segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A esposa se excitou vendo o marido e a amiga transando



Excita sim, ora se excita...

(escrito por kaplan)

Ana Cláudia era casada com o Xavier, nosso amigo e velho conhecido. Foi ele quem nos contou o que vai a seguir. 

- Gente, não sei como saí vivo dessa história. Achei que a Ana ia me matar, mas dei uma sorte danada.

Imaginem que eu estava em casa, a Ana tinha saído para comprar calcinhas e sutiãs, me falou que todas as dela estavam muito velhas e queria novas. Tudo bem, assinei o cheque e dei para ela comprar.

Pois quando ela saiu, uma amiga nossa, gostosíssima, a Iris, me aparece lá em casa. Procurava pela Ana, mas quando eu disse que ela não estava, ela entrou assim mesmo, e ficamos sentados no sofá, conversando. Achei que ela queria apenas passar o tempo até a Ana chegar, mas não. Logo ela começou a falar que me achava um tesão, que já tinha sonhado comigo, que era louca pra transar comigo. E nunca vi uma menina tão despachada assim! Já foi me perguntando se eu era fiel de verdade ou só de mentirinha! 

Esquece sua esposa... quero trepar com você!
 Como eu senti que podia rolar alguma coisa, eu disse que era de mentirinha, já tinha tido uns casos, coisa simples... e foi o que ela precisava saber para me agarrar ali mesmo, me encheu de beijos, já foi colocando a mão no meu pau, e, depois, tirou o short e a calcinha e abriu as pernas... como recusar um convite desses?

Ajoelhei na frente dela e mandei a boca na bucetinha, chupei muito, bastante... e aí aconteceu o que eu achei que seria a minha morte.

A Ana me aparece na sala, vestindo um conjunto de lingerie que tinha comprado. Ela quis me fazer uma surpresa, entrou pelos fundos, foi ao quarto, tirou a roupa, pôs a lingerie e aí chegou na sala e me pegou com a boca na botija, ops, na bucetinha da Iris.

Eu e a Iris ficamos completamente sem ação. Falar o quê? Foi engano! Nem tinha notado que ela estava aqui no sofá! Nada disso podia ser dito. Ficamos estáticos, esperando o mundo acabar. E aí veio a surpresa. Ela nos olhou, sem falar nada... absolutamente nada... foi chegando perto, olhando para a bucetinha da Iris e aí falou: 

Olha só o safado...
- Eu não tinha provas, só convicção de que você fazia dessas coisas, Xavier. E fique tranquilo, não vou fazer escândalo. Sabe por quê? Porque eu também já fiz. Estamos quites, empatados, e podemos continuar assim ou não. O que você escolhe?

Gente, o que eu podia dizer? Na mesma hora em que estou traindo minha mulher, ela me pega no flagra e confessa que já me traiu também... Foi um raio que passou em minha cabeça e aí eu disse que concordava, poderíamos ter nossos casos sim.

- Que bom que você concordou, querido. Eu iria odiar se você não aceitasse. Estamos, portanto, abertos a novidades na área sexual. E podemos começar hoje. Você já fez algum ménage? Eu nunca, que tal fazermos um agora? Iris é nossa amiga, nós gostamos muito dela, topa, amiga?

Iris topou na hora e aí a Ana ajoelhou ao meu lado e ficou examinando a bucetinha da Iris.

- Vou confessar a vocês uma coisa: fiquei muito excitada vendo vocês dois aqui no sofá. Mas por que vocês ainda estão com roupas? Vamos tirar tudo. Ah, querido, gostou da lingerie que comprei?

Falei que era linda, mas nem tinha visto ainda. Fui ver na hora em que tirei-a, pois a despi, ela me despiu e Iris acabou de se despir.

Aí as duas me empurraram para o sofá, ajoelharam na minha frente e começaram a me chupar o pau que já estava duro. Tinha amolecido completamente no início, mas no desenrolar da situação, ele voltou à ativa. 

