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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Ficou excitado vendo minhas pernas? Se visse o resto, então...


Meg como sempre aprontava com os síndicos...

(escrito por Kaplan)

Como sempre, logo após mais uma mudança, tínhamos de fazer mil coisas no novo apartamento. Nesse, inclusive, havia uma parede toda riscada, que teríamos de pintar.
Saí pro trabalho, ela ficou em casa. Camiseta e shortinho pra poder arrumar as coisas.
Batem a campainha. 

Que beleza de síndico... ah... vai rolar!
Foi atender, era um homem que ela não conhecia, mas logo ele se apresentou.

- Bom dia! Meu nome é Olavo, sou o síndico do condomínio.
- Prazer, sou Meg, e meu marido Kaplan, mas ele acabou de sair pro trabalho. Não quer entrar? É só não reparar a bagunça, sabe como é quando a gente muda.

Ele entrou.

- Sim, eu sei como é. Mas até que vocês já adiantaram bem!
- É, aproveitamos o fim de semana e fizemos o máximo. Mas vou ter de pintar essa parede aqui, olha como o pessoal deixou.
- De fato, tem gente que não colabora mesmo. Mas eu vim aqui exatamente para me apresentar, conhecer vocês e deixar a papelada que é tradicional: a convenção e o regimento interno. Vocês já viram o prédio todo?
- Sim, no dia em que o corretor nos trouxe aqui, nós vimos o salão de festas, a área de lazer, a piscina, vimos tudo.
- Ótimo. Bem, a utilização da piscina e do salão de festas é livre, mas tem as normas que estão previstas no Regimento Interno. Gostaria que vocês lessem e caso tenham alguma dúvida, me procurem.

Continuaram conversando. Meg gostara dele, era bem simpático, falaram de muitas coisas e depois ele deixou escapar que ela tinha pernas muito bonitas. Ela deu um sorriso e seus olhos voltaram-se para aquela região que ela tanto gostava. E viu que o síndico tinha ficado excitado... o pau dele parecia ter crescido bem. Então, venenosa como sempre, ela devolveu o elogio com uma pergunta:

- Ficou excitado vendo minhas pernas? Se visse o resto, então...

Ele não deixou por menos.

- Adoraria ver!
- Eu mostro, mas só depois de ver essa coisa que está estufando sua calça.

Ele riu.

- Nós estamos só brincando ou isso é sério?
- Eu estou rindo? Não! É sério.

Ele gostou muito da espontaneidade dela e mostrou. Abriu a braguilha e deixou-a ver seu pau, que estava mesmo estufando a calça.

- Fica em pé, quero ver bem de perto! 

Eu sabia que ele tinha algo de muito bom para oferecer!
Ele ficou, ela ajoelhou na frente dele, pegou e já sabem o que ela fez: aquele boquete!
E como havia prometido, abaixou a camiseta até a cintura, mostrando os seios pra ele.
Mas ele não tinha nascido ontem. Sabia que aquilo era só o início!

Como, de fato, foi. Depois de ter chupado bastante, deixando-o abismado, ela se levantou e deixou que ele tirasse seu shortinho e também foi contemplada, em pé, com uma bela chupada que ele lhe deu, segurando firme na bunda dela.

- Você tem razão, não eram apenas as suas pernas que são bonitas... você é toda linda! 

O que posso fazer? me oferecer também... ele vai gostar!
Ela deitou no sofá, ele deu mais uma boa chupada na xotinha e depois deitou-se por trás e meteu de ladinho. E ficou um tempo enorme bombando até ela gozar.
Ela provocou:

- Você age sempre assim quando alguém muda pra cá?
- Acredite, é a primeira vez que isso acontece. Você é uma casada diferente das que moram aqui, vai conhecê-las e entender o que digo. Mas me diga... seu marido sempre sai de manhã para trabalhar?
- Sim, depois das 8 horas fico sozinha em casa.
- Eu posso voltar amanhã, para tirar as dúvidas que vocês tiverem com a Convenção e o Regimento Interno?
- Acho que deve vir sim, com certeza teremos dúvidas. E digo mais, sempre que achar que podemos estar em dúvida com alguma coisa, pode vir para me ajudar... vou te agradecer muito! Sua vinda aqui hoje foi muito, muito proveitosa. Adorei!


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

A primeira vez em que vizinhos fizeram swing conosco



A primeira vez não se esquece... a segunda também não!

(escrito por Kaplan)



Engraçado como as mulheres sempre “saem na frente” quando se discute a possibilidade de um ménage ou um swing...

Aconteceu com um casal, vizinho nosso de prédio, mas não de pavimento. Quando chegamos para morar lá, João Pedro e Ana Júlia já residiam ali há cerca de dois anos. Ficamos conhecendo-os primeiro que os demais, porque João Pedro era o síndico da vez. E, claro, assim que terminamos a mudança, fomos nos apresentar e pegar informações sobre o cotidiano do prédio, os regulamentos, as proibições, enfim, saber de tudo que é necessário para uma boa convivência. 

Casal simpático, esse do síndico... será que dão caldo?
Fomos muito bem recebidos e ficamos sabendo de tudo, desde a necessidade de reservar o salão de festas até os horários em que a piscina ficava liberada para adultos e para as crianças.
E Ana Júlia logo nos perguntou se gostávamos de piscina e se pensávamos em frequentar com assiduidade. 

