segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Mais uma semana de aventuras de Denise - parte 2

 Ela entrou numa academia e eu propus fazer fotos dela lá, um sonho que tinha há tempos. Ela aceitou, mas quando eu falei que pensava em nus artísticos, ela apavorou. Principalmente porque sentia que o dono da academia andava dando umas olhadas pro lado dela.

Eu disse que estaria lá, não haveria problema. Acreditam que ela consultou o amigo paulista? E ele, claro, achou fantástico! Então ela resolveu e comentou com ele, depois.

 

Pois é, resolvi fazer as fotos na academia. Aproveitamos o feriado de ontem, pois seria o dia em que ninguém mais estaria lá. Só o dono, né? que iria abrir as portas pra gente e ficar lá vendo.

Eu fui bem clara com ele, um dia antes: - “Escuta aqui, você vai estar presente e vai me ver sem roupa. Mas fique bem claro, estarei me despindo para meu namorado, não para você. E se você vier com gracinhas depois, eu nem vou me dar ao trabalho de avisar, sumo imediatamente e você nunca mais vai me ver. Fui clara?”

Ele ficou bem assustado, porque falei séria e apontando o dedo pro nariz dele.

E ele se comportou direitinho. Eu via que ele estava excitadíssimo, não tirava a mão do bolso da calça, devia estar se masturbando despistadamente. 

E aquilo me excitou também, fiquei bem relaxada e as fotos ficaram legais.   





o Kaplan é muito sacana... quando ele viu o estado do rapaz, resolveu deixá-lo mais doido ainda e falou que já que tinha ficado suada, precisava tomar um banho... 

Mentira, eu não tinha ficado suada nada! 

Mas ele queria tesar bastante o dono da academia, e conseguiu, ele suava tanto! tremia quando foi abrir a torneira e quando foi fechá-la... sei que nós nos divertimos muito!


Veja e me diga!

E espero que goste do presente surpresa! Este aqui em baixo:

 


Adorei a surpresa, muito mesmo, você estava como sempre fenomenal, lindíssima...

Mas me diverti muito lendo o que você escreveu sobre o dono da academia, estava imaginando ele suando que nem louco...rsrsrsrs. e depois vocês deram o golpe de misericórdia para atordoar o coitado, cabelo molhado... minha nossa, eu preferia perder a cliente mas partiria para cima, ficou deliciosa demais.

Sinceramente não sei como ele aguentou tanta emoção assim. Minha querida achava que era impossível para um ser humano superar tal desafio, seu dono da academia merece um prêmio... Mas não você é claro, uma hora dessas leva um docinho, aquela chupetinha de doce que vendia na escola antigamente vermelha... lembra? É só isso que ele merece...rsrsrs...

Beijos alucinados....

 

Risos e mais risos... aquela chupetinha vermelha de doce? Você se lembra disso? Nossa... como eu gostava de chupar, comprava quase todo dia do baleiro que ficava na porta do colégio, isso quando meu pai soltava a mesada... risos...


Esta chupetinha é tão sexy... adoro chupar!


Foi engraçado mesmo, fiquei até com pena dele... mas o Kaplan é muito safado, gargalhava no carro quando a gente voltava de lá.

Gente, o cara já tinha ficado doido só com os lances, porque aquele short não escondia quase nada. e eu estava sem calcinha.

Na hora que ele me viu por inteira... suava frio! E não foram só aquelas fotos do banho que te mandei, o Kaplan bateu um punhado delas. Aquelas que te mandei foram as que mais gostei.

Espero não passar por coisa parecida novamente!

Mas eu quis fazer, depois de ter conversado com você, porque percebi que você iria gostar muito de saber como foi e de ver as fotos, claro.

Que bom que você gostou!

Beijos de chupetinha doce

Oi!

 

Sabe que eu não consigo parar de rir, nem eu nem o Kaplan, quando relembramos o que aconteceu, o desespero, a suadeira que ele ficou?

Hoje eu estive lá. Ele me olhou bastante e numa hora em que eu estava num canto, na esteira e não tinha ninguém por perto, ele chegou e falou comigo que ia respeitar o que tinha prometido, mas só queria me dizer que ficou encantado comigo. "Você é linda demais", ele falou. " E quero te agradecer por ter me proporcionado uma coisa que nunca pensei que iria ver. Uma linda mulher, fotografada em minha academia, totalmente nua como você ficou. Muito obrigado, mesmo. e não saia da academia, deixe eu poder te admirar todos os dias que você vier aqui".


