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quarta-feira, 4 de março de 2020

Ela pegou o cunhado... sem querer!


Sem querer querendo.. aposto!

(escrito por Kaplan)  

Adriana tinha um pouco de inveja da irmã, que havia se casado com um gato fantástico, o Gil. Desde que o namoro dos dois começara que ela, na maior cara de pau, tesava o futuro cunhado. E ele gostava de ser seduzido, mas não pensava em fazer nada, porque seu interesse era casar com a irmã e não com a futura cunhada.

Então o tempo passou, o Gil se casou com a irmã dela e como o pai dele tinha posses, logo comprou uma casa para o novo casal. Casa muito boa, com amplas salas e quartos.
Adriana começou a frequentar aquela bela casa. Mas... interessada mesmo era no dono da casa, o Gil. Agora oficialmente cunhados, ela não perdia tempo para tesá-lo.
E aproveitou que ele entrara de férias no banco, mas a irmã dela, que era arquiteta, não estava de férias.
Aproveitou como?

Simples, indo ao condomínio onde eles moravam, para caminhar  e fazer suas atividades físicas. Alegou que poderia aproveitar os aparelhos que a irmã tinha em casa e assim, não encontrou qualquer resistência às idas dela. 

Quem aguenta só ver?

Ela caprichou no visual, com colants fio dental, shorts minúsculos, tops e camisetas que realçavam seus belos seios. E depois de fazer a caminhada, ia para a casa, onde o Gil estava sozinho, de férias. E fazia os exercícios na sala que eles haviam transformado em mini-academia.

Depois de se exibir com os trajes sedutores, ela tomava banho, sempre de porta aberta, esperando que ele aparecesse por lá. Não aconteceu, em parte, porque ele não entrou no banheiro, mas encontrou um jeito de ver a cunhada nua tomando banho e depois se maquiando. Que corpaço!

Ela saía do banho enrolada na toalha e fazia questão de passar perto dele, onde quer que ele estivesse. Torcia para a toalha cair – sem querer, querendo – mas não teve sorte.

Perguntou se poderia ir ao quarto do casal para ver algumas roupas da irmã, pois teria uma festa e estava sem roupas boas. Ele não se opôs. Ela foi, mas de lingerie, deixou a toalha no quarto dela e caminhou, só de lingerie para o quarto do casal. Ele viu. 

Muito espaçosa ela... na cama da irmã!
Lá, ela resolveu mexer em coisas que não devia. Principalmente no criado mudo do lado em que ele dormia. E achou uma revista “masculina” numa das gavetas. Sem mais nem menos, pegou a revista, deitou-se confortavelmente na cama do casal e começou a folhear.

Eis que o Gil entra no quarto e a pega no flagra. Ela finge que está constrangida, pede desculpas, mas não sai da cama.
Como se fosse algo perfeitamente normal, ele fala que ela tem pés bonitos.

- Acha mesmo?
- Sim, posso pegar neles?
- Fique à vontade.

Sentou-se mais para o meio da cama e seus pés ficaram bem na beirada. Ele os pegou, olhou e para surpresa dela, lambeu-os. Chupou os dedos, um por um. Ela estava admirada e se excitando a cada movimento dele.

- Obrigado, Dri. Não sabe como pegar num pé tão bonito me deixa feliz. E excitado também.
- Estou vendo... que volumão é esse na sua calça?
- Não é tão grande assim não, quer ver? 

Você chama isso de "não muito grande?" 

Ela não só quis como tratou de abrir a calça dele, abaixar a cueca e pegar no pau.

- Há muito tempo que você espera por isso, não é?
- Sim. Muito tempo.
- Aproveite então. Faça tudo que quiser.

Ela caiu de boca no pau dele, endurecendo-o. Ele tirou a camisa e aproveitando que ela estava praticamente de quatro para chupá-lo, passou a mão no corpo dela, demorando-se na bundinha arrebitada.

- Deita de costas e continua me chupando.

Ela logo entendeu porque ele tinha falado aquilo. Estando de costas e chupando o pau dele, ela abria caminho para ele chupar sua xotinha. Um 69 caprichado!
A seguir ela ficou de quatro e ele a comeu. Ah! Como ela suspirou pelo dia em que isso poderia acontecer! Que delicia aquele pau a cutucando. 

Realizou o sonho. dos dois!

E não podia deixar de cavalgar o cunhado. Pulou até gozar, feliz da vida.
Cairam na cama, arfando.

