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sábado, 11 de julho de 2020

Esta noite é nossa!


Ela não reclamou nada!

(escrito por Kaplan)

Noite escura, poucos carros nas ruas. Um táxi se dirigia rapidamente a um local determinado pela passageira, Amanda. Ela recebera um convite para uma recepção muito formal, escolhera seu melhor vestido, preto, e rumara para o endereço que Tarcísio, seu caso, lhe indicara. 

Deslumbrante, não?


 O marido dela desconfiara do convite só para ela, mas como todo bom corno, imaginou que depois da tal recepção ela iria com ele para um motel ou algum outro lugar para transarem tranquilos. Ele acertou apenas em parte.
Quando ela chegou ao endereço, subiu no elevador até o último andar. Bateu a campainha. Ouviu passos e a porta se abriu, mostrando seu caso vestido formalmente para irem à tal recepção.
Ele a admirou, estava bela em seu vestido, salto alto, maquiagem perfeita. Brincando, pediu que ela desse uma voltinha para ele apreciar o conjunto. Ela fez isso e foi elogiada.
- Você está deslumbrante!
- Obrigada, querido, mas você não fica atrás.
- Tenho uma surpresa pra você.
- Mesmo? Adoro surpresas.
Mas ela ficou meio grilada quando ele pegou um pano e vendou seus olhos.
- Por quê isso? 

Isso era novidade... vendada?

- Espere e verá. Fique tranquila. Estou aqui com você!
Ele caminhou com ela até a escada e levou-a para a cobertura. Ela já conhecia, mas nunca estivera lá à noite. Ele tirou a venda e ela ficou encantada com a surpresa. Além do espetáculo que era ver grande parte da cidade iluminada, ali estava uma mesa, com duas cadeiras, um balde com uma garrafa de champanhe e dois pratos, já prontos para serem degustados.
- Querido, mas que surpresa foi essa?
- Hoje a noite é nossa, e quis que fosse especial.
Levou-a até a mesa, puxou a cadeira para ela sentar, ajeitou-a e depois sentou-se à frente dela. Encheu as taças, brindaram e beberam um gole. No prato, um filé que ele partiu e ofereceu a ela o primeiro pedaço.
- Tem razão, querido, esta noite está sendo muito especial... você que fez tudo?
- Sim.
- Não sabia que era um chef!
Terminaram de saborear o filé e ele trouxe barquetes com morangos que colocou em sua boca. Ouviu-se uma música, lenta, gostosa e ele a retirou para dançarem um pouco e durante a dança beijos molhados foram dados, o tesão estava a mil, ela sentia que já estava até molhada, então não resistiu mais. Tirou o paletó dele, deixando claro o que esperava daquela noite.
Ele a arrastou para o aposento que havia na cobertura, onde uma cama com finíssimos lençóis esperava os dois amantes. 


Sem venda e sem sutiã... belos seios!

Enquanto a camisa dele era retirada por ela, as mãos ágeis dele começaram a abaixar o vestido. Seios nus e surpresa! Ao descer o vestido todo, ele viu que ela não usava calcinha também. Danadinha! Sabia que a noite seria assim...
Deitou-a na cama e começou a acariciar seu corpo. As mãos foram substituídas pela língua quando ele chegou à xotinha. Lambidas, enfiadas... uma chupada tão extraordinária quanto a noite especial que ele preparara.
Ela já conhecia aquela língua, sabia do que ela era capaz, mas naquela noite ela se superou. A chupada foi demorada, ao som da música suave que continuava a inundar o ambiente.
- Sobe aqui na cama, sobe...
Ele subiu e ela pegou no pau dele e o chupou com a mesma intensidade com que havia recebido a chupada que ele lhe dera. 

Este amante valia a pena!
Foi penetrada de ladinho, depois cavalgou o amante. Recebeu-o por cima dela, com as pernas levantadas, um frango assado perfeito. E gozaram, ao mesmo tempo, coroando aquela bela noite.
- Vai ter de voltar?
- Vou, meu marido me espera...
- Vou te levar, então.
- Não precisa, chamo um táxi.
- De jeito nenhum!

