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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Como estrear um carro novo numa estrada de terra bem deserta

Só se estiver bem acompanhado

(escrito por Kaplan)    

 Adolescentes quando chegam à maturidade são impossíveis de serem controlados. Os hormônios exigem algo que ainda não fizeram, ou só fizeram pela metade.

É o caso de André e Julia (não aquela amiga minha que volta e meia aparece por aqui, é outra Júlia). Ele tirou carteira de motorista, ganhou um carango do pai, e avisou a ela que era para fazer a mala que eles iam dar um passeio demorado. Sem os pais saberem, lógico! 

Não é de hoje que elas pulam a janela...


E ela fez como ele havia sugerido. Morava em casa, então fez a mala, vestiu um shortinho e uma blusa e aguardou. Ele chegou, foi até a janela do quarto dela, ela passou a mala a ele, pulou a janela e correram ambos para o carro. Não havia ninguém na casa, exceto a empregada, que não deu pela coisa.

E lá foram eles. Tesão a mil, explodindo de fazer coisas novas.

Ele foi entrando em todas as estradinhas de terra que apareciam pela frente, não tinha a menor ideia de onde estavam indo, só queriam sossego. E ela provocando, levantando a blusa, mostrando os seios a ele. Que acabou parando para dar uns beijos neles, do que ela se aproveitou para abrir a braguilha dele e fazer um belo boquete. 



Boquete dentro do carro... ainda bem que estava parado!


- Onde que este pinto gostoso vai entrar hoje? Me diz?

- Onde você quiser, mas eu até acho que sei.

- É, sabe mesmo? Me conta!

- Nessa pererequinha saliente sua.

- Só lá, né?

- Se quiser, você tem outro buraquinho que é bem interessante!

- Isso eu vou pensar.

Continuaram a “viagem” no melhor estilo “Easy rider”.

Depois de quase uma hora, em mais uma estrada deserta, ela reclamou:

- André, não aguento mais de vontade de ser comida, para este carro e tira minha virgindade!

Esqueci de dizer que o carro era do tipo dessas SUVs atuais, com a porta traseira bem grande e um ótimo local pra se colocar malas, ou... colocar a donzela que queria deixar de ser donzela.

Foi lá que ele a colocou, sentada, tirou o shortinho dela, a calcinha, e deu uma senhora lambida na pererequinha. Ela já estava acostumada com isso, mas o que viria em seguida era a grande novidade.

Mas antes disso, ela, já quase nua, deitada de bruços, ele em pé, calça abaixada e ela fazendo mais um boquete dos bons.

E então aconteceu. Ele foi enfiando lentamente o pau, ela sentiu um pouco de dor, mas não foi difícil entrar tudo. Com os olhos arregalados, ela perguntou se ele tinha conseguido, ele confirmou.

- E agora?

- Agora vou te comer, não é o que você queria?

E começou a bombar, lentamente, primeiro, depois foi acelerando. Ela sentia um pouco de dor e reclamou com ele, que atendeu.

- Olha, a primeira vez é assim mesmo. Mas vamos mudar de posição, quem sabe melhora? 


Que delícia trepar assim, no meio da estrada...

E colocou-a em pé, curvada sobre o carro, enfiou de novo e voltou a bombar. Realmente, já com a pererequinha mais acostumada, doía menos e ela começou a gostar da coisa.

Melhorou ainda mais quando ele pegou uma colcha, estendeu no chão, deitou-se e a colocou sentada em seu pau, mostrando como ela devia cavalgar. Bem, ela já havia montado a cavalo e isso não foi problema para ela.

Pulou bastante, tanto de frente pra ele como de costas. 


Ambiente rural... lugar certo para cavalgar!

Claro que ela não iria gozar logo na primeira vez que dava. Mas chegou a cansar e parou de pular, para fazer outra coisa que já tinha feito: chupar o pau dele até ele gozar em sua boca.

