar com você!

Era a primeira comigo, e a quinta dela num espaço de tempo de umas 15 horas. Média boa!


Ela viu pelo buraco da fechadura e gostou muito!


Mas o que ela viu?

(escrito por Kaplan)

Rosali era muito curiosa. Na sua própria casa ela vivia olhando pelos buracos da fechadura, vendo os irmãos trocando de roupa, mas só via, não tinha coragem de fazer nada.

Mas a coragem apareceu quando sua família e a família de uma tia foram passar férias na praia. E ela se entusiasmou com o primo Marcelo.

Gostou muito de ver que as portas da casa que eles alugaram eram das antigas, com chaves grandes e que dependendo de como eram colocadas, permitiam que se visse algo do outro lado.

E numa manhã em que quase todos já tinham saído para a praia, ela ficou para fechar a casa, assim que o Marcelo terminasse de tomar seu banho. Ninguém entendia porque ele tomava banho antes de ir à praia... mas, cada doido com sua mania.

Nossa mãe... o que é aquilo! (foto: Meg)

E ela achou, portanto, uma excelente oportunidade para olhar pelo buraco da fechadura que, para sua sorte, dava direto para o chuveiro. E ela viu o Marcelo tomando banho e achou maravilhoso ver o pau dele. Que beleza! Nunca tinha visto um igual!

Aí deu aquela vontade nela. Esperou ele sair do banheiro, ele saiu, enrolado na toalha e foi ao quarto para se vestir. E ela foi atrás e não se preocupou em dar indiretas. Foi diretíssima:

- Espiei você e vi você pelado.
- Atrevida, hein?
- Sou sim... e quero ver mais de perto!

Ajoelhou na frente dele e começou a querer tirar a toalha. Ele protestou.

- Para com isso Rosali, somos primos, isso não é certo.
- Claro que é. Errado é eu ficar com a vontade que estou.

E mesmo com ele protestando, ela abriu a toalha e viu o bichão bem na sua frente. 

Ele não conseguiu resistir ao boquete feito pela prima...

E começou a chupar, lógico. Aí ele parou de protestar, porque aquele boquete estava muito bom. Priminha escolada, pensou ele...

Então colocou-a ajoelhada na cama e enquanto tirava o short dela ia beijando a bundinha, lambendo a xotinha... e ela delirou, porque sonhara com isso naqueles dias...
E o dedo na xotinha... ela enlouquecia...
Ele despiu-a por completo, colocou-a deitada de costas e continuou chupando a xotinha e enfiando os dedos ao mesmo tempo.

- Posso te comer, prima?
- Claro, não só pode como deve...
- Estou sem camisinha aqui, você toma pílulas?
- Sim, pode meter sem medo...
- Como você gosta?

Ela ficou de quatro e ele então a comeu direitinho. Fez ela gozar. E aí lembraram que o pessoal na praia poderia desconfiar da demora... então se vestiram rapidamente e foram pra lá. De fato, ninguém comentou da demora, o que eles acharam muito bom.

Nem precisam perguntar se nos outros dias a cena se repetiu...



Aprenderam a teoria, e a prática?


Estão ensinando isso nas escolas...

(escrito por Kaplan)   

É, amigas e amigos, como já abordei num outro relato, hoje em dia os adolescentes estão aprendendo nas escolas coisas que nós, mais maduros, nunca imaginamos que iriam acontecer.
Não estou questionando se isso é bom ou ruim, apenas constato a realidade que estamos vivenciando, e muitas vezes, sem que os pais tomem conhecimento disso, porque não conseguem se desligar dos seus smartphones...

Duas jovens, Joice e Eva, 18 anos, terminando o ensino médio num colégio respeitável da capital, ficaram sabendo, nas aulas de alguns professores e professoras, sobre relacionamentos homo e heterossexuais. 


Somos tão amigas e nunca pensamos nisso... pode ser legal!