- Escuta Gil, minha irmã não iria achar graça alguma em saber o que aconteceu aqui hoje, né?
- Não mesmo. E temos de manter esse segredo nosso.
- De minha parte, fica tranquilo. Ninguém saberá, jamais!
- Pois eu só vou guardar segredo se você aparecer aqui todos os dias em que eu estiver de férias.

Ela sorriu, feliz. Cunhado bom era aquele!
Não faltou nenhum dia, para garantir que ele manteria o segredo!



segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Casal descuidado...voyeur encantado



O sonho de todo voyeur é esse

(escrito por kaplan)

Como já comentei várias vezes, sou voyeur. Gosto de ver pessoas descuidadas trocando de roupa com janelas abertas, gosto de ver lances de seios de gente descuidada... enfim, gosto de ver!

E, de vez em quando, sou contemplado com a visão de casais transando. Se são casados ou não, é um detalhe que não vem ao caso. Se são heteros ou homo, também não vem ao caso. 

Qualidade de vida é isso ai... (foto: Kaplan)

O sítio de minha cunhada é um local propício. Como todos sabem, nesses condomínios que se constroem perto das grandes cidades, vão morar pessoas que querem ficar livres da poluição, que querem uma melhor qualidade de vida. Apesar de a maioria ter que se deslocar para a cidade por conta de trabalho, ou de estudo, alguns permanecem nas casas. É a facilidade que a internet trouxe, pessoas podem trabalhar em casa, recebendo pedidos e encaminhando respostas. Projetos de arquitetos e decoradores são feitos e encaminhados por e-mail. Enfim, é grande o repertório de trabalhos que podem ser feitos em casa.

Para os profissionais, excelente. Não perdem tempo se deslocando diariamente para a cidade. Podem usufruir de piscinas, de espaço para caminhadas ao ar livre, respirando ar puro. 

Tomando sol... e eu vendo o topless! (foto: Kaplan)

E para nós, voyeurs, essas pessoas que ficam nos condomínios oferecem bons momentos. Pessoas nadando nuas, ou mulheres de topless, e o supremo prazer: casais transando ao ar livre.

Foi um casal assim que me propiciou bons momentos. 

Nomes? Não tenho a menor ideia. Não os conhecia. Mas ao subir numa alta mangueira que havia no quintal da casa de minha cunhada, já sabendo que poderia ver alguma coisa, sempre levo o binóculo. E eis que vejo um casal, provavelmente recém-casados. Estavam na faixa dos 20 anos. Aos beijos, no quintal da casa em que estavam. Ela de shortinho e uma blusa amarrada abaixo do seio. Ele de blusa e bermuda.

E não demorou para que, dos beijos, passassem aos amassos. A mão dele percorrendo a barriguinha dela, abrindo a blusa, pegando nos seios. A mão dela apertando o pau dele, sobre a bermuda. 

Era o convite irresistível para que as roupas começassem a sair dos dois corpos. E a bermuda dele foi a primeira peça e junto com ela a cueca. E ele, sentado numa cadeira, viu a companheira tirar a blusa e logo ajoelhar-se entre as pernas dele e começar o boquete.
Fiquei imaginando que eles deveriam estar ouvindo o barulho do vento balançando as folhagens, os pássaros cantando... e eles no maior love, sem saber que eram espiados... 

Que linda ela... sem saber que estava sendo vista!

Depois do boquete, ele se levantou e tirou o shortinho dela. Que corpo! Maravilhoso!
Ele pegou uma esteira e colocou na grama, chamando-a para deitar-se com ele. E penetrou-a de ladinho. Novatos... como meter sem antes dar uma boa chupada nela? Esses novatos...

Mexendo os corpos, ele ficou deitado de costas e ela sentada no pau dele. E começou a pular. Era lindo ver os cabelos dela esvoaçando, os seios pulando... rodou o corpo, ficando de frente pra ele, depois tornou a virar, ficando de frente pra mim.
Levantou, ficou de quatro. E ele veio, ajoelhado, metendo na xotinha dela.

A expressão do rosto dela indicava que estava prestes a gozar, falou algo com ele que acelerou as bombadas e logo ela espichava em cima da esteira, rindo, feliz.
Ele levantou, ficou batendo uma punheta até gozar em cima do corpo dela.
Foram para o chuveiro ao lado da piscina e ele a lavou. Entraram na piscina e nadaram um bom tempo, sempre rindo, conversando, se pegando.
Depois entraram. Não os vi mais.

Desci da mangueira e fui bater minha punheta no banheiro. Que belo espetáculo eu tinha presenciado!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Ménage na casa de campo



E eu faltei nesse dia!!!