Como ele se comportou direitinho, ganhou este presente...


Achei uma gracinha da parte dele. Falou e saiu, realmente não entendi isso que ele disse como uma cantada. Vamos ver se ele continua bem comportado! risos...

Parece que a turma aqui está pretendendo ir para o sítio amanhã, se bem que falaram no noticiário que deve chover... vamos aguardar ver o que são Pedro resolve...

E você pare de ficar falando essas coisas lindas... vai lamber onde eu passar... e se eu passar "lá"? vai lamber também?

risos...

brincadeira isso, viu?

 

Mais uma semana de aventuras de Denise! parte 1

 Ela me fez um convite, aceitei e depois ela desesperou quando viu o resultado. Mas teve de contar para o amigo paulista. Eu, afinal, achei bem divertido!

 

Bom dia!

Estou aqui, morrendo de vergonha do que vou te contar e mostrar. Mas fui ameaçada, se eu não contasse e mostrasse, ele contaria e mostraria. Estou falando do Kaplan, claro, não pense outra coisa.

Ficamos só nós dois em casa, e eu o convidei para passar o dia de ontem no meu apartamento. Queria tirar uma “fotinha”, como diz a Paulinha, para te mostrar meu cantinho preferido, minha cadeira de balanço onde fico lendo, como você poderá ver. Por isso queria que ele fotografasse. 


Foto normal, viu minha cadeira?


Ele veio, só que acompanhado de três garrafas de vinho... e aí é que o problema começou. Bebe daqui, brinda dali... ele quis fazer uns nudes. Tudo bem, né? qual o problema? Ele já me fotografou tantas vezes nua... começamos...


Até este momento, estava tudo bem...

Sei que depois de um certo tempo, com mais vinho na cabeça, eu comecei a perder a noção do que estava fazendo. Só vi agora cedo, quando voltamos pro apê dele... E foi aí que vi barbaridades... uma indecência completa! Me senti uma estrela pornô!

Critiquei: “como você fotografou isso?”  e ele só riu e falou que estava achando tudo lindo. Mandei ele deletar, ele negou, falou que nunca! E que era pra eu mandar pra você. Falei que “NUNCA!!!” aí ele ameaçou: disse que estava ficando muito boba, que não tinha nada de mais e que se eu não mandasse, ele mandaria.


Que horror! Nunca pensei que fotografaria assim...


Então preferi mandar, assim passo vergonha sozinha. Não me leve a mal, não pense que sou... sei lá... qualquer coisa... isso foi fruto da bebedeira. Sóbria eu jamais tiraria fotos assim. E ele tirou quase 100! Louco, tarado! Tá aqui, rindo e me apertando a bunda...

Vai... to enviando, se detestar não precisa nem comentar, viu? 

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Ela levou a caneca com café na cama pra ele...

 E ele tinha leite para oferecer..

[escrito por Kaplan]   

 

É tão bom dormir na casa de um namorado ou namorada, não é mesmo? Pois era assim que Suely se sentia quando passava a noite na casa de seu namorado Wellington.

Primeiro que era uma bela casa, de dois pavimentos. Em cima ficava o quarto dele com uma bela cama e, passando por uma porta de vidro, chegava-se a uma área onde ficava a piscina e uma churrasqueira. Embaixo havia uma grande sala com sofás e poltronas, tapetes, TV, aparelhos de som. Um lavabo e uma portentosa cozinha completavam o ambiente.

Em Segundo lugar, o prazer de passar a noite ali era o próprio namorado, dono de um belo pau que a satisfazia plenamente.

Ele também gostava muito, pois ela tinha um daqueles corpos que faziam inveja aos amigos. Seios fartos, cintura fina, bumbum com quase 100 cm. Tudo de bom! 





Naquela manhã, depois de terem se amado bastante antes de dormir, ela saiu da cama, deixando o namorado dormindo. Estava nua e tratou de colocar uma calcinha e uma blusinha.

Foi direto à cozinha, fez um café, tomou um pouquinho, colocou numa xícara e subiu para o quarto, levando aquele despertar para o Wellington.

Chegou, sentou na cama, puxou a colcha e viu que ele tinha dormido de cueca.

O cheiro do café fez com que ele acordasse e ela lhe entregou a xícara.

Enquanto ele sorvia, vagarosamente, o café quentinho, ela ficou fazendo carícias nas pernas dele e sua mão foi entrando dentro da cueca até achar o seu objeto de desejo.