E levou-a, ainda tesando-a, pois sabendo-a sem calcinha, ele levantou o vestido até ter condição de manusear a xotinha gostosa.

- Sabe que meu marido vai cheirar para saber se estive com outro homem?
- E vai saber? Toma um banho antes!
- Eu deixo ele saber... ele gosta!


segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Uma festa particular antes da festa oficial


Acho que essa foi melhor...

(escrito por Kaplan) 

Num dos aniversários da Meg, creio que dos 38 anos, programamos uma festinha em casa mesmo, para a noite, para a qual convidamos alguns amigos e amigas.
No entanto, estava eu no Studio quando ela me ligou falando que haveria uma segunda festa. Morrendo de rir, me disse que a Rejane, a Lúcia e a Margarida iam fazer uma festinha à parte, naquela tarde. E ela já estava indo pra lá.

Não me incomodei com isso, e só quando cheguei em casa é que vim a saber como tinha sido a festa. Mas fiquei sabendo depois que os convidados já tinham saído e ela, cansada, entrou no banheiro, tomou uma ducha e foi pra cama. Lá ela me contou que as três tinham programado algo diferente e ela só ficou sabendo quando chegou lá, no apartamento da Rejane.
É que, além das três amigas... tinha um amigo, o Gustavo. 

Amigas... muy amigas!!!

Ele não apareceu desde o início. Quando ela chegou, as três a abraçaram, beijaram, o apartamento estava decorado com balões e cartazes, parecia apenas o encontro de quatro amigas queridas.
Mas teve um momento em que elas fizeram a Meg sentar numa cadeira, tamparam seus olhos e falaram que tinham um presente especial para ela.

Aí o Gustavo entrou, elas destamparam os olhos da Meg e ela se viu com um homem nu em sua frente, balançando o pau. Muito convidativo!
Olhou para as três, que riam.

- Gostou do presente que compramos pra você?
- Compraram, né...
- Sim, foi uma compra, porque ele colocou um preço para vir aqui hoje.
- É mesmo? Que preço?
- Nós teremos de trepar com ele depois!
- Nossa, mas isso é caro demais! Vocês aceitaram? 

As gargalhadas eram gerais. E Meg fez o que lhe cabia fazer. Não podia recusar um presente como aquele, tão caro!
Chupou o pau do Gustavo até dizer chega. E as três começaram a tirar a roupa da Meg, interrompendo a chupação, que logo retornava em alto estilo.

Um presentaço que ela recebeu!

E aí ela trocou de lugar com ele. Ele ficou sentado e Meg foi cavalgar. Tinha esse direito, afinal era seu presente. Cavalgou enquanto as outras ficavam bebendo e se beijando, em amassos gostosos, todas eram bissexuais e já que não tinha um pau para cada uma, divertiam-se entre si enquanto a aniversariante gemia com o pau do Gustavo dentro dela.
E ele ainda a colocou deitada numa mesa, trouxe a xotinha dela pra bem perto da borda e continuou metendo até ela gozar.

Poderoso, o Gustavo ainda conseguiu comer as três.
Meg fez uma cara de chateada, mas era só de brincadeira.

- Vocês não podiam estar dando pra ele. Afinal, ele é meu presente!


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Tem algum amigo nosso que você gostaria de transar?


Não se deve fazer essa pergunta...

(escrito por Kaplan)

Foi uma conversa meio que boba que Sonaide e seu marido Rodrigo tiveram uma noite, quando ele chegou e ela estava lendo um livro. Ele quis saber o assunto e ela disse que estava lendo sobre um triângulo amoroso, quentíssimo. 

