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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Depois de andar de patins, ele a levou pra casa


Ela queria fazer sexo com todo mundo vendo

(escrito por Kaplan)

Cleonice tinha um amigo, o Victor. Desses amigos de todas as horas. Amigos desde a infância. Intimidades eram reveladas, conselhos eram pedidos e ouvidos. Um amigão.
E um dia, sem mais nem menos, ela confessou que tinha uma fantasia super secreta. Mas acabou revelando-a ao Victor.

- Eu sonhei um dia uma coisa que me deixou excitadíssima e penso que gostaria de fazer, mas não sei se teria coragem. É algo que penso quase todo dia.
- O que seria?
- Transar com muita gente vendo. Só vendo, nada de orgia. Eu e um cara transando e sendo vistos por pessoas, homens e mulheres. Acho que eu teria um gozo fenomenal, mas e o medo de fazer tal coisa?

Ele riu. Que fantasia mais doida era aquela. Mas não tirou da cabeça e acabou realizando a fantasia dela. Interessante que os dois nunca tinham transado, e ele viu a chance de conseguir uma bela transa com ela. A amizade dos dois seria completa caso isso acontecesse.
Então se preparou para tentar ajudá-la a realizar a fantasia. 

Patins... mas ela queria outra coisa.
Aproveitou um sábado, em que estaria sozinho no apartamento, porque os pais estariam viajando e foi atrás dela.
Encontrou-a andando de patins na praça perto de onde moravam.
Viu-a, ela o viu, chegou até onde ele estava. Não era exímia patinadora, mas dava para quebrar o galho.

- Oi, querido. Que bom te ver!
- Acho que você vai gostar mais ainda do que venho falar.
- Uau... diga lá!
- Quer realizar a sua fantasia? Aquela de transar com pessoas vendo?
- Mentira! Como vou fazer isso?
- Vamos lá em casa, te explicarei.

Ela tirou os patins rapidamente e, com o coração aos pulos, acompanhou-o. Ele a levou à varanda. Cidade grande, muitos edifícios de apartamentos próximos. Ela via pessoas nas salas, nos quartos... e começou a entender que transar ali naquela varanda... humm... o Victor havia arrumado uma bela plateia para ela. Mas com quem? Quando foi fazer a pergunta, viu o olhar mais sedutor do mundo estampado no rosto dele.

- Nós dois?
- Sim.
- Nunca tinha pensado nisso.
- Eu pensei. E te ajudo a realizar a sua fantasia. Depois não precisa transar mais comigo. Só hoje.
- Victor, eu nunca tinha imaginado... mas como você se preocupou em realizar minha fantasia, vou adorar transar com você aqui na varanda. Acho que muita gente vai ver, né? Estou vendo muitas pessoas nas janelas e varandas... nossa, estou muito excitada... 

Era só pra agradecer...
Eles se beijaram e ela sentiu que ele já estava excitado, então ajoelhou, abriu-lhe a braguilha. Uau! Que belo pau!
Fez um boquete. Estava doida pra saber se tinha alguém vendo e ele começou a narrar o que percebia.

- Tem dois adolescentes que pegaram um binóculo e estão olhando pra cá... to vendo, espera... contando... oito homens olhando e segurando o pau... tem uma garota também. Os dois do binóculo estão telefonando... chiiii... apareceram mais quatro adolescentes, estão vendo tudo!

Cleonice quase gozava só de saber que estavam vendo-a fazer boquete. Aí levantou e continuou chupando. Quem estivesse vendo de apartamentos mais altos a veria de corpo inteiro. Quando parou de chupar, o Victor colocou-a apoiando as mãos na mureta, abaixou a saia e a calcinha dela e enfiou o pau. Ficou bombando e vendo o resultado.

- Nossa, Victor, estou vendo os adolescentes que você me falou. Já estão batendo punheta. Acho que hoje eles vão sonhar com o que estão vendo!
- Eu não sabia que você era tão exibicionista assim, Cleo...
- Se soubesse já teria me convidado, né?

Ele riu. Lógico que sim...   

Você realizou minha fantasia... fantástico!
E a farra dos voyeurs continuava. Eles viam o corpo dela sacudido pelas bombadas do Victor. A moça que estava vendo se despira e se mostrava nua para eles. Victor estava abismado. Nunca pensara nisso!

Tirou a camiseta da Cleonice e afastaram-se da mureta. Ficou encostado na janela de vidro, comendo-a e agora quem via de frente estava vendo ela pelada. Era tudo o que ela queria! Se exibir para as multidões!
Colocou-a de quatro e ficou metendo. Ela gemia, enlouquecida por estar realizando sua fantasia e também porque o Victor se revelava um garanhão. Como trepava bem o amigo! E ela nunca soubera disso!

- Victor, já gozei duas vezes... está ótimo!

Como ele não tinha gozado, a última parte do show foi o boquete que culminou com as golfadas dele no rosto da Cleo.
Deram adeus à platéia, entraram, rindo.

- Victor, você é o companheiro que preciso na minha vida. Vamos ficar juntos, querido?
- Nem precisava perguntar!


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ensinou a vizinha a andar de patins e ganhou um belo prêmio



Há coisas que sendo feitas quando adultos adquirem um sabor extra...