Ele nem perguntou se ela queria liberar o cuzinho. Era melhor esperar quando ela tivesse um gozo e estando bem relaxada ele iria conseguir.

- Gostei muito, amor. Mas acho que nossa viagem pode terminar, né? Vamos voltar pra casa!

 

domingo, 26 de janeiro de 2020

Já que o carro estragou...


Fizeram de conta que estavam num motel a céu aberto

(escrito por Kaplan)

Uma beleza sair para uma viagem e, no meio da estrada, o carro estraga. Bem, por sorte tinha seguro e o Duarte tratou de ligar para a seguradora, deu as indicações de onde estavam e pediu que enviassem um reboque.

- Sim, será enviado, mas como você está bem distante, talvez demore de 40 minutos a 1 hora para chegar.
- Fazer o quê? Pode mandar, eu espero!

O trecho da estrada onde aconteceu o estrago era absolutamente deserto. Desde a hora em que o carro estragou até o momento em que ele conseguiu garantir o envio do reboque, coisa de uns 30 minutos, não passou veículo nenhum ali. E era um retão de quilômetros, por mais que ele olhasse para os dois lados daquela reta, não se via nada.

A namorada dele, Thais, até ficou com um pouco de medo daquela solidão.
Mas ele teve idéias diferentes de medo. Ficou foi com tesão de estarem os dois ali, sozinhos, sem ninguém vendo. 

Enquanto o reboque não vem... a gente pode trepar!

E puxou-a, abraçou-a, beijou-a e apalpou-a por inteiro. O medo dela sumiu e o tesão surgiu.
Ele tirou a blusa dela, os seios estavam livres e ele se deliciou mamando neles. Ela adorava, mas não tirava os olhos da estrada, com receio de aparecer algum veículo e que pessoas pudessem vê-la seminua.
Se tinha uma coisa que o Duarte gostava era de mamar na namorada. E ficou longos minutos fazendo isso e deixando-a cada vez mais excitada. Já nem olhava mais e nem ficou preocupada quando ele abaixou a bermuda e mostrou-lhe o pau duro, até inchado de tão duro.

Ajoelhou e chupou. Também gostava muito disso e já que tinham quase uma hora livres pela frente, nada melhor do que aproveitar lambendo, chupando, engolindo as bolas dele.
Parou com o boquete, tirou a calça e a calcinha e foi a vez de ele se deliciar lambendo a xotinha dela, enfiando dedos, enfiando a língua, fazendo Thais delirar, gemer. Já agora sem qualquer receio de aparecer alguém, a estrada continuava deserta. 

E treparam bonito!!!

Depois dessa chupação toda, ela se inclinou sobre o capô do carro e o Duarte entendeu o que ela queria: ser comida em pé mesmo, só inclinada. Não teve dúvidas, segurou o pau e foi enfiando-o lentamente na xotinha, ouvindo os gemidos dela. Enfiava um pouco, tirava quase tudo, tornava a enfiar até que ela mesma deu um golpe de bunda pra trás e o pau entrou por inteiro.

- Você não aguentou esperar, hein?
- De jeito nenhum... você fica tesando, tesando e não entra logo, a porta toda aberta, a casa doida pra te receber e nada... só fica querendo entrar e não entra!
- Pois já que entrei, vou bagunçar essa casa!
- Isso, bagunça tudo, me revira do avesso!

E ele meteu muito, com firmeza, e os gemidos dela só foram aumentando.
E a estrada continuava totalmente deserta...
Já que o carro tinha estragado, não custava nada aumentar os amassados que ele tinha. Duarte sentou no capô e a ajudou a subir e sentar nele. Cavalgou com medo de cair, mas ele a segurou firme e ela pôde pular à vontade.

Com tanta adrenalina, ela acabou gozando. E voltou ao boquete, para ajudá-lo a gozar.
Vestiram-se e ainda esperaram 15 minutos para que o reboque chegasse. Já estavam quase começando outra farra quando avistaram o caminhão chegando.
Embarcaram com o rapaz do reboque e voltaram. A viagem, definitivamente, estava cancelada. Mas aproveitaram bem!