Ler hot é o primeiro passo para querer também!
- É hot, muito hot!
- O que é? Um homem e duas mulheres?
- Não... uma mulher e dois homens.
- Interessante.
- Se você pudesse escolher uma mulher para fazermos um triângulo, quem escolheria?
- Uau... assim de supetão... deixa eu pensar. Acho que a Liliam.
- Boa escolha, gosto muito dela e parece ser bem safadinha.
- E você, tem algum amigo nosso que você gostaria de transar?
- Eu tinha certeza de que você ia me devolver a pergunta. Sim, acho que o Benjamim seria uma boa.
- Muito bem, mas vamos sufocar esses desejos malucos. Vê lá se isso é coisa para se pensar!

Ela riu e o assunto morreu.
Só que dois dias depois, o Rodrigo chegou em casa com uma cara meio suspeita. Sonaide ainda estava lendo o tal livro, que era bastante grosso.
Foram para a cama e ele falou que estava pensando em dar uma incrementada na relação. Ela achou ótimo.

- Vai ser o quê?
- Vou te vendar e amarrar as mãos. Quero ver como você reage a uma transa sem me ver.
- Será que é bom?
- Vamos tentar, né? topa?
- Topo sim. 

Ela nem imaginava o que ia rolar...
Ele então a vendou e amarrou os pulsos. Não tirou o vestido dela, bem curtinho, aliás. Beijou-a e tirou-lhe a calcinha. E começou a chupar sua xotinha.

- Tá gostando?
- Estou... é diferente, mas é gostoso...

Sentiu quando ele levantou. Por alguns minutos nada aconteceu.
É porque o Rodrigo chamara o Benjamim para fazer a festa... e foi buscá-lo na sala. Já tinha contado como seria e o amigo ficou esperando.

Então ele veio ao quarto, tirou a calça, ajoelhou na cama e deu mais uma chupada na xotinha. E enfiou seu pau. Sonaide achou estranho, diferente, mas atribuiu ao fato de estar vivendo algo diferente.
Sentiu que seu vestido era abaixado e os seios ficaram expostos. Sentiu a boca do marido sugando, beijando. E a vara comendo solta lá embaixo.

-  Tá gostando? Ela ouviu-o perguntando.
- Estou, mas tem algo diferente.
- Vou te mostrar o que é diferente. 

Tirou a venda e ela ficou branca quando viu que era o Benjamim que a estava comendo.  E estava com os pulsos amarrados, não podia fazer nada. Olhou para o marido.

- O que está acontecendo aqui?
- Uai. Você não disse que ele seria o indicado para um triângulo?
Mas... mas... o que é isso!
- Achei que estávamos só  brincando...
- Mas tá gostando.
- Estou, não vou negar.
- Então faça como no livro que você está lendo. Use e abuse do Benjamim.
- Já que você quer...

Foi desamarrada e tirou o vestido. Totalmente nua, como o Benjamim estava.

- Deita aí, Benjamim.

Ele deitou e ela sentou no pau dele, cavalgando bonito! Que boa surpresa era aquela!
E ainda ficou de quatro, recebeu bombadas e mais bombadas e tornou a cavalgar e gozou bonito.
E recebeu o gozo do amigo em seus seios. 

Ela nunca pensou que seria tão bom...
Agradeceram ao amigo por ter participado e ele foi embora.

- Rodrigo, maluco! Por que não me avisou?
- Eu não tinha certeza que você aceitaria. Assim como fiz ficou melhor. Gostou mesmo?
- Bela trepada, você não viu? Adorei! Amo você!

Olhou pra ele.

- Acho que vou ter de chamar a Liliam para trepar com você...


quarta-feira, 5 de junho de 2019

Duas amigas, uma vendada, e um amante


É o que se chama de ménage no escuro

(escrito por Kaplan)

Ana Carolina e Daya eram amigas desde a infância. Tinham namorados, mas gostavam muito de estar a sós, cheias de carinho e amor pra dar. E viviam inventando situações para dar maior prazer.
Como em um dia em que Daya chegou ao apartamento da amiga e foi recebida com muitos beijos.