(escrito por Kaplan)

Numa cidade do interior, razoavelmente povoada, com cerca de 50.000 habitantes, morava Marisa, filha de um comerciante local. Quando completou 18 anos, tanto pediu que o pai, finalmente, cedeu e lhe comprou um par de patins. Ela pedia isso desde que tinha uns 12 anos, mas ele, preocupado com os tombos que fatalmente ela iria tomar, inventava mil desculpas e não comprava.
 

Quando ela fez 18, no entanto, ele cedeu. Comprou e ela começou a frequentar um parque que havia na cidade, onde ela via alguns rapazes e moças e até crianças andando em seus patins.
Não era tão fácil como ela imaginara. E andou tomando alguns tombos, o que chamou a atenção de Eduardo, que morava vizinho a ela.

Ele ajudou-a a levantar, e ela, morrendo de vergonha, confessou a ele que nunca andara de patins, apesar de ser o sonho de sua vida. 

Me segura se não eu caio!
- Marisa, não precisa ficar com vergonha... todo mundo quando começa, cai mesmo. Até a gente alcançar o equilíbrio necessário costuma demorar algum tempo... e tombos vão acontecer, você precisa, inclusive, aprender a cair para não se machucar.
- Me ensina, Eduardo? Se eu desistir acho que meu pai acaba comigo... ele nunca quis que eu tivesse patins e agora que me deu... já viu né?
- Claro que ensino... vamos lá, vamos andar um pouco, devagar, e de mãos dadas, para você ganhar confiança.

E assim foram andando, ela preocupada em não cair e ele, já veterano em patinação, a segurando. E nas horas em que ela desequilibrava, ele a puxava para si, e os corpos se encostavam, e ele sentia o perfume dela... começou a gostar da brincadeira.

E isso se repetiu durante vários dias, até que ela conseguiu andar sozinha. Então os dois combinavam os horários para patinarem juntos e, quando acabavam, sentavam-se num banco da praça para tomar um sorvete ou beber uma água de coco. 

Esse diploma vai dar frutos... (foto: Kaplan)
E um dia, brincando, ele imprimiu um “diploma de patinadora” e deu a ela ao final do passeio, quando estavam conversando, embaixo de uma árvore. Ela olhou para ele, com ternura, e deu-lhe um beijo na boca.

- Uau... vou trazer um diploma todo dia!

Ela riu... 

- Não precisa trazer, vai ganhar sempre um beijo pela sua dedicação em me ensinar a patinar, sem você eu nunca teria conseguido realizar meu sonho.
- Puxa... obrigado!
- E... Eduardo... eu gostaria que você fosse lá em casa comigo... não tem ninguém lá. Mamãe foi fazer compras para a loja do meu pai, ele está na loja e não tem como sair... eu quero te agradecer mais, muito mais, pelas lições que você me deu!

Eduardo ficou desorientado. Mas não seria indelicado. Acompanhou-a, entraram na casa, ela tirou os patins, ele também. E quando ele olhou para ela, viu que ela se deitara no sofá e levantara a blusa. Os seios dela estavam ali, lindos...

- Vem, Eduardo...

Alucinado, ele ajoelhou-se perto dela e beijou-lhe os seios, sugou, deu umas pequenas mordidas nos biquinhos. Marisa adorou, tirou a calça e deitou-se em cima dele, beijando-o apaixonadamente. E sentiu algo aumentando de tamanho dentro da calça dele. Saiu de cima, tirou a calça e viu a cueca bem estufada. Passou a mão e comentou:

- Que lindo... ele está durinho, durinho...

Tirou a cueca dele e ficou admirando o belo pau do vizinho e amigo.
Ele tirou a calcinha dela e lambeu-lhe a xotinha, enlouquecendo-a. Ela não conseguia nem parar quieta, seu corpo tremia, seu quadril saía do sofá, se erguia e ele não parava de chupá-la.

- Vem, querido, me penetre!

Que convite mais encantador! Que presente mais delicioso pelas lições de patinação!
Correram para o quarto dela, ela deitou-se de costas e ele já caiu em cima dela, penetrando sua xotinha.

- Ahhhh... Eduardo.... que delícia... enfia tudo... mete com força... 

Patina dentro de mim, patina!!!
Ele ficava baratinado ouvindo-a falar daquele jeito. E começou o vai e vem, sem parar, estocadas firmes, que faziam o corpo dela sacudir, os seios balançarem... olhos fechados, Marisa delirava e se aproximava o momento em que gozaria. E o momento chegou, ela ouviu foguetes e sinos tocando e relaxou completamente com ele em cima dela.

Só que ele não tinha gozado. Deu uns minutos para ela recuperar e começou a beijar seu corpo, mamar nos peitinhos, lamber a xotinha, passar a mão no cuzinho.

- Ai, Eduardo... aí atrás não... tá? É a única coisa que não faço...
- Tudo bem, mas posso pelo menos fingir?
- Como assim, fingir?
- Já te mostro.

Colocou-a de quatro e enfiou o pau na xotinha, por trás e começou a bombar. E quando sentiu que ia conseguir gozar, lembrou-se que não havia perguntado a ela nada a respeito, então, por via das dúvidas, tirou o pau e gozou na bunda e nas costas da Marisa.

- Quer ser meu namorado, Eduardo?
 - Nem precisava perguntar...