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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Depois de adultos, eles voltaram à brincadeira de médico

Isso foi muito bom!

(escrito por Kaplan)  

 É muito bom quando pessoas que tiveram infância juntos, depois se separaram por uma série de razões, e finalmente, já adultos, se reencontram.

Foi o que aconteceu com Vera e Marcos. Eles nasceram numa cidade do interior, naquelas casas de grandes quintais, onde aconteciam muitas coisas que os adultos não imaginavam. Brincadeiras, tudo eram brincadeiras, pensavam os pais. Mas havia algumas brincadeiras que tinham outro significado, porque as crianças, ali pelos 10 anos, começavam a descobrir seus corpos e, entusiasmados com as diferenças, brincavam de médico. No fundo, era inocente mesmo, o que eles queriam era ver como são diferentes os corpos de homens e mulheres. 

Pois bem, Vera e Marcos eram vizinhos que brincaram muito de médico na infância. Depois, ambos mudaram de cidade e quando tinham seus vinte e poucos anos, se reencontraram, por acaso. Ela, já formada em Direito, ele em Medicina. O encontro foi numa festa, gostaram muito de se ver e depois da festa (que estava meio chata) foram para um bar e colocaram as conversas em dia. Era muita coisa que precisavam conversar.

E aí, recordaram da infância. Como a Vera tinha notado que o Marcos virara um bom partido, fez questão de lembrar das brincadeiras de médico. 


Este foi um reencontro cheio de saudades... 

- Aposto que foi por causa das nossas brincadeiras que você fez Medicina!

- Nunca pensei nisso, mas pode ser que sim. Era muito bom brincar daquele jeito!

- A gente não tinha maldade, né? Ficávamos pelados numa boa. A gente sabia que não podíamos deixar que nossos pais soubessem, se não a surra ia ser muito grande.

- É verdade. Tive de mentir várias vezes quando me perguntavam sobre nossas brincadeiras longe dos olhos deles.

- E você gostou tanto, que continua vendo garotas peladas na sua frente todos os dias...

- Para com isso... agora a coisa é séria e nem sempre as pacientes tiram a roupa.

Parece que a mesma ideia ocorreu aos dois ao mesmo tempo.

- Você podia ir no meu consultório para eu te examinar...

- Olha que eu vou!

- O convite é prá valer.

- Que dia?

- Você trabalha até que horas?

- 18, 18;30.

- Então vá amanhã, te espero às 19.

- Você trabalha até as 19? Puxa!

- Claro que não. Mas estou querendo fazer um atendimento extra amanhã... entendeu?

- Marcos... você sabe o que pode acontecer, não sabe?

- Não só sei, como quero. Você não quer?

- Me convenceu. Estarei no seu consultório amanhã às 19.

Foram embora, cada um no seu carro, ela tremendo de emoção. Custou a se concentrar no trabalho no dia seguinte, até saiu mais cedo, foi em casa, tomou um banho caprichado, vestiu a melhor lingerie que tinha e foi ao consultório do doutor Marcos. 

Para examinar a língua, ela teve de tirar a roupa toda!


Que a recebeu devidamente paramentado, com guarda-pó e estetoscópio pendurado. Ela sorriu vendo aquilo, lembrando que na infância o estetoscópio era uma vara...

E ele levou a sério a brincadeira.

- O que tem sentido, senhorita? Em que posso ajudá-la?

- Ando com uns pigarros, acho que tem alguma coisa na minha garganta.

- Vamos verificar isso. Tire a roupa e deite-se na maca, por favor.

- Tirar a roupa, doutor? O problema é na garganta!

- Não sabe como as diversas partes do corpo se relacionam. Preciso examinar tudo!

Quase explodindo de tanta vontade de rir, ela se despiu, bem sensualmente. Ele babou quando a viu nua. Ela deitou na maca e ele começou o exame, auscultando-a, colocando o estetoscópio bem em cima dos mamilos. Ela arrepiava todinha ao sentir as mãos dele encostando nos seios. Realmente, era bem diferente dos tempos de antigamente...

Vendo que estava tudo bem, ele começou a verificar as possíveis relações entre a garganta e o resto do corpo da amiga. Isso incluía uma mão nos seios e a outra na xotinha, com dedo entrando e saindo e vendo ela gemer, aquilo estava bom demais! 


Foi um exame sério, bem demorado... nada de brincar!

