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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Denise agradecendo a estadia na Itália

Amigas e amigos. Chegamos hoje a 1.672.331 acessos. 2.745 contos publicados! E semana que vem teremos outra Semana Temática, com o tema escolhido por um leitor: SECRETÁRIAS.
Serão 10 contos falando de secretárias. Cada qual melhor do que o outro. Não percam!

(escrito por kaplan)  

Depois de nossas aventuras na Itália, quando Denise ficou conhecendo o Renzo e trepou lindamente com ele, eu tive a alegria de hospedá-lo quando ele veio ao Brasil. Não ficaria muito tempo apenas dois dias, pois viera a negócios e tinha outros locais do país para visitar. 

Olha só... ela ficou exibicionista...
Denise não mora comigo, tem seu apartamento, mas fez questão de dormir comigo na noite em que ele ficou lá. Coloquei-o no quarto de hóspedes e ela, depois de tomarmos um bom  café, seguido de um vinho ainda melhor, já foi se trocar e voltou à sala com uma camisolinha que eu acho que ela comprou pra ocasião. Eu não tinha visto ela com aquela camisola até então. Super transparente, exibindo os seios desavergonhadamente.
Mas acabamos indo para os quartos.
E notei que ela ficara meio decepcionada.

- O que foi?
- Uai... achei que ia rolar alguma coisa, talvez um ménage...
- É, também pensei, mas acho que ele está muito cansado. Deve ser isso.
- Poxa, eu senti que não agradeci devidamente as gentilezas dele quando estivemos na Itália...
- Ah, safadinha... entendi o que você estava querendo...

Ela riu, meio envergonhada.

- Vai lá, quem sabe ele ainda está acordado?
- Não vai ficar bravo comigo?
- Claro que não... vai lá!

Ela me deu um beijo e saiu do quarto. Duas horas depois senti ela deitando em minha cama. Acordei e perguntei se tivera sucesso.

- Hum hum... pude agradecer a ele de uma forma bem legal.
- Vai me contar?
- Quer saber?
- Eu quero! 

Quem não acordaria com essa língua no pau?
- Entrei no quarto e vi que ele estava ressonando. Mas resolvi tentar. Tirei a camisola e a calcinha, subi na cama e entrei debaixo da colcha. Adivinha... ele dormia peladinho... aí comecei a beijar o pau dele, e fui chupando, e ele endurecendo, e ele acordou.
Me perguntou o que estava acontecendo e eu falei que era a minha maneira de agradecer por tudo que ele havia nos proporcionado na terra dele. Ele deu um sorriso, levantou o corpo, ficou sentado, me puxou pra perto dele e me deu um punhado de beijos.
Aí, depois, eu chupei mais ainda o pau dele e ele me pôs deitada, com as pernas abertas e me chupou também... me fez lembrar as chupadas que ele me deu na Itália... como gostei!
Aproveitou minhas pernas abertas, ficou de joelhos e enfiou o pau em mim e começou a me dar estocadas e mais estocadas. Não ouviu meus gemidos não?

- Não, dormi logo...
- Pois gemi muito!

E aí ele tornou a me chupar e me comeu de ladinho... depois virou meu corpo, me deixou de quatro... e toma mais pau... aí eu gozei, tava bom demais!
E ele, pra variar, gozou em minha bunda... fiz cara de brava, falei que ele tinha de limpar, então ele me carregou pro banheiro e me deu um banho. Não acredito que você não ouviu o barulho do chuveiro! 
No chuveiro ela dá tudo...

- Não ouvi mesmo, dormi pesado!

- E lá no chuveiro...

- Um cuzinho foi pro beleleu!

Ela riu. 

- Foi mesmo... aí ele me disse que precisava descansar pois tem uma agenda cheia hoje. Então vim pra cá. 

Pena que ele não vai dormir aqui de novo... agradecer gentilezas é meu forte!

 





terça-feira, 19 de setembro de 2017

Swing na Europa



Meus amigos atacavam todos do Brasil!

(escrito por Kaplan)

Quando ficamos conhecendo, na Itália, o casal Rossano e Claudia (Swing na Itália, com molho a bolonhesa), e depois eles vieram ao Brasil, se hospedaram com a gente, além dos muitos encontros amorosos entre nós quatro, nós os apresentamos a vários amigos. E a todos com quem eles treparam, deixaram o convite para visitá-los na Itália.

Augusta e Quintino foram... e quando voltaram nos procuraram para contar o que tinha rolado por lá. E voltaram satisfeitíssimos! O Quirino foi quem começou a narrativa.

