sábado, 8 de fevereiro de 2020

As férias loucas - 1


Primeiro dia, dia 13 de janeiro

Então, conforme prometido, aqui estão as narrativas do que aconteceu – e como aconteceu! – no hostel do casal Giovani e Lourdinha.
Tínhamos feito vários planos, mas ao final, a Helena não pôde ficar, veio para o Natal mas teve de regressar no dia 10 de janeiro. Foi muito chateada, mas prometi que a levaria lá quando ela tivesse tempo de voltar ao Brasil.
Então no frigir dos ovos, a Paulinha conseguiu um colega para ir com ela e quando chegamos, havia portanto a seguinte distribuição de quartos:

1.       Giovani e Lourdinha
2.       Orlando e Margareth
3.       Murilo e Cecilia
4.       Kaplan e Denise
5.       Gustavo e Paulinha

Pelo que vocês podem observar, além da ausência da Helena, tivemos também a da Isabela, a namorada da Denise, que não quis participar. Teve quase uma briga entre elas por conta do desejo de Denise ir.
Murilo era o amigo do casal que estava sem a esposa, de quem se separara depois da primeira visita que fizeram ao hostel e ela ficou escandalizada com o que viu. Pediu divórcio. E ele, sem conseguir arrumar uma companhia, aceitou de bom grado dividir o quarto com uma desconhecida, mas que foi extraordinariamente bem apresentada a ele. Pela Margareth, claro...
Houve alguns atrasos na hora da saída e só conseguimos chegar lá às 18 horas, quando o pessoal já estava achando que não iríamos mais. Muita alegria no reencontro, apresentações feitas e Cecilia ficou bem animada quando viu os instrumentos do Murilo e do Gustavo, os únicos que ela não conhecia. 

Cecilia viu e gostou do Murilo...
... e do Gustavo também...

Fomos para os quartos a fim de deixarmos as coisas no lugar e Lourdinha falou que ia aumentar a água do feijão, porque estava preparando o lanche só para eles quando chegamos. Mais que depressa Denise se prontificou a ajudá-la.

- Pode me esperar que já chego. Adoro cozinhas!
Foi para o quarto comigo e rapidamente tiramos tudo das mochilas, colocamos na cômoda. Ela ia saindo quando lembrei a ela do traje oficial do hostel: nada!

- Não viu que eles todos estavam nus e a Cecilia, a Paulinha e o Gustavo tiraram as roupas?
- Mas assim, já de cara?
- Lógico. Eu já vou tirar a roupa e só volto a vestir no dia de ir embora. Tire a sua também. Eles estão loucos pra ver sua gostosura!
- Para com isso... tá falando sério mesmo?

Mostrei a ela que estava. Tirei a roupa toda, balancei o pau e fui saindo. Ela, meio ressabiada, tirou tudo e foi pra cozinha. Notei os olhares do Giovani e do Orlando para ela. Estavam na sala tomando cerveja. Sentei com eles e ficamos batendo papo. E o Orlando não teve dúvida em comentar.   

Ver Denise na cozinha deixou Orlando e Giovani excitados!

- Rapaz, você é um cara de muita sorte. Tem uma sobrinha que nos encantou, traz agora uma namorada que é uma deusa, e a outra sobrinha que ainda não pude apreciar direito. Mas parece tão interessante quanto a Cecilia.
- Vou lá chamá-la e ao rapaz que veio com ela. Quando passei pelo quarto em que a Cecilia e o Murilo estavam... ela já estava na cama com ele, se arreganhando toda. Logo começou a cavalgar o rapaz.  

Achei graça e logo imaginei que Paulinha e Gustavo também deviam estar aprontando. Mas não, estavam só conversando na cama. Chamei-os e foram comigo para a sala, não sem antes ver, pela porta aberta, a Cecilia cavalgando o Murilo. 

Isso se chama "Não perder tempo", foi logo experimentando!

- Ela não perde tempo!

Gustavo ficou observando Cecilia e seu pau denunciou que ele a considerara gostosa. Paulinha deu-lhe um puxão de orelhas, mas rindo. Afinal, estavam ali pra quê?

