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sexta-feira, 8 de março de 2019

Viu a amiga se masturbando, então comeu!


Visões como essa são demais

(escrito por Kaplan) 

Silênio e Núbia eram amigos desde a infância. Não tinham preconceito de se verem nus. Muitas vezes ele estava na casa dela, combinavam de sair, e ela na frente dele, tirava a roupa e colocava outra. Algumas vezes ficava de lingerie, outras completamente nua. Ele olhava, achava ela linda mas nunca fizera qualquer comentário. 

Eles nadavam nus, sem pudor e sem pensar em mais nada.

Quando iam para a fazenda dos pais dele, nadavam nus no riacho que cortava as terras. Sempre numa boa. Eram amigos e não viam nada demais em se verem nus.
Mas teve um dia que a coisa mudou de figura. Ela tinha terminado com o namorado e já fazia um mês que não transava. Estava no apartamento dele, que morava sozinho.
E contando a ele as últimas transas com o ex, ela ficou muito excitada.

- Silênio, eu preciso fazer uma coisa, não tenho vergonha de fazer na sua frente, mas não queria que você contasse a ninguém, tá?
- Está bem, o que você quer fazer?

Não tenho vergonha de fazer isso na sua frente...
Ela não respondeu. Apenas tirou a roupa toda e, sentada numa cadeira, começou a se masturbar. Ele arregalou os olhos. Mas o que ela estava fazendo? Na frente dele?

Ficou olhando, ela de olhos fechados, passava a mão na xotinha, enfiava um dedo, dois, seu corpo tremia todo. Ele não podia só olhar. 

Levantou-se, chegou perto dela e deu-lhe um beijo, ao mesmo tempo em que segurava o seio dela.
Ela abriu os olhos e vendo o amigo daquele jeito, perguntou:

- Jura que você vai me ajudar?
- Faço tudo por você, Núbia. Não vou deixar você fazer isso sozinha.
- Eu amo você, Silênio. Vai, me faz gozar!

Ele só abaixou o corpo e deu-lhe uma belíssima chupada na xotinha.

- Ahhhhhhhhhh... mais, mais...

Ele ficou chupando até ver ela começando a babar.
Aí ele tirou a roupa. Ela viu o pau dele com outros olhos, pegou e chupou também.

- Me come, agora?

O pau estava pronto, a xotinha também. Foi só enfiar e começar a bombar. Ela sentada e ele bombando. Sem tirar o pau, ele foi levantando-a até ficarem os dois em pé, ele socando e ela segurando nele para não cair. 

Isso é que é melhor amigo... o resto é resto...

Ele sentou, trouxe-a para sentar nele, de costas e ela começou a cavalgar. Que coisa linda era transar com um amigo tão querido!
Ele a colocou de quatro e tornou a meter. Era o que ela precisava para se esvair num gozo belíssimo.

- Meu amigo, que transa mais deliciosa foi essa! Obrigada, muitíssimo obrigada!

Ficaram deitados no chão, se acariciando, beijando.

- Por que nunca pensamos nisso, Silênio? Eu confesso que nunca te olhei como homem, era o maior amigo que eu tenho, nunca pensei em transar com você.
- Eu sonhei algumas vezes com isso. Mas acho que tinha de acontecer assim como foi hoje.
- Acho que agora o jeito é a gente namorar pra valer. Topa?
- Nem precisava perguntar!


quarta-feira, 20 de junho de 2018

A mãe do amigo estava com dor no pescoço


Massagem, por favor...

(escrito por Kaplan)
  
É verdade... dependendo do que a gente faz, doem certas partes do corpo e quando isso acontece, nada melhor que uma massagem.

Nádia era mãe de César. Bela mulher, 48 anos, tivera César quando estava com 22. Divorciada, ela morava com ele e adorava quando amigos do filho apareciam por lá. Eram todos na faixa de 25 a 27 anos, corpos musculosos, que ela admirava, babando de vontade de ter alguma coisa com um deles.
Teve uma bela chance quando precisou desfazer-se de alguns móveis pois comprara artigos novos.

Que bom que você veio nos ajudar!
César chamou o George para ajudar a tirar móveis, colocar móveis... todo mundo sabe o que é isso.
E o mais interessante de tudo é que a namorada do César ligou pedindo que ele fosse encontrá-la com urgência. Ele tentou argumentar que não poderia, mas ela disparou a chorar, porque tinha de levar uma irmã ao hospital. Então ele se rendeu e foi, deixando o George com a mãe.
Ela não ia perder aquela chance.

Enquanto ele empurrava uns móveis, ela disse que ia trocar de roupa, colocar algo mais confortável. Foi pro quarto, tirou a calça comprida, colocou um shortinho, o menor que tinha. Um corpete e uma camisa do filho por cima.E deitou-se na cama.
O George começou a achar que ela estava demorando demais. Ele não sabia mais o que tinha de fazer, então tomou a liberdade de bater na porta do quarto dela. Ela falou para ele entrar.

- George, me deu um jeito aqui no pescoço... tive de deitar pra ver se melhora... mas não melhorou não.
- Tem algum remédio pra dor aqui?
- Nada, tenho não...
- O que eu posso fazer?
- Pode fazer uma massagem? Talvez melhore...
- Bem, acho que sei fazer isso.

Ela então ajoelhou na cama de tal modo que ele, para fazer a massagem, também teria de se ajoelhar lá em cima. E começou, desajeitadamente, a massagear os ombros dela, que tirou a camisa e ficou só com o corpete.

- Está bom? 