- Nossa, que bom ser recebida assim! Alguma novidade?
- Pensei numa incrementada de nossos encontros. Tá a fim?
- Amor meu, quando eu não estive? Sempre estou!
- Então, venha cá no quarto.

Levou-a até a cama e falou que a incrementada seria a partir de uma venda que ela colocaria na amiga. 

Isso é arrepiante... mas ela me ama, então eu deixo...
- Olha, o lance é o seguinte: você não pode tirar a venda em hipótese alguma. Não importa o que eu faça com você, não tire a venda. Fica tranquila, você sabe que eu jamais faria algo para te desagradar.
- Eu sei disso, vamos em frente!

Então Ana Carolina pegou um lenço preto e vendou a amiga. Em seguida, tirou sua roupa, ficando só de lingerie e fez o mesmo com Daya. Beijou-a, para tranquilizá-la.

- Não vou te fazer mal, e acho que você vai gostar muito do que preparei!
- É uma sensação diferente, mas vamos lá!
Carinhosamente, Ana Carolina fez a amiga sentar na cama e deitou-a. Daya sentiu o peso da amiga sobre seu corpo e os lábios dela encostando nos seus. Beijos foram dados e depois Ana Carolina foi beijando o corpo todo da amiga. Beijou os seios e tirou-lhe o sutiã. Saiu de cima. 

Nossa... que coisa mais gelada!!!
Daya ouviu um barulho, que parecia de alguma lata. Não deu pra saber do que se tratava, mas em seguida arrepiou-se todinha, pois algo gelado foi passado nos seios que, em seguida, foram novamente beijados e lambidos pela Ana Carolina.

A mesma coisa gelada foi colocada em sua língua e mais beijos ela recebeu. Entendeu que era uma pedra de gelo que a amiga usara.

Suas pernas foram abertas e Ana Carolina deitou-se com a cabeça entre elas. Ela sentiu sua calcinha ser colocada de lado e a língua da amiga começou a percorrer sua xotinha. Não era a primeira vez que ela era chupada, mas naquele dia, vendada, ela teve uma sensação bem diferente. Seu corpo tremia por inteiro.

De novo a amiga saiu dela. Ela ouvia alguns gestos que não compreendia. De fato, a amiga estava tirando o sutiã e a calcinha, desnudando-se por completo. E ela sentiu o peso da amiga de novo, mas ela parecia estar sentando em seu peito e logo ela sentiu a xotinha da amiga em sua boca. Tratou de lamber bastante, mesmo sem ver. 

Ai, amiga... está tudo tão gostoso...
Depois, Ana Carolina saiu de cima dela e fez ela ficar de quatro. O corpo de Daya foi tocado pelas mãos e pela boca da amiga. Recebeu um beijo grego e sentiu os dedos de Ana entrando em sua xotinha.

Tresloucada pelas carícias da amiga, Daya não ouviu que mais alguém entrava no quarto. Era a segunda parte da surpresa. Quem chegara era Emil, o namorado da Ana Carolina.
Daya assustou quando percebeu que seu corpo era tocado por quatro mãos.

- Quem...?
- Não fale nada, deixe acontecer, te falei que nada de mal vai rolar.

Ela suspirou. Nunca imaginaria que seria o Emil, mas ficou pensando quem poderia ser. O namorado dela não era, ela conhecia muito bem as mãos dele.
Deixou por conta da amiga. E assim, além de quatro mãos, ela teve duas bocas a beijá-la, a mamar em seus seios, a chupar sua xotinha. 

My God... quem poderá ser?
Estremeceu quando sentiu o pau da pessoa chegando em sua boca. Chupou, fazer o quê, naquela situação? Gostoso o pau dele. Sua boca esbarrou na da amiga que também chupava o mesmo pau.

Foi deitada e sentiu o pau dele se encostando em sua xotinha e entrando lentamente dentro dela. E sentiu as bombadas e aquilo estava bom demais. Começou a gemer de prazer, pois além do pau dentro dela, a amiga beijava-lhe os seios e a boca, era uma loucura nunca pensada por ela.

