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segunda-feira, 1 de abril de 2019

A secretária achou que merecia um castigo pelos erros


E o patrão gostou muito de castigá-la

(escrito por Kaplan)

Maria Clara era secretária do doutor Cícero, professor de Estatística de uma universidade particular. Com mestrado, doutorado e até pós-doutorado, ele se dava ao luxo de dar aulas no turno da manhã apenas, pois recebia um salário digno. E à tarde varando a noite, como era solteiro, ele mantinha um escritório onde prestava consultoria a quem precisasse.

Evidentemente, precisou de uma secretária e gostou muito da Maria Clara. Mais pelo corpo escultural do que propriamente pelas qualidades profissionais. E ela também achou o novo patrão um sujeito bem apessoado e que despertava desejos inconfessáveis.

Porém, ele era muito exigente e cedo descobriu que a Maria Clara tinha um defeito sério, que era o domínio da língua portuguesa. Cometia erros absurdos nos documentos que ele pedia para ela escrever, inclusive nas cartas que ele enviava a diversas empresas oferecendo seus serviços de consultoria. 

Gostosa, mas como erra!!!
A princípio, ele corrigia os erros e pedia para ela repetir a digitação. Bem envergonhada, ela fazia o que ele pedia e levava os papeis devidamente corrigidos para ele assinar.

Teve um dia que ele perdeu a esportiva. Foi lendo uma correspondência que iria enviar para uma empresa importante e ao descobrir os erros, foi riscando com caneta vermelha. Saiu da sala e foi até a salinha onde ela ficava e mostrou o papel com os erros assinalados. Mais uma vez ela ficou envergonhada. E para tristeza, ele disse que se continuasse daquele jeito não teria como ela continuar trabalhando pra ele.

Ela ficou desesperada. Tratou de corrigir rapidamente e levou à sala dele. Pela primeira vez encontrou a porta trancada. Teve um péssimo pressentimento e bateu. Ele veio atender, fez ela entrar. E começou um discurso de reprimendas.
Quase chorando, ela apelou para um recurso que tinha tudo para dar errado.
Ele estava em pé atrás dela, que estava na frente da mesa. Inclinou-se. Ele não entendeu. E sem precisar de ele perguntar, ela falou:

- Doutor Cícero, eu preciso muito do emprego. Vou me esforçar para melhorar. Não queria que o senhor me demitisse. Mas acho que preciso de um castigo. Meu pai sempre me castigava quando eu fazia alguma coisa errada. Ele me punha nessa posição que estou e me dava palmadas. Por favor, me castigue, quem sabe assim eu erro menos? 

Fiz por merecer... me castigue!
Ele achou a conversa meio estranha. Mas vendo o bumbum dela bem arrebitado à sua frente, resolveu fazer o que ela pedia. Deu um tapa na bunda direita e outro na esquerda. Não viu que ela sorria. Ela tinha percebido um jeito ótimo de não ser demitida.
Foi ele que perguntou:

- Acha que esse castigo é suficiente?
- Acho que não, doutor, o senhor bateu muito devagar, ou então foi a saia que não me deixou sentir direito.

Ela suspendeu a saia. Ele viu aquela bunda maravilhosa, mal coberta por uma calcinha fio dental. Deu mais dois tapas, mais de leve do que os primeiros.
Ela reclamou.

- Doutor Cicero! Eu preciso de um castigo mais duro, entende? Bem duro!!!

Como ele não se decidia, ela tirou a calcinha, sem olhar pra ele, continuou na posição mas fez questão de encostar a bunda nele. E sentiu que o pau dele estava razoavelmente duro. Finalmente ele entendeu o que ela estava pedindo. Abriu a braguilha, puxou o pau e enfiou-o na xotinha dela, que deu um suspiro de satisfação.

- Isso, Doutor... me castigue com vontade! 

Sim... assim é um castigo que vale a pena!
O doutor enlouqueceu. Segurou nas costas dela e ficou metendo como ela queria. Se ele pudesse ver a cara de alegria dela...

Sentindo que a calça estava atrapalhando, ele a tirou e ela pôde sentir o corpo do doutor Cícero batendo no seu. Maravilhoso!

Depois de meter bastante, ele tirou o pau e perguntou se o castigo tinha sido suficiente.
Com a cara mais sensual do mundo, ela disse que poderia ter mais castigos sim. Ela merecia!
Ele a colocou sentada na mesa, pernas abertas, xotinha toda à mostra, ajoelhou e lambeu-a todinha. Como ele chupava bem... ela estava delirando!

Ele tirou a roupa toda, gravata, paletó, camisa. E meteu de novo, agora de frente, fazendo com que a mesa até sacudisse. Já suando, ele tirou o pau de dentro e ficou esperando. Ela desceu da mesa e fez um boquete nele. Já estava toda nua também, e ele pegava nos seios dela, belos seios, tamanho médio, como ele gostava! 

