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terça-feira, 30 de abril de 2019

Semana temática SWING 4


A primeira vez foi no hotel da praia

 (escrito por Kaplan)

Muitas vezes as pessoas se conhecem num hotel, numa praia, numa cidade diferente da que elas moram e acabam descobrindo afinidades. O que é muito bom, pois o resultado quase sempre é uma amizade que extrapola os dias de férias, tornando-se cotidiana.

Foi o caso do Urbano, casado com Eneida. Estavam hospedados num hotel à beira-mar, curtindo umas férias, e lá eles conheceram outro casal, Simeão e Carla.
O primeiro contato foi totalmente casual

Acordaram, desceram para tomar o café da manhã, mas o local estava repleto. Nenhuma mesa disponível. Então foram convidados pela Carla para sentarem-se na mesa que eles ocupavam. Ali havia duas cadeiras vagas. Agradeceram, sentaram-se e tomaram o café conversando, se apresentaram. Ao final, como era o primeiro dia dos dois casais, resolveram dividir um táxi até a praia que sabiam ser a melhor daquela cidade.

De comum acordo, pediram ao taxista que os pegasse às 15 horas, no mesmo local em que ele os tinha deixado. 

As duas eram as mais gostosas da praia...
Procuraram uma barraca, sentaram-se, pediram água de coco para começar o dia. E aí as duas tiraram as saídas de praia. Os dois maridos ficaram abismados de ver a esposa do outro. Eram duas gostosas! E com biquínis mínimos! Impossível tirar os olhos, e eles perceberam que estavam fazendo a mesma coisa: despindo com os olhos as duas.

Carla perguntou se alguém gostaria de caminhar com ela. O marido disse que não iria, primeiro precisava tomar algumas cervejas. Provocou risos em todos. A Eneida, sentindo que Carla acabaria indo sozinha, ofereceu-se para acompanhá-la.

Então as duas saíram, devidamente acompanhadas pelos olhares cúpidos do Simeão e do Urbano.

Inevitavelmente o assunto que motivou as conversas das duas enquanto caminhavam e dos dois enquanto bebiam... acho que todos os meus leitores e leitoras já sabem! Mas vou confirmar. Os dois:

- Simeão, vou te falar uma coisa, não fique chateado, porque vi que você não tirou os olhos da Eneida, assim como eu não tirei os olhos da Carla. Rapaz, as nossas mulheres são as mais gostosas que até agora apareceram por aqui!
- Concordo plenamente. Eu percebi que você tinha visto que eu não parava de olhar pra sua esposa, estava até preocupado que isso poderia criar um atrito, mas notei que você também só faltava engolir a minha!
- Somos dois safados!
- Concordo plenamente!

Rindo, eles encheram os copos e brindaram. E ficaram esperando as duas gostosas regressarem.

Quando elas chegaram, mais gostosas do que nunca, pois tinham acabado de mergulhar e seus corpos molhados brilhavam ao sol, um olhou pro outro. Estavam confirmando que haviam ficado com grande tesão com a mulher alheia. 

Da conversa delas veio a idéia (foto: Kaplan)
Só que eles ainda não sabiam o que as duas tinham conversado em sua caminhada...

- Eneida, eu sei que a gente mal acabou de se conhecer, mas você notou como nossos maridos ficaram vidrados quando ficamos de biquíni?

Eneida riu. Tinha observado aquilo também.

- E não deviam. Modéstia à parte, o Urbano tem uma mulher bem gostosa, o mesmo acontecendo com o Simeão.
- Hahaha... realmente, lindas e gostosas nós somos!
- E o que você achou do meu marido? Pensou em devorá-lo como ele gostaria de te devorar?
- Eneida, nossos maridos também não são de jogar fora. Eu comeria o seu, e tenho certeza de que você comeria o meu!
- Seu marido é ciumento?
- Nunca notei não, e o seu?
- Nem um pouco.

Ficaram alguns minutos em silêncio.

- Carla, estou pensando aqui uma coisa.
- Será que é o mesmo que eu estou pensando? Uma troca?
- Nossa... estamos bem afinadas de pensamento... foi isso que pensei.
- Vocês já fizeram alguma vez?
- Não e vocês?
- Já. E é muito legal.
- Estou ficando excitada. Vamos voltar que preciso conversar com o Urbano. Eu topo, você topa, o Simeão topa, só falta o Urbano. Tenho de convencê-lo. 