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Parei o carro no mato e comi na frente e atrás


Na frente e atrás do carro?

(escrito por Kaplan) 

E teve o dia em que dei carona para minha amiga Elisângela. Ela ia a um sítio no mesmo condomínio onde a irmã da Meg tinha o dela e que eu visitava quase sempre. 

Ela pediu para eu parar o carro...
Íamos conversando, numa boa, enquanto estávamos na rodovia. Mas quando embiquei o carro na estradinha de terra que iria nos levar ao condomínio, mal andara uns 200 metros quando ela me pediu para parar o carro.

Na hora, pensei que ela devia estar apertada para fazer um xixi e procurei encostar o carro num local onde ela pudesse fazer isso sem ser vista. Mas me surpreendi, pois, com o carro parado, ela só me olhou e falou:

- Nunca transei no meio do mato. Você já?
- Já, muitas e muitas vezes.
- É bom?
- Muito bom!
- Podemos fazer isso aqui, agora?
- Tem certeza?
- Total!
- Então, vamos lá!

Descemos, ela olhou em volta. A natureza sempre é bela. Pássaros cantando, aquele silêncio só quebrado pelo vento que balança as folhas das árvores. Me fez lembrar dos tempos em que eu era universitário e tínhamos um bosque para onde íamos sempre trepar com as colegas...

Não tive muito tempo para ficar pensando, porque a Elisângela logo me abraçou, encostou no carro e me olhou com aqueles olhos lúbricos que já haviam me seduzido em outras ocasiões. Era o convite que faltava... 

Sou inocente.... foi ela que pediu! Rsss...
Beijei-a e comecei a levantar a camisetinha que ela usava. Já sabia que estava sem sutiã, porque ela quase nunca usava. E aí pude mamar nos seios belíssimos que ela tinha. E mamando, já fui abaixando a minissaia que ela usava naquela manhã. Bem, de calcinha ela estava, mas logo a tirei.

Coloquei-a sentada no capô e mandei ver numa bela chupada na xotinha. E ela gemeu, e gemeu alto, ali podia, não passaria ninguém e se passasse... foda-se!

Desci a Elisângela, fiz ela ficar inclinada sobre o capô, me ajoelhei atrás dela e continuei chupando a xotinha, beijando a bunda, deixando-a toda arrepiada.

Só então ela começou a participar, tirando minha bermuda e caindo de boca no meu pau. Gostava de chupar e eu gostava muito de ser chupado por ela. Teve um dia que, no meu apartamento, brincamos de conseguir o gozo só com chupadas. E conseguimos. Tinha sido bom demais aquilo! 

Trepar no mato... é muito bom!
E aí, já com os dois peladões no meio do mato, pegamos nossas roupas e colocamos no chão, como se fosse uma colcha, eu deitei e ela sentou em mim e começou a me cavalgar.

E pulou bastante. Excitada como estava, não demorou a gozar, rindo de satisfação. E como eu não gozara ainda, me fez novo boquete até que eu gozasse e foi no rosto e nos seios dela.

- Uuuu.... que delícia isso tudo. Por que nunca pensamos nisso antes, cara?
- Vacilo nosso, com certeza.
- Só espero que tenha sido a primeira de uma série!
- É só você me pedir carona...

Nos beijamos e quase começamos outra, mas ela disse que precisava chegar na hora, senão os pais dela desconfiariam de alguma coisa.

- Caí na asneira de falar a hora que estávamos saindo, eles sabem quanto tempo demora para chegar aqui. Nas próximas, vou avisar quando já estivermos parando aqui nesse cantinho gostoso...

