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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O fascínio das louras pelos negros... alguém explica?



Não sei se são apenas as louras... já vi morenas fascinadas também!

(escrito por Kaplan)

Eu sei que elas olham... e gostam!
Realmente, esta é uma questão para a qual ainda não vi resposta. O que sei é que a maioria das minhas amigas louras afirmam que são fascinadas. E o motivo sempre é o mesmo: o tamanho, a envergadura dos “instrumentos sexuais” deles. 

Nos vestiários dos clubes que já frequentei eu vi vários e posso afirmar que sim, são bem grandes. 

Da mesma forma, em Tambaba, praia naturista que frequento muito, eles chamam a atenção quando caminham na areia ou quando ficam em pé tomando cerveja no bar. E a gente observa que as mulheres, de um modo geral, olham fixamente para os paus deles. Alguns maridos, não tão bem providos, chegam a se sentar, humilhados, quando percebem os olhares das esposas para aquelas coisas imensas balançando no meio das pernas... 

Todas olham, sem exceção. Algumas experimentam, mesmo não sendo louras. Meg chegou a experimentar uma meia dúzia.
Mas as louras... não entendo. Deve existir alguma coisa nos hormônios delas que fazem com que fiquem vidradas e loucas para transar com negros bem dotados.

Minha amiga Cláudia, por exemplo. Até que ela transava com os “branquinhos” do clube, mas todos nós sabíamos da preferência dela pelo Antônio, que jogava vôlei. Era um negro de 1,85m de altura, fortão, simpático demais, nunca recusava um copo de cerveja com a gente, mas só um, dois ele não tomava por conta da atividade dele. 

Essa loura... não para de me olhar...

E a Cláudia, quando ele vinha até a mesa em que ficávamos, ela enlouquecia. Se ele estava com sunga, pois havia entrado na piscina, ou de bermuda, após ter tomado banho, ela até revirava os olhos ao ver e imaginar o que tinha lá dentro.

E tantas ela fez que acabou conseguindo atrair o Antônio ao seu apartamento.
Na verdade, ela não precisou fazer muito esforço nesse sentido, porque alguém contou a ele do interesse da Cláudia e como ele, de bobo não tinha nada, entendeu que aquela lourinha gostosa queria transar e isso era algo que ele sempre teve interesse em fazer.

Na primeira tentativa ela já teve sucesso e ele foi ao apartamento dela. Morava sozinha, isso facilitava tudo!

E, ao chegarem, nem precisaram ficar naquele papo inicial para quebrar o gelo e criar o clima. O clima já estava criado desde que saíram do clube. Mal a porta do apartamento foi fechada, ela olhou para ele, ele olhou para ela e já sabiam o que ia acontecer.

- Antônio, você sempre me deixou curiosa para saber o que esconde de todo mundo. Quando você chegava na nossa mesa com aquela sunga... eu ficava totalmente arrepiada.

Ele deu um sorriso. Sabia que era isso! Toda mulher que o via de sunga ficava curiosa. E ele era muito educado, sempre dava um jeito de mostrar, detestava que elas ficassem sem saber... safadão!

- Aqui você poderá ver, pegar, fazer o que quiser. Menos cortar ele fora, eu não gostaria disso! 

É tão grande que não entra tudo... help!!!
Riram muito e ela já começou a desabotoar a calça dele. Pelo tamanho da cueca ela já sentiu o drama: ali debaixo daquele pano devia ter algo grandioso. Então, ajoelhou e foi tirando a cueca dele, bem devagar, curtindo cada centímetro que aparecia. Não estava duro. E ela ficou alucinada quando a cueca liberou totalmente o mastro. Que coisa impressionante!

Pegou, alisou e sentiu que ele endurecia ao contato de suas mãos. Não teve dúvida, colocou na boca e tentou engolir, mas qual! Não conseguiu colocar nem a metade do bicho.Se tentasse enfiar mais ia ficar sem respiração!

- Antônio... alguma mulher já conseguiu colocar tudo na boca?
- Não, nenhuma, então não fique preocupada com isso. A boca não é o buraco mais adequado, há outro buraquinho que consegue engolir tudo isso.
- Você vai me mostrar isso, não vai?
- Claro, para isso você me trouxe aqui.

Ela o tomou pela mão e o levou até seu quarto. Ia tirar a roupa, mas ele não deixou. Fazia questão de despi-la. E o fez aos poucos. Primeiro ele levantou a blusa dela e deixou os seios à mostra, porque ela não estava usando sutiã. Mamou neles e depois foi descendo com a boca, beijando toda a barriguinha dela, puxou a calça e a calcinha dela, tirou-as e beijou a xotinha, depiladíssima, da Cláudia.  