Só falta você, querido... (foto: Kaplan)
Foi assim que elas voltaram e logo a Eneida catou o Urbano para conversarem no meio das ondas. Enquanto isso, a Carla falou com o Simeão sobre o que poderia rolar e ele aprovou.
Quando os dois voltaram do mar, Eneida piscou o olho para a nova amiga. Tivera sucesso, o Urbano topava.
Então, o resto do dia foi para a Carla e o Simeão falarem com os dois sobre o swing que já tinham feito. E todos ficaram loucos para o tempo passar e pegarem o táxi de volta para o hotel.
Ao chegarem, uma dúvida:

- No quarto de vocês ou no nosso?

Tiraram par ou impar e foram os quatro para o quarto da Carla e do Simeão.

- Eneida, sugestão: vá tomar um banho com o Simeão, eu fico conversando com o Urbano e depois nós dois também iremos tomar banho.

Assim fizeram e os primeiros boquetes e chupadas aconteceram com a água caindo nos belos corpos.
Quando Carla e Urbano voltaram do banho, foram os quatro para a cama e começaram a transar, com os maridos e esposas devidamente trocados. E foi um tal de fazer mais boquetes e eles chuparem as xotinhas das duas que foi uma beleza. 

Mas isso é bom demais! Precisamos repetir!
Sem se importarem com o que os do lado estavam fazendo, logo tinha um casal trepando no dog style, outro era cavalgado, faziam 69, treparam até todos gozarem.

Aí Eneida e Urbano foram para seu quarto. Eles tinham mais o que comentar, pois tinha sido a primeira vez deles. Estavam eufóricos e acabaram transando. O mesmo acontecia no quarto do Simeão e Carla.

Desceram mais tarde para o jantar, ficaram na mesma mesa. Saíram do hotel e foram conhecer o comércio e as lojinhas. Ao voltarem, de comum acordo, Carla foi dormir com Urbano e Eneida com Simeão.

Para o primeiro dia, tinha sido tudo excepcional. Evidentemente mais novidades iriam acontecer, como no terceiro dia em que dois cuzinhos foram visitados por paus desconhecidos e no último dia, quando os quatro ficaram juntos a noite toda e assim, as duas puderam ter o prazer de serem penetradas pelos dois, DPs maravilhosas!

Mesmo morando em cidades diferentes, eles não pararam de se encontrar. Aproveitavam os fins de semana para se visitarem e repetirem aquelas trepadas maravilhosas da praia.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

De brincadeira em brincadeira acabaram os quatro na cama

Não se deve brincar com certas coisas...

(escrito por Kaplan)


Rafaela e Eduardo estavam em casa, olhando o computador, vendo as novidades do Face, quando foram chamados no In Box por Benicio. 

Estamos sós... venham!
É melhor explicar primeiro quem são essas pessoas... Rafaela e Eduardo eram um jovem casal, na faixa dos 24 anos, muito alegres, divertidos, tinham dezenas de amigos no Face, e boa parte deles eram amigos reais, colegas de faculdade, vizinhos... Benício era um desses. Casado com Esther, também há pouco tempo, morava em prédio vizinho ao deles.

Então, voltando ao início. Benício apareceu e perguntou o que eles estavam fazendo. Como não faziam nada, perguntou se ele e a Esther poderiam ir ao apartamento deles.

- Claro que podem, andem logo!

Dali a pouco ouviram a campainha, Eduardo foi abrir e o casal entrou. Beijinhos no rosto, sentaram-se no sofá, as duas no centro e os dois nas laterais.
Conversa vai, conversa vem, Rafaela contou pra eles o que uma amiga tinha feito.

- Gente, nós morremos de rir quando ela contou. Estavam ela e o namorado, com outro casal e de repente a outra moça sugeriu uma brincadeira, que era vendar os olhos dela e um dos dois rapazes a beijaria e ela teria de adivinhar se era o namorado ou não. E ela não adivinhou!
- Credo, ela não soube dizer se era o namorado dela que a tinha beijado? Que ruim!

O Benício não perdeu a chance, ele gostava demais da Rafaela e viu a chance de ganhar um beijo dela. 

- Vamos fazer isso também? 

Será que ela vai acertar?
Eles toparam na hora, mas a escolhida para ser vendada foi a Esther. Então, quando Rafaela começou a colocar a venda nos olhos dela, os dois se levantaram. Tiraram par ou impar, silenciosamente, e o Eduardo é que deveria dar o beijo nela.

Ele o fez e Esther ficou em dúvida, e falou que tinha sido ele. Aí veio a brincadeira, o Benicio sentou ao lado dela, tiraram a venda... e ela achou que ele é que a tinha beijado.