Que delicia é um menage!!!
Depois a Iris e eu demos um castigo na Ana, colocando-a deitada no sofá e eu fui chupar a bucetinha dela. E aí, mais uma surpresa: Como a Iris estava ajoelhada perto da cabeça da Ana, ela a puxou e foi chupar a bucetinha da amiga. Caraca... que loucura foi aquilo! Nunca imaginei que Ana fizesse isso e lá estava ela, ao vivo e a cores, dando um banho de língua na amiga enquanto eu fazia o mesmo com ela...

Confesso a vocês que não consegui satisfazê-las. Gozei feito um louco. 

Elas riram de mim e me perdoaram. Mas... esperaram eu ficar duro de novo e aí, sim, comi as duas.

Comentamos que ele tinha tirado a sorte grande. E ele encerrou falando uma coisa mais desconcertante ainda:

- Pois é, e depois que a Iris foi embora, prometendo voltar qualquer dia desses, a Ana e eu fomos tomar um banho e lá ela me confessou que nunca tinha me traído não. Mas que tinha ficado tão excitada quando me viu chupando a Iris, que na hora ela inventou aquilo. Mas garantiu que, já que eu tinha concordado... ela iria transar com algum amigo nosso...

O vizinho quis ver de perto a minissaia dela, ela mostrou tudo!



Não se pode brincar impunemente com Meg...

(escrito por Kaplan)

Geralmente, nas muitas trepadas de Meg com vizinhos, ela é que tomava a iniciativa. Era aquela história: viu, gostou, atacou. Simples assim. 

Mas com o Marco Aurélio foi diferente. Ela viu, gostou, mas antes que atacasse, foi atacada! Claro que o ataque foi bem sucedido, porque era o que ela estava querendo já tinha alguns dias, desde que ele se mudou, e justo para o nosso andar. Eram dois apartamentos, um de frente para o outro.

E muitas vezes coincidia de ele e ela estarem lá embaixo e subirem juntos, o papo ia rolando solto, e cada um deles ia ficando mais entusiasmado do que o outro e pensando que podia rolar. Mas ele ficava cabreiro quando me via com ela, aí era todo formal... safado!

O sucesso, para ambos, foi num dia em que ela chegava ao nosso andar e ele estava se preparando para pegar o elevador e descer. 

É a vizinha mais gostosa que já tive... juro!
Ela estava linda como sempre, cabelos soltos, uma blusa preta de renda, razoavelmente transparente e uma minissaia, mas mini mesmo...

Ele deixou o elevador descer para bater um papinho com ela. E começou elogiando a minissaia, entenda-se, elogiava as pernocas dela, realmente, muito bonitas.

Na hora ela sentiu que podia dar caldo. Eu não estava em casa, só voltaria à noite.

- Quer ver mais de perto a minissaia?
- Adoraria!
- Entre, então!
- Seu marido não vai se incomodar?
- Ele não está em casa, só volta à noite...

Era a dica que ele precisava ter para saber que podia avançar.

Entrou em nosso apartamento, os dois sentaram no sofá e a minissaia mostrou porque tinha esse nome: a calcinha aparecia, não tinha jeito de ela escondê-la. Mas também sabemos que ela não queria esconder, não é?

E aí veio aquele papo de sempre, que ele achava ela muito bonita, tinha um corpão... e logo os dois estavam se agarrando, se beijando, as mãos percorriam as regiões mais interessantes... a farra prometia ser boa.

- Espera um pouco, Marco Aurélio.
- O que foi?
- Você queria ver melhor a minha minissaia, está esquecido disso?
- Não. Não esqueci não.
- Então, preciso mostrá-la! 

Além da minissaia tenho outras coisas pra te mostrar, vizinho!
E tirou-a e entregou a ele que ficou babando vendo aquele mulherão na sua frente, só de blusa e calcinha. E que logo tirou a blusa e ficou só de sutiã e calcinha. E que logo tirou o sutiã, mostrando os seios pra ele. E que, em seguida, tirou a calcinha e se mostrou nua por inteiro.

