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sexta-feira, 1 de maio de 2020

O Office-boy fazia as delícias da advogada


Perfeita relação de classes

(escrito por Kaplan)  

Sim, existem patroas que escolhem a dedo os seus auxiliares. A advogada Dalila era uma delas. Tinha uma secretária e um Office-boy. E ambos foram escolhidos após uma entrevista em que ela deixou claro que eles teriam bônus por horas extras ou atividades extras. E os olhares dela para os dois, não ao mesmo tempo, deixavam claro o que ela entendia por atividades extras.
Ela, vinda de família muito rica, herdada o escritório do pai, e a clientela também. Continuou rica, portanto. E não se incomodava de se relacionar com pessoas de classes sociais inferiores à dela. Tinha um marido rico, engenheiro, que vivia viajando e ela aproveitava bem essas folgas, tendo mesmo a certeza de que ele também aproveitava!
Revezava os favores que a secretária e o Office-boy lhe possibilitavam. Se hoje foi ele, a próxima será ela. Ambos gostavam, os bônus eram muito bons, além de usufruírem dos furores sexuais dela. Eram excelentes encontros! 


Com o tempo ela foi observando que ele ficava mais experiente e lhe proporcionava mais momentos deliciosos do que ela. Não que ela fosse ruim de sofá, mas ele... hummm... era outro departamento.
Naquele dia, por exemplo, ele ficou após o expediente, ela já o tinha avisado da atividade extra. Estava com uma blusa que deixava os seios praticamente expostos.
E ele gostava daqueles seios!
Ficou rodeando-a enquanto ela escrevia alguma coisa na agenda e quando ela viu ele olhando... abriu a blusa e tesou-o. Ele correspondeu, mamou à vontade, depois ajoelhou na frente da cadeira em que ela estava, tirou a saia dela, afastou a calcinha pro lado e deu uma gostosa chupada. 


A primeira parte do bônus veio em seguida, o boquete que ela fazia e que deixava o Sebastião doidinho.
E depois ele a comeu, com o brilhantismo dos últimos tempos. Em pé, segurando na mesa, ele colocou a perna direita dela sobre a mesa e enfiou o pau na xotinha, bombando sem parar e arrancando os primeiros gemidos da doutora.
Em seguida ele fez ela ficar sentada na mesa, bem na beirada, altura excelente para ele meter de frente nela. Ela olhava pra ele, aquele olhar guloso, de quem queria mais, muito mais! Ele ia atender, ela sabia disso.
Desceu da mesa. Outro boquete.
Ele sentou na cadeira dela e a trouxe para sentar em seu pau, de costas pra ele, que segurava nos seios dela enquanto ela pulava.  


E ela gozou bonito! Ah... como gostava de trepar com aquele rapaz! Sempre era gozo garantido.
Outro boquete e o gozo na boca, no rosto. Aquela lambança que ela adorava.
- Tião, você está cada dia melhor... Estou pensando seriamente em aumentar seus bônus...


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A secretária foi mostrar sua lingerie para o boy... e ele a comeu!



Essas secretárias... esses boys....

(escrito por Kaplan)

Coisas realmente incríveis acontecem no mundo... e a gente, quando fica sabendo, nem acredita, parece invenção de algum maluco. 

Como é boa essa secretária... ah, se ela me desse bola!!!
Fiquei pensando nisso quando o Ismael me contou. Ele é um cara de 19 anos, mulato, que trabalha  como boy de um advogado. E a secretária do distinto causídico, a Gislaine, com seus 1,73m, 90 de busto e 94 de quadril, deixava o Ismael maluco. 

Os dois batiam grandes papos, porque o advogado não ficava o tempo todo no escritório. Visitava clientes, tinha as sessões no fórum, tinha dias em que ele aparecia de manhã, e na hora do almoço já se despedia, porque sabia que ficaria no fórum até bem tarde e iria direto pra casa.

Nesses dias, o papo entre Gislaine e Ismael rolava solto. E logo começaram a surgir as piadinhas, coisas mais íntimas iam sendo ditas... e o Ismael ficava todo excitado quando ela falava de seus encontros com namorados ou amigos.

E aí aconteceu o lance que o Ismael me contou, todo alegre, porque tinha finalmente conseguido transar com a Gislaine.