- A Cecília tem algumas idéias para os próximos dias, mas parece que ela já começou, vamos chamar aqueles dois?
- Deixa comigo! – falou a Margareth que, na mesma hora, se dirigiu ao quarto e mandou que eles saíssem. Rindo, eles obedeceram e logo estávamos, então, todos os dez participantes lanchando e prontos a ouvir o que a Cecilia tinha programado.

- Está bem, vou falar. Mas antes, Lourdinha, me confirma o lance do massagista e do violeiro. Eles virão nos dias certos?
- Sim, eles sempre vem, tendo ou não tendo hóspedes.
- Então, de cara, vamos definir o seguinte. O massagista não conhece nem a Denise, nem a Paulinha. Então serão elas que ele irá atender.
- Mas eu também gosto da massagem dele – retrucou o Orlando.
- Tudo bem, senhor tarado, o senhor será o terceiro. E no sábado, o violeiro vai querer conhecer, primeiro também a Denise e a Paulinha. Da mesma forma que no dia do massagista, os demais farão o que quiserem. Dia livre, como se fala nos passeios turísticos. Porque no dia seguinte o violeiro vai comer nós outras... sai de baixo!
- E o que mais você pensou?
- Vocês se lembram que na outra vez, no ultimo dia eu reclamei que tinha faltado muita coisa, inclusive uma DP, que, a muito custo, aconteceu. Então eu pensei que podíamos, todos os dias, com exceção do sábado do violeiro, nos reunirmos aqui depois do lanche, para brincadeiras que vão levantar os tesões a mil!
- Que tipo de brincadeiras? – perguntou o Orlando.
- Não vou falar agora, será surpresa, exceto uma, que será avisada com antecedência. As outras todos ficarão sabendo na hora. Podem ficar tranquilos, será super legal. Pedi ao tio para me ajudar a bolar, porque ele já participou de várias, quando era estudante e quando ele e a tia Meg tinham um grupo da pesada e viviam inventando coisas legais. Vocês vão gostar, podem acreditar. Então, concordam?

Foi unânime. Todos concordaram.

- Agora eu quero contar novidades aqui da nossa casa. Fizemos uma sauna e temos um quartinho com uma banheira de hidro. À disposição de todas e todos!

Cecilia fez uma pergunta hilária:

- Por acaso, a sauna é mista?
- Claro, garota! Lá entra quem quiser, na hora que quiser!
- Ótimo, mas hoje, como é a primeira noite, eu preciso conhecer mais profundamente meu companheiro de quarto. Vamos lá, Murilo?   

Ela não tivera tempo de "conhecer" tudo...

Pegou-o pelo pau e foi puxando-o para o quarto. Ficamos olhando e depois fomos nos selecionando, de modo que fiquei com a Lourdinha, a Paulinha com o Orlando, a Denise com o Giovani e o Gustavo com a Margareth. Para a primeira noite, tudo beleza. Denise e Paulinha se mostraram bastante satisfeitas com o desempenho de seus companheiros. E a Margareth também não se desapontou com o Gustavo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

No bosque, as brincadeiras dos primos com ela se transformaram em algo mais sério!


Mas levar na brincadeira era bom também...

(escrito por Kaplan) 

Não tinham se passado 5 anos que eu e Meg nos casamos, quando ela foi passar um fim de semana na terra dela, onde deixara inúmeros parentes, inclusive pai, mãe e irmãs. E primos.
Ah... esses primos... eu sabia, porque ela tinha me contado, que quando adolescentes eles brincavam muito escondidos dos pais. Escondidos... vocês devem imaginar a razão. 

Adolescência... coisas proibidas!

Sim, brincar de médico, nadar pelados, subir nas árvores ela sem calcinha e eles olhando cá de baixo e batendo punhetas, que ela adorava ver de perto e até ajudava. Mas não passava disso. Bem, brincar de médico implicava em mãos passando nela quando ela era a paciente e ela passando neles quando os papeis se invertiam. Ela adorava pegar nos pintos e ver como eles ficavam duros.
Mas chupar, transar... não, nunca tinha acontecido.

Só que agora ela era casada, já conhecia muita coisa da vida... e eles também já estavam bem crescidos, todos na faixa dos 22, 23 anos, ela tinha 24.
E um belo dia ela saiu passeando com o Jaime e o Tomé, que a levaram a um local que ela não se recordava se conhecia. Parecia que não...
E lá eles fizeram questão de lembrá-la das brincadeiras de antigamente.