Insaciável a Suely, não acham? Depois de uma noite de sexo, ela acordava louca pra transar…

Puxou a cueca. Tirou a blusinha. Deitou-se sobre ele, ficando o pau entre seus seios. Esfregou bastante até ver que ela ficara do jeito que ela mais gostava. Totalmente ereto e assim ela começou a lamber, a segurar as bolas, a engolir o que era capaz de engolir. Um boquete demorado, gostoso, molhado.

Levantou-se. De costas para ele, tirou a calcinha, mostrando seu belo bumbum. 


Subiu na cama e sentou no pau. Era a hora da cavalgada matinal, que, com certeza, acabaria de acordar o namorado.

O café havia sido todo tomado, a xícara colocada de lado e as duas mãos livres, ele pôde pegar nos seios dela e acariciá-los enquanto ela pulava.

Depois ela preferiu ficar ajoelhada, de quatro e ele finalmente se mexeu para poder meter nela.

Preguiçoso, ele voltou a ficar deitado e a trouxe para sentar de novo em seu pau, agora de costas, ele gostava muito de ver aquele bundão dela subindo e descendo e o cuzinho abrindo e fechando.

Mas quando ele demonstrou vontade, ela disse que não.

- Escuta, eu te trouxe o café… agora eu quero leite…

Como resistir a um pedido tão meigo?

 

Ela o viu no banho... aproveitou!

 Essas visões são bem tesudas!


(escrito por Kaplan)

 

Com certeza a Silvana não imaginava que hospedar o sobrinho André, que viera para a cidade dela prestar vestibular, fosse redundar numa experiência jamais pensada por ela. Mas acontece que não somos donos de nossas ações, quando nos deparamos com cenas interessantes e que mexem com tudo dentro da gente.

Pois foi o que aconteceu. Ela recebeu o sobrinho, já com seus 20 anos, meio atrasado nos estudos e que tentava entrar numa universidade, qualquer que fosse, para fugir às reclamações dos pais.

Mostrou a ele o quarto em que ele ficaria, mostrou o banheiro, no final do corredor, que era grande, mas único no apartamento, daqueles mais antigos... tinha até uma banheira!

Conversaram um pouco, depois ela deu uma saída para comprar alguma coisa extra para o almoço, e ele ficou sozinho. Olhou o apartamento todo. Sua tia parecia bem de vida, o apartamento era antigo, mas muito bom, e a decoração era muito boa.

Abriu a mala, pendurou as roupas no armário e foi tomar um banho. 





Nisso, a tia chegou e depois de deixar as compras na cozinha, foi ao banheiro... e aí arregalou os olhos! Que pintaço o André tinha! Ela já conhecia vários, pois era solteira mas gostava muito de sexo, e não passava uma semana sem encontrar quem a satisfizesse. Mas aquele pinto do André... socorro! Que maravilha! Tremeu da cabeça aos pés e não conseguiu parar de olhar.

Ele viu que ela olhava, e safado como ele só, não procurou esconder, apenas sorriu para a tia que, então, criou coragem, entrou no banheiro e foi até onde ele estava.

- André, não me leve a mal, mas você tem um pinto de fazer inveja a todos os homens com quem já estive!

- Obrigado, tia.

- Não me agradeça, eu é quem agradeço a chance de poder ver isso...

- Se quiser, não precisa ficar só no olhar....

- Já estou entendendo porque você está com os estudos atrasados, deve ficar se divertindo com as moças da sua cidade, né?

- Pode ser...

Bem, ele havia encorajado a tia a fazer algo mais do que olhar. Então ela fez. Pegou nele, endureceu-o com as mãos, ficou mais admirada ainda, e não resistiu mais. Abocanhou o pinto do sobrinho e fez um boquete que ele, com certeza, percebeu ser bem melhor do que as minas da cidade... 



Ela tratou de tirar a roupa também, entrou na banheira com ele e fizeram tudo que tiveram vontade.

Ela jamais pensara nisso, mas estava convicta de que não era pecado...

Nem preciso dizer que, em função do acontecido, ele não precisou dormir na cama do quarto dele, dormiu todos os dias em que ficou ali, na cama dela, e treparam muito.

Até beijo grego ele aceitou que ela fizesse nele!

Mas no último dia, até anal ele conseguiu fazer nela. Já tinham feito de tudo, 69, cachorrinho, cavalgada, de ladinho, boquetes mil, chupadas idem...

Ela ficou muito chateada porque ele não passou no vestibular. Moleque safado, devia estudar mais!!!