Quando ele finalmente a deixou, já com o melhor gozo de sua vida, ela percebeu que o rapaz estava comendo a amiga, e ela devia estar cavalgando, pelas sacudidas que a cama dava.

Então a amiga tirou a venda dela. Ela ficou vermelha como um pimentão vendo o Emil e a Ana olhando para ela e sorrindo.

- Nem desconfiou quem era, querida?
- Não. Como podia? Nunca tinha transado com ele antes!
- Pois a partir de hoje nós formaremos um trio de sexo. Se conseguir convencer seu namorado, será o quarteto mais sexual do mundo!


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Um bom presente para a namorada é vendá-la e levar o cunhado

Com certeza ela adorou o presente!

(escrito por Kaplan) 

Surpresa mesmo teve a Evelyn. Namorada do Marcelo, namoro já firme, caminhando para o noivado e o casamento, ambos com 23 anos.

E ela tinha algumas amigas, algumas solteiras e outras já casadas, que adoravam ménages e viviam conversando com ela a respeito. E, lógico, de tanto ouvir, ela acabou sonhando com isso. Porém, decepcionou-se quando tocou no assunto com o Marcelo. Ele fechou a cara e disse que era para ela parar de pensar nisso, que ele não admitia de forma alguma!
Ela ficou chateada, mas como amava o Marcelo e pretendia viver bem com ele, abandonou a ideia.
A surpresa aconteceu no aniversário dela. 

Mas que presente será esse?
O Marcelo chegou e disse que tinha um presente. Mas ele precisava tampar os olhos dela, ela não poderia ver. Curiosa, rindo de tão nervosa, tentando imaginar o que poderia ser, ela deixou que ele colocasse uma venda nos olhos dela.

- E então? Cadê o presente?
- Espera só um minuto.

Ela ouviu os passos dele se afastando. Parecia estar saindo do quarto. Onde ele teria escondido o presente que ela não vira?
Dali a pouco ouviu os passos dele de novo. Entrara no quarto.
E então, ela sentiu um pau tentando entrar em sua boca.

- Ah... Marcelo, precisava tampar meus olhos para pedir um boquete? 

Uai... sinto algo diferente...
E fez um boquete nele. Estranhou... estava meio diferente... mas continuou e aí o Marcelo tirou a venda dos olhos dela... e ela viu que o pau dentro de sua boca não era dele, mas do irmão dele, Alberto.
Arregalou os olhos e procurou o namorado. Ele estava ao lado, também já pelado e se masturbando vendo ela chupar o pau do cunhado.

- Você não presta, Marcelo...
- Mas eu sei que você me ama... então chupa nós dois!

Ela não iria recusar. Só pensava o que tinha feito o Marcelo mudar de ideia, depois da bronca que ele dera quando ela sugeriu o ménage... 

Nunca imaginei que ele aceitaria!
Era melhor perguntar depois e aproveitar. Dois paus em suas mãos e sua boca procurando um e outro, chupando gostosamente... tudo que ela sonhara um dia!

Aí teve a surpresa de ver o Alberto deixá-la chupando o pau do namorado e ele foi chupar a xotinha dela. Que sensação mais agradável era aquela. Chupando e sendo chupada ao mesmo tempo... delícia total!

Aí o Marcelo a colocou deitada de lado e meteu. Ela foi então, chupar o pau do Alberto, que deitara na frente dela.
Depois ela deu para o Alberto. Sentada em seu pau, pulando e tendo o pau do Marcelo em sua boca. Olhava para ele, com os olhos brilhando de alegria. Teria de agradecer muito a ele depois.

Foi cavalgar o namorado e o Alberto ficou em pé para ser chupado. Ela não tinha um minuto de folga e estava adorando tudo que acontecia.  

Até isso... não estou acreditando!

E eles fizeram uma DP nela. Claro que o cuzinho ficou com o namorado e o cunhado ficou com a xotinha.