O exame da xotinha precisou ser mais demorado, e, além dos dedos ousados, a língua dele teve de fazer um exame apurado das condições da mesma. E ele massageou, abriu os grandes lábios, cheirou, lambeu... ela já estava enlouquecida.

- Marcos, por favor, não me atormente, me come logo!

Ele sorriu e deixou que ela o despisse. Quando ela viu o pau dele, comentou que antigamente ele era diferente, bem menor!

E teve de experimentar, claro. Ele ganhou um boquete daqueles que ninguém coloca defeito.

Ele deitou na maca e ela o cavalgou. Isso nunca tinha sido feito antes. E que prazer os dois tiveram, quase derrubando a maca. Mas o gozo foi espetacular, dos dois.

- Teve mais coisas que não fizemos antes, Marcos?

- Ah... teve, mas isso vai exigir uma nova consulta...

Ela sorriu. Voltaria quantas vezes ele quisesse!

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Semana temática - Colaborações de leitores e leitoras - 6


Eu tinha certeza que meu irmão comia a secretária!

(colaboração de Marselle)

Oi Kaplan! Eu de novo!
Mas o que vou te contar hoje não é sobre mim, e sim sobre meu irmão. Não sei se você o conheceu, mas isso não importa. Ele tem um escritório, é advogado. E tem uma secretária muito gostosa. E não sei bem porque, um dia em que estive no escritório dele, tive a nítida impressão de que a roupa dos dois estava meio enjambrada. Para um advogado que vive recebendo clientes importantes, estar com a roupa amassada, a camisa não totalmente dentro da calça não é boa coisa. Não é mesmo, você há de convir comigo. E notei que o cabelo da secretária estava tipo mexido, o que também não é admissível numa secretária. 

Eu tive de perguntar! e ele negou tudo! Não acreditei!

Naquele dia em que fui lá, saí com ele para almoçar. E joguei pesado:

- Você está comendo sua secretária?
- Eu não, você ficou louca! Imagina se eu iria fazer isso! De onde você tirou essa idéia?
- Senti esse clima quando entrei lá. Pode falar, eu não vou te censurar, ela é muito gostosa!
- Marselle, para com isso. Minha relação com ela é estritamente profissional!

Bem, ele iria negar até seis meses depois de morto, então não rendi o assunto. Mas pensei num jeito de descobrir.
Revi, mentalmente, o escritório dele. Era um conjunto de duas salas, a da entrada, onde ficava a secretária, e a do final, que era o escritório dele propriamente dito, com mesas, sofás, livros, o escambau. O banheiro era na sala da secretária, onde também ficavam vários armários de aço, onde se guardavam os processos que ele trabalhava.
Já sabia onde iria me esconder para pegá-los em flagrante.

Preparei tudo. Tive sorte porque ele me pediu para levar um livro que estava em minha casa. Então coloquei meu plano em prática. Fui até o prédio onde ele tem o escritório e deixei o livro com o porteiro, falei com ele que a secretária iria pegar assim que ela pudesse, que eu já tinha avisado. E fiquei de bobeira ali na porta do edifício. Quando vi o porteiro dando uma fugida, talvez para ir ao banheiro, entrei rápido, subi pelas escadas e quando chegava ao andar do escritório, telefonei para a secretária e falei que tinha deixado o livro na portaria, que ela fosse pegar porque parece que meu irmão estava precisando dele com urgência.

Aguardei ela descer e entrei no escritório, me escondi junto dos armários de aço. Tive de ficar bem agachada, mas quando a gente tem um plano... faz de tudo para dar certo. Só daria errado se eu estivesse errada. Como iria sair dali caso os dois não fossem trepadores?
Mas eram.  

Confirmei: eles tinham um caso! Safados!
Quando ela voltou com o livro, trancou a porta e foi até a sala do meu irmão. Ouvi o beijo que eles deram e aí levantei um pouco para poder ver. Sorte a minha, com a porta de entrada trancada, ela não fechou a porta da sala do meu irmão e eu pude ver os dois no maior amasso!
Meu irmão já tinha levantado a saia dela e pegava na bunda, amassava. Bunda linda, Kaplan! Nóoo... fiquei com inveja!
E aí fiquei louca, porque ela agachou e começou a abrir a braguilha dele. Eu ia ver ela chupando o pau do meu irmão, que eu não conhecia e amei quando vi. Que pauzão! Fiquei até meio molhada, só de ver o bicho!