- Gente, eles foram nos esperar no aeroporto. Nós tínhamos o endereço, poderíamos pegar um táxi, mas eles foram até lá e nos levaram para o apartamento deles. Era um sábado, ambos estavam de folga em seus trabalhos. E vieram falando o tempo todo da “quentura” dos casais brasileiros, e olha que a Cláudia é brasileira... e de repente, eu e ele na frente, começamos a ouvir uns barulhos vindos do banco de trás... olhei e vi a Cláudia e a Augusta aos beijos... 

As duas nem esperaram chegar em casa...

E não demorou muito para que os seios das duas aparecessem, pois as camisetas e blusas estavam sendo abaixadas para que elas pudessem se acariciar. Eu pude apreciar o espetáculo, mas o Rossano estava concentrado no trânsito e eu só descrevia o que estava vendo. O suficiente para eu notar que o pau dele estava duro, tão duro como o meu!
Quando finalmente chegamos ao apartamento deles, a Cláudia falou que a Augusta precisava tomar banho, porque depois de uma viagem tão longa... o banho era necessário...
A Augusta entrou na conversa.

- Vocês conhecem a figura... é muito doida, mas me proporcionou bons momentos nessa viagem. Não bastasse os beijos que ela me deu no carro, me levou pro banheiro e enquanto a banheira enchia, ela tirou minha roupa e me lambeu da cabeça aos pés. Que língua tem aquela criatura. Quando lambeu minha buceta, eu estava em pé, quase caí... Acabou que fiz o mesmo com ela e depois entramos na banheira. Ela me deu um banho super gostoso. Cheio de carícias, que retribui todas, mais chupadas nas bucetas, mais seios chupados... delícia de banho!

Quintino retomou o fio da meada: 

Quase do mesmo tamanho...

- O Rossano e eu ficamos imaginando o que elas estariam fazendo e aí já tiramos as calças. Ele é muito engraçado... quis colocar o pau dele perto do meu pra ver qual era o maior.

Meg entrou na conversa:

- Eu conheço os dois, eu sei que o seu é maior do que o dele.
- Pouca coisa, Meg. Ele comprovou isso...Bem, mas aí, ficamos esperando as duas e logo elas chegaram, peladinhas, como a gente imaginava que chegariam. E vendo os dois naquele estado, já vieram com a boca aberta. A Cláudia veio chupar o meu e a Augusta o dele. E depois de nos chuparem, a Cláudia deitou no sofá e eu fui por cima dela, enquanto o Rossano deitava no tapete e a Augusta sentava em cima e começava a pular. Foram belos momentos de trepação, mas não parou aí não, a Cláudia pediu que os dois subissem ao sofá com a gente, e aí eu fiquei comendo-a de ladinho, enquanto a Augusta ficava de quatro e o Rossano metendo nela por trás. Foi muito bom, não foi,querida? 

Pares perfeitos: italiano e brasileiros...

- Se foi, eu já tinha gozado. Não sei se a Cláudia tinha também, mas logo ficamos as duas cavalgando os dois em cima do sofá. Eu de frente pro Rossano, e a Cláudia de costas pro Quirino. O que permitiu à Cláudia ficar com o corpo perto do meu e começar a mamar nos meus peitos. Foi bom, e divertido, porque os dois, vendo aquilo, deram urros de prazer e gozaram com um frenesi que eu nunca tinha visto igual!
- Realmente... é muito tesante ver isso...

Bem, já eram 19 horas quando terminamos e aí saímos para um restaurante, jantamos, eles deram uma pequena volta de carro com a gente, mostrando alguns pontos turísticos. E voltamos para o apartamento, dormimos os quatro na mesma cama. Eu e o Rossano nas beiradas e as duas no meio, trocadas, claro, a Cláudia do meu lado e a Augusta do lado dele. E antes de pegarmos no sono, dois papais e mamães bem tradicionais...
No domingo, trepamos e passeamos bastante.

Aí nos demais dias em que ficamos lá, eles saíam para trabalhar e nós dois fomos passear, visitar locais, museus. A gente se encontrava à noite e trepávamos sem parar...
Viagem maravilhosa, viu? Valeu a pena!

Meg, excitada com o que ouvira, soltou a pérola que faltava:

- Mas eu aposto que vocês andam com saudades de um swing totalmente brasileiro. Acertei?

E mal terminou a frase, já foi se despindo, agarrando o Quirino e levando-o para o quarto. Rindo, olhei para a Augusta:

- Pelo visto, sobrou a sala pra nós...

Trepamos, assim, separados, mas depois fomos todos dormir na mesma cama.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Meg na Itália, transando nas ruínas



Os italianos não dão sossego para as brasileiras que os visitam...

(escrito por Kaplan)

Numa das vezes em que estivemos na Itália, fizemos amizade com o Modesto. Como eu tinha muitas fotos a fazer em Florença e Roma, e ela queria conhecer outros locais, ele se prontificou a levá-la.