Limpamos as roupas o melhor que pudemos e fomos em frente. Deixei-a no sítio dos pais e fui para o sítio da minha cunhada. Lá tinha outra irmã da Meg me esperando para dormir comigo. Belo fim de semana aquele!

terça-feira, 12 de março de 2019

Lavando na frente e dando atrás


Uau... o que será que foi lavado?

(escrito por Kaplan)   

Ivonete estava de carro novo e como todos e todas donos de carros novos, cheia de cuidados com ele. Vivia lavando o carro.
Quem se beneficiou disso foi o amigo, Tomé, que era fissurado nela. E que vendo os cuidados que ela tinha com o carro, bolou um plano para tentar convencê-la a transar com ele.

Convidou-a a ir numa cidade ali perto, onde haveria uma festa que ele curtia muito. E ela topou e como sabia que Tomé não tinha carro, era no carrinho dela que eles iriam. Ela pensava que era uma cidade em que se chegaria numa estrada asfaltada, mas não... tinha um pedaço de terra. Bom trecho, sem buracos nem nada, mas como toda estrada de terra que se preze, soltava poeira que a deixou alucinada. 

Estrada boa, mas como tinha poeira! (foto: Kaplan)

- Tomé, seu viado. Por que não me falou que tinha estrada de terra? Olha só o estado do meu carro novo!
- Ivonete, deixa de ser boba. Poeira é simples, é só lavar. Eu te ajudo. Olha, para ali naquela casa.
- Quem é que mora ali?
- Não sei, mas vamos pedir um balde com água e vamos lavar seu carro.
- Ficou doido! Carro molhado em estrada de terra? Vai virar um lamaçal só.
- A gente espera ele secar, Ivonete! Com esse sol que está fazendo, não demora nada.

Desesperada, ela aceitou. Pararam, ela tinha vasilha no porta mala, a dona que os atendeu forneceu a água e indicou um lugar um pouco mais à frente, onde tinha um gramado, lá seria melhor para eles lavarem o carro.
Agradeceram, foram até onde ela indicara e a Ivonete então começou a lavar o carro. Claro que ela tinha tudo que era necessário e com a água dada pela simpática senhora, poderia terminar rapidamente.

Começou a lavar. Só tinha uma esponja, então o Tomé ficou olhando e aí colocou em prática seu plano. Chegou atrás dela, disse que ia ajudar, pegou na mão dela e ficou passando a esponja, mas sem soltar a mão dela e, principalmente, sem desencostar... corpos colados, ele pegando nela, aquilo realmente mexeu com a Ivonete. Que deixou ele “ajudá-la” bastante tempo. 

Não se deve lavar carro com roupas... tem de tirar!

- Sabe o que está errado nessa sua lavagem de carro, Ivonete?
- Não... o que?
- Você está molhando sua roupa... devia tirar a roupa para lavar o carro.

Sem deixá-lo perceber, ela deu um sorriso. Adivinhou o que estava para acontecer. E a raiva que ela tivera transformou-se em desejo.

- Acho que você tem razão.

Tirou a roupa, toda. Tudinho. E ficou de frente pra ele, exibindo seu belo corpo e vendo ele colocar a mão no pau, sinal de que gostara e ficara excitado.
Ela praticamente deitou-se sobre o capô, e ficou passando a esponja bem devagar. Achava que ele ia ficar pelado também, mas ele não ficou. Apenas deitou-se sobre o corpo dela e começou a beijá-la, deixando-a totalmente arrepiada.
Virou-se pra ele.

- Você me tesou, agora terá de dar conta.

Pegou no pau dele. Estava duro mesmo. Abriu a braguilha e chupou. Muito bom! 

Que jeito mais gostoso de lavar um carro...

Ele continuou sem tirar a roupa, só o pau pra fora e foi assim que ele a inclinou sobre o capô e meteu por trás. E bombou muito. E ela gemeu mais ainda. E gozou ali mesmo.
Tinha sido algo totalmente diferente na vida dela. Gostara demais. Mas aí lembrou-se do que estavam fazendo ali.

