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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Como ele atrasou o aluguel, a proprietária cobrou de um jeito especial

 Assim, eu atrasaria sempre!

(escrito por Kaplan)

 

 A vida tem dessas coisas. Uma bela viúva, dona de alguns apartamentos na cidade, alugava-os para ter uma renda extra, já que só a pensão do falecido não era lá essas coisas. E quando a bela viúva, de nome Márcia, alugou um dos apartamentos para o belo solteiro Jessé, ficou ouriçada. Ele era um belo rapaz e era com muita satisfação que ela ia, todo dia 5, receber o aluguel dele.

Ele achava interessante que ela ficava batendo longos papos com ele. Que diferente de imobiliárias que só mandavam o boleto para ele pagar nos bancos.

Pois bem, depois de morar ali por 8 meses, pagando sempre em dia, no nono mês ele teve problemas e quando ela apareceu, envergonhado ele falou que não tinha o dinheiro, mas pagaria quando arrumasse e ela podia cobrar multa, é claro.

- Está bem, eu voltarei dia 12 para ver se você já conseguiu o dinheiro.

Uma semana! Pensou ele, meio preocupado. Será que conseguiria?

Esta não era a preocupação da viúva. Estava pensando era na multa que ela iria cobrar...

E no dia 12, lá estava ela. Vestida a caráter. Um vestido preto, de tamanho não curto demais, meia 3/8, salto alto... estava um charme! 


Viúva, porém dadivosa...

E ele, mais envergonhado do que nunca, falou que só tinha conseguido a metade do valor do aluguel.

Ela adorou ouvir o que ele falara.

- Bem, Jessé, você disse que eu podia estipular uma multa, mas eu pensei que receberia o valor total hoje, já que não é assim, vou te propor uma outra coisa. Como sabe, eu sou viúva há cinco anos e tenho sentido falta de certas coisas... aceito a metade e a multa é o que vamos fazer agora. 

E foi abrindo o vestido, tirando-o e ficando só de lingerie e meia na frente dele, embasbacado pela proposta e porque a viúva era um trem danado de gostoso!

E viu que ela não era de perder tempo, já foi chegando junto dele e mandando ver.

E enquanto ela lutava para abrir a calça dele, ele já foi afastando o bojo do sutiã e expondo os belos seios dela. Mandou a mão na calcinha e afagou a xotinha, ela deu um gemido e continuou,conseguiu tirar o pau dele pra fora da calça e começou a chupar... ah... quanto tempo ela não tinha um desses pra colocar na boca...

Não demorou para os dois estarem completamente nus e ela, ajoelhada na frente dele, continuava a chupar-lhe o pau.

E depois ela o cavalgou, com aquele prazer de voltar a fazer algo que já tinha feito muito. Não perdera o jeito... cavalgou de costas, de frente, ficou de quatro, cavalgou de novo, gozou como há muito não gozava... 


Deu tudo certo, ele pagava assim...


Vestiu-se e falou com o Jessé que considerava quitado o aluguel daquele mês, e a multa também tinha sido devidamente paga.

No mês seguinte, já no dia 5 ele só tinha a metade e ela não deu prazo para ele pagar a multa. Rolaram no tapete da sala e treparam tão gostoso como da primeira vez.

No outro mês, ele tinha conseguido o dinheiro todo, mas mentiu falando que não, e o golpe foi muito bem dado.

- Jessé, vamos fazer o seguinte: eu estou perdendo muito dinheiro desse jeito. Então, junta suas coisas e vem morar comigo. Não vou te cobrar aluguel e ainda terei um pinto para dizer que é meu...

 

sábado, 21 de março de 2020

Ele viu a tia tomando banho e não resistiu... entrou no chuveiro com ela


Muito amorosos, os dois...

(escrito por Kaplan)

Era uma vez... essa história podia começar assim. Era uma vez uma tia Carlota, bem gostosa nos seus 54 anos e um sobrinho Timóteo bem safadinho nos seus 23 anos. 