Satisfeitos, todos eles. Alberto foi embora depois de agradecer pelo convite.

Ela pôde então, perguntar ao namorado o que tinha mudado.

- Não mudou nada, meu bem. Eu já tinha conversado com o Alberto a respeito disso, ele topara e eu queria que acontecesse hoje. Então, quando você fez a proposta, eu tive de negar para não estragar seu aniversário. E antes que você pergunte, sim, ele vai poder voltar aqui, sempre que você quiser. Eu topo os ménages, acho gostoso, mas serão só com meu irmão, seu cunhado preferido!

terça-feira, 8 de maio de 2018

Dois casais se encontram... e trepam!


Gostoso, isso!

(escrito por Kaplan)

Coisas interessantes da vida. Duas garotas e dois rapazes se conhecem assim que entram na faculdade. Mesma sala. Logo começaram a formar um grupo de estudos e encontrando-se sempre para fazer trabalhos, não demorou para que Catarina e Vinicius começassem um namoro, o que também aconteceu com Ivana e Ronaldo.
Sempre juntos, muy amigos... (foto: Kaplan)

Passaram a sair juntos, a ir a cinemas e teatro sempre juntos. 

Faziam trabalhos de campos sempre juntos. 

E teve uma vez que foram a um motel. Os quatro no mesmo carro e assim que chegassem lá iriam pedir dois quartos. Faziam isso muito.
Mas naquela noite de sexta-feira o motel estava lotado e havia apenas um quarto. Ronaldo perguntou à moça se ela achava que alguém sairia em breve.

- Acho que não... quase todos entraram na ultima meia hora... então acredito que antes de duas horas não terei outro quarto disponível.

Já iam dar uma ré no carro quando Catarina fez a proposta que mudou a vida deles.

- Gente... não vamos sair por aí procurando outro motel... por que não ficamos os quatro no mesmo quarto?

Eles olharam para ela, olharam um para o outro, e acabaram concordando. Então foram eles para o mesmo quarto.
Mas não foi tão simples assim. Houve um constrangimento total deles. Ninguém começava nada, ninguém ficava pelado. Pediram cervejas, tomaram, e o silêncio era grande.
Até que Ivana tomou a iniciativa. 

Eu começo... se quiserem, comecem também!
- Olha... estamos todos sem saber o que fazer. Mas eu sei o que quero fazer com o Ronaldo. Se vocês dois não quiserem olhar, tudo bem, façam o que quiserem, nós não olharemos também.
E tirou a roupa, sendo seguida pelo namorado e ela começou o boquete nele. Então Catarina e Vinicius fizeram a mesma coisa.

Agora... não olhar um para o outro? Impossível. Nas duas bateu a curiosidade de ver um novo pau e nos dois a curiosidade de ver seios e xotinhas diferentes.
Mas, naquela noite foi cada uma com seu namorado.

Evidente que depois disso, conversas aconteceram e a vontade de experimentar o novo prevaleceu. Então, nas idas seguintes, ficavam os quatro no mesmo quarto, mas casais trocados.
E assim passaram os quatro anos do curso, depois casaram, cada um foi morar num apartamento e os encontros deles continuaram. Agora sem gastar a grana dos moteis...

E sempre revezavam. Se dessa vez foi no apartamento do Ronaldo e da Ivana, a seguinte seria no apartamento da Catarina e do Vinicius.
E era uma festa só, belas transas, bem humoradas. Os quatro constituíam um pequeno grupo de grandes amigos, sem dúvida.
Acompanhemos duas visitas. 

É assim que começa... depois enlouquecem!
Ronaldo abriu a porta para os amigos, que chegaram trazendo uma garrafa de vinho. Após os beijos e abraços, Ronaldo abriu a garrafa, serviu quatro taças e brindaram, ainda sentados no sofá e vestidos. Num sofá de três lugares estavam Catarina, Ronaldo, Ivana. Vinicius ficou numa poltrona ao lado. E o Ronaldo, louco para começarem logo a brincadeira, tomou a iniciativa de derramar um pouco de vinho em sua blusa. Risadas gerais, e Ivana tirou a camisa dele. Catarina então perguntou se era só o peito dele que eles veriam naquela noite... e todo mundo entendeu que já era hora de começarem a farra. 