Faz mais em baixo...(meus seios vão adorar suas mãos!)
- Está, mas pode fazer mais embaixo também?

Ele começou a desconfiar... mais embaixo ele colocaria as mãos nos seios dela...
Ela insistiu e até pegou na mão dele e colocou onde ela queria: dentro do corpete, em contato direto com os seios.

- Por que estou achando que fui enganado? – perguntou ele sorrindo porque entendeu a jogada dela...
- Porque foi mesmo...

Já com o corpete tirado e os seios balançando na frente dele, ele resolveu encarar, tirou o shortinho dela e começou a fazer uma massagem especial na xotinha, primeiro com os dedos, depois com a língua, fazendo Nádia suspirar, gemer. 

Preciso massagear seu pau também...
Ele demorou na chupada, até que ela, enlouquecida, falasse com ele para tirar a calça e aí foi a vez de ela fazer um boquete demorado no pau dele, que ela adorou quando viu. Grosso, muito grosso. Ao chupar, ela já ficou pensando como seria a entrada dele em sua xotinha... afinal, havia meses que ela não transava com ninguém, devia estar parecendo uma virgem...

Depois do boquete, ela sentou no pau dele. Realmente, doeu um pouco receber aquele pauzão lá dentro, mas entrou tudo e foi ele que ficou subindo e descendo com o pau, deixando-a cheia de gemidos.

Rolaram na cama, ela ficou ajoelhada e ele a comeu por trás. Ela gozou. Tinha tanto tempo que não sentia aquele prazer com um homem, que logo gozou, e deixou que ele gozasse sobre seu corpo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

O melhor amigo da minha mulher viu-a tomando banho. Foi tiro e queda!



Também... quem é que resistiria ao espetáculo do banho?

(escrito por Kaplan)

Quem me contou esse episódio foi Floriano, 50 anos, grande amigo, companheiro de muitas mesas de bar, de boas cervejas...

A esposa dele, Natalia, 45 anos, cuidava-se bem, tinha um corpo malhado, fruto de muitas horas de academia, de caminhadas. E o melhor amigo dela, era o Salvador, 46 anos, pessoa tranquila porque vivia de rendas, não trabalhava, já que herdara grandes somas do pai e, devidamente aplicadas, lhe proporcionavam um rendimento mensal alto. E ele vivia na casa da Natália e do Floriano. 

Uma amizade sólida... tinha que acabar na cama!
Não...  não pensem mal da situação. Nunca acontecera nada entre ele e Natália, era aquela amizade construída desde a adolescência e que nunca descambara para o sexo. Até um dia...

E foi o que aconteceu nesse dia que o Floriano ficou sabendo, pela própria esposa e não ficou perturbado. 

- Olha, Kaplan, eu já tinha me perguntado porque nunca acontecera nada entre os dois. Era difícil imaginar, eles se conheciam desde que ela tinha 14 anos... ou seja, eram amigos há mais de 30 anos... mas, finalmente aconteceu.
- E como você reagiu?
- Por incrível que pareça, não tive qualquer problema para aceitar aquilo. Curioso, não é? Mas foi assim que as coisas aconteceram. Estamos numa boa. Ele, depois que aconteceu, ficou meio que apavorado por ela ter me contado, mas eu o tranquilizei. 

O lance foi o seguinte: ele estava lá em casa, o que não é novidade, passa lá quase todo dia. A Natália foi tomar banho, porque eles iriam ao shopping. Entrou, tomou o banho e aí viu que tinha esquecido a toalha. Chamou pelo Salvador, falou onde estavam as toalhas e pediu que ele pegasse uma. Ele pegou, chegou na porta do banheiro, abriu-a um pouquinho e estendeu o braço com a toalha. Ela falou que não ia sair do boxe pingando água pelo banheiro afora. Que ele entrasse e lhe entregasse. 

Meu Deus! Esta é a minha amiga!!!
Acredita que ele entrou olhando pra baixo e com o braço estendido com a toalha? Natália achou a maior graça. Falou que não tinha nada demais ele vê-la nua. Então ele olhou pra ela. E você sabe que a Natália tem um corpão... disse ela que ele ficou olhando, admirado e quando ela começou a se enxugar, notou algo interessante e perguntou pra ele o que era aquilo se mexendo dentro da calça dele.

Ela me disse que ele ficou sem graça, mas que aquilo mexeu com ela, então foi até onde ele estava e pôs a mão. E sentiu a dureza do pau dele. Aí falou com ele: “Oh, querido, eu te excitei? Nunca imaginei isso... mas agora eu fiquei excitada com você...” 

E abriu a calça dele e viu o pau dele duro e começou um belo boquete.
Tão belo que ele não aguentou nem cinco minutos. Gozou! Ela comentou com ele que, na certa, o gozo tão rápido tinha sido causado pelo ineditismo da situação. E propôs a ele: em vez de irem ao shopping, que ficassem em casa para completarem o que tinha iniciado.
Ele topou e ai foram para a cama. 

Meu amigo mais querido... vai virar meu amante!

Ficaram bons minutos conversando, pelados, se tocando e o pau dele voltou à vida. Ela deu uma pequena chupada, só para torná-lo bem duro e então ficou de quatro na cama e ele a comeu por trás. Já mais calmo, ele aguentou bastante tempo.

Ela, depois, cavalgou-o e sentiu seu gozo. Me disse que foi muito bom.

- E agora, irão transar quase sempre, ou todo dia?

- Vai depender deles, é claro. Não sei se o fogo que foi acendido vai durar muito tempo, mas, como te disse, ele é tão amigo que me surpreendi de ter demorado tanto tempo a acontecer...