(escrito por Kaplan) 

Ser fotógrafo tem esse inconveniente. Surgem excelentes programas para o fim de semana... justo quando aparecem trabalhos a fazer, especialmente casamentos. E não se pode desprezar o trabalho, então lá vou eu trabalhar... e Meg vai se divertir!

Isso aconteceu muito e a mim só restava saber depois o que tinha acontecido e contentar-me com uma trepada de compensação pela ausência.

Foi o que aconteceu, por exemplo, quando nossos amigos Carlos Eduardo e Stella nos chamaram para conhecer a casa que haviam construído num condomínio de vegetação exuberante que havia perto da cidade. Num sábado em que eu tinha dois trabalhos: um almoço de executivos de manhã e um casamento à noite. Nem pensar em deixar de fazer as duas coisas. Então Meg foi sozinha conhecer o local. Fez algumas fotos para me mostrar.

Lugar lindo... inspira!!! (foto: Meg)

A casa deles era grande e tinha uma varanda, toda de madeira, que foi onde eles pararam depois que ela conheceu tudo. E ali ficaram, ouvindo pássaros, vendo o vento balançar as folhas das árvores. Não seria a primeira vez que Meg transaria com eles. Já tinha feito ménages e tínhamos feito swing por duas vezes. Esperava-se que aconteceria ali também.
E foi justamente ele que levantou o assunto.

- Pena o Kaplan não ter vindo... a gente imaginava outro swing, o primeiro que iríamos fazer nessa nova casa...
- Demos azar, querido. Hoje ele tinha dois trabalhos... quem sabe num próximo sábado?
- Vamos torcer para isso acontecer. Não queríamos estrear a casa com outro casal. Vocês foram nossa escolha, sem pestanejar!
- Fico feliz, e quero acreditar que faremos sim. 

Foi aí que Stella abriu a boca:

- Mas...
- Mas o quê, Stella?
- Também ainda não estreamos com ménage...
- Sua mulher continua safada, hein, Carlos?
- Ainda bem, mas eu estava pensando a mesma coisa... topa?
- Já me viu recusar algo do tipo?
- Eu não, nem Stella viu...

Como sempre, ele já está pronto... é um safado!
Na mesma hora, Carlos Eduardo mostrou que estava pronto: abriu a braguilha e mostrou o pau já duro. As duas olharam uma para a outra, sorriram... e a farra começou!

Pegaram no pau dele, as duas, mas não fizeram boquete. Só seguraram, sentindo a firmeza. E ele, como bom marido que era, levantou o vestido da esposa, abaixou a calcinha e foi beijar-lhe a bunda e lamber-lhe a xotinha. Meg ficou atrás dele, passando a mão nos cabelos dele, esperando sua vez.

Ele comeu a esposa primeiro, ali mesmo, em pé. Falou com Meg para ajoelhar perto deles e, de vez em quando, tirava o pau da xotinha da esposa e dava para Meg chupar. Ela achou delicioso sentir o gosto da amiga no pau do amigo...

- Vamos lá pra dentro! 

Foi Stella quem sugeriu e os três foram, apressados, em direção à sala, já arrancando as roupas de modo que, quando chegaram ao sofá, já estavam totalmente nus.

Ele sentou entre as duas, que se inclinaram para chupar-lhe a pica e ele, aproveitando a posição delas, enfiou as duas mãos nas duas xotinhas. Meg já não aguentava mais e tratou de sentar no pau dele. E Stella foi colocar sua xotinha na boca do marido, que a lambeu bastante enquanto Meg pulava.

Depois elas se revezaram e ele comeu a esposa enquanto chupava Meg.

- Come o cu da Stella, Carlos...

E ele comeu. Gostava muito de comer um rabinho e gozou dentro da esposa.
Ficaram os três ali no sofá. Pelados, conversando, ele trouxe um vinho e eles beberam. Meg brindou ao primeiro ménage na nova casa.

Levantaram-se, e não puseram roupas. Ficaram os três nus dentro da casa, o que prenunciava mais trepadas.

E, de fato, houve mais duas. Uma logo que terminaram de preparar o almoço, e, antes que comessem a comida, ele comeu as duas de novo, na cozinha mesmo.

A terceira foi de tardinha, quando Meg comentou que ia regressar. Carlos Eduardo protestou.

Comeu dois cuzinhos no mesmo dia.. sortudo!
- Mas eu não comi seu cu, hoje! 


As duas riram... e Meg não teve como recusar!