- Meg, a gente brincava de médico com suas irmãs, com as nossas, com outros primos e até vizinhos, lembra?
- Como não lembrar?
- E você era a mais gostosa de todas.
- Para com isso, eu sou uma mulher casada...
- Casou e ficou mais gostosa ainda. Seu marido tá te tratando muito bem!

Ela ria. Elogios sempre fazem bem ao ego. E resolveu brincar com eles.

- E aqueles pintinhos que vocês tinham? Continuam pintinhos ou cresceram?
- Olha só, Tomé... vê se isso é uma pergunta que uma mulher casada faça... essa nossa prima está precisando de um castigo! 

Já casada, eles podiam abusar... e ela queria!

E ele agarrou-a pelas costas. Ela se debatia, mas sem muita convicção, porque estava achando que aquela brincadeira poderia ter um final feliz. Ela pedia socorro ao Jaime que em vez de ajudá-la, foi segurá-la também, e eles começaram a desabotoar o vestidinho que ela usava.
Quando os seios apareceram, eles enlouqueceram.

- Jaime, olha só como os peitos dela ficaram... que coisa linda!

E ele tratou de dar uma boa mamada neles, enquanto o Jaime continuava segurando-a. Mexer nos seios da Meg era provocar uma excitação medonha nela. E assim, ela parou de se debater, deixando que eles abrissem seu vestido todo.

- Vocês despertaram um vulcão adormecido. Agora vão ter de dar conta!
- Você estava querendo. Veio sem nada por baixo do vestido!
- Lógico, seus bobos. Quero fazer com vocês o que nunca fizemos.

Mas eles pegaram o vestido dela e amarraram os braços dela com ele numa árvore. E aí foi um tal de beijar, mamar, chupar a xotinha, tudo ao mesmo tempo pois eram duas bocas ávidas. E ela adorando. Viu que os primos também já estavam “maduros”. E como mamavam e chupavam gostoso.

- Ei, está tudo ótimo, mas ainda quero ver se os pintinhos cresceram...

Tomé foi o primeiro a mostrar. Abriu a calça e ela viu um belo pau.

Como o pintinho cresceu...

- Uau... o pintinho virou um senhor galo...dê cá...

E fez um boquete demorado nele que quase gozou. Então deixou o Jaime ser chupado também.. E enquanto o chupava, o Tomé aproveitou que ela estava meio curvada para meter o pau na xotinha. Que beleza! Um ménage com dois primos no meio do mato.
Depois foi a vez do Jaime meter também, enquanto ela voltava a chupar o Tomé.

Com os dois ainda de pau duro, ela pediu que eles gozassem nos seios dela. Ajoelhou e os dois, um de cada lado, ficaram batendo punheta até despejarem tudo nela.

Ela não tinha como se limpar, então colocou o vestido por cima da lambrecança que eles tinham feito. Voltaram para as casas e ela tratou de correr para o banheiro, tomar um bom banho e lavar o vestido. O que as irmãs acharam estranho, mas “depois que casam as pessoas ficam meio esquisitas”...

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Estudantes aventureiros à procura de um bom lugar para trepar


Os locais tradicionais estavam rotineiros...

(escrito por  Kaplan) 

Dois casais de estudantes, aventureiros. Sempre transavam nos mesmos locais em que os demais estudantes da minha faculdade transavam. Mas resolveram andar mais longe, para ficarem mais à vontade. Faziam de tudo, inclusive swing.
Como não sabiam se iriam muito longe, trataram de levar uma tralha enorme, incluindo toalhas para estenderem no chão, bebidas e comidas. O que os levou a ficarem cansados em pouco tempo e então resolveram parar em um lugar mais próximo. Já estavam longe dos locais tradicionais! E tinham andado quase duas horas, carregando pesos... era melhor parar sim.
Então estenderam as toalhas e começaram a abrir as garrafas de cerveja  e vodka.
Ah... esqueci de apresentá-los! Perdão!
Mateus era o namorado da Valquíria e Lourenço namorava a Taciana.
Pronto, feitas as apresentações vamos ao que interessa. 