- Você tem um gosto estranho... devia querer ver melhor o que a minissaia escondia...
- É verdade, acho que me expressei mal... que coisa mais linda que estou vendo!
- E eu te digo, não quero ver sua calça nem sua cueca. Tira rápido...

Com a velocidade do The Flash, Marco Aurélio estava nu e deitado no sofá. Ela gostou muito do que viu, subiu no sofá, pegou no pau dele, olhou tudo com atenção e o engoliu. O que ela sempre fazia, era o “animador” da trepada. Um belo boquete que deixou o Marco Aurélio alucinado.

E depois ele foi conhecer melhor o que a minissaia escondera.
Colocou-a deitada, com as pernas bem abertas, olhou atentamente a bucetinha, passou a mão, enfiou um dedo e depois caiu de língua, fazendo Meg gemer alucinada. O cara era bom, muito bom mesmo!

- Enfia esse caralho em mim, enfia! 

Depois de meter... um banho de porra!!!

Ele não esperou mais nada para enfiar e ficar bombando, punha e tirava e ela delirando. Ficou de quatro e ele a comeu por trás. E ela não iria deixar passar batido.

Seu negócio era cavalgar e jogou o Marco Aurélio no sofá, sentou-se em cima dele e pulou até gozar.

Caiu deitada no sofá e ele, que não tinha gozado ainda, masturbou-se, gozando em sua barriga.

Nem preciso dizer que tais encontros repetiram-se com frequência... preciso?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O que ela mais gostava: duas picas ao anoitecer

Hoje podemos, orgulhosamente, contar 1.255.102 acessos em 2.294 contos publicados!





(escrito por Kaplan)

Era um principio de noite, algo em torno das 18:15, quando Gabriela atendeu o telefone. Era seu marido, Anastácio.

- Oi, querido, já está vindo?
- Daqui a pouco, mas eu telefonei pra te pedir para vestir aquela lingerie que te comprei mês passado e que você ainda não usou.
- Hmmm... senti que teremos algo romântico esta noite, estou certa?
- Mais do que romântico, você vai ter aquilo que mais gosta, estou levando uma segunda pica pra você, vamos fazer uma bela farra hoje!
- Jura? Não mente pra mim... quem é?
- Surpresa, só vai saber quando chegarmos. Prepare vinhos, salgadinhos, e não se esqueça da lingerie, quero que nos receba já com ela.
- Sem mais nada?
- Pode passar um pouco de perfume...
- Ah... safado... já estou molhadinha só de pensar! 

Tratou de preparar tudo conforme ele pedira. Estava eufórica e aflita, tentando pensar quem poderia ser o amigo que viria com o marido? E se fosse alguém que ela não conhecesse? Epa! Aí poderia complicar... e se ela não tivesse tesão com o desconhecido? Ah... mas o Anastácio não ia fazer isso com ela não... enfim, era esperar pra ver. 

Um banho gostoso para esperar...

Essa lingerie, mostra mais que esconde! (foto: Kaplan)

Entrou na banheira, deixou-se envolver pela espuma dos sais aromáticos, depois saiu, enxugou-se e vestiu a lingerie que o marido pedira.

Só com ela, foi à cozinha, olhou os vinhos, escolheu um, pegou a garrafa e colocou na geladeira, só para dar uma esfriada, viu que tinha bons petiscos na geladeira, tirou-os e colocou no forno.

Foi para a sala, preparou o ambiente. Luz? Só um abajur, dando aquele clima bem romântico, um incenso cairia bem, ela o acendeu. E música apropriada ela tinha, pegou um cd e o colocou, mas não ligou, esperou que eles chegassem para iniciar.