E ela chupava direitinho... tirou a blusa, tirou a camisa dele, deixou-o de cueca abaixada com aquele pauzão balançando e ela só de lingerie chupando... beleza de filme pornô!!! 

Eu vi ele comendo a secretária...

E aí ele a levantou, colocou-a inclinada sobre a mesa, foi a vez de ele agachar e dar uma senhora chupada na perereca da secretária. E depois... claro, comeu a moça direitinho! Gostei de ver a performance do mano... sabe de tudo!

Quando ele parou de meter, ela chupou ele de novo, ele em seguida colocou-a deitada na mesa e deu outra chupada nela. E depois foi ele que deitou na mesa e ela o chupou de novo e subiu na mesa e sentou nele. É das minhas, gosta de cavalgar e como a danada pulou! Papeis caíram ao chão, eles nem se importaram, depois iriam catar tudo! 

Cavalgaram em cima da mesa... fiquei com tesão!

Parou de pular, chupou o pau dele de novo, tornou a sentar e pular mais ainda e pela cara que ela fez, viu que ela gozou.
Desceram da mesa e meu irmão continuava com o pauzão firme, aí ela chupou de novo e ele gozou na boca da secretária.
Aproveitei que ele estava peladão e ela com a boca cheia de porra para aparecer.

- Oi gente! Tudo bem com vocês?

Os dois me olharam com olhos arregalados. Não entenderam como eu apareci ali.

- Mano, você devia me contratar como investigadora. Viu como eu descubro as coisas que se fazem escondido?

Rindo, eu corri para a porta, abri e sai, fechando. Achei que ia ganhar um esporro total, mas ouvi foi a gargalhada dos dois. Fui embora, claro.
Depois ele me telefonou. Rindo, ele perguntou o que eu tinha visto e como tinha entrado lá. Contei tudo, ele achou a maior graça e só me pediu segredo. Elogiei o pau dele, aí ele mudou de assunto.

Não foi engraçado? Eu rio até hoje, só de lembrar! E te confesso, a imagem do pau dele não sai da minha cabeça!


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Minha secretária, meu tesouro



Olha só quantos tesouros existem!

(escrito por Kaplan)

Bem, eu nunca tive uma secretária, pois trabalhava com a Meg e isso evitava ter de contratar alguém. Nós dois dividíamos bem as tarefas. Mas sempre ouvi historias de fatos ocorridos entre patrões e secretárias e como eu tinha vários amigos que eram médicos, engenheiros, advogados, arquitetos... acabei reunindo alguns deles para saber se tinha acontecido, entre eles e suas secretárias, algo que valesse a pena ser contado.
E tive a surpresa de verificar que 5 dos 6 que reuni tinham boas lembranças de secretárias que haviam trabalhado para eles.
Então começaram a me contar e é evidente que coloquei nomes diferentes nas personagens envolvidas. 

Esses decotes ainda me matam...

Alfredo, por exemplo, engenheiro, nos contou de sua secretária, uma loura chamada Cinira e que possuía fartos seios, que ela destacava usando camisas de abotoar e sempre deixando os dois botões superiores livres. Ele ficava incomodado com aquilo, mas jamais iria chamar a atenção dela por esse motivo.
O lance entre eles, pelo menos o inicial, aconteceu quando ela deixou cair uma pilha de papeis no chão, ajoelhou-se para catá-los e ele foi ajudar. E aí, de frente  a ela, acabou vendo um lance muito grande da calcinha dela. Ele viu que ela viu ele olhando e não fez nada para fechar a perna ou para virar, enfim, não fez nada para não mostrar. Deixou ele vendo à vontade, sorrindo e aí ele entendeu que ela o estava provocando. Então tomou a liberdade de levantá-la, apoiá-la na mesa e levantar a saia dela, perguntando se podia ver melhor. Ela concordou, ele levantou a saia até quase à cintura, pôs a mão e beijou a xotinha dela por cima da calcinha mesmo. Viu ela ficar arrepiada e então começou a abrir a camisa dela e ela fez o mesmo com ele. Ele abaixou o sutiã dela e admirou os seios fartos e formosos e os beijou. 

Como chupa bem essa secretária...