E numa tarde em que elas se reuniram para estudar, o assunto veio à baila. Elas não conseguiam esconder que ficaram muito interessadas. Afinal, eram amigas desde crianças, gostavam demais uma da outra. E a dúvida que motivou a conversa das duas era se deviam tentar fazer o que tinham aprendido na teoria.

- Eu não sei, Joice... confesso que fiquei com vontade, mas também fiquei em dúvida.. o que você acha?
- Eu acho que a gente podia experimentar, mas você tem ideia de como?
- Uai... deve ser como se fosse com um menino, não?
- Eva, meninos tem peru... que eu saiba você não tem, nem eu...
- Tem alguém em casa?
- Não...
- Vamos olhar na internet, quem sabe a gente aprende como é!

Foi o que elas fizeram, e aí, ainda meio envergonhadas, sentaram-se no sofá da sala. Riam, pensando que iriam fazer algo que deveria ser bom, mas era aquela história: tudo que é novo deixa a gente meio sem jeito...
Até que Joice tomou a iniciativa.

- Me dá um beijo, Eva...               

Nunca pensei... mas é gostoso demais!

Eva suspirou fundo, tinha que tentar. Fechou os olhos ao beijar a amiga querida. E o beijo foi gostoso, demorado.

- Uau...
- Gostou?
- Nossa... quero mais!

Tornaram a se beijar e foram muitos beijos e aí as mãos criaram coragem para passar nas pernas, nos rostos, nos cabelos... e daí foram para os seios e para as bundinhas... Como Eva estava de shortinho, ficou de pé, rebolando na frente da Joice que tentou fazer como haviam visto em uns filminhos na internet.

Voltaram aos beijos, agora sem risos, sem constrangimentos. E Joice ficou mais ativa, sentou no colo da amiga e ficou esfregando sua pélvis na dela. E levantou-se, tirou a calça.

- Mostre-me sua bunda...

Ela mostrou e ganhou um tapinha e depois um beijo. Eva passava as duas mãos nas nádegas dela e beijava-as. Começou a tirar a calcinha da amiga, levantou-se e ficou esfregando seu corpo no dela. Cairam sentadas uma em cima da outra e logo ficaram lado a lado novamente.

- Nunca tinha visto sua perereca...
- Pois veja e faça como vimos... mas tira o short primeiro, também quero ver a sua...

Lá se foi o short e a calcinha da Eva. Ficaram comparando...

- A sua é mais gordinha que a minha...
- Bobagem... somos ambas donas de pererecas lindas... e vou te chupar, tá?
- Tá bem... 

Amiga... você chupa melhor que meu namorado....

E Joice fez como havia visto no filminho. Lambeu, enfiou a língua, depois enfiou um dedo, dois.. Desesperada, quase gozando, Eva tirou a blusa da amiga. Beijou os seios dela. Mas Joice tinha gostado de chupar a xotinha dela e voltou a chupar.

- Nossa, Joice... nem um namorado meu me chupou assim... tem certeza de que é a primeira vez que você faz isso?
- Tenho... queria que você me chupasse também...
- Só se for agora...

Aí Eva começou a chupar a xotinha da amiga, tentando fazer como ela havia feito, inclusive usando os dedos. Joice também gostou muito.
Deitadas, nuas, uma em cima da outra, no sofá.

- Gente... é bom mesmo... estou adorando... o que mais podemos fazer, Joice?
- Que tal um 69? Já fez alguma vez?
- Com meninos já...
- Bom, eu também... deve ser a mesma coisa, só que sem um pinto por aqui...

Eva deitou-se por cima dela e fizeram um 69 demorado, gostoso... que deu para uma poder beber o melzinho que escorria da xotinha da outra.

Depois do 69, elas ficaram sentadas, uma em frente à outra e se masturbaram, chegando quase simultaneamente ao gozo.

- Que tal, Eva? A experiência pra você foi boa? Pra mim foi ótima.
- Pra mim também... Então, vamos assumir nosso lesbianismo e largar nossos namorados de lado?
- Acho que não... por mais gostoso que tenha sido, e foi, um pinto masculino tem seu lugar! E o lugar dele é na minha perereca!