Ver a tia de biquini já deixava o rapaz alucinado...

Ele vivia indo na casa dela, viúva, morava sozinha num condomínio. A casa tinha piscina e era por isso que o Timóteo vivia indo lá. Adorava ver a tia Carlota de biquíni, vivia falando com ela que ela não parecia ter 54 anos.

- Que gentil que você é, querido. Acha mesmo? Quantos anos você acha que eu pareço ter?
- No máximo uns 38, talvez 40. A senhora está nos trinques!

Ela ria, feliz da vida. Fazia bem ao ego.
Só que teve um fim de semana em que ele apareceu lá para utilizar a piscina e a vida mudou por completo.

É que ela disse que ia tomar banho pois tinha de sair. Que ele ficasse na piscina o tempo que quisesse, ela não pretendia demorar mais do que umas 3 horas.
A menção dela: vou tomar banho, deixou o Timóteo aceso. Ele pensou que poderia ser a chance de ver a tia peladinha. Então, muito ousado, pois não tinha ideia da possível reação dela,ele verificou se a porta do banheiro estava trancada. Para felicidade dele, não, ela tinha apenas encostado.

E ele viu-a. Nua, esplendorosamente nua, se banhando, cantando. 

Vê-la tomando banho... nossa!!!

Resolveu que era tudo ou nada. Tirou a roupa e entrou no banheiro pelado e já de pau duro. A tia levou um susto tremendo quando o viu e mais ainda quando ele colocou suas mãos nas nádegas dela.

- O que você está fazendo, Timóteo?
- Realizando meus sonhos, sempre sonhei com isso.
- Não devemos...
- Por que não? Olha como fiquei só de te ver!

Ela encarou o pau dele. Interessante, fez ela se lembrar do falecido. Por impulso, pegou nele. E levou-o à boca. Há quanto tempo ela não fazia um boquete! E agora tinha a chance com aquele sobrinho maluco que a tesava daquele jeito.

Entregou-se completamente. Viu o pau dele enfiando-se em sua xotinha, apertada pela falta de uso. Mas ele entrou e o rapaz sabia das coisas, meteu com bastante propriedade, levando-a a gemer de satisfação.
Ao lado do boxe tinha uma cômoda, onde ela sentou, com as pernas abertas e ele então chupou-a com maestria. Mais gemidos, mais prazer, mais excitação. 

Era algo que ela nunca imaginara... mas estava gostando muito!

Desceu e ficou de quatro e ele meteu novamente e ela nunca teve um gozo tão rápido quanto aquele. Fez questão de chupar o pau dele de novo e beber o leitinho.
Caiu em si.

- Fizemos uma loucura. Ninguém pode saber disso, Timóteo!
- Ninguém vai saber, prometo. Mas você gostou, tia?
- Não posso negar, adorei.
- Vamos fazer de novo, não vamos?
- Temos de pensar melhor sobre isso. Vou sair e quando voltar a gente conversa, tá? Me espera.

Ele esperou, revendo em sua mente tudo que acontecera.
Ficou na piscina, nadando pelado. Ali havia muita privacidade e ele experimentou nadar sem sunga e gostou. Assim, quando a tia chegou, o viu peladão, deitado na espreguiçadeira.

Olhou-o carinhosamente. Ela tinha pensado bastante enquanto esteve fora e vendo aquela beleza de sobrinho pelado em seu quintal, entendeu que não haveria maior problema em continuar transando com ele. 

A segunda do dia foi na piscina.

Mas colocou o biquíni para entrar na piscina. Ele pulou atrás dela e foi agarrando-a, enchendo-a de beijos, mamando nos seios dela, o que fez com que o sutiã desaparecesse. E logo a calcinha também, e os dois, nus, se esfregavam, se tocavam, se chupavam.

- Pelo visto nós chegamos à mesma conclusão, não é? Vamos em frente!
- Vamos sim, tia, eu adorei e vou continuar adorando transar com você!