- Tomé, a que horas é a tal festa?
- Festa? Que festa?
- Como, que festa? Nós não estávamos indo para uma festa numa cidade aqui perto?
- Não sei do que você está falando!
- Você é mesmo um viado. Me atraiu aqui só pra me comer!

Ele riu. Ela descobrira facilmente o plano dele.

- Duvido que algum viado te comesse tão gostoso como eu comi!

Levou uma esponjada na cabeça!
Mas ela tinha gostado. Só pediu que da próxima vez podiam ir a um motel, pois para chegar neles não precisavam de sujar o carro de terra!


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Ele parou a caminhonete no meio do caminho e aí...rolou


O perigo é esse: parar no caminho

(escrito por Kaplan)

Juliana estava indo com seu amigo Xisto para uma cidade do interior. Interiorzão mesmo. Mal tinha uma placa indicando onde deveriam entrar para chegar onde queriam. Mas valia a pena.
Era primavera e a paisagem estava deslumbrante. 

Que lugar mais lindo! (foto: Kaplan)

Em dado momento, ela pediu que ele parasse a caminhonete. Abriu a porta, saiu e ficou apreciando os morros, as árvores, as flores.
Ele desceu também e ficou ao lado dela, olhando tudo. Era realmente muito bonito.
E a surpresa dele:

- Xisto, sabe que nunca transei num lugar tão bonito assim?
- E você está me pedindo para transar com você aqui?
- Que bom que você entende rapidinho as coisas! 

A paisagem inspira... a gente trepa, né?
E tirou sua roupa, desnudou-se completamente e ficou esperando que ele fizesse a mesma coisa. Nunca tinham transado antes, mas ela ficou deveras interessada, graças à paisagem. E quando viu o amigo nu, ficou mais interessada ainda. Bons entendedores entenderão...

Não perguntou se podia, se ele gostava. Ela gostava e tratou de pegar no pau dele e chupá-lo com intensidade.

Deu uma parada e olhou pra ele.

- Um dia você vai me explicar porque não trepamos até hoje. Mas ache uma desculpa muito boa, viu?

Ele riu, levantou-a e colocou-a sentada no capô da caminhonete. Mostrou que sabia chupar também, ficou muitos minutos lambendo, enfiando a língua, enfiando dedos.E depois enfiou o pau. Ela com as pernas bem abertas, a xotinha com um pingo de pelinhos, os seios balançando sem parar a cada estocada que ele dava.

- Tem algum pano?
- Acho que sim.
- Pega lá e estende aqui no chão.

Ele fez como ela pedia e sabia porque ela pedia. Deitou-se para que ela sentasse nele, deslizando o pau dentro da sua xotinha. E ela cavalgou bonito. 

Ele fez a vontade dela: comeu-a com categoria!
Voltaram ao veículo. Ele a colocou inclinada sobre o capô e tornou a meter. Parece que ele gostava de trepar em pé...
Ela não queria nem saber  de posições. Queria gozar e gemia, pensando na beleza daquela trepada com aquele cenário maravilhoso ao fundo.

Gozou, de fato, em meio a gemidos que pareciam gritos de tanta satisfação.

- Come atrás também, Xisto.

Ele adorou ouvir aquilo. Meteu no cuzinho dela, bombando sem parar.
E quando viu que ia gozar, tirou e gozou na bunda dela.
Esfregou seu corpo na traseira dela, os dois ficaram lambuzados e rindo.

- Espero que você tenha algo aí pra gente se limpar.
- Tenho sim. Tem um garrafão de água mineral e uma toalha. Deixa eu te limpar.

Derramou um pouco de água na bunda dela, depois enxugou. E ela fez o mesmo, jogando água na barriga dele e enxugando. Mas o pau... ela enxugou com sua boca.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Ele a viu lavando o carro e foi ajudar. Comeu!


O carro era novinho...