A língua também é grande...
Nossa... como ela gemeu! A língua dele entrou em sua xotinha como se fosse um pedaço de ferro, abrindo caminho para o que viria depois. Deixou-a totalmente molhada, suspirando para ele enfiar o pau dentro dela. Queria ver se dava conta de engolir tudo, de verdade.

Ele sabia como fazer. Com ela deitada de costas, ele dirigiu o pau à xotinha, ficou brincando com ele, passando por fora, depois deu uma pequena enfiada, tirou, tornou a lamber, e tornou a enfiar e foi enfiando, enfiando... e entrou tudo. Ela não acreditava que estava conseguindo, mas não teve tempo de pensar nisso, porque ele começou a tirar e por, fazendo aquele vai e vem que as mulheres adoram. Ela revirava os olhos, gemia e de repente parecia que estava voando, mas não, ele apenas a virava e a colocava de quatro, sem tirar o pau de dentro dela e continuava metendo e ela quase desfalecendo.

E ainda, ele a colocou para cavalgá-lo... era uma loucura tal que ela ficou sem saber se tinha gozado ou desmaiado... aquilo nunca tinha acontecido com ela.
Ficou deitada na cama, arfando. Custou a recobrar os sentidos por inteiro. Sua xotinha estava ardendo. Com muito custo, conseguiu falar:

- Antônio, eu estava pensando em te pedir em casamento, mas não vou fazer isso.
- Não? Talvez eu aceitasse...
- Pois é, mas se você me comesse assim duas vezes por semana, você iria ficar viúvo logo, logo...

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Interessada na nova amiga, Meg fingiu entender de tarô

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O que Meg não fazia para conseguir seus objetivos... e conseguia!
(escrito por Kaplan)

Sentada à frente de uma mesa, com cartas de tarô espalhadas, Meg, vestida com roupas apropriadas, fazia de conta que era uma especialista no assunto. E sua amiga Maria Lucia estava ali, acreditando piamente que Meg poderia ajudá-la. Estava tendo problemas com namorados, já era o terceiro que terminava em menos de um ano. 

Quer saber seu futuro? É comigo mesma!

O que Maria Lúcia não sabia era que Meg era louca com ela, desejava-a muito. E inventara que entendia de tarô exatamente para tentar seduzi-la.
E assim, depois de fazer tudo que uma taróloga faz, pois já havia frequentado várias, Meg falou, com um ar muito sério:

- Estou vendo algo aqui que não sei se vai te agradar...
- Por favor, me diga...
- Estou vendo que você tem uma pessoa muito interessada em você.
- Que ótimo... porque você disse que não sabia se iria me agradar?
- Não é um homem... é uma mulher...

Maria Lucia quedou pensativa por alguns instantes. Depois tomou uma decisão.

- Quer saber, Meg?  Acho que vale a pena tentar... depois de tantas desilusões com homens, quem sabe uma mulher vai me entender?
- As cartas dizem que vai...
- Elas não falam quem é não, não é? Não dão alguma dica de onde irei encontrá-la?
- Dizem sim... essa mulher está na sua frente!
- Meg... você?
- Não sabe quanto eu te desejo, Lu... 

Saiba que te amo muito! (foto: Kaplan)
E antes que a amiga pudesse dizer ou fazer algo, Meg levantou-se e deu-lhe um delicioso beijo na boca, suas línguas se entrecruzaram... e Maria Lúcia percebeu que nunca tinha sido beijada com tal intensidade por homem nenhum.

Então, entregou-se, de corpo e alma à amiga, que já começou a tirar-lhe a roupa, sentou-a na mesa, beijou-lhe os seios, voltou a beijar a boca e sua mão começou a procurar a xotinha da amiga. 

E Maria Lúcia surpreendeu Meg, pois participou intensamente, arrancou as roupas da “taróloga”, deixou-a totalmente nua, beijou-lhe e chupou-lhe os seios, desceu com a boca e a língua pela barriguinha e chegou à xotinha, lambendo-a fervorosamente. Meg delirava, seu tesão estava a mil, quase gozou quando Maria Lucia enfiou-lhe dois dedos na xotinha.
Rolaram pelo chão e Meg também enfiou dois dedos na xotinha dela e ficou fazendo o movimento de vai e vem e viu a amiga gozar...

- Meg, Meg... nunca imaginei...
- Eu imaginava, mas você nunca me deu abertura...
- Minha querida, agora eu estou toda aberta para você... vem, me abraça, me beija... seus lábios são tão gostosos... nunca experimentei lábios tão doces!

