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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Semana temática - Colaborações de leitores e leitoras - 4



E o namorado, de vez em quando, aparecia...

(colaboração de Rita)

Não gosto de academias, Kaplan. Muito chato. Fui uma vez, aprendi os exercícios que me interessavam, e agora só faço em casa. Crio o ambiente favorável. Nada daquelas musicas em volumes altíssimos, televisões ligadas... não, definitivamente eu não curto. Prefiro música suave, num ambiente a média luz.
E isso eu tenho em casa, na biblioteca de meu pai.

E o melhor de tudo, é que posso fazer os exercícios nua. Ninguém em casa, só eu e, de vez em quando, meu namorado... mas isso é um detalhe mais gostoso, que vou te contar.
Semana passada, por exemplo, ele me falou que iria lá em casa. Então, depois que meu pai saiu, eu preparei o terreno, ou melhor, o tatame que coloco sempre no chão da biblioteca para fazer meus exercícios. Ele sabia que a porta da casa estaria aberta e ele a fecharia depois que entrasse. 

Quando eu esfrego minha xota nessa bola... arrepio!

Tirei a roupa e comecei a fazer vários exercícios. Alongamentos, exercícios para fortalecer o bumbum, as pernas, os braços. Pilates. Tudo em slow-motion. Pra que pressa?
E fui fazendo tudo que sempre faço. Em pé, agachando, e deixo os exercícios para se fazer deitada, por último. Deito no tatame e os faço. Gosto assim, porque as posições que a gente faz são quase as mesmas de quando transo. Deitada, eu levanto o bumbum, por exemplo. Quase fico de quatro!

Então... eu estava já nesses exercícios finais quando ouço a porta da sala se abrindo e, em seguida, sendo trancada. Era meu namorado, nenhuma dúvida sobre isso.

Não sei porque, mas transar na biblioteca do meu pai dá um tesão redobrado!

Ele chegou à biblioteca, me viu nua, tratou de tirar a roupa também, pau já endurecido, e veio até onde eu estava.
Ele sabe que gosto de transas em slow-motion também. Nada de coisas apressadas. Então ele se ajoelhou atrás de mim e suavemente pegou em meu bumbum, beijou-o. Abri as pernas, porque eu sabia o que viria em seguida. Sim, ele ia me dar uma gostosa chupada. E foi o que ele fez!

Ergui meu bumbum e abaixei o corpo, colocando as mãos no chão. Quase um triângulo, era como eu estava. E ele, ajoelhado, me chupava sem parar.
Aí fizemos um exercício que inventamos. Ele deitou. O pau dele, lindíssimamente duro, apontando para o teto. Eu fiquei sobre ele, mas em perpendicular e fiz flexão com a perna direita. Meu corpo desceu e minha xotinha engoliu o pau dele.

E fiquei fazendo esse movimento de levantar e descer por cerca de 5 minutos, porque é uma posição que acaba incomodando. 

Esses exercícios são muito revigorantes!!!

E eu parei sentada no pau dele e agora podia cavalgar à vontade, sem tanta pressão sobre minha perna direita.
Outro exercício legal, que fiz em seguida: deitei de bruços, ele ficou em pé na minha frente e eu fui erguendo meu tronco até colocar o pau em minha boca. Dava uma chupadinha, descia o tronco e logo o erguia de novo, para dar outra chupadinha. Fazíamos sempre isso, era divertido e gostoso ao mesmo tempo.

Depois disso, esquecemos os exercícios e nos concentramos na transa. Fiquei de quatro, chupei demoradamente, até ficar bem babado o pau dele, virei o corpo e ele me penetrou por trás. Como eu adoro ser penetrada por ele! É um pau de tamanho acima da média, duro, grosso, que entra rasgando, mas me completa totalmente.

Me colocou deitada, levantou minhas pernas e me deu outra bela chupada. Daquelas que me fazem estremecer, arrepiar. Ele é muito bom nisso!
E aí tornou a me penetrar, de frente, com as pernas pra cima, o chamado frango assado. E depois me comeu em pé. Exercício excelente, mas que força minha perna direita, porque a esquerda ele segura enquanto mete vigorosamente.

E eu gozo, aquele gozo delicioso, ouvindo sinos...
E fiquei deitada, vendo ele ajoelhar com minha cabeça entre suas coxas, e ele gozou em minha boca, rosto, seios.
Ele se foi. Qualquer dia desses ele volta para me ajudar nos exercícios...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Meu amigo da biblioteca é casado, mas...