Ela fez um boquete nele. E deixou que ele a penetrasse dentro da piscina, mas saíram logo e ela o colocou numa cadeira e sentou em cima dele. Cavalgou-o, chupou-o, foi chupada, gozou de novo. Dois gozos no mesmo dia. Nunca conseguira isso com o falecido.

Não iria perder a chance de continuar a transar com o Timóteo. Só alegria!


segunda-feira, 1 de abril de 2019

Ela, viúva, acabou dando pro enteado


Bem... não era mãe mesmo...

(escrito por Kaplan)

Uma história bem interessante esta que vou narrar aqui. Quem me contou foi um dos personagens principais, o Vitor, 27 anos, bonito rapaz. Morava com o pai e a madrasta, Líria, desde que a mãe dele falecera e o pai se casara novamente, ele ainda era criança quando isso aconteceu. O pai falecera dois anos antes do fato que ele me contou.

- Imagina, meu amigo, que este mês eu comecei a reparar que a Líria estava se produzindo mais. Comprara novas roupas, sapatos. Eu a encontrava sempre bem vestida e diria mesmo, até sensualmente vestida, porque era cada decote que ela usava que vou te contar. 

Qual a razão dessas roupas provocantes?
- Na certa você pensou que ela estava de amores novos.
- Exatamente, foi o que eu pensei. E aí ficou uma situação estranha, porque o apartamento meu pai já tinha passado para meu nome há tempos. É lógico que eu jamais iria pedir para ela sair de lá. Mas ficava pensando como ficaria estranho quando eu estivesse com uma namorada ou até mesmo se eu me casasse. Eu  não tinha nada contra ela arranjar namorado ou se casar. Mas seria bom colocar isso em pratos limpos, pois eu não desejaria que acontecesse uma disputa ou uma briga entre nós. Afinal, foi ela que me educou, fundamentalmente. Tive muito pouco contato com minha mãe.

Então, semana passada eu resolvi ter essa conversa com ela.
Cheguei em casa, ela estava toda produzida, como vinha acontecendo ultimamente e eu a levei para a sala, ela sentou no sofá e eu na poltrona ao lado. Começamos a falar abobrinhas, eu queria falar o que precisava, mas não encontrava um jeito de dizer. Aí resolvi e falei de cara que estava pensando que ela estava arrumando um namorado. E ela, candidamente, me falou que não, isso não passava pela cabeça dela.
Aí eu falei: 

- É que tenho notado que você anda se produzindo muito ultimamente

Acho que você não entendeu o que eu quero...
Em vez de responder, ela me pediu para esperar. Foi à cozinha e de lá voltou com duas taças de vinho. Me deu uma, brindou comigo, mas sem dizer a que estávamos brindando, tomamos alguns goles ainda em silêncio e aí ela me disse algo que me espantou.

- Acho que minha estratégia falhou.
- Como assim? Que estratégia?
- Eu tenho me produzido sim, sei disso, é intencional. Mas eu queria era seduzir você!

- Uau! Ela disse isso?
- Disse, cara, e eu só não cai porque estava sentado. Fiquei perplexo. Então ela se levantou, me pegou pela mão e me levou ao quarto dela. E me deu um beijo que vou te contar... arrepiante!

E me deu outro, e mais outro, e eu fiquei seduzido de verdade. Correspondi aos beijos dela. Na hora pensei: ela é minha mãe... Não, não é, é madrasta. Posso ir em frente!
Ela até derramou umas lágrimas de felicidade quando viu que eu estava participando.
Deitamos na cama, eu por cima dela, e os beijos continuavam, ela começou a desabotoar minha camisa, ajudei, tirei a camisa. E aí tirei o vestido dela. Rapaz, o corpo dela está nos trinques. Tem um par de seios grandes, estava usando um sutiã desses que chegam a deixar os mamilos aparecendo, uma calcinha fio dental.
Arranquei tudo. Mamei bastante nela e minha mão já foi na direção da xotinha. Ela enlouquecia, falou para eu tirar a calça, tirei.