(escrito por Kaplan)

Sabe o que é comprar um carro novo, zero quilômetro, caro, e ficar namorando ele  o tempo todo? Muita gente sabe. Foi o que aconteceu com Teresa, moradora num condomínio, numa bela casa, que recebeu esse presente do marido. Apaixonou-se pelo carrão e cuidava dele como se fosse um mimo!
Lavar o carro não era coisa para frentista nem para aquelas máquinas estranhas que existiam nos postos de gasolina. Não! Ela mesma ia lavar...
E numa bela manhã de sexta-feira, lá estava ela, preparando-se para lavar a “máquina”... 

Quero que meu amante venha me ajudar a lavar o carro!
De shortinho e camiseta, ela levou o balde com água e uma esponja comprada especialmente para o carro e ficou lavando... mas parecia mais uma dança sensual, lúbrica mesmo.

E de fato era, pois ela esperava que uma determinada pessoa a visse daquele jeito e se entusiasmasse em comparecer. O felizardo atendia pelo nome de Pedro e ele percebeu que o que ela fazia não era lavar carro, mas um chamamento a ele. Afinal, não seria a primeira vez que ele iria comparecer naquela casa... sim, ele era amante dela!
E compareceu, como ela desejava.

- Ora, estamos de carro novo... e a dona dele está a lavar o precioso... mas acho que faz errado... vou te ensinar.

Juntou seu corpo no dela e ficaram esfregando o carro e se esfregando ao mesmo tempo. Ela ria, gostava daquilo. 

Que visão mais sexy ela desse jeito...
Ele virou-a, pegou a esponja e molhou a camiseta dela, deixando aparecer os belos seios da morena. E começou a beijá-los, a beijar o corpo todo dela, até chegar ao shortinho que foi abaixado para ele poder lamber a xotinha.
Safada, ela estava sem sutiã e sem calcinha... pronta para o abate, portanto.

- Vamos entrar?
- Não, quero que a trepada de hoje seja aqui no carro...

E deitou-se no capô, deixando a xotinha bem próxima do rosto do Pedro, que não perdeu tempo, começou a lamber e a enfiar dedos dentro dela.
Depois ela virou-se e foi sua bundinha que ficou à disposição dele. Beijo grego, lambidas mil, tudo ele fez para deixá-la com bastante tesão. E ela ficava, ele sabia disso...

- Coma-me, Pedro... aqui em cima do capô...
- Vai encostar o capô de fusca no capô da BMW... muito interessante isso!

Ele iria come-la, mas só depois de terminar as lambidas na bunda, no reguinho e no cuzinho. 

Que beleza essa bermuda esconde!
O pau dele já estava bem duro, ela podia ver a bermuda bem estufada. Não iria perder a chance de fazer um boquete...
Abaixou a bermuda dele e mandou ver.
Em seguida, ela se curvou no capô e falou com ele que não queria esperar mais.

Então ele meteu. E meteu muito, e bombou até cansar. E ela gemeu demais da conta... ele ficava pensando se aquele tesão todo era por causa do carro ou do pau dele entrando e saindo da xotinha...

Ela conseguiu seu gozo e estava agora, ali, gloriosamente nua em pé ao lado do seu carrão.
Pedro merecia um presente especial por aquela bel trepada, uma das melhores que ele já tinha lhe proporcionado.

Então ela deitou-se e ele entendeu. Aquela era a posição que ela assumia quando estava a fim de dar o cuzinho pra ele. Ele beijou o cuzinho antes de entrar com sua pica lá dentro e começar a bombar.

E lá permaneceu bombando até que gozou também.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Parou na estradinha só para um boquete, mas rolou de tudo

Depois que começa, como parar?

(escrito por Kaplan)

Às vezes, algo que começa como uma brincadeira, ou algo sério, mas de pequena monta, por alguma razão se transforma em algo grandioso. Isso acontece em todos os setores, inclusive no que mais nos interessa: as transas de namorados ou de amigos.

