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domingo, 17 de maio de 2020

Primo... me dá uma comidinha básica?


Gostou e no dia seguinte comeu de novo

(escrito por Kaplan)  

A Rafaela adorava seu primo Fernando. Eles tinham começado um rolo desde que fizeram uma viagem com as famílias respectivas. A convivência durante 10 dias, todo dia, toda hora, indo à praia juntos, ele vendo os biquínis dela, ela vendo (depois de alguns dias) que a sunga dele mostrava algo se mexendo lá dentro... aquilo foi dando um tesão danado aos dois. 

Resistir, quem há de?

Lá na praia eles não puderam fazer nada, mas os olhares disseram tudo. E quando voltaram, aproveitando que moravam perto, passaram a se visitar, sabendo as horas em que estariam a sós.
E transaram.
E ela gostou muito, ele também. Então passou a ser toda hora que desse brecha. Ela era muito engraçada, de vez em quando chegava na casa dele e perguntava: Primo... me dá uma comidinha básica?

Ele ria, descontrolado, mas na mesma hora tirava a roupa deles e transavam.
Foi assim que aconteceu numa tarde em que ela esteve na casa dele.
Ela chegou, ainda tinha gente na casa, logo saíram e os dois ficaram conversando no sofá, ela queria saber se alguém voltaria.

- Acho que não, Rafa... você sabe que geralmente as pessoas daqui só chegam lá pelas 6 horas, então, como são 4, só daqui a duas horas é que teremos companhia.
- É... hoje, pelo visto a  minha pergunta tem mais sentido... tem de ser mesmo uma comidinha básica, a não ser que você não queira!
- Mas é claro que quero! Sempre quero! Sempre vou querer! 

Naquele dia ia ser rapidinha mesmo..

Tirou a camisa, tirou a blusa dela. Estava de sutiã, ele balançou a cabeça, sempre pedia para ela ir sem aquela peça horrorosa!
- Seus seios são tão lindos!
Beijou-a, beijou os seios e aí tirou a calça dele e começou a tirar a calça dela. Aproveitou e já tirou a calcinha também. Colocou-a de quatro e deu uma boa lambida na bunda, na xotinha e no cuzinho dela. Arrepiada, ela sentou e mandou ver um boquete bem gostoso. Chupou, lambeu, lambeu as bolas, enfiou a língua entre as bolas e o cu do primo.
E então ela se entregou. De quatro, ali no sofá, ele enfiou o pau e meteu pra valer. Como era gostosa aquela prima!  

de cachorrinho é mais rápido...

Foi mesmo uma comidinha básica e rápida. Naquela tarde o horário que tiveram pra festejar foi pequeno.
O jeito era esperar o dia seguinte.
Ela voltou e aí tiveram quase 3 horas e meia para se divertirem. E dessa vez ela foi sem o sutiã, o que o alegrou bastante. Demorou na mamada nos biquinhos deliciosos que ficaram endurecidos. Era muito tesão o que ela sentia quando ele punha a boca neles.
Ficaram nus e brincaram com seus corpos, passando a mão em toda a extensão, apalpando os seios, a bunda dela, ela segurando o pau dele, apertando a bunda, passando as unhas nas costas e deixando ele arrepiado também... era tudo muito gostoso entre eles! 

Nesse dia puderam demorar bastante!

E naquela tarde, depois de ficar de quatro e ser penetrada, ela também o cavalgou, coisa que adorava fazer porque garantia um gozo certo e fantástico a ela!
Ficaram deitados em seguida, só curtindo o gozo...
E quando chegou a hora, ela se vestiu e ao sair perguntou que dia poderia voltar para outra comidinha básica...


terça-feira, 19 de novembro de 2019

Rapidinhas na piscina

Mesmo rapidinhas são legais

(escrito por Kaplan)

Essa é novidade. Como são rapidinhas, vou narrar três que me chegaram ao conhecimento, envolvendo diversas pessoas. Na verdade, são 6 pessoas, duas em cada caso “rápido”.

A primeira envolveu o Vilmar e a Vânia. 