Tem livro que diz que isso não é problema

(escrito por Kaplan)  

Thamiris era universitária. E como todo universitário que se preze, frequentava a biblioteca da faculdade à procura dos livros que os professores indicavam.
E nessas idas e vindas, ela ficou conhecendo o Rian, o encarregado da seção de empréstimos. Achou que ele era uma gracinha, mas viu uma aliança na mão esquerda dele. “Sacanagem”, pensou ela. “Toda vez que acho um cara gato, bom papo, culto... é casado ou gay”.

Mas ela resolveu que pelo menos um caso com ele ela teria. E assim, como uma detetive, ela ficou seguindo o Rian, vendo o horário de trabalho dele, seguiu-o na rua até descobrir onde ele morava e gostou de ver que era no caminho da casa dela. Tramou o golpe.
Ao se aproximar a hora em que ele iria embora, ela telefonou pra ele. 

Você nem imagina o galho que irá quebrar!
- Rian, quebra meu galho, por favor. Sabe aquele livro que eu consultei hoje cedo?
- Sim, acabei de guardar na prateleira.
- Meu amigo, eu te imploro. Quando você sair do trabalho pode deixar ele aqui comigo? Faz a ficha do empréstimo, eu assino quando você vier.
- Mas eu nem sei onde você mora!

Ela deu o endereço.

- Olha, ainda bem que é aí, eu passo na sua rua para ir pra meu apartamento.
- Ah, mas os santos me ajudaram! Que coincidência mais adorável! Pode fazer esse favor pra mim, então?
- Posso. Não é muito usual, mas como eu já te conheço há meses, vou quebrar seu galho.
- Os santos me ajudam e eu ainda arrumo um anjo pra completar a ajuda! Gratíssima! Estou esperando você!

E o ingênuo casado foi até lá. Ela fez ele entrar, sentou-o no sofá, serviu um café e começou a falar sobre o que ela precisava daquele livro.
Depois sentou-se bem perto dele que até recuou um pouco. Foi aí que ele observou direito o vestido dela. Bem curto! E aquele decote que deixava metade dos seios à vista...será que ela sempre ficava vestida assim em casa? E ela continuava ficando mais perto dele. Punha a mão em sua coxa. Ficava inventando assuntos.
Incomodado, ele perguntou o que estava acontecendo. 

Era este o galho que eu quero que você quebre...
- Rian, eu sou apaixonada por você. Eu sei que você é casado, e longe de mim pensar em acabar com seu casamento, fique tranquilo com relação a isso.

E já foi ficando em cima dele, que não sabia o que fazer. Mas soube depois que ela lascou um beijo nele. E ela começou a tirar sua camisa. E mandou a mão no pau dele, por cima da calça.
Ele não conseguiu levantar e ir embora, como pensara. Menos ainda quando ela abriu-lhe a calça e começou a chupar-lhe o pau.

- Eu tinha certeza de que seu pau era gostoso assim. Maravilhoso, grande, grosso... olha, duvido que ele caiba inteiro na minha boca.

Tentou e viu que estava certa. Não cabia. Mas dava para fazer um boquete bem gostoso nele. E Rian já estava rendido. Tanto é que começou a passar a mão nela, ela gostou da iniciativa dele, abaixou o vestido, mostrando-lhe os seios. Que foram devidamente mamados por ele. Ela não parava de segurar o pau dele, voltou a chupá-lo. Saiu do sofá e entrou entre as pernas dele para chupar mais.

Ele levantou e tirou a roupa toda. E ela continuava chupando, agora agachada na frente dele. Foi então que ele resolveu tomar a iniciativa. Levantou-a, tirou-lhe o vestido. Ela sentou no sofá e começou a tirar a calcinha, mas foi impedida por ele, que fez questão de tirar pra ela. E aí deu-lhe aquela chupada, que a fez delirar, gemer, puxar os seios, contorcer-se toda.

Colocou-a sentada no  braço do sofá e enfiou o pau, arrancando mais gemidos dela. Tudo que ela sonhara acontecia. Ficou vendo o pau dele entrar e sair de sua xotinha.

- Como você me come gostoso, Rian... deixa eu te chupar mais? 

Galho quebrado... com louvor!
Ele deixou e ela se esbaldou. E ele tornou a meter com ela sentada no braço do sofá. Mas dali, ela mesma foi empurrando-o até que ele ficasse sentado e ela sentada nele. Ela nunca cavalgara um pau daquele tamanho. Parecia que ele chegava até aos seios dela!
Ela gozou, suando, arfando, quase gritando de tanto prazer.

