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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Era uma reunião, mas virou um trio...


E depois do trio, um duo...

(escrito por Kaplan)  

Denise me avisou que ia se reunir com a turma de faculdade. 15 anos de formados, e conseguiram achar quase todos. Então, imaginava-se uma reunião festiva, com mais de 30 pessoas.

Tudo combinado, lá foi ela, toda produzida. Queria se exibir para a turma, mostrar que ainda era um mulherão depois de 15 anos! 

Amiga, há quanto tempo!!!
Tinham marcado para se encontrar numa pizzaria, o local foi reservado com antecedência. Quando ela chegou lá, só havia uma colega. Abraçaram-se, riram, comentaram que a turma continuava chegando atrasada em tudo.

Dali a pouco chega o Danilo. E os três começam a pedir cerveja, logo pediram uma pizza... e ninguém chegava.

Depois de duas horas, a colega desistiu e foi embora. Danilo e Denise continuaram, comentando, até com um pouco de raiva, do descaso da turma. Poxa, todos tinham sido convidados, confirmaram e na hora H... cadê eles?

E toma cerveja!
E ela começou a ficar alegre, mais do que o normal...
E resolveram ir embora. Como ela tinha ido de táxi, ele ofereceu carona a ela, que aceitou, deu o endereço e ele dirigiu o carro. Ela viria para meu apartamento, sempre passava os fins de semana comigo.

E eu imaginava que ela chegaria por volta de meia noite... mas a meia noite passou, a uma hora chegou e nada de ela aparecer.
Logo tocou o celular.

- Amor, deu tudo errado... amanhã te conto!
- Está vindo pra cá?
- Não... deixa, amanhã te explico tudo!

Fiquei sem entender, mas... fui dormir.
E na manhã seguinte, ela chega, não com a roupa com que saíra. Ou seja, passara em casa e trocara de roupa, estava agora mais esportiva. E vermelha. Por que aquele rosto tão vermelho?

- O que foi que aconteceu de errado?
- Imagina... eu, o Danilo e a Eliane. Só.
- Como assim, não eram mais de 30 pessoas?
- Eram. Mas quando cheguei ela estava lá, depois ele chegou, bebemos, pedimos pizza, ficamos esperando e depois de algumas horas ela foi embora e ele estava me trazendo. Tinha um engarrafamento, o carro ficou parado quase vinte minutos. E aí ele me falou do tesão que tinha comigo na época da faculdade. 

Ele me disse que tinha tesão em mim...
Estranhei, porque ele nunca deixara que eu percebesse alguma coisa. Vários me paqueraram, ele não. E tinha tesão?

- Sim, tinha, mas tinha timidez também. Não conseguia chegar perto de você, ainda mais que estava sempre rodeada pelos colegas.

Bem, com uma declaração dessas e com as cervejas todas que eu tinha tomado... aceitei o beijo dele e daí pro meu apartamento foi um pulo... em vez de vir pra cá, fomos pra lá.

E aí, você já deve estar imaginando que passamos a noite na maior ferveção. Rolou tudo que você puder imaginar.
Mal fechei a porta, ele me agarrou, e tem uma pegada muito boa. Fiquei pensando quem é que conseguira tirar a timidez dele!
E milhões de beijos, e as roupas foram desaparecendo. E na sala mesmo, no tapete, fizemos um 69 daqueles! 

69 foi só o começo!!!
Quando acabamos eu já sabia que ia te por chifres... fomos pra cama, ele me colocou de quatro e trepamos muito assim, até eu gozar!

Aí demos um tempo, mais conversa, ele perguntou se tinha mais cerveja, eu tinha, levei, bebemos e continuamos conversando sobre esses 15 anos que ficamos sem nos ver. Me falou de suas namoradas, eu falei de você, ele não achou graça.

E aí, pegando no pau dele, brincando, ele ficou duro de novo, sentei nele e cavalguei, depois ele me pôs de quatro de novo e mais um gozo...

Dormimos enquanto conversávamos. E lá pelas 4 horas, eu acordei com ele me chupando. Já me pôs de fogo aceso! E tome outra trepada, das boas!

Tornamos a dormir e acordei às 8. Ele dormia, fiz café, levei pra ele na cama, mas ele preferiu me comer primeiro...
Mandei ele embora! 4 trepadas em menos de 10 horas! Socorro!
Aí tomei um banho e vim pra cá. E estou morrendo de medo de você tentar transar comigo...