E ali elas ficaram abraçadas, se beijando. Ambas tinham chegado ao ponto que desejavam. Maria Lúcia descobriu o gozo provocado nela por uma mulher, que superava todo e qualquer homem com quem ela já tinha transado. E Meg conseguiu transar com a amiga a quem desejava desde muitos anos.
Convidou Maria Lucia a ir em nossa casa, e, sabendo que eu não colocaria obstáculos à presença dela, ela esteve lá.
Foi numa tarde, e Meg, querendo deixar aquele momento marcado, colocou velas ao redor da cama, incenso... 

Te amo... muito mesmo!
As duas ficaram ajoelhadas na cama, abraçadas, beijando-se, ainda vestidas. Mas logo as roupas desapareceram e restaram os dois corpos, nus, belíssimos. E Meg foi a primeira a chupar a xotinha da amiga. Sua língua penetrava fundo dentro da xotinha, sua mão segurava o seio de Maria Lúcia e depois dois dedos a penetraram e ela ficou fazendo o vai e vem e sua língua não dava descanso ao grelinho da amiga.

Maria Lúcia quase desfaleceu, gemendo sem parar. Era um prazer nunca sentido antes.

E aí, entre abraços, amassos e beijos, ela também chupou a xotinha da Meg, também enfiou dois dedos e também conseguiu levar Meg ao gozo.

De novo, as duas abraçadinhas... conversando, beijando... apagaram as velas e, deitadas, acabaram adormecendo. 

Que cena mais linda! Meus olhos agradecem!

Eu não sabia de nada, cheguei em casa, vi as luzes apagadas, imaginei que Meg tinha saído. Fui ao meu quarto e acendi as luzes. E vi as duas, que, assustadas, acordaram. 
Maria Lúcia não sabia onde enfiar o rosto de tanta vergonha. Tivemos de acalmá-la...

Mas ela ficou tão sem graça de eu ter visto as duas nuas na cama, que se levantou e falou que ia embora, mas... estava pelada e esqueceu de pôr a roupa, já estava na sala, pronta para ir embora quando Meg e eu, rindo sem parar, levamos as roupas dela.

Aí ela relaxou e viu que estava desorientada sem motivo.

Mas nunca mais voltou lá em casa, Meg é que teve de ir ao apartamento dela. Ela não queria outra experiência daquelas!

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

No segundo dia, ela levou a amiga para um cantinho que só ela conhecia, depois teve de tudo!



Eu não entendo porque se critica  o relacionamento entre garotas.

(escrito por Kaplan)
As férias chegaram e Ionara convidou sua amiga mais querida, Miriam, para passar uns dias no sítio da família. Miriam aceitou, era uma chance de estar com sua amiga durante vários dias, e até imaginava o que poderia acontecer. Elas se amavam muito!

Foram num fim de semana, mas os pais de Ionara foram também. E aquilo, em vez de esfriar as duas, esquentou-as mais ainda. 

Estou custando a aguentar... vontade de você!
Aproveitando o sol, as duas colocaram seus biquínis e passaram a manhã toda na piscina, conversando baixinho, fazendo planos.

- Miriam, vai ser difícil durante o dia, mas à noite, vamos dormir juntas e aí poderemos cuidar de nós... sacou? Só não podemos fazer barulho...
- Mal vejo a hora de anoitecer.

Umas “casquinhas” foram tiradas quando elas passaram protetor solar uma na outra. Olhando atentamente para a porta, para ver se alguém chegava, as mãos percorreram os corpos uma da outra com sensualidade, tocaram nas xotinhas, afagaram os seios... era enlouquecedor!

Mas, à noite, uma decepção: a mãe de Ionara colocou as duas em quartos separados. A noite de sábado para domingo foi dramática, com as duas se masturbando, cada uma em seu quarto. Então, Ionara teve a ideia, assim que levantaram, de sair com a amiga “para mostrar o sítio pra ela, mãe!” O sítio era enorme e tinha locais que ela conhecia muito bem, bastante secretos, com privacidade e ali elas poderiam se amar.
Ela levou uma toalha, e explicou pra mãe curiosa que era para elas poderem sentar, caso ficassem cansadas de andar. Miriam tinha de se segurar para não explodir em gargalhadas, vendo como a amiga enganava sua mãe.

Então saíram e, de fato, enquanto estiveram perto da casa, portanto, enquanto ainda podiam ser vistas, ela foi mostrando o pomar, a horta, o galinheiro. Elas nem sequer se davam as mãos, para despistar bastante.
E então, a casa sumiu da vista delas, o que significava que a chance de elas se beijarem e tudo o mais aumentou. Depois de alguns beijos, para matarem a saudade, chegaram a um cantinho mais reservado e foi ali que ela estendeu a toalha e as duas se deitaram, de mãos dadas, sorrindo uma para a outra. Finalmente estavam a sós!

