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quarta-feira, 17 de março de 2021

Fotografando a natureza, vi um casal em plena ação

 Tão natureza aquela trepada!

(escrito por Kaplan) 

 

Curto muito fotografar paisagens

Todos vocês sabem que fotografei inúmeras mulheres, profissionalmente, mas poucos sabem que um dos meus temas favoritos eram árvores e flores. Simplesmente elas sempre me chamaram a atenção e já fiz centenas de fotos de natureza. 



E belas flores também.


Curiosamente, num dia em que eu estava justamente procurando belas coisas da natureza para fotografar, fui surpreendido por vozes de homem e de mulher.

Fiquei atento, não sabia de quem se tratava, poderiam ser bandidos... mas logo vi que não precisava me preocupar. Era um casal, ambos na faixa dos 40 anos, que passeava naquele local onde eu estava. Fiquei olhando por alguns minutos, depois voltei minha atenção para a vegetação. Só que, aí, ouvi sons bem conhecidos, de pessoas se beijando e suspirando de amor.

Esqueci as árvores e flores e mirei minha câmera na direção dos dois. Estava longe deles, mas tinha uma teleobjetiva de 600, o que me permitia ver os dois de pertinho sem que eles notassem minha presença.

E ele estava beijando-a, na boca, na nuca e ela se enroscava toda nele, senti que iriam fazer coisas proibidas... 


Mais bonita que a flor? oh... dúvida!

As mãos dele já apalpavam os seios dela, por cima da blusa, mas era o suficiente para ela se contorcer, sorrindo com a ousadia dele. E ele baixou a calça dela, fiquei vendo uma bela bunda com uma calcinha fio dental, belas nádegas tinha a moça!

Tirou a blusa dela, a calça, deixou-a só com a lingerie, fez ela dar umas voltinhas para ele apreciar o conjunto todo e eu também apreciei, belo corpo tinha ela!

Tirou o sutiã. Seios pequenos, um pouco caídos, mas ainda formosos. E os peitinhos foram devidamente beijados e mamados por ele, e ela já foi passando a mão nas regiões mais interessantes, tirou o cinto e abaixou a calça para chupar o pau dele gostosamente. Ela chupava e se excitava, passando a mão sobre a xotinha.

Ele estendeu as roupas dos dois, fazendo uma cama onde ela se deitou e ele já veio enfiando o pau, só afastou a calcinha dela pro lado e meteu. O olhar dela era de quem estava curtindo bastante a trepada que tivera inicio. Era bem excitante ficar vendo, e eu agora queria saber tudo que eles iriam fazer. 



Excitante ver o que eles faziam...

E fizeram a tão admirada cavalgada, ela de costas para ele e pulando fortemente. Estavam bem de frente para mim, que via a xotinha dela subir e descer, engolindo o pau por inteiro. Depois ela virou o corpo, ficando de frente pra ele, com o corpo curvado e sendo mamada enquanto pulava. Devia estar uma maravilha o que eles faziam!

E o poderoso ainda a colocou de quatro para dar aquelas bombadas que as mulheres tanto gostam, porque sentem o vigor do macho a penetrá-las. E ainda deu pra ver direitinho que ele metia na xotinha e enfiava um dedo no cuzinho dela!

Pensei que iria ver um anal, mas não teve não. Naquela posição, ao que tudo indica, ela gozou e ele também, porque caiu deitado ao lado dela.

Dali a pouco eles se vestiram e, de mãos dadas, continuaram seu passeio pelo bosque. E mal sabiam que ficaram registrados no meu filme!

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Vendo a sobrinha e o namorado, nas árvores e no milharal


Local bem discreto para fazer safadezas...

(escrito por Kaplan)

Um passeio sexual diferente foi-me proporcionado pela Paulinha. Toda vez que ela pedia para eu levá-la ao sítio com um namorado, era na piscina que se desenrolava tudo, para alegria de quem estava vendo, ou seja, eu.

Pois teve uma vez em que ela levou o Viriato lá e, aproveitou a natureza. Ou seja, em vez de ficar na piscina com ele, levou-o para a parte do pomar em que havia algumas árvores, como goiabeiras e mangueiras, e também era a época de quase colher as espigas de milho. O milharal estava lindo, e ela utilizou-o também para suas estripulias amorosas.

De camiseta e shortinho, ela subiu na mangueira e ele ficou embaixo, só olhando. Não quis subir, teve receio. Esses moços da cidade... não tiveram infância, só pode!

Pois ela trepava muito bem, em todos os sentidos. Mostrou a ele que sabia trepar numa mangueira. Andou pelos galhos todos, rindo, chamando-o e vendo que ele não arredava pé.

Para tentar atraí-lo, começou a levantar a parte de baixo do shortinho, desses mais largos, e mostrando a calcinha. Nada, ele continuava lá embaixo, só apreciando o espetáculo. Aí ficou mais ousada e tirou o shortinho. Tirou a camiseta e mostrou os seios a ele. 

Ela trepava... e nada do rapaz subir!!!

Enfiou a mão dentro da calcinha e ficou como se estivesse se masturbando... e ele não se atrevia.
Ela queria experimentar trepar nos galhos da mangueira, mas quando viu que ele não iria mesmo, ela desceu, deu uma bronca amorosa nele e o carregou para o milharal.