- Pode esquecer o medo. Eu vou transar com você!

Era a primeira comigo, e a quinta dela num espaço de tempo de umas 15 horas. Média boa!


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

O noivo da minha melhor amiga me comeu


Isso costuma dar galho...

(escrito por Kaplan)

Não se pode confiar em mais ninguém, pelo visto. Homero era noivo de Silvia e ela tinha uma amiga do peito, a Tatiana. Mas amiga mesmo. As duas sabiam que uma era a melhor amiga da outra.
Era uma amizade que transcendia tudo. Elas se amavam, mas nunca haviam tido nada de lésbico na relação. Era amizade pura, desinteressada, que vinha desde a infância.

Pois bem, o Homero, quando conheceu a Tatiana ficou vidrado. Sem desmerecer a noiva, mas a Tatiana era gostosa demais! 

Namorada gostosa, mas a amiga... muito mais!
E lentamente, durante o tempo de namoro, ele foi se insinuando pra ela, mas bem sutilmente, porque não queria perder a namorada.

Ficaram noivos, e as insinuações continuaram. Tatiana a principio ficou incomodada, mas não ligou e com o passar do tempo até incentivava, achando que tudo era brincadeira.

Até que ela gostava, mas sempre achando que não iria pra frente, afinal ele era o noivo de sua melhor amiga...

Só que não...
Aconteceu!

Como Tatiana morava sozinha, era no apartamento dela que os noivos se encontravam sempre que estavam sem grana para ir a motéis. Para garantir que nada de errado aconteceria, ela ficava na sala enquanto os pombinhos iam trepar no quarto. Se alguém da casa da Silvia ligasse, Tatiana atendia, dizia que ela estava no banheiro e corria para chamá-la. Nem precisava bater na porta, eles a deixavam aberta e ela entrava. E sempre via os dois na maior ferveção. Aquilo mexia com ela, sem dúvida. Mas... era sua melhor amiga... 


Telefone pra você, amiga... corre que é sério!
E teve um dia em que o telefone tocou, era a mãe da Silvia. Ela correu ao quarto, avisou, Silvia levantou e foi atender. E ela não conseguiu sair do quarto... ficou vendo o pau dele ereto e ele sorrindo pra ela...
Silvia voltou.

- Vou ter de ir. Minha tia está passando mal e minha mãe precisa levá-la ao hospital e justo hoje eu vim de carro... – falou já se vestindo apressada, deu um beijo no Homero, que continuava peladão na cama e saiu às pressas.

Era tudo o que precisava acontecer para que Tatiana e Homero deixassem de brincar e falassem seriamente.

- Vem, Tati...
- Não posso, Homero... Silvia é minha melhor amiga... não posso fazer isso com ela...
- Não é com ela que você vai fazer, é comigo...

Levantou, foi até onde ela estava e deu-lhe um beijo. A princípio ela ficou com a boca fechada, mas a insistência dele acabou fazendo com que ela abrisse a boca e as línguas se tocaram e ela se entregou totalmente a ele.
Ele foi tirando a camiseta dela, a calça, a calcinha. Realmente, a Tati era uma gostosura... 

Estou traindo minha amiga... mas está tão bom!
E ela foi pegar naquilo que tanto chamara sua atenção, o pau dele, que continuava com a mesma ereção. Deitaram na cama e ela começou o boquete nele. Chupou com muita vontade... era gostoso mesmo, no íntimo ela se recordava de que já tinha sonhado com ele uma vez...

Depois de chupar ela sentou no pau dele, bem de frente, inclinada, ele pôde pegar nos seios dela e acariciá-los enquanto ela movimentava seu corpo pra cima e pra baixo, e gemia, de olhos fechados... não queria ver que era o Homero...

Achou melhor quando ele pediu para ela ficar de quatro, assim não iria ver mesmo o rosto dele. E tome vara! Não tinha como não gozar, aquele gozo gostoso que ela tinha com o namorado, mas ali, aquele pareceu até melhor... será que era verdade o que diziam, que colocar chifres é bom? Parecia que sim!

E aí não se incomodou mais quando ele a colocou de ladinho e enquanto metia, a beijava. Ela correspondeu aos beijos dele. Nada mais tinha a recear.
Depois que terminaram, ele se vestiu.