Foi de ladinho, na cama deles, que ela se deixou enrabar pelo pau dele. 

Não era a primeira vez, nem seria a última, Carlos curtia muito comer um cu.

Depois de devidamente enrabada, ela se despediu e disse que telefonaria quando eu tivesse um sábado folgado, para estrearmos o swing naquela casa maravilhosa que eles haviam construído.

Amigos são pra essas coisas, não é?

 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Vendo a esposa e o marido em ação na piscina da casa vizinha



Ser voyeur é muito bom!

(escrito por kaplan)

É como eu sempre digo: nada como ser voyeur nos tempos de hoje.. é muito bom! O que vou narrar hoje foi uma cena que vi, mas não de meu apartamento. Com certeza, na cidade grande o casal não iria fazer o que fez. Mas numa chácara, ou sítio, ou numa casa de condomínio fechado, tudo é possível.

Quem mora nesses condomínios sabe: muitos proprietários não moram lá, aparecem apenas nos feriados e fins de semana. Durante a semana tudo fica mais calmo, porque os que moram lá geralmente trabalham na capital, então eles saem de manhã, almoçam na cidade e retornam à tardinha, quase noite. 

Lugar de paz... bom pra trepar... (foto: Kaplan)

E existem alguns que moram ali e trabalham ali, o que está ficando muito na moda ultimamente. Foi assim que conheci um casal, Remígio e Nilza, ele escritor e ela poeta. Moravam perto da casa de minha cunhada, local em que sempre eu estava indo, ou com a turma toda, ou com as sobrinhas e as vezes até sozinho, quando queria um pouco mais de sossego.

A casa de minha cunhada é de dois pavimentos, conforme já descrevi em outros contos, pois me permitia ver minhas sobrinhas com seus namorados brincando na piscina. Mas dali também se podia ver a casa vizinha, a casa do escritor e da poeta. E foi assim que os vi em uma ocasião em que estive sozinho lá. Lembro-me bem, era uma terça-feira, fazia calor, o sol estava brilhando.

Eu tinha acabado de me levantar, abri a cortina e ia abrir a janela toda quando ouvi risos e vozes em tom bem baixo. Curioso como sou, averiguei e vi a Nilza, de topless, brincando com o marido, o Remígio. Ela tentava tirar a bermuda e a camiseta dele, ele fingia que não ia deixar, ela tentava, eles riam. Pensavam estar sozinhos, nem imaginavam que eu estaria vendo tudo.

Que gostoso ver esses dois...

E ela conseguiu fazer o marido sentar numa espreguiçadeira, ajoelhou entre as pernas dele e tirou a bermuda, deixando o pau, duro, bem visível. E fez um boquete, que ele retribuiu tirando a calcinha dela, sentando-a na cadeira  e dando-lhe uma chupada demorada na xotinha. Ela até pegava nos seios, puxava-os, tal o tesão de que estava possuída.

E os dois ficaram revezando as chupadas. Ele parava, ela começava, parava, ele recomeçava... era um verdadeiro festival de chupadas o que eu via e aquilo me excitava bastante. Meu pau estava tão duro quanto o dele!

Finalmente pararam com a chupação. Ele entrou na piscina, ela deitou-se na beirada e ele, em pé na parte rasa, ficou na altura certa para enfiar o pau na xotinha dela e começar a bombar. Os gemidos eram perfeitamente ouvidos, ela não fazia questão de abaixar o tom, afinal... era para estarem sozinhos ali.

E aí ele saiu da piscina, ela se levantou, ele deitou-se onde ela estava e ela sentou no pau dele, bem de frente, para ele poder pegar nos seios dela enquanto ela pulava. Depois ela virou o corpo e ficou pulando de costas pra ele, o que quer dizer que estava de frente pra mim. Eu via os seios dela balançando, pra cima e pra baixo enquanto seu corpo se erguia e descia engolindo o pau dele todinho. 

Uau... que visão maravilhosa!

Finalmente resolveram pelo dog style, ela ficou de quatro e ele ajoelhou atrás dela, enfiou e bombou. Pensei que ele iria gozar dentro dela, mas não, ele gozou nas costas e deitou por cima dela, esfregando seu peito no esperma que havia jogado nela.

Rindo muito, eles se levantaram e entraram, provavelmente foram tomar um belo banho. Era assim que eles iniciavam seus trabalhos, praticamente todos os dias, conforme pude comprovar quando passei uma semana inteira lá.

E não sei porque, mas toda vez que eu a encontrava ali na rua, ela me olhava de um jeito que parecia indicar que ela sabia que eu os via...