 

Chegando de viagem, ele encontrou a vizinha na porta

Ela esperava por ele...

(escrito por Kaplan) 

 

A saudade de um amante é maior do que a saudade de um marido? Difícil a resposta a essa questão, exceto para a Lilian. Ela tinha certeza de que suportava bem a saudade do marido, mas a do Ari, seu vizinho querido, era impossível!

Ambos viajavam muito. O marido em viagens rápidas, para São Paulo ou Curitiba. Já o Ari tinha negócios no Pará e no Maranhão. Às vezes, coincidiam de estarem viajando ao mesmo tempo, e a Lilian ficava desorientada, mais por conta da saudade do Ari...

Assim, quando ele chegava de viagens mais demoradas, ela mal podia esperar ele entrar em seu apartamento. Recebia-o na porta, no hall que dava acesso aos apartamentos dela e dele.

Ele adorava ver essas atitudes dela.  Até ficava pensando porque ela não se separava do marido para viver com ele. Até chegou a perguntar isso a ela, e a resposta foi curta e convincente:

- Escuta, se eu me casasse com você, talvez arrumasse um vizinho para ser meu amante. É o que você deseja?

Ele nunca mais perguntou!

Bem, vejamos o que rola numa manhã em que ele está chegando de viagem. 





Mal o elevador abriu a porta, ele a viu, sorridente, à espera dos beijos que sabia que ele daria. E foi o que ele fez, encheu-a de beijos e abraços, amassos, enquanto ouvia a reclamação dela pela demora daquela viagem.

Já estava acostumado com isso. Ela sempre reclamava, podia ser uma viagem de dois dias e ela reclamava com a mesma intensidade como se fossem 15, 20 dias de ausência...

Tão eufórica ela estava, que, ali, no hall mesmo, já foi abrindo a calça dele e pegando no pau que tanta felicidade lhe proporcionava. Boquete era naquela hora mesmo! Ele ficava preocupado com essa atitude dela... e se o elevador se abrisse e a faxineira do prédio os visse naquela situação? Ela não estava nem aí, mas ele sim, então, tratou de abrir a porta do apartamento e puxá-la pra dentro.

E lá os dois ficavam nus, se tocando o tempo todo. Ela amava as mamadas que ele lhe dava, os apertos na bunda, os dedos na xotinha. O marido fazia poucas coisas assim, por isso ela não sentia tanto a ausência dele...  



E ela chupava o pau dele de novo, e era chupada por ele... até podia acontecer um 69, para alegria dos dois que eram chupados simultaneamente!

E ele a comia em pé, ela o cavalgava, de costas e de frente pra ele, e ele mamava nela, e ela o chupava de novo antes de ficar de quatro e ser novamente penetrada... uma festa total!

Vocês já estão entendendo a razão de ela ter mais saudade do amante do que do marido, não estão?

Pois fiquem sabendo que isso foi só na hora em que ele chegou...

Depois ela teve de ir pro apartamento dela, pois o marido ia chegar para o almoço. Mas ela ficava feliz, porque sabia que o Ari não iria trabalhar naquele dia... afinal, ele precisava descansar da viagem, e o descanso preferido dele era ter a Lilian em sua cama, na parte da tarde.

Isso é que era um vizinho super legal!!!

       

Os dois se encontraram no corredor da pensão. Só de toalhas

Seria isso um problema? Ou uma solução?

(escrito por Kaplan)  

 

Existem certos ambientes que acabam incentivando pessoas a fazerem algumas loucuras. Por exemplo, algo que não é muito mais comum hoje em dia: pensões que dispunham apenas de um banheiro para todos os hóspedes. Tudo bem que essas pensões não recebiam muitas pessoas, tinham geralmente 4 ou 5 quartos.

E foi numa dessas pensões que Cidinha se hospedou quando foi conhecer uma das chamadas cidades históricas do Estado. E, ao chegar, viu um belo rapaz terminando de preencher a ficha, também estava se hospedando lá. Chamava-se Henrique, ela conseguiu ver a ficha que ele preenchia.

Tudo bem, ele subiu para o quarto, ela fez a ficha e foi para o quarto que estava reservado pra ela. Resolveu tomar um banho. Tirou a roupa, enrolou-se numa toalha e foi ao banheiro, tomou seu banho, cantando, como sempre fazia em casa.

Ao sair, depois de bem enxutinha, tornou a colocar a toalha amarrada na altura dos seios e saiu do banheiro...  