- Acho que Silvia não volta mais. De qualquer forma, vou dar uma passada lá para ver como está a situação. E Tati... foi lindo... maravilhoso mesmo. Gostei demais.
- É, foi bom sim, agora você vai embora e eu fico aqui com remorsos por ter traído minha melhor amiga...
- Te garanto que da segunda vez em diante, você não terá remorsos...
- Uai... pretende que haja uma segunda vez?
- Só uma não... muitas... afinal, sei onde você mora...

Ela jogou um travesseiro nele,que saiu rindo.

Mas... de fato ela não teve mais remorsos depois da segunda vez...


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

O amigo mais velho era bem safado



O jeito era experimentar...

(escrito por kaplan)

Ilda era loura, tinha 1,67cm, pesava 53kg, tinha 84 de busto e 88 de bumbum. Uma delícia, que deixava o Heraldo, seu amigo e vizinho em uma chácara, louco de tesão. E quando ela punha biquíni e ia nadar?  

Lá está ela...deliciosa!
Ele ficava de tocaia na cerca que dividia as duas chácaras, devidamente protegido para não ser visto por ela, e nem pelo marido dela!

Eram amigos. Como não ser, sendo vizinhos? Ele frequentava a casa deles quando faziam um churrasco e ele era, invariavelmente, convidado. E ali ele podia desfrutar, mais de perto, do prazer de ver a Ilda com seus biquínis arrasadores. Arrasavam o coração dele. Ele entendia que ela não lhe dava muita bola. Eram amigos, mas ele já tinha quase 60 anos, e ela, nos seus 32, era, como se diz por aí, “muita areia para o caminhãozinho dele”. Consolava-se com sua atividade de voyeur escondido.
Mas era um homem de sorte. 

Socorro! ela está fazendo topless!!!
Pois não é que um dia de semana, ele olhando a Ilda de biquíni... o marido dela trabalhando... ela percebeu que ele a olhava. E ficou imaginando coisas... aí tirou o sutiã e ficou no topless... e teve a certeza de que era ele mesmo que estava olhando pra ela, porque ele ficou tão louco que fez barulho na cerca e ela viu... foi engraçado!

Resolveu brincar com ele.

Colocou o sutiã, levantou-se e entrou na casa. Só que não ficou lá, saiu pelo outro lado e entrou na casa do Heraldo sem ele perceber e foi até onde ele estava.

- Com efeito!!! Me espionando, seu Heraldo!

Ele quase caiu de tanto susto que levou. Mas era cara de pau o suficiente para enfrentar a situação. Não mentiu.

- Ah, Ilda... não me leve a mal mas estava sim. Não espionando, mas admirando esse corpo escultural que você tem.
- Ora... acha mesmo?
- Claro... e quando tirou o sutiã, então...
- Deu pra ver tudo?
- Sim, um pouco de longe... mas deu... gostaria de ver mais de perto, é claro!
- Olha só... ele é atrevido... 

De longe e de perto... maravilha!
- Não... sou um admirador da beleza feminina. E você é muito linda!

Ela ficou tão feliz com o que ele falava que nem se importou quando ele levou a mão ao sutiã e o abaixou, podendo ver, de perto, a cores, os belos seios dela. E sentiu os dedos grossos e rugosos encostando nos seios... aquilo fez ela arrepiar. Que homem sedutor era aquele! Em alguns minutos, falando pouco e agindo de forma atrevida já a tinha seduzido. E agora?

Pensou e resolveu ir em frente. Até onde iria o atrevimento dele?
Foi longe...

Depois de bolinar os seios dela, ele mamou neles e sua mão foi se enfiando, sorrateira, dentro da calcinha dela, atingiu o ponto chave, de tal forma que pareceu a ele que um pau estava penetrando-a.

E lá se foi a calcinha pro chão... e ela se viu nua! Não era um local com privacidade, então ela pediu que entrassem na casa. Não sabia a razão, mas tinha certeza de que iria colocar  o primeiro chifre na cabeça do marido... o Heraldo a enlouqueceu! 

Ele  me fez colocar chifre pela primeira vez em meu marido!
Entraram na casa, ele a levou até sua cama e se despiu também. E a colocou de jeito para fazerem um prolongado 69, que quase fez Ilda gozar. Dedos e língua do Heraldo eram algo fora de série... o pau até que não era dos maiores, mas nem precisava de ter um, porque a língua e os dedos já faziam um belo estrago!