Tinha certeza de que o pintinho tinha virado um pintão!
Ela olhou pra mim e comentou: A última vez que te vi pelado você tinha oito anos. Seu pintinho era bonitinho mesmo, mas agora está lindo, ainda bem que cresceu bastante!

Fiquei sentado apoiado na cabeceira da cama e ela ajoelhou-se entre minhas pernas e começou a me fazer o melhor boquete que alguém já me fez até hoje. E eu passava as mãos nas costas dela, nos seios, e ela não parava de chupar... tive de me segurar para não gozar.

Retribui fazendo uma boa chupada na xotinha dela. Que gemeu, puxou meus cabelos, os dela, eu chupava e via os seios dela se mexendo... loucura completa, cara!
E aí eu a comi. Papai e mamãe. Mas foi muito gostoso. Demorado... consegui segurar até ver que ela gozava. E aí liberei meu gozo também.
Foi algo que nunca tinha imaginado. Não é uma loucura?

- Bem, eu acho que foi inusitado, mas não se trata de loucura. E agora? Como está a situação?
- Uai, estou dormindo todas as noites na cama com ela... trepando sem parar. Tá ótimo!


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Filha, você e seu namorado não deviam fazer essas coisas na minha frente...

Ela ficava eufórica quando os via...

(escrito por Kaplan)

Personagens desta história: Sheyla, 48 anos, viúva há seis meses. Fernanda, sua filha de 21 anos, morena gostosa que namorava Gabriel, de 26 e que tinha uma bela pica.
Pelo título, vocês já devem estar imaginando do que se trata, não é, taradinhos e taradinhas?
Sim, isso mesmo.

Os namoradinhos estavam no sofá da sala do apartamento dela e, como estavam a sós, começaram a se esfregar, a se beijar, e não demorou para ela tirar a blusa, ele abaixar o sutiã dela e começar a mamar gostoso, dando aquela vontade nela de mamar também... mas no pau dele. 

Ainda bem que estamos a sós...
Que abaixou a calça e a cueca e mostrou o pau duro – orgulho dele, pois era de bom tamanho – para ela se deliciar enfiando-o na boca e fazendo um boquete como sempre gostava de fazer.
A ousadia foi aumentando, o senso de perigo desapareceu e ela tirou a calça e sentou no pau dele e começou a cavalgar.

E foi aí que a Sheyla apareceu, ninguém sabe de onde. Pegou os dois no flagra.
Fernanda pôs a mão na boca porque a vontade que teve foi de gritar por socorro. O Gabriel pegou uma almofada e tentou proteger as zonas perigosas dele e dela. Mas a Sheyla já tinha visto tudo.
E o que ela fez deixou os dois embasbacados. Primeiro ela falou, com uma voz de piedade:

- Filha, você e seu namorado não deviam fazer essas coisas na minha frente...

E antes que eles pedissem desculpas, ela começou a se despir, ficou só de lingerie.
Os dois não estavam entendendo nada. E Fernanda continuava sentada no pau do Gabriel.

- Continuem, continuem... foi bonito ver você cavalgando ele. 

Ela adorou ver a filha cavalgando o namorado... deu tesão!

Então eles continuaram e ela ficou sentada ao lado, passando a mão nos corpos dos dois. Quando Fernanda saiu e começou a chupar o pau dele de novo, ela ajudou. Ficou lambendo de um  lado e a filha de outro. E o Gabriel quase explodindo de tanto tesão. Imaginar a sogra que nem era sogra ainda chupando o pau dele? Nunca! Jamais teria imaginado tal situação, mas ali estava ela... e ela tirou a lingerie, ficou nua na frente dele.

Ele levantou, sem saber o que fazer. Ela deitou e pediu, queria ser comida. Ele olhou para a namorada que deu de ombros.
Então ele comeu a sogra. Deitou sobre ela, foi um papai e mamãe legal, que ela curtiu muito. E ele acabou gozando dentro dela, que não se incomodou. Pelo contrário, ficou feliz com o que tinha acontecido.
Levantou-se e foi para seu quarto, deixando os dois apatetados na sala.