Aí inverteram, Rafaela foi a vendada e Benicio a beijou. E ela reconheceu que não era o marido...

Riram muito e a conversa acabou caminhando em outra direção. O Eduardo, que também era muito afim da Esther (parêntesis: viram que já havia uma predisposição pra trocarem? Será que as duas também tinham tesão pelos não-parceiros?) propôs que em vez de beijo, seria legal que elas fizessem um boquete neles para adivinhar quem era quem.

Ele fez a proposta, achando que ela seria recusada, mas, para sua alegria, ela foi aprovada e eles então, vendaram as duas, tiraram os paus pra fora, fizeram eles ficarem duros e cada um foi colocar o pau na boca, mas trocando: Rafaela foi chupar o do Benicio e Esther o do Eduardo, sem o saberem.

Que delícia esse pau... sei que não é do meu marido...
Depois de uma bela chupada, eles tiraram as vendas das duas e elas ficaram vermelhas, vendo que haviam chupado os paus dos amigos.

- O importante é saber se vocês gostaram!

Rafaela confessou que sim e Esther, mais encabulada, acabou confessando que também gostara.

- Gente, sabem o que isso significa?

Ficaram todos olhando para o Eduardo, sem saber o que ele estava pensando.

- Já ouviram falar de Swing, troca de casais? Acho que estamos prontos para isso. Topam?

Depois de alguns minutos de indecisão, todos concordaram e os dois rapazes se despiram totalmente e começaram a despir suas companheiras. E ali mesmo no sofá eles começaram a chupar as xotinhas delas, cada um com sua respectiva. Só trocaram depois de deixá-las bem excitadas e assim eles sentaram no sofá e as duas sentaram nos paus deles e começaram a pular e a gemer. 

Que sensação maravilhosa... Meu marido vendo tudo...
Que sensação interessante era aquela! Elas estavam dando para amigos, na frente dos maridos. E todos estavam excitadíssimos com o que estava acontecendo entre eles.

Depois que elas cavalgaram, eles meteram de frente, bombando bastante e ouvindo gemidos e mais gemidos das duas. E por ultimo comeram as duas de cachorrinho. E gozaram nas bundinhas e costas delas.
Rafaela estava entusiasmada com o que acontecera.

- Gente, isso foi maravilhoso, concordam? Por que nunca pensamos nisso antes? Somos tão amigos! Olha, eu gostaria que isso se repetisse mais vezes... o que você acha, Esther?
- Olha, pra mim foi algo inimaginável... nunca pensei que isso ia acontecer. Mas gostei, não vou negar. Se o Benício quiser, faremos mais vezes sim.

Nem era preciso perguntar aos dois!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Vocês vieram aqui para conversar ou para transar?



Que dúvida cruel...

(escrito por kaplan)

Dois jovens casais, casados. Se conheceram na faculdade, faziam o mesmo curso, lá começaram a namorar, ficaram muito amigos. Saíam juntos e acabou rolando um belo swing entre eles, que se repetiu por muitas e muitas vezes.

Casaram-se no mesmo ano e foram padrinhos um do outro. Denise e Milton. Lucíola e Cláudio. Esses os nomes deles. Casaram-se um ano depois de formados, já todos trabalhando. Haviam feito arquitetura e montaram um escritório juntos.
Os negócios iam bem, estavam aparecendo muitos trabalhos e isso era motivo de comemorações quase todo mês.

E as comemorações eram sempre no apartamento da Denise e do Milton. Era um apartamento maior, presente dos pais dela, já totalmente mobiliado e muito confortável.
Acompanhemos alguns encontros deles. 

Sempre tem uma conversa inicial pra atrapalhar...
Lucíola e Cláudio chegaram, foram recebidos pela Denise. Milton tinha saído para fazer algumas compras de última hora, então os três ficaram conversando na sala, sentados no sofá. Denise de vestido, Lucíola de calça jeans e camiseta, assim como Cláudio.

Logo Milton chegou e sentou-se ao lado da esposa. As duas ficaram no centro e os dois nas laterais. O papo rolava solto, mas Denise estava ansiosa pra transar de novo com o Cláudio, então tomou a iniciativa de perguntar:

- Eu sei que os negócios estão ótimos... mas vocês vieram aqui para conversar ou para transar?

Todos riram e entenderam que já estavam falando demais e era hora de se dedicarem a coisas mais nobres. As duas trocaram de lugar, Denise foi abraçar o Cláudio, e Lucíola se agarrou com o Milton.