A calça do Ronaldo foi tirada pelas duas, e Catarina não perdeu tempo, pegou no pau dele e começou o boquete.
Então Vinicius tirou a blusa da Ivana e ela inclinou-se sobre o corpo do Ronaldo, disputando o pau dele com a Catarina. Enquanto isso, Vinicius tirava sua roupa, e já de pau duro, colocou a Ivana de quatro e começou a meter. Catarina pediu que eles parassem um pouco e deitou-se sobre a amiga, que reclamou do peso dela.

- Fica calada... quero aproveitar para fazer uma coisa...

Chamou o Ronaldo, que ficou em pé e foi chupado por ela, enquanto o Vinicius voltava a bombar na xotinha da Ivana.
Mas Ivana continuou a reclamar do peso da amiga, que, então, saiu e sentou-se num dos lados do sofá. E o Vinicius enfiou o pau na xotinha da Ivana, de frente, enquanto Catarina cavalgava o Ronaldo, também no sofá. 

Comer a mulher do outro... maravilhoso sempre!
Depois de muitas bombadas, foi a vez de os dois ficarem sentados e as duas os cavalgaram. Sempre com os maridos trocados. E Ivana foi a primeira a ter seu gozo, logo seguida pela Catarina. E os dois gozaram dentro delas.
A noite terminava, eles foram embora e marcaram o próximo encontro no apartamento do Vinicius e da Catarina.

E foi muito bem humorada também.
Catarina tinha imaginado fazer uma brincadeira com a amiga e conversou com o Vinicius que adorou a ideia. Mas precisavam combinar com o Ronaldo também. E quando eles chegaram, o Ronaldo foi chamado pelo Vinicius para ver um lance no computador e Catarina prendeu Ivana na sala com ela. O Ronaldo também concordou e quando eles voltaram à sala, Catarina perguntou pra amiga.

- Ivana, depois de tanto tempo beijando e chupando, será que você consegue distinguir seu marido do meu?
- Claro! Tá doida?
- Topa fazer um teste?
- Que teste?
- Vou colocar uma venda nos seus olhos e você vai beijar um deles, e adivinhar quem é.

Ivana virou-se pro Ronaldo e rindo muito, perguntou:

- Se eu errar você vai ficar muito puto comigo?
- Claro que não... pode aceitar o teste!

Então ela foi vendada, e a brincadeira começou. Sem poder tocar no homem, Catarina colocou a boca do Ronaldo na boca da Ivana e eles se beijaram.
Enquanto Catarina fazia pergunta sobre quem ela beijara, os dois trocaram de lugar silenciosamente e o Vinicius ficou bem em frente à Ivana. Ela garantiu que tinha beijado o marido mas quando a venda foi retirada... era o Vinicius que estava, sorridente, à sua frente.

- Não acredito... errei??? Ah... não, quero outra chance. 
- Está bem, vou te vendar e você vai fazer um boquete. Vamos ver se adivinha de quem é o pau.

Este pau é dele ou do amigo?
Fizeram isso e quem deu o pau para ser chupado foi o Ronaldo, o marido. E ela jurou que era o Vinicius... Gargalhadas e mais gargalhadas quando tiraram a venda e ela viu que estava chupando o pau do Ronaldo...

Aí a brincadeira acabou, pois a Catarina pegou o Ronaldo e foi chupar o pau dele, deixando a Ivana cuidar do Vinicius. E foi com boquete também.

E depois do boquete, eles comeram as duas, sempre trocadas, no sofá, cavalgando, de cachorrinho, de frente.

E a farra só terminava quando todos gozassem.
Eram um belo grupo de swing!