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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Teens adoram homens mais velhos e de pau grande

 Parece que é verdade

(escrito por Kaplan)

 

Minha sobrinha Paulinha chegou outro dia em meu apartamento, me falando que agora eu tenho um concorrente.

- Concorrente? Como assim?

- Ora, até ontem você era meu coroa favorito, mas fiquei conhecendo um outro e ele não é fácil... saí da casa dele com a xotinha fervendo.

- Perdi meu lugar, então...

- Nada disso... estou apenas confirmando que transar com coroas é a melhor coisa do mundo.

- Pode contar, já vi que está doida para que eu fique sabendo.

- Não é que esteja doida, só não quero que fique sabendo por outras pessoas, eu gosto de te contar todos os meus casos, né?

- É verdade, me lembra da Meg, já te falei que você é muito parecida com ela.

- Isso é um grande elogio, mas já sabemos que ela andou te colocando chifres... e você pode ter certeza de que jamais te farei isso. Você será sempre o primeiro a saber. Só não te contei antes de acontecer, porque estava na dúvida se ele iria topar. Mas já que topou, então foi o seguinte: fiquei conhecendo numa loja de roupas, eu estava na cabine experimentando um biquíni e não prestei atenção ao fato de que a cortina não ficara totalmente fechada, então, quando olhei, vi que tinha um coroa me olhando. Assustei, mas quando prestei atenção nele, vi que tinha cara de ser gente de bem. Então, sabe o que eu fiz, né?

- Sorriu e deixou ele te ver peladíssima. 


Ele queria ver, eu gosto de mostrar...


- Me conhece mesmo, tio! Foi exatamente o que fiz,  ele gostou! Aí esperou eu sair e ficou me rodeando até eu comprar e sair da loja, era no shopping, ele veio atrás, se apresentou. Um belo nome, Alexandre. Na hora fiquei pensando se ele tinha algum detalhe “magno”... kakaka... sou uma vadia, não sou, tio?

- Deixa de ser boba.

- Mas foi assim, a gente sentou, tomamos uma cerveja, ele perguntou se eu queria ir ao cinema. Eu já tinha visto todos os filmes, mas falei que sim, entramos, fomos para as poltronas do fundão, o cinema estava super vazio, devia ter umas 15 pessoas. E foi só apagar as luzes que a gente se deu uns beijos, mão naquilo, aquilo na mão... e vi que ele tinha o negócio “magno”. Magno e duríssimo. Bem, sarramos bastante, aí trocamos telefones e ele ficou de me ligar, passaram 3 dias e nada. Achei que era assunto morto, mas ontem ele ligou e me convidou a ir ao apartamento dele. E eu fui. 

Ele me telefonou... que gracinha!


Ele me disse que tinha ficado com muita saudade, mas não teve condição de me ligar antes. Falei que não tinha importância e aí, no sofá, começamos a festa. Menino, só de beijar o coroa, o pau dele intumesceu. E peguei nele, por cima da calça, estava tão duro quanto no cinema.

Dos beijos, ele me fez ficar quase deitada no sofá, tirou meu short, eu estava com um colant que ele não se preocupou em tirar. Só pegou lá embaixo, afastou pro lado, e a língua dele me mostrou coisas deliciosas de sentir. O coroa chupa bem demais! Acho que ele ficou uns 15 ou 20 minutos só na chupação e eu me molhando toda. Quase gozei só com a chupada. 


Que chupada!!! adorei!


Ainda bem que ele parou e eu pude então fazer um bom boquete nele. Tirei a calça dele e peguei no pauzão e que delícia que foi colocar aquilo na boca. Chupei demais!

E aí ele me fez ficar deitada de novo e lá veio a vara intumescida adentrando minha xotinha. Deu pra fazer careta, mas logo eu me sentia totalmente completa e lá veio o vai e vem... como soca bonito o coroa!  Me pôs de frango assado e tome vara! Eu gemia, quase desmaiando de tão bom que estava.

E me colocou de quatro e meteu. Mais uma saraivada de bombadas. Gozei e nem conseguia mais gemer de tanto gozo!  


Acho que ele gostou do meu bundão...

Acha que ele parou? Nada... me colocou cavalgando aquela coisa gigante! Quando eu descia o corpo, parecia que o pau dele ia sair pela minha boca! Comecei cavalgando de costas pra ele, depois ele me virou, sem tirar o pau de dentro de mim e fiquei de frente, e ele pegando nos meus peitinhos, me puxando, me beijando... e eu pulando, nem sei de onde tirei forças pra isso.

Gozei de novo. Ele viu que eu já estava ficando arriada e então parou. E antes que ele pensasse bobagem do tipo enfiar aquilo no meu fiofó, chupei de novo até ele gozar. 