E o vestido, a camiseta, as blusas foram sendo retiradas no meio de amassos, beijos, chupadinhas nos biquinhos dos seios das duas. Como os quatro gostavam de swing!
Lucíola conseguiu despir o Milton primeiro e agarrou o pau dele, chupando-o, enquanto Cláudio e Denise ainda estavam arrancando as últimas peças de roupa e aí ela se ajoelhou na frente dele e também mandou ver um boquete. 

Não demorou para que Denise sentasse no pau do Cláudio e começasse a pular e a gemer. Já o Milton curtia muito um sexo oral e depois que recebeu o boquete de Lucíola, colocou-a deitada no sofá e passou um bom tempo chupando a xotinha dela, que também gemia. 

Ser comidas juntas... no sofá.... bom demais!
 Finalmente, as duas foram comidas ajoelhadas no sofá e os dois metendo nas xotinhas por trás.

Ficaram abraçados alguns minutos, rindo e curtindo a boa trepada daquela noite. Depois se despediram, mas sabiam que logo haveria outra...

E, de fato, três semanas depois, lá estavam Luciola e Claudio de novo visitando os amigos. E dessa vez não precisaram esperar que alguém reclamasse que falavam demais e esqueciam do mais importante.

Mal chegaram, os dois já foram levados ao quarto, e eles ficaram sentados na cama, já com os casais trocados e as mãos começando a procurar os pontos interessantes dos corpos... e o clima rolou sem mistério algum.

Ao verem que Luciola e Milton começavam a se beijar, ajoelhados na cama, Claudio e Denise trataram de começar a se despir e dar uns amassos bem legais. Os gemidos, o barulho dos beijos... tudo inspirava os amigos e logo todos estavam nus. Eles tiveram seus paus chupados e agradeceram dando um banho de língua nas xotinhas delas. 

Cocoricó.... au au au!!! Que loucura!
E naquela noite, a trepada foi uma só, para cada casal, nada de variações. Denise foi comida de frango assado e Lucíola de cachorrinho. O legal foi que, satisfeitas, com um belo gozo conseguido, enquanto os maridos continuavam metendo, Denise imitou o cacarejar de um frango e Lucíola ficou latindo, o que deixou os dois malucos... que tesão redobrado eles tiveram quando despejaram seus gozos dentro delas!

Na terceira e última vez que vamos narrar aqui, eles se reuniram inicialmente para discutir um projeto que estavam elaborando e havia algumas dúvidas sobre o que deveria ser feito. Até laptop foi levado pelo Cláudio para que pudessem trabalhar um pouco antes de fazerem a farra que já estava ficando tradicional.

As duas estavam impacientes porque elas tinham combinado dar uma apimentada nas transas, e eles não sabiam de nada. E elas estavam loucas para colocar em prática.
Trataram de colocar fim ao projeto. Lucíola sentou no colo do Milton e Denise no colo do Claudio. E foi Denise quem deu início. Levantou a blusa da amiga, que tinha ido de sutiã como haviam combinado. 

Os seios da minha amiga são tão gostosos... quero beijá-los!
Então ela puxou o sutiã pra baixo, mas sem o tirar e elogiou os seios da Lucíola e mais do que isso, beijou-os, mamou neles. Os dois arregalaram os olhos. Nunca tinham imaginado tal coisa e mais surpresos ficaram quando Lucíola também tirou a blusa da amiga e fez como ela havia feito, puxou o sutiã pra baixo e mamou gostoso nos seios dela.

Aquilo encerrou o papo sobre projeto e as duas, vendo os maridos de olhos brilhando, fizeram outra coisa diferente: cada uma foi chupar o pau do respectivo marido!

Só depois de terem cumprido a obrigação matrimonial é que elas trocaram de maridos, para serem comidas. E viram que os maridos as comeram com uma voracidade, com um tesão como nunca tinham presenciado. 

Corremos o risco de nossos maridos morrerem...
E para premiá-los pelo belo desempenho daquela noite, depois da primeira trepada, elas continuaram nuas e não deixaram que eles vestissem roupa alguma. Ou seja, queriam mais! E queriam, novamente, com os próprios maridos. E fizeram algo de novo que os deixou abismados e com vontade de nunca pararem de se encontrar: as duas sentaram nos paus deles e, cavalgando, juntaram seus lábios num beijo delirante.
Os dois ficaram enlouquecidos. 

Nem preciso dizer que, depois que Lucíola e Cláudio foram para sua casa, tanto lá quanto no apartamento de Denise e Milton, o sexo não parou!
Tinha sido demais!