As personagens são Débora e Martin, que não eram namorados, eram colegas de faculdade. E teve um dia em que eles estavam indo para um churrasco com a turma, que seria realizado num sítio razoavelmente perto da cidade.

E nenhum deles se lembra como o papo chegara ao ponto em que chegou. O fato é que estavam rindo, falando de coisas já feitas em carros, com namorados e namoradas. E Débora confessou que o que lhe dera mais tesão tinha sido um boquete feito num namorado, de noite, em frente à casa dela.

- Cara... que tesão que foi aquilo. Só o medo de pai ou mãe aparecer na porta da casa e ver, e imaginar o escândalo que iriam fazer... mas eu acho que nunca chupei um pau com tanta vontade e com tanto gosto!
- Eu imagino, até eu fiquei excitado com sua história!
- Deixa de ser mentiroso!
- Olha aqui!

E mostrou a calça estufada, sinal de que o pau estava ali, bem duro. Não mentira. Aquilo o excitara muito. Será que ele pensava em conseguir, algum dia, um boquete da Débora?
Se era isso, conseguiu. 

Ela ficou tão excitada vendo a excitação dele, que mandou ele parar o carro.

- Martin, não devíamos ter conversado sobre isso. Me deu uma vontade de te fazer um boquete, agora... para o carro no primeiro lugar possível!

Essas histórias deixam a gente com tesão!

Ele olhou. Estava difícil parar por ali, uma estrada de terra, estreita. Conseguiu divisar um atalho, pequeno, provavelmente utilizado por pessoas a cavalo. Encostou o carro, ela pulou para o banco de trás e ele foi junto.

E mal sentou, ela abriu a calça dele, desceu a calça e a cueca e viu o pauzão do colega balançando. Pegou nele e não conversou, enfiou na boca e começou a chupar. Martin ficou imaginando se a chupada que estava ganhando teria sido igual à que o namorado recebera na frente da casa dela...
Quando ela, finalmente, parou, e olhou pra ele, sorrindo... ele não teve dúvida em perguntar se ela se contentava só com o boquete.

- Você é terrível, Martin... minha cara tá dizendo que eu estou querendo mais do que o boquete?

Ele riu.

- Acho que está...
- Estou mesmo... vamos sair do carro, quero dar pra você. 

Só boquete não resolve... tenho de dar!

Saíram e ela apenas abaixou a calça e a calcinha, encostou na porta do carro e empinou o bumbum. Deliciando-se com a visão do bumbum dela, ele foi enfiando o pau bem devagar na xotinha, sentindo que a respiração dela ficava cada vez mais ofegante. Entrou tudo, e ele começou a dar estocadas, devagar, depois acelerava, desacelerava e tornava a acelerar.
Ambos estavam tão excitados que não demoraram a gozar.
Mas Débora sentia falta de algo mais.

- Martin... que tal voltarmos pro seu apartamento? Você mora sozinho, né? Vamos lá trepar com mais calma. Depois, se for  o caso, a gente vem pro churrasco.

Martin topou. Então virou o carro, voltaram para a cidade e ele a levou ao seu apartamento. Tiveram de se controlar, porque havia câmeras na garagem e no elevador.
Mas quando entraram no apartamento, olharam-se cupidamente e começaram a tirar as roupas. 

Cara... transar com você é bão dimais!!!

Ele a levou para a cama e transaram de tudo quanto é jeito. De frente, de quatro, cavalgada, fizeram 69 e até o cuzinho ele conseguiu comer.
Tomaram um banho, pensando em, realmente, ir pro churrasco.
E Débora já tinha tomado uma decisão, que expôs a ele no carro:

- Martin, nunca fiz um sexo tão gostoso como este de hoje. Quer ser meu namorado?

Ele olhou pra ela e deu um sorriso.

- Preciso mesmo responder?

Ganhou uma apalpada no pau.