Perfeito... castigo perfeito!
Então ele deitou no chão. Ela entendeu que ele queria que ela o cavalgasse e o fez. Sentou nele e cavalgou como uma autêntica amazona. Gozou.

- Nossa, doutor Cícero... que castigo sensacional! Antes que o senhor pense mal, meu pai nunca me castigou desse jeito não, viu? Eram só palmadas mesmo.
- Eu não pensaria isso.
- Bem, vamos acertar as coisas então. Eu prometo que vou fazer de tudo para melhorar. Mas... se de vez em quando eu cometer algum errinho, o senhor promete me castigar de novo?

Ele sorriu. Tinha pensado que havia feito uma contratação errada, mas acabara de descobrir que tinha a melhor secretária do mundo!


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Pra justificar o atraso, ela deu pro patrão


E ele aceitou a desculpa!

(escrito por Kaplan) 

Esta secretária aqui não é a Meg, é a Stella, que trabalhava para o senhor Vitorino. Só que ela tinha um defeito que ele achava gravíssimo e quase todo dia tinha de chamar sua atenção: ela atrasava muito. Cada dia uma desculpa, mas a grande maioria era o trânsito. Ah, o trânsito!

E naquele dia, após mais uma bronca, ela resolveu fazer algo inusitado.
Como o Vitorino havia ido para a sala dele e estava, inclusive, ao telefone, ela entrou na sala e esperou ele terminar a ligação.

- O que você quer, Stella?
- Eu quero que o senhor me castigue por esse atraso de hoje.
- Te castigar? Como assim, quer que eu desconte os minutos de atraso?
- Não. Me castigue de outro jeito.

E ficando de costas para ele, levantou a saia e mostrou a bunda com uma calcinha preta fio dental.

- Me castigue, patrão. Eu mereço! 

Ela quer ser castigada... vou ter de castigar!!!
O Vitorino arregalou os olhos. Que bunda era aquela! E ela queria ser castigada? Merecia aplausos!
Mas já que estava daquele jeito...
Levantou e pegou nas nádegas dela. Macias... apertou e vendo que ela não criava caso, aproveitou para passar a mão entre as nádegas, e vendo-a dar uns gemidos de leve, sua outra mão pegou nos seios da Stella.

- Este castigo está bom?
- Está ótimo... não pare, eu mereço um grande castigo!
- Seu marido vai saber disso?
- De jeito nenhum!
- Ótimo. E você quer o castigo completo?
- Mereço, não mereço?
- Merece sim.

Beijando-a, colocou-a sentada em sua mesa e passou a mão em sua xotinha.

- Acho que este castigo, para ser completo, exige que tiremos nossas roupas. 

Que coisa... bunda, seios... ela é perfeita!
E ele começou tirando o paletó, a gravata, a camisa. Ela levantou a saia até a cintura, tirou a blusa e mostrou os seios a ele.
Como ele ainda estava de calça, ela, sentada na mesa, se curvou o suficiente para abrir a braguilha dele e fazer um boquete. E ele ficou segurando a cabeça dela com uma das mãos e com a outra ele acariciava as costas e o bumbum dela.

E ele fez um 69 diferente. Em pé! Colocou-a de cabeça pra baixo, segurando-a firme e enquanto  chupava a xotinha ela se deliciava com o pau dele.

Depois ele a devolveu à mesa e meteu nela, de frente. Ela gemia, desesperada. Como o patrão trepava legal! Seu marido precisava aprender algumas coisas com ele...
Ele a tirou da mesa, ele deitou-se nela e falou com ela para subir na mesa e sentar no pau dele. Ela adorou a ideia. Pulou um tempo, depois ele fez ela ficar quieta e ele é que mexeu com a bunda, subindo e descendo a pica dentro dela. 

Vou atrasar sempre para ser castigada por ele!
Ela voltou a pular, bem de frente pra ele e rebolava no pau, e gemia e depois parou e fez outro boquete, lambeu o pau todo. Ela tinha gozado enquanto cavalgava e como ele continuava firme, ela perguntou se o castigo tinha terminado.

- Olha, como você atrasou muitos dias e só hoje que estou te castigando, acho que falta uma coisa...
- Pensei nisso também... pode comer.

Era o cuzinho a que eles se referiam. E lá foi ela dando o rabinho pra ele. Até ele gozar dentro dela.

- Seu marido te castiga assim também, quando você comete algum erro?
- Castiga, mas o castigo dele nem se compara ao seu.
- Então, eu acho que você vai gostar de ser castigada por mim toda vez que atrasar. Estou certo?
- Se o castigo for como o de hoje, pode me castigar até duas vezes por dia!