Ela gostou de tudo, até do "leitinho"

Leitinho gostoso, o do coroa!

- Então, tiozão, é isso, você agora tem um concorrente à altura. Ele quer mais, e eu também, mas falei que só uma vez por semana. Tá de bom tamanho!

 

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Ela subiu a escada, ele viu a calcinha... aí rolou!


Esses lances de surpresa são fantásticos!

(escrito por Kaplan)

Quando Diana arrumou um emprego numa loja, talvez não imaginasse que iria conhecer o Paulo Roberto. O cara do estoque. E ele era "o cara". Forte, simpático. Não era um homem bonito por fora, mas por dentro era. Logo ficaram amigos, porque volta e meia ela aparecia lá à procura de algum produto e ele tinha o maior prazer em atendê-la.
Vai daí que ela ficou fissurada no Paulo Roberto.
E bolou um plano para ficar com ele. 

Ela precisava seduzir o cara!

Numa segunda-feira, que era o dia de menor movimento na loja, ela foi com uma saia bem curta, trabalhou normalmente e, no final do dia, quando se preparavam para o fechamento, ela demorou mais que o normal para fazer seu relatório de quantos tinham entrado, quantos compraram com ela e quantos não compraram. Todo santo dia isso tinha de ser feito.
Como ela estava demorando, o gerente falou com ela que entregasse no dia seguinte, porque ele não podia esperar mais.

Ele saiu, deixando a chave com o Paulo Roberto, que se dispôs a esperar por ela.

- Pode acabar seu relatório tranquila. Eu ainda estou colocando muita coisa no lugar, vou demorar.

Ela agradeceu, viu ele trancando a loja e subindo para a sobreloja, onde ficava o estoque.

- Acabei, Paulo... deixei lá no balcão mesmo.
- Tudo bem, vou abrir a porta para você sair.
- Calma, não estou com pressa... estou vendo que você ainda tem muita coisa a fazer, hein? Posso te ajudar!
- Não precisa...
- Olha só, você pega a mercadoria, sobe a escada, põe na prateleira, desce para pegar outra... mais fácil eu subir na escada, você vai me dando as mercadorias e eu vou colocando no lugar!
- Não precisa...
- Deixa de ser teimoso! Separa aí que já estou subindo!

E ele, estupefato, viu ela subir e mais do que isso, viu a calcinha dela e isso o deixou ligeiramente perturbado.
Mas foi entregando as caixas a ela que ia colocando no lugar. Quando ela virava o rosto para ver a caixa que pegaria, notava que ele não tirava os olhos das suas pernas. Sorria, intimamente satisfeita, porque era isso mesmo que ela planejara!
Num dado momento ela atacou: falou que a roupa estava atrapalhando e tirou tudo! 

Se ele não topar agora... nunca mais!
- Tá gostando de ver?

Ele fingiu surpresa:

- O que?
- O que estou mostrando...
- Foi de propósito isso?
- Foi sim... te desagradei?
- Não,imagina... espetáculo e tanto...
- E você se contenta em ver? Nada mais que isso?
- Olha... você é bem direta...
- Seja também!

Ele entendeu e aí agiu. Pôs suas mãos grossas, calejadas, nas nádegas dela, apertou-as com força mas carinhosamente.
Ela virou o corpo, ainda na escada.

- Me beija ai embaixo...

Ele obedeceu e beijou sua xotinha. Não apenas um beijo, mas lambeu tudo a que tinha direito, enfiou um dedo. Ela quase caiu da escada, ele a segurou e ficaram os dois em pé, ele atrás dela e com sua mão na xotinha, e seu corpo, encostado no dela, transmitia a sensação de dureza do pau dele. 

Ela conseguiu!

Forte como era, carregou-a e colocou-a sentada em seu pau. Em pé, ele a comeu, fazendo o corpo dela subir e descer, subir e descer...

Depois ele deitou sobre as embalagens de papelão e a trouxe para sentar em seu pau. Como ela gozou! Tinha sido melhor do que ela imaginara!

Na semana seguinte, aconteceu o mesmo problema... não conseguiu terminar o relatório, lá foi o gerente embora. Eles transaram de novo, lá no estoque. Ela deu o cuzinho. Ele adorou!

E assim se passaram as segundas-feiras... quanto movimento no estoque ao final do expediente...


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O amigo abriu uma loja de roupas, ela foi experimentar...



E ele acabou experimentando-a...

(escrito por Kaplan)

Joana estava repassando as notificações dos amigos no Facebook, quando foi surpreendida por um post de seu amigo Cecílio. Ele estava inaugurando uma loja de roupas femininas e convidava os amigos a irem visitá-la. 