Eis que... olha o Henrique, só de toalha amarrada na cintura, caminhando para o banheiro. Ela não conseguiu deixar de sorrir, e ele também sorriu, pararam e ficaram conversando e a empatia foi total.

Ele a pegou ali mesmo no corredor, encheu-a de beijos, a toalha dela foi aberta e ele viu o belo corpo da Cidinha. Voltaram correndo para o banheiro, ele também ficou nu, abriu o chuveiro e foi debaixo de uma água quentinha que eles treparam bonito.

- Henrique, não pense que faço isso sempre. Mas você me provocou um tesão tão grande, que topei entrar aqui com você, e vamos fazer tudo que queremos.

- Não vou pensar mal de você não, fique tranquila. Te confesso que é a minha primeira vez numa pensão e me encontrando com uma gata tão deliciosa, que me fez ter um tesão danado!

Ela sorriu, ajoelhou e deu uma bela chupada no pau dele. 






Ficou em pé, apoiando-se na parede azulejada, empinou o bumbum e recebeu o pau dele dentro dela, e que estocadas firmes eram aquelas! Quase gozou, assim, de primeira!

Depois de meter bastante nela, em pé, ele sentou no chão, com a boca na altura da xotinha da Cidinha e mandou ver uma lambida sensacional, que fez com que ela quase caísse, pois as pernas tremeram bastante!

Aí ele a chamou para sentar nele.

Ela sentou de costas, pulou até cansar, e a água do chuveiro só caindo em cima...

Depois ela virou o corpo e ficou cavalgando de frente pra ele. Foi quando teve um gozo como poucos! Não se lembrou, na hora, de algum gozo tão bom como aquele!

E como ele gozou? 



Claro, do melhor jeito possível... Pau na boca da Cidinha que o chupou até sentir que as golfadas estavam saindo, então tirou o pau e deixou que tudo caísse nos seios.

Aí tomaram banho, de verdade conversando. Ele quis saber se ela tinha alguém na cidade e como a resposta foi negativa, nem precisaram combinar que dormiriam juntos aquele fim de semana. E também tomaram outro banho, no dia seguinte... Afinal, quando poderia aquilo acontecer de novo?

 

Trabalhando no hotel-fazenda, ela deu, deu, deu!

Tantos assim para comer?

(escrito por Kaplan)  

 

É cada história que chega ao meu conhecimento que, se eu não soubesse da seriedade de quem está contando, iria duvidar!

Quem me contou essa, melhor dizendo, essas, foi justamente o dono de um hotel fazenda, que tinha uma ajudante chamada Cláudia, que adorava o trabalho principalmente porque ficava conhecendo jovens sarados, amantes da vida ao ar livre, que por lá se hospedavam.

E ela era tão ingênua, que narrava tudo pro patrão. E ele, claro, leitor assíduo deste blog, entendeu que eram assuntos muito bons para serem publicados. Então, fique claro, leitores que os nomes estão todos trocados, inclusive e principalmente o da Cláudia.

Alguns casos que ele me contou:

Cláudia e Jeferson. – Este rapaz hospedou-se lá, ela o achou muito bonito, interessante mesmo e tudo fez para dar uns pegas nele. E conseguiu!

O lance aconteceu perto do curral. Ela tinha ido alimentar duas vacas que eles tinham lá, e o tal do Jeferson, vendo-a, foi até lá bater um papo. Ela notou, feliz da vida, que ele estivera interessado nela, então desmanchou-se toda. Estava de short e botas, e uma camisa que ela desabotoou quase toda numa hora em que ele olhava as duas vacas. Então, ao se virar, ele deparou-se com um belo lance de seios dela. Não perdeu tempo. Elogiou, ela gostou do elogio, perguntou se ele tinha algo bonito para mostrar... ele riu, entendeu o que ela queria! 


Abaixou a calça, aproveitando que o curral era bem longe da casa, ela elogiou e pegou e pôs na boca e deu uma gostosa chupada nele. Enlouquecido, o Jeferson abaixou o short e a calcinha dela, deixou-a praticamente nua, levou-a para perto de uma cisterna que tinha ali, havia um banco de madeira, sentaram-se, de frente um para o outro e ele meteu. 


Depois a comeu em pé, ela gozou, chupou de novo e bebeu o “leitinho” dele.

Com esse rapaz, ela ainda transou uma segunda vez, e foi no quarto dele, ela teve de entrar pela janela para o patrão não ver. Quando contou pra ele, recebeu uma bronca, mas o patrão não conseguiu ficar sério. Riu muito, o que a manteve animada para novas aventuras. Era só chegar mais um carinha gostoso que ela iria tentar.