E levou-a a Napoli, ela viu o Vesúvio, impressionante, e pediu a ele que a levasse a um museu arqueológico que tem lá. E nesse museu há uma sala secreta, onde poucos podem entrar, porque ali estão pinturas e desenhos que foram retirados de Pompeia, a cidade destruída pelo Vesúvio no ano 42. E são imagens interessantíssimas. 

Foto: acervo particular
 Elas mostram, inclusive, que os habitantes de Pompeia deviam ser muito “quentes” porque a quantidade de paus que eles retrataram, era algo absurda. E cenas de trepadas também.
Foto: acervo particular
Ver aquilo tudo atiçou a curiosidade dela, que já estava bem inclinada a ter alguma coisa com o Modesto, que se desmanchava em amabilidades.

- Modesto, aqui na Itália todos tem o “pene” grande assim?
- Cara... este aí é molto grande... molto... temos um pouco menor... se quiser ver...
- Ah... vou querer ver sim, você me mostra?
- Sim, claro... mostrarei!
- Está bem, mas agora vamos visitar Pompeia, morro de curiosidade de ver as ruínas.

Antes de irem, ele a levou a um mirante, de onde se podia ver a cidade e o Vesúvio lá longe. Não era tão longe assim, Meg ficou imaginando o que deveria ter acontecido quando da erupção. 

E viu que o Modesto já estava entusiasmado, porque, na maior cara de pau do mundo, aproveitando que não havia ninguém ali no mirante, deu uma levantada no vestido dela, conseguiu ver, inclusive a calcinha. Ela fez de conta que ficara brava, mas tinha adorado a ousadia dele!

Que italiano atrevido! Ainda bem que não tem ninguém por aqui!

Foram para Pompeia. Ela ficou de boca aberta com o que viu. Realmente, eu já tinha estado lá e não há palavras para descrever o que se sente ao ver as ruínas das casas, ao entrar dentro delas... mas Meg conseguiu a proeza de sentir mais coisas ali.

Como a cidade é muito grande, e havia vários turistas por ali, Modesto sabia quais eram os roteiros que os guias percorriam, então levou-a para locais que não eram visitados.

Lá chegando, ele a encostou no muro de uma casa em ruínas e lascou-lhe alguns beijos. A adrenalina subiu... mas ela não teve como impedir que ele lhe mostrasse seu pau duro. Era o tipo de visão que Meg adorava... 

Que sensação mais deliciosa.. mete, mete...
Então ela fez um boquete nele ali mesmo. E ele não perdeu a chance, levantou o vestido dela, abaixou a calcinha, fez ela se inclinar e comeu-a por trás. 

Tudo muito rápido, afinal podiam chegar pessoas ali e seria um escândalo se vissem.
Terminaram, voltaram para os locais que os turistas sempre andam.

- Modesto, a prévia foi boa, mas vou querer mais, tá? Afinal, os italianos tem fama, que eu preciso comprovar...
- Claro, cara... no hotel teremos mais tempo e tranquilidade... 

De fato, ao chegarem ao hotel, onde haviam reservado dois aposentos... um deles não foi utilizado. Ele foi para o quarto dela e, mal entraram, já se despiram, se abraçaram, rolaram na cama. Ela brincou com ele:

- Modesto, seu “pene” é bem modesto, se compararmos com aquele que vimos no museu... mas não se preocupe.... eu adorei tê-lo em minha boca.
- E agora que estou vendo com calma, sua “fregna” é belíssima!
- Minha o quê? Fregna?
- Sim, questa...  – e apontou para a xotinha de Meg.
- Ah... Fregna é o nome que vocês dão... no Brasil chamamos de xotinha, xoxota, buceta... tem vários nomes... eu prefiro xotinha.
- Xotinha... que curioso... bene... vamos ver se eu vou adorar tê-la em minha boca?
- Aproveite, querido... depois irei dar outro trato no seu “pene”, viu?

Ela gemeu muito com a chupada na xotinha que ele deu. Fez um novo boquete e depois pôde comprovar a fama dos italianos. Foi comida de frente, cavalgou, gozou.
Desceram, jantaram, tomaram vinho e voltaram para o quarto onde treparam de novo. Ela estava adorando aquele passeio! 

O melhor "penne" que já provei... italiano, com certeza!
No dia seguinte retornaram a Roma, onde eu já tinha me hospedado. Mas antes de levá-la ao hotel, ele a levou à sua casa. Sem vergonha, pediu mais um boquete, que ela fez com prazer.

E ele não iria perder a chance de comer a “fregna” dela novamente... deixou-a cavalgar e depois comeu-a de quatro. E gozou na bunda e nas costas dela. O que a obrigou a tomar um banho antes de ir ao hotel onde eu estava hospedado...

E no banho... lá estava ele de novo usando a “fregna” da Meg... esses italianos!