Olha só... uma loja... vou lá ver!
Não acreditou, achou que era piada. Então telefonou para ele e ele disse que era verdade, sim, era um sonho que ele tinha e finalmente realizara. 

- Vem cá pra você ver, Jô... vai gostar e aí você vai recomendar pras suas amigas... Sabe que preciso formar uma freguesia fiel, é assim que as coisas dão certo!
- Vou sim, querido. Já peguei o endereço aqui no Face, até que horas te encontro aí?
- Fecho às 19. Por enquanto não tenho funcionários, faço tudo, vendo, embrulho, cobro, passo cartão, limpo a loja, abro e fecho todo santo dia!
- Beleza... vou aparecer ai, se não for hoje, amanhã, com certeza!

Ela foi no dia seguinte. E esse tempo levou-a a pensar em coisas... adorava o Cecilio, tinha muita vontade de ter um caso com ele, poderia até virar namoro... era um sonho dela. Quem sabe ela poderia aproveitar aquela loja para tentar alguma coisa... ficou arquitetando, pensou em várias possibilidades, mas todas dependiam de ter ou não ter pessoas na loja. Se ficassem só os dois, ela poderia colocar algum dos planos em ação... era esperar pra ver.

O melhor seria ir num horário perto do fechamento da loja, e foi o que ela fez. Apareceu lá às 18:30, ele sorriu ao vê-la, mas não lhe deu atenção porque estava fechando uma venda com outra freguesa. Enquanto ele não terminava, ela ficou olhando o que ele tinha por lá. Era muita coisa, desde trajes esportivos, de banho, até haut couture...

Repassou, mentalmente, as possibilidades que havia pensado. E sorriu. Já sabia como tentaria seduzir o Cecílio.

Esperou que ele terminasse com a freguesa, logo já eram 19 horas e ele fechou a loja. Ficaram apenas os dois lá dentro, conversaram um pouco, ela examinou várias peças e perguntou se daria tempo de experimentar algumas. 

É hoje que consigo!
- Joana, leve o tempo que precisar! Eu vou ali em cima fechar e já desço.

Ela escolheu um biquíni... exatamente o que precisava. Colocou-o, ficou olhando no espelho e esperou que Cecílio descesse para perguntar a opinião dele.

- Nossa, Joana, parece que foi feito sob medida pra você!
- Para com esse papo de vendedor, Cecílio... fala francamente. Está bom?
- Está sim... eu não mentiria pra você.
- Só uma dúvida, Cecílio... você só vende o conjunto ou posso pegar outro sutiã, diferente?
- Pode sim, desde que seja da mesma fábrica.
- Pega pra mim, então, o sutiã preto? Eu gosto de cores diferentes.

E quando o Cecilio voltou com o sutiã preto... ela já tinha tirado o sutiã creme e estava com os peitos à mostra. Ele engoliu em seco. Mas o que era aquilo? Joana tinha seios maravilhosos! E como é que ela os mostrava assim?

Ela sorriu, pegou o sutiã e o colocou. Olhou-se no espelho.

- Acho que ficou melhor assim. Concorda?

Ele só balançou a cabeça. Ainda estava atordoado pela visão que tivera. E aí endoidou de vez, porque ela disse que iria levar... e tirou tudo! Ficou totalmente nua na frente dele!

- Joana... mas o que você está fazendo?
- Cecilio, meu querido... estou me mostrando pra você, vem cá, como diz a Rita Lee, tira essa bermuda que eu quero você sério! 

Ah... finalmente consegui!
E foi tirando e teve a bela surpresa de ver um belo pau pular à sua frente. Sentou numa cadeira sem braços, abriu as pernas. Sua xotinha toda aberta, era um convite e ela reforçou com palavras:

- Vem... enfia!!!

Ele já tinha endurecido e Cecílio obedeceu à ordem dela. Aproximou-se e enfiou o pau na xotinha gulosa, e ficou bombando, ainda sem acreditar no que estava acontecendo.

Depois ela fez ele deitar num banco que tinha lá, subiu junto e foi descendo o corpo até sua xotinha engolir o mastro do amigo. E cavalgou bastante.

Após, ele a colocou de joelhos no banco e meteu de novo, e foi assim que eles gozaram e terminaram por aquele dia. Sim, porque depois daquilo tudo, ele não teve como escapar. Caiu nas garras da Joana e começaram a namorar. Ela passou a ajudá-lo na loja e de vez em quando relembravam o primeiro dia...

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Um jeito muito diferente de escolher calça



Namorados... o que eles inventam!