Papai e mamãe ao ar livre... ótimo!

O Lourenço e a Taciana depois da primeira garrafa de cerveja já tiraram as roupas e começaram a brincar em cima da toalha. Os outros dois resolveram caminhar mais um pouco, não queriam ficar tão perto, se bem que sabiam que logo estariam fazendo swing. Mas era bom começar cada casal na sua.
Pararam a uns duzentos metros de distância, estenderam a outra toalha que tinham levado, tiraram suas roupas e começaram a farra.
Enquanto isso, o Lourenço já comia a Taciana num belo papai e mamãe. Que logo se tornou um cachorrinho, pois ela quis ficar de quatro e ele não se incomodou, só ajoelhou atrás dela e mandou ver. 

Boquetes nunca faltavam...

Despidos, Mateus e Valquíria se beijavam amorosamente, ele mamava os seios dela, beijava a xotinha. Ela fez um boquete gostoso e ele deitou-se sobre ela. Tinham combinado de começar a trepada com papai e mamãe? Parece, mas na verdade ali aquela posição pareceu a melhor para ambos.
Foram belas trepadas aquelas duas iniciais.
Mas o Mateus e a Valquíria ouviram um barulho de água e procuraram, encontrando um regato ali perto. Então resolveram chamar os outros para se divertirem nas águas. Voltaram até onde eles estavam, já tinham terminado também e estavam apenas conversando.

- Ei, pessoas, tem um riachinho aqui perto. Vamos lá?

Lourenço e Taciana acharam ótima a ideia e levantaram acampamento. Foram rapidamente ao encontro do tal “riachinho”.
Viram que dava para entrar, então se despiram e entraram, nadando um pouco. E ali já começaram as trocas de parceiros. 


... o outro comia na água...
Enquanto um comia na terra...
Mateus pegou a Taciana, encheu-a de beijos e o Lourenço chamou a Valquíria para ficarem na água. E já foram se pegando pra valer, ela o chupando, ele a chupando e depois saíram da água para que ela o cavalgasse deitado na toalha. Ao lado, o Mateus comia a Taciana de quatro, ambos olhando os outros dois e se excitando com o que viam.

Satisfeitos, ficaram ainda um tempo nas toalhas, conversando e depois cada namorada foi ficar com o seu respectivo namorado.
E ambas começaram a cavalgá-los, lado a lado, cada casal ouvindo os gemidos do outro. Taciana foi a primeira a gozar, logo seguida pela Valquíria.
Três trepadas... estava ótimo para aquele dia!
Arrumaram tudo e voltaram, fazendo voto de silêncio. Não iriam contar a ninguém sobre aquele local, que ficaria sendo exclusivo deles.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Ele foi atrás para ver a traição na praia deserta


Viu, gostou... quem não gostaria?

(colaboração de Daniel) 

Recebo um email interessantíssimo e picante ao extremo. Que aventura foi aquela! Eu gostaria de estar no lugar dele! Leiam!

Meu caro, resolvi escrever pra você. Sou leitor assíduo de seu blog e acho que você deve publicar essa história. Claro que todos os nomes estão alterados, porque não gostaria que alguém soubesse quem é quem nesse relato. Mas é verídico, acredite!
Sou muito amigo de um casal super simpático, o Frederico e a Ângela.  

A pousada é simples, me garantiram, mas muito limpa!
E eles me convidaram para curtir férias na praia com eles. Argumentei que deveriam chamar um casal, mas ele me disse que não, queriam a mim, pela amizade que temos. E que ele já reservara dois quartos numa pousadinha. Fez questão de dizer que era pousadinha mesmo, porque o local não era turístico, pelo contrário, era bem escondido. Eles haviam descoberto por acaso.

Fazer o quê? Fui com eles. Viagem animada, muito riso, piadas, causos.

Realmente, a pousadinha era bem simples. Mas era limpíssima. Ocupei meu quarto, eles ficaram no deles. Como chegamos quase noite, a dona da pousada fez um café reforçado pra gente. Dormimos e no dia seguinte, logo após o café da manhã, fomos à praia. Belíssima! E deserta. Não vimos ninguém quando chegamos.  