Sorrindo pra ele, ela chupou o pau dele de novo. Vendo aquele pau que não amolecia, ela perguntou se ele ainda queria mais e como ele dissesse que sim, ela tornou a sentar no pau, de costas pra ele e cavalgou mais um pouco.
Cansada de pular, ela ficou de quatro, ali mesmo em cima do sofá e recebeu o pau dele de novo dentro dela.

- Posso tentar o anal?
- Ai! Acho que não aguento não...
- Que pena!
- Mas adoro tomar leite...

Ele sorriu, bateu uma punheta e gozou na boca da Thamiris. Engoliu tudo. Gostava mesmo.

- Rian, não tenho nenhum motivo para mentir. Essa foi a trepada mais sensacional que já tive em minha vida. Posso esperar que algum dia você queira vir aqui de novo?
- Thamiris, não devia te falar isso, mas como estamos bem sinceros um com o outro, eu tenho dificuldade no sexo com minha mulher. Ela sofre com o tamanho. É dolorido pra ela. Você não sofreu nada, você participou o tempo todo. Apesar do problema com ela, eu nunca pensei em traição. Vou te falar com sinceridade. Se você desejar, e parece que deseja, eu vou voltar aqui sim. É só você me falar que eu venho, mesmo que não precise trazer livros pra você!


terça-feira, 12 de junho de 2018

A amiga queria saber tudo sobre ménage...


Teve de ensinar e ela adorou!

(escrito por Kaplan)  

Pilar estava sentada na biblioteca da faculdade, com um livro aberto. Parecia estar lendo, mas não... estava de ouvido em pé ouvindo um colega, o Valdir, contar para um colega que ele e a esposa haviam feito um ménage com uma amiga dela.
Ouvir aquilo deixava Pilar excitadíssima. Nunca tinha feito um, já tinha ouvido falar, mas aqueles detalhes que o Valdir narrava... que coisa fantástica devia ser!
Na primeira oportunidade que teve de ficar a sós com ele, comentou sobre a conversa.

- Valdir, eu nunca fiz e gostaria muito de fazer. Mas não sei nem como começar... me ensina?
- Pilar... é meio complicado falar em ensinar... tem de fazer, porque não existe uma regra única, cada encontro é diferente do outro... 

Me explica como é...  (foto: Kaplan)
- Por favor, Valdir... me explica como é isso...
- Quer aprender, ao vivo e a cores?
- Quero... quando, agora?
- Não... calma... tenho de conversar com a Ofélia primeiro, se ela topar, eu te chamo lá em casa e a gente faz um, aí você fica sabendo como é... mas está disposta a tudo mesmo?
- Como assim?
- Bem... quando o ménage é com duas mulheres, elas costumam se beijar, se tocar, se chupar...
- É?
- Claro que não é obrigatório, se você não quiser, estabeleça os limites antes. Pensa com calma e depois me fale, enquanto isso eu converso com a Ofélia.

Pilar ficou pensativa. Não passava pela cabeça dela que teria de beijar outra mulher, ou chupar... será que valia a pena? Demorou uma semana pensando e aí procurou o Valdir.

- Conversou com a Ofélia? Ela topou?
- Sim, está de acordo. E você, vai topar tudo ou quer estabelecer os limites?
- Quero tudo... se é para experimentar, que seja tudo!
- Assim é que se fala, garota! Então, que tal hoje à noite?
- No seu apartamento? Estarei lá! 

Dá pra ver que estou excitada...
Tremendo de emoção, Pilar dirigiu-se, naquela noite, ao apartamento do Valdir e da Ofélia. Vestia uma saia curta e uma camiseta, onde se podiam notar os biquinhos excitados...
Foi recebida pelo Valdir, que lhe deu um beijo e a levou ao quarto. Ofélia estava na cama, só de lingerie, à espera dos dois.

- Mas você é muito bonita! O Valdir não me disse que teríamos uma princesa em nossa cama!
- Obrigada... mas estou muito nervosa...
- É normal, querida... bem, ele me disse que você queria aprender tudo. Então, geralmente, quando começamos, a gente se diverte chupando o pau do nosso parceiro. Gosta de chupar?
- Adoro!
- Então vamos lá...

Valdir sentou-se na beirada da cama e Ofélia abriu a calça dele. O pau já estava duro, ela ajoelhou-se de um lado, Pilar do outro. Ofélia foi a primeira a chupar, depois deixou Pilar fazer o boquete. E, em seguida, as duas chupando, bocas se encontrando e Ofélia deu um belo beijo na Pilar. Os temores dela desapareceram. Não era ruim ser beijada por uma mulher. Correspondeu e o beijo se prolongou.