Como ele não tinha seios para serem beijados, ela abriu a calça dele e chupou o pau mesmo. Uma bela chupada e logo os dois terminaram de tirar as roupas todas, ele sentou-se e ela sentou em cima dele e o cavalgou de frente e depois de costas, e pulou, gemeu, até gozar. Chupou-o de novo até conseguir beber o leitinho do patrão.
- Bem, pessoal, depois disso era todo dia... cada dia melhor que o outro. Até que minha esposa descobriu, me fez mandar a Cinira embora e depois entrou com os papéis do divórcio...

Joel era publicitário e sua secretária favorita foi a Dulce. Ele teve várias, mas a Dulce foi quem mais o agradou e com quem viveu momentos muito legais, tudo no escritório. Ele não nos contou como começou, só contou a ultima, que, aliás, tinha sido no dia anterior.
Sexta-feira, fim de expediente, ele esperou o desenhista e o boy saírem e perguntou se ela estava a fim de fazer a happy hour de sempre. Ela sabia que isso iria acontecer, e já tinha ido preparada para telefonar ao marido e dizer que iria atrasar porque tinha um comercial que precisava ser finalizado naquele dia. O corninho concordou. Não era a primeira vez... 

Será que seu marido vai descobrir um dia?
Então ela ficou de pé e esperou que o Joel tirasse sua roupa e a dela. Mas, apressadinho, ele só desabotoou blusas e calças e já começou a beijá-la e dar aqueles amassos que ela tanto gostava. E ela, vendo que o pau dele já estava pronto, começou a chupá-lo, a colocá-lo entre os seios. Aí deitou-se na mesa, meio vestida, meio despida, e ele só teve o trabalho de colocar a calcinha dela de lado e enfiar o trabuco e começar a bombar e bombou bastante, viu ela revirando os olhinhos de felicidade. Depois ela virou o corpo em cima da mesa mesmo e ficou com a bunda virada pra ele que tornou a enfiar na xotinha e meter bastante.
Por último, ela o cavalgou e foi assim que gozou, e ele também.
Ele perguntou a ela se o marido não desconfiava de nada. Ela achava que não, mas se desconfiava, não ligava pra ela fazer horas extras...

Maurílio nos contou que sua secretária Nair não contente em transar com ele, pegou também o sócio dele. Ambos eram advogados e o local preferido dos três era o sofá do escritório.
Ela não brincava em serviço. Era muito boa no que fazia e melhor ainda depois do expediente. Nem perguntava se eles queriam, sabia que eles queriam. Simplesmente tirava a roupa e ficava passando a mão no corpo, nos seios, na xotinha... esperando que eles se despissem e a agarrassem. 

Dois patrões, duas picas... é tudo que ela gosta!

E era o que eles faziam. De vez em quando um não podia, mas o outro ficava e cuidava direitinho dela. Ela gostava de tudo, segundo ele nos disse. Gostava de chupar um enquanto o outro a comia, para isso ela ficava de quatro no sofá. E eles revezavam, o que significa que ela chupava os dois e era comida pelos dois.
Às vezes, não era de quatro que ela ficava. Sentava no pau de um e o outro ficava de lado sendo chupado. E curtia sexo anal também, então não era raro os dois ou um deles comer o cuzinho dela. Agora, DP só de vez em quando. Ela brincava dizendo que DP era um prêmio dado a eles por vencerem alguma causa, pois eles sempre davam uma comissão a ela. Afinal, ela trabalhava tanto!!!

Eleazar, artista plástico e sua secretária Maitê tanto treparam que acabaram casando. Ele nos contou como foi a primeira vez. 

Que vontade de vê-la nua...
 Tinha feito uma exposição de seus quadros e ela cuidara de tudo, nos mínimos detalhes. Foi um sucesso de ambos, ele pelas telas ela pelo vestido preto super transparente nos seios. E foi esse o mote para Eleazar, ao final, só os dois, comentar com ela que havia recebido muitos elogios não só pelos quadros mas também pelos belos seios da secretária.
É claro que ela havia ido com aquele vestido de propósito. E aproveitou o comentário dele dizendo que tinha escolhido para que ele a visse e não os outros. Pronto. Já estavam acertados e foram para o apartamento dele onde ela pôde mostrar a ele as técnicas de boquete que tinha e ele mostrou-lhe a técnica de comer de ladinho. Foi essa a posição que ele a comeu aquela noite e não apenas meteu na xotinha. De ladinho também ele comeu o cuzinho dela.
Ela passou a noite lá, e transaram mais duas vezes. E depois daquele dia, o ateliê dele, o apartamento dele e o dela se tornaram locais de muito sexo. Até que resolveram que valia a pena casar...