E a praia era paradisíaca! Só deles e de mais ninguém!
Nos aboletamos longe da pousada. Cangas e toalhas estendidas, ficamos ao sol e entrando no mar de vez em quando para refrescarmo-nos.

E lá pelas 10 horas, o Fred resolve voltar, alegando que estava com dor de cabeça. Falei que voltaríamos, sem problema, afinal o mar não iria embora.

- Não – disse ele – por favor, fiquem aí, aproveitem. Eu vou ver se consigo um remédio com a dona e assim que melhorar eu volto. Vamos ficar até o entardecer, porque aqui não tem nada pra se fazer.

Então ficamos eu e a Ângela. Continuamos como estávamos, conversando, nadando e eu comecei a notar que ela estava diferente, mais sensual.

- Daniel, você tá vendo alguém por aí? Olha nos dois lados e veja se vê alguém.

Olhei, não vi absolutamente nada. Nem um cachorro vadio.

- Nada, Ângela. Completamente deserta a praia.
- Se incomoda se eu fizer topless?
- Eu? Não, mas acho que o Fred se incomodaria, não? Já imaginou ele voltar e te ver com os seios fora do biquíni?
- Ele não liga não. Já fiz na frente de outras pessoas.
- Então tá. Por mim, pode fazer. 

Eu não imaginava que ela tivesse seios tão lindos!
Kaplan, eu não deveria ter falado aquilo. Quando eu vi os seios dela, não tive como olhar pra outra coisa. Que espetáculo. Fui correndo nadar, mas na verdade, para esfriar o rapazinho aqui de baixo, que ficou indócil!
E ela veio atrás! Foi nadar ao meu lado. E fazendo questão que eu visse os seios dela.

- Eu vi que você ficou excitado – disse ela – e não me incomodo. Mas você poderia me mostrar seu pinto, quem sabe eu também fico excitada?
- Ângela, para com isso, somos amigos.
- Eu sei, se fossemos inimigos eu não estaria assim.
- Não quero criar caso com o Fred, somos muito amigos.
- Ai, como vocês homens, custam a enxergar as coisas. Daniel, o Fred não estava com dor de cabeça não. Ele quis nos deixar a sós para a gente fazer sexo. Combinamos isso ontem à noite. E só de ele pensar que iria virar corno, você não imagina a trepada que demos. Ficou enlouquecido!

Fiquei olhando para ela, sem acreditar direito no que ouvia. Mas ela devia estar falando a verdade, porque chegou bem perto de mim e pegou em meu pau.

- É... te excitei mesmo! – ela riu e aproveitando que o mar lá é bem tranquilo, sem ondas, ela tirou minha sunga e me fez um boquete lá mesmo.
-  Que pinto mais salgadinho...

Aí não teve mais jeito. Mamei naqueles peitos deliciosos e nem pensamos em sair da água. Ela tirou a calcinha, e como a gente estava bem próximo da praia, com a água nos joelhos, ela se curvou e eu beijei a bunda dela e fui enfiando meus dedos na xotinha. Ela gemia loucamente. 

Ela estava alucinada e eu fiquei também!
Resolvemos sair e fomos para o local onde as toalhas estavam estendidas e lá ela me chupou de novo, depois pediu que eu deitasse na toalha e sentou em cima de mim e pulou feito doida.

- Estou excitada demais, Daniel... é a primeira vez que faço isso e apesar de saber que o Fred queria que isso acontecesse, minha adrenalina está a mil. Acaba comigo, me arregaça!

Ajudei-a a pular e ela parava de vez em quando e tornava a me chupar, aí sentava de costas pra mim e a gente pulava de novo... que loucura era aquele momento. Tão louco que nem me preocupei em olhar de novo para os lados para ver se alguém aparecia. Por sorte, não surgiu ninguém.

E ela não parava com aquilo. Quando cansava, saía de cima e me chupava, e logo voltava a sentar.
Na quarta vez, quando ela foi sentar, fez questão que meu pau entrasse no cu. Uau! Eu tinha acertado a mega sena! Uma amiga gostosa como ela dando pra mim numa praia, me chupando e dando o cu... 