E depois do 69, ele a comeu de ladinho. E foi uma comida de quase vinte minutos... ele só socando e ela só gemendo. Gozou e ele continuava socando... ela já estava quase desfalecendo... e ele socando.
Até que, finalmente, ele tirou o pau de dentro dela e gozou em seu corpo.

- Heraldo... que loucura...
- Também acho, mas você mereceu tudo isso que fizemos.
- E com certeza faremos mais, não é?
- Sempre que você quiser...

Passou a ser quase diário o encontro dos dois. Exceto nos dias em que o marido dela ficava em casa, sábados, domingos, feriados...


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Minha doce secretária



Parecia doce de mel...

(escrito por Kaplan)

Mais uma história de uma secretária bem dadivosa, a Joana, que trabalhava para o Isidoro, um arquiteto famoso na cidade. 

Secretária exemplar... bem vestida!

Durante a semana ela ia vestida praticamente de uniforme, pois o movimento de pessoas no escritório era muito grande, e o Isidoro pedia que ela não desse qualquer bandeira. Atendia a todo mundo com bastante seriedade, fazia bem o papel de secretária.

Mas no sábado... não havia expediente no escritório e ela ia assim mesmo, porque sabia que o Isidoro estaria lá esperando por ela.

Joana era casada, e as idas dela aos sábados de manhã ao escritório não eram notadas pelo marido, que tinha um compromisso sério ao qual não faltava: o futebol de salão no clube. 

Ah... ele jamais faltaria a esse compromisso.
Joana dava a maior força, o maior incentivo para ele ir. E assim que ele saía de casa, ela se mandava para o escritório. Nada de uniforme, nada de roupa séria. Ela ia de minissaia e uma blusinha, fácil de ser aberta... 

Pode entrar... já estou pronto pra você!

E quando batia na porta, já ouvia o “Pode entrar”. Abria um sorriso e entrava e via o patrão assentado atrás de sua mesa, conferindo alguns projetos. Ele trabalhava no sábado conferindo o que seus auxiliares haviam feito. Mas na hora em que Joana chegava... ele largava tudo e ia pegar sua secretária favorita.

E ela se deixava pegar, porque se havia alguma coisa de fantástico naquele escritório era o pau do Isidoro. E ele levantava a saia dela, tirava a calcinha, depois abria a blusa, tirava-a e pronto: Joana estava nua.

Colocou-a sentada na mesa e deu uma cheirada na xotinha. Ela sempre passava um perfume que ele lhe dera com a condição de só usar aos sábados, e na xotinha. Conferindo que estava bem perfumada, ele lambia tudo, enfiava a língua dentro da xotinha, enfiava um dedo, às vezes dois e a deixava molhadinha, pronta para ser penetrada. 

Primeiro eu chupo... depois eu dou... tudo!

Mas ela não admitia ser comida sem primeiro dar uma bela chupada no pau dele. Então o ajudava a tirar a roupa, ajoelhava-se entre as pernas dele e caprichava no boquete.

Aí ele sentava na cadeira, ela sentava em cima e ficavam brincando de pular enquanto a cadeira, de rodinhas, deslizava pela sala. Ela dava gargalhadas, depois levantava, chupava de novo o pau dele e aí ficava recostada na mesa, bem inclinada, com aquela beleza de bunda toda oferecida.

E a vara entrava, deslizando, de tão molhada que ela estava. E ele bombava sem parar, ouvindo os gemidos dela, que lhe diziam o quanto ela estava gostando da trepada.

Aí ele deitava no chão e ela o cavalgava de novo, gemendo, com os cabelos esvoaçantes, os seios pulando... quase sempre era naquele momento que ela gozava, mas ele ainda fazia questão de virar o corpo dela até que ficassem deitados, ele atrás, e metendo de ladinho... 

Como gosto do seu leitinho...

E geralmente ela o chupava de novo até ele gozar, seja dentro de sua boca, seja nos seios.

- Joana, Joana... a cada dia fico mais feliz com esses nossos encontros... bendita a hora em que seu marido me perguntou se eu precisava de uma secretária... se ele soubesse que você e eu já punhamos chifre nele... mas até hoje ele não desconfiou de nada, né?

- Acredito que não, mas ele fica tão feliz quando junto meu salário com o dele no final do mês... sempre me recomenda te agradecer pelo emprego!