Até que enfim, minha delícia!
Beijos e mais beijos, mãos que roçavam seus corpos, seios beijados e biquinhos apertados, xotinhas tocadas, lambidas... tudo que elas podiam e gostavam de fazer, foi feito ali, sem preocupação de serem vistas. Sabiam que os pais, já idosos, não se arriscariam a ir procurá-las, era muito chão que teriam de percorrer.

Foram longos minutos que elas ficaram ali, e mais ficariam se, olhando o relógio, viram que era hora de voltar, pois, dali a pouco tempo o almoço estaria pronto. Não era bom atrasar, para não despertar suspeitas.

A sorte das duas é que já tinham combinado com os pais que elas ficariam mais alguns dias, para se recuperar do estresse de fim de semestre na faculdade. Tanto é que haviam ido em dois carros. No final da tarde do domingo, os pais foram embora. 

A mãe havia providenciado comida para elas ficarem mais uns três dias, deixou no congelador e elas teriam o trabalho de, apenas, descongelar e esquentar. Depois das mil e uma recomendações, eles se foram e as duas, finalmente, estavam a sós.

Passaram a noite juntas, dormiram pouco, porque as carícias, os beijos, as mãos... tudo isso rolou bastante na cama. A felicidade das duas era algo indescritível. 

Somos duas Evas no paraíso...
Na manhã de segunda, foram para a piscina e não tiveram a preocupação de colocar biquínis. Entraram nuas, nadaram nuas e se pegaram bastante.

Mais beijos, muitos... e mãos nos seios, e chupadinhas nos biquinhos...
Miriam queria mais, sentou-se na borda da piscina e ficou com sua xotinha pronta para receber beijos e dedos de Ionara, que se desdobrou para dar o maior prazer possível para a amiga. E conseguiu, porque logo ela se estirava na borda da piscina, gemendo loucamente.

- Sobe aqui, Ionara... quero fazer o mesmo com você!

Foi a vez de Ionara quase desfalecer de prazer graças à língua e aos dedos de Miriam em sua xotinha.
Saíram da piscina e sentaram-se num banco, para que o sol as enxugasse.

- A gente podia morar aqui para sempre, hein?
- Nem me fale... por você eu largaria a faculdade, largaria tudo. A gente ia viver muito feliz aqui, mas nossos pais teriam de saber, né? Do contrário, morreríamos de fome.
- Iriam nos encontrar, nuas, na cama? Ou na piscina? Ou naquele cantinho onde você me levou no domingo?

Ionara deu uma gargalhada.

- Estamos enlouquecendo? Dizem que se morre de amor, mas acho que eu não gostaria de experimentar isso não!
- Mas olha o que eu poderia fazer todo dia!

Mate-me de amor, meu amor...
E assim falando, Miriam levantou-se do banco, sentou-se entre as pernas de Ionara e mandou ver numa chupada e tanto na xotinha dela. Foi tão gostosa aquela chupada que Ionara prendeu a cabeça da amiga com suas coxas na hora em que gozou.

- Miriam, que loucura... já te contei que namorei outras meninas, mas nunca consegui prazer tão grande quanto com você! Se eu fosse homem estaria aqui com meu pau duro, jorrando porra pra tudo quanto é lado!
- Credo, que comparação horrível!
- Nunca vou querer que a gente se separe, viu? Quero que a gente se ame muito, até ficarmos velhinhas!
- Pode acreditar, meu amor. Mas vamos comer? Fiquei com fome...

Entraram as duas, nuas, e foram esquentar o almoço que a mãe tinha deixado. Depois de almoçarem, deitaram-se e dormiram, profundamente. Acordaram lá pelas 17 horas, foram ver televisão, deitadas no tapete e com um edredon a cobri-las, pois começava a esfriar um pouco.
Mais uma saraivada de beijos e amassos aconteceu ali...
Ficaram vendo televisão até anoitecer e dormiram ali mesmo.
Na terça feira, repetiu-se quase tudo: piscina, mil beijos, mil amassos.   

Ah... eu me acabo...
Depois do almoço, mais um cochilo e, quando acordaram, Miriam pediu que Ionara lhe fizesse uma massagem. A amiga atendeu e pode-se imaginar o que rolou. Depois de massagear a bundinha, os seios, a xotinha... o desejo tomou conta das duas e elas se engalfinharam na cama, lambuzando-se de óleo, beijando-se, chupando-se. Ficaram tão esgotadas, que dormiram, à noite, nos quartos separados, pois não queriam arriscar-se a mais uma noitada acordada...

Na quarta feira elas voltaram. Estavam muito felizes e satisfeitas com os quatro dias passados no sítio. E sabiam que voltariam em qualquer fim de semana daquele mês...