Oseas também era advogado. Sua secretária, Karina, tal como a secretária do Alfredo, vivia aparecendo com camisas e blusas muito decotadas, o que vários clientes comentavam. Então ele pensou em chamar a atenção dela, pedir mais discrição nas roupas. Só que quando foi falar isso, ela levou um susto tão grande que ele se embaralhou todo. E quando ela perguntou se ele não gostava, ele, ao invés de dizer o que precisava, acabou falando que gostava muito... o que foi suficiente para ela abrir um sorriso e dizer que usava tais roupas para agradar e ele e não aos clientes. 

Mesa de escritório serve para trepar...
E ela levantou-se, ficou em frente a ele e o abraçou. Desarmou por completo o doutor Oseas... que se viu beijado em seguida. E aí, no maior frenesi do mundo, eles se despiram, sem nada dizer e começaram o rala e rola. Chuparam-se bastante, depois ela sentou na mesa e ele veio pela frente e a comeu ali. Em seguida ela levantou, inclinou-se sobre a mesa, de costas para ele que beijou sua bundinha e tornou a meter na xotinha.
Já quase tresloucada, ela fez ele sentar na cadeira e sentou em cima, pulando até conseguir seu gozo. O dele, num escritório, só tinha um caminho a seguir... ela bebeu tudo.
Até hoje ela continua sendo secretária dele...

terça-feira, 11 de abril de 2017

Quem nunca pegou um vizinho?



Pelo visto, todas já pegaram...

(escrito por Meg)

Tinhamos o hábito, geralmente aos sábados, quando chegava a tarde e o clube começava a se esvaziar, todo mundo já jogara vôlei, peteca, nadara... de nos reunirmos em duas mesas. Numa ficavam as mulheres e na outra, bem distante, os homens. E os papos mais sacanas do mundo aconteciam lá, tanto numa mesa como na outra.

E um desses sábados, eu e Kaplan bolamos um assunto para ser discutido. Quem já tinha pegado algum vizinho, no nosso caso e quem já tinha pegado uma vizinha, assunto para a mesa deles. E aqui estão os resultados. Comecemos pelas mulheres, já que fui eu quem deu a ideia inicial.

Coloquei a dúvida pra minhas quatro amigas que estavam na roda: Bruna, Jana, Isadora e Ana Laura. Elas queriam que eu desse início e foi tanta pressão que não tive como evitar. Então contei de um caso só (porque eu tinha dezenas... adoro vizinhos!)

- Foi o seguinte, gente. Kaplan e eu tínhamos sido convidados por um vizinho, o Celso, para irmos a uma festa. Nem me lembro direito que festa era essa, sei que ele nos convidara e lá pelas 19 horas apareceu em nosso apartamento. Só que o Kaplan ainda não tinha chegado, pois estava fazendo um trabalho fotográfico e se atrasara. Me ligou falando do atraso,mas disse para esperamos por ele. Falei isso com o Celso e então ficamos ali, de bobeira, esperando o moço chegar. 

Acho que ele gostou mais do recheio...
Aí servi um vinho, tomamos e notei que ele me olhava... olhava... e isso sempre me deixa agitada. Eu sentava, levantava... aí numa hora que estava bem de frente pra ele, ele elogiou o meu vestido e isso me deu vontade de agarrá-lo. Então eu me virei e dei uma sacudidazinha no bumbum, pra ele ver... eu ria, já pensando no que podia acontecer ali.

Ele ficou meio sem ação com o que eu fiz e a conversa continuou morna. Assuntos banais, e eu ficando cada vez com mais tesão. 

E de frente? Gosta mais assim?
 Então me encostei num móvel de tal forma que o vestido, que era curto, deu uma subida e ele viu um belo lance de calcinha preta... e sorri quando vi que ele, instintivamente, levou a mão ao pau. Aí eu perdi as estribeiras. Ajoelhei na frente dele e falei que queria ver. E nem esperei ele mostrar, eu mesma fui abrindo a calça dele e pondo o bicho pra fora. Uma belezura! Caí de boca, claro.