Custei a acreditar, mas até o cu ela me deu!
Ela ainda quis que eu continuasse comendo o cu, mas com ela de quatro. Eita beleza...
Eu avisei a ela que não conseguiria segurar mais.

- Goza em mim!

Mas não foi gozar no cu dela. Foi gozar nos seios. Bati uma punheta ligeira e lá foi a porra toda para cima dela. Que esfregou no corpo todo. E aí entramos no mar de novo, ela se lavou, eu também e voltamos para a praia.

- Daniel, o Fred deve ter batido umas três punhetas.
- Como assim?
- Vendo a gente, ora essa.
- Ele estava vendo?
- Olha ele lá, atrás daquele coqueiro. Está batendo mais uma!

Aí eu vi que ele estava escondido mesmo. Não tinha dor de cabeça, ele só queria ter um par de chifres.

Bem, encurtando a história. Na semana em que ficamos lá, a Ângela passou a noite no meu quarto três vezes, e fizemos ménages nas outras três. E agora, sou companheiro quase diário do casal...


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Olivia, o pai e a mãe, enlouquecidos no helicóptero


A família mais feliz que já conheci...

(escrito por Kaplan)

Os leitores mais antigos deste blog devem estar lembrados dessa família feliz, constituída pelo Beto, o pai, Olivia, a filha e a mãe, Elisa.
Pois quanto mais o tempo passava mais felizes eles ficavam!

Imaginem, o presente de aniversário que ela pediu foi fazer um passeio de helicóptero. A mãe não achou graça, falou que morria de medo e não iria. Mas o Beto... como negar para a sua princesa o presente que ela desejava? 

Será que eles teriam coragem de fazer esse passeio?

Pois contratou um passeio e lá foram eles. Olívia deslumbrou-se com tudo, especialmente com o piloto da aeronave. E já foi segredando pro pai que iria trepar com ele.

- Minha filha, fica calma, não vá fazer loucuras quando estiverem no ar. Deixa para quando vocês descerem, aí você dá a cantada nele e tudo bem. Mas em terra!

Ela riu. O que ela tinha pensado era justamente fazer alguma coisa lá em cima!!!
E foi com uma minissaia, queria mostrar sua calcinha pro piloto para ele ficar bem entusiasmado. O Beto, na última hora resolveu não entrar no helicóptero. Estava receoso sobre o que a Olívia poderia aprontar. 

Piloto! Olha pra frente!!! Como???

E para o piloto foi uma aventura e tanto. Era só olhar para trás para ver a calcinha branca da passageira, cujo olhar não deixava dúvidas: ela estava a fim de alguma coisa. E ele arriscou falar com ela que poderia ficar um pouco mais à frente. Ela entendeu que já tinha conseguido seu intento e ficou com as pernas bem abertas. E ele pilotava com a mão esquerda e com a direita começou a afagar as pernas dela, chegou na calcinha, ela gemeu.

Levantou a blusa, mostrando os seios a ele, que conseguiu pegar um pouco, mas logo preferiu continuar pegando na calcinha. Então ela afastou a calcinha pro lado e ele pôde enfiar o dedo na xotinha.
Era uma manobra perigosa, o helicóptero deu uma rabanada, que ele logo consertou.

Então ela se aproximou bem dele e abriu-lhe a calça, pondo o pau pra fora e começando a chupar, deixando o piloto alucinado.
Não era a primeira vez que ele recebia cantadas no ar, mas aquela ali... sai de baixo, superava tudo que ele pudesse ter imaginado. Achou melhor procurar um descampado onde pudesse pousar o helicóptero, antes que ela o levasse à queda.
Achou, desceu e aí o serviço foi completo. 

Isso foi melhor no chão do que no ar... mais seguro!

Ela chupou bastante, até cansar, depois tirou a roupa e o piloto não tirou, só ficou com o pau a descoberto. Ela o cavalgou, ficou de quatro, ele meteu tudo que podia e queria.
Até o cuzinho ela deu.
Depois de gozarem, ela agradeceu.

- Foi ótimo, amigo. Meu aniversário e te garanto que foi o melhor presente que eu podia receber. Obrigado por ter participado.
- Fico feliz, e pode contar comigo sempre que precisar!
- Lindo, gostoso! Mas vamos voltar, meu pai deve estar preocupado demais!
- Vamos sim.