De lá ele não escaparia, ela tinha certeza disso. Não teria de trepar em árvore, só nela, e isso ele sabia fazer muito bem!

Começaram a se beijar, a se dar amassos e mais amassos e quando ele já estava nu, ela saiu correndo no meio do milharal e gritava para ele encontrá-la.
Como ele era desajeitado... esbarrava nas espigas, batia cabeça e ela vendo, ria sem parar. Até que resolveu aparecer para o rapaz. 

Até que enfim ele a achou!!!

E os dois, finalmente, vestidos de Adão e Eva no paraíso do milharal começaram a fazer o que mais gostavam: trepar.

Começou com ela segurando o pau dele, fazendo-o endurecer e chupando gostosamente. Ela começava lambendo de baixo pra cima, lambia por todos os lados e depois é que engolia. E voltava, chupava a bolas, tornava a lamber e engolir. Ficou nisso um tempão.

Falou alguma coisa com ele e ele entendeu, colocou a calça no chão, sentou nela e ela sentou nele. E cavalgou bastante. Eu não conseguia ouvir, só ver, mas imaginava o quanto ela estava gemendo... ela sempre gemia quando cavalgava na cama, eu podia fazer uma idéia do quanto gemeria na natureza.

Depois foi ela que ocupou a calça dele, ficando de quatro e ele metendo sem parar.
Pela cara dela, eu vi o momento em que ela teve seu gozo.
E como gostava muito, chupou-o de novo até ele gozar em sua boca.

Então vieram os dois, pelados, carregando as roupas, tomaram uma ducha no chuveiro da piscina... e pularam lá! Claro, não podia rolar só no pomar, tinham de trepar também ali... 

Não podia faltar o anal... 

Claro, eu tinha me esquecido de como ela gosta de anal, como a prima e a irmã. E à beira da piscina foi que ele enfiou o pau no cuzinho dela e meteu gostoso...

Como essas garotas tinham os mesmos gostos da tia Meg era algo que ciência precisava desvendar. Cavalgar, anal... eram coisas que a Meg fazia sempre, adorava. E as três puxaram... bom que eu também aproveitava esses desejos delas... era muito bom comer aqueles cuzinhos...


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O laço amarelo era o sinal deles.


Bem pensado esse golpe...

(escrito por Kaplan)

Queria que ele me comesse assim...
Adriano e Jacqueline, que moravam em duas fazendas vizinhas, mas cujos pais eram ferrenhos inimigos, acabaram se apaixonando e aí veio a grande dúvida: como poderiam extravasar sua paixão? Os pais de ambos jamais concordariam com namoro e casamento nem pensar.
Então eles bolaram um jeito incrível de se encontrar quando os pais estivessem ausentes. 

No limite entre as duas fazendas, havia uma bela árvore, cujos galhos chegavam até quase tocar o chão. Pois eles deixariam amarrado num dos galhos um laço de fita amarela. E colocavam nele, escrito, dia e hora.

Assim, puderam se encontrar e ter belas transas.
Como no dia em que ela foi até a árvore, viu o laço que ele deixara, e como já estava quase na hora, correu até o ponto em que eles se encontravam. Lá estava o Adriano, em seu jipe, esperando impaciente por ela.

Abraçaram-se, beijaram-se e ela pediu para dirigir o jipe naquele dia. Ele concordou, ela saiu em direção ao local mais recôndito em que poderiam ficar. Era perto de um riacho que corria de uma fazenda a outra. 

Esse jipe veio a calhar...
Com o jipe com a capota abaixada, ela ficou em pé na traseira e ele, no chão, com a cabeça na altura das zonas mais interessantes, começou a beijar-lhe as pernas, tirou o short que ela usava, ela mesma tirou a camiseta dela e dele.

E os beijos e lambidas nas pernas e na xotinha dela começaram, e ela teve liberdade de gemer à vontade, porque ali não passava ninguém.

Ela fez questão de fazer um boquete nele, antes que ele a colocasse sentada na parte traseira do jipe e enfiasse lentamente seu pau na xotinha.

- Ah, Adriano... como é gostoso ser comida por você!
- Nem me fale, Jack... nem me fale... adoro comer você também...
- Faz daquele jeito do outro dia?

Ele sorriu. Haviam feito uma maluquice e ela queria repetir. Tudo bem... 

Ele é forte e o pau bem duro...
Sem tirar o pau de dentro, ele colocou as mãos na bundinha dela e foi levantando-a até ele que ele ficasse em pé e ela, engarranchando suas pernas na cintura dele.

- Hummm... que delícia... ainda bem que você é bem forte para me aguentar...
- Vou querer um prêmio por te aguentar assim...
- Eu já imaginava isso... como você é safado, meu amor! Deixa eu te chupar um pouco mais pra facilitar.

E chupou até o pau dele ficar bem melado, então ela ajoelhou  e ele deu entrada no cuzinho. Esse era o prêmio que ele mais gostava.

E ela sabia a razão. Ele confessara que a iniciação sexual dele, na adolescência, era comendo as cabras... a principio ela horrorizou, mas depois começou a dar o cuzinho a ele e ele prometeu que nunca mais pegaria cabras...

Depois ela sentou nele, ainda dando o cuzinho e pulou até sentir o gozo dele penetrando-a.

Agora, era continuar visitando a árvore para ver se um laço amarelo aparecia por lá...