E aí, minhas amigas... nunca vi duas pessoas ficarem nuas com tanta rapidez! E ele me deu uma boa lambida na xotinha, depois me comeu de quatro, em cima do sofá, de frango assado e ainda me deixou gozar cavalgando ele. Foi maravilhoso, principalmente porque a adrenalina estava nas alturas, já que o Kaplan podia chegar a qualquer momento. Mas deu tempo de a gente se vestir e sentar, bem comportados, quando ouvimos o barulho da chave na porta... ele chegou, correu ao quarto, se aprontou, veio pra sala e fomos pra festa. Claro que na primeira chance eu contei a ele o que tinha acontecido. Então quando voltamos, ele chamou o vizinho pra passar a noite com a gente... e depois dessa,o Celso apareceu muitas vezes lá em casa! Agora é você, Bruna, conte-nos tudo, não nos esconda nada!

Rindo, Bruna começou a contar como pegara um vizinho, chamado Aldo.

- Meg, você é doida demais... mas eu já fiz uma loucura dessas. Só que meu marido estava viajando quando eu chamei o Aldo pra ir lá em casa. Eu andava tresloucada desde que ele se mudara para nosso prédio, o cara era tudo de bom! E ele já tinha percebido meu interesse e me dava bola também. Teve um dia em que descemos no elevador juntos, só nós dois e aí ele me deu uma agarrada, uns beijos, mas foi coisa rápida. E minha sorte foi que a empresa mandou meu marido a São Paulo. Ele ia de manhã e voltaria à noite.

Ele gostou dos meus seios...
 Dei um jeito de avisar o Aldo e ficamos olhando quando o carro da empresa veio buscá-lo para levá-lo ao aeroporto. Quando o carro sumiu de vista, eu ouvi o Aldo batendo na porta, abri e sentamos que nem dois adolescentes no sofá. A gente nem sabia o que dizer e eu só vendo que ele não tirava os olhos do meu decote, que era imenso! Tinha colocado uma blusa de propósito,a qualquer movimento meus mamilos apareciam.

Aí ele levantou, me fez levantar também, tirou minha blusa e pegou nos meus peitos. Eu, toda arrepiada, e ele na maior calma do mundo. Beijou, me mamou que nem bebê... Aí eu fiz um boquete nele e depois do boquete tiramos as roupas e foi ali no sofá mesmo que eu dei pra ele. De ladinho, de cachorrinho e cavalgando. Gozei muito! E depois chupei-o de novo e ele gozou em minha boca, gosto muito!

Só teve uma segunda vez, quando meu marido deu outro pulo em São Paulo e ai ele pulou pro meu apartamento de novo! 

Fui rápida, né? Fala aí, Jana, quem sabe sua história é mais interessante...

Jana começou criticando a Bruna.

Que coisa boba, Bruna. Sua história foi tão interessante quanto a da Meg. Adorei as duas e espero que gostem do que vou contar. Meu vizinho se chamava Lauro, e o conheci logo depois de ter me divorciado do meu primeiro marido. Lauro era advogado e eu o contratei para cuidar da papelada pra mim.  E foi num dia em que fui levar alguns documentos que ele me pedira que o lance rolou.
Eu estava com uma blusa decotada, sem sutiã, e nem prestei atenção nesse detalhe quando fui no apartamento dele. Pensei que ia entregar os documentos e voltar, mas ele me fez entrar e foi me explicando uma série de coisas. 

Estou lendo com atenção... ou não?
E me deu uns papeis para ler, eu sentei e comecei a ler e nem reparei que ele ficou parado, em pé, ao meu lado... e vendo tudo. Quando terminei de ler e fui olhar pra ele, notei aquele olhar esbugalhado dele pros meus seios. E aí, na hora, não sei o que me deu, meu olho foi direto para o meio das pernas dele e vi aquela coisa estufada...

Gente, foi uma sensação tão louca, que só depois que eu já tinha feito é que caí na real e pensei até em sair correndo de lá, mas já era tarde...
Peguei no pau dele, por cima da calça. Nossa, que trem mais duro era aquele...

E ele entendeu que eu estava com vontade, me arrastou pro quarto, me deitou na cama e começou a tirar minha roupa e a dele ao mesmo tempo... foi aí que caí na real, mas já estava nua, ele também... rolou tudo que vocês possam imaginar! 

Que beleza de pau... adorei!
Fiz um boquete nele como há muito tempo eu não fazia em alguém! Como chupei gostoso... e ele também me deu uma chupada que vou te contar... me deixou molhada e arrepiada da cabeça aos pés!