- Meu bem, o que foi isso?
- Minha mãe devia estar sentindo falta... não saiu com ninguém depois que papai faleceu...
- E agora?
- Se entendi bem, não precisamos mais de fazer as coisas escondidos... vai depender de você: dá conta de nós duas?
- Acho que dou...
- Então estamos combinados. Mas vou conversar com ela antes. 

Mãe... agora a gente ri, mas na hora... que susto!

Ele foi embora e Fernanda foi procurar a mãe. Ainda estava nua e foi nua que encontrou a mãe deitada na cama, com uma cara de felicidade a toda prova.

- Gabriel já foi, filha?
- Sim. Já se mandou.
- Eu assustei muito a vocês, não foi?
- Foi sim, mãe... mas o que deu em você querer transar com ele?
- Vou te falar com toda a sinceridade... saudade de uma pica, filha... nossa, como tenho saudade...
- Vai querer mais?
- Se vocês não se incomodarem... ele falou alguma coisa?
- Ficou na dúvida, que nem eu... mas conversamos e ele disse que se a senhora quiser, tudo bem.
- Vou querer sim... que bom que vocês não horrorizaram...

E assim, três dias depois, quando o Gabriel esteve na casa delas de novo, rolou bonito um novo ménage.
Assim que Sheyla ouviu os beijos que os dois se davam, já chegou na sala de lingerie, pronta para mais um embate glorioso.
Gabriel já tinha tirado a calça da Fernanda e lambia sua xota. E pela primeira vez prestou atenção em uma pinta que ela tinha. Comentou e Sheyla falou que era hereditária, ela também tinha uma no mesmo lugar. 

Olha... eu tenho pinto e vocês duas tem pinta!!!

E Gabriel fez questão de ver...e ela fez questão de mostrar. Sentou no sofá, afastou a calcinha pro lado e ele viu que ela tinha mesmo uma pinta totalmente igual à da Fernanda.
E aproveitou para dar uma bela chupada na xotinha da sogra.

Depois ele se despiu e mostrou seu orgulho para as duas que avançaram sobre ele e o chuparam ardentemente.
E ele comeu a sogra ajoelhada no sofá e depois a Fernanda que o cavalgou de novo.

Ela tinha preparado um lanche para eles, e os três foram, peladissimos, para a cozinha, onde lancharam e conversaram, ficando acertado que ela iria participar das transas deles pelo menos uma vez por semana.

- Pra mim é o suficiente, e não quero atrapalhar as relações de vocês.

Pelo visto, o Gabriel só não casava ali se fosse tolo...


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

A viúva encontrou um viúvo na sauna



Belo encontro e melhor resultado!

(escrito por Kaplan)

Já se passavam dois anos desde que Zuleica enviuvara. Seu casamento de mais de 20 anos tinha sido muito bom, particularmente no que se refere ao comportamento do marido na cama, sempre pronto a satisfazê-la. E o fazia com brilhantismo. Ela se casara aos 18 anos e estava agora com 42. O corpo modificara um pouco, algumas gordurinhas aqui e ali despontavam. 

Ainda dou pro gasto! (foto: Kaplan)
Ela não era fanática por academias ou malhações. Fazia caminhadas, frequentava o mesmo clube onde nadava e às vezes jogava uma partida de peteca, mas sem muito entusiasmo...

Mas queria encontrar um alguém que pudesse substituir o marido.

A turma masculina do clube era formada por pessoas muito legais, mas a maioria era casada. Poucos solteiros Zuleica conhecia.

Pensou em encontrar amigos na internet, algumas amigas haviam recomendado a ela, mas ficou horrorizada com a pobreza de espírito dos caras que contatou. Todos queriam, já no primeiro contato, que ela abrisse a webcam e se mostrasse nua pra eles.  Não apareceu um – um só! – com quem pudesse levar um papo de 10 segundos.
Desistiu. 