Valdir tirou a camiseta da Pilar e só levantou a saia dela.Sorriu vendo que ela tinha ido sem calcinha e deu umas belas lambidas na xotinha dela. Do outro lado, Ofélia continuava beijando Pilar e colocou as mãos dela em seus seios.
Valdir enfiou o pau na xotinha da Pilar e ficou bombando, e ela adorando ser comida e ser beijada pela Ofélia ao mesmo tempo.
Depois de alguns minutos, Valdir largou-a e foi comer a esposa, também de cachorrinho. Já totalmente à vontade, Pilar enfiou a cabeça debaixo do corpo da Ofélia e ficou mamando nos fartos seios.  

Gente... mas isso é bom demais!!!
Depois Valdir deitou e chamou Pilar para sentar no pau dele. O que ela fez com muito prazer! E Ofélia, ajoelhada ao lado dos dois, beijava-a, mamava nos peitinhos dela. Pilar não se recordava de ter gemido tanto nas transas com alguns caras com quem havia ido pra cama.
Mais uma sessão de boquete duplo e foi a vez de Ofélia cavalgar o marido, com a assistência da Pilar, cada vez mais excitada com o que acontecia.

E ele, depois, colocou as duas deitadas de bruços, uma ao lado da outra, e punhetou-se, jogando tudo nas bundinhas e costas delas.
Levantou-se e foi pegar papel para limpar as costas delas. E aí conversaram a respeito. Ela tinha adorado, nunca imaginara que seria algo tão prazeroso. E quando começou a se vestir para ir embora, fez um comentário que provocou boas risadas no casal.

- Gente, foi tudo ótimo, obrigada... mas vocês não acham que preciso de mais aulas, para aprender tudo?

Depois das risadas, Ofélia respondeu:

- Se achar que precisa... pode vir sempre que quiser... só telefona antes, porque poderemos estar com pessoas aqui e aí vira orgia... se quiser aprender também, estamos às ordens!

Pilar deu um beijo na boca de cada um e foi pro seu apartamento, feliz da vida!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Na biblioteca ela colocou o pé no pau dele... ele entendeu!



Pé na biblioteca só tem um sentido...

(escrito por Kaplan)

Tempos de faculdade, tempos maravilhosos! Quantas amizades se fazem, quantos amores! Quantas festinhas, quantas transas...  e sempre estou lembrando de alguma coisa interessante que acontece nas salas de aula, nos laboratórios, nos gabinetes, nas bibliotecas...

Lembrei de dois colegas, Timóteo e Mariana, cuja amizade virou transa, cuja transa virou namoro, cujo namoro virou casório. História linda, que teve início quando ela começou a provocá-lo, porque sentia tesão por ele. Ele custou a entender as indiretas, as insinuações, então ela teve de partir para o confronto fatal.

E isso aconteceu na biblioteca, quando os dois e mais três colegas – duas e um – estavam fazendo leituras para um trabalho marcado por um professor.

Ela fez questão de ficar sentada de tal maneira que sua perna pudesse alcançar a perna dele.
E enquanto todos estavam concentrados, lendo, o pé dela começou a cutucar a perna dele. Ele olhou pra ela, pensando que era algo relacionado com o trabalho, mas viu que ela sorria e aí o pé, em vez de cutucar, ficou passando ao longo da perna. 

Se ele não entender... eu desisto!

Ele ficou vermelho, ela achou graça. E aí veio o ataque, ela colocou o pé sobre o pau dele.
Timóteo começou a suar frio. O que significava a atitude da colega?
E ela insistia. Toda oportunidade lá estava o pé dela cutucando o pau dele. E ele nem entendia mais o que estava lendo!
Assim, quando eles terminaram o que tinham ido fazer, foram se levantando e saindo. E os dois ficaram sozinhos.

- Mariana, eu... fiquei sem jeito... eu... não sei, foi brincadeira sua?
- Claro que não, Timóteo, acha que eu ia brincar desse jeito?
- Então...
- Te quero!

Ele engoliu em seco.

- Mesmo?

Ela não respondeu. Olhou para os lados e viu que não havia mais ninguém, a não ser a sonolenta bibliotecária. Então entrou debaixo da mesa e suas mãos abriram a braguilha dele e ela deu uma chupada.