Ela reclamava da demora dela...
Vânia estava tomando banho de sol enquanto o Vilmar limpava a piscina. Ela estava injuriada, porque ele se atrasara, chegara na casa dela às 10:30, quando, normalmente, chegava duas horas antes e assim tinham tempo legal para transar, já que o marido dela chegava ao meio dia para almoçar.

O Vilmar, como vocês já devem ter percebido, era o encarregado de fazer a limpeza das piscinas daquele condomínio. E a Vânia, pouco tempo depois de ter conhecido o rapaz, se entregou de corpo e alma a ele. Mais de corpo, claro...

Então, com ele chegando naquele horário e tendo de fazer a limpeza da piscina, do contrário o maridão poderia desconfiar de alguma coisa, o tempo que sobrou para eles treparem foi diminuto. Mas mesmo sendo a famosa rapidinha, ela não iria dispensar.

Tirou o biquíni e chamou-o. Quando ele se aproximou (já tinha pedido as desculpas pelo atraso) ela simplesmente agarrou a bermuda dele, puxou-o para bem perto, tirou a bermuda e mandou ver um boquete que ele sempre gostava de receber dela. De todas as famintas mulheres que o agarravam naquele condomínio, sem dúvida a Vânia era a que sabia fazer o melhor boquete. 

Rapidinha, mas muito legal!

Respondeu dando uma boa chupada na xotinha da senhora. E depois a colocou de quatro e meteu vara. E ela ainda fez questão de cavalgar até gozar. A adrenalina ajudou, pois a perspectiva de o marido chegar mais cedo era apavorante.

Conseguira seu objetivo. Lamentavelmente, o Vilmar não podia ficar mais tempo por lá. Despediu-se. Voltaria na semana seguinte e prometeu que não atrasaria. Afinal, trepar com ela era uma das boas coisas daquele condomínio!

A segunda envolveu o Tadeu e a Vanessa.

Também foi na piscina, também a mulher era casada. Vanessa era o nome dela. E o contemplado pela formosura das curvas dela era o Tadeu, vizinho. No caso deles, sempre tinha de ser rapidinha, porque ele trabalhava na cidade e tinha de esperar o marido dela sair para poder dar uma assistência à Vanessa. 

Mais uma que gosta na piscina...
Ela já o esperava de biquíni, traje que o marido não desconfiava porque sabia que ela iria nadar, era o que fazia toda manhã! Só não sabia que em algumas manhãs, ela nadava acompanhada, por outros mares...
Na verdade ela não nadava acompanhada. O Tadeu já ia vestido para de lá sair para a cidade. O máximo que ele podia fazer, no pequeno intervalo de que dispunham, era tirar a calça para não ter perigo de qualquer respingo comprometedor.

Chegou, abraçou-a, apalpou a bundinha dela, beijou-a. Colocou-a sentada num banco de cimento que havia lá e deu-lhe uma gostosa chupada, que ela retribuiu fazendo um rápido boquete. E depois trepavam, do jeito que dava. Ou ela cavalgava, ou ele a comia no dog style e até mesmo no papai e mamãe eles chegaram a fazer uma vez. 

Tem de acelerar...

E ela dava um jeito de acelerar seu gozo, pois o tempo dele era contado. Não mais que 15 minutos. Ela conseguia isso masturbando-se antes de ele chegar, assim, já estava a meio caminho andado de ter o gozo que era fundamental para ela. Isso ela fazia na cama, e, excitada pelos dedos, ela punha o biquíni e ia esperar o Tadeu. Assim, em 90% das vezes ela conseguia ter orgasmo. Era uma média boa, só melhorada quando ele tinha férias e aí podia ficar algumas horas e não apenas alguns minutos com ela. Mas valia a pena.



A terceira envolveu a Valdirene e a Marinéia.
A terceira rapidinha em piscina envolveu duas amigas apaixonadas. Valdirene e Marinéia. Namoravam escondido das respectivas famílias, que, muito conservadoras, jamais admitiriam que as filhas fossem lésbicas. Mas eram e aproveitavam alguns momentos na piscina da casa da Valdirene. Na casa da Marinéia também havia piscina, mas havia muita gente, o que não acontecia na casa da namorada, onde somente ela e a mãe estavam presentes. Então, torciam para ela dar alguma saída, que fosse ao salão, que fosse comprar algo, ou simplesmente visitar alguém ali perto, para poderem se amar.