Entraram, ela se ajeitou com as roupas, ficou quietinha no banco de trás e ele levou o helicóptero ao local da partida.
Só de ver a carinha dela, Beto desconfiou que algo tinha acontecido.

- Te conto tudo em casa, pai. Vai adorar saber!


sábado, 1 de fevereiro de 2020

Um sonho alucinante


Que virou realidade, para alegria dela

(escrito por Kaplan)   

Ela era assídua frequentadora de uma oficina mecânica. Interessante é que nem carro ela tinha! Mas Emília era fascinada pelos dois mecânicos, Oscar e Edgar.

Aparecia lá, ficava batendo papo com eles, que gostavam muito dela. Não atrapalhava o serviço, porque eles continuavam no batente enquanto ela circulava por lá. Até gostavam, pois de vez em quando o telefone tocava e ela atendia como se trabalhasse lá. Antes ela perguntava se poderia confirmar a presença do mecânico que estivesse sendo procurado. Se eles concordassem, tudo bem, ela chamava, caso contrário, inventava uma desculpa qualquer e pedia para a pessoa ligar mais tarde. 

Ela se excitava vendo os dois mecânicos... até sonhou!

Eles já tinham conversado entre si a respeito dela. E achavam que ela estava a fim de um deles, ou dos dois, mas não seriam loucos de dar o primeiro passo. Podia dar um galho enorme caso estivessem enganados.
Mas no dia em que ela chegou contando que tinha sonhado com eles, e o sonho era picante, eles se interessaram e perguntaram como tinha sido o sonho.
E ela contou!

- Olha, eu não sei dizer como foi que começou, mas a gente estava aqui e de repente o Oscar fechou a porta e vocês dois ficaram pelados, me mostrando seus paus. Eu adorei ver, e tirei a roupa também. E aí vocês me pegaram de jeito!

Animados com o que ouviam, eles começaram a fazer perguntas.

- De que jeito a gente te pegou?
- O Edgar sentou nessa poltrona e me chamou pra sentar nele. Eu sentei e aí você Oscar, ficou em pé ao nosso lado, segurando seu pau e me mostrando, pedindo para eu pegar nele. E eu peguei e vocês não vão acreditar, fiz o maior boquete da minha vida!
- Nossa... fiquei excitado só de ouvir isso!
- Por que você não fecha a porta para eu contar o resto da história?
- Já que você quer, eu obedeço.

E o Oscar fechou a porta, acendeu uma luz, o ambiente ficou a meia-luz e quando ele voltou para perto dos dois, eles já estavam pelados.
O Edgar fez como ela havia contado: sentou na poltrona que tinha lá e a chamou para sentar, o que ela fez alegremente. E o Oscar fez como ela havia dito: ficou de pé ao lado e ganhou um boquete muito bom.

- Bem, e depois disso o que mais aconteceu? 

Ela contou o sonho e eles realizaram!

- Nossa, eu pulei muito e chupei muito. Depois você, Oscar, me tirou dali e me comeu em  pé. E o Edgar ficou lambendo minha bunda. E aí eu ajoelhei e fiquei chupando vocês dois.

As palavras dela eram uma ordem para ser seguidas. E eles fizeram exatamente como ela falava.
Ela gemia com tudo que lhe acontecia. Mas quis contar o resto do sonho, que os dois já sabiam que era pura invenção dela. Mas iriam em frente, estavam gostando muito da coisa!

- Aí, Oscar, você sentou na poltrona e me chamou, mas enfiou o pau no meu cuzinho...
- Eu fiz isso? 

Eles realmente fizeram de tudo com ela! Quem mandou sonhar?

- Fez, e gostei! Principalmente porque o Edgar aproveitou e enfiou o pau na minha xotinha. Vocês fizeram uma DP comigo! Eu adorei, gozei muito!

E já estava gozando, porque os dois fizeram exatamente como haviam feito no “sonho”.

- Ah, garotos... que bom que vocês fizeram isso comigo... mas já sabem que vou voltar com novos sonhos, não sabem?
- Pode voltar quando quiser. E traga seus sonhos, nós te ajudaremos a torná-los realidade!