Atônito, ele se levantou e arrumou o fecho da calça. Ela se ergueu, desesperada. Será que não tinha dado certo?
Mas ficou toda animada quando ele disse:

- Aqui não, Mariana, ficou doida? Vamos pra minha república, eu tenho um quarto só pra mim e lá a gente pode fazer coisas. 

Ele entendeu... ainda bem!

Feliz da vida ela o acompanhou. Entraram no quarto, ele trancou a porta. E viu que ela já tinha começado a se despir, tirara a camiseta e os seios balançavam na frente dele.

- Vamos recomeçar de onde paramos... tira a calça, Timóteo!

Ele tirou e ela se ajoelhou para fazer um boquete que tinha começado na biblioteca.
E chupou muito, fazendo o Timóteo gozar em sua boca.
Vermelho, ele pediu desculpas.

- Precisa se desculpar não, eu sei que foi a adrenalina... mas eu posso dormir com você aqui, hoje, se você quiser.

Ele quis, mais tarde transaram, e dali surgiu o namoro. Que fez os dois esquecerem um pouco as festinhas orgíacas que a gente promovia por lá.

E depois de formados, foram trabalhar junto, casaram e estão felizes... até hoje, não sei se para sempre!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Tesou o namorado na biblioteca do pai... e ele a comeu!



Bibliotecas em casa são um excelente local para transas

(escrito por Kaplan)

A vantagem de se namorar uma garota que faz o mesmo curso que você e cujo pai é um profissional respeitado na mesma área, é que você pode usufruir das centenas de livros que ele possui em casa. Para alguns namorados, além dessa vantagem digamos – profissional – existe uma outra, que é a possibilidade de ficarem a sós na biblioteca, pois os pais acreditavam piamente que eles só se reuniam para estudar...

O casal que vou apresentar aos leitores e leitoras era o tipo do casal que percebeu rapidamente essas vantagens. E passou a usufruir de tudo de bom que era passarem uma tarde inteira no meio dos livros, mas fazendo outras coisas além de ler e discutir os assuntos lidos.

Ela se chamava Ruth e ele Murilo. Ambos faziam Direito, eram colegas de sala. E o pai dela era advogado, e tinha as centenas de livros que encantaram os dois.

Volta e meia eles, no meio da tarde, esqueciam os livros e estudavam-se um ao outro, anatomicamente falando, explorando cada milímetro do corpo, e logo souberam tirar o maior proveito desse estudo não-universitário. 

No dia em que vamos espionar os dois, lá estava ela, olhando nas estantes, os livros que ela e Murilo iriam precisar para fazer o trabalho pedido por um dos professores. Como ele demorou a chegar naquele dia, ela ficou lembrando de coisas boas que já haviam acontecido ali. A primeira transa, essa ninguém esquece, não é mesmo? E com ela não era diferente, ela se lembrava de tudo que acontecera naquele dia.


Ele leu direitinho este livro aqui atrás de mim... rsss
Tanto lembrou que acabou ficando excitada com as lembranças. Tirou a saia e a calcinha e seus dedos da mão direita procuraram a rachinha e ela se masturbou. Viu o livro que ela estava lendo no dia em que transou com ele pela primeira vez. Que memória! E aí ela ficou mais excitada ainda.

Impaciente pela demora do Murilo, Ruth deu vazão ao sexo solitário, continuou com seus dedos em sua xotinha, dando a si própria um prazer muito grande.
Finalmente Murilo chegou, e ela foi recebê-lo do jeito que estava, ou seja, só de camiseta, sem calcinha e sem saia.

- Oba... parece que teremos farra hoje!
- Menino... não sabe como estou excitada... já me masturbei e não fiquei satisfeita, preciso do seu pau...
- Todo seu, garota... 

 Ajoelhou-se na frente dele, abaixou a bermuda e viu o pau do namorado pular, feliz da vida. Chupou-o com um desespero tão grande que deixou Murilo embasbacado. Ela nunca tinha sido tão feroz como naquele dia, ao chupá-lo.

- Enfia ele em mim... rápido!

Nossa... estou precisando demais de seu pau... mete, mete...

Ela encostou numa estante, ficou com o corpo curvado, o bumbum bem saliente e ele veio enfiando a cabeçorra na xotinha dela. 

- Ahhhh...isso, agora mete, mete muito, com força!

Precisava falar? Claro que não, ele já estava super excitado e bombava freneticamente, ela gemia descompassadamente, a biblioteca rescendia a sexo.
Gozaram quase simultaneamente e caíram no tapete, abraçados, se beijando.

- Esta foi a melhor que já fizemos aqui, não foi?
- Foi sim... maravilhosa! Adoro quando você me surpreende!