Como, na época, tínhamos poucos anos de casados e ainda estávamos endireitando a nossa vida, não tínhamos comprado cota de clube algum, falamos que com certeza iríamos frequentar. Meg ainda adicionou uma informação preciosa para ela:

- Olha, o Kaplan trabalha muito e com certeza vai usar a piscina nos fins de semana. Já eu, que fico mais em casa, não vou dispensar a piscina diariamente não...
- Que ótimo, vai ser minha companhia! Eu detesto ficar sozinha na piscina e como aqui no prédio ou as mulheres trabalham ou não gostam de piscina, só eu... adorei saber disso... vamos combinar nossos horários!

E assim foi, as duas se encontravam quase todos os dias na piscina e, além de nadar e tomar sol, ficaram se conhecendo e Meg não se recordava bem de como o assunto surgiu, mas acabaram falando sobre parceiros sexuais.  

- Inacreditável, Meg... vocês fazem essas coisas todas?
- Fazemos, é muito legal. Vocês nunca fizeram?
- Não, até já conversei sobre isso com o João Pedro, mas chegamos à conclusão, ano passado, de que seria muito complicado. Aqui no prédio, desista... só tem gente muito careta. Já ouvi, inclusive, comentários a respeito dos seus biquínis, que muitas dondocas estão achando por demais indecentes! 

Estão achando meus biquinis indecentes...
- Mesmo? Então se elas virem os que uso na praia elas vão morrer do coração!

Riram bastante, mas o primeiro passo estava dado. Meg já sabia que aquele casal poderia ser um futuro parceiro nosso. E não demorou muito para Ana Julia falar com ela que conversara com o marido e que ele ficara bem interessado. E foi ele quem veio puxar conversa comigo num sábado em que estávamos os quatro na piscina e mais nenhum morador descera.

Enquanto as duas nadavam, ele tocou no assunto comigo e eu expliquei a ele como que tudo funcionava... e aí resolveram.
Ainda meio tímidos, nós os recebemos em nosso apartamento e depois de duas garrafas de vinho devidamente esvaziadas, eles ficaram bem à vontade, Meg puxou o João Pedro para o sofá, deu-lhe uns beijos e começaram a tirar as roupas. O mesmo eu fazia com Ana Júlia. E logo depois de uma série de beijos, chupadinhas nos seios e mão nas xotinhas, elas nos fizeram boquetes e cada uma se posicionou para ser penetrada do jeito que mais gostava. 

Meg adora assim...

E Ana Julia gosta muito assim...

Meg fez o João Pedro sentar no sofá e sentou no pau dele; já Ana Julia ficou de quatro para eu comer sua bucetinha por trás.

Houve variações depois, ela me cavalgou e Meg fez um papai e mamãe com ele. As duas gozaram e nós também. 

Terminada a transa, mais uma garrafa de vinho e nus, conversamos sobre o swing. Para os dois tinha sido uma experiência e tanto, e gostariam de repetir. Confessaram seu nervosismo, o que era natural já que era a primeira vez. E se despediram, nos convidando para irmos ao apartamento deles na semana seguinte.

Meg e eu demos uma trepada ótima depois que eles saíram. Tinhamos gostado muito do casal e, ao que tudo indicava, eles também gostaram de nós.

Durante a semana, o papo das duas na piscina não foi outro, e Meg contou a ela dos muitos ménages e swings que já havíamos feito. O que Ana Julia ficou grilada foi quando Meg comentou que, nos ménages com duas, rolava beijos e amassos entre elas. 

- Nossa, Meg... eu vou ter de beijar você e fazer outras coisas?
- Não fique grilada... você faz se quiser, se não quiser não faz e eu respeito!

No dia seguinte, lá estava ela querendo saber mais detalhes. Meg começou a achar que ela estava ficando interessada, então deitou a falar a respeito, dando detalhes, falando como era bom...

Mas no nosso segundo encontro, nada rolou entre elas. Foi apenas a troca de casais, como na primeira vez. 

Já estou pronta, queridos...
Eles estavam bem entusiasmados, tanto é que Ana Julia nos recebeu... nua! Abriu a porta, colocou só a cabeça e vendo que não havia mais ninguém, nos deixou entrar e já a vimos preparada... peladinha da silva!

E não foi preciso vinho, papo, nada... logo o João Pedro entrou na sala, também pelado e já de pau duro, para encanto da Meg que foi ao encontro dele e lhe fez um boquete. O mesmo fez a Ana Julia comigo e dos boquetes passamos às chupadas nas xotinhas, os gemidos começaram e trepamos bastante aquela noite. 

Tínhamos chegado às 22hs e saímos de lá às 3 da madrugada. Primeiro comemos as duas trocadas, depois transamos com as respectivas e a última, comendo o cuzinho das duas... também trocadas. 

 
Isso é totalmente novo...
Eles estavam realmente entusiasmados com a descoberta. Então, a terceira, foi alguns dias depois, e num motel e lá, depois de uma primeira rodada, fizemos uma segunda, com as duas nos cavalgando, lado a lado e Ana Julia puxou o rosto de Meg e deu-lhe um beijo na boca. O João Pedro ficou tão alucinado que gozou e acabamos rindo muito da situação.

Mas ai, para descontrair, eu falei que queria ver um show das duas, e elas fizeram, beijando-se, mamando uma na outra e depois Meg deu uma chupada na xotinha da Ana Julia.
Aquilo nos acendeu novamente e comemos nossas respectivas esposas para comemorar a nova fase que se iniciava.