Sentou-se e esperou dez minutos, e aí ouviu as vozes no corredor. Correu e ligou o Cd e ficou em pé, esperando os dois entrarem. Quase deu um grito de alegria quando viu que o convidado era seu amigo Herbert, com quem já tinha transado na época de faculdade, quando eram solteiros. Os três eram colegas e depois de formados ela passou a namorar e se casou com o Anastácio. Mas ficaram na memória as boas trepadas que dera com o Herbert. E agora ele estava ali, trazido pelo marido para uma noite de muita farra!

Não demorou muito para começarem. Os dois foram ao banheiro, lavaram as mãos, Anastácio foi à cozinha, tirou o vinho da geladeira, serviu três taças e levou-as à sala, onde Gabriela e Herbert colocavam a conversa em dia e ele já ficava admirando os seios dela, que “escapuliam” toda hora da lingerie que o marido lhe dera.
Ela foi caminhando lentamente à cozinha para pegar os salgadinhos. Fez um verdadeiro desfile, para alegria dos dois.

- Ela continua muito gostosa, não é? Perguntou Anastácio ao amigo.
- Com todo respeito, continua sim. Pelo visto você tem tratado bem dela!
- E você vai me ajudar a tratar bem dela hoje, tá sabendo, né?
- Fiquei ligeiramente desconfiado disso quando ouvi você falando com ela sobre a lingerie...
- Pois é, foi isso mesmo. Vamos agarrar essa gostosa!

Tiraram as roupas e esperaram que ela voltasse e os visse, já nus e de pau duro, esperando por ela.

- Ah, gente... assim vocês me matam!
- Nada... queremos você bem viva hoje!
- Venham cá, deixem eu pegar nessas coisas duras e maravilhosas...

Pegar foi só um modo de dizer. Ela tirou a lingerie e ficou tão nua quanto eles, e chegou junto, ajoelhou-se entre os dois, pegou e começou a chupar o do marido, depois virou o rosto e foi chupar o do Herbert, e ficou fazendo esse revezamento até que os dois, já impacientes, a atacaram. 

Isso é maravilhoso.. que picas gostosas!
Colocaram-na em cima da mesinha de centro, ajoelhada. Herbert ficou na frente dela e ganhou mais um boquete, enquanto Anastácio ia para a retaguarda e enfiava seu pau na xotinha dela. E ela ganhou um gozo sensacional ali mesmo, de tão excitada que estava com a presença do antigo colega.

Eles não se incomodaram, porque ainda tinham grandes planos para ela.

E o primeiro, foi uma gentileza que Anastácio ofereceu ao Herbert. Falou para o amigo sentar e levou a esposa a sentar nele, mas... lá atrás... Ele sabia, porque Gabriela tinha contado as aventuras da época da faculdade, que Herbert sempre quisera e ela nunca dera o rabinho pra ele. Mas, depois que casou, acostumou-se e então, naquele momento, Herbert pôde sentir o prazer que lhe fora negado anteriormente.
Excitadíssimo com o presente que recebera, não demorou a gozar também.

Suando, por conta do vinho e do que fizeram, os três foram para o chuveiro. E lá, depois de lavar direitinho os dois paus, Gabriela presenteou-os com outro boquete.
Voltaram para a sala, mais vinho... e de repente lá estavam os dois paus duros novamente.  

Ah... noite completa de prazer!
- Que beleza... estão em forma, meninos! Lindo... E querido, você sabe o que vai ser agora, não sabe?
- Claro que sei!

Ele praticamente deitou no sofá, ela sentou-se sobre ele, enfiando o pau no cuzinho. Aí chamou o Herbert para enfiar na xotinha pela frente. Uma DP, como ela gostava disso! E com o Herbert ali, o prazer foi redobrado!

Como ela gozou gostoso... e ainda recebeu o leitinho dos dois em seu rosto, conseguiu beber um pouco, mas a maior parte escorreu para os seios.
Teve de tomar outro banho, devidamente acompanhada pelos dois, que não pararam de boliná-la um segundo sequer.

Uma pena que Herbert não pôde passar a noite com eles... tinha que ir pra sua casa, a esposa o esperava.