Dei tudo também.  Só de cachorrinho e cavalgando, mas dei muito. E anal. Ah.. ele quis e eu deixei, primeira vez na vida que dei anal no primeiro encontro. E olhe que nem era encontro!

Qual podia ser o resultado? Divorciei e casei com ele... E você, Isadora? Quem você pegou?

- Ah... peguei um vizinho do qual eu gostava muito e fiquei triste quando soube que ele marcara casamento. E vocês vão achar que é brincadeira, mas peguei ele no dia do casório... acho que foi a primeira vez que o noivo chegou atrasado na cerimônia!
Eu vi que todo mundo da casa tinha saído e não tive medo. Fui lá e falei na cara de pau.

- Nilton, sabe que gosto muito de você. E quero te dar uma despedida de solteiro como você nunca imaginou! Ele ficou perplexo, estava na hora de ir pra igreja e eu ali, me oferecendo... e me ofereci mesmo, tirei a roupa e fiquei nua na frente dele. 

Mais gostosa que a noiva! (foto: Kaplan)
Mandei ele tirar o terno, e ele ficou doido ao me ver nua, me obedeceu, ficou pelado e ganhou um boquete daqueles!

Aí ganhei uma comida de cachorrinho e uma de cavalgada. Não me incomodei de não gozar, mas ele gozou e tratei de engolir tudo porque não podia cair no chão da casa dele, né?

Foi uma loucura. O melhor foi quando eles voltaram da lua de mel e quando ele teve oportunidade me confessou que aquela trepada foi melhor do que as que ele deu na viagem... resultado? Até hoje transamos!

- E aí, Ana Laura? Como é sua história? Conta pra nós!

Rindo muito, ela explicou primeiro quem era o vizinho dela.

- Gente, eu tive um vizinho, japonês, chamado Hiroshi. E de repente eu notei que ele andava me dando umas olhadas tipo 46 e meio, entendem? Ele tava me paquerando, de verdade. E aí, a primeira coisa que me veio à cabeça foi aquela história que todo japonês tem pinto pequeno. Olha, acabei descobrindo que isso é folclore. Se aquilo que ele enfiou em mim é pequeno... não quero nem imaginar o que serão os grandes!

As risadas das demais foram muitas. E ela teve de esperar um tempo para contar o caso que aconteceu com ela.

- Pois olha, acabei cedendo. Estava curiosa e as cantadas dele não eram vulgares, eram bem feitas, dessas que o nosso ego vai em Venus e volta, sabem? Chamei-o um dia para meu apartamento e ficamos conversando na sala, eu vendo que ele me devorava com os olhos o tempo todo. E sem mais nem menos, parece que adivinhando que eu estava a fim, ele vira e me pergunta se eu depilava tudo. Lógico, perguntei o que ele estava querendo saber.

- Xotinha... Hiroshi quer saber se depila xotinha!
- Ah... entendi... sim, eu depilo tudo.
- Hiroshi sabia! Hiroshi sabia! Adivinhou! 

Confere! Depiladinha, tá vendo?
Eu fiquei com vontade de rir, mas não podia, né?  Então resolvi mostrar pra ele que era verdade. Levantei o vestido e cheguei bem perto dele. E o japonesinho atrevido abaixou minha calcinha, arregalou os olhinhos quando viu que eu estava toda depilada, de verdade. E mandou a língua, eu até me curvei de tão boa que a língua dele é...
E aí eu falei com ele:

- Aqui no Brasil dizem que todo japonês tem pau pequeno... é verdade?
- Hiroshi deixa Ana Laura ver. Veja! 

Japinha pauzudo e depilado... oba!

Na mesma hora abri o cinto, abri a braguilha e fui conferir com a mão. Epa... não me pareceu nada pequeno, então tirei pra fora e vi... que pau!!! Já tava duro e era de muito bom tamanho, nada de pequeno! E outra... ele também depilava tudo!

Tratei de fazer um boquete nele que ficava falando coisas em japonês, eu não entendia nada, mas achei que ele estava gostando... então continuei e ele, depois, me colocou quase deitada no sofá e me comeu bonitinho... foi muito boa a trepada com ele.

E quando ele estava indo embora, me pediu que sempre depilasse, que ele só gostava de mulheres depiladas!