Apareceu um vendedor no prédio, rodou as salas todas. Chegou no escritório, bateu, o Ismael abriu, ele perguntou pela secretária e pelo advogado.

- O advogado só amanhã cedo, já saiu e não volta mais hoje. A secretária está ali, é a dona Gislaine.
- Posso falar com ela um minutinho?
- Claro, entre...
- Dona Gislaine, muito prazer. Eu estou visitando os vários escritórios aqui do edifício, eu vendo lingeries e queria saber se a senhora tem interesse em ver; além disso, gostaria de saber se o doutor advogado é casado, quem sabe ele se interessa também em comprar para a esposa...
- Não, ele é solteiro e que eu saiba não tem namorada. Mas eu gostaria de olhar, mas sem compromisso!
- Lógico... olhe e se gostar a gente vê o que pode fazer.

E tirou de uma mochila vários conjuntos de lingerie, alguns mais usuais – só sutiã e calcinha – outros mais elaborados, com meias e cintas-ligas. Os olhos de Gislaine brilharam... eram realmente bonitas as peças que ele mostrava. Experimentou algumas e comprou três. Experimentou dentro do banheiro, claro... mas depois que o vendedor se retirou, o Ismael, como quem não quer nada, perguntou se haviam ficado boas mesmo e tanto insistiu que ela resolveu:

- Vou te mostrar, tranca a porta para não termos problemas. 

Ora... ele ficou excitado...
 Ele trancou e ela levou o primeiro conjunto para o banheiro, tirou a roupa, vestiu a calcinha e o sutiã, abriu a porta e fez um desfile para os aplausos do Ismael, que só faltou babar quando a viu só com as minúsculas peças.

Vou me exibir mais... será que rola?
Ela pegou o outro conjunto, levou ao banheiro, vestiu e voltou, dando um repeteco no desfile. E olhando furtivamente para o pau do Ismael, que já se avolumava dentro da calça.

O terceiro conjunto era completo, com meias pretas, cinta-liga, e Gislaine já estava excitada de ver a excitação do Ismael e passara a desejá-lo. Então deixou, de propósito, a liga da perna direita sem fechar e falou com ele para ajudá-la.

Divertiu-se vendo ele, trêmulo, encostando a mão em suas pernas, na tentativa desesperada de fazer o que ela pedira.

- Gostou da lingerie, Ismael?
- Nossa! Todas três muito lindas, mas esta última, realmente, está demais. Também, né, com o corpaço da senhora... qualquer um ficaria muito bem!
- Estou achando esse sutiã meio apertado... tenho de alargá-lo um pouco... 

Tá difícil desapertar este bojo...
Para fazer isso, ela abaixou os bojos e  o Ismael pôde ver os seios dela... que coisa era aquela! Divinos... e o pau dele quase arrebentou a calça.

O mais legal é que ela não suspendeu o bojo, ficando com os dois seios expostos. E deu mais um pequeno desfile, tesando o boy... até que parou na mesa e, de costas para ele, começou a abaixar a calcinha. Virou-se e o Ismael viu, não apenas os seios, mas também a xotinha peludinha dela. Ismael suava frio... e ela, então, resolveu encerrar o assunto.

- Tô judiando de você, né, Ismael?
- Tá sim... muito...

Ela sentou e chamou-o. Ao chegar perto, ela pegou no pau dele, por cima da calça e abaixou-a, abaixou a cueca dele e pegou no pau, que já estava molhado... chupou gostosamente o belo pau dele, antes de levantar, faze-lo sentar e sentar em cima dele e começar a cavalgar. 

Finalmente, ela me deu bola... comi!
Ismael não cabia em si de alegria, de tesão... deixou que ela pulasse à vontade e depois foi a vez de ele escolher como comeria a secretária. Fez ela ficar inclinada na mesa e meteu por trás, mas na xotinha e bombou até ouvi-la gemer feliz pelo gozo que tivera.

Ela pegou o pau dele e bateu uma punheta, fazendo ele despejar tudo em seu colo.

Quando ouvi a história, não dei muito crédito, mas a alegria do Ismael acabou me convencendo. 

E ele ainda me disse que ela tinha gostado e combinaram de toda vez que o patrão avisasse que não voltaria, eles iriam transar de novo!