(escrito por Kaplan)

Marília tentava conseguir uma “verba extra” na mesada que o pai lhe dava, pois pretendia comprar uma calça jeans.

- Pai, minhas calças já estão muito velhas, e eu preciso comprar uma. E vou comprar uma jeans, que elas duram muito mais tempo! Solta uma graninha extra... ou quer que eu compre a prestação e você paga? 

Pai e filha sempre discutem sobre mesadas... e granas extras!

- Nem pensar. Vou te dar o extra, pague à vista, consiga um desconto. Não fique com receio de pedir abatimento. O preço que eles colocam já prevê parcelamentos, então tem juros, tem a taxa que o cartão cobra... pagar à vista, em dinheiro, significa que você pode conseguir um desconto muito bom!
- Pode deixar, pai, vou chorar até eles me darem o desconto! 

Conseguiu.  O que ela não disse ao pai, porque namorados geralmente escondem essas coisas, é que ia comprar na loja em que o namorado trabalhava. E a compra da calça era o pretexto para eles fazerem alguma coisa além de ela experimentar a roupa...

Já tinham combinado tudo, inclusive o dia e a hora em que ela deveria ir, pois o dono revezava quem fecharia a loja e abriria na manhã seguinte. Seria esse o dia, e a hora... claro, a hora de ele fechar a loja...

Mas ela ia comprar a calça, de verdade. Então, apareceu na loja na hora que ele combinara. Havia umas duas pessoas experimentando roupas, não demoraram muito a ir embora e ele fechou as portas. Ficaram apenas os dois, Marilia e Alfredo, com todo o espaço do mundo para fazerem suas estripulias.

É tão bom experimentar roupas com o namorado olhando...

Começou, claro, com ela experimentando várias calças, e não precisava fechar a porta da cabine... ele a ajudava a tirar a calça e a vestir as que ela tinha selecionado. Meros e deliciosos pretextos para amassos, beijos, pega aqui, pega ali... risos safadinhos... mais beijos...
Depois de experimentar uma meia dúzia, ela ainda estava indecisa. Foi a vez de ele sugerir.

- Olha, dessas que você experimentou, quais você gostou?

Ela separou quatro.

- Então, querida, é simples. Eu vou colocar uma venda em você, vou colocar essas quatro ali na mesa e você vai escolher, sem ver!
- Ai, Alfredo... será que é bom escolher assim?
- Claro, não vai ter problema porque você gostou das quatro. Então, qualquer uma que você escolher, será de seu agrado. E do meu também, porque adorei ver seu bumbum dentro delas... ficou muito sexy com todas!

Mais uma rodada de beijos e amassos e ela concordou com o plano dele. Então foi vendada, ele a sentou numa cadeira e falou que iria colocar as quatro calças lá na mesa. Colocou e ai a levou até lá.

- As quatro estão aí, pegue uma delas e pronto!

Ela começou a colocar as mãos nas calças e de repente deu um grito.

- Tarado, tarado, tarado! O que você fez?

Ele, simplesmente, baixara a calça e a cueca e estava ali, ao lado da mesa, com o pau já duro. E foi nele que ela pegou e gritou.

- Uai... eu queria saber se você iria escolher esse...
- Claro que eu escolheria... sabe que adoro pegar nele...
- E eu gosto que você o ponha na boca... não, não tire a venda, me chupe sem ver...
- Nossa... isso vai ser diferente...

Nossa... mas vendada é mais gostoso mesmo!!!

Pegou no pau dele e levou em direção à sua boca e fez o boquete. Com os movimentos, o pano que a vendava acabou afrouxando e caiu e ela pôde ver o que fazia.

- Você é muito safado... mas eu adoro! Só que eu não escolhi a calça ainda.
- Então escolhe porque estou doido para tirar a que você está vestindo.

Ela deu um sorriso, escolheu uma e ficou na frente dele, desafiadoramente.

- Vai fazer o quê, agora, safado?

Ele nem respondeu, tirou a blusa dela e mamou nos peitinhos. Depois começou a tirar a calça que ela usava. Abraçou-a e apertou sua bunda. Depois tirou a calcinha e colocou-a de quatro e meteu bem gostoso na xotinha dela. 

- Eu sabia que eu ia gostar muito de vir aqui comprar uma calça...

E gemia sem parar com as bombadas que ele dava. E teve um belo orgasmo. Mas ela sabia que não tinham terminado, ele nunca deixava o outro buraquinho em paz... tinha sempre de terminar comendo o cuzinho dela. Então virou-se e ele enfiou o pau lá e tome mais bombadas, até que ele gozasse também.
Satisfeitos, se vestiram e prepararam a retirada.

- Já sabe quando você vai estar na escala de fechar a loja? Eu vou voltar...