E conseguiu com o César.

Cláudia e César - Logo que chegou, ele ficou interessado em conhecer todo o território da fazenda que fora transformada em hotel, e ela foi autorizada pelo patrão a mostrar tudo pra ele. Lógico, o patrão recomendou que ela não fizesse bobagem, e ela prometeu, sabendo que não iria cumprir.

Levou o César direto para a margem de um pequeno riacho que cortava a propriedade, bem longe das vistas do patrão. Estava com uma camiseta e um shortinho, além da bota, necessária para andar naqueles locais.

Só pelo papo que eles levaram enquanto caminhavam na direção daquele local, já sabiam que ia rolar. E mal chegaram, ela já foi fazendo um pequeno strip, levantando a camiseta para ele ver os seios dela, e abaixando o shortinho, mostrando a bunda. 


A transa foi mais ou menos rápida, porque ela sabia que outros hóspedes poderiam aparecer por ali, mas depois do boquete, ela sentou nele, cavalgou até dizer chega, gozou, chupou e recebeu o gozo dele em sua boca. Como gostava de leite aquela garota!



Cláudia e Lino – Mais um que ela levou para o meio do mato... isso é modo de dizer, ela o levou para o mesmo local onde tinha levado o César, e nem precisou ter muito trabalho, ele ficou muito interessado nela desde que a viu e arriscou tudo, pegando nos seios dela por cima da blusinha. Como ela não reagiu, ele sentiu que estava fácil, despiu-a por completo e em seguida ele ficou pelado também. Ela gostou de ver o pau dele, já duro, abocanhou e fez o boquete que gostava de fazer.

Esse transou com ela em pé. Só fez ela ficar curvada e mandou lenha.  

E depois teve a tradicional cavalgada... afinal, estavam no meio rural, local mais do que acertado para se cavalgar, seja lá que bicho for. E o bicho dele merecia ser cavalgado. Grande, grosso, muito bom, segundo a análise que ela fez.

Ela só ficou meio decepcionada porque ele não demorou muito a gozar, então ela não pôde experimentar o leite dele. Ficou bem chateada, na verdade.


Cláudia e Caio – Este não era hóspede como os outros, mas ficou no hotel fazenda dois dias, para pintar um dos quartos que estava precisando de uma melhoria.

Cláudia achou fantástico o Caio. E ficou rodeando, levando um suco, um sanduíche para ele, esperando a hora certa para dar o ataque fulminante.

Qual hora certa? Quando o patrão estivesse ocupado em outra parte da propriedade ou quando ele fosse às compras...

E pra sorte dela, aconteceu isso, o que lhe dava boas horas para experimentar o pinto do pintor.




Lá foi ela e sem mais delongas, tirou o Caio da escada e mandou a mão no pau dele, por cima da calça, só para sentir. E viu ele endurecendo ao contato de sua mão. Então, estava no papo. Tirou a calça dele e caiu de boca no pinto do pintor, chupando gostosamente. Ele gostou muito do boquete.

Aí tirou a roupa dela, aproveitou que no quarto tinha uma cama, rolaram lá, ela deu de quatro, de ladinho, cavalgou, gozou. E gostou mais ainda porque ele deixou que ela experimentasse o leitinho...


Cláudia e Ludolf – Imaginem, um alemão hospedou-se lá! Chegou de caminhonete e num português horrível, deu a entender que queria passear com ela pela propriedade. O patrão, que já estava sabendo dos outros casos, nem titubeou, chamou a Cláudia e mandou ela acompanhar o alemão. Ela foi, feliz da vida, já com roupa própria para ser tirada rapidamente se o alemão quisesse experimentar uma brasileira.

E ele quis. Assim que pararam, bemmmmmm longe da casa, desceram e ele já foi pegando nos seios dela. Ela gostou da pegada, mãos firmes!  



E a pegada na bunda... uau! Que delícia! Ela não esperou mais nada para pegar no pau dele e fazer o boquete, ele a despiu e comeu. De quatro e cavalgando.

Muito rápido também, ela não gostou, ele gozou antes dela.

Que tristeza, tinha começado tão bem... e acabou ruim... muito ruim.

Comentou com o patrão:

- Nada como os amantes brasileiros... esse alemão era péssimo. Será que todos eram assim?

O patrão consolou-a: 

- Talvez não, vamos esperar que um outro apareça por aqui e você experimenta!