Acabou tendo uma sorte danada. Um sábado em que estava nadando, no clube, um amigo, o Arnoldo, entrou na piscina também e acabaram batendo um papo. Algo os aproximou desde o primeiro momento: também era viúvo.

Só isso já lhes permitiu uma longa conversa. E dali em diante, todos os dias eles ficavam mais ou menos juntos na piscina, ou tomando uma cerveja nas mesas da lanchonete/bar do clube.
E um dia, ele a convidou para ir em sua casa.

- Construí uma sauna, Zuleica, e estou convidando os amigos e amigas mais chegados para a inauguração. Você gostaria de ir?
- Mas é claro! Adoro sauna! 

Engraçado... mais ninguém chegou...
Combinados, ele deu o endereço e no dia marcado ela foi. O que ela não sabia é que o Arnoldo só convidara a ela! Falou que iam mais pessoas para ela não ficar constrangida de ser a única convidada.
Então, quando ela chegou... só encontrou o dono da casa.

- Cruzes! Fui a primeira a chegar?
- Foi! Mas isso não impede que tomemos uma cerveja, que nademos, enquanto aguardamos os outros!

E foi o que fizeram. Nadaram, beberam, o tempo passava e nada de mais “convidados” chegarem. 

- Zuleica, este povo tá demorando demais ou então não vem. Mas eu quero inaugurar a sauna hoje, sem falta. Vamos nós dois? Se alguém chegar tocará a campainha e vai dar pra eu ouvir.

Meio desconfiada, ela foi com ele para a sauna. Não era muito grande, mas muito legal. E os dois ficaram ali conversando e teve uma hora que ele falou com ela:

- Sabe de uma coisa, Zuleica? Eu já vi em filmes e sempre pensei que poderia acontecer comigo. Saunas mistas em que todo mundo fica nu... o que você acha?
- Nós dois nus? Ah... não sei... acho que não quero não.
- Vergonha? Ou o quê?
- Sei lá... talvez seja vergonha. Pudor. Medo. Não sei!
- Medo? Essa não entendi.
- Medo do que possa acontecer.
- Mas isso não é motivo para ter medo... e se eu disser que sou louco pra te ver nua?
- Arnoldo... estou suando e não é por causa da sauna não...
- Posso fazer você suar mais ainda... solte-se Zuleica... o que temos a perder? Somos viúvos, não devemos satisfação a ninguém... 
Uau! Agora fiquei interessada!

E falando assim ele tirou a sunga e mostrou-se nu para ela. E ela viu o quanto ele estava excitado!

Então, mandou a vergonha, o pudor e o medo às favas! Tirou o biquíni e ele a viu nua. Seios ainda bem em pé, pois não tivera filhos. Xotinha peluda, como ele gostava.
Ficaram se olhando e se abraçaram e um beijo gostoso foi dado.

- Arnoldo, antes de qualquer outra coisa... você não convidou mais ninguém, não é? Me atraiu para o covil do lobo com a mentira de que vinham outras pessoas. Foi ou não foi?

Ele riu.

- Sim, foi isso mesmo. Eu queria estar a sós com você para te falar da vontade de ter você como estamos agora, abraçados, nus e podendo fazer tudo que temos saudade de fazer. 

Ah... finalmente posso lembrar dos meus tempos!!!

Ela se derreteu toda e mais ainda quando ele a sentou e chupou sua xotinha. Ah... que saudades daquilo! Deixou que ele a chupasse bastante e depois retribuiu, fazendo um boquete demorado no pauzão dele. Que, aliás, era bem parecido com o do falecido...

E depois fizeram um 69, espanhola, ela o cavalgou, ele a comeu de cachorrinho e, de quebra, ainda gozou na boca da Zuleica.

O resto daquele dia foi um festival de trepadas, mas dentro da casa, ali na piscina não podia porque não havia privacidade. Mas a cama dele ficou feliz em sentir de novo o peso de duas pessoas.

E isso foi definitivo. Duas semanas depois ela se mudou pra lá.