Aí entravam na piscina, brincavam, se beijavam, tiravam os sutiãs e mamavam nos seios uma da outra, sempre de ouvido em pé no barulho de carro chegando, ou seja, a mãe chegando e elas tendo de interromper o que faziam. 

Rapidinha lésbica... interessante!

Quando a mãe demorava, elas chupavam as xotinhas, faziam 69, esfregavam as xotinhas uma na outra, tudo que pudesse lhes dar prazer.
Gozo mesmo, profundo, só quando elas iam a um motel, também de forma despistada. Falavam que iam ao cinema, ou ao teatro, inventavam sempre uma desculpa e entravam num motel da beira da estrada e dispunham de duas, três horas para externarem seu amor um pela outra.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

O amigo que gostava muito de nos visitar, quando eu não estava em casa!


Mais um da turma de safados que comiam Meg

(escrito por Kaplan)

Sim, Meg transou com muitos amigos e até inimigos... rssss.... brincadeira, todo mundo era conhecido, amigo, tudo gente boa. Mas sempre tem uns que são mais safados do que os outros. É o caso do Saulo.  

A primeira vez ninguém esquece! Mesmo que seja rapidinha...

Colega de clube, depois que transou com Meg a primeira vez, numa das festas juninas, aproveitando o escurinho de certas áreas do clube que ficavam isoladas, mas onde sempre surgiam casais afoitos para umas rapidinhas... depois daquela primeira rapidinha, ele se interessou em ter algumas demoradinhas.

E então, sabendo de meus horários de trabalho, que incluíam viagens também... foi um tal de ele aparecer lá em casa! E Meg adorou, porque, como ela me disse, era um bom trepador.
E ela me contava todas as vezes em que ele foi lá.

Como numa manhã de quinta-feira. Eu saí de casa para trabalhar e tive a impressão de tê-lo visto numa rua perpendicular à minha. Mas como eu estava dirigindo, não pude dar a devida atenção. Parecia que era ele, eu ia telefonar depois para saber se era ele mesmo e se estava esperando eu sair para entrar em ação.
Bingo! Foi exatamente isso que aconteceu!
Só que quando eu telefonei, ele ainda estava lá, então ela me despachou, falando que contaria tudo quando eu chegasse. Tive de esperar até a noite para saber.

- Olha, parece que ele estava mesmo vigiando a hora de você sair. Não deu cinco minutos que você saiu, batem a campainha. Fui abrir e quem era? Ele, o Saulo. Comecei a rir, porque descobri que ele estivera mesmo esperando sua saída. 

Depois das rapidinhas, as demoradinhas, quando o marido sai de casa!

E o safado nem falou nada. Me deu um beijo e foi me arrastando para o quarto, me jogou na cama, pulou pra perto de mim, me encheu de beijos e foi fazendo meu vestido descer e meus seios ficarem na cara dele. Bom que ele sabe que tenho muito tesão com os seios e tratou de me dar uma mamada e tanto, que me deixou acesa!
E numa rapidez espantosa, tirou meu vestido, despiu-se também e veio aquela saraivada de beijos no meu corpo, até que sua boca chegou na calcinha, que só colocou de lado para me dar uma boa chupada.

Depois tirou-a. Para meter ele não queria saber de nada mais a não ser minha buceta. Me pôs de frango assado e enfiou bonito. Gosto muito de trepar com ele, já te falei isso. O pau é reto, grosso, bem duro, e me completa satisfatoriamente. Fiquei ali com as pernas pra cima recebendo as bombadas dele.

Até que ele resolveu mudar e me pôs de quatro. Como gosta! Eu também, você sabe, e lá fui eu receber mais bombadas vigorosas dele. Quase gozei, mas ele me conhece e sabe como gosto de gozar, então não demorou muito para me deixar cavalgá-lo. E foi pulando que eu cheguei ao gozo e como vi que ele não... logo imaginei o que viria em seguida. 

Nas demoradinhas pode-se até comer o cuzinho...

Não deu outra. Me fez deitar de lado, e já veio enfiando o dedo no meu cu. E do dedo passou ao pau. Enfiou bonito, arrancou um bom gemido meu. Sempre dói um pouquinho, né? ainda mais com um pau grossinho como o dele... mas entrou tudo, meteu um pouco, me colocou de quatro de novo e tornou a enfiar... e lá dentro ele gozou, o safado.

Acredita que ele prometeu que voltará qualquer dia desses?


quarta-feira, 13 de março de 2019

Uma rapidinha no escondidinho do quintal


Tem coisa melhor?

(escrito por Kaplan)

O quintal da casa de Betânia não era em condomínio. Era uma casa de uma cidade pequena, onde os arranha-céus não tinham chegado. Quando muito, um sobrado. E olhe lá!

Quase todas as casas tinham quintais, com árvores frutíferas. Mangueiras, goiabeiras, marmeleiros, bananeiras, de tudo havia.
E quintais grandes, com muitas árvores, sempre forneceram aos namorados alguns cantinhos especiais para troca de carícias. E até mesmo trepadinhas rápidas eram possíveis.

Como na casa da Betânia, que namorava o Dante. Estavam eles sentados, uma tarde, num banco perto das muitas árvores, quando a mãe dela avisou que iria dar um pulo no mercado.
Isso significava que os dois ficariam a sós.
E trataram de aproveitar cada segundo. 

Já que a mãe foi ao mercado... aproveitem, jovens!

A primeira coisa que ele fez foi abaixar o vestido ela e dar boas mamados nos peitinhos. Sim, ela os tinha pequenos, era até meio complexada com isso, mas ele adorava. Podia por inteirinho na boca.
E mamou gostoso como sempre.

Ela não fez por menos. Tirou a bermuda dele e foi a vez de ela mamar bem gostoso no pau do namorado. Fora o primeiro namorado que quisera boquete, ela teve de aprender com ele como fazer. E aprendeu rapidinho, tornou-se uma boqueteira de primeira!
E chupou tanto que ele teve de lembrá-la que não podiam demorar muito, pois a mãe dela podia regressar.

- É mesmo... sempre me entusiasmo te chupando que esqueço da hora!

Levantou, tirou a roupa toda, ele também já estava nu, sentou e ela sentou no pau dele. Ali, era a melhor coisa a se fazer, pois nada tinha sido programado. 

Ela achava a melhor coisa do mundo pular com o pau dentro dela...

Se existe algo que não dá pra fazer é cavalgar só um pouquinho... mesmo sabendo que era uma rapidinha que ia rolar, ela não conseguiu parar.

Dir-se-ia que a adrenalina falou mais alto. O temor de a mãe chegar, aliada ao fato de que estava sentada num pau que ela adorava, já começando a sentir que algo de muito bonito ia acontecer, ou seja, ela iria gozar, fez com que ela ignorasse o perigo e pulasse desenfreadamente até conseguir o que pretendia.
E conseguiu, um dos melhores gozos da sua vida.

E viu que o namorado não gozara.

- Ai, Dante, você não gozou, hoje eu fui muito rápida, não é?
- Tem problema não, a gente sabia que não ia ser como sempre, tem o risco de sua mãe aparecer.
- Goza em mim! 

Tão bom quanto gozar dentro é gozar fora...

Ajoelhou na frente dele e ofereceu os pequenos seios para ele, que bateu uma punheta e gozou neles.

- Que lindo que foi ver seu gozo sair!
- Mas corre lá e se lave, antes que sua mãe chegue.
- Isso mesmo.

Pegou a roupa e correu para dentro de casa. Ele vestiu a cueca e a bermuda, a camisa e ficou sentado exatamente onde estava.
Bem na hora. A mãe dela chegou e foi ao quintal ver os dois pombinhos.

- Uai, cadê a Betânia?
- Foi ao banheiro, disse que precisava fazer xixi.
- Ela disse isso? Menina sem juízo!


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Trepadinha básica antes do café da manhã



Pra começar bem um dia de trabalho...

(escrito por kaplan)    

6:30 de uma manhã que parecia fria. Chovera a noite toda e eu nem sabia se o sol tinha dado as caras naquela manhã. Mas tinha de me levantar,  o trabalho me esperava. Olhei para  meu lado e vi que minha companheira Denise não estava ali. Mas eu tinha certeza de que ela dormira comigo...

Espreguicei e quando me preparava para deixar a cama, vejo-a entrar.

Usava uma camisa minha, mas estava toda aberta e assim eu vi que ela estava só de calcinha, seus belos seios apareciam quando ela andava e a camisa se movimentava.

- Bom dia, meu amor!
- Bom dia... levantou cedo!
- Fui preparar o café pra nós dois, mas tive de colocar sua camisa porque está fazendo um pouco de frio, já olhei o céu... todo nublado, nada de sol.
- Também, com a chuva que caiu essa noite...
- Não vi nada, dormi como uma pedra, abraçadinha com você! 

Esta noite foi tão gostosa...
E aí ela subiu na cama e veio se arrastando em minha direção. Seus olhos e sua boca me diziam que ela estava bem intencionada... até demais, talvez!

Deitou por cima de mim e me deu um beijo.

- Hmm... que gostoso...

Ela começou a tirar a camisa, levantou a colcha e começou a tirar a camisa de pijama que eu usava.

- O que você está pretendendo, amor?
- Nada demais, só uma trepadinha básica antes do café da manhã...
- Mesmo? A de ontem à noite não te agradou?
- Agradou demais, por isso que quero bis...
- Você sabe que eu tenho de trabalhar... não sabe?
- Tudo a seu tempo, está cedo ainda, primeiro a gente trepa, depois toma café, depois saímos, cada um pro seu trabalho. Para de reclamar, quero chupar seu pau, posso?
- Desde quando você precisa pedir? 

Gostosa esta sua cueca... rssss....
Ela deu um sorriso, puxou o lençol todo e viu que meu pau, dentro da cueca, já dava sinais de vida. Lambeu-o por cima da cueca mesmo e depois, rindo do que havia feito, puxou-a, tirou-a e aí pôde chupar direito, sem pano algum para atrapalhar.

Depois de chupar bastante e deixar meu pau todo melado, ela veio sentando-se em cima de mim, puxou a calcinha pro lado e sentou no meu pau.

- Como eu gosto de sentir essa piroca sua entrando dentro de mim...
- E eu adoro ver você pular... pula!

Ela pulou, seus cabelos esvoaçavam, eu tentava segurar os seios dela, mas não conseguia tal a rapidez dos pulos que ela dava. De repente, levantou, tirou a calcinha e sentou, dessa vez de costas pra mim e voltou a pular. 

Quando eu pulo, sinto que sou eu que estou te comendo!
Estava chegando ao ponto próximo ao gozo, eu sentia pela respiração ofegante dela, pelos gemidos cada vez mais altos.
Saiu de cima de mim, deitou-se ao lado, de barriga pra cima, eu via os seios dela arfando.

- Enfia... me come!!!

Levantei a bundinha dela para ficar na posição em que eu, ajoelhado na cama, podia enfiar o pau bem de frente. E fiquei bombando e vendo que ela fechava os olhos, mordia os lábios...

- Mete, mete bem forte... estou quase indo... me fode toda!

Nunca tinha ouvido ela falar daquele jeito e isso me deu um tesão enorme, então bombei com mais força ainda e logo vi ela caindo na cama, soluçando e rindo ao mesmo tempo. Inclinei meu corpo pra ficar atrás dela, sem tirar o pau de dentro e aí fiquei comendo-a de ladinho. Por poucos minutos, pois eu também já estava quase gozando e isso aconteceu em seguida.

- Nossa, querida... é isso que você chama de trepadinha básica?

Ela riu.

- Foi uma das melhores, não foi? Acordei com um tesão danado... precisava